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	<title>Arquivos Críticas - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Críticas - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Dungeons &#038; Dragons &#8211; Honra Entre Rebeldes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias Senhor dos Anéis e Harry Potter, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de Dungeons &#38; Dragons: Honra Entre Rebeldes surgisse como uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dungeons-dragons/">Crítica: Dungeons &#038; Dragons &#8211; Honra Entre Rebeldes</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias <em>Senhor dos Anéis</em> e <em>Harry Potter</em>, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> surgisse como uma luz no fim do túnel.</p>
<p>Contudo, assim como outras adaptações e/ou remakes de jogos &#8211; a exemplo do não tão bem recebido <i>Mortal Kombat</i> (2021) -, a nova produção da Paramount dividiu opiniões. Da divulgação da produção de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>até os trailers, muito se especulou e teorizou sobre o que poderia ser o filme. E em meio ao burburinho, os fãs de RPG e da série animada dos anos 1980 ficaram cada vez mais curiosos. Mas será que o tão aguardado lançamento da aventura medieval está a altura da ansiedade estabelecida pelo estúdio?</p>
<p>Ainda que o roteiro de Michael Gilio e dos co-diretores Jonathan Goldstein e John Francis Daley (ambos de <i>Noite de Jogo</i>, de 2018) não se debruce no aprofundamento de sua história ou personagens, <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> é um longa-metragem divertido. A história consegue prender a atenção do espectador e cativar até mesmo os mais céticos com a produção.</p>
<p>O jogo entre os personagens feito por Gilio, Goldstein e Daley ajuda o resultado do projeto. Existe uma dosagem precisamente medida das participações e interações entre o elenco principal. E é esse equilíbrio entre o drama, a comédia e a aventura que fez de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> um filme interessante para o subgênero.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-16658 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg" alt="Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2.jpg 759w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É evidente que a narrativa construída pelo trio nem se compara à complexidade e aprofundamento que as franquias citadas anteriormente. Isso, no entanto, não impede que o longa encontre seu lugar no mercado. Existe uma gama de fãs do jogo e de ficção fantástica que se sentem órfãos de ver na telona o seu tipo de jornada preferida e com <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>isso volta a ser possível &#8211; e com qualidade.</p>
<p>A direção da dupla Goldstein e Daley é dinâmica o suficiente para esconder algumas falhas do roteiro ao mesmo tempo que não perde o <i>timing</i> da ação e comédia. Essa talvez seja a maior conquista dos diretores em <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>. Conseguir manter o público entretido apesar das faltas. Afinal, é inevitável comparar com produções como <i>Game of Thrones</i> (2011 &#8211; 2019) ou <i>A Casa do Dragão</i> (2022-) e os diretores sabiam que o roteiro deles nem se equiparava a isso, por isso o investimento em outros elementos da produção.</p>
<p>Um enfoque maior nas relações entre os personagens distrai o espectador da falta de desenvolvimento dos vilões da história, por exemplo. A coesão em cena dos atores, porém, justifica essa escolha. Além disso, o filme preenche o seu universo com detalhes do mundo do RPG &#8211; sem contar com uma surpresa escondida para os fãs da série animada dos anos 1980. Assim, a narrativa se torna mais atrativa e próxima para que o resultado seja positivo para <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>.</p>
