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	<title>Arquivos História de um Casamento - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos História de um Casamento - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Ator</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 17:09:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar 2020 está cada dia mais próximo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com todos os seus defeitos, é, indiscutivelmente, a maior premiação do cinema, o que faz sua chegada mexer ainda mais com o universo da sétima arte. Críticos, artistas, fãs de cinema e até as pessoas mais desconectadas com o universo param para questionar quem vai levar para casa cada uma das principais estatuetas. Por essa razão, a equipe do Coisa de Cinéfilo segue com suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar 2020 está cada dia mais próximo. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com todos os seus defeitos, é, indiscutivelmente, a maior premiação do cinema, o que faz sua chegada mexer ainda mais com o universo da sétima arte. Críticos, artistas, fãs de cinema e até as pessoas mais desconectadas com o universo param para questionar quem vai levar para casa cada uma das principais estatuetas. Por essa razão, a equipe do Coisa de Cinéfilo segue com suas apostas sobre essa aclamada cerimônia que acontecerá neste domingo (9).</p>
<p>Apesar de sua pompa, o Academy Awards guarda resquícios de imperdoáveis e contestáveis resultados. Anualmente existe uma categoria na qual o resultado gera um certo descontentamento entre público e crítica. Aqui vamos pensar sobre as atuações masculinas em papéis principais. E, com toda a incerteza do Oscar, questionaremos se, de fato, um ator como Joaquin Phoenix sairá invicto da temporada de premiações.</p>
<p>Apesar de Phoenix ser o favorito absoluto, é inevitável que algumas atuações sejam sentidas por não estarem na lista de indicados. Taron Egerton tem um desempenho primoroso interpretando Elton John em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rocketman/"><strong><em>Rocketman</em></strong></a>. Seu nome apareceu em outros prêmios, mas a Academia o deixou de fora dessa disputa. Outro ator esnobado pelo Oscar foi o veterano Christian Bale. O ator britânico esteve na disputa na maior parte da temporada de premiações por seu papel no esquecível <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em><strong>Ford vs. Ferrari</strong></em></a>. Mesmo com um filme questionável, Bale entrega um trabalho brilhante, digno de uma indicação no Academy Awards.</p>
<p>Por fim, Adam Sandler é um dos nomes de maior polêmico deste ano. O ator, conhecido por suas comédias besteirol, mostrou, mais uma vez, o seu poder cênico ao dar vida à personagem principal do longa-metragem <em>Joias Brutas</em>, dos irmãos Safdie. Sandler entrega uma performance completa e digna de atenção, a qual fez dele um dos indicados no Critics Choice Awards. Contudo, o estereótipo de ator de “filmes medíocres” segue Sandler e o priva de oportunidades de trabalho como essas. Este é um dos nomes que merecem futuras oportunidades e, quem sabe, as tendo, ele possa estar competindo e sendo homenageado por seu trabalho espetacular.</p>
<p>Agora, ao pensar o quadro de indicados, a lista do quinteto do Oscar 2020, na categoria “Melhor Ator”, é composta por Adam Driver, Jonathan Pryce, Antonio Banderas, Leonardo DiCaprio e Joaquin Phoenix. Ironicamente, dos cinco atores, apenas um deles já ganhou uma estatueta e, só três já haviam sido indicados no Oscar. Portanto, apesar das faltas, esse é um grupo interessante, onde todos os artistas tiveram desempenhos brilhantes em seus respectivos trabalhos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12417" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/adam-driver-marriage-story-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Adam Driver, por exemplo, é um dos atores que já havia sido indicado no Academy Awards. Ele é um dos casos de Hollywood que tem um crescimento exponencial invejável. As interpretações e papéis de Driver só melhoram com o tempo. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em><strong>História de um Casamento</strong></em></a>, Driver brilha. Sua consistência cênica é impecável, assim como a construção de sua personagem. Apesar disso, ele é um dos que está mais longe da corrida pelo ouro cinematográfico.</p>
<p>Na frente do Kylo Ren de Star Wars está Jonathan Pryce. O ator, mesmo com sua longa carreira, foi indicado pela primeira vez neste ano. Sua interpretação do Papa Francisco lhe rendeu aclamações mundiais e merecidas. O domínio da cena mostrado por Pryce é simples, porém preciso. O seu olhar fala a cada segundo do filme. Suas nuances muito bem exploradas só ajudaram a elevar a qualidade de <strong><em>Dois Papas</em></strong> &#8211; em especial nas cenas onde as crenças de Francisco e Bento XVI entrem em atrito. Ao lado de seu parceiro de cena, Jonathan Pryce deu uma aula de simplicidade em frente às câmeras. Ele faz o público lembrar que você não precisa de muito para expressar um turbilhão de emoções. Ainda assim, Pryce também longe de ser um dos favoritos.</p>
<p>Na caminhada rumo a uma possível disputa &#8211; e reviravolta na dinâmica das premiações -, Antonio Banderas, se mostra mais forte e capaz de parear com DiCaprio e Phoenix. Em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dor-e-gloria/"><em><strong>Dor e Glória</strong></em></a>, o ator espanhol supera qualquer trabalho anterior. O filme não seria nada sem a sensibilidade de Banderas. Ele consegue prender você desde o primeiro instante. Até por ser um filme esteticamente diferente do que se espera de Pedro Almodóvar, os olhares se volta de forma mais minuciosa para o desempenho cirúrgico de Antonio. A palavra que define sua performance nessa produção é maturidade. Existe uma aura que paira sobre essa personagem que só o tempo, talento e dedicação podem proporcionar. O espanhol mostrou,mais uma vez, a razão que faz Almodóvar fazer dele o seu ator-parceiro. Banderas é impecável e capaz de criar o que for.</p>
<p>Na disputa final temos um embate de gigantes e velhos conhecidos do público, de Hollywood e do Oscar. Dicaprio e Phoenix estão no topo dessa disputa por seus desempenhos singularmente belos. O astro hollywoodiano Leonardo DiCaprio tem uma longa trajetória tanto no cinema como no Academy Awards. Com uma vitória, ele chegou a sua sexta indicação pelo seu papel de Rick Dalton em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><strong><em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></a>. DiCaprio construiu um dos personagens mais completos de sua carreira. Sua performance no nono filme de Quentin Tarantino é uma dádiva para os amantes do cinema e uma inspiração para seus colegas de profissão.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12419" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Era-Uma-Vez-em-Hollywood-752x440-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O texto ajudou absurdamente o ator a criar e estampar toda a emoção e o envolvimento necessário que a trama requisitava. Mas Leonardo foi além. Ele usa a metalinguagem, contida no subtexto de Rick Dalton, para inspirar. É bonito de ver DiCaprio dando vida as crises de profissionais e de meia idade de um ator consagrado de Hollywood. Essa brincadeira proporcionada pelo roteiro deu vida a uma das cenas mais sensíveis de Tarantino que marcam qualquer pessoa que assiste ao filme. E mesmo com DiCaprio não sendo o favorito para levar a estatueta para casa, seu desempenho merece ser louvado.</p>
