<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Ben Affleck - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/ben-affleck/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/ben-affleck/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Dec 2023 12:51:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Ben Affleck - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/ben-affleck/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Aquaman 2 &#8211; O Reino Perdido</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman-2-o-reino-perdido/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman-2-o-reino-perdido/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 12:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Amber Heard]]></category>
		<category><![CDATA[Aquaman 2 - O Reino Perdido]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dolph Lundgren]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Indya Moore]]></category>
		<category><![CDATA[James Wan]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Momoa]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Molina]]></category>
		<category><![CDATA[Willem Dafoe]]></category>
		<category><![CDATA[Yahya Abdul-Mateen II]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=17594</guid>

					<description><![CDATA[<p>A estreia de Aquaman 2: O Reino Perdido anuncia o fim do Universo Estendido da DC (DCEU) como conhecemos. O longa-metragem passou por inúmeros reajustes por conta disso e de outras questões de produção &#8211; como a pandemia, os resultados negativos de outros longas recentes do DCEU ou o julgamento entre Amber Heard, que interpreta Mera, e seu ex-marido Johnny Depp. As polêmicas que envolveram o novo filme de James Wan (Maligno, de 2021) preocuparam os fãs quanto a qualidade [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman-2-o-reino-perdido/">Crítica: Aquaman 2 &#8211; O Reino Perdido</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A estreia de <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> anuncia o fim do Universo Estendido da DC (DCEU) como conhecemos. O longa-metragem passou por inúmeros reajustes por conta disso e de outras questões de produção &#8211; como a pandemia, os resultados negativos de outros longas recentes do DCEU ou o julgamento entre Amber Heard, que interpreta Mera, e seu ex-marido Johnny Depp. As polêmicas que envolveram o novo filme de James Wan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-maligno/"><em>Maligno</em></a>, de 2021) preocuparam os fãs quanto a qualidade do que seria apresentado, especialmente quando se pensa que o longa inaugural do rei de Atlântida foi um sucesso. O resultado, no entanto, é surpreendentemente positivo.</p>
<p>Indo em contramão da expectativa de todos, o novo projeto sobre o tritão mais conhecido dos quadrinhos é coeso, divertido e encerra bem o seu arco narrativo iniciado em 2018. Wan consegue imprimir mais uma vez a sua marca como diretor num projeto onde tudo parecia caminhar para o precipício. A eficiente direção do cineasta, no entanto, além do seu conhecimento e apropriação do universo narrativo, parecem ter ajudado a manter <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> sob suas rédeas, resultando numa despedida de qualidade &#8211; tanto para o DCEU quanto para o Aquaman de Jason Momoa (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-10/"><em>Velozes e Furiosos 10</em></a>, de 2023).</p>
<p>Mais uma vez o reino de Atlântida se vê atacado pela superfície. Os problemas climáticos estão afetando o povo do reino submerso, que culpam os humanos pela destruição de seu povo. Arthur Curry, também conhecido como Aquaman (Jason Momoa), descobre, contudo, que seu antigo inimigo, Manta Negra (Yahya Abdul-Mateen II), é o verdadeiro responsável por essa destruição. Para impedir que o vilão destrua Atlântida e todo o restante da Terra, Arthur precisará pedir ajuda do seu meio-irmão e antigo rival, Orm (Patrick Wilson), para salvar o reino dos mares e a civilização terrestre.</p>
<p>A própria história desenvolvida por David Leslie Johnson-McGoldrick (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-invocacao-do-mal-3-a-ordem-do-demonio/"><em>Invocação do Mal 3 – A Ordem do Demônio</em></a>, de 2021) se atém a concluir os arcos iniciados e desenvolvidos no primeiro longa do super herói. A busca pelo equilíbrio entre ser meio humano e meio atlantiano, as dificuldades em reinar, a vingança do inimigo do primeiro filme e, principalmente, a ligação com a família. Os temas centrais de <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> são esses e eles são mais do que suficientes para motivarem uma nova produção de quase 2h.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-17596" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-750x500.jpg" alt="Aquaman 2 - O Reino Perdido" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Aquaman-2-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Essa coerência tanto no estilo, na estética e narrativa são os pontos mais fortes do longa. na verdade, essas escolhas acertadas são a justificativa para um filme que tinha tudo para dar errado, ter chegado num resultado tão positivo. O equilíbrio entre entender que essa narrativa precisava acontecer por conta dos fãs e para fechar o arco narrativo com Momoa e Wan e as reestruturações da produção agora que não vai ter continuidade a esta linha temporal/narrativa do DCEU foram fundamentais para amarrar a obra. É dessa forma que <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> chega ao público. Certo de si e sem dúvidas sobre o que queria ter sido.</p>
<p>Além da coesão na equipe técnica e de produção do longa, o elenco mais uma vez retorna para casa. É possível sentir a proximidade e a ligação entre os atores e atrizes em cena. <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> soa como uma despedida o tempo todo. Mas isso não é negativo ou exagerado, é apenas a sensação da certeza de que eles estão vivendo o melhor que podem nos momentos finais dessa caminhada.</p>
<p>O projeto não perde a diversão em suas falas, especialmente no que diz respeito a interação entre Momoa e Patrick Wilson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-moonfall-ameaca-lunar/"><em>Moonfall – Ameaça Lunar</em></a>, de 2022), e nem a originalidade de Wan, ainda mais quando ele consegue inserir elementos mais sombrios e próximos do universo de terror que ele tanto gosta. Graças a essa clara sintonia entre equipe, produtores executivos e elenco, <strong><em>Aquaman 2: O Reino Perdido</em></strong> é um feliz surpresa aos fãs. Seja para aproveitar os cinemas no fim de ano ou para fechar de forma positiva o DCEU, o novo filme do tritão é a melhor forma de dizer adeus ao antigo Universo Estentido da DC.</p>
<p><strong>Direção:</strong> James Wan</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jason Momoa, Indya Moore, Ben Affleck, Patrick Wilson, Amber Heard, Willem Dafoe, Yahya Abdul-Mateen II, Ricardo Molina, Nicole Kidman, Dolph Lundgren</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rPBjB65NV_c?si=2ctnHwRYBuK-Sz14" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman-2-o-reino-perdido/">Crítica: Aquaman 2 &#8211; O Reino Perdido</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman-2-o-reino-perdido/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: The Flash</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-flash/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-flash/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 18:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Muschietti]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Ezra Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Irons]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Brandon Field]]></category>