<p>No fim das contas, a ansiedade dos fãs e a curiosidade do público como todo foi bem paga por essa produção que veio para ficar por algum tempo. Não só por vivermos na era das franquias, mas o universo RPG representado no filme permite que <b><i>Dungeons &amp; Dragons </i></b>possa ter uma vida longa nos cinemas. Para isso, entretanto, é preciso que as próximas histórias sejam melhor desenvolvidas. Mais camadas, momentos dramáticos, ação e referências. Essa é a fórmula para o sucesso e a longa vida da possível franquia medieval.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Jonathan Goldstein e John Francis Daley</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Chris Pine, Michelle Rodriguez, Regé-Jean Page, Justice Smith, Hugh Grant e Sophia Lillis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/4sN3bTR3NaU?si=yQFpQus9tXJqRqrV" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Homem-Aranha &#8211; Sem Volta para Casa (sem spoilers)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 23:32:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A caminhada de Tom Holland dentro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) sempre foi de amadurecimento. A cada aparição, o herói da vizinhança aprendia lições sobre a vida e aperfeiçoava a jornada para se tornar sua melhor versão. No entanto, até o momento, Tom apenas havia dado passos de bebê diante das possibilidades de seu personagem. Mas, a partir de agora, tudo vai mudar. Em seu terceiro filme solo no MCU, o famoso teioso irá engatar em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada de Tom Holland dentro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) sempre foi de amadurecimento. A cada aparição, o herói da vizinhança aprendia lições sobre a vida e aperfeiçoava a jornada para se tornar sua melhor versão. No entanto, até o momento, Tom apenas havia dado passos de bebê diante das possibilidades de seu personagem. Mas, a partir de agora, tudo vai mudar.</p>
<p>Em seu terceiro filme solo no MCU, o famoso teioso irá engatar em sua verdadeira jornada do herói. Ainda que com seu jeitão bobo e juvenil, Peter vai enfrentar dificuldades mais adultas. E aí é que o jogo vira. Amadurecimento é a palavra de ordem de <b><i>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</i></b>, que estreia nesta quinta-feira (16) nos cinemas brasileiros. O novo longa-metragem é o momento de transição que o personagem e os fãs precisavam.</p>
<p>Peter Parker (Tom Holland) teve sua identidade revelada. Agora ele terá que lidar com a pressão da exposição, enquanto é acusado de ter matado Mysterio (Jake Gyllenhaal). Sem conseguir separar os dilemas do seu cotidiano juvenil da sua jornada heróica, Peter recorre ao Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) para que o mundo esqueça a verdadeira identidade do querido herói da vizinhança. Na tentativa de fazer o feitiço para ajudar Parker, Stephen Strange acaba se atrapalhando com a mágica. Esse erro libera conhecidos vilões de outros universos, fazendo com que Peter tenha que enfrentar espécies de fantasmas do multiverso.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-14921 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv-750x337.jpg" alt="" width="750" height="337" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv-750x337.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv-610x274.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv-770x346.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv.jpg 1210w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na busca por se provar capaz para o mundo, Tom Holland (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-diabo-de-cada-dia-netflix/"><i>O Diabo de Cada Dia</i></a>, de 2020, e <i>Cherry &#8211; Inocência Perdida</i>, de 2021) encanta o público com um desempenho admirável. Até o momento, este foi o filme que melhor proporcionou momentos poderosos para o jovem e promissor ator. A narrativa, evidentemente, é construída para que o espectador se veja completamente apaixonado pela evolução do personagem durante os 148 minutos de duração.</p>
<p>Para além do Holland, a composição do elenco é certeira. A longa duração de <i>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</i> permitiu que os atores e atrizes envolvidos desde os primeiros filmes pudessem ser ainda mais explorados aqui. Desta vez, para além do trio principal, até mesmo Marisa Tomei (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/"><em>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</em></a>, de 2017, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-frankie/"><i>Frankie</i></a>, de 2019) e Jon Favreau (<i>Chef</i>, de 2014, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-longe-de-casa/"><i>Homem-Aranha: Longe de Casa</i></a>, de 2019) tiveram mais oportunidades cênicas de mostrar a sua qualidade artística.</p>
