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	<title>Arquivos Filmes - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Filmes - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Hurry Up Tomorrow &#8211; Além dos Holofotes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 12:41:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem alguns projetos em que a simples ideia gera um estranhamento. Muitas vezes um pitching errado faz com que uma boa ideia caia num abismo e nunca veja a luz dos cinemas. Há também aquelas que não deveriam sair do papel. Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes é um desses projetos. O longa-metragem é uma jornada enfadonha, cansativa e sem propósito dos delírios de um cantor que sonha em ser ator. O filme, estrelado por The Weeknd (The Idol, de 2023), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem alguns projetos em que a simples ideia gera um estranhamento. Muitas vezes um <em>pitching</em> errado faz com que uma boa ideia caia num abismo e nunca veja a luz dos cinemas. Há também aquelas que não deveriam sair do papel. <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong> é um desses projetos. O longa-metragem é uma jornada enfadonha, cansativa e sem propósito dos delírios de um cantor que sonha em ser ator. O filme, estrelado por The Weeknd (<em>The Idol</em>, de 2023), é uma das estreias desta quinta-feira (15) e chega aos cinemas sem trazer um centavo de interesse ao público.</p>
<p>A proposta da produção é clara: The Weeknd resolveu financiar um filme para divulgar seu novo álbum e, de quebra, ainda faz uma digressão terapêutica sobre seus temores e dores. Isso soa arrogante e chato, não é? Então, este é <strong><em>Hurry Up Tomorrow</em></strong>. Em vez de focar seus esforços artísticos em sua carreira musical &#8211; que ele mesmo ironiza no roteiro em determinado ponto -, o cantor nos leva aos cinemas nesta viagem pessoal surrealista que não conduz o espectador para nenhum lugar &#8211; a não ser ao raso de suas angústias mais egocentradas.</p>
<p>Todo esse festival dramático é conduzido por um tom de suspense desmedido e que nunca se fecha em si. E é decepcionante pensar que a pessoa que dirige essa atrocidade é a mesma que soube escrever e dirigir <em>Ao Cair da Noite (2017)</em>. O cineasta Trey Edward Shults não é capaz de emplacar sua visão no que parece ser um extenso clipe musical desinteressante. Shults não dá identidade e nem consegue entregar um filme sequer bem conduzido. Existe uma sensação constante de que <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong> está completamente picotado, como se ele tivesse sido o resultado de uma chacina de ideias desconjuntadas.</p>
<p>Para completar esse cenário problemático na base criativa do projeto, o roteiro foi feito por três pessoas, sendo uma delas Abel Tesfaye &#8211; nome artístico de The Weeknd quando atua. Além do cantor que claramente deveria ficar apenas escrevendo suas músicas, o texto também é assinado por Shults e Reza Fahim, criador da série The Idol. Diante desse cenário, <strong><em>Hurry Up Tomorrow </em></strong>parece nunca ter tido uma chance de ser bem sucedido como uma narrativa cinematográfica de qualidade. A falta de liberdade criativa do cineasta unida a presença e interferência de Abel tornaram o projeto uma bomba-relógio que já explodiu quando o filme começou a ser gravado.</p>
<figure id="attachment_19457" aria-describedby="caption-attachment-19457" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19457" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-750x500.jpg" alt="Hurry Up Tomorrow - Além dos Holofotes (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2.jpg 1620w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19457" class="wp-caption-text">Abel Tesfaye em cena de &#8216;Hurry Up Tomorrow &#8211; Além dos Holofotes (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>A confusão do roteiro e a dedicação do mesmo para falar das lamúrias dessa pseudo &#8216;versão alternativa&#8217; do The Weeknd entregam uma história sem propósito algum. O espectador passa o filme inteiro esperando que algo de relevante ou interessante aconteça e é frustrado a cada segundo. Nada leva a lugar nenhum, a não a um divã terapêutico que poderia ter evitado a produção de <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong>. A narrativa é mal desenvolvida, rasa e, por vezes, vergonhosa. É um longa para ser completamente esquecido, se o público for capaz de superar o trauma que é assisti-lo.</p>
<p>Diante desse texto assombroso, o elenco não tinha muito o que fazer. Ainda que carregue nomes como Jenna Ortega (<em>Pânico VI</em>, de 2023, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-fantasmas-ainda-se-divertem/"><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></a>, de 2024) e Barry Keoghan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-banshees-de-inisherin/"><em>Os Banshees de Inisherin</em></a>, de 2022, e <em>Saltburn</em>, de 2023) em seu elenco, <strong><em>Hurry Up Tomorrow </em></strong>não deixa nem seu elenco passar ileso. O roteiro é tão descuidado e cheio de fragilidades que tornam Keoghan completamente esquecível. O ator tem uma participação estereotipada e estranha &#8211; e não no bom sentido para o padrão dele. Jenna, por mais que se esforce e também tenha talento, não tem de onde tirar profundidade de uma personagem mal desenvolvida e sem camadas. É decepcionante ver dois talentos desperdiçados como eles são nesse filme.</p>
<p>O maior problema, no entanto, é The Weeknd e seu delírio de ser ator. A verdade é que Abel é uma piada como ator. Aparentemente sua participação sofrível na série <em>The Idol</em>, não foi o suficiente, mas é vital que entendam que ele não sabe atuar. Ele não consegue convencer o público nem mesmo fazendo uma versão de si mesmo. Suas cenas são ainda mais superficiais que seus colegas de cena justamente por ele não conseguir entregar mais do que o terrível óbvio. Doa a quem doer, mas se colocar ele e Jade Picon a 80km/h, não sei quem é mais sem sal, carisma ou capacidade cênica. <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes </em></strong>é uma pá de cal em sua frágil carreira como ator.</p>