		<category><![CDATA[Maribel Verdú]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Shannon]]></category>
		<category><![CDATA[Ron Livingston]]></category>
		<category><![CDATA[Sasha Calle]]></category>
		<category><![CDATA[The Flash]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16804</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais um longa de super-herói chega aos cinemas. Esta é a vez de The Flash, aguardado filme que promete um desfecho do universo da DC, que já avisou recentemente que dará um reboot na maioria dos personagens. Notícia essa que já me deixou bastante inconformada, já que não consigo visualizar outros atores na pele de Superman e Mulher-Maravilha, que não sejam Henry Cavill (Enola Holmes) e Gal Gadot (Alerta Vermelho), respectivamente. Lamentos a parte, aqui em The Flash, Barry Allen, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-flash/">Crítica: The Flash</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um longa de super-herói chega aos cinemas. Esta é a vez de <strong><em>The Flash</em></strong>, aguardado filme que promete um desfecho do universo da DC, que já avisou recentemente que dará um <em>reboot</em> na maioria dos personagens. Notícia essa que já me deixou bastante inconformada, já que não consigo visualizar outros atores na pele de Superman e Mulher-Maravilha, que não sejam Henry Cavill (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-enola-holmes-netflix/"><em>Enola Holmes</em></a>) e Gal Gadot (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/"><em>Alerta Vermelho</em></a>), respectivamente.</p>
<p>Lamentos a parte, aqui em <strong><em>The Flash</em></strong>, Barry Allen, interpretado pelo polêmico Ezra Miller (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore/"><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></a>) simplesmente não consegue largar a história da morte da mãe e, consequente, prisão do pai. Em um momento de dor e frustração, ele acaba descobrindo que a sua velocidade permite que ele viaje no tempo e espaço, o que o faz querer voltar no passado e salvar sua mãe. Claramente as coisas não saem conforme o esperado e ele acaba imerso no desespero do multiverso.</p>
<p>Particularmente, não aguento mais filmes que coloquem o multiverso como cerne da questão. É como se nada mais fosse definitivo, já que o personagem pode simplesmente voltar em algum momento em que o roteiro entender que isso seja interessante. Essa equação do multiverso só funciona quando utilizada em doses homeopáticas e não é isso que vem acontecendo ultimamente. Até o filme que ganhou o Oscar, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/">Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</a>, fez uso desta técnica. Ou seja, já vejo este mercado como saturado. Porque agora você tá me dizendo que o personagem X morreu, mas pode ser que daqui uns anos, se isso for conveniente, ele possa ressurgir das cinzas com essa desculpa. Acho bem problemático.</p>
<p>Aqui especificamente em <em><strong>The Flash</strong></em>, acredito até que o uso foi bem dosado e com uma argumentação válida. O que move o protagonista neste sentido é a dor do luto nunca superado. E nada mais justo que isso para fazer qualquer pessoa tentar o impossível. Outro ponto importante é que obviamente não dá certo e o personagem sofre as diversas consequências de seus atos. Não há impunidade para quem quer mudar o fio do tempo e as coisas não vão sair exatamente como esperamos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16806" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879.jpg" alt="The Flash" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Nesta tentativa de resolver tudo e consertar os erros, Barry enfia mais ainda os pés pelas mãos. É uma sucessão de remendos que tornam cada vez mais complicado o cenário. Sozinho e desamparado, já que o multiverso te rouba as pessoas que mais confia, ele precisa seguir seu instinto de tentar reduzir os danos e tomar as decisões corretas. Tudo isso enquanto tenta controlar a si mesmo, como um paradoxo interessante da nossa dualidade interior.</p>
<p>Muitos personagens antigos e afetivos aparecem neste meio do caminho. O principal, claro, é o Batman de Michael Keaton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-7-de-chicago-netflix/"><em>Os 7 de Chicago</em></a>). Ele não apenas traz de volta o seu personagem dos anos 1989, como toda a atmosfera que o envolve. Um homem-morcego mais tradicional, com várias gambiarras tecnológicas, morcegos voando ao redor e os bat-móveis característicos. É realmente fantástico e inserido de uma maneira assertiva.</p>
<p>Não há como ignorar, no entanto, toda a polêmica que envolve Ezra Miller. Ainda que ele nos ofereça uma boa atuação, como é de seu costume, é complicado esquecer que ele foi envolvido em inúmeros casos problemáticos de violência, agressão e abuso, dos quais vários ele chegou a confessar. Fica muito claro que ele só está ali por dois motivos simples: dinheiro e é branco. Porque se fosse um ator negro e o filme não estivesse pronto, as consequências viriam antes de qualquer confirmação, como no caso de Jonathan Majors (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-creed-iii/"><em>Creed III</em></a>).</p>
<p>Seguindo o fluxo, <strong><em>The Flash</em></strong> é uma boa finalização de uma era bem bacana da DC. Ainda que eu lamente as decisões do estúdio quanto aos seus protagonistas, esse filme consegue dar um desfecho minimamente respeitoso e lógico. Via de regra, sempre acabo achando que as produções da DC são superiores, especialmente em roteiro, do que as da Marvel, que só ganha mais notoriedade pela quantidade absurda de filmes que são lançados. Aqui eu vejo mais equilíbrio e sensatez.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Muschietti</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jeremy Irons, Ezra Miller, Sasha Calle, Luke Brandon Field, Michael Shannon, Ron Livingston, Maribel Verdú, Ben Affleck, Michael Keaton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Am7va7_gOlo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-flash/">Crítica: The Flash</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-flash/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Air &#8211; A História Por Trás do Logo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-air-a-historia-por-tras-do-logo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-air-a-historia-por-tras-do-logo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 22:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Air - A História Por Trás do Logo]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Sukowa]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Messina]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gustaf Skarsgård]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Bateman]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Wayans]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Damon]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Davis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16590</guid>

					<description><![CDATA[<p>Air &#8211; A História Por Trás do Logo conta a história da Nike, que na década de 1980 queria entrar para o mercado de calçados de basquete, mas enfrentava grande dificuldade no meio, que era dominado por Adidas e Converse. Com o surgimento da promessa do esporte Michael Jordan, na época apenas um garoto, o chefe Sonny Vaccaro (Matt Damon, O Último Duelo) viu a oportunidade que precisava para alavancar a marca. Naquela vibe de filme em que os personagens [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-air-a-historia-por-tras-do-logo/">Crítica: Air &#8211; A História Por Trás do Logo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo</strong></em> conta a história da Nike, que na década de 1980 queria entrar para o mercado de calçados de basquete, mas enfrentava grande dificuldade no meio, que era dominado por Adidas e Converse. Com o surgimento da promessa do esporte Michael Jordan, na época apenas um garoto, o chefe Sonny Vaccaro (Matt Damon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo</em></a>) viu a oportunidade que precisava para alavancar a marca.</p>
