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	<title>Arquivos Lista - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Lista - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial: Um Filme de Terror em Cada Streaming</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 21:27:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[A Morte Te Dá Parabéns]]></category>
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		<category><![CDATA[Uma noite alucinante: A Morte do Demônio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em junho, o isolamento social completa três meses e, muitas vezes, os filmes e séries funcionam como um bálsamo, uma distração momentânea, durante esta pandemia. Dentre os múltiplos tipos de longas possíveis, esta que vos escreve tem se segurado nas produções de terror. Talvez, seja algo relacionado com hormônios que o corpo libera durante o consumo deste tipo de obra ou como a realidade ali é tão absurda que faz com que a vida real seja esquecida por algumas horas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em junho, o isolamento social completa três meses e, muitas vezes, os filmes e séries funcionam como um bálsamo, uma distração momentânea, durante esta pandemia. Dentre os múltiplos tipos de longas possíveis, esta que vos escreve tem se segurado nas produções de terror. Talvez, seja algo relacionado com hormônios que o corpo libera durante o consumo deste tipo de obra ou como a realidade ali é tão absurda que faz com que a vida real seja esquecida por algumas horas.</p>
<p>No entanto, a pluralidade de opções e os múltiplos catálogos dos canais <em>streaming</em> acabam prolongando o tempo de seleção. Pensando nisso, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu uma lista com dicas de longas do gênero. A ideia era procurar diversificar o máximo possível os estilos e tipos de plataformas. Assim, se o leitor não possuir alguma assinatura ou não gostar de <em>slasher</em>*, por exemplo, pode curtir um sobrenatural e encontrar alguma dica aqui. Estas escolhas também não pretendem reduzir as possibilidades dos espectadores. Elas são muito mais um <em>start </em>para maratonas. Confira!</p>
<h4><strong>Confira a lista Um Filme de Terror em Cada Streaming!</strong></h4>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12910" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/maxresdefault-1.jpg" alt="Sobrenatural" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/maxresdefault-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/maxresdefault-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/maxresdefault-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>FILME</strong><em>: Sobrenatural</em> (2010) / <strong>ONDE</strong>: <a href="https://www.primevideo.com/?_encoding=UTF8&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Prime Video</a></h5>
<p>James Wan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-universo-invocacao-do-mal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Invocação do Mal</em></a>) tem costume de trazer em sua direção detalhes de planos e movimentação de câmera que fazem com que o medo possa ser quase palpável para o espectador. Em <em>Sobrenatural</em> isto não é diferente! Há uma atmosfera de pesadelo e o filme evoca não apenas elementos visuais como sonoros para o estabelecimento das tensões, das quebras de expectativas e de  <em>jump scares</em> bem realizados. Este último ponto citado, inclusive, não aparece apenas para dar um susto gratuito na plateia, mas se faz presente  para contribuir com o pavor crescente das personagens.</p>
<p>A progressão do enredo também é um destaque. É curioso observar como se cria uma sensação de que todos os elementos já foram usados, porém as reviravoltas trazem novas camadas para trama e sensações em que assiste. Apesar de se perder na costura de todo universo criado e de possuir um desfecho um tanto apressado, a produção vale cada minuto gasto.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12911" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/halloween-haunted-house-in-auburn-bay-3.jpg" alt="Carrie, A Estranha (1976)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/halloween-haunted-house-in-auburn-bay-3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/halloween-haunted-house-in-auburn-bay-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/halloween-haunted-house-in-auburn-bay-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>FILME</strong>: <em>Carrie, A Estranha</em> (1976) / <strong>ONDE</strong>: <a href="https://www.telecineplay.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Telecine Play</a></h5>
<p>Existem diversos motivos que podem ser elencados para que este filme faça parte da lista. Adaptado da obra homônima de Stephen King, ele é dirigido por Brian de Palma (<em>Vestida para Matar</em>), um cineasta que, ao longo de sua carreira, trouxe como uma de suas características principais o talento para construir dinâmicas de tensão, suspense e angústia. Além disso, a obra possui momentos icônicos e que foram reencenados em muitas outras obras. Um exemplo é a cena em que um balde de sangue de porco que cai na protagonista. Quantas vezes esta sequência não foi utilizada em novelas, séries e longas, não é mesmo? Ainda existe o fato do papel principal ser vivido por Sissy Spacek (<em>Entre Quatro Paredes</em>), uma atriz que imprime complexidade para sua personagem, através da mescla de ingenuidade profunda, força e ódio, que mudam de um para outro em uma fração de segundo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12909" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/happy-death-day1.jpg" alt="A Morte te dá Parabéns" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/happy-death-day1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/happy-death-day1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/happy-death-day1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>FILME</strong>: <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A Morte te dá Parabéns</em></a> (2017) / <strong>ONDE</strong>: <a href="https://www.netflix.com/browse" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Netflix</a></h5>
<p>A palavra que melhor descreve este filme é: diversão. Se alguém estiver procurando um <em>thriller</em> adolescente que misture ação, mistério e piadas engraçadas, esta é a melhor opção de sessão. A história traz as peripécias de Tree Gelbman (Jessica Rothe), uma menina aparentemente fútil e egoísta, que começa a ser assassinada e ressuscitar todos os dias, na data de seu aniversário. Além de ser uma boa pedida para quem quer ver um terror mais leve, a narrativa aqui é amarrada, as reviravoltas da trama fazem sentido e dão gás para o desenvolvimento da protagonista e a sua colagem de quebra-cabeça para solucionar a sua situação.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12908 size-full" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/055156.jpg" alt="Um Filme de Terror em Cada Streaming" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/055156.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/055156-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/055156-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>FILME</strong>: <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-boa-noite-mamae/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Boa Noite, Mamãe</em> </a>(2016) / <strong>ONDE</strong>: <a href="https://globoplay.globo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Globoplay</a></h5>
<p>Falando em <em>plot twist</em>, este terror austríaco possui uma grande reviravolta! Além de seu final surpreendente, o caminho até chegar nele também é um ponto alto desta produção. A construção da relação entre os irmãos gêmeos Lucas (Lucas Schwarz) e Elias (Elias Schwarz) é responsável por isso. Entre o afeto que um nutre pelo outro e o medo crescente que vão apresentando pela mãe, é a através da força desta irmandade que a dinâmica de medo, tensão e relaxamento vai sendo jogada durante a sessão. Alguns elementos como a locação, figurino e maquiagem engrandecem o medo nos detalhes: o esparadrapo, os caminhos desertos, as roupas folgadas que deixam os corpos mais franzinos etc. Outro ponto favorável é a montagem que brinca com os garotos, fazendo uma repetição de ações e imagens dos dois. Assim, eles aprofundam não apenas as características de personalidade das personagens como da atmosfera de terror e pânico que elas vivenciam.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12906" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/1_XppY2y9odatZV4YEDGcy1A.jpeg" alt="Alien – O Oitavo Passageiro (1979)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/1_XppY2y9odatZV4YEDGcy1A.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/1_XppY2y9odatZV4YEDGcy1A-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/1_XppY2y9odatZV4YEDGcy1A-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>FILME</strong>: <em>Alien – O Oitavo Passageiro</em> (1979) / <strong>ONDE</strong>: <a href="https://www.hbogo.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">HBO Go</a></h5>
<p>Para muitas pessoas o mero fato de estar preso em um ambiente fechado já é algo aterrorizante. Agora, imagina estar enclausurado com um ser de outro planeta, que possui sangue corrosivo e pode te atacar a qualquer momento? Até chegar neste ápice de pânico e sufocamento, a direção de Ridley Scott (<em>Gladiador</em>) e o roteiro de Dan O’Bannon (<em>A Volta dos Mortos Vivos</em>) começam a instalar a tensão lentamente, revelando o comportamento e a personalidade dos tripulantes primeiro. Com esta informação, quando o caos é instalado, o público consegue criar empatia ou desgosto com as personagens, embarcando junto nesta atmosfera de acuamento.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12907 size-full" title="Um Filme de Terror em Cada Streaming" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/20190711-evil-dead-1200x675-1.jpg" alt="Um Filme de Terror em Cada Streaming" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/20190711-evil-dead-1200x675-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/20190711-evil-dead-1200x675-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/20190711-evil-dead-1200x675-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><strong>FILME</strong>: <em>Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio</em> (1981) / <strong>ONDE:</strong> <a href="https://play.google.com/store" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Google Play</a></h5>
<p>Um clássico que trouxe diversas referências para o gênero, o filme reúne elementos muito utilizados em outras produções. Veja a sua sinopse: grupo de jovens se reúne numa cabana para passar o final de semana, mas encontram um livro misterioso. Após de lê-lo em voz alta, eles despertam vários demônios que vão incorporando as moças gradativamente. As idas e vindas da tensão e o perigo iminente de ataque são pontos altos aqui! A movimentação de câmera também acaba por imprimir uma atmosfera de suspensão que pode tirar o ar! Em uma dada sequência, por exemplo, na qual o protagonista Ash (Bruce Campbell) procura a sua namorada Linda (Betsy Baker), a câmera se desloca junto com ele, passando a impressão de que está se acompanhando a sua perspectiva.</p>