<p>Agora chegamos a estrela dessa lista. Joaquin Phoenix é um ator de muita sensibilidade e poderio cênico. Desde seus primeiros trabalhos, ele sempre mostrou a sua capacidade de ir além. E o que Phoenix faz em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><em><strong>Coringa</strong></em> </a>é exatamente isso, ir ainda mais além. Ele transcende qualquer barreira do público, do filme e até mesmo do personagem e apresentou uma das performances mais lindas do cinema nos últimos anos. Um detalhe importante é o estigma que seu papel carrega desde o início. Ter a missão de interpretar uma das personagens mais famosas e aclamadas de um universo é uma tarefa difícil. Quando isso é alinhado à comparação imediata com o desempenho de um colega, as coisas se intensificam.</p>
<p>Heath Ledger deu vida ao Coringa em 2008. Sua brilhante atuação lhe rendeu um Oscar póstumo e uma marca na história da DC e do cinema. O trabalho de Phoenix não consistia em apenas criar a sua versão da personagem, mas mostrar que ele conseguia colocar a sua marca nessa persona tão cheia de estigmas e fazer um filme solo da personagem valer a pena. E o resultado disso é uma das experiências cinematográficas mais marcantes. Ter o privilégio de assistir Joaquin brincar com uma complexidade de estados mentais, tipos de características e emoções é único. Ele faz qualquer defeito no filme sumir porque sua atuação é o que resta na memória do público. A ininterrupta imagem de uma performance colossal.</p>
<p>Apesar da esmagadora possibilidade de vitória, a corrida pela estatueta Melhor Ator nunca está 100% garantida. A imprevisibilidade do Oscar é algo instigante e provocador. O que resta é esperar para ver quais surpresas a noite de 9 de fevereiro guarda<a href="http://www.adorocinema.com/">.</a> Vejamos se Phoenix sairá invicto desta temporada de premiações ou se outro colega levará o prêmio para casa. Para saber dessas e mais apostas para o Oscar, fique ligado no Coisa de Cinéfilo!</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Atriz Coadjuvante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:38:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Domingo, 09, é dia da cerimônia do Oscar 2020. Com 38 longas na lista de indicados, a premiação seleciona dez intérpretes femininas para concorrer em duas categorias: Melhor Atriz e Melhor atriz coadjuvante. O anúncio de todos os concorrentes saiu no dia 13 de janeiro e muitas surpresas apareceram ou não. A quantidade de nomes deixados de lado e a falta de representatividade foi algo apontando durante o último mês. No entanto, alguns trabalhos que aparecem na disputa merecem um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, 09, é dia da cerimônia do Oscar 2020. Com 38 longas na lista de indicados, a premiação seleciona dez intérpretes femininas para concorrer em duas categorias: Melhor Atriz e Melhor atriz coadjuvante. O anúncio de todos os concorrentes saiu no dia 13 de janeiro e muitas surpresas apareceram ou não. A quantidade de nomes deixados de lado e a falta de representatividade foi algo apontando durante o último mês. No entanto, alguns trabalhos que aparecem na disputa merecem um pouco de atenção.</p>
<p>Pensando nisso, o <span style="color: #ba1616;"><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></span> resolveu trazer um especial, dividido em duas partes, analisando as atuações de cada uma das artistas no páreo. A primeira publicação <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>está aqui</em></strong></a>! Agora, confira a segunda metade do texto!!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12390 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/laura-dern-marriege-750x375.jpg" alt="" width="750" height="375" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/laura-dern-marriege-750x375.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/laura-dern-marriege-610x305.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/laura-dern-marriege.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Laura Dern (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>História de um Casamento</em></a>)</strong></h5>
<p>Favorita na corrida para o prêmio, Dern vive uma advogada invencível e obstinada. A sua personagem não traz nenhum elemento daqueles mais óbvios sobre uma boa atuação, é tudo bastante sutil e suas cenas não são muitas e nem longas. Talvez, esse troféu possa ser considerado como um conjunto da obra ou uma celebração por sua performance na série Big Little Lies, onde ela faz algo bem semelhante, só que durante mais tempo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-12394" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/kathy-richard-750x313.jpg" alt="" width="750" height="313" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Kathy Bates (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-caso-richard-jewell/"><em>O Caso Richard Jewell</em></a>)</strong></h5>
<p>Aqui o publico pode ver outra interpretação sutil, porém de uma forma um tanto mais óbvia. Com firmeza em seu tom de colorido de texto, os sentimentos da personagem de Bates são claros durante toda a sessão. Os detalhes delicados, como as variações de grave e agudo são os mimos advindos de uma atriz experiente e que revela o seu domínio em cena. Kathy encarna a mãe um tanto boba e tipicamente estadunidense. As camadas, no entanto, não ficam de fora e ela mesmo sendo um tanto ingênua tem pulso e reviravoltas tonais. As chances de vencer são pequenas, mas é um belo reconhecimento por um trabalho minucioso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12414" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/little-women-2019-meryl-streep-florence-pugh-sony-pictures-entertainment-.png" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz Coadjuvante" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/little-women-2019-meryl-streep-florence-pugh-sony-pictures-entertainment-.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/little-women-2019-meryl-streep-florence-pugh-sony-pictures-entertainment--610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/little-women-2019-meryl-streep-florence-pugh-sony-pictures-entertainment--360x240.png 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></h5>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Florence Pugh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>)</strong></h5>