<p>Outro ponto de destaque é a volta dos vilões. A estrutura de seu retorno e a dinâmica deles com o Tom guiam a história para outro lugar. Ver a interação entre eles é, além de nostálgico, potente. Ver Doutor Octopus, de Alfred Molina (<i>Correndo Contra o Tempo</i>, de 2016, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bela-vinganca/"><i>Bela Vingança</i></a>, de 2020), e o Duende Verde, de Willem Dafoe (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><i>Aquaman</i></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-farol/"><i>O Farol</i></a>, de 2019), contracenando é algo poderoso e que jamais o público teve a oportunidade de ver.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-14922 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2-750x313.jpg" alt="" width="750" height="313" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2-750x313.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2-610x254.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2-770x321.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda sobre as dinâmicas do elenco, outra escolha certeira é o protagonismo de Doutor Estranho. A participação de Benedict Cumberbatch (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-farol/"><i>1917</i></a>, de 2019, e <i>Ataque dos Cães</i>, de 2021) é mais curta do que se imagina, mas isso não torna a sua existência menos importante. Da mesma forma, Strange não tira a atenção do público do foco de <i>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</i>, que é a jornada do herói de Parker. Assim, uma das preocupações para o enredo do longa deixa de existir e uma das teorias exageradas dos fãs também some.</p>
<p>É essa trajetória que serve de fio condutor para a trama. Do primeiro ao último minuto, é possível vislumbrar um desenvolvimento de personagem jamais visto no Homem-Aranha &#8211; talvez, jamais visto em outro filme solo de super heróis. E, atrelado a isso, o roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers (os quais também escreveram as sequências anteriores) conecta a jornada de autoconhecimento e crescimento de Peter ao futuro misterioso do multiverso do MCU.</p>
<p>Ao final da sessão, todas as expectativas estarão alcançadas. As dúvidas sobre o que era real ou teria também serão sanadas. O que fica é a nostalgia e a sensação de dever cumprido. E a melhor parte para os fãs: saber que ainda veem mais três filmes com a participação do promissor Tom Holland. E com a conclusão desse novo capítulo, Peter Parker enfrentará a vida como ela é, mostrando que o Miranha do MCU é mais do que somente um garoto que teve tudo nas mãos. Mostrando que ele é o herói que todos sempre desejaram ver nas telonas. Mostrando que ele é completo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jon Watts</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Jacob Batalon, Alfred Molina, Willem Dafoe, Jamie Foxx, Marisa Tomei e Jon Favreau</p>
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		<title>Crítica: Um Crush para o Natal (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 18:11:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Datas festivas são usadas como pano de fundo para produções audiovisuais desde que o cinema se tornou indústria. Caminhando por gêneros diversos, filmes sobre festividades costumam ser queridinhos do público e ter boas bilheterias. E é pensando nessa máxima que a Netflix investe tanto em produções de datas comemorativas, em especial, nas de Natal. Dentre as estreias natalinas deste ano, o streaming lançou, na última quinta-feira (2), o longa-metragem Um Crush para o Natal. O filme já começa mostrando ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Datas festivas são usadas como pano de fundo para produções audiovisuais desde que o cinema se tornou indústria. Caminhando por gêneros diversos, filmes sobre festividades costumam ser queridinhos do público e ter boas bilheterias. E é pensando nessa máxima que a Netflix investe tanto em produções de datas comemorativas, em especial, nas de Natal. Dentre as estreias natalinas deste ano, o <i>streaming</i> lançou, na última quinta-feira (2), o longa-metragem <b><i>Um Crush para o Natal</i></b>.</p>
<p>O filme já começa mostrando ao público o que ele se propõe a ser: um clichê natalino que vai deixar seu coração quentinho. Sem firulas ou amarras, a produção entrega uma comédia romântica natalina cativante. Não existe nada de extraordinário e inesperado no roteiro de Chad Hodge (<i>Wayward Pines</i>, de 2015 a 2016, e <i>Good Behavior</i>, de 2016 a 2017), mas isso não é um problema. Hodge apresenta uma história de amor sensível e com um final feliz que precisamos.</p>