<p>Naquela vibe de filme em que os personagens estão constantemente correndo, este longa consegue fazer vários acertos que o tornam melhor do que a promessa. Ainda que o ritmo seja acelerado, os diálogos são bem construídos e pausados, deixando o espectador entender exatamente o que está acontecendo e qual a dinâmica. Acho problemático filmes que se valem de conversas aceleradas para tentar passar uma sensação de que o roteiro é mais inteligente que o espectador, quando na maior parte das vezes, não é.</p>
<p>Sonny está sem moral na Nike, depois de um bom tempo sem oferecer vitórias dentro de sua área. Phil Knight (Ben Affleck, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</em></a>), fundador da marca, está decepcionado e cobrando um retorno financeiro de todo o investimento que é feito. Com isso, eles precisam saber dosar a vontade de vencer com o desespero de suas ações, algo bem difícil para quem tem concorrentes tão fortes.</p>
<p>É então que surge a promessa de Michael Jordan. O personagem que faz o atleta famoso não aparece de frente em momento algum, algo que considero assertivo, já que o roteiro escolhe pincelar com imagens do personagem da vida real, especialmente no final de <em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo</strong></em>. Essa dinâmica vai sendo costurada com a expectativa do resultado final de toda aquela investida: Jordan vai ou não assinar contrato com a Nike?</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16593" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3.jpg" alt="AIR: A HISTÓRIA POR TRÁS DO LOGO" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O fato de ser uma história real torna tudo mais empolgante. Sou grande fã de longas baseados em fatos verídicos, especialmente quando é bem explorado, como o caso aqui. Temos um foco grande na mãe do jogador, Deloris (Viola Davis, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/"><em>A Mulher Rei</em></a>), que segura emocionalmente a família e toma as decisões mais importantes. Ela é quem deve ser escutada, paparicada e agraciada, e logo Sonny percebe isso.</p>
<p>A medida que avançamos nas negociações, o longa vai trilhando um caminho de conhecimento do atleta, enquanto nos encaminha para o <em>grand finale</em>. Mesmo para quem sabe do resultado, a expectativa cria uma vontade real de entender como tudo aconteceu. E, de fato, é uma história e tanto.</p>
<p>Ben Affleck assume também a cadeira de diretor e mostra mais uma vez, depois de ótimos longas como <em>Atração Perigosa</em> e <em>Argo</em>, que esse é um papel que ele executa com facilidade e excelência. <em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo </strong></em>tinha um grande potencial de ficar chato e entediante, mas foi a condução de direção dele que fez com que o resultado fosse muito bom.</p>
<p>Temos aqui um filme que facilmente pode ser indicado em premiações futuras, não apenas pelas atuações excelentes, como pela combinação de roteiro e direção. Além disso, não é daqueles longas que se demoram e enrolam o espectador. Ele mostra logo para o que veio e não se estende no tempo, nos deixando com a sensação de que não existem excessos nem faltas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ben Affleck</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Matt Damon, Ben Affleck, Viola Davis, Jason Bateman, Chris Messina, Gustaf Skarsgård, Barbara Sukowa, Marlon Wayans</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/evFdZeEbij4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-air-a-historia-por-tras-do-logo/">Crítica: Air &#8211; A História Por Trás do Logo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-air-a-historia-por-tras-do-logo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Bar Doce Lar (Prime Video)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 14:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Bar Doce Lar]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Briana Middleton]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Lloyd]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Ranieri]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[George Clooney]]></category>
		<category><![CDATA[Lily Rabe]]></category>
		<category><![CDATA[Tye Sheridan]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15050</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em suas recentes empreitadas como diretor, George Clooney não tem acertado muito o faro para suas histórias. O Céu da Meia-Noite de 2020 está longe de ser um dos melhores trabalhos da sua carreira, pelo contrário, e Bar Doce Lar soa completamente banal para um filme com a assinatura de alguém que fez uma transição tão bem-sucedida da atuação para a direção com longas como Confissões de uma Mente Perigosa, Boa Noite e Boa Sorte e Tudo pelo Poder, todos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/">Crítica: Bar Doce Lar (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em suas recentes empreitadas como diretor, George Clooney não tem acertado muito o faro para suas histórias. O Céu da Meia-Noite de 2020 está longe de ser um dos melhores trabalhos da sua carreira, pelo contrário, e <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> soa completamente banal para um filme com a assinatura de alguém que fez uma transição tão bem-sucedida da atuação para a direção com longas como Confissões de uma Mente Perigosa, Boa Noite e Boa Sorte e Tudo pelo Poder, todos acima da média.</p>
<p>No catálogo do Amazon Prime Video, <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> narra a típica jornada de rito de passagem de um jovem garoto, interpretado por Tye Sheridan, que pontualmente compartilha o personagem com o menino Daniel Ranieri. O longa é baseado nas memórias do escritor J.R. Moehringer, um rapaz de origem humilde, estudante da Universidade de Yale, cujo tio Charlie (Ben Affleck) foi um ex-combatente do Vietnã que virou gerente de um bar depois do conflito e passou a ser responsável por todo o repertório literário do garoto, preenchendo também a lacuna do pai ausente do rapaz.</p>
<p><em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> traz consigo toda uma atmosfera old fashioned de narrativa cinemagráfica com um pretenso calor humano na construção das suas relações familiares. Não existe problema algum no fato de George Clooney querer contar esse tipo de história mais antiquada para nossos tempos. O problema é que o diretor não consegue conferir nenhuma singularidade que justifique a jornada de Moehringer ganhar tanta pompa que ganha na sua abordagem. Nem mesmo as relações entre o protagonista e as figuras adultas mais relevantes da sua vida como o tio Charlie (um bom momento de Ben Affleck, mas nada que justifique suas recentes indicações a prêmios e uma menção ao Oscar que se anuncia), a mãe interpretada por Lily Rabe e o avô vivido por Christopher Lloyd. Clooney se esforça e constrói toda a narrativa como algo da ordem do singular, que em dado momento revelará sua grande lição de vida, mas no fundo não há um elemento sequer que distinga <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> de outras histórias de amadurecimento de rapazes já contadas à exaustão nas telas. Tudo é um pouco solto e desprovido de relevância.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15059" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114.jpg" alt="Bar Doce Lar" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Assim, passa a ser óbvio que Affleck se destaque pois é quem tem o personagem mais bem construído da história e o ator, confirmando seu status de estrela hollywoodiana, sustenta com muito charme sua presença em cena.</p>