<p>Como já foi dito <strong><a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-as-protagonistas-de-adoraveis-mulheres/">aqui</a></strong> no <strong>Coisa de Cinéfilo</strong>, Florence trouxe um trabalho impecável neste filme. A sua construção é extremamente pensada. É possível enxergar a mudança de idade de sua Amy e isso não vem de maquiagem ou troca de atriz, como na versão de 1994. Pugh tem consciência vocal e corporal em seu trabalho e revela, inicialmente, um jeito infantil e mimado, passando gradualmente para a maturidade. A intérprete vai adicionando o grave ao tom da voz e criando uma postura mais retilínea. O resultado é que o público pode sair com uma sensação de que viu uma menina adolescente, no começo, uma jovem  confusa e preocupada com seu futuro, no meio da obra, e uma artista, professora e mãe, no final da projeção. A possibilidade da atriz ganhar é mínima, porém seria uma zebra aceitável. <strong>(Favorita da autora deste texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12413" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bombshell-2019-margot-robbie-certa_widexl.jpeg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz Coadjuvante" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bombshell-2019-margot-robbie-certa_widexl.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bombshell-2019-margot-robbie-certa_widexl-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bombshell-2019-margot-robbie-certa_widexl-360x240.jpeg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Margot Robbie (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Escâdalo</em></a>)</strong></h5>
<p>Já se é sabido do potencial e talento da Margot. Em trabalhos anteriores como em <em>Eu, Tonya</em> e <em>Duas Rainhas</em>, ela demonstrou a sua versatilidade e sua consciência espacial – é incrível ver como a atriz consegue ocupar o cenário e a tela com criatividade, utilizando objetos de cena, fitando eles, colocando o ambiente a favor da contracena etc. No entanto, não é isto que acontece aqui. Por algum motivo, a sua Kayla é plana. Por mais que o roteiro pareça procurar dar certo rumo surpreendente para ela, o público muito possivelmente vai sacá-la rapidamente, todos já viram aquela representação no cinema.</p>
<p>Ela é uma menina tida como boa moça, mas possui elementos conservadores nela, ainda que detalhes mostrem que este fator não é tão forte assim. Porém, tudo isto está apenas no texto. Na atuação, a moça é ainda menos que isso. Ela está um tanto robótica, presa em si mesma e passa até a sensação de desconforto. No domingo, a estatueta não deve ficar com ela, porém a Academia gosta de uma jovem, branca e loira. Como a categoria está preenchida disto, as chances dela ganhar acabam não sendo nulas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12393 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-jojo-750x394.jpg" alt="" width="750" height="394" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-jojo-750x394.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-jojo-610x320.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-jojo.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><strong>Scarlett Johansson (<em>Jojo Rabbit</em>)</strong></a></p>
<p>A sátira presente em todo filme perpassa a interpretação de Scarlett. Com um sotaque acima do tom, intencionalmente, a atriz também criou alguns trejeitos que geralmente aparecem em personagens arquetípicas alemãs. Ainda que não supere seu papel em <em>História de um Casamento</em>, sua indicação é acertada e ela poderia até levar o prêmio se não houvesse uma concorrência tão forte quanto a deste ano<a href="http://www.adorocinema.com/">.</a></p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Atriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:00:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz/">Especial Oscar 2020: Melhor Atriz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da crítica especializada que havia elogiado as performances das duas nos filmes <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Nós</em> </a>e A Despedida, respectivamente. Nenhuma diretora mulher consta entre os concorrentes também.</p>
<p>Ainda assim, mesmo com tanta lacuna de diversidade, dez nomes de intérpretes mulheres foram reveladas no dia 13 de janeiro, sendo que cinco artistas aparecem na seção de protagonistas, que está nesta publicação, e a outra metade está na parte de coadjuvantes (e você pode ver <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz-coadjuvante/">aqui</a>). Pensando nisso, o <span style="color: #ba1616;"><em><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></em></span> traz agora uma breve análise das atuações femininas concorrentes na corrida pelo troféu da Academia em 2020. Confira o Especial Oscar 2020: Melhor Atriz!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12377 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">O Escândalo</a></strong>)</h5>
<p>Vivendo uma personagem que existe na vida real, a jornalista Megyn Kelly, a atriz impressiona em alguns aspectos de sua construção e incomoda em outros. Primeiramente, é possível perceber o cuidado de Charlize ao utilizar um tom e peso na voz que a Megyn possui. A sua postura corporal lembra não apenas a da âncora, mas a de quem trabalha em noticiários de TV. Existe também uma preocupação em colocar certa humanidade e fragilidade na tela, para procurar imprimir uma complexidade em sua performance. Mas, é aqui que, talvez, a Theron falhe. Justamente quando tenta revelar uma naturalidade é que a sua Kelly parece mais artificial, porque a intérprete não conseguiu se despir completamente da pose que trouxe em seu processo de criação. Apesar das falhas, a indicação é justa. Contudo, ela não deve levar o prêmio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12378" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CYNTHIA-HARRIET-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Cynthia Erivo (Harriet)</strong></h5>
<p>Com uma interpretação cheia de detalhes e força, Erivo encarna uma figura histórica, a Harriet Tubman, responsável por salvar diversas vidas de negros no período da escravidão. O ponto alto da interpretação da Cynthia é justamente a consciência de trazer uma mulher decisiva e guerreira, mas de forma progressiva. O espectador vai descobrindo o poder da personagem aos poucos, enquanto ela se empodera. A intérprete faz isso através dos gestos, olhares, postura corporal e voz que vão se transformando durante a sessão. Harriet parece ter sido sempre a frente do seu tempo, porém a escolha da Cynthia Erivo foi iniciar com um tom mais suave, movimentos mais contidos, olhar titubeante, que encara, mas com receio. A partir da virada da trama, ela vai ganhando novos contornos. A atuação dela seria uma escolha certeira para o prêmio, poderia levar a estatueta seguramente, contudo, dificilmente isto acontecerá, pois existe outra favorita, com uma performance tão boa quanto, mas que sai na frente pelo privilégio branco e sua carreira mais antiga em Hollywood. <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-12382 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg" alt="" width="750" height="461" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-1536x944.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-2048x1258.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-610x375.jpg 610w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Renée Zellweger (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/">Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</a>)</strong></h5>