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		<title>Sexóloga indica 5 séries da Netflix para aprender mais sobre sexualidade humana</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/sexologa-indica-5-series-da-netflix-para-aprender-mais-sobre-sexualidade-humana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 15:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[5 séries da Netflix para aprender mais sobre sexualidade humana]]></category>
		<category><![CDATA[Amizade Dolorida]]></category>
		<category><![CDATA[Amor e Sexo pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Eu Tu e Ela]]></category>
		<category><![CDATA[Explicando... o Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Série]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você está buscando se informar mais sobre a sexualidade humana, quer apimentar suas relações ou apenas se divertir com histórias que abordam a temática sexual, a sexóloga Danni Cardillo elencou 5 séries da Netflix para aprender mais sobre sexualidade humana. As séries são perfeitas para casais e solteiros maratonarem para, quando o isolamento social acabar, podermos estar mais educados sexualmente. &#8220;As séries sobre sexo não precisam necessariamente contar histórias, como também podem ser educativas. Esse é o propósito principal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está buscando se informar mais sobre a sexualidade humana, quer apimentar suas relações ou apenas se divertir com histórias que abordam a temática sexual, a sexóloga Danni Cardillo elencou <strong>5 séries da Netflix para aprender mais sobre sexualidade humana</strong>.</p>
<p>As séries são perfeitas para casais e solteiros maratonarem para, quando o isolamento social acabar, podermos estar mais educados sexualmente.</p>
<p>&#8220;As séries sobre sexo não precisam necessariamente contar histórias, como também podem ser educativas. Esse é o propósito principal em indicar cada um numa abordagem documental, simples e, por quê não,  às vezes até divertida?&#8221;, afirmou Cardillo.</p>
<p><strong>Confira a lista de 5 séries da Netflix para aprender mais sobre sexualidade humana!</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12894" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ENUcvqGX0AAREuV.jpg" alt="5 séries da Netflix para aprender mais sobre sexualidade humana" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ENUcvqGX0AAREuV.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ENUcvqGX0AAREuV-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/ENUcvqGX0AAREuV-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><em><strong>1 &#8211; Explicando&#8230; o Sexo</strong></em></h5>
<p>Faz parte da saga <em>Explicando</em>, que debate vários temas diferentes e que estão chamando a atenção das pessoas no momento, demonstra fatores ligados ao sexo de forma científica e psicológica. Entre os temas abordados na produção, sob narração da cantora e atriz Janelle Monáe, estão o parto e fertilidade, a falta de anticoncepcionais masculinos, fantasias sexuais, entre outros. Uma verdadeira aula sobre assuntos que não se falam tanto por aí. São apenas cinco episódios e está disponível na <a href="https://www.netflix.com/search?q=Explicando...%20o%20Sexo&amp;jbv=81160763&amp;jbp=0&amp;jbr=0">Netflix</a>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12891 size-full" title="Easy" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/easy_netflix_orlando_bloom.png" alt="Easy" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/easy_netflix_orlando_bloom.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/easy_netflix_orlando_bloom-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/easy_netflix_orlando_bloom-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><em><strong>2 &#8211; Easy</strong></em></h5>
<p>Se existe uma série que pode gerar constrangimento se você resolver assistir ao lado de seus pais, essa série é <a href="https://www.netflix.com/search?q=easy&amp;jbv=80095699&amp;jbp=0&amp;jbr=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Easy</em></strong></a>. A trama conta a história de diferentes pessoas da cidade de Chicago, nos Estados Unidos, e suas aventuras românticas e sexuais. Prepare-se para ver cenas praticamente explícitas de sexo, mas que não mostram nada menos do que a realidade<a href="https://coisadecinefilo.com.br/12-filmes-romanticos-para-curtir-a-dois/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">.</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12893" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/AAAABbJHvvliBWcuqNgobL-vZSgdLsefDZ_kKnfjwofGhdeD9c4mlGbgmZS0OuaAHEZDGsBCqAcFQJtrtagVKlsschnStLGF.jpg" alt="5 séries da Netflix para aprender mais sobre sexualidade humana" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/AAAABbJHvvliBWcuqNgobL-vZSgdLsefDZ_kKnfjwofGhdeD9c4mlGbgmZS0OuaAHEZDGsBCqAcFQJtrtagVKlsschnStLGF.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/AAAABbJHvvliBWcuqNgobL-vZSgdLsefDZ_kKnfjwofGhdeD9c4mlGbgmZS0OuaAHEZDGsBCqAcFQJtrtagVKlsschnStLGF-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/AAAABbJHvvliBWcuqNgobL-vZSgdLsefDZ_kKnfjwofGhdeD9c4mlGbgmZS0OuaAHEZDGsBCqAcFQJtrtagVKlsschnStLGF-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><em><strong>3 &#8211; Amizade Dolorida</strong></em></h5>
<p>A temática desta série é o sadomasoquismo, um fetiche sexual que envolve sentir dor das mais diversas formas. Além do enforcamento e outros desejos que podem ser perturbadores para uns na mesma medida em que é agradável a outros. Em <a href="https://www.netflix.com/search?q=amizade%20dolorida&amp;jbv=81004814&amp;jbp=0&amp;jbr=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Amizade Dolorida</strong></em></a>, o personagem Pete, interpretado por Brendan Scannel, reencontra por acaso a sua melhor amiga dos tempos da escola Tiff, papel de Zoe Levin. Nesse reencontro, ela começa a mostrar a ele um pouco de sua vida como dominatrix, profissional que faz do sadomasoquismo seu ganha-pão, ambos decidem a trabalhar juntos. Vale destacar que a série tem apenas 7 episódios, que são curtinhos, de 13 a 17 minutos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12892" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/AAAABXuFEuo1kABAlNWKBWtQgvSgq2qR8nFb4tp42RKXn673RE25dPFOB-WZ95HrLBV7RqBwezZ0_4P6EF9xJbf3zL6c6AyD.jpg" alt="5 séries da Netflix para aprender mais sobre sexualidade humana" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/AAAABXuFEuo1kABAlNWKBWtQgvSgq2qR8nFb4tp42RKXn673RE25dPFOB-WZ95HrLBV7RqBwezZ0_4P6EF9xJbf3zL6c6AyD.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/AAAABXuFEuo1kABAlNWKBWtQgvSgq2qR8nFb4tp42RKXn673RE25dPFOB-WZ95HrLBV7RqBwezZ0_4P6EF9xJbf3zL6c6AyD-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/AAAABXuFEuo1kABAlNWKBWtQgvSgq2qR8nFb4tp42RKXn673RE25dPFOB-WZ95HrLBV7RqBwezZ0_4P6EF9xJbf3zL6c6AyD-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><em><strong>4 &#8211; Amor e Sexo pelo Mundo</strong></em></h5>
<p>Um documentário entrou na lista das melhores séries sobre sexo da <a href="https://www.netflix.com/search?q=Amor%20e%20Sexo%20pelo%20mundo&amp;jbv=81011682&amp;jbp=0&amp;jbr=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Netflix</em></strong></a>, indicada para quem quer explorar o assunto e ir além. Em seis episódios, a jornalista Christiane Amanpour, da CNN, viaja para as grandes cidades do mundo para descobrir como cada cultura aborda temas envolvendo romance e sexo. Amanpour viaja para Tóquio, Deli, Beirute, Berlim, Acra e Xangai, conversando com entrevistados que contam tudo sobre o lugar em que vivem. Em uma única temporada um tour pelo mundo sexy.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12890 size-full" title="Eu, Tu e Ela" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/eu-tu-e-ela.jpg" alt="Eu, Tu e Ela" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/eu-tu-e-ela.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/eu-tu-e-ela-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/eu-tu-e-ela-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><em><strong>5 &#8211; Eu, Tu e Ela</strong></em></h5>
<p>Como o nome já indica, mostra um relacionamento entre três pessoas: Jack, Emma e Izzy. A história começa com Jack e Emma como um casal, até que eles conhecem Izzy, que inicialmente seria contratada apenas como uma acompanhante para apimentar a relação. No entanto, as duas mulheres acabam se apaixonando. A <a href="https://www.netflix.com/search?q=Eu%2C%20Tu%20e%20Ela&amp;jbv=80103417&amp;jbp=0&amp;jbr=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">série</a> aborda a temática sexual, mas também mostra como um romance moderno baseado no poliamor pode funcionar, entre dramas, problemas e prazeres. Em quatro temporadas sendo uma boa oportunidade para fantasiar aquele que é um dos principais fetiche da modernidade. “ménage à trois”. Foi se o tempo onde o sexo na TV estava restrito agora o controle está em suas mãos.</p>
<h6><span style="color: #999999;">Material cedido via assessoria de imprensa</span></h6>
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		<title>12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 14:30:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em pleno clima de Dia dos Namorados, a Califórnia Filmes fez um apanhado de filmes românticos para você curtir com o seu mozão e entrar no clima da data comemorativa. Confira os 12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois! Retrato do Amor (&#8220;Photograph&#8221; &#124; Direção: Ritesh Batra) Pressionado por sua família a se casar o mais rápido possível, um determinado fotógrafo de Mumbai convence uma tímida estranha a fingir ser a sua mulher durante algum tempo. Apesar da relutância, ela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pleno clima de Dia dos Namorados, a <strong>Califórnia Filmes</strong> fez um apanhado de filmes românticos para você curtir com o seu mozão e entrar no clima da data comemorativa. Confira os 12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois!</p>
<h5><img decoding="async" class="size-full wp-image-12879 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/unnamed.jpg" alt="12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois" width="600" height="280" /><br />
<em><strong>Retrato do Amor</strong></em></h5>
<p>(&#8220;Photograph&#8221; | Direção: Ritesh Batra)<br />
Pressionado por sua família a se casar o mais rápido possível, um determinado fotógrafo de Mumbai convence uma tímida estranha a fingir ser a sua mulher durante algum tempo. Apesar da relutância, ela aceita a proposta e os dois desenvolvem um laço totalmente inesperado que os muda de maneiras antes inimagináveis.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Google Play, Youtube, AppleTV, Looke</p>
<h5><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doentes-de-amor/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Doentes de Amor</em></strong></a></h5>