<p>Há questões incomodas no filme. Uma delas é toda a relação do protagonista com seu pai, uma figura omissa que é estranhamente suavizada ao longo da história e quando revela seu pior lado, tudo parece jogado na tela de maneira muito abrupta e mal construída. Além disso, a escalação do jovem Daniel Ranieri como a versão infantil de Tye Sheridan não convence pela ausência de semelhança física entre os intérpretes de J.R.. Para piorar, Clooney não consegue transitar de maneira fluida entre a infância e o começo da vida adulta do rapaz, a princípio oscila entre os tempos sem nenhuma justificativa aparente e quando passa de vez o bastão para Tye Sheridan o faz sem a menor cerimônia.</p>
<p>Menos ambicioso que os demais momentos de Clooney como diretor, <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> tem um resultado esquisito. É um filme que parece não relaxar ou se conter com sua trivialidade e anuncia o tempo todo uma grandiosidade e singularidade na biografia do seu protagonista e nas suas relações que parece não existir de fato. É um resultado tão aquém dos momentos mais inspirados de Clooney&#8230; A recorrência que tem sido trabalhos assim na sua carreira recente acende o sinal de alerta para uma urgente mudança de rumo nas suas próximas produções.</p>
<p><strong>Direção:</strong> George Clooney</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tye Sheridan, Christopher Lloyd, Ben Affleck, Lily Rabe, Daniel Ranieri, Briana Middleton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/HDnyQ502Lzc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/">Crítica: Bar Doce Lar (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Último Duelo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 01:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Lawther]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Harriet Walter]]></category>
		<category><![CDATA[Jodie Comer]]></category>
		<category><![CDATA[Marton Csokas]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Damon]]></category>
		<category><![CDATA[O Último Duelo]]></category>
		<category><![CDATA[Oliver Cotton]]></category>
		<category><![CDATA[Ridley Scott]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14646</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nada melhor do que ter um drama épico de qualidade chegando aos cinemas e mostrando que um diretor específico ainda tem toda a energia neste tipo de gênero. Ridley Scott (Alien: Covenant) certa feita nos presenteou com Gladiador, um filme vencedor de 5 estatuetas do Oscar e que estabeleceu um nível bem alto aos seus sucessores. Então não é sem expectativa que chegamos para assistir O Último Duelo. Neste épico, somos apresentados a Jean de Carrouges (Matt Damon, Ford vs. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/">Crítica: O Último Duelo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nada melhor do que ter um drama épico de qualidade chegando aos cinemas e mostrando que um diretor específico ainda tem toda a energia neste tipo de gênero. Ridley Scott (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alien-covenant/"><em>Alien: Covenant</em></a>) certa feita nos presenteou com <em>Gladiador</em>, um filme vencedor de 5 estatuetas do Oscar e que estabeleceu um nível bem alto aos seus sucessores. Então não é sem expectativa que chegamos para assistir <strong><em>O Último Duelo</em></strong>.</p>
<p>Neste épico, somos apresentados a Jean de Carrouges (Matt Damon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em>Ford vs. Ferrari</em></a>), um cavaleiro que busca sua ascensão e reconhecimento perante a corte, sendo extremamente fiel e dedicado. Em um acordo, ele acaba casando com a belíssima Marguerite (Jodie Comer, <em>Killing Eve</em>). Carrouges tem ainda um grande amigo, o ganancioso escudeiro Jacques Le Gris (Adam Driver, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>). O que parece ser uma história que vai pairar sobre a disputa entre os homens, acaba se tornando uma narrativa sobre o subjugamento da mulher na época e o quanto a sociedade a tratava como escória.</p>
<p>O filme é dividido em três capítulos, sendo cada um contado por uma parte deste trio mencionado. Logo o espectador percebe que será apresentado a perspectivas diferentes do mesmo fato e como as pessoas interpretam a situação de maneira muito distinta, a partir de seus comportamentos e personalidades.</p>
<p>Em uma viagem de campanha em nome do Rei, Jean deixa sua esposa em casa, ao lado de mãe e funcionários. Quando eles vão na feira da cidade, Marguerite acaba sendo estuprada por Le Gris. O que se sucede é sua tentativa hercúlea de provar que não teve culpa sobre o ato e que foi apenas vítima da vingança do escudeiro. Ela acaba sendo violentada de diversas formas, emocionais, sentimentais, etc. É uma obra que se passa no século XIV, mas propõe uma reflexão assustadoramente atual e presente na sociedade que vivemos. Qual o papel da mulher nas decisões que competem a sua própria vida?</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14648" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/jodie-comer-e-marguerite-de-carrouges-em-o-ultimo-duelo-1634147017928_v2_1920x1279.jpg" alt="O Último Duelo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/jodie-comer-e-marguerite-de-carrouges-em-o-ultimo-duelo-1634147017928_v2_1920x1279.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/jodie-comer-e-marguerite-de-carrouges-em-o-ultimo-duelo-1634147017928_v2_1920x1279-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/jodie-comer-e-marguerite-de-carrouges-em-o-ultimo-duelo-1634147017928_v2_1920x1279-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/jodie-comer-e-marguerite-de-carrouges-em-o-ultimo-duelo-1634147017928_v2_1920x1279-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A escolha de elenco para o trio principal é mais do que acertada. Cada um dá o tom perfeito a intensidade de seus personagens, nos fazendo questionar a todo momento a real versão dos fatos. Damon traz todo o amargor do cavaleiro humilhado e que não tem voz dentro da corte, enquanto Driver flutua entre o galã pernóstico e simpático. Ambos nos convencem de suas versões e o <em><strong>O Último Duelo</strong></em> tem esse elemento de convocar a participação do espectador o tempo todo. Somos mais um personagem de julgamento naquele tribunal.</p>
<p>Mas é Jodie que aprofunda as milhares de nuances da personagem. Ela já vem mostrando sua altíssima qualidade em projetos anteriores, mas dedica sua alma a esse personagem. Silenciosa e falando sempre com os olhos, Marguerite deixa muito mais para as conjecturas do que para os fatos.</p>
<p>Ridley capricha com todo o cenário de locação e figurino impecável. O espectador consegue fazer uma imersão tão bem qualificada quanto o fez em <em>Gladiador</em>. Além disso, a trilha sonora finamente escolhida vem para casar com as cenas de ação bem ensaiadas. Repito sempre sobre a importância de saber quem é quem numa batalha, especialmente neste caso específico, onde a maioria dos guerreiros se vestem igual. São lutas bem realistas e sanguinárias, fazendo uma imersão ainda mais profunda.</p>