<p>Com uma carreira consolidada em Hollywood até início dos anos 2000, a atriz faz o seu retorno para os filmes premiados interpretando um ícone do cinema dos Estados Unidos: a Judy Garland. Para o público familiarizado com as características de Garland, a sessão pode ser impressionante!! A reconstrução da artista beira ao impecável e o fato de Zellweger deixar impresso traços característicos seus eleva a sua atuação, que foge da representação. O que o espectador recebe aqui é o olhar dela diante de uma personalidade tão cheia de detalhes e elementos forte, como o modo de cantar e mexer os olhos. As chances da Renée são altíssimas e é bem provável que a sua segunda estatueta chegue neste domingo. Anteriormente a intérprete recebeu o troféu da academia por seu trabalho como Ruby, em <em>Cold Moutain</em>, em 2004! <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12383" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SAIORSE-ADORAVEIS-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Saoirse Ronan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/">Adoráveis Mulheres</a>)</strong></h5>
<p>Falando em privilégio branco, eis que surge uma indicação meio esquisita na lista do Oscar 2020. É bem verdade que a Saoirse entrega uma Jo com a verdade que a intérprete parece ver em sua personagem, ela demonstra tentar imprimir traços de uma garota intensa e firme, como é a garota do livro de Louisa May Alcott. A jovem cria nuances no tom que dá ao texto e tem um carisma singular. Contudo, Ronan não entrega nada excepcional e acabou tirando o lugar de outras mulheres que mostraram um resultado impecável em 2019, como a Lupita Nyong’o ou a Awkwafina. Nem em seu próprio filme ela é o destaque, ficando atrás de praticamente todo o elenco. As suas chances de vitória são mínimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12384 size-medium" title="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/">História de um Casamento</a>)</strong></p>
<p>Geralmente vista como uma atriz de filmes mais pipoca, Scarlett chega ao Oscar com duas indicações. Em <em>História de Um Casamento</em>, é perceptível como a humanização da intérprete chega certeira, numa direção que procura elevar a personalidade de sua personagem e revelar fragilidades e forças através de uma dinâmica na qual a câmera dialoga com o trabalho de Johansson. O ápice disso é na sequência em que ela está no escritório de sua advogada e começa a andar pelo espaço. A combinação de sua naturalidade, pausas e gestos que procuram performar o cotidiano e o despir completo de sua Nicole, juntamente com o <em>tracking shot</em> constroem a melhor sequência do filme inteiro. Claro, a contracena com Laura Dern ajuda também! As chances de vencer são minúsculas, mas este papel é, por enquanto<a href="http://www.adorocinema.com/">,</a> o seu melhor!</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2020 03:25:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cerimônia do Oscar 2020 já acontece neste domingo, 09 de fevereiro, e o grande questionamento é: qual será o grande vencedor da noite? A categoria mais aguardada é, certamente, a de Melhor Filme, que consagra aquela obra escolhida. Temos 9 indicados este ano, de diferentes estilos, produções e gêneros. Pensando em dar nossos pitacos sobre quem deve sair vencedor da noite, o Coisa de Cinéfilo traz este Especial Oscar 2020: Melhor Filme para falar um pouco mais sobre as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cerimônia do <em>Oscar 2020</em> já acontece neste domingo, 09 de fevereiro, e o grande questionamento é: qual será o grande vencedor da noite? A categoria mais aguardada é, certamente, a de Melhor Filme, que consagra aquela obra escolhida. Temos 9 indicados este ano, de diferentes estilos, produções e gêneros. Pensando em dar nossos pitacos sobre quem deve sair vencedor da noite, o <span style="color: #ba1616;"><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></span> traz este <strong><em>Especial Oscar 2020: Melhor Filme</em></strong> para falar um pouco mais sobre as chances de cada longa na corrida.</p>
<p>Você pode clicar nos nomes dos filmes para conferir as nossas críticas!</p>
<p>Vamos lá conferir?</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11828" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5443859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Ford vs Ferrari" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5443859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5443859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/5443859.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Ford vs Ferrari</strong></a></h5>
<p>Esta película é uma incógnita nesta lista de indicação. Trata-se da história de disputa automobilística entre a montadora Ford e a Ferrari, com uma enorme picuinha de ego de homens brancos e héteros disputando para ver quem tem o carro mais potente. Uma grande analogia sobre as suas partes íntimas, é bem verdade. É um filme ruim? Não. Mas tal qual ele, existem vários melhores, como é o caso de <em>Rush &#8211; No Limite da Emoção</em>. Não faz o menor sentido estar aqui e poderia muito bem ter sido substituído por <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Nós</em></a>.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11873" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/O-Irlandês1.jpg" alt="O Irlandês" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/O-Irlandês1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/O-Irlandês1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/O-Irlandês1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/"><strong>O Irlandês</strong></a></h5>