<p>(&#8220;The Big Sick&#8221; | Direção: Michael Showalter)<br />
O comediante e motorista de Uber paquistanês Kumail (Kumail Nanjiani) e a estudante de psicologia Emily (Zoe Kazan) se apaixonam em Chicago, mas encontram dificuldades no momento em que suas culturas entram em conflito. Quando Emily contrai uma doença misteriosa e é colocada em coma, Kumail tenta enfim resolver o conflito emocional entre sua família e seu coração.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Telecine Play, GloboPlay, Apple TV, Google Play, Youtube</p>
<h5 style="text-align: left;"><img decoding="async" class="size-full wp-image-12878 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/unnamed-1.jpg" alt="12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois" width="600" height="280" /><br />
<em><strong>A Bela e a Fera</strong></em></h5>
<p style="text-align: left;">(&#8220;La belle et la bête&#8221; | Direção: Christophe Gans)<br />
A versão francesa deste clássico. Bela é uma jovem sensível e compreensiva, que sempre põe os outros em primeiro lugar. Quando seu pai se vê em uma situação complicada após contrair uma dívida e perder sua liberdade, ela não hesita em viver em um castelo ao lado de um ser horrível para que possa salvá-lo. Também prisioneira, mas tratada como convidada na opulenta mansão, Bela começa a enxergar a beleza do caráter da misteriosa criatura e passa a sentir afeto por ele.<br />
<strong>Onde ver: </strong>Prime Video, Telecine Play, GloboPlay</p>
<h5><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-guerra-fria/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Guerra Fria</strong></em></a></h5>
<p>(Zimna wojna&#8221; | Direção: Pawel Pawlikowski)<br />
Durante a Guerra Fria entre a Polônia stalinista e a Paris boêmia dos anos 50, um músico amante da liberdade e uma jovem cantora com histórias e temperamentos completamente diferentes vivem um amor impossível.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Now, Vivo Play, Google Play, Youtube, Telecine Play, Apple TV, Looke</p>
<h5><img decoding="async" class="size-full wp-image-12877 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/unnamed-2.jpg" alt="12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois" width="600" height="280" /><br />
<em><strong>De Carona para o Amor</strong></em></h5>
<p>(&#8220;Tout le monde debout&#8221; | Direção: Franck Dubosc)<br />
Jocelyn, bem-sucedido homem de negócios, é um sedutor e mentiroso experiente. Apesar de cansado de si mesmo, acaba seduzindo uma jovem bonita, fingindo ser deficiente, até o dia em que ela lhe apresenta sua irmã, que é realmente deficiente.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Telecine Play, Apple TV, Now, Vivo Play, Looke</p>
<h5><em><strong>Todos os Caminhos Levam à Roma</strong></em></h5>
<p>(&#8220;All Roads Lead to Rome&#8221; | Direção: Ella Lemhagen)<br />
Maggie embarca em uma viagem para Itália, com Summer, sua filha adolescente. Mas ao chegar lá, Summer foge roubando o carro da mãe. Maggie contará com a ajuda de um ex-namorado para encontrar a filha.<br />
<strong>Onde ver:</strong> AppleTV, PrimeVideo, Telecine Play, GloboPlay</p>
<h5><img decoding="async" class="size-full wp-image-12876 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/unnamed-3.jpg" alt="12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois" width="600" height="280" /><br />
<em><strong>A Eterna Namorada</strong></em></h5>
<p>(&#8220;Big Stone Gap&#8221; | Direção: Adriana Trigiani)<br />
Na pequena cidade de Big Stone Gap, nas Montanhas Apalaches da Virgínia, Ave Maria Mulligan (Ashley Judd) é uma farmacêutica de 35 anos auto-proclamada a solteirona da cidade. Ela leva uma amável vida ao redor de amigos e <em>hobbies</em>, até um dia fatídico em 1978, quando ela percebe que não é nada do que imaginava que era. Cercada por propostas de casamento, parentes gananciosos e celebrações, Ave Maria Mulligan organiza uma viagem que pode mudar sua visão de mundo e seu lugar nele.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Google Play, Youtube, Apple TV</p>
<h5><em><strong>Paris Pode Esperar</strong></em></h5>
<p>(&#8220;Paris Can Wait&#8221; | Direção: Eleanor Coppola)<br />
Anne (Diane Lane) está casada com o produtor de cinema Michael (Alec Baldwin). Ele a ama muito, mas não tem tempo para dedicar à esposa. Por isso, no trajeto de Cannes até Paris, Anne é acompanhada pelo sócio de seu marido (Arnaud Viard). O trajeto deveria demorar sete horas, mas ao longo de várias paradas, eles passam a se conhecer melhor enquanto apreciam as paisagens francesas.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Telecine Play, Globo Play</p>
<h5><img decoding="async" class="size-full wp-image-12875 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/unnamed-4.jpg" alt="12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois" width="600" height="280" /><br />
<em><strong>Um Amor à Altura</strong></em></h5>
<p>(&#8220;Un homme à la hauteur&#8221; | Direção: Laurent Tirard)<br />
Um dia, a advogada Diane perde seu telefone celular, mas logo recebe a ligação de um desconhecido que encontrou o aparelho e quer devolvê-lo. Quando se encontram, Diane tem uma surpresa: o homem tão simpático ao telefone tem apenas 1,36 m. Os dois logo se apaixonam, mas ela não está pronta para lidar com o preconceito de namorar um homem tão baixo.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Now, Telecine Play, Vivo Play, Globo Play</p>
<h5><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-quem-voce-pensa-que-sou-festival-varilux-de-cinema-frances/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Quem Você Pensa Que Sou</em></strong></a></h5>
<p>(&#8220;Celle que vous croyez&#8221; | Direção: Safy Nebbou)<br />
Desconfiada de seu marido Ludo, Claire Millaud, de 50 anos, decide criar um perfil falso em uma rede social. Lá, ela atende por Clara, uma bela jovem de 24 anos. Alex, amigo de seu marido, é uma das pessoas com a qual o avatar interage. O homem acaba se apaixonando por Clara, enquanto Claire, por trás das telas, também nutre um sentimento de amor por Alex. Apesar de tudo se desenrolar no mundo virtual, as emoções evocadas são bastante reais, e podem trazer complicações para ambos.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Google Play, Youtube, Telecine Play, Apple TV, Now, VivoPlay, Looke</p>
<h5><img decoding="async" class="size-full wp-image-12874 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/06/unnamed-5.jpg" alt="12 Filmes Românticos Para Curtir a Dois" width="600" height="280" /><br />
<strong><em>Agora e Para Sempre</em></strong></h5>
<p>(&#8220;Now Is Good&#8221; | Direção: Ol Parker)<br />
Tessa Scott (Dakota Fanning) sofre de leucemia em estágio terminal e decide organizar uma lista de tudo aquilo que precisa fazer antes de morrer. Em primeiro lugar está seu principal desejo: perder a virgindade. Quando ela conhece Adam (Jeremy Irvin), encontra uma companhia e um amor com quem compartilhar seus momentos.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Globo Play</p>
<h5><strong><em>Um Novo Olhar</em></strong></h5>
<p>(&#8220;Blind&#8221; | Direção: Michael Mailer)<br />
Bill Oakland (Alec Baldwin) é um bem sucedido romancista. Em um acidente de carro, ele acaba perdendo a visão e sua esposa morre. Anos depois, a socialite Suzanne Dutchman (Demi Moore) é obrigada a ler para ele três vezes na semana em uma pequena sala devido a um acordo por estar associada à informações privilegiadas do marido, um homem de negócios. Um caso de paixão se constrói entre os dois, despertando o amor neles mais uma vez.<br />
<strong>Onde ver:</strong> Now, Telecine Play</p>
<h6><span style="color: #999999;">Material concedido pela Califórnia Filmes</span></h6>
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		<item>
		<title>Especial: Filmes sobre Questões Raciais</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-filmes-sobre-questoes-raciais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2020 15:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[A 13ª Emenda]]></category>
		<category><![CDATA[Ava DuVernay]]></category>
		<category><![CDATA[Especial: Filmes sobre Questões Raciais]]></category>
		<category><![CDATA[Estrelas Além do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Luta por Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Malcolm X]]></category>
		<category><![CDATA[Octavia Spencer]]></category>
		<category><![CDATA[Se a Rua Beale Falasse]]></category>
		<category><![CDATA[Selma: A Luta pela Igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[Taraji P. Henson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última semana, Luta por Justiça entrou em cartaz nos cinemas de todo o Brasil. Dirigido e escrito por Destin Daniel Cretton (O Castelo de Vidro), o filme é uma adaptação do livro de Bryan Stevenson. Advogado, formado em Havard, Stevenson consegue fundos para defender presidiários que estão sentenciados a pena de morte no Alabama. Obviamente, o que o jovem vê é um  sistema extremamente racista, injusto e que condena a maioria das pessoas sem provas e sem investigação concreta. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última semana, <em><strong>Luta por Justiça</strong></em> entrou em cartaz nos cinemas de todo o Brasil. Dirigido e escrito por Destin Daniel Cretton (<em>O Castelo de Vidro</em>), o filme é uma adaptação do livro de Bryan Stevenson. Advogado, formado em Havard, Stevenson consegue fundos para defender presidiários que estão sentenciados a pena de morte no Alabama. Obviamente, o que o jovem vê é um  sistema extremamente racista, injusto e que condena a maioria das pessoas sem provas e sem investigação concreta. No longa, o criminalista é interpretado por Michael B Jordan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/creed-nascido-para-lutar/"><em>Creed: Nascido para Lutar</em></a>), que entrega uma performance equilibrada, construindo uma personagem cheia de força interna, mesclada com uma serenidade e olhares atentos ao seu redor.</p>
<p>No geral, a produção possui um resultado positivo. Em sua técnica é bem tradicional, não faz muitas firulas e foca mais no poder do próprio enredo. No entanto, ele peca por tentar apelar demais para o emocional do espectador, em alguns momentos. Seja com uma trilha “sentimental” exagerada, que fica por um longo tempo, ou com <em>closes</em> nos rostos dos atores com expressão de sofrimento, a sensação é de que a equipe quer fazer o público chorar. Além disso, a projeção é um tanto extensa, perdendo a chance de explorar mais o potencial da trajetória de McMillian (Jamie Foxx).</p>
<p>O que fica desta obra, ao final da exibição, é justamente o tamanho das atrocidades que os brancos são capazes de fazer, da impunidade e passabilidade que eles possuem. A reflexão e a denúncia feitas são de profunda relevância e, por isso, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> resolveu trazer mais sugestões  que seguem a mesma linha de <em>Luta pela justiça</em> e precisam ser visto para ontem! Confira!</p>