<p>Para completar essa marcha fúnebre que a Lionsgate tenta chamar de filme, nem sequer a visualidade desse clipe-delírio é interessante. O filme tem uma proposta cansativa e repetitiva de filmes <em>indies</em>, com uma pitada de visual de videoclipes, sem a construção de sua proposta. O que fica é uma tentativa de mimetizar o que seriam esses longas visualmente interessantes e alternativos, sem nenhum tipo de arcabouço que defina e justifique as escolhas. A verdade é que <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes </em></strong>não cumpre sequer o seu título. É uma narrativa soberba, disfuncional e rasa, que nem sequer serve como um clipe, por ser longo demais. O que fica é uma sessão de terapia forçada ao público, que se estende excessivamente, mal sucedida e que absolutamente ninguém pediu.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Trey Edward Shults</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Abel Tesfaye, Jenna Ortega e Barry Keoghan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/jcvSpRpnkvY?si=4tPgyrhlhTfiY8Lt" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Indiana Jones e a Relíquia do Destino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 23:53:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novas produções de estúdios como Walt Disney, Warner Brothers, Universal e Paramount têm destinado sua atenção para o sentimento de nostalgia. Essa é a palavra de ordem dos últimos anos nos principais longas-metragens que chegam aos cinemas. Quando o assunto é franquia, as grandes empresas hollywoodianas mergulham ainda mais fundo nesse mote e apostam suas fichas &#8211; de forma cega, algumas vezes &#8211; em produções nostálgicas. A decisão pode resultar em desastres financeiros, como vimos com a franquia Animais Fantásticos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Novas produções de estúdios como Walt Disney, Warner Brothers, Universal e Paramount têm destinado sua atenção para o sentimento de nostalgia. Essa é a palavra de ordem dos últimos anos nos principais longas-metragens que chegam aos cinemas. Quando o assunto é franquia, as grandes empresas hollywoodianas mergulham ainda mais fundo nesse mote e apostam suas fichas &#8211; de forma cega, algumas vezes &#8211; em produções nostálgicas. A decisão pode resultar em desastres financeiros, como vimos com a franquia <em>Animais Fantásticos (2016-2022)</em> ou no recente <em>Transformers: O Despertar das Feras (2023)</em> . No entanto, existem inúmeros casos que, mesmo sem qualidade, a bilheteria rende, o que faz com que a produção em massa continue, como a mirabolante franquia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-10/"><em>Velozes e Furiosos</em></a>.</p>
<p>Existem, contudo, raras ocasiões nas quais a qualidade narrativa e de produção dialogam com o retorno financeiro. São os momentos em que o público ganha uma nova história para se orgulhar. Esse é o caso de <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em>. A nova história do arqueólogo mais querido do cinema supera os deslizes de seu antecessor e retoma a nostalgia das aventuras dos anos 1980 e 1990. O longa é capaz de gerar a experiência sensorial de uma boa aventura da Sessão da Tarde vista pela primeira vez. O quinto projeto estrelado por Indy é daqueles que vai mover legiões para as salas de cinema e arrepiar a todos quando a música tema começar a tocar. O filme estreia no Brasil nesta quinta-feira (29).</p>
<p>Recém aposentado da universidade e há anos sem se aventurar numa missão arqueológica, Indiana Jones (Harrison Ford) é retirado à força do seu descanso quando sua afilhada, Helena Shaw (Phoebe Waller-Bridge), busca ajuda. A nova empreitada é em volta de um artefato criado por Arquimedes cujos poderes são desconhecidos, mas possivelmente catastróficos. Ao embarcar na jornada, Indy se vê confrontado um inimigo do passado, o físico nazista Dr. Voller (Mads Mikkelsen). Na corrida para deter o plano nefasto do cientista, Helena e Jones precisam reconciliar sua relação na tentativa de desvendar as pistas milenares deixadas por Arquimedes.</p>
<p>Depois da desastrosa recepção do quarto capítulo da franquia, a postergação do deste último projeto e as recentes falhas do estúdio, descobrir que <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em> é um ponto fora da curva foi uma vitória para o público. Ainda que não tenha mesma delicadeza dos antecessores dirigidos por Steven Spielberg (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogador-no-1/"><em>Jogador Nº 1</em></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-fabelmans/"><em>Os Fabelmans</em></a>, de 2022) ou que não tenha o dedo de George Lucas no roteiro, o resultado surpreendentemente positivo vem como um grato presente aos fãs. A sacada que faz esse roteiro dar certo é o tom sóbrio, apesar da excitação com o retorno de Indy às telonas. Existe algo palpável no caminho que a vida do personagem tomou e esse é o maior mérito dos roteiristas Jez Butterworth (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-contra-spectre/"><em>007 Contra Spectre</em></a>, de 2015), John-Henry Butterworth (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em>Ford vs Ferrari</em></a>, de 2019), David Koepp (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mumia/"><em>A Múmia</em></a>, de 2017) e James Mangold (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-logan/"><em>Logan</em></a>, de 2017).</p>



<figure id="attachment_16856" aria-describedby="caption-attachment-16856" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16856" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-750x500.jpg" alt="Indiana Jones e a Relíquia do Destino (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Indiana-Jones-e-o-Chamado-do-Destino-8.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16856" class="wp-caption-text">Harrison Ford e Phoebe Waller-Bridge em cena de &#8216;Indiana Jones e a Relíquia do Destino&#8217; (2023)</figcaption></figure>
<p>Apesar da ausência de Lucas e Spielberg, Mangold conduz a história com cuidado de quem é fã. Existe um quê spielberguiano nas escolhas das sequências. Mesmo que essas escolhas não tenham sido inocentes e sim um cálculo de produção, o resultado narrativo de <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em> funciona. A construção da história é mais robusta e infinitamente mais interessante do que <em>Indiana Jones e a Caveira de Cristal (2008)</em>. Desta vez, a produção soube como amarrar o roteiro e dei conta do tempo de distância entre os filmes. Além disso, o longa ainda é capaz de usar o pano de fundo histórico ao seu favor, como fizeram nos três primeiros filmes da franquia. Tudo isso, com uma aventura que cativa o espectador e o anima durante suas 2h30 de duração.</p>
<p><em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em> corre poucos riscos, apesar do excesso de cenas com um CGI de qualidade duvidosa para rejuvenescer os personagens de Harrison Ford (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><i>Blade Runner 2049</i></a>, de 2017) e Mads Mikkelsen (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore/"><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></a>, de 2022). Tirando esse feito sofrível, o restante da produção se sai bem. O retorno de John Williams na trilha, por exemplo, é um presente aos fãs. Da mesma forma que as performances &#8211; em especial do elenco já conhecido pelos fãs -, são o ponto alto da produção. A dinâmica entre Indy e Helena merece um olhar mais atento. A troca em cena entre Ford e Phoebe Waller-Bridge (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-sem-tempo-para-morrer/"><em>007 – Sem Tempo Para Morrer</em></a>, de 2021) torna cada momento ainda mais interessante. Além da dupla, a participação do jovem Ethann Isidore também é uma grata surpresa. E, como já visto em outros projetos, a poderosa presença vilanesca de Mikkelsen é um show à parte.</p>