<p><em><strong>O Último Duelo</strong></em> é um épico de alta qualidade nos moldes que somos acostumados. Mesmo que o formato de capítulos possa ser um pouco repetitivo em algum momento, o longa não se furta de explorar as temáticas pesadas e densas. O espectador se vê enlaçado pela história e ansiando constantemente o seu desfecho, que é tão vago quanto precisa ser. Mais um grande acerto de Ridley Scott.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ridley Scott</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Matt Damon, Adam Driver, Jodie Comer, Ben Affleck, Harriet Walter, Alex Lawther, Oliver Cotton, Marton Csokas</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/sm7vofMwXwg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/">Crítica: O Último Duelo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 22:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Amber Heard]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Aquaman]]></category>
		<category><![CDATA[Batman vs. Superman - A Origem da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Ciarán Hinds]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[DC Films]]></category>
		<category><![CDATA[Diane Lane]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Ezra Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[J.K. Simmons]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Leto]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Momoa]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Irons]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Manganiello]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Morton]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Ray Fisher]]></category>
		<category><![CDATA[Ray Porter]]></category>
		<category><![CDATA[Robin Wright]]></category>
		<category><![CDATA[Shazam]]></category>
		<category><![CDATA[Snyder Cut]]></category>
		<category><![CDATA[Super-herói]]></category>
		<category><![CDATA[Willem Dafoe]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13901</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (Aquaman) sobre a famosa Liga da Justiça. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (Os Vingadores, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que Liga da Justiça [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/">Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>) sobre a famosa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (<i>Os Vingadores</i>, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> (2021) emerge e traz um novo olhar para o Universo Estendido DC (DCEU).</p>
<p>Após a perda do guardião da Terra, Batman (Ben Affleck, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>) precisará, ao lado da Mulher Maravilha (Gal Gadot, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>), reunir os maiores super-heróis do planeta para deter um desastre iminente. Além da jornada para juntar esta liga de heróis composta pelo Aquaman (Jason Momoa, <em>Game of Thrones</em>), Flash (Ezra Miller, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-e-onde-habitam/"><em>Animais Fantásticos e Onde Habitam</em></a>) e Ciborgue (Ray Fisher, True Detective), eles precisarão se preparar para deter Darkseid, o conquistador de mundos, e seu exército de parademônios comandados por Lobo da Estepe.</p>
<p>A estreia do filme é uma vitória para os fãs da DC que são os responsáveis por cobrar o lançamento do longa-metragem. Após uma extensa campanha online para liberação do que viria a ser o <b><i>Snyder Cut</i></b> &#8211; como é conhecida a produção por ser o corte do diretor &#8211; a Warner se rendeu ao desejo do público e criou os caminhos para fazer deste filme uma realidade.</p>
<p>O primeiro ponto positivo do <b><i>Snyder Cut</i></b> é seu poder de comprovação de qualidade. As produções da DCEU vaguearam, durante um bom tempo, entre ótimos filmes e outros bem problemáticos &#8211; a exemplo de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/"><i>Batman vs Superman: A Origem da Justiça</i></a> (2016) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/"><i>Esquadrão Suicida</i></a> (2016). Desta vez, o clamor dos espectadores trouxe o filme para as telas. Sem amarras, da forma que foi pensado (e ainda mais). Com isso, a estreia do HBO Max comprovou novamente que a DC é capaz de realizar produções de qualidade dentro de um arco maior e interativo de filmes.</p>
<p>Ou seja, a construção narrativa da nova <b><i>Liga da Justiça</i></b> traz o universo de volta aos trilhos. No entanto, é importante pensar que esta alusão ao trem descarrilhado existe a partir de uma perspectiva mercadológica e competitiva &#8211; uma vez que <i>Mulher-Maravilha</i> (2017), <i>Aquaman</i> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><i>Shazam!</i></a> (2019) foram filmes que funcionaram, tem qualidade e são bem amarrados.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13905" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A necessidade de mega bilheterias e a inevitável comparação entre a DC e Marvel e seus universos estendidos são os fatores que regem essa competitividade alucinante. E ela é uma das principais razões que causaram diversos tropeços do DCEU ao longo de sua existência &#8211; seja por falta de planejamento do estúdio ou por uma comparação infundada por parte do público.</p>
<p>Nesta nova versão, existe a profundidade necessária para guiar as motivações das personagens, elas são bem trabalhadas e mostram quem são de verdade. Da mesma forma são os vilões do filme, os quais, desta vez, se sustentam e se mostram capazes de carregar o peso de suas ações e do papel que representam para o Universo Estendido. Esses são os principais elementos narrativos que conseguem, de longe, fazer deste longa-metragem uma produção melhor para inaugurar a jornada da Liga da Justiça nos cinemas.</p>
<p>É inegável dar os louros ao Snyder pelo seu olhar macro da história &#8211; coisa que ele não conseguiu imprimir em <i>Batman vs Superman</i>. E, quando analisado, é interessante pensar que o projeto inicial se propôs a abrir essa nova página da história com um dos maiores vilões do universo. Além de arriscada, foi uma escolha corajosa introduzir Darkseid de logo cara. Só que isso é feito de forma tão sutil e cuidadosa, que não criou conflitos narrativos; apenas possibilitou diversos caminhos para o DCEU seguir.</p>
<p>No entanto, isto só foi possível porque o <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> tem 4h de duração. E aqui mora o primeiro problema &#8211; quando pensamos na obra dentro do formato de narrativa cinematográfica. Mesmo com a divisão da história em capítulos &#8211; o que permite uma flexibilidade maior na hora de assistir ao filme &#8211; é exaustivo para quem decide encará-lo como um longa-metragem. São 4h que valem a pena pelo resultado, mas existem excessos que são evidentes. Ainda que seja interessante o longa tirar o tempo necessário para estabelecer o contato inicial entre o público e os heróis que ainda não haviam sido mostrados nas telas, a duração cansa o espectador.</p>
<p>Outro fator relacionado aos excessos está na aparição de várias figuras conhecidas que abrem muitas portas para o futuro narrativo. Neste caso, esses caminhos podem levar a mais um momento de desencontro da produção. Fica claro que Zack Snyder quis apresentar a Liga da forma mais completa possível.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13904" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Também é compreensível que a escolha foi feita para dar brecha a novos filmes solo e outras interações com referências em quadrinhos diversos, mas isso precisaria ser conduzido de forma cuidadosa. E, ainda assim, existem inserções que extrapolam a narrativa contada pelo Snyder e se tornam mais interrogações na cabeça do espectador, além de ter feito o filme se estender ainda mais, a exemplo de quase todo o epílogo.</p>