<p>Peter (Michael Urie) teme por mais um Natal solteiro em família. Para evitar que os parentes o encham de questionamentos, ele convence seu melhor amigo e colega de quarto, Nick (Philemon Chambers), a ir para o Natal em família fingindo ser seu namorado. O que os dois não esperavam era que o clima de festividades trouxesse à tona o verdadeiro sentimento que existe entre os dois.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14895" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/0761356.jpg_242310155.jpg" alt="UM CRUSH PARA O NATAL" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/0761356.jpg_242310155.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/0761356.jpg_242310155-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/0761356.jpg_242310155-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/0761356.jpg_242310155-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O diretor, produtor e encenador, Michael Mayer (<i>A Casa do Fim do Mundo</i>, de 2004, e <i>A Gaivota</i>, de 2018), guia o espectador por uma história redonda e que se basta. A palavra de ordem sobre <i>Single All the Way</i> (título original) é cuidado. A narrativa segue premissas básicas de filmes de romance e de comédias em família, mas tudo isso é construído com carinho e sensibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E esse cuidado é visível através do elenco. A cumplicidade e química evidentes dentre os personagens de Michael Urie e Philemon Chambers já ressalta nos primeiros minutos do filme. À medida que os conhecemos, essa certeza só cresce, da mesma forma que acontece com a família do Peter. Família essa composta pela maravilhosa Kathy Najimy (<i>Tá Todo Mundo Louco!</i>, de 2001, e <i>Abracadabra 2</i>, que estreará ano que vem) que traz a sua presença maternal para afagar o público com sua entrega. Além dela, é preciso destacar os momentos hilários da participação de Jennifer Coolidge (<i>American Pie: O Reencontro</i>, de 2012, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bela-vinganca/"><i>Bela Vingança</i></a>, de 2020).</p>
<p>Clássicos natalinos que ergueram o subgênero criaram a máxima de mensagens felizes, de esperança, e não é diferente nesta produção. Num momento onde o que o mundo mais precisa é de respeito, compaixão e amor, <b><i>Um Crush para o Natal</i></b> enche os olhos do espectador de lágrimas com uma bela história de amor entre dois amigos. Ao final do filme, a mensagem que fica é sobre se permitir amar.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Mayer</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Michael Urie, Luke MacFarlane, Barry Bostwick, Jennifer Coolidge, Kathy Najimy, Jennifer Robertson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6yiOSkZvvhk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-crush-para-o-natal-netflix/">Crítica: Um Crush para o Natal (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: King Richard &#8211; Criando Campeãs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 00:16:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade da temporada de premiações, as apostas começam a afunilar. E a pergunta que fica é sobre quais serão os queridinhos do ano. Seguindo os padrões de indicações, em alguma das categorias de destaque &#8211; seja do Oscar, BAFTA ou SAG Awards &#8211; vai ter pelo menos uma cinebiografia que chamou mais atenção da crítica e público. Em 2021, Casa Gucci, apesar de controverso, desponta como um possível concorrente e King Richard: Criando Campeãs chega aos cinemas brasileiros, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proximidade da temporada de premiações, as apostas começam a afunilar. E a pergunta que fica é sobre quais serão os queridinhos do ano. Seguindo os padrões de indicações, em alguma das categorias de destaque &#8211; seja do Oscar, BAFTA ou SAG Awards &#8211; vai ter pelo menos uma cinebiografia que chamou mais atenção da crítica e público. Em 2021, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casa-gucci/"><i>Casa Gucci</i></a>, apesar de controverso, desponta como um possível concorrente e <b><i>King Richard: Criando Campeãs</i></b> chega aos cinemas brasileiros, nesta quinta-feira (2), como uma promessa ainda mais certeira.</p>
<p>A cinebiografia conta a trajetória de Richard Williams (Will Smith) treinando suas filhas, Serena (Demi Singleton) e Venus Williams (Saniyya Sidney), para se tornarem as estrelas do tênis que se conhece na atualidade. Richard, ao lado de sua esposa, Oracene (Aunjanue L. Ellis), investem as horas vagas e a dinâmica familiar para treinar suas filhas, na esperança de torná-las expoentes no esporte. Com uma determinação incansável, Richard fará de tudo para que as duas garotas saiam de Compton para se tornarem referências no mundo.</p>