<p>É compreensível que o lado fã das pessoas questione a produção, mas isso deve mudar para  a maioria uma vez que elas sentem nas poltronas dos cinemas e vejam essa emocionante aventura. Não há nada de mais interessante do que a pura experiência de diversão durante uma sessão, em especial quando o assunto é filme de ação. <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino</strong></em> é, portanto, um prato cheio para todos e todas que se permitirem apreciar essa história cuidadosa. Não é o melhor filme da franquia e nem o mais mirabolante, mas o longa cumpre a sua missão de limpar os erros do passado e focar no futuro &#8211; que é esse aguardado adeus.</p>
<p>Com a estreia do quinto e último capítulo da franquia, a verdadeira despedida de Harrison Ford de um dos principais papéis da sua carreira chegou ao seu momento conclusivo. Com uma produção digna de um adeus a uma das maiores narrativas de aventura do cinema mundial, <em><strong>Indiana Jones e a Relíquia do Destino </strong></em>encerra o legado de Indy de forma triunfal e emocionante. A aposta na nostalgia foi efetiva dessa vez e o resultado será observado na bilheteria que deve vir batendo recordes. Além disso, a experiência de escutar a música tema nos cinemas uma última vez vai arrepiar o público. Se você ama a franquia ou quer curtir uma boa história com emoção, risadas e muita ação, o lançamento da semana é a escolha perfeita para você.</p>
<p><strong>Direção:</strong> James Mangold</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Harrison Ford, Phoebe Waller-Bridge, Antonio Banderas, John Rhys-Davies, Toby Jones, Boyd Holbrook, Ethann Isidore e Mads Mikkelsen</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>

<iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/jBPJyOP3N5U?si=dMa9zppEP7Je8KYU" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-indiana-jones-e-a-reliquia-do-destino/">Crítica: Indiana Jones e a Relíquia do Destino</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Dungeons &#038; Dragons &#8211; Honra Entre Rebeldes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias Senhor dos Anéis e Harry Potter, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de Dungeons &#38; Dragons: Honra Entre Rebeldes surgisse como uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias <em>Senhor dos Anéis</em> e <em>Harry Potter</em>, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> surgisse como uma luz no fim do túnel.</p>
<p>Contudo, assim como outras adaptações e/ou remakes de jogos &#8211; a exemplo do não tão bem recebido <i>Mortal Kombat</i> (2021) -, a nova produção da Paramount dividiu opiniões. Da divulgação da produção de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>até os trailers, muito se especulou e teorizou sobre o que poderia ser o filme. E em meio ao burburinho, os fãs de RPG e da série animada dos anos 1980 ficaram cada vez mais curiosos. Mas será que o tão aguardado lançamento da aventura medieval está a altura da ansiedade estabelecida pelo estúdio?</p>
<p>Ainda que o roteiro de Michael Gilio e dos co-diretores Jonathan Goldstein e John Francis Daley (ambos de <i>Noite de Jogo</i>, de 2018) não se debruce no aprofundamento de sua história ou personagens, <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> é um longa-metragem divertido. A história consegue prender a atenção do espectador e cativar até mesmo os mais céticos com a produção.</p>
<p>O jogo entre os personagens feito por Gilio, Goldstein e Daley ajuda o resultado do projeto. Existe uma dosagem precisamente medida das participações e interações entre o elenco principal. E é esse equilíbrio entre o drama, a comédia e a aventura que fez de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> um filme interessante para o subgênero.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16658 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg" alt="Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2.jpg 759w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É evidente que a narrativa construída pelo trio nem se compara à complexidade e aprofundamento que as franquias citadas anteriormente. Isso, no entanto, não impede que o longa encontre seu lugar no mercado. Existe uma gama de fãs do jogo e de ficção fantástica que se sentem órfãos de ver na telona o seu tipo de jornada preferida e com <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>isso volta a ser possível &#8211; e com qualidade.</p>
<p>A direção da dupla Goldstein e Daley é dinâmica o suficiente para esconder algumas falhas do roteiro ao mesmo tempo que não perde o <i>timing</i> da ação e comédia. Essa talvez seja a maior conquista dos diretores em <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>. Conseguir manter o público entretido apesar das faltas. Afinal, é inevitável comparar com produções como <i>Game of Thrones</i> (2011 &#8211; 2019) ou <i>A Casa do Dragão</i> (2022-) e os diretores sabiam que o roteiro deles nem se equiparava a isso, por isso o investimento em outros elementos da produção.</p>
<p>Um enfoque maior nas relações entre os personagens distrai o espectador da falta de desenvolvimento dos vilões da história, por exemplo. A coesão em cena dos atores, porém, justifica essa escolha. Além disso, o filme preenche o seu universo com detalhes do mundo do RPG &#8211; sem contar com uma surpresa escondida para os fãs da série animada dos anos 1980. Assim, a narrativa se torna mais atrativa e próxima para que o resultado seja positivo para <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>.</p>