<p>É pensando também nesse futuro um tanto incerto que moram os maiores questionamentos sobre o DCEU. A chegada de <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut </i></b>não mudou os caminhos trilhados pelo universo e, até então, não afetou projetos em andamento. A Warner e o próprio diretor também já se pronunciaram alegando que ele não estará mais à frente de projetos do Universo Estendido. Mas isso significa que o conteúdo narrativo do <b><i>Snyder Cut</i></b> será ignorado, como se nunca tivesse sido lançado? Será que outra petição virtual será feita para tornar canônica essa versão e seguir a partir dela? Ou até mesmo, será que outra comoção trará o diretor de volta?</p>
<p>Além disso, não está claro ainda onde o novo Batman se encaixa, da mesma forma que o enredo de <i>The Flash</i> (2022) não foi divulgado e existem apenas rumores sobre o conteúdo do longa. Outras dúvidas são sobre a saída de Ben Affleck e Henry Cavill e o <i>reboot</i> do <em>Superman</em> no universo. As polêmicas envolvendo Ray Fisher e a investigação sobre a conduta abusiva de Joss Whedon durante as gravações de <i>Liga da Justiça</i> (2017) também tiveram efeitos. O planejamento do filme solo do Ciborgue parou e talvez ele tenha sido cortado do filme do Flash.</p>
<p>Seja quais caminhos a Warner deseje seguir, duas coisas são esperadas: que haja um planejamento a longo prazo e que o resultado das produções mantenha a qualidade de filmes como <i>Wonder Woman</i>, <i>Aquaman</i>, <i>Shazam!</i> e o <b><i>Snyder Cut</i></b>. É impossível negar a qualidade do que foi visto com a versão de Zack e isso precisa ser respeitado. O trabalho do diretor, produtor e roteirista não é livre de julgamentos e, muito menos, de erros. Há escolhas que poderiam ter sido diferentes, mas o conjunto da obra é satisfatório, não há como negar.</p>
<p>Sem exageros e firulas, Snyder conseguiu demonstrar o seu cinema. E, apesar de ter feito dois filmes no DCEU anteriormente, é em <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> que se vê as marcas do diretor com clareza &#8211; tanto os acertos quanto os erros. Agora os <i>crossovers</i> da DC têm uma cara e ela é madura e sombria. É uma linguagem e arte que descrevem a essência das histórias em quadrinhos da DC Comics. Com o <b><i>Snyder Cut</i></b>, o público e, principalmente, os fãs puderam vislumbrar tudo o que pode acontecer quando um projeto dá liberdade criativa e artística para a equipe. E quem sabe, ao menos o resultado deste filme não impulsione um novo recomeço para a DC nos olhos do público e da própria indústria.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Zack Snyder<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Ray Fisher, Amy Adams, Amber Heard, Jeremy Irons, Ciarán Hinds, Diane Lane, Joe Morton, J. K. Simmons, Jared Leto, Joe Manganiello, Robin Wright, Ray Porter, Connie Nielsen, Willem Dafoe, Jesse Eisenberg</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/sdvBf9XiJnA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/">Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dica do Dia: O Caminho de Volta (NOW)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-o-caminho-de-volta-now/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-o-caminho-de-volta-now/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 20:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Al Madrigal]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Brandon Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Lott Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dica do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Luis Vega]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gavin O'Connor]]></category>
		<category><![CDATA[Janina Gavankar]]></category>
		<category><![CDATA[Michaela Watkins]]></category>
		<category><![CDATA[O Caminho de Volta]]></category>
		<category><![CDATA[Will Ropp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12832</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ben Affleck (Liga da Justiça) sempre foi um ator com suas limitações dramáticas. Os momentos nos quais ele se saiu melhor nas telas foi quando deu vida a personagens cujas características aderiram de alguma maneira com essas limitações seja o jeitão sonso do protagonista de Garota Exemplar, a introspecção dos sujeitos que viveu nos filmes que dirigiu, Atração Perigosa e Argo, ou mesmo a amargura de Bruce Wayne em Batman vs. Superman: A Origem da Justiça. O caso se repete [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-o-caminho-de-volta-now/">Dica do Dia: O Caminho de Volta (NOW)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ben Affleck (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Liga da Justiça</em></a>) sempre foi um ator com suas limitações dramáticas. Os momentos nos quais ele se saiu melhor nas telas foi quando deu vida a personagens cujas características aderiram de alguma maneira com essas limitações seja o jeitão sonso do protagonista de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Garota Exemplar</em></a>, a introspecção dos sujeitos que viveu nos filmes que dirigiu, <em>Atração Perigosa</em> e <em>Argo</em>, ou mesmo a amargura de Bruce Wayne em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Batman vs. Superman: A Origem da Justiça</em></a>. O caso se repete no drama <em><strong>O Caminho de Volta</strong></em>, que chega no Brasil com exclusividade em plataformas de locação, entre elas o <em>Now</em>.</p>
<p>No longa, Affleck interpreta um sujeito que está tentando se recuperar de uma depressão recorrendo ao álcool e outras drogas. Ele retoma o trabalho como treinador de um time de basquete local vinculado a uma paróquia. Ao longo do processo, ele também tem que trazer êxito para a campanha da equipe em uma competição. É claro que toda essa jornada será acompanhada de algumas recaídas do personagem.</p>
<p><em><strong>O Caminho de Volta</strong> </em>aparenta ser um daqueles filmes de esporte que versam sobre a superação pessoal aliada ao sucesso de uma equipe desportiva. De certa forma ele é, mas não é por essas vias que o drama é formulaico, o título apresenta uma reiteração mesmo no tratamento da história do seu protagonista. O personagem vivido por Ben Affleck coleciona uma série de características já vistas em personagens similares de títulos parecidos, isso não merece ser apontado como uma falha do longa pois a agressividade, o isolamento social, o comportamento arredio e as recaídas fazem parte do próprio estado de saúde mental desse homem. Acontece que o arco dramático desse protagonista é semelhante a tantos outros tornando sua jornada um tanto quanto frívola para o espectador: ele tem uma esposa, um trauma envolvendo seu filho, se envolve com uma equipe desportiva etc. Enfim, tudo de praxe.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12834" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3190066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Caminho de Volta" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3190066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3190066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3190066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa parece mais um projeto feito por encomenda pelo próprio Affleck, dialogando com um episódio recente da sua vida pessoal, a reabilitação do alcoolismo. É um daqueles casos em que um astro tenta levar para as telas parte da sua biografia como forma de trazer mais autenticidade e, consequentemente, reconhecimento para sua interpretação. Tom Cruise fez isso interpretando o filho egocêntrico tentando ajustar as contas com seu pai no leito de morte em <em>Magnólia</em>, por exemplo. Affleck, que nunca foi unanimidade entre críticos e cinéfilos, também o faz aqui, só que com um filme mais modesto.</p>