<p>Este é outro filme que, na minha humilde opinião, está sendo muito mais enaltecido do que merece. Assim como falei do longa anterior, iguais a esse temos vários de qualidade muito superior. Martin Scorsese está completamente dentro de sua zona de conforto, sem experimentar ao menos ir para as beiradas. É mais um filme sobre a máfia, com uma quase ausência de personagens femininas, ritmo instável e longo demais. Particularmente, sou fã de filmes monótonos. Mas esse se estende além do necessário, cansando o espectador. Acredito que seja aquele tipo de filme que tem várias indicações (neste caso, <em>O Irlandês</em> soma 10) e quase nenhuma estatueta de fato.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12351" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0582693.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Jojo Rabbit" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0582693.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0582693.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/0582693.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><strong>JoJo Rabbit</strong></a></h5>
<p>Este filme é uma gracinha! Seguindo a linha de produções de Wes Anderson, como o ótimo <em>Moonrise Kingdom</em>, o diretor Taika Waititi foca na inocência infantil para falar de temas pesados como o nazismo, holocausto e a morte. Como uma brincadeira, ele vai salteando o espectador com questionamentos relevantes e cuidadosos, sem parecer que está relativizando qualquer coisa. Embora seja um ótimo longa e esteja indicado em 6 categorias, certamente não vai levar a principal de Melhor Filme.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10386" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coringa-1280x640-750x500.jpg" alt="coringa" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coringa-1280x640.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coringa-1280x640-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coringa-1280x640-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><strong>Coringa</strong></a></h5>
<p>Está aí um filme que foi indicado muito mais pelo conjunto da obra do que pela qualidade do resultado em si. <em>Coringa</em> é um excelente filme, especialmente pela atuação única e memorável de Joaquin Phoenix (a quem damos a certeza de levar a melhor na categoria de Melhor Ator). No entanto, analisando as partes individualmente, vemos que existem muitos problemas ali, especialmente no quesito ritmo e harmonia. Sendo assim, a chance de ganhar nesta categoria em questão é relativamente baixa.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12164" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5676432.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Adoráveis Mulheres" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5676432.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5676432.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5676432.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><strong>Adoráveis Mulheres</strong></a></h5>
<p>Este longa não teve a notoriedade que merecia, tanto na premiação quanto nos cinemas em si. Uma excelente releitura de uma obra que já foi adaptada várias vezes e que sempre parece oferecer mais ao público. Com excelente escolha de elenco, que trabalha equilibrado e orgânico, a diretora Greta Gerwig (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lady-bird-a-hora-de-voar/"><em>Lady Bird &#8211; A Hora de Voar</em></a>) merecia ao menos a indicação na sua categoria. Isso inclusive gerou uma justa polêmica sobre a ausência de nomes femininos na lista de indicados. Como Melhor Filme, a chance é pequena, mas já vale a indicação.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12032" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1.jpg" alt="História de um Casamento" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><strong>História de um Casamento</strong></a></h5>
<p>Agora começamos a falar de filmes que efetivamente tem potencial de levar a melhor. <em>História de um Casamento</em> é um longa cuidadosamente forte. Ele vai aos poucos caminhando na rotina da vida de um casal e surpreendendo o público com reflexões fortes e intensas. Na naturalidade de tudo, somos golpeados com temas pesados, especialmente ao tratar do amor nocivo. Foi um filme que me trouxe grande impacto, especialmente com as atuações de Scarlett Johansson e Adam Driver. Ambos estão merecidamente honrados nas indicações de atuação principal, já que estão completamente entregues aos personagens nas cenas.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11086" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1355085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1355085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1355085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/1355085.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><strong>Era Uma Vez Em… Hollywood</strong></a></h5>
<p>Aqui Quentin Tarantino dividiu arduamente a opinião do público e dos críticos. Enquanto uns amam e enaltecem, outros acham que é o pior trabalho do diretor. Particularmente, estou na primeira equipe. <em>Era Uma Vez Em… Hollywood</em> nos apresenta um Tarantino fora do seu usual, que foca muito mais em sangue e sofrimento do que explorar o emocional e a intensidade psicológica de seus personagens. Ele consegue nos oferecer tensão desde o começo do longa, sustentando até o final e nos apresentando opções cuidadosas com as figuras da vida real que foram envolvidas.</p>
<p>Sim, é um filme que depende de conhecimento prévio e acredito que foi esse o motivo que dividiu tanto o público. Se você conhece a história de Sharon Tate e da família Manson, o filme consegue cumprir o objetivo dele de tensão e etc. Caso você não faça ideia da história, de fato, o longa torna-se raso. Ainda assim, é um forte candidato a levar a melhor.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11778" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2280072.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Parasita" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2280072.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2280072.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2280072.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-parasita/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Parasita</strong></a></h5>
<p>Estamos falando aqui de um dos melhores longas que surgiram nos últimos 10 anos. <em>Parasita</em> é o tipo de filme que não consegue se descrito por quem assiste. É ação, terror, drama? É impossível situar ele em um único gênero, quando ele consegue passear tranquilamente por tantos. Quando questionada, eu sempre dizia que era um filme sobre questões sociais. E qualquer coisa além disso seria <em>spoiler</em> pesado. Esta produção coreana não poupa o espectador da realidade que ele precisa participar. É escancarada e ao mesmo tempo sutil, a forma como o diretor Bong Joon Ho trata das diferenças sociais e de suas implicações nas vidas das pessoas.</p>
<p>Seria mais do que merecido se ele ganhasse nas duas categorias, tanto de Melhor Filme, quanto de Melhor Filme Estrangeiro. Na prática, sabemos o quão improvável isso é, já que a Academia deve se dar por satisfeita em conceder estatueta em apenas uma dessas categorias. Ainda assim, fica aqui o meu registro do quão maravilhoso, surpreendente e merecido seria se <em>Parasita</em> levasse este prêmio para casa.</p>