<p>No fim das contas, a ansiedade dos fãs e a curiosidade do público como todo foi bem paga por essa produção que veio para ficar por algum tempo. Não só por vivermos na era das franquias, mas o universo RPG representado no filme permite que <b><i>Dungeons &amp; Dragons </i></b>possa ter uma vida longa nos cinemas. Para isso, entretanto, é preciso que as próximas histórias sejam melhor desenvolvidas. Mais camadas, momentos dramáticos, ação e referências. Essa é a fórmula para o sucesso e a longa vida da possível franquia medieval.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Jonathan Goldstein e John Francis Daley</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Chris Pine, Michelle Rodriguez, Regé-Jean Page, Justice Smith, Hugh Grant e Sophia Lillis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/4sN3bTR3NaU?si=yQFpQus9tXJqRqrV" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Especial: Entenda porque Babilônia não tem chances de ganhar Oscar de Melhor Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 12:30:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O novo longa de Damien Chazelle chega nesta quinta-feira (19) aos cinemas brasileiros e, apesar do esforço do diretor, a produção não é capaz de atravessar como primeira na linha de chegada. Mas o que fez Babilônia, um filme tão a cara do Oscar, se distanciar tanto da tão almejada consagração cinematográfica? A trajetória sob os holofotes de Hollywood do diretor, produtor e roteirista franco-americano explica isso. Chazelle começou a sua carreira com longas-metragens no topo. Logo em seu primeiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo longa de Damien Chazelle chega nesta quinta-feira (19) aos cinemas brasileiros e, apesar do esforço do diretor, a produção não é capaz de atravessar como primeira na linha de chegada. Mas o que fez <b><i>Babilônia</i></b>, um filme tão a cara do Oscar, se distanciar tanto da tão almejada consagração cinematográfica? A trajetória sob os holofotes de Hollywood do diretor, produtor e roteirista franco-americano explica isso.</p>
<p>Chazelle começou a sua carreira com longas-metragens no topo. Logo em seu primeiro projeto não independente, ele conquistou nomeações no Oscar em diversas categorias, inclusive “Melhor Direção” e “Melhor Roteiro Adaptado”. <i>Whiplash: Em Busca da Perfeição</i> (2014) fez com que o jovem cineasta iniciasse a sua vida na grande Hollywood de forma estratosférica.</p>
<p>Seu filme seguinte, o premiado <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-la-la-land-cantando-estacoes/"><i>La La Land &#8211; Cantando Estações</i></a> (2016), conquistou um espaço ainda maior e concedeu a Chazelle o seu primeiro Oscar. Apesar do inesquecível erro do prêmio de “Melhor Filme” ter sido anunciado para <i>La La Land</i>, o segundo longa de Damien não conquistou a estatueta. Assim, ele saiu da maior premiação do cinema, mais uma vez, sem esse louro.</p>
<p>A terceira produção do diretor claramente foi uma resposta dele para a Academia, uma investida para conquistar os votantes na empreitada de alcançar o que quase conseguiu na cerimônia de 2017. No entanto, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-primeiro-homem/"><i>O Primeiro Homem</i></a> (2018) foi uma tentativa falha e se tornou o filme mais esquecível da carreira de Chazelle. <b><i>Babilônia</i></b>, no entanto, pareceu ter vindo como uma outra chance. A cartada final do cineasta em busca do desejado reconhecimento pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.</p>
<p>O problema do novo truque de Damien em direção aos principais prêmios do Oscar está justamente em seu desejo. <b><i>Babilônia</i></b> funciona como uma orgia intelectual de amantes do cinema. Tudo no filme é pretensioso. Desde os elementos que deveriam até os que se tornam um erro. A dramédia sobre o período de transição do cinema muda para o falado, tenta mirar sua estética num visual absurdo e exagerado, tal qual foi feito por Baz Luhrmann em <i>Moulin Rouge &#8211; Amor em Vermelho</i> (2001) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-elvis/"><i>Elvis</i></a> (2022), mas se torna uma produção de excessos que cansa o espectador.</p>
<p>Diferente dos feitos de Luhrmann, Chazelle usa essa estética do absurdo em cada segundo dos longos 189 minutos de duração. Não apenas mantém esse exagero presente o tempo inteiro como também o utiliza em cada etapa e processo da produção. Por um lado, ele conseguiu entregar ao público um filme deslumbrante do ponto de vista visual e com uma unidade clara. Por outro, Chazelle fez <b><i>Babilônia</i></b> se perder.</p>
<p><figure id="attachment_16358" aria-describedby="caption-attachment-16358" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16358" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-750x500.jpg" alt="Babilônia (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-2048x1365.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Babilonia-2-1-1400x933.jpg 1400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16358" class="wp-caption-text">Margot Robbie em cena de &#8220;Babilônia&#8221; (2022)</figcaption></figure></p>
<p>O que era para ser o maior filme de sua carreira &#8211; superando até mesmo o brilhante <i>Whiplash</i> &#8211; se tornou um dos mais exaustivos. É verdadeiramente cansativo passar pelas três horas de duração do filme. E uma vez sabendo onde Chazelle queria chegar, o tempo da sessão de <b><i>Babilônia</i></b> se mostra ainda mais desnecessário. O roteiro se perde na tragédia de erros dos artistas. O drama existencial e a discussão das dificuldades adaptativas do mercado são trocados por um pastiche cômico sem razão.</p>
<p>Com isso, Chazelle mostrou que nem sempre sabe como concluir uma narrativa. Diferente do seu primeiro longa-metragem ou de <i>La La Land</i>, o final do novo filme do diretor se arrasta por cerca de 30 minutos, o que faz com que a sensibilidade de sua apoteótica montagem final perca a força. <b><i>Babilônia</i></b> seria outro filme se o desejo de chegar no Olimpo das premiações não estivesse dominando as decisões do cineasta.</p>
<p>Ao menos uma coisa é certa, Damien Chazelle não errou o título do seu novo projeto. <b><i>Babilônia</i></b> é o nome perfeito para descrever a essência do filme. O que é vista em tela pelo espectador é uma profusão de informações. Sejam elas estéticas, visuais ou sonoras, o projeto é uma experiência de excessos do início ao fim. Chazelle até tenta associar essa escolha aos eventos narrados, uma pena que isso não é o suficiente para sustentar a ideia.</p>
<p>No fim da equação, <b><i>Babilônia</i></b> passa da conta com uma quantidade exagerada de artifícios. Ainda que tenha uma fotografia, direção de arte, maquiagem e figurinos excepcionais, a montagem, trilha e o roteiro se perdem. Com isso, a própria direção de Chazelle não consegue ser um dos pontos altos do longa-metragem. A ânsia de fazer um filme metalinguístico que serve de ode ao início do cinema que conhecemos hoje cai por terra por conta desse vislumbre no prêmio.</p>
<p><b><i>Babilônia</i></b> deve ser lembrado no Oscar, mas nas categorias relacionadas ao departamento de arte (“Melhor Design de Produção”, “Melhor Figurino” e “Melhor Cabelo e Maquiagem”) e, talvez, uma indicação pela fotografia. Desses, os prêmios mais possíveis estão na arte. É claro que o nome do longa pode sair entre os indicados a “Melhor Filme”, mas é um candidato muito fraco e não hegemônico entre os votantes para ganhar. Parece que o desejo excessivo em realizar o que quase conseguiu em 2017 atrapalhou a direção e o que seria mais um roteiro inteligente e criativo de Chazelle. Assim, o projeto entra no doloroso <i>hall</i> de filmes que tinham o potencial de alcançar os voos mais altos, mas desabaram do alto.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Damien Chazelle</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Brad Pitt,  Margot Robbie,  Diego Calva,  Jean Smart,  Jovan Adepo e  Li Jun Li</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=kHRxUylmwqs]</p>