<p>Affleck de fato consegue a melhor interpretação da sua carreira, dando conta de todos os traços de instabilidade e tensão do seu personagem, mas isso não é o suficiente para tornar <em><strong>O Caminho de Volta</strong></em> interessante para o público. Certamente foi um ponto importante da vida e carreira do ator, expurgar certos fantasmas na sua arte, mas para o espectador tenho minhas dúvidas se há grandes recompensas. Há momentos de grande emoção e uma compreensão precisa do que é a depressão e o lugar dos vícios nessas circunstâncias, isso é um ponto positivo do título, mas como obra cinematográfica talvez fosse necessário um &#8220;algo a mais&#8221; que, infelizmente, o filme não apresenta.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Gavin O&#8217;Connor<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Brandon Wilson, Al Madrigal, Janina Gavankar, Michaela Watkins, Will Ropp, Fernando Luis Vega, Charles Lott Jr.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-VcC6gaMmhw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-o-caminho-de-volta-now/">Dica do Dia: O Caminho de Volta (NOW)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-o-caminho-de-volta-now/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Lei da Noite</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lei-da-noite/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lei-da-noite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 00:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Lei da Noite]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Zoe Saldana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7427</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ben Affleck retorna ao cinema com mais uma produção dele como produtor, diretor e ator. Desta vez a proposta é adentrar no mundo do século 20, quando a lei seca imperava nos EUA e o contrabando corria solto nos bastidores. O longa é baseado em um livro que é muito mais complexo do que o roteiro do filme propõe. As coisas acontecem em uma velocidade muito frenética, deixando muito fio solto. Os personagens são apáticos, especialmente o protagonista vivido por [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lei-da-noite/">Crítica: A Lei da Noite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ben Affleck retorna ao cinema com mais uma produção dele como produtor, diretor e ator. Desta vez a proposta é adentrar no mundo do século 20, quando a lei seca imperava nos EUA e o contrabando corria solto nos bastidores.</p>
<p>O longa é baseado em um livro que é muito mais complexo do que o roteiro do filme propõe. As coisas acontecem em uma velocidade muito frenética, deixando muito fio solto. Os personagens são apáticos, especialmente o protagonista vivido por Affleck. Ele vem de uma carreira de altos e baixos, e este longa não representa a primeira opção.</p>
<p>Os personagens coadjuvantes à trama são até interessantes e protagonizados por excelentes artistas. Mas a história também não ajuda, sendo excessivamente lenta e sem atrativos.</p>
<p>A sensação que o espectador tem é que o trailer prometeu muito além do que o filme apresentou. A fotografia é interessante, mas não passa muito disso. Os saltos de tempo que a trama dá, definitivamente prejudica o resultado final. Ben, que vem de bons filmes como diretor, não acertou muito nesse.</p>
<p>Além disso, não há empatia com o casal protagonizado por Affleck e Zoe Saldana. É forçar um pouco a barra acreditar naquele amor que não evolui de forma natural.</p>
<p>Por fim, <i>A Lei da Noite</i> é um filme que tinha tudo para dar certo, mas caiu no erro de adaptar uma história longa, em pouco mais de duas horas. Muito se perde e isso faz toda a diferença.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/E8lwcsKj9ME" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lei-da-noite/">Crítica: A Lei da Noite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lei-da-noite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Contador</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-contador/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-contador/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2016 05:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[J.K. Simmons]]></category>
		<category><![CDATA[O Contador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6827</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando descobre ainda cedo que seu filho sofre de um tipo de autismo, a família Wolff resolve levar o pequeno Christian em uma clínica psiquiátrica que lida com crianças especiais. Quando o médico responsável propõe um tratamento para inclusão do menino na sociedade, para que ele tenha uma vida normal, o pai se posiciona contra e afirma que ficará responsável pela criação do menino. Anos se passam, e Christian é um homem responsável por sua própria vida. Ele é contador e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-contador/">Crítica: O Contador</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando descobre ainda cedo que seu filho sofre de um tipo de autismo, a família Wolff resolve levar o pequeno Christian em uma clínica psiquiátrica que lida com crianças especiais. Quando o médico responsável propõe um tratamento para inclusão do menino na sociedade, para que ele tenha uma vida normal, o pai se posiciona contra e afirma que ficará responsável pela criação do menino. Anos se passam, e Christian é um homem responsável por sua própria vida. Ele é contador e lida tão bem com números quanto é estranho com pessoas.</p>
<p>O longa então começa a mostra a vida adulta do menino e como ele lida com suas manias e transtornos compulsivos por organização. Ele tem uma necessidade extrema de finalizar tudo que começa e acaba se tornando um excelente profissional, daqueles extremamente dedicados e empenhados em oferecer o melhor serviço. Esse perfeccionismo o levou a trabalhar com todo tipo de gente, incluindo as perigosas que precisavam confiar 100% em alguém para cuidar de suas finanças.</p>
<p>Sem entrar em mais detalhes do roteiro principal para não dar <em>spoilers</em>, é preciso compreender que o foco acaba todo sendo em Ben Affleck e é inevitável uma lembrança e rápida comparação com seu último personagem em <em>Batman</em>. Neste filme, ele também é um menino que sofreu na infância com uma criação difícil, teve treinamento de luta e violência, aprendeu a atirar e atualmente ganha a vida sendo rico e discreto realizando serviços ilícitos. Qualquer semelhança, deveria ser uma mera coincidência. Não fosse o mesmo ator.</p>
<p>O diretor Gavin O&#8217;Connor consegue guiar a história de forma a criar um ápice muito interessante, é bem verdade. No entanto, em diversos momentos, é tanta informação passada para o espectador, que fica um tanto confuso. As nuances que são criadas em torno da personalidade do protagonistas variam de maneira muito brusca e, por um lado é excelente porque mostra claramente sua razão de ser, mas por outro não o consolida tanto quanto possível.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6829" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/maxresdefault.jpg" alt="maxresdefault" width="610" height="348" /></p>
<p>Ainda assim, Affleck segue sendo uma boa escolha, ao meu ver. Ele vem se mostrando em crescente desenvolvimento artístico e o resultado fica claro nas telonas. Basta tirar um pouco do preconceito que muitos críticos têm com ele para perceber isso. E Anna Kendrick, uma querida para mim, ilumina a sobriedade do longa. Ela dá um tom mais leve e cômico, mas sem perder seu talento e mostrando sempre para o que veio. J. K. Simmons também integra o elenco principal e dispensa qualquer tipo de comentário, embora pudesse ter um pouco mais de destaque na trama.</p>