<p><strong>Confira nosso Especial: Filmes sobre Questões Raciais:</strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-12476" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/malcolm-x-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/malcolm-x-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/malcolm-x-1536x864.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/malcolm-x-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/malcolm-x.jpg 1777w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>5 – <em>Malcolm X</em> (1992)</strong></h5>
<p>Dirigido por Spike Lee (<em>Faça a Coisa Certa</em>), o filme é uma cinebiografia de um dos mais famosos ativistas da militância negra mundial. No longa, através da história de Malcolm, é possível enxergar todo o racismo, a segregação e crueldade presente nos Estados Unidos. Nascido nesse contexto estadunidense opressor, Malcolm X vai se descobrindo, a partir da sua entrada no islamismo, e começa a sua luta. A complexidade dada ao protagonista por Lee é um dos pontos altos da produção.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12477 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/rua-beale-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/rua-beale-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/rua-beale-1536x1025.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/rua-beale-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/rua-beale-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/rua-beale.jpg 1619w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>4 – <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-se-a-rua-beale-falasse/"><em>Se a Rua Beale Falasse</em></a> (2018)</strong></h5>
<p>Baseado no livro de James Baldwin, o filme conta a história de uma jovem que deseja provar a inocência do amor de sua vida. O rapaz foi acusado e preso injustamente por um crime que não cometeu. Não existem evidências que provem sua culpa, mas o sistema racista encarcera antes mesmo de qualquer prova. Assim como é dito e mostrado em <em>Luta por Justiça</em>, a seleção do policial se dá pela cor do indivíduo.</p>
<p>Dirigido por Barry Jenkins (<em>Moonlight</em>), a produção mescla os momentos de revolta e denúncia, com cenas românticas entre Tish e Fonny. As escolhas estéticas de Jenkins, como as das paletas de cores e enquadramentos, trazem um tom poético para a projeção, mas sem perder de vista a pauta principal da trama. O diretor consegue passar de forma sutil em seu trabalho o fato de que a comunidade negra está vivendo seu cotidiano e é recorrentemente interrompida e violada pela fúria dos brancos que, para piorar ainda mais as coisas, conseguem escapar de seus crimes todos os dias, incriminando negros.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12478 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/hidden-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/hidden-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/hidden-1536x864.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/hidden-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/hidden.jpg 2048w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>3 – <a href="https://coisadecinefilo.com.br/elas-na-tela-as-mulheres-de-estrelas-alem-do-tempo/"><em>Estrelas Além do Tempo</em></a> (2016)</strong></h5>
<p>Um pouco mais leve que as outras produções da lista, <em>Estrelas Além do Tempo</em> é um respiro e uma espécie de reparação histórica, pois revela para a sociedade a trajetória de personalidades femininas negras que foram importantes para a ciência, mas que não tiveram seus esforços tão divulgados como a de homens brancos que fizeram muito menos.</p>
<p>Dirigido por Theodore Melfi (<em>Um Santo Vizinho</em>), o longa mostra como uma equipe composta apenas com matemáticas negras da NASA realizou uma operação fundamental para os EUA, na Guerra Fria. A obra mostra não apenas como elas foram fortes, brilhantes e poderosas, mas como lutaram contra o racismo dentro da instituição e fora dela. Tecnicamente, o ponto alto do filme é a atuação de Taraji P Henson (<em>Luta pela Liberdade</em>), como Katherine G Johnson, que merecia uma indicação ao Oscar, em 2017, mas que não recebeu. No entanto, Octavia Spencer (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-forma-da-agua/"><em>A Forma da Água</em></a>) apareceu na categoria Melhor atriz coadjuvante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12479 size-medium" title="Especial: Filmes sobre Questões Raciais" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/13-emenda-750x422.jpg" alt="Especial: Filmes sobre Questões Raciais" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/13-emenda-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/13-emenda-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/13-emenda.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>2 – <em>A 1<em>3</em>ª Emenda</em> (2016)</strong></h5>
<p>Escrito e dirigido por Ava DuVernay (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-dobra-no-tempo/"><em>Uma Dobra no Tempo</em></a>), o filme é um documentário da Netflix que mostra como o sistema carcerário estadunidense prende e pune majoritariamente homens negros. O nome do longa está ligado à lei décima terceira da Constituição dos Estados Unidos que abole e proíbe a escravidão. Mas, o que a obra mostra é que o sistema escravocrata não acabou, somente trouxe outras nomenclaturas e organizações. Com imagens de arquivo e dados estatísticos, a tese posta da produção é confirmada pelos números. Eles revelam que a quantidade de presidiários negros é de 40%, sendo que no país eles são 12%. Juntando este fato com a informação de que as investigações e os julgamentos não acontecem da mesma forma a depender da raça da pessoa, é fácil de se entender porque estas porcentagens são como são<a href="http://www.adorocinema.com/">.</a></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-12483" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/selma2-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/selma2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/selma2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/selma2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/selma2.jpg 1400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>1 – <em>Selma: Uma Luta pela Igualdade</em> (2014)</strong></h5>
<p>Também dirigido por Ava DuVernay, o longa mostra a luta de Martin Luther King para que os negros possam votar nos Estados Unidos. A batalha pela conquista deste direito acaba resultando em um dos eventos mais importantes da história mundial: a marcha de Selma a Montgomery. O filme retrata a violência policial, revelando novamente a fúria dos brancos pela manutenção exclusiva de seus privilégios e a agressividade para alcançar tal objetivo. As escolhas da direção na decupagem elevam as revelações das tensões que os manifestantes pacíficos passaram durante o seu protesto. Além de ser uma obra importante por seu conteúdo histórico, o longa tem elementos técnicos que fazem com que a potência de seu conteúdo cresça. A progressão narrativa, os quadros e a montagem são seu ponto alto.</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Ator</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 17:09:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar 2020 está cada dia mais próximo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com todos os seus defeitos, é, indiscutivelmente, a maior premiação do cinema, o que faz sua chegada mexer ainda mais com o universo da sétima arte. Críticos, artistas, fãs de cinema e até as pessoas mais desconectadas com o universo param para questionar quem vai levar para casa cada uma das principais estatuetas. Por essa razão, a equipe do Coisa de Cinéfilo segue com suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar 2020 está cada dia mais próximo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com todos os seus defeitos, é, indiscutivelmente, a maior premiação do cinema, o que faz sua chegada mexer ainda mais com o universo da sétima arte. Críticos, artistas, fãs de cinema e até as pessoas mais desconectadas com o universo param para questionar quem vai levar para casa cada uma das principais estatuetas. Por essa razão, a equipe do Coisa de Cinéfilo segue com suas apostas sobre essa aclamada cerimônia que acontecerá neste domingo (9).</p>
<p>Apesar de sua pompa, o Academy Awards guarda resquícios de imperdoáveis e contestáveis resultados. Anualmente existe uma categoria na qual o resultado gera um certo descontentamento entre público e crítica. Aqui vamos pensar sobre as atuações masculinas em papéis principais. E, com toda a incerteza do Oscar, questionaremos se, de fato, um ator como Joaquin Phoenix sairá invicto da temporada de premiações.</p>
<p>Apesar de Phoenix ser o favorito absoluto, é inevitável que algumas atuações sejam sentidas por não estarem na lista de indicados. Taron Egerton tem um desempenho primoroso interpretando Elton John em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rocketman/"><strong><em>Rocketman</em></strong></a>. Seu nome apareceu em outros prêmios, mas a Academia o deixou de fora dessa disputa. Outro ator esnobado pelo Oscar foi o veterano Christian Bale. O ator britânico esteve na disputa na maior parte da temporada de premiações por seu papel no esquecível <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em><strong>Ford vs. Ferrari</strong></em></a>. Mesmo com um filme questionável, Bale entrega um trabalho brilhante, digno de uma indicação no Academy Awards.</p>
<p>Por fim, Adam Sandler é um dos nomes de maior polêmico deste ano. O ator, conhecido por suas comédias besteirol, mostrou, mais uma vez, o seu poder cênico ao dar vida à personagem principal do longa-metragem <em>Joias Brutas</em>, dos irmãos Safdie. Sandler entrega uma performance completa e digna de atenção, a qual fez dele um dos indicados no Critics Choice Awards. Contudo, o estereótipo de ator de “filmes medíocres” segue Sandler e o priva de oportunidades de trabalho como essas. Este é um dos nomes que merecem futuras oportunidades e, quem sabe, as tendo, ele possa estar competindo e sendo homenageado por seu trabalho espetacular.</p>
<p>Agora, ao pensar o quadro de indicados, a lista do quinteto do Oscar 2020, na categoria “Melhor Ator”, é composta por Adam Driver, Jonathan Pryce, Antonio Banderas, Leonardo DiCaprio e Joaquin Phoenix. Ironicamente, dos cinco atores, apenas um deles já ganhou uma estatueta e, só três já haviam sido indicados no Oscar. Portanto, apesar das faltas, esse é um grupo interessante, onde todos os artistas tiveram desempenhos brilhantes em seus respectivos trabalhos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12417" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Adam Driver, por exemplo, é um dos atores que já havia sido indicado no Academy Awards. Ele é um dos casos de Hollywood que tem um crescimento exponencial invejável. As interpretações e papéis de Driver só melhoram com o tempo. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em><strong>História de um Casamento</strong></em></a>, Driver brilha. Sua consistência cênica é impecável, assim como a construção de sua personagem. Apesar disso, ele é um dos que está mais longe da corrida pelo ouro cinematográfico.</p>