<h5><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12246" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="1917" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-1917/"><strong>1917</strong></a></h5>
<p>Chegamos ao último filme, que é aquele que eu efetivamente acredito que vá ganhar na categoria de Melhor Filme. <em>1917</em> é um dos melhores longas de guerra que surgem em muitos anos. Sem exageros, ele segue com poucos personagens traçando os horrores da consequência de uma guerra onde não há vencedores. O fabuloso diretor Sam Mendes (que acredito que tem altíssimas chances na categoria de Melhor Direção) optou por fazer o longa completamente em plano sequência. Ele utiliza as câmeras 100% a seu favor, conseguindo fazer um trabalho de imersão. O público efetivamente sente que está dentro do filme, chegando a quase sentir os cheiros.</p>
<p>Intenso e sem rodeios, ele causa uma tensão constante, mas nos presenteiam com belíssimas cenas ao longo de toda aquela desgraça. A fotografia é outro elemento de força do filme, que finaliza sem excessos. Não há tempo para reflexões na guerra e é isso que Sam propõe ao longo da trama. Uma vez que <em>Parasita</em> tem menos chances nessa categoria, <em>1917</em> é a melhor e mais justa escolha para levar o prêmio mais aguardado da noite do Oscar 2020.</p>
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		<title>Globo de Ouro 2020: confira a lista completa de vencedores!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2020 18:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A noite deste domingo, 05 de janeiro, foi marcada pela cerimônia de entrega das estatuetas do Globo de Ouro 2020. A 77ª edição do prêmio consagrou filmes e séries que tiveram maior destaque em 2019. Nas categorias de televisão, o seriado Succession levou a melhor na categoria Melhor Série de Drama e Melhor Ator em Série de Drama, para Brian Cox, enquanto Chernobyl saiu vencedora como Melhor Minissérie ou Filme para a TV e Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A noite deste domingo, 05 de janeiro, foi marcada pela cerimônia de entrega das estatuetas do <strong><em>Globo de Ouro 2020</em></strong>. A 77ª edição do prêmio consagrou filmes e séries que tiveram maior destaque em 2019.</p>
<p>Nas categorias de televisão, o seriado <em>Succession</em> levou a melhor na categoria Melhor Série de Drama e Melhor Ator em Série de Drama, para Brian Cox, enquanto <em>Chernobyl</em> saiu vencedora como Melhor Minissérie ou Filme para a TV e Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para a TV, para o ator Stellan Skarsgard.</p>
<p>Para filmes, a disputa foi grande e os prêmios divididos na noite do Globo de Ouro 2020. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Era Uma Vez&#8230; Em Hollywood</em></a> saiu vitorioso em três categorias: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Ator Coadjuvante em Filme de Comédia ou Musical com Brad Pitt e Melhor Roteiro para Quentin Tarantino.</p>
<p>O ator Joaquin Phoenix levou a melhor como Ator em Filme de Drama, por <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><em>Coringa</em></a>, e Renée Zellweger foi a Melhor Atriz em Filme de Drama, pelo longa <em>Judy: Muito Além do Arco-Íris</em>.</p>
<p>O filme <em>Parasita</em> se consagrou como o favorito e levou a estatueta de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O grande vencedor da noite foi o filme <em>1917</em>, de Sam Mendes, que levou na categoria Melhor Filme de Drama e Melhor Direção.</p>
<p><strong>Confira os vencedores do Globo de Ouro 2020:</strong></p>
<h5><strong>MELHOR FILME DE DRAMA</strong></h5>
<p><em>O Irlandês</em></p>
<p><em>História de um Casamento</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong><em>1917</em></strong></span></p>
<p><em>Coringa</em></p>
<p><em>Dois Papas</em></p>
<h5><strong><em>MELHOR FILME DE MUSICAL OU COMÉDIA</em></strong></h5>
<p><em>Entre Facas e Segredos</em></p>
<p><em>JoJo Rabbit</em></p>
<p><em>Dolemite é Meu Nome</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong><em>Era Uma Vez em… Hollywood</em></strong></span></p>
<p><em>Rocketman</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATRIZ EM FILME DE DRAMA</strong></em></h5>
<p>Cynthia Erivo – <em>Harriet</em></p>
<p>Scarlett Johansson – <em>História de um Casamento</em></p>
<p>Saoirse Ronan – <em>Adoráveis Mulheres</em></p>
<p>Charlize Theron – <em>O Escândalo</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Renée Zellweger – <em>Judy</em></strong></span></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATOR EM FILME DE DRAMA</strong></em></h5>
<p>Christian Bale – <em>Ford vs Ferrari</em></p>
<p>Antonio Banderas – <em>Dor e Glória</em></p>
<p>Adam Driver – <em>História de um Casamento</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Joaquin Phoenix – </strong><em><strong>Coringa</strong></em></span></p>
<p>Jonathan Pryce – <em>Dois Papas</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATRIZ EM FILME MUSICAL OU COMÉDIA</strong></em></h5>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Awkwafina – <em>The Farewell</em></strong></span></p>
<p>Ana de Armas – <em>Entre Facas e Segredos</em></p>
<p>Cate Blanchett – <em>Cadê Você, Bernadette?</em></p>
<p>Beanie Feldstein – <em>Fora de Série</em></p>
<p>Emma Thompson – <em>Late Night</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATOR EM FILME MUSICAL OU COMÉDIA</strong></em></h5>
<p>Daniel Craig – <em>Entre Facas e Segredos</em></p>
<p>Roman Griffin Davis – <em>Jojo Rabbit</em></p>
<p>Leonardo DiCaprio – <em>Era Uma Vez em… Hollywood</em></p>
<p><strong><span style="color: #ba1616;">Taron Egerton – <em>Rocketman</em></span></strong></p>
<p>Eddie Murphy – <em>Dolemite é Meu Nome</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATRIZ COADJUVANTE</strong></em></h5>
<p>Kathy Bates – <em>O Caso Richard Jewell</em></p>
<p>Annette Bening – <em>The Report</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Laura Dern – <em>História de um Casamento</em></strong></span></p>
<p>Jennifer Lopez – <em>As Golpistas</em></p>
<p>Margot Robbie – <em>O Escândalo</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATOR COADJUVANTE</strong></em></h5>
<p>Tom Hanks – <em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></p>
<p>Anthony Hopkins – <em>Dois Papas</em></p>
<p>Al Pacino – <em>O Irlandês</em></p>
<p>Joe Pesci – <em>O Irlandês</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Brad Pitt – <em>Era Uma Vez em… Hollywood</em></strong></span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12147" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/gettyimages-1191981424-1.jpg" alt="Globo de Ouro 2020" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/gettyimages-1191981424-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/gettyimages-1191981424-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/gettyimages-1191981424-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><em><strong>MELHOR DIREÇÃO</strong></em></h5>