<p>O filme tem uma narrativa bem interessante e lembra muito o estilo de produção do início dos anos 90, que produziu excelentes longas de ação e suspense, como <em>O Chacal</em>. No entanto, diferente deste, <em>O Contador</em> tenta se atualizar com piadinhas e romance meio sem nexo ao longo da trama, perdendo um pouco de sua credibilidade como roteiro. Além de tudo, o longa demora para engatar, entediando um pouco o espectador. Apesar do grande potencial, o diretor perde o fôlego na segunda metade da trama e nos oferece cenas previsíveis, conclusões óbvias demais e diálogos pouco atraentes.</p>
<p>Ainda assim, o espectador é presenteado com uma cena fantástica que é o sonho de consumo da maioria quando um vilão começa a querer discursar demais. Não entrarei em mais detalhes para não perder a graça, mas é um dos pontos altos do filmes, certamente.</p>
<p>A questão do autismo poderia ter sido melhor trabalhada, mas claramente não era o foco primordial. Ali era apenas uma desculpa para criar toda aquela circunstância de isolamento do protagonista. O espectador fica carente, no entanto, de mais informações. Ainda assim, é um filme que vale ser apreciado e que certamente irá entreter a maioria dos espectadores que forem conferir.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AP3fTyPoxgQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-contador/">Crítica: O Contador</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-contador/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2016 00:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Batman vs. Superman - A Origem da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=5723</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não foi uma jornada fácil para a Warner concretizar o sonho de muitos fãs de ver nos cinemas um filme sobre a Liga da Justiça ou, pelo menos, o aguardado encontro entre Batman e Superman, dois dos mais icônicos personagens das HQs. É verdade que essas dificuldades, em parte, podem ser creditadas a problemas de gestão do projeto pela própria empresa, que está longe de ter a mesma organização e logística da sua rival alçada ao status de estúdio, a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/">Crítica: Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não foi uma jornada fácil para a Warner concretizar o sonho de muitos fãs de ver nos cinemas um filme sobre a Liga da Justiça ou, pelo menos, o aguardado encontro entre Batman e Superman, dois dos mais icônicos personagens das HQs. É verdade que essas dificuldades, em parte, podem ser creditadas a problemas de gestão do projeto pela própria empresa, que está longe de ter a mesma organização e logística da sua rival alçada ao <i>status </i>de estúdio, a Marvel, na construção do seu universo em <i>Os Vingadores</i>.  Em outro ponto, sejamos sinceros, em razão da própria concorrência, desde a sua formação a partir de <i>O Homem de Aço </i>de 2013, essa empreitada da Warner/DC Comics sofre com a própria descrença do seu público com a construção desse universo de Liga da Justiça. Parte por uma idolatria exagerada em torno dos filmes da Marvel vinculados a <i>Os Vingadores </i>(me refiro assim porque fora os longas do Capitão América, de <i>Homem de Ferro </i>a <i>Os Vingadores</i> os filmes não são tudo isso que anunciam, deixo claro que é uma perspectiva particular da coisa). O outro elemento fundador dessa descrença está na &#8220;birra&#8221; (por vezes justificada) que parte do público tem no diretor escolhido para ser a mente por trás desse universo, o cineasta Zack Snyder de <i>300 </i>e <i>Watchmen</i>, vendido pelo estúdio como um visionário, mas visto por muitos como uma verdadeira fraude pela direção trôpega que costuma dar a seus trabalhos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No final das contas, todo esse &#8220;agouro&#8221; não deve afetar financeiramente <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>filme que ao mesmo tempo que serve como continuação de <i>O Homem de Aço</i> de 2013, começa a construir o terreno para a formação de toda uma série de filmes de super-heróis que promete girar na órbita do aguardado longa sobre a Liga da Justiça. Contudo, entre os críticos especializados e para um grupo de fãs dos quadrinhos, Zack Snyder e companhia, enfrentará ainda mais resistência já que o longa não anda sendo muito bem recebido por esse grupo. Às vésperas da sua estreia mundial, <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>não anda recebendo críticas tão favoráveis e ainda que seja dito que isso não vai afetar o futuro da Warner/DC Comics nos cinemas, já que parte dos projetos estão encaminhados (como <i>Mulher &#8211; Maravilha </i>e <i>Liga da Justiça</i>, previstos para estrearem ano que vem), de alguma maneira isso afeta os envolvidos. Até quando o apelo desse universo com o público será suficiente diante da má impressão causada pelos filmes da Warner/DC Comics que só anda piorando?</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<figure id="attachment_5730" aria-describedby="caption-attachment-5730" style="width: 658px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5730" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7-750x422.jpg" alt="batmanvsuperman7" width="658" height="370" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7.jpg 980w" sizes="(max-width: 658px) 100vw, 658px" /><figcaption id="caption-attachment-5730" class="wp-caption-text">Novo Bruce: Ben Affleck consegue se sair bem na sua versão do Batman, apesar de não ser o centro dramático do filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Batman vs. Superman </i>é o típico caso no qual o filme será abraçado pelo grande público, mas até quando o mesmo será condescendente com os deslizes do grupo? Ainda que defenda <i>O Homem de Aço </i>(não o considero tenebroso como alguns colegas, acho que é um filme eficiente que consegue lidar bem com os elementos da mitologia do Superman), o longa de Snyder sobre o filho de Krypton tinha seus tropeços, implacavelmente atacados por alguns. Declarado como o grande &#8220;engenheiro&#8221; por trás do universo DC Comics no cinema e diretor de <i>Liga da Justiça</i>, Snyder agora enfrenta um  &#8220;abacaxi&#8221; muito mais espinhoso já que o retorno das críticas a <i>Batman vs. Superman </i>tem sido bem mais ruidoso do que o caso <i>O Homem de Aço</i>.</p>
<p>Antes de mais nada, preciso deixar claro que <i>Batman vs. Superman</i> não é &#8220;a&#8221; obra-prima do seu nicho cinematográfico, porém mantém-se firme como um entretenimento bem orquestrado durante boa parte da projeção. É um filme que tem suas falta graves, mas consegue impor-se como uma experiência divertida durante parte da sua projeção, basta que o espectador consiga conviver com os seus equívocos e tropeços. Particularmente, uma das falhas mais severas do longa está fora da própria obra, me refiro a sua agressiva campanha de marketing que não fez questão alguma de &#8220;esconder&#8221; a maioria dos detalhes do longa, o que abordarei mais adiante, algo que pode parecer um detalhe, mas impõe-se como um grande problema considerando que os melhores momentos e diálogos da obra chegaram ao público com seu impacto sensivelmente reduzido. No mais, Snyder não economiza em seus excessos, há soluções simplistas, um amontoado de momentos que existem apenas para satisfazer os fãs e não estão em momento algum à serviço da sua história. Em contrapartida, percebe-se um esboço de ideias interessantes, há a introdução de personagens promissores e o filme funciona melhor como continuação de <i>O Homem de Aço </i>do que como prefácio de <i>Liga da Justiça </i>ou introdução do novo Batman, diga-se de passagem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
</