<p>Na frente do Kylo Ren de Star Wars está Jonathan Pryce. O ator, mesmo com sua longa carreira, foi indicado pela primeira vez neste ano. Sua interpretação do Papa Francisco lhe rendeu aclamações mundiais e merecidas. O domínio da cena mostrado por Pryce é simples, porém preciso. O seu olhar fala a cada segundo do filme. Suas nuances muito bem exploradas só ajudaram a elevar a qualidade de <strong><em>Dois Papas</em></strong> &#8211; em especial nas cenas onde as crenças de Francisco e Bento XVI entrem em atrito. Ao lado de seu parceiro de cena, Jonathan Pryce deu uma aula de simplicidade em frente às câmeras. Ele faz o público lembrar que você não precisa de muito para expressar um turbilhão de emoções. Ainda assim, Pryce também longe de ser um dos favoritos.</p>
<p>Na caminhada rumo a uma possível disputa &#8211; e reviravolta na dinâmica das premiações -, Antonio Banderas, se mostra mais forte e capaz de parear com DiCaprio e Phoenix. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dor-e-gloria/"><em><strong>Dor e Glória</strong></em></a>, o ator espanhol supera qualquer trabalho anterior. O filme não seria nada sem a sensibilidade de Banderas. Ele consegue prender você desde o primeiro instante. Até por ser um filme esteticamente diferente do que se espera de Pedro Almodóvar, os olhares se volta de forma mais minuciosa para o desempenho cirúrgico de Antonio. A palavra que define sua performance nessa produção é maturidade. Existe uma aura que paira sobre essa personagem que só o tempo, talento e dedicação podem proporcionar. O espanhol mostrou,mais uma vez, a razão que faz Almodóvar fazer dele o seu ator-parceiro. Banderas é impecável e capaz de criar o que for.</p>
<p>Na disputa final temos um embate de gigantes e velhos conhecidos do público, de Hollywood e do Oscar. Dicaprio e Phoenix estão no topo dessa disputa por seus desempenhos singularmente belos. O astro hollywoodiano Leonardo DiCaprio tem uma longa trajetória tanto no cinema como no Academy Awards. Com uma vitória, ele chegou a sua sexta indicação pelo seu papel de Rick Dalton em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><strong><em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></a>. DiCaprio construiu um dos personagens mais completos de sua carreira. Sua performance no nono filme de Quentin Tarantino é uma dádiva para os amantes do cinema e uma inspiração para seus colegas de profissão.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12419" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O texto ajudou absurdamente o ator a criar e estampar toda a emoção e o envolvimento necessário que a trama requisitava. Mas Leonardo foi além. Ele usa a metalinguagem, contida no subtexto de Rick Dalton, para inspirar. É bonito de ver DiCaprio dando vida as crises de profissionais e de meia idade de um ator consagrado de Hollywood. Essa brincadeira proporcionada pelo roteiro deu vida a uma das cenas mais sensíveis de Tarantino que marcam qualquer pessoa que assiste ao filme. E mesmo com DiCaprio não sendo o favorito para levar a estatueta para casa, seu desempenho merece ser louvado.</p>
<p>Agora chegamos a estrela dessa lista. Joaquin Phoenix é um ator de muita sensibilidade e poderio cênico. Desde seus primeiros trabalhos, ele sempre mostrou a sua capacidade de ir além. E o que Phoenix faz em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><em><strong>Coringa</strong></em> </a>é exatamente isso, ir ainda mais além. Ele transcende qualquer barreira do público, do filme e até mesmo do personagem e apresentou uma das performances mais lindas do cinema nos últimos anos. Um detalhe importante é o estigma que seu papel carrega desde o início. Ter a missão de interpretar uma das personagens mais famosas e aclamadas de um universo é uma tarefa difícil. Quando isso é alinhado à comparação imediata com o desempenho de um colega, as coisas se intensificam.</p>
<p>Heath Ledger deu vida ao Coringa em 2008. Sua brilhante atuação lhe rendeu um Oscar póstumo e uma marca na história da DC e do cinema. O trabalho de Phoenix não consistia em apenas criar a sua versão da personagem, mas mostrar que ele conseguia colocar a sua marca nessa persona tão cheia de estigmas e fazer um filme solo da personagem valer a pena. E o resultado disso é uma das experiências cinematográficas mais marcantes. Ter o privilégio de assistir Joaquin brincar com uma complexidade de estados mentais, tipos de características e emoções é único. Ele faz qualquer defeito no filme sumir porque sua atuação é o que resta na memória do público. A ininterrupta imagem de uma performance colossal.</p>
<p>Apesar da esmagadora possibilidade de vitória, a corrida pela estatueta Melhor Ator nunca está 100% garantida. A imprevisibilidade do Oscar é algo instigante e provocador. O que resta é esperar para ver quais surpresas a noite de 9 de fevereiro guarda<a href="http://www.adorocinema.com/">.</a> Vejamos se Phoenix sairá invicto desta temporada de premiações ou se outro colega levará o prêmio para casa. Para saber dessas e mais apostas para o Oscar, fique ligado no Coisa de Cinéfilo!</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Atriz Coadjuvante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:38:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 09, é dia da cerimônia do Oscar 2020. Com 38 longas na lista de indicados, a premiação seleciona dez intérpretes femininas para concorrer em duas categorias: Melhor Atriz e Melhor atriz coadjuvante. O anúncio de todos os concorrentes saiu no dia 13 de janeiro e muitas surpresas apareceram ou não. A quantidade de nomes deixados de lado e a falta de representatividade foi algo apontando durante o último mês. No entanto, alguns trabalhos que aparecem na disputa merecem um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 09, é dia da cerimônia do Oscar 2020. Com 38 longas na lista de indicados, a premiação seleciona dez intérpretes femininas para concorrer em duas categorias: Melhor Atriz e Melhor atriz coadjuvante. O anúncio de todos os concorrentes saiu no dia 13 de janeiro e muitas surpresas apareceram ou não. A quantidade de nomes deixados de lado e a falta de representatividade foi algo apontando durante o último mês. No entanto, alguns trabalhos que aparecem na disputa merecem um pouco de atenção.</p>
<p>Pensando nisso, o <span style="color: #ba1616;"><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></span> resolveu trazer um especial, dividido em duas partes, analisando as atuações de cada uma das artistas no páreo. A primeira publicação <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>está aqui</em></strong></a>! Agora, confira a segunda metade do texto!!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12390 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/laura-dern-marriege-750x375.jpg" alt="" width="750" height="375" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/laura-dern-marriege-750x375.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/laura-dern-marriege-610x305.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/laura-dern-marriege.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Laura Dern (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>História de um Casamento</em></a>)</strong></h5>
<p>Favorita na corrida para o prêmio, Dern vive uma advogada invencível e obstinada. A sua personagem não traz nenhum elemento daqueles mais óbvios sobre uma boa atuação, é tudo bastante sutil e suas cenas não são muitas e nem longas. Talvez, esse troféu possa ser considerado como um conjunto da obra ou uma celebração por sua performance na série Big Little Lies, onde ela faz algo bem semelhante, só que durante mais tempo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-12394" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/kathy-richard-750x313.jpg" alt="" width="750" height="313" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Kathy Bates (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-caso-richard-jewell/"><em>O Caso Richard Jewell</em></a>)</strong></h5>
<p>Aqui o publico pode ver outra interpretação sutil, porém de uma forma um tanto mais óbvia. Com firmeza em seu tom de colorido de texto, os sentimentos da personagem de Bates são claros durante toda a sessão. Os detalhes delicados, como as variações de grave e agudo são os mimos advindos de uma atriz experiente e que revela o seu domínio em cena. Kathy encarna a mãe um tanto boba e tipicamente estadunidense. As camadas, no entanto, não ficam de fora e ela mesmo sendo um tanto ingênua tem pulso e reviravoltas tonais. As chances de vencer são pequenas, mas é um belo reconhecimento por um trabalho minucioso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12414" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/little-women-2019-meryl-streep-florence-pugh-sony-pictures-entertainment-.png" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz Coadjuvante" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/little-women-2019-meryl-streep-florence-pugh-sony-pictures-entertainment-.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/little-women-2019-meryl-streep-florence-pugh-sony-pictures-entertainment--610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/little-women-2019-meryl-streep-florence-pugh-sony-pictures-entertainment--360x240.png 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></h5>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Florence Pugh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>)</strong></h5>
<p>Como já foi dito <strong><a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-as-protagonistas-de-adoraveis-mulheres/">aqui</a></strong> no <strong>Coisa de Cinéfilo</strong>, Florence trouxe um trabalho impecável neste filme. A sua construção é extremamente pensada. É possível enxergar a mudança de idade de sua Amy e isso não vem de maquiagem ou troca de atriz, como na versão de 1994. Pugh tem consciência vocal e corporal em seu trabalho e revela, inicialmente, um jeito infantil e mimado, passando gradualmente para a maturidade. A intérprete vai adicionando o grave ao tom da voz e criando uma postura mais retilínea. O resultado é que o público pode sair com uma sensação de que viu uma menina adolescente, no começo, uma jovem  confusa e preocupada com seu futuro, no meio da obra, e uma artista, professora e mãe, no final da projeção. A possibilidade da atriz ganhar é mínima, porém seria uma zebra aceitável. <strong>(Favorita da autora deste texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12413" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bombshell-2019-margot-robbie-certa_widexl.jpeg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz Coadjuvante" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bombshell-2019-margot-robbie-certa_widexl.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bombshell-2019-margot-robbie-certa_widexl-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bombshell-2019-margot-robbie-certa_widexl-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Margot Robbie (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Escâdalo</em></a>)</strong></h5>