<p>Bong Joon-ho – <em>Parasita</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Sam Mendes – <em>1917</em></strong></span></p>
<p>Todd Phillips – <em>Coringa</em></p>
<p>Martin Scorsese – <em>O Irlandês</em></p>
<p>Quentin Tarantino – <em>Era Uma Vez em… Hollywood</em></p>
<h5><strong><em>MELHOR ROTEIRO</em></strong></h5>
<p>Noah Baumbach – <em>História de um Casamento</em></p>
<p>Bong Joon-ho e Han Jin-won – <em>Parasita</em></p>
<p>Anthony McCarten – <em>Dois Papas</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Quentin Tarantino – <em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></span></p>
<p>Steven Zaillian – <em>O Irlandês</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR FILME ANIMADO</strong></em></h5>
<p><em>Frozen 2</em></p>
<p><em>Como Treinar seu Dragão 3</em></p>
<p><em>O Rei Leão</em></p>
<p><strong><span style="color: #ba1616;"><em>Link Perdido</em></span></strong></p>
<p><em>Toy Story 4</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA</strong></em></h5>
<p><em>The Farewell</em></p>
<p><em>Os Miseráveis</em></p>
<p><em>Dor e Glória</em></p>
<p><strong><span style="color: #ba1616;"><em>Parasita</em></span></strong></p>
<p><em>Retrato de Uma Jovem em Chamas</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL</strong></em></h5>
<p><em>Adoráveis Mulheres</em></p>
<p><strong><span style="color: #ba1616;"><em>Coringa</em></span></strong></p>
<p><em>História de um Casamento</em></p>
<p><em>1917</em></p>
<p><em>Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR CANÇÃO ORIGINAL</strong></em></h5>
<p>“Beautiful Ghosts” (<em>Cats</em>)</p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>“I’m Gonna Love Me Again” (<em>Rocketman</em>)</strong></span></p>
<p>“Into the Unknown“ (<em>Frozen 2</em>)</p>
<p>“Spirit” (<em>O Rei Leão</em>)</p>
<p>“Stand Up” (<em>Harriet</em>)</p>
<h5><em><strong>MELHOR SÉRIE DE DRAMA</strong></em></h5>
<p><em>Big Little Lies</em> – (HBO)</p>
<p><em>The Crown</em> – (Netflix)</p>
<p><em>Killing Eve</em> – (BBC America)</p>
<p><em>The Morning Show</em> – (Apple TV Plus)</p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong><em>Succession</em> – (HBO)</strong></span></p>
<h5><em><strong>MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL</strong></em></h5>
<p><em>Barry</em> – (HBO)</p>
<p><strong><span style="color: #ba1616;"><em>Fleabag</em> – (Prime Video)</span></strong></p>
<p><em>The Kominsky Method</em> – (Netflix)</p>
<p><em>The Marvelous Mrs. Maisel</em> – (Prime Video)</p>
<p><em>The Politician</em> – (Netflix)</p>
<h5><em><strong>MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV</strong></em></h5>
<p><em>Catch 22</em></p>
<p><strong><span style="color: #ba1616;"><em>Chernobyl</em></span></strong></p>
<p><em>Fosse/Verdon</em></p>
<p><em>The Loudest Voice</em></p>
<p><em>Inacreditável</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV</strong></em></h5>
<p><strong><span style="color: #ba1616;">Michelle Williams – <em>Fosse/Verdon</em></span></strong></p>
<p>Helen Mirren – <em>Catherine the Great</em></p>
<p>Merritt Wever – <em>Inacreditável</em></p>
<p>Kaitlyn Dever – <em>Inacreditável</em></p>
<p>Joey King – <em>The Act</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV</strong></em></h5>
<p>Christopher Abbott – <em>Catch-22</em></p>
<p>Sacha Baron Cohen – <em>The Spy</em></p>
<p><strong><span style="color: #ba1616;">Russell Crowe – <em>The Loudest Voice</em></span></strong></p>
<p>Jared Harris – <em>Chernobyl</em></p>
<p>Sam Rockwell – <em>Fosse/Verdon</em></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12146" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/entretenimento-globo-de-ouro-20190107-069.jpg" alt="Globo de Ouro 2020" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/entretenimento-globo-de-ouro-20190107-069.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/entretenimento-globo-de-ouro-20190107-069-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/entretenimento-globo-de-ouro-20190107-069-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA</strong></em></h5>
<p>Jennifer Aniston –<em> The Morning Show</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Olivia Colman – <em>The Crown</em></strong></span></p>
<p>Jodie Comer – <em>Killing Eve</em></p>
<p>Nicole Kidman – <em>Big Little Lies</em></p>
<p>Reese Witherspoon – <em>The Morning Show</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA</strong></em></h5>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Brian Cox – <em>Succession</em></strong></span></p>
<p>Kit Harington – <em>Game of Thrones</em></p>
<p>Rami Malek – <em>Mr. Robot</em></p>
<p>Tobias Menzies – <em>The Crown</em></p>
<p>Billy Porter – <em>Pose</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL</strong></em></h5>
<p>Christina Applegate – <em>Dead to Me</em></p>
<p>Rachel Brosnahan – <em>The Marvelous Mrs. Maisel</em></p>
<p>Kirsten Dunst – <em>On Becoming a God in Central Florida</em></p>
<p>Natasha Lyonne – <em>Russian Doll</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Phoebe Waller-Bridge – <em>Fleabag</em></strong></span></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL</strong></em></h5>
<p>Michael Douglas – <em>The Kominsky Method</em></p>
<p>Bill Hader – <em>Barry</em></p>
<p>Ben Platt – <em>The Politician</em></p>
<p>Paul Rudd – <em>Living with Yourself</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Ramy Youssef – <em>Ramy</em></strong></span></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV</strong></em></h5>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Patricia Arquette – <em>The Act</em></strong></span></p>
<p>Helena Bonham Carter – <em>The Crown</em></p>
<p>Toni Collette – <em>Inacreditável</em></p>
<p>Meryl Streep – <em>Big Little Lies</em></p>
<p>Emily Watson – <em>Chernobyl</em></p>
<h5><em><strong>MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV</strong></em></h5>
<p>Alan Arkin – <em>O Método Kominsky</em></p>
<p>Kieran Culkin – <em>Succession</em></p>
<p>Andrew Scott – <em>Fleabag</em></p>
<p><span style="color: #ba1616;"><strong>Stellan Skarsgård – <em>Chernobyl</em></strong></span></p>
<p>Henry Winkler – <em>Barry</em></p>
<h5><em><strong>PRÊMIO CECIL B. DEMILLE</strong></em></h5>
<p>Tom Hanks – homenageado</p>
<h5><em><strong>PRÊMIO CAROL BURNETT</strong></em></h5>
<p>Ellen DeGeneres – homenageada<a href="http://www.netflix.com">.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crítica: História de um Casamento</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 01:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[História de um Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Dern]]></category>
		<category><![CDATA[Noah Baumbach]]></category>