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		<title>Crítica: King Richard &#8211; Criando Campeãs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 00:16:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade da temporada de premiações, as apostas começam a afunilar. E a pergunta que fica é sobre quais serão os queridinhos do ano. Seguindo os padrões de indicações, em alguma das categorias de destaque &#8211; seja do Oscar, BAFTA ou SAG Awards &#8211; vai ter pelo menos uma cinebiografia que chamou mais atenção da crítica e público. Em 2021, Casa Gucci, apesar de controverso, desponta como um possível concorrente e King Richard: Criando Campeãs chega aos cinemas brasileiros, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proximidade da temporada de premiações, as apostas começam a afunilar. E a pergunta que fica é sobre quais serão os queridinhos do ano. Seguindo os padrões de indicações, em alguma das categorias de destaque &#8211; seja do Oscar, BAFTA ou SAG Awards &#8211; vai ter pelo menos uma cinebiografia que chamou mais atenção da crítica e público. Em 2021, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casa-gucci/"><i>Casa Gucci</i></a>, apesar de controverso, desponta como um possível concorrente e <b><i>King Richard: Criando Campeãs</i></b> chega aos cinemas brasileiros, nesta quinta-feira (2), como uma promessa ainda mais certeira.</p>
<p>A cinebiografia conta a trajetória de Richard Williams (Will Smith) treinando suas filhas, Serena (Demi Singleton) e Venus Williams (Saniyya Sidney), para se tornarem as estrelas do tênis que se conhece na atualidade. Richard, ao lado de sua esposa, Oracene (Aunjanue L. Ellis), investem as horas vagas e a dinâmica familiar para treinar suas filhas, na esperança de torná-las expoentes no esporte. Com uma determinação incansável, Richard fará de tudo para que as duas garotas saiam de Compton para se tornarem referências no mundo.</p>
<p>O principal acerto de <i>King Richard</i> (título original) é o equilíbrio entre os passos da jornada das personagens com a mensagem que se quer ser passada. As passagens de tempo são escolhidas e construídas para mostrar, cena a cena, o objetivo da narrativa. No filme, dedicação, sonhos e objetivos são as palavras de ordem. O espectador pôde conhecer mais de perto as conhecidas controvérsias sobre Richard Williams que foram tão comentadas nos anos 1990. E esse olhar de dentro é esclarecedor.</p>
<p>O pai de Venus e Serena Williams tenta quebrar ciclos através delas. Seja com as futuras estrelas do tênis ou com suas outras três filhas, a rigidez e as atitudes impensadas de Richard são mostradas como fruto de traumas do passado. A narrativa escrita por Zach Baylin, que foi anunciado como o roteirista de <i>Creed III</i>, é um relato sobre superação, coragem e resiliência.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14827" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG.jpeg" alt="King Richard - Criando Campeãs" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Acima da pressão da competição e da idade, Venus e Serena precisaram enfrentar os obstáculos sociais. Nos Estados Unidos, durante os anos 1990, duas crianças negras competindo num esporte que, até o momento, era apenas para pessoas brancas, é por si só uma jornada de superação. A presença do racismo estrutural, somado a segregação social são questões delicadamente tratadas ao longo do filme, com uma sensibilidade absurda.</p>
<p>O longa, dirigido por Reinaldo Marcus Green (<i>Monsters and Men</i>, de 2018, e <i>Joe Bell</i>, de 2021), traz atuações poderosas que encantam o público. Assim como na história dos Williams, a força motriz do projeto é o elenco que interpreta a família. Encabeçado pelo desempenho formidável de Will Smith (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/"><i>Aladdin</i></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bad-boys-para-sempre/"><i>Bad Boys para Sempre</i></a>, de 2020),  a condução do longa é feita a partir das dinâmicas cênicas entre os atores.</p>
<p>Smith, consegue entregar uma performance emocionante, mas isso é potencializado por suas colegas de cena. Aunjanue L. Ellis (<i>Olhos que Condenam</i>, de 2019, e <i>Lovecraft Country</i>, de 2020), assim como sua personagem, prepara o terreno para que o ator brilhe ainda mais. Aunjanue, com sua generosidade e potente atuação, é uma aposta promissora para a temporada de prêmios.</p>
<p>E o elenco infantil não fica atrás. As filhas do casal Williams também demonstram sua capacidade como atrizes durante o filme, em especial Saniyya Sidney e Demi Singleton que fazem as duas futuras tenistas. Assim como os Williams, Jon Bernthal (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-em-ritmo-de-fuga/"><i>Em Ritmo de Fuga</i></a>, de 2017, e <i>O Falcão Manteiga de Amendoim</i>, de 2019), como Rick Macci, é um outro ponto positivo ao longo da produção. É essa fluidez e qualidade do elenco que consegue fazer de <strong><i>King Richard: Criando Campeãs</i></strong> uma obra de destaque que pode conseguir alguns prêmios em breve.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Reinaldo Marcus Green</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Will Smith, Saniyya Sidney, Jon Bernthal, Aunjanue Ellis, Liev Schreiber, Tony Goldwyn, Dylan McDermott, Susie Abromeit</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9MRLMEMhNb0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-king-richard-criando-campeas/">Crítica: King Richard &#8211; Criando Campeãs</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Paramount Pictures anuncia novas datas para lançamentos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 20:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma nova análise do cenário atual de combate à pandemia do novo coronavírus (COVID-19), a Paramount Pictures reorganizou as datas de estreia dos principais lançamentos do primeiro semestre, visando um melhor período para a exibição e entretenimento sem riscos para o público. Felizmente, os principais longas serão mantidos dentro do ano de 2020, ajudando à retomada de público aos cinemas do Brasil, quando o acesso for liberado. Confira as novas datas abaixo: Bob Esponja: O Incrível Resgate &#8211; 30 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma nova análise do cenário atual de combate à pandemia do novo coronavírus (COVID-19), a Paramount Pictures reorganizou as datas de estreia dos principais lançamentos do primeiro semestre, visando um melhor período para a exibição e entretenimento sem riscos para o público. Felizmente, os principais longas serão mantidos dentro do ano de 2020, ajudando à retomada de público aos cinemas do Brasil, quando o acesso for liberado.</p>
<h4><strong>Confira as novas datas abaixo:</strong></h4>
<p><em><strong>Bob Esponja: O Incrível Resgate &#8211;</strong> </em>30 de julho de 2020</p>
<p><em><strong>Um Lugar Silencioso &#8211; Parte II &#8211;</strong></em> 3 de setembro de 2020</p>
<p><em><strong>Top Gun: Maverick &#8211;</strong></em> 23 de dezembro de 2020</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:14:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como no quesito direção e filmes, as atuações de 2019 foram impecáveis. Sejam nas categorias principais ou coadjuvantes, os artistas mostraram alguns dos seus melhores trabalhos nesse último ano. Aqui vamos conferir o Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante. Apesar de não existirem surpresas na lista de indicados, a sua presença é interessante quando pensada no Oscar como um todo. O quinteto de indicados é formado por cinco conhecidos do Academy Awards, onde quatro já venceram ao menos uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como no quesito direção e filmes, as atuações de 2019 foram impecáveis. Sejam nas categorias principais ou coadjuvantes, os artistas mostraram alguns dos seus melhores trabalhos nesse último ano. Aqui vamos conferir o <strong>Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante</strong>. Apesar de não existirem surpresas na lista de indicados, a sua presença é interessante quando pensada no Oscar como um todo. O quinteto de indicados é formado por cinco conhecidos do Academy Awards, onde quatro já venceram ao menos uma vez. O irônico disso é que o quinto membro da lista (o que nunca venceu) é justamente o favorito do ano. Liderado por Brad Pitt o quinteto do Oscar 2020 na categoria “Melhor Ator Coadjuvante” conta com a presença de Joe Pesci, Al Pacino, Tom Hanks e Anthony Hopkins.</p>
<p>A base dessa lista começa com a dupla de atores de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>O Irlandês</em></strong></a>. Tanto Joe Pesci como Al Pacino estão longe de serem os concorrentes mais fortes. Pesci, evidentemente, mostra sua vitalidade ainda em cena, mas nada comparado ao seu desempenho vitorioso de Os Bons Companheiros. Joe, assim como a narrativa do longa-metragem, parece estar numa zona de conforto. Não existe agitação. Apenas é possível encontrar a linearidade do argumento de Scorsese e, da mesma forma, a linearidade em Pesci. Falta o brilho que ele já mostrou em outras produções.</p>
<p>Da mesma forma está Al Pacino. Apesar de ter reaparecido nas premiações com esse papel, sua dinâmica em cena pede mais. Existem momentos que ele parece estar retraído e, por isso, não explora suas possibilidades em cena. Faltam momentos em que a personagem de Pacino possa explodir o seu turbilhão de emoções que existem naquele momento da narrativa. Falta a característica tão marcante do ator de extrapolar o extracampo. O longa de Martin Scorsese é muito comedido em atuações &#8211; mesmo quando a cena pede mais &#8211; e isso afeta a performance tanto de Robert De Niro, que nem foi indicado, quanto de Pesci e Pacino.</p>
<p>Tom Hanks, no entanto, consegue já estar na disputa apesar do favoritismo ser declaradamente para Pitt. Hanks mostra que, apesar de questão de roteiro e direção, ele é capaz de ir além. A performance do ator é uma de suas melhores dos últimos tempos. Ao viver o famoso apresentador de um programa infantil, Fred Rogers, Tom traz toda a sensibilidade inerente a pessoa real. A todo momento o público é lembrado que existe uma tênue linha entre o mundo da fantasia e a vida real para Rogers. E essa precisão ao abordar essas nuances é brilhante. Tom Hanks está simplesmente emocionante e que tornam <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></strong></a> muito melhor.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12410" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda no páreo pela estatueta, Anthony Hopkins surge como um exemplo estonteante. Sua interpretação do Papa Bento XVI em <em><strong>Dois Papas</strong></em>. Ao lado de Jonathan Pryce, Hopkins demonstra ainda ter muito o que mostrar e interpretar no cinema. Sua atitude em cena é impecável. Fernando Meirelles aproveita os pequenos detalhes tanto de Pryce como de Hopkins para potencializar os filmes. Esse embate cênico de gigantes cria um resultado soberbo merecedor das duas indicações. A autoridade que Anthony Hopkins demonstra na tela é produto de uma carreira recheada de coisas diferentes, mas que são complementares. Hopkins demonstra ser exatamente isso como ator &#8211; e aqui não foi diferente &#8211; ele é adaptável e assertivo.</p>
<p>Por fim temos o favorito da noite. Apesar de muitos afirmarem que esse é um prêmio por seu trabalho da vida, Brad Pitt deu uma de suas melhores performances da carreira. De fato ele não é um ator de trabalhos exclusivamente excelentes, mas existentes muitos que marcam e Cliff Both é um deles. Mais uma vez o roteiro de Quentin Tarantino permitiu que seu ator brilhasse. É incrível a forma como Pitt brinca com as minúcias do texto. Seus momentos em frente à câmera demonstram o resultado de uma carreira com cicatrizes de aprendizado e essa personagem é a sua redenção.</p>
<p>É divertido, tenso e saudoso ver Pitt em cena. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></a> proporciona para o público o vislumbre de um ator que tem qualidade quando se é exigida. Aqui Pitt está diante de um divisor de águas para a sua carreira que, em 2019, foi apenas de sucesso. Tanto nesse filme como em <em>Ad Astra &#8211; Rumo às Estrelas</em>, ele se provou merecedor de toda a pompa que envolve sua carreira. Brad Pitt não é mais o garoto bonito que aparece e <em>Thelma &amp; Louise</em> como um objeto sexual. Ele é um ator experiente e com qualidade que vai dar o seu máximo quando for pedido.</p>
<p>Apesar de tudo isso, a imprevisibilidade da Academia merece ser pontuada sempre. Nada é certeza até que seja anunciado o(a) ganhador(a) de determinada categoria. Mas, sem sombra de dúvidas, Brad Pitt está invicto por merecimento. Resta aguardar os próximos capítulos dessa curiosa premiação e torcer para que, na noite de 9 de fevereiro, o desejado se concretize. Para saber dessas e mais apostas para o Oscar, fique ligado no Coisa de Cinéfilo!</p>
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		<title>O Círculo é o destaque nas estreias desta semana (22/06). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2017 02:30:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mae (Emma Watson) é uma universitária cujo sonho é trabalhar na maior empresa de tecnologia do mundo, O Círculo. A organização foi fundada por Eamon Bailey (Tom Hanks) e o seu principal produto é o SeeChange, uma pequena câmera que permite aos usuários compartilharem detalhes de suas vidas com o mundo. Mae vê sua vida mudar completamente quando é contratada pela empresa e sua função passa a ser documentar sua vida em tempo integral. O que ela não imaginava, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mae (Emma Watson) é uma universitária cujo sonho é trabalhar na maior empresa de tecnologia do mundo, O Círculo. A organização foi fundada por Eamon Bailey (Tom Hanks) e o seu principal produto é o SeeChange, uma pequena câmera que permite aos usuários compartilharem detalhes de suas vidas com o mundo. Mae vê sua vida mudar completamente quando é contratada pela empresa e sua função passa a ser documentar sua vida em tempo integral. O que ela não imaginava, no entanto, é que toda essa exposição teria um preço, não só para ela, mas também para todos ao seu redor.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gp1CP44V-Ao" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7841" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/360022.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ao Cair da Noite</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Trey Edward Shults<br />
<strong>Elenco:</strong> Joel Edgerton, Riley Keough, Christopher Abbott</p>
<p>Paul mora com sua esposa e o filho numa casa solitária e misteriosa, mas segura, até que chega uma família desesperada procurando refúgio. Aos poucos a paranoia e desconfiança vão aumentando e Paul vai fazer de tudo para proteger sua família contra algo que vem aterrorizando todos. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-ao-cair-da-noite/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SIMCBNTK0dI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7842" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/456232.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Meus 15 Anos</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Caroline Fioratti<br />
<strong>Elenco:</strong> Larissa Manoela, Rafael Infante, Daniel Botelho</p>
<p>Bia tem 14 anos e está prestes a completar 15. Sua mãe faleceu quando ela ainda tinha 4 anos e ela foi muito bem criada por seu pai, Edu. Um sujeito moleque, alto astral e muito parceiro da filha. Eles dividem o gosto pela música e um humor um tanto quanto diferente. Estão sempre fazendo palhaçadas e se divertindo juntos. Na escola de Bia a coisa muda um pouco de figura. O ambiente é bem mais hostil do que em casa e esse jeitinho diferente de Bia não atrai muitas amizades e muito menos garotos. Mas toda essa falta de popularidade da garota vai mudar em virtude da festa de 15 anos e ela percebe que vai precisar amadurecer. E aceitar a si mesma do jeito que sempre foi: um pouco diferente.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1877xNL4LW0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7843" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/175075.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><strong>Frantz</strong><br />
<strong> Direção:</strong> François Ozon<br />
<strong>Elenco:</strong> Pierre Niney, Paula Beer, Ernst Stötzner</p>
<p>Em uma pequena cidade alemã após a Primeira Guerra Mundial, Anna visita diariamente o túmulo de seu noivo Frantz, morto na França. Um dia, um jovem francês, Adrien, também deixa flores no túmulo. A presença dele logo após a derrota alemã inicia paixões. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-frantz/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xNKWz-6GKXI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7844" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/306375.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><strong>Mulher do Pai</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Cristiane Oliveira<br />
<strong>Elenco:</strong> Maria Galant, Marat Descartes, Veronica Perrotta</p>
<p>Ruben e Nalu moram no campo, perto da fronteira Brasil-Uruguai. Quando ele percebe que a filha, aos 16 anos, já é uma mulher, uma ambígua proximidade surge entre os dois. A intimidade dá lugar ao ciúmes quando Rosario, uma atraente uruguaia, ganha espaço na vida de ambos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/lN3fjY4dg5A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/o-circulo-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-2206-confira-o-que-entra-em-cartaz/">O Círculo é o destaque nas estreias desta semana (22/06). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>A Autópsia é o destaque nas estreias desta semana (04/05). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 02:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[A Autópsia]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Clash]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Ninguém Entra Ninguém Sai]]></category>
		<category><![CDATA[Norman: Confie em Mim]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Dog - No Faro do Sucesso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Autópsia &#8211; Tommy Tilden, um experiente médico legista, e seu filho, Austin, são responsáveis por comandar um necrotério e crematório na Virgínia. Quando o xerife local traz uma emergência &#8211; o corpo de uma desconhecida que foi encontrado no porão de uma casa onde houve um múltiplo homicídio &#8211; tudo parece ser um caso simples de resolver. Mas, à medida que eles fazem a autópsia, eles começam a ter revelações assustadoras. Mesmo aparentemente preservado, o corpo da mulher tem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>A Autópsia</strong></em> &#8211; Tommy Tilden, um experiente médico legista, e seu filho, Austin, são responsáveis por comandar um necrotério e crematório na Virgínia. Quando o xerife local traz uma emergência &#8211; o corpo de uma desconhecida que foi encontrado no porão de uma casa onde houve um múltiplo homicídio &#8211; tudo parece ser um caso simples de resolver. Mas, à medida que eles fazem a autópsia, eles começam a ter revelações assustadoras. Mesmo aparentemente preservado, o corpo da mulher tem suas entranhas marcadas, carbonizadas e desmembradas, o que os leva a acreditar que ela foi alvo de uma terrível tortura. Enquanto Tommy e Austin tentam encaixar as peças desse mistério, uma força sobrenatural toma conta do crematório e coloca a vida dos dois em grande perigo. Confira a crítica <em><strong>clicando aqui</strong></em>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IhRT923aGrM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7632" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/05/485663.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Ninguém Entra, Ninguém Sai</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Hsu Chien Hsin<br />
<strong>Elenco</strong>: Leticia Lima, Emiliano d&#8217;Avila, Rafael Infante, Andre Mattos, Antonio Pedro, Danielle Winits, Gabriel Totoro, Mariana Santos, Paulinho Serra</p>
<p>Um acontecimento inesperado surpreende os casais durante seus encontros amorosos em um motel. Repentinamente cercado pela polícia, pela imprensa e por curiosos, agora ninguém poderá entrar, e pior, ninguém poderá sair do motel. Sem saber o motivo do cerco ou o que fazer para poder sair, está instalada uma grande e muito divertida confusão.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uDbGTOTc-N4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7633" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/05/300501.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Rock Dog &#8211; No Faro do Sucesso</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Ash Brannon<br />
<strong>Elenco:</strong> Luke Wilson, J.K. Simmons, Eddie Izzard</p>
<p>Bodi, um Mastim tibetano de olhos arregalados, deverá se tornar o próximo guarda da aldeia para proteger um grupo de encantadoras ovelhas, mas ele tem medo de não conseguir assumir o lugar de seu pai, Khampa. Tudo muda quando um rádio literalmente cai do céu e Bodi ouve uma música da lenda do rock Angus Scattergood, e abre seu coração para um mundo musical que ele decide explorar. Ao deixar o lar na aldeia para perseguir seu destino na cidade grande, Bodi atrai a atenção de Linnux, líder de um grupo de lobos famintos, que acredita que Bodi será seu bilhete de volta para conseguir entrar na aldeia e capturar as ovelhas. Cabe a Bodi salvar sua família e amigos sem renunciar ao seu sonho recém-descoberto.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LTZ3HANqpbQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7634" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/05/009101.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Norman: Confie em Mim</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Joseph Cedar<br />
<strong>Elenco:</strong> Richard Gere, Dan Stevens, Michael Sheen</p>
<p>Norman Oppenheimer (Richard Gere) é dono de um pequeno negócio. Ele faz amizade com um jovem político em um período complicado da vida. Porém, três anos depois, o político torna-se um influente líder mundial, transformando drasticamente a vida de Norman tanto positivamente quanto negativamente.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RhWJ3WTpWH0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7635" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/05/244507.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Clash</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Mohamed Diab<br />
<strong>Elenco:</strong> Nelly Karim, Tarek Abdel Aziz, Ahmed Malek</p>
<p>Cairo, 2013 &#8211; dois anos após a revolução egípcia. Durante a queda do presidente islamita Morsi, um caminhão da polícia cheio de manifestantes detidos de fundos políticos e religiosos divergentes vaga por protestos violentos. Poderão os detentos superar suas diferenças para ter uma chance de sobrevivência?</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rszbJXjjo8M" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/a-autopsia-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-0405-confira-o-que-entra-em-cartaz/">A Autópsia é o destaque nas estreias desta semana (04/05). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Animais Noturnos é o grande destaque nas estreias desta semana (29/12). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2016 14:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Susan (Amy Adams) é uma negociante de arte que se sente cada vez mais isolada do parceiro (Armie Hammer). Um dia, ela recebe um manuscrito de autoria de Edward (Jake Gylenhaal), seu primeiro marido. Por sua vez, o trágico livro acompanha o personagem Tony Hastings, um homem que leva sua esposa (Isla Fisher) e filha (Ellie Bamber) para tirar férias, mas o passeio toma um rumo violento ao cruzar o caminho de uma gangue. Durante a tensa leitura, Susan pensa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/animais-noturnos-e-o-grande-destaque-nas-estreias-desta-semana-2912-confira-o-que-entra-em-cartaz/">Animais Noturnos é o grande destaque nas estreias desta semana (29/12). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Susan (Amy Adams) é uma negociante de arte que se sente cada vez mais isolada do parceiro (Armie Hammer). Um dia, ela recebe um manuscrito de autoria de Edward (Jake Gylenhaal), seu primeiro marido. Por sua vez, o trágico livro acompanha o personagem Tony Hastings, um homem que leva sua esposa (Isla Fisher) e filha (Ellie Bamber) para tirar férias, mas o passeio toma um rumo violento ao cruzar o caminho de uma gangue. Durante a tensa leitura, Susan pensa sobre as razões de ter recebido o texto, descobre verdades dolorosas sobre si mesma e relembra traumas de seu relacionamento fracassado. Informações do Adoro Cinema. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-noturnos/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
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<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7103" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Invasão-Zumbi-1-1.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Invasão Zumbi</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Sang-Ho Yeon<br />
<strong>Elenco:</strong> Gong Yoo, Yumi Jung, Dong-seok Ma</p>
<p>Um surto viral misterioso deixa a Coréia em estado de emergência. Como um vírus não identificado se alastra pelo país, o governo Coreano declara lei marcial. Todos que estão no trem expresso para Busan, uma cidade que defendeu com sucesso o surto viral, devem lutar por sua própria sobrevivência. O percurso de Seul a Busan é de 453 km. Trata-se da luta pela sobrevivência por aqueles que têm outros a proteger. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-invasao-zumbi/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SNV-wE3g7Cw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7107" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/20161101-zjednoczone_4.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Estados Unidos Pelo Amor</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Tomasz Wasilewski<br />
<strong>Elenco:</strong> Julia Kijowska, Magdalena Cielecka, Dorota Kolak</p>
<p>Polônia, 1990. O país vive uma onda eufórica de liberdade e futuro incerto. Quatro mulheres aparentemente infelizes decidem que é hora de mudar suas vidas, lutar por felicidade e realizar os seus desejos. Agata é uma jovem mãe cansada do casamento, que busca refúgio em um relacionamento impossível. Renata é uma professora experiente e solitária, obcecada por sua vizinha Marzena – ex miss também solitária, já que seu marido trabalha na Alemanha. Iza, irmã de Marzena, é a diretora do colégio em que Renata trabalha, e está apaixonada pelo pai de uma aluna recém viúvo.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yaL8O_z6mDs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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