<p>Já se é sabido do potencial e talento da Margot. Em trabalhos anteriores como em <em>Eu, Tonya</em> e <em>Duas Rainhas</em>, ela demonstrou a sua versatilidade e sua consciência espacial – é incrível ver como a atriz consegue ocupar o cenário e a tela com criatividade, utilizando objetos de cena, fitando eles, colocando o ambiente a favor da contracena etc. No entanto, não é isto que acontece aqui. Por algum motivo, a sua Kayla é plana. Por mais que o roteiro pareça procurar dar certo rumo surpreendente para ela, o público muito possivelmente vai sacá-la rapidamente, todos já viram aquela representação no cinema.</p>
<p>Ela é uma menina tida como boa moça, mas possui elementos conservadores nela, ainda que detalhes mostrem que este fator não é tão forte assim. Porém, tudo isto está apenas no texto. Na atuação, a moça é ainda menos que isso. Ela está um tanto robótica, presa em si mesma e passa até a sensação de desconforto. No domingo, a estatueta não deve ficar com ela, porém a Academia gosta de uma jovem, branca e loira. Como a categoria está preenchida disto, as chances dela ganhar acabam não sendo nulas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12393 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-jojo-750x394.jpg" alt="" width="750" height="394" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-jojo-750x394.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-jojo-610x320.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-jojo.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><strong>Scarlett Johansson (<em>Jojo Rabbit</em>)</strong></a></p>
<p>A sátira presente em todo filme perpassa a interpretação de Scarlett. Com um sotaque acima do tom, intencionalmente, a atriz também criou alguns trejeitos que geralmente aparecem em personagens arquetípicas alemãs. Ainda que não supere seu papel em <em>História de um Casamento</em>, sua indicação é acertada e ela poderia até levar o prêmio se não houvesse uma concorrência tão forte quanto a deste ano<a href="http://www.adorocinema.com/">.</a></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz-coadjuvante/">Especial Oscar 2020: Melhor Atriz Coadjuvante</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:14:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como no quesito direção e filmes, as atuações de 2019 foram impecáveis. Sejam nas categorias principais ou coadjuvantes, os artistas mostraram alguns dos seus melhores trabalhos nesse último ano. Aqui vamos conferir o Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante. Apesar de não existirem surpresas na lista de indicados, a sua presença é interessante quando pensada no Oscar como um todo. O quinteto de indicados é formado por cinco conhecidos do Academy Awards, onde quatro já venceram ao menos uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como no quesito direção e filmes, as atuações de 2019 foram impecáveis. Sejam nas categorias principais ou coadjuvantes, os artistas mostraram alguns dos seus melhores trabalhos nesse último ano. Aqui vamos conferir o <strong>Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante</strong>. Apesar de não existirem surpresas na lista de indicados, a sua presença é interessante quando pensada no Oscar como um todo. O quinteto de indicados é formado por cinco conhecidos do Academy Awards, onde quatro já venceram ao menos uma vez. O irônico disso é que o quinto membro da lista (o que nunca venceu) é justamente o favorito do ano. Liderado por Brad Pitt o quinteto do Oscar 2020 na categoria “Melhor Ator Coadjuvante” conta com a presença de Joe Pesci, Al Pacino, Tom Hanks e Anthony Hopkins.</p>
<p>A base dessa lista começa com a dupla de atores de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>O Irlandês</em></strong></a>. Tanto Joe Pesci como Al Pacino estão longe de serem os concorrentes mais fortes. Pesci, evidentemente, mostra sua vitalidade ainda em cena, mas nada comparado ao seu desempenho vitorioso de Os Bons Companheiros. Joe, assim como a narrativa do longa-metragem, parece estar numa zona de conforto. Não existe agitação. Apenas é possível encontrar a linearidade do argumento de Scorsese e, da mesma forma, a linearidade em Pesci. Falta o brilho que ele já mostrou em outras produções.</p>
<p>Da mesma forma está Al Pacino. Apesar de ter reaparecido nas premiações com esse papel, sua dinâmica em cena pede mais. Existem momentos que ele parece estar retraído e, por isso, não explora suas possibilidades em cena. Faltam momentos em que a personagem de Pacino possa explodir o seu turbilhão de emoções que existem naquele momento da narrativa. Falta a característica tão marcante do ator de extrapolar o extracampo. O longa de Martin Scorsese é muito comedido em atuações &#8211; mesmo quando a cena pede mais &#8211; e isso afeta a performance tanto de Robert De Niro, que nem foi indicado, quanto de Pesci e Pacino.</p>
<p>Tom Hanks, no entanto, consegue já estar na disputa apesar do favoritismo ser declaradamente para Pitt. Hanks mostra que, apesar de questão de roteiro e direção, ele é capaz de ir além. A performance do ator é uma de suas melhores dos últimos tempos. Ao viver o famoso apresentador de um programa infantil, Fred Rogers, Tom traz toda a sensibilidade inerente a pessoa real. A todo momento o público é lembrado que existe uma tênue linha entre o mundo da fantasia e a vida real para Rogers. E essa precisão ao abordar essas nuances é brilhante. Tom Hanks está simplesmente emocionante e que tornam <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></strong></a> muito melhor.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12410" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda no páreo pela estatueta, Anthony Hopkins surge como um exemplo estonteante. Sua interpretação do Papa Bento XVI em <em><strong>Dois Papas</strong></em>. Ao lado de Jonathan Pryce, Hopkins demonstra ainda ter muito o que mostrar e interpretar no cinema. Sua atitude em cena é impecável. Fernando Meirelles aproveita os pequenos detalhes tanto de Pryce como de Hopkins para potencializar os filmes. Esse embate cênico de gigantes cria um resultado soberbo merecedor das duas indicações. A autoridade que Anthony Hopkins demonstra na tela é produto de uma carreira recheada de coisas diferentes, mas que são complementares. Hopkins demonstra ser exatamente isso como ator &#8211; e aqui não foi diferente &#8211; ele é adaptável e assertivo.</p>
<p>Por fim temos o favorito da noite. Apesar de muitos afirmarem que esse é um prêmio por seu trabalho da vida, Brad Pitt deu uma de suas melhores performances da carreira. De fato ele não é um ator de trabalhos exclusivamente excelentes, mas existentes muitos que marcam e Cliff Both é um deles. Mais uma vez o roteiro de Quentin Tarantino permitiu que seu ator brilhasse. É incrível a forma como Pitt brinca com as minúcias do texto. Seus momentos em frente à câmera demonstram o resultado de uma carreira com cicatrizes de aprendizado e essa personagem é a sua redenção.</p>
<p>É divertido, tenso e saudoso ver Pitt em cena. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></a> proporciona para o público o vislumbre de um ator que tem qualidade quando se é exigida. Aqui Pitt está diante de um divisor de águas para a sua carreira que, em 2019, foi apenas de sucesso. Tanto nesse filme como em <em>Ad Astra &#8211; Rumo às Estrelas</em>, ele se provou merecedor de toda a pompa que envolve sua carreira. Brad Pitt não é mais o garoto bonito que aparece e <em>Thelma &amp; Louise</em> como um objeto sexual. Ele é um ator experiente e com qualidade que vai dar o seu máximo quando for pedido.</p>
<p>Apesar de tudo isso, a imprevisibilidade da Academia merece ser pontuada sempre. Nada é certeza até que seja anunciado o(a) ganhador(a) de determinada categoria. Mas, sem sombra de dúvidas, Brad Pitt está invicto por merecimento. Resta aguardar os próximos capítulos dessa curiosa premiação e torcer para que, na noite de 9 de fevereiro, o desejado se concretize. Para saber dessas e mais apostas para o Oscar, fique ligado no Coisa de Cinéfilo!</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Atriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:00:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da crítica especializada que havia elogiado as performances das duas nos filmes <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Nós</em> </a>e A Despedida, respectivamente. Nenhuma diretora mulher consta entre os concorrentes também.</p>
<p>Ainda assim, mesmo com tanta lacuna de diversidade, dez nomes de intérpretes mulheres foram reveladas no dia 13 de janeiro, sendo que cinco artistas aparecem na seção de protagonistas, que está nesta publicação, e a outra metade está na parte de coadjuvantes (e você pode ver <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz-coadjuvante/">aqui</a>). Pensando nisso, o <span style="color: #ba1616;"><em><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></em></span> traz agora uma breve análise das atuações femininas concorrentes na corrida pelo troféu da Academia em 2020. Confira o Especial Oscar 2020: Melhor Atriz!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12377 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">O Escândalo</a></strong>)</h5>
<p>Vivendo uma personagem que existe na vida real, a jornalista Megyn Kelly, a atriz impressiona em alguns aspectos de sua construção e incomoda em outros. Primeiramente, é possível perceber o cuidado de Charlize ao utilizar um tom e peso na voz que a Megyn possui. A sua postura corporal lembra não apenas a da âncora, mas a de quem trabalha em noticiários de TV. Existe também uma preocupação em colocar certa humanidade e fragilidade na tela, para procurar imprimir uma complexidade em sua performance. Mas, é aqui que, talvez, a Theron falhe. Justamente quando tenta revelar uma naturalidade é que a sua Kelly parece mais artificial, porque a intérprete não conseguiu se despir completamente da pose que trouxe em seu processo de criação. Apesar das falhas, a indicação é justa. Contudo, ela não deve levar o prêmio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12378" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CYNTHIA-HARRIET-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Cynthia Erivo (Harriet)</strong></h5>
<p>Com uma interpretação cheia de detalhes e força, Erivo encarna uma figura histórica, a Harriet Tubman, responsável por salvar diversas vidas de negros no período da escravidão. O ponto alto da interpretação da Cynthia é justamente a consciência de trazer uma mulher decisiva e guerreira, mas de forma progressiva. O espectador vai descobrindo o poder da personagem aos poucos, enquanto ela se empodera. A intérprete faz isso através dos gestos, olhares, postura corporal e voz que vão se transformando durante a sessão. Harriet parece ter sido sempre a frente do seu tempo, porém a escolha da Cynthia Erivo foi iniciar com um tom mais suave, movimentos mais contidos, olhar titubeante, que encara, mas com receio. A partir da virada da trama, ela vai ganhando novos contornos. A atuação dela seria uma escolha certeira para o prêmio, poderia levar a estatueta seguramente, contudo, dificilmente isto acontecerá, pois existe outra favorita, com uma performance tão boa quanto, mas que sai na frente pelo privilégio branco e sua carreira mais antiga em Hollywood. <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-12382 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg" alt="" width="750" height="461" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-1536x944.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-2048x1258.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-610x375.jpg 610w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Renée Zellweger (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/">Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</a>)</strong></h5>