		<category><![CDATA[Ray Liotta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>História de um Casamento (Marriage Story) é um grande banho de água fria tanto para os românticos quanto dramáticos. O novo filme de Noah Baumbach enxerga o mundo das relações amorosas como esse grande palco para encenações. Enquanto isso, a realidade é bem mais simples se não deixarmos nossas emoções ou advogados tomarem conta ao invés da racionalidade. Charlie (Adam Driver, Infiltrado na Klan) e Nicole (Scarlett Johansson, Vingadores &#8211; Ultimato) eram casados e viviam em Nova York com um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/">Crítica: História de um Casamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="N-ZiCg direction-ltr align-start para-style-body"><em><strong>História de um Casamento</strong></em> (<em>Marriage Story</em>) é um grande banho de água fria tanto para os românticos quanto dramáticos. O novo filme de Noah Baumbach enxerga o mundo das relações amorosas como esse grande palco para encenações. Enquanto isso, a realidade é bem mais simples se não deixarmos nossas emoções ou advogados tomarem conta ao invés da racionalidade.</p>
<p class="N-ZiCg direction-ltr align-start para-style-body">Charlie (Adam Driver, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-infiltrado-na-klan/"><em>Infiltrado na Klan</em></a>) e Nicole (Scarlett Johansson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores &#8211; Ultimato</em></a>) eram casados e viviam em Nova York com um filho. Ele trabalha como diretor de uma companhia teatral e ela era sua atriz principal. No entanto, quando Nicole decide pedir divórcio e se muda para Los Angeles com o garoto, os dois acionam seus advogados para resolverem os trâmites burocráticos. Conforme a disputa pela guarda vai ficando intensa, eles começam tentando manter uma relação amigável, na tentativa de não traumatizar a criança.</p>
<p class="N-ZiCg direction-ltr align-start para-style-body">Como o próprio processo de divórcio é desconfortável por si só, é curioso ver como seus protagonistas tentam agir com uma certa naturalidade diante de toda essa situação incômoda. É visível que eles são essas pessoas que ainda sentem um carinho mútuo, mas passam a &#8220;encenar&#8221; uma dureza no modo de lidar um com o outro com o outro por conta desta visão da separação como uma guerra proposta pelos advogados. A própria entrega da papelada que dá início ao processo pela irmã de Nicole exige um ensaio por parte dela e sua irmã. Fica clara toda essa questão principalmente quando pensamos nos advogados do filme. A advogada interpretada por Laura Dern, por exemplo, é extremamente incisiva e ríspida durante as audiências, mas troca papo furado com o outro advogado durante uma pausa. Ou seja, nem mesmo eles acreditam nesse antagonismo, mas instruem seus clientes a não serem amigos uns dos outros.</p>
<p class="N-ZiCg direction-ltr align-justify para-style-body">A encenação é algo que está presente na natureza de ambos, por conta de suas profissões artísticas. E eles parecem entrar tanto no papel de odiar um ao outro, que, inconscientemente, acabam assumindo esses &#8220;personagens&#8221;, e a situação se inverte. A partir de um certo momento de <em>História de um Casamento</em>, os personagens genuinamente se odeiam. Assim, o que vira encenação é uma tentativa de se tratar cordialmente gradualmente, o que vai chegando a um nível onde não é mais possível fingir, tendo seu ápice na cena em que o personagem de Driver explode. E é aí que a relação se inverte completamente. A briga deixa de ser uma encenação e vira o único momento que eles estão sendo verdadeiros.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12032" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/História-de-um-Casamento1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p class="N-ZiCg direction-ltr align-justify para-style-body">De mesmo modo, <em><strong>História de um Casamento</strong> </em>começa com uma grande encenação. Somos apresentados a cada cada membro do casal separadamente, enquanto uma narra as principais qualidades. À primeira vista, parece que estamos diante de um casamento perfeito. Momentos depois,descobrimos que aquilo era uma carta que o conciliador do divórcio havia pedido que escrevessem. É interessante como o filme cria esse pequena reviravolta já logo em seu início, sendo um prenúncio de tudo que está por vir. Como já não se amam mais, a carta é mais do que uma memória, sendo como uma grande mentira que eles tentam manter viva um do outro, quando a realidade já está bem distante de tal nostalgia. Ou seja, eles encenam o passado em suas cabeças.</p>
<p class="N-ZiCg direction-ltr align-justify para-style-body">A maneira como Noah Baumbach escolhe filmar essa ruptura do casal até chega abusar um pouco dos simbolismos e uma certa teatralidade em sua <em>mise-en-scéne</em>. O filho sendo puxado pelo casal, o modo como cada um ocupa um polo distante do enquadramento, o portão que se fecha entre os dois. Acaba que isso tudo está em prol dessa grande encenação da própria separação feita pelo próprio Baumbach. Não só isso, mas ainda dentro dessa lógica, <em>Marriage Story</em> não deixa de ser um grande palco que o diretor dá para seus atores, com cenas praticamente pensadas para premiações, como o o monólogo de Johansson ou o desabafo musical de Driver. E, claro, estamos diante de dois grandes atores que se entregam totalmente no quesito emocional. Especificamente sobre Charlie, Baumbach trabalha um pouco essa noção do homem médio que se acha inocente e vitimizado, mas que, no fundo, é extremamente falho e humano.</p>
<p class="N-ZiCg direction-ltr align-justify para-style-body">Conforme vai chegando ao fim, aqueles personagens, não aguentam mais todo esse jogo de fingimentos. Não deixa de ser engraçado que o personagem de Driver, no único momento que deveria encenar — quando está diante da profissional que irá avaliar seu trabalho como pai — acaba agindo da maneira mais genuína possível. Sabemos que num dos momentos-chaves do filme, na fatídica cena em que os protagonistas explodem, existe uma genuinidade justamente porque Charlie está lavando um prato de louça enquanto briga.</p>
<p class="N-ZiCg direction-ltr align-justify para-style-body"><em><strong>História de um Casamento</strong></em> é essa grande encenação. Seus personagens, como artistas, são assim por natureza. Acabam dramatizando as coisas mais do que deveriam. O filme vai mostrando aos poucos como o divórcio não é aquele fim do mundo que o personagem de Driver acredita. No fim, o tempo cura tudo. A vida segue, mas será sempre possível voltar ao passado enquanto se lê uma carta através de uma própria encenação mental.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Noah Baumbach</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Adam Driver, Scarlett Johansson, Laura Dern, Ray Liotta, Alan Alda</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=ZzSomaJAIMc&amp;w=750&amp;h=500]</p>
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