<p>O principal acerto de <i>King Richard</i> (título original) é o equilíbrio entre os passos da jornada das personagens com a mensagem que se quer ser passada. As passagens de tempo são escolhidas e construídas para mostrar, cena a cena, o objetivo da narrativa. No filme, dedicação, sonhos e objetivos são as palavras de ordem. O espectador pôde conhecer mais de perto as conhecidas controvérsias sobre Richard Williams que foram tão comentadas nos anos 1990. E esse olhar de dentro é esclarecedor.</p>
<p>O pai de Venus e Serena Williams tenta quebrar ciclos através delas. Seja com as futuras estrelas do tênis ou com suas outras três filhas, a rigidez e as atitudes impensadas de Richard são mostradas como fruto de traumas do passado. A narrativa escrita por Zach Baylin, que foi anunciado como o roteirista de <i>Creed III</i>, é um relato sobre superação, coragem e resiliência.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14827" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG.jpeg" alt="King Richard - Criando Campeãs" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Acima da pressão da competição e da idade, Venus e Serena precisaram enfrentar os obstáculos sociais. Nos Estados Unidos, durante os anos 1990, duas crianças negras competindo num esporte que, até o momento, era apenas para pessoas brancas, é por si só uma jornada de superação. A presença do racismo estrutural, somado a segregação social são questões delicadamente tratadas ao longo do filme, com uma sensibilidade absurda.</p>
<p>O longa, dirigido por Reinaldo Marcus Green (<i>Monsters and Men</i>, de 2018, e <i>Joe Bell</i>, de 2021), traz atuações poderosas que encantam o público. Assim como na história dos Williams, a força motriz do projeto é o elenco que interpreta a família. Encabeçado pelo desempenho formidável de Will Smith (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/"><i>Aladdin</i></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bad-boys-para-sempre/"><i>Bad Boys para Sempre</i></a>, de 2020),  a condução do longa é feita a partir das dinâmicas cênicas entre os atores.</p>
<p>Smith, consegue entregar uma performance emocionante, mas isso é potencializado por suas colegas de cena. Aunjanue L. Ellis (<i>Olhos que Condenam</i>, de 2019, e <i>Lovecraft Country</i>, de 2020), assim como sua personagem, prepara o terreno para que o ator brilhe ainda mais. Aunjanue, com sua generosidade e potente atuação, é uma aposta promissora para a temporada de prêmios.</p>
<p>E o elenco infantil não fica atrás. As filhas do casal Williams também demonstram sua capacidade como atrizes durante o filme, em especial Saniyya Sidney e Demi Singleton que fazem as duas futuras tenistas. Assim como os Williams, Jon Bernthal (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-em-ritmo-de-fuga/"><i>Em Ritmo de Fuga</i></a>, de 2017, e <i>O Falcão Manteiga de Amendoim</i>, de 2019), como Rick Macci, é um outro ponto positivo ao longo da produção. É essa fluidez e qualidade do elenco que consegue fazer de <strong><i>King Richard: Criando Campeãs</i></strong> uma obra de destaque que pode conseguir alguns prêmios em breve.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Reinaldo Marcus Green</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Will Smith, Saniyya Sidney, Jon Bernthal, Aunjanue Ellis, Liev Schreiber, Tony Goldwyn, Dylan McDermott, Susie Abromeit</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9MRLMEMhNb0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>O Contador é o destaque nas estreias desta semana (20/10). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Oct 2016 17:34:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ouija – Origem do Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Romance à Francesa]]></category>
		<category><![CDATA[Universal Pictures]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que começa como uma farsa para arrancar dinheiro de clientes céticos, se torna um terrível pesadelo quando Doris, a caçula da família, é possuída por espíritos malignos. O suspense Ouija – Origem do Mal, sequência do longa que arrecadou mais de 100 milhões dólares em todo mundo, conta com a direção de Mike Flanagan, de O Sono da Morte, e produção de Michael Bay, o filme é novamente inspirado no antigo tabuleiro Ouija – superfície plana feita em madeira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que começa como uma farsa para arrancar dinheiro de clientes céticos, se torna um terrível pesadelo quando Doris, a caçula da família, é possuída por espíritos malignos. O suspense <strong><em>Ouija – Origem do Mal</em></strong>, sequência do longa que arrecadou mais de 100 milhões dólares em todo mundo, conta com a direção de Mike Flanagan, de <em>O Sono da Morte</em>, e produção de Michael Bay, o filme é novamente inspirado no antigo tabuleiro Ouija – superfície plana feita em madeira que possibilita a comunicação com espíritos. De volta aos anos 1960, uma jovem menina se encontra com forças sobrenaturais que se apossam do tabuleiro Ouija usado pela família. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-ouija-a-origem-do-mal/" target="_blank"><strong><em>clicando aqui</em></strong></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EqO-Az95qRo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6839" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/maxresdefault-1.jpg" alt="maxresdefault-1" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Contador</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Gavin O&#8217;Connor<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Anna Kendrick, J.K. Simmons</p>
<p>Christian Wolff (Ben Affleck) é um portador da Síndrome de Savant com mais afinidade por números do que por pessoas. Tendo um escritório de contabilidade em uma cidadezinha como fachada, ele trabalha como contador autônomo para algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Com o Departamento Criminal do Ministério da Fazenda, coordenado por Ray King (J.K. Simmons), começando a fechar o cerco, Christian aceita um cliente legítimo: uma empresa de robótica de última geração onde uma assistente de contabilidade (Anna Kendrick) descobre uma discrepância envolvendo milhões de dólares. Porém, conforme Christian desvenda os registros e se aproxima da verdade, a contagem de corpos começa a subir. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-o-contador/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wiqZqi9PTf4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6840" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/165628.jpg" alt="165628" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Nona Vida de Louis Drax</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Alexandre Aja<br />
<strong>Elenco:</strong> Aiden Longworth, Jamie Dornan, Sarah Gadon</p>
<p>Louis Drax (Aiden Longworth) não é um menino comum, embora seja inteligente e precoce, os colegas o consideram estranho, porque vários acontecimentos sombrios se passam ao seu redor. Prestes a completar 9 anos, em um piquenique com sua mãe ( Sarah Gadon) e seu pai ( Aaron Paul) para comemorar seu aniversário, Louis cai de um penhasco e é dado como morto, porém volta milagrosamente à vida, mas entra em coma profundo. Sua única chance de recuperação é o Dr. Allan Pascal ( Jamie Dornan) que mergulha no mistério e passa a testar os limites entre a fantasia e a realidade.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Up46NT0Pt7w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6841" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/O-Mestre-dos-Gênios-12.jpg" alt="7X2A9730.cr2" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Mestre dos Gênios</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Michael Grandage<br />
<strong>Elenco:</strong> Colin Firth, Jude Law, Nicole Kidman</p>
<p>O longa é baseado na biografia ?Max Perkins: Um Editor de Gênios?, de A. Scott Berg, que revela a história da complexa amizade e relação profissional entre os literários Maxwell Perkins (Colinn Firth) e Thomas Wolfe (Jude Law). Resultado da jornada de 20 anos do roteirista John Logan, O Mestre dos Gênios é ambientado na Nova York do início do século XX e traz no grande elenco Nicole Kidman, como Aline Bernstein, designer que teve uma relação tumultuada com Wolfe; Laura Linney, como Louise Perkins, esposa de Max; Guy Pearce, como F. Scott Fitzgerald; e Dominic West como Ernest Hemingway. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-o-mestre-dos-genios/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1DwX4Fhvnzw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6842" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/romance-a-francesa-filme.jpg" alt="CAPRICE d'Emmanuel Mouret" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Romance à Francesa</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Emmanuel Mouret<br />
<strong>Elenco:</strong> Virginie Efira, Anaïs Demoustier, Laurent Stocker</p>
<p>O professor Clément deveria estar feliz: ele finalmente conquistou o coração da bela Alicia, uma famosa atriz. Mas quando o relacionamento anda bem, ele encontra Caprice, uma jovem extrovertida que deseja sair com ele, e não se importa em ser a amante de Clément. Enquanto o professor corre o risco de perder a namorada, o melhor amigo dele, Thomas, começa a ficar muito interessado na atriz.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Uu0Omglm-6Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6843" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/019044.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Everybody Wants Some - Movie Trailer Review - Visit MovieholicHub.com" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Jovens, Loucos e Mais Rebeldes</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Richard Linklater<br />
<strong>Elenco:</strong> Blake Jenner, Ryan Guzman, Tyler Hoechlin</p>
<p>Dentro e fora do campo, um grupo de jogadores de beiseboll da faculdade traça o seu caminho diante das novidades e loucuras da vida adulta que se inicia. Encarando as liberdades e as responsabilidades dessa fase da vida, eles crescem e se conhecem.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qcVbOWoax_Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Truque de Mestre &#8211; O 2º Ato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 20:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira, entra em cartaz no circuito o longa Truque de Mestre: O 2º Ato. Dirigido por Jon M. Chu (G.I. Joe &#8211; Retaliação), que substitui Louis Leterrier, realizador do primeiro filme, a continuação é um grande desastre e é difícil encontrar nele algum elemento de salvação. São quase duas horas de projeção, mas a sensação do espectador é que se passou o dobro do tempo. Apesar da tentativa de ser eletrizante, a sequência do filme de 2013 é entediante, tudo o que um thriller [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira, entra em cartaz no circuito o longa <em>Truque de Mestre: O 2º Ato</em>. Dirigido por Jon M. Chu (<i>G.I. Joe &#8211; Retaliação</i>), que substitui Louis Leterrier, realizador do primeiro filme, a continuação é um grande desastre e é difícil encontrar nele algum elemento de salvação. São quase duas horas de projeção, mas a sensação do espectador é que se passou o dobro do tempo. Apesar da tentativa de ser eletrizante, a sequência do filme de 2013 é entediante, tudo o que um <em>thriller</em> não deve ser.</p>
<p>No elenco, aparecem figuras como Michael Caine, Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Lizzy Caplan, Daniel Radcliffe e Morgan Freeman. Apesar desses e outros nomes bacanas no <em>cast</em>, a interpretação de todos na película é irritante. Os atores criam uma atmosfera <em>fake</em> no tom da fala, não possuem uma boa dinâmica em cena e chegam a irritar ainda mais nos momentos nos quais o filme tenta propiciar um tom de mistério.</p>
<p>O ponto mais negativo é a personagem Thaddeus Bradley, interpretado por Morgan Freeman. O ator pode até ser incrível, mas não no segundo <em>Truque de Mestre</em>. Quem já assistiu a animação <em>South Park</em> deve lembrar da fama do ator de entrar nas cenas para traduzir para o público o que aconteceu na história. Porém, a película é tão óbvia que a função de Morgan Freeman é inútil e acaba por tirar seu espectador do sério.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6137" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/3-nysm.jpg" alt="3-nysm" width="610" height="348" /></p>
<p>Se há algum culpado para o fracasso do elenco, contudo, o maior culpado é o roteiro de Ed Solomon (também co-roteirista do primeiro filme) e Pete Chiarelli. Cada frase é uma bomba maior que a outra. Repetição de palavras, frases de efeito, subestimação do público. Como a projeção conta a trajetória de um grupo de mágicos, os Cavaleiros, há uma insistência em explicar constantemente, pelo menos duas vezes, os truques feitos pela equipe ou por seus inimigos. Além de evidenciar como os criadores são pretensiosos e acreditam que construíram uma trama tão elaborada que precisa de diversos relatos do ato (o que não é), a estratégia é maçante e corta o clima de ação do longa.</p>
<p>Se é óbvio, não tem ação. Se não tem roteiro bem construído, não gera interesse. Aliás, nem vale a pena citar a sinopse, porque não faz diferença nenhuma se você entende, desde o início, que eles irão se safar. As atuações vão de ruim até o irritante. Nada de especial sobre a trilha ou qualquer outro quesito técnico. Se você gosta de filme de ilusionismo e magia, o melhor mesmo é esperar esse passar na Sessão da Tarde.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wdCB_HBBruA" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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