<p>Com uma carreira consolidada em Hollywood até início dos anos 2000, a atriz faz o seu retorno para os filmes premiados interpretando um ícone do cinema dos Estados Unidos: a Judy Garland. Para o público familiarizado com as características de Garland, a sessão pode ser impressionante!! A reconstrução da artista beira ao impecável e o fato de Zellweger deixar impresso traços característicos seus eleva a sua atuação, que foge da representação. O que o espectador recebe aqui é o olhar dela diante de uma personalidade tão cheia de detalhes e elementos forte, como o modo de cantar e mexer os olhos. As chances da Renée são altíssimas e é bem provável que a sua segunda estatueta chegue neste domingo. Anteriormente a intérprete recebeu o troféu da academia por seu trabalho como Ruby, em <em>Cold Moutain</em>, em 2004! <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12383" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SAIORSE-ADORAVEIS-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Saoirse Ronan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/">Adoráveis Mulheres</a>)</strong></h5>
<p>Falando em privilégio branco, eis que surge uma indicação meio esquisita na lista do Oscar 2020. É bem verdade que a Saoirse entrega uma Jo com a verdade que a intérprete parece ver em sua personagem, ela demonstra tentar imprimir traços de uma garota intensa e firme, como é a garota do livro de Louisa May Alcott. A jovem cria nuances no tom que dá ao texto e tem um carisma singular. Contudo, Ronan não entrega nada excepcional e acabou tirando o lugar de outras mulheres que mostraram um resultado impecável em 2019, como a Lupita Nyong’o ou a Awkwafina. Nem em seu próprio filme ela é o destaque, ficando atrás de praticamente todo o elenco. As suas chances de vitória são mínimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12384 size-medium" title="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/">História de um Casamento</a>)</strong></p>
<p>Geralmente vista como uma atriz de filmes mais pipoca, Scarlett chega ao Oscar com duas indicações. Em <em>História de Um Casamento</em>, é perceptível como a humanização da intérprete chega certeira, numa direção que procura elevar a personalidade de sua personagem e revelar fragilidades e forças através de uma dinâmica na qual a câmera dialoga com o trabalho de Johansson. O ápice disso é na sequência em que ela está no escritório de sua advogada e começa a andar pelo espaço. A combinação de sua naturalidade, pausas e gestos que procuram performar o cotidiano e o despir completo de sua Nicole, juntamente com o <em>tracking shot</em> constroem a melhor sequência do filme inteiro. Claro, a contracena com Laura Dern ajuda também! As chances de vencer são minúsculas, mas este papel é, por enquanto<a href="http://www.adorocinema.com/">,</a> o seu melhor!</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2020 03:25:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Adoráveis Mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[Ford vs Ferrari]]></category>
		<category><![CDATA[História de um Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[JoJo Rabbit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cerimônia do Oscar 2020 já acontece neste domingo, 09 de fevereiro, e o grande questionamento é: qual será o grande vencedor da noite? A categoria mais aguardada é, certamente, a de Melhor Filme, que consagra aquela obra escolhida. Temos 9 indicados este ano, de diferentes estilos, produções e gêneros. Pensando em dar nossos pitacos sobre quem deve sair vencedor da noite, o Coisa de Cinéfilo traz este Especial Oscar 2020: Melhor Filme para falar um pouco mais sobre as [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-filme/">Especial Oscar 2020: Melhor Filme</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cerimônia do <em>Oscar 2020</em> já acontece neste domingo, 09 de fevereiro, e o grande questionamento é: qual será o grande vencedor da noite? A categoria mais aguardada é, certamente, a de Melhor Filme, que consagra aquela obra escolhida. Temos 9 indicados este ano, de diferentes estilos, produções e gêneros. Pensando em dar nossos pitacos sobre quem deve sair vencedor da noite, o <span style="color: #ba1616;"><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></span> traz este <strong><em>Especial Oscar 2020: Melhor Filme</em></strong> para falar um pouco mais sobre as chances de cada longa na corrida.</p>
<p>Você pode clicar nos nomes dos filmes para conferir as nossas críticas!</p>
<p>Vamos lá conferir?</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11828" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5443859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Ford vs Ferrari" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5443859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5443859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5443859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Ford vs Ferrari</strong></a></h5>
<p>Esta película é uma incógnita nesta lista de indicação. Trata-se da história de disputa automobilística entre a montadora Ford e a Ferrari, com uma enorme picuinha de ego de homens brancos e héteros disputando para ver quem tem o carro mais potente. Uma grande analogia sobre as suas partes íntimas, é bem verdade. É um filme ruim? Não. Mas tal qual ele, existem vários melhores, como é o caso de <em>Rush &#8211; No Limite da Emoção</em>. Não faz o menor sentido estar aqui e poderia muito bem ter sido substituído por <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Nós</em></a>.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11873" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/O-Irlandês1.jpg" alt="O Irlandês" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/O-Irlandês1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/O-Irlandês1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/O-Irlandês1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/"><strong>O Irlandês</strong></a></h5>
<p>Este é outro filme que, na minha humilde opinião, está sendo muito mais enaltecido do que merece. Assim como falei do longa anterior, iguais a esse temos vários de qualidade muito superior. Martin Scorsese está completamente dentro de sua zona de conforto, sem experimentar ao menos ir para as beiradas. É mais um filme sobre a máfia, com uma quase ausência de personagens femininas, ritmo instável e longo demais. Particularmente, sou fã de filmes monótonos. Mas esse se estende além do necessário, cansando o espectador. Acredito que seja aquele tipo de filme que tem várias indicações (neste caso, <em>O Irlandês</em> soma 10) e quase nenhuma estatueta de fato.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12351" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0582693.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Jojo Rabbit" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0582693.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0582693.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0582693.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><strong>JoJo Rabbit</strong></a></h5>
<p>Este filme é uma gracinha! Seguindo a linha de produções de Wes Anderson, como o ótimo <em>Moonrise Kingdom</em>, o diretor Taika Waititi foca na inocência infantil para falar de temas pesados como o nazismo, holocausto e a morte. Como uma brincadeira, ele vai salteando o espectador com questionamentos relevantes e cuidadosos, sem parecer que está relativizando qualquer coisa. Embora seja um ótimo longa e esteja indicado em 6 categorias, certamente não vai levar a principal de Melhor Filme.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10386" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coringa-1280x640-750x500.jpg" alt="coringa" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coringa-1280x640.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coringa-1280x640-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coringa-1280x640-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><strong>Coringa</strong></a></h5>
<p>Está aí um filme que foi indicado muito mais pelo conjunto da obra do que pela qualidade do resultado em si. <em>Coringa</em> é um excelente filme, especialmente pela atuação única e memorável de Joaquin Phoenix (a quem damos a certeza de levar a melhor na categoria de Melhor Ator). No entanto, analisando as partes individualmente, vemos que existem muitos problemas ali, especialmente no quesito ritmo e harmonia. Sendo assim, a chance de ganhar nesta categoria em questão é relativamente baixa.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12164" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5676432.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Adoráveis Mulheres" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5676432.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5676432.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5676432.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><strong>Adoráveis Mulheres</strong></a></h5>
<p>Este longa não teve a notoriedade que merecia, tanto na premiação quanto nos cinemas em si. Uma excelente releitura de uma obra que já foi adaptada várias vezes e que sempre parece oferecer mais ao público. Com excelente escolha de elenco, que trabalha equilibrado e orgânico, a diretora Greta Gerwig (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lady-bird-a-hora-de-voar/"><em>Lady Bird &#8211; A Hora de Voar</em></a>) merecia ao menos a indicação na sua categoria. Isso inclusive gerou uma justa polêmica sobre a ausência de nomes femininos na lista de indicados. Como Melhor Filme, a chance é pequena, mas já vale a indicação.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12032" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1.jpg" alt="História de um Casamento" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><strong>História de um Casamento</strong></a></h5>
<p>Agora começamos a falar de filmes que efetivamente tem potencial de levar a melhor. <em>História de um Casamento</em> é um longa cuidadosamente forte. Ele vai aos poucos caminhando na rotina da vida de um casal e surpreendendo o público com reflexões fortes e intensas. Na naturalidade de tudo, somos golpeados com temas pesados, especialmente ao tratar do amor nocivo. Foi um filme que me trouxe grande impacto, especialmente com as atuações de Scarlett Johansson e Adam Driver. Ambos estão merecidamente honrados nas indicações de atuação principal, já que estão completamente entregues aos personagens nas cenas.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11086" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1355085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1355085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1355085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1355085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><strong>Era Uma Vez Em… Hollywood</strong></a></h5>
<p>Aqui Quentin Tarantino dividiu arduamente a opinião do público e dos críticos. Enquanto uns amam e enaltecem, outros acham que é o pior trabalho do diretor. Particularmente, estou na primeira equipe. <em>Era Uma Vez Em… Hollywood</em> nos apresenta um Tarantino fora do seu usual, que foca muito mais em sangue e sofrimento do que explorar o emocional e a intensidade psicológica de seus personagens. Ele consegue nos oferecer tensão desde o começo do longa, sustentando até o final e nos apresentando opções cuidadosas com as figuras da vida real que foram envolvidas.</p>
<p>Sim, é um filme que depende de conhecimento prévio e acredito que foi esse o motivo que dividiu tanto o público. Se você conhece a história de Sharon Tate e da família Manson, o filme consegue cumprir o objetivo dele de tensão e etc. Caso você não faça ideia da história, de fato, o longa torna-se raso. Ainda assim, é um forte candidato a levar a melhor.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11778" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2280072.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Parasita" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2280072.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2280072.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2280072.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-parasita/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Parasita</strong></a></h5>
<p>Estamos falando aqui de um dos melhores longas que surgiram nos últimos 10 anos. <em>Parasita</em> é o tipo de filme que não consegue se descrito por quem assiste. É ação, terror, drama? É impossível situar ele em um único gênero, quando ele consegue passear tranquilamente por tantos. Quando questionada, eu sempre dizia que era um filme sobre questões sociais. E qualquer coisa além disso seria <em>spoiler</em> pesado. Esta produção coreana não poupa o espectador da realidade que ele precisa participar. É escancarada e ao mesmo tempo sutil, a forma como o diretor Bong Joon Ho trata das diferenças sociais e de suas implicações nas vidas das pessoas.</p>
<p>Seria mais do que merecido se ele ganhasse nas duas categorias, tanto de Melhor Filme, quanto de Melhor Filme Estrangeiro. Na prática, sabemos o quão improvável isso é, já que a Academia deve se dar por satisfeita em conceder estatueta em apenas uma dessas categorias. Ainda assim, fica aqui o meu registro do quão maravilhoso, surpreendente e merecido seria se <em>Parasita</em> levasse este prêmio para casa.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12246" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="1917" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-1917/"><strong>1917</strong></a></h5>
<p>Chegamos ao último filme, que é aquele que eu efetivamente acredito que vá ganhar na categoria de Melhor Filme. <em>1917</em> é um dos melhores longas de guerra que surgem em muitos anos. Sem exageros, ele segue com poucos personagens traçando os horrores da consequência de uma guerra onde não há vencedores. O fabuloso diretor Sam Mendes (que acredito que tem altíssimas chances na categoria de Melhor Direção) optou por fazer o longa completamente em plano sequência. Ele utiliza as câmeras 100% a seu favor, conseguindo fazer um trabalho de imersão. O público efetivamente sente que está dentro do filme, chegando a quase sentir os cheiros.</p>
<p>Intenso e sem rodeios, ele causa uma tensão constante, mas nos presenteiam com belíssimas cenas ao longo de toda aquela desgraça. A fotografia é outro elemento de força do filme, que finaliza sem excessos. Não há tempo para reflexões na guerra e é isso que Sam propõe ao longo da trama. Uma vez que <em>Parasita</em> tem menos chances nessa categoria, <em>1917</em> é a melhor e mais justa escolha para levar o prêmio mais aguardado da noite do Oscar 2020.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-filme/">Especial Oscar 2020: Melhor Filme</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Especial: A Filmografia de Judy Garland</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 01:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Especial: A Filmografia de Judy Garland]]></category>
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		<category><![CDATA[O Magico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, flashbacks de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando. Estrelado por Renée Zellweger (Cold Moutain) e dirigido por Rupert Goold (A História Verdadeira), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme <em>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</em> mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, <em>flashbacks</em> de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando.</p>
<p>Estrelado por Renée Zellweger (<em>Cold Moutain</em>) e dirigido por Rupert Goold (<em>A História Verdadeira</em>), o longa tem a dupla como ponto alto da produção. Zellweger quase desaparece na personagem, deixando a sensação de que quem está em cena é a própria Garland, mas, ainda assim, não há uma representação ou mimese aqui. Claramente, é a Judy da Renée. Até alguns trejeitos da intérprete surgem em alguns instantes, levemente. A direção de Goold é cuidadosa e sensível, conseguindo transmitir o que eles gostariam de passar que a protagonista estava sentindo em cada cena, principalmente nas sequências dos shows.</p>
<p>A personagem principal, vivida por Renéé, foi uma atriz extremamente importante para o cinema hollywoodiano, não apenas na parte rentável, como no legado artístico que a própria deixou. Atuando, cantando e dançando em musicais ou performando caracterizações em dramas “oscarizados”, Garland marcou a história do audiovisual e, pensando nisso, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu as suas produções essenciais.</p>
<p><strong>Confira o Especial: A Filmografia de Judy Garland</strong>!</p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12314" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg" alt="Especial: A Filmografia de Judy Garland" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>5 – Desfile de Páscoa</strong> (1948):</h5>
<p>No final da década de 1940, a MGM reúne Judy Garland e Fred Astaire (<em>Vamos Dançar?</em>) em um musical cheio de cores, canções animadas e figurinos pomposos. As coreografias de Astaire e Charles Walters (<em>Lili</em>) são complexas e envolvem, em sua maioria, um grande número de pessoas. Mas, são nas danças mais íntimas, por assim dizer, que envolvem Judy e Fred, que o filme cresce. Ambos atores possuem em suas interpretações um jeito um tanto sapeca e descontraído. A dinâmica da dupla funciona bastante neste sentido da sintonia e a química cresce bastante por eles possuírem uma vibração semelhante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12316" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg" alt="Julgamento em Nuremberg" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>4 – Julgamento em Nuremberg (1961):</strong></h5>
<p>Todas as características clássicas da atuação Judy Garland somem neste filme de Stanley Kramer (A<em>divinhe Quem Veio Para Jantar</em>). Judy imprimia uma graça e leveza em seus musicais. Aqui, a sua Irene Hoffman é contida, porém desesperada. O seu trabalho de corpo é notável.  A intérprete parece desejar passar todo o peso, lamento e ansiedade em sua postura tesa e voz quase esganiçada. A sua atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante, em 1962.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12311" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg" alt="Nasce uma Estrela" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>3 – Nasce uma Estrela (1954):</strong></h5>
<p>Muito antes do “<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nasce-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Shallow Now</em></a>”, Hollywood realizou três versões de Nasce uma Estrela. O primeiro filme a ser um musical foi o estrelado por Judy Garland e ainda em <em>Technicolor</em> e tudo! Além de conseguir passar emoções que a personagem sentia através das canções, Garland demonstra versatilidade e progressão em sua construção. É possível notar como sua Vicki Lester vai amadurecendo e sentindo o impacto tanto da sua fama, quanto da queda de seu marido.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12312" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg" alt="Agora Seremos Felizes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>2 – Agora Seremos Felizes (1944):</strong></h5>
<p>Dirigida por Vincent Minnelli (Gigi), Judy Garland performa aqui um de seus papéis mais icônicos. O tom que a atriz coloca para a Esther Smith é a sua marca registrada. Vibrante, numa mescla entre timidez e leveza, com sarcasmo e brincadeira, ela equilibra juventude e melancolia, fazendo com que um musical um tanto frívolo tenha mais personalidade e força, desde o início da projeção. Depois, Garland faz uma transição de idade de Esther e coloca em sua atuação não apenas certos traços de conformidade da idade, como a serenidade e a decepção. Contudo, ela não perde o ar meio taciturno, meio alegre que escolheu imprimir no papel. No longa, também tem Judy cantando clássicos como &#8220;Trolley Song&#8221; e &#8220;Have Yourself a Merry Little Christmas&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12313" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg" alt="O Mágico de Oz" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>1 – O Mágico de Oz (1939):</strong></h5>
<p>&#8220;There is no place like home!!!&#8221; O primeiro filme da lista, não poderia faltar no <em>Especial: A Filmografia de Judy Garland</em>, justamente porque foi a produção que, definitiva e efetivamente, colocou Judy Garland no mapa. A sua Dorthy virou um símbolo do cinema estadunidense e representa uma das personalidades que os estúdios da época queriam: o da garota da casa ao lado. A mistura de suavidade e coragem é o traço mais forte da construção feita por Garland.</p>
<p>No auge dos seus 17 anos, o resultado de seu trabalho parece mais intuitivo do que planejado. Ainda assim, a interpretação de Judy é repleta de camadas e, talvez, vá além do que a MGM conseguia enxergar em 1939. A intérprete possuía uma força que transbordava a tela, deixando ela ser maior do que uma menina obediente, que a sociedade parece aceitar com bastante tranquilidade. Aqui também foi onde ela cantou, pela primeira vez, a clássica canção &#8220;Somewhere Over the Rainbow&#8221;.</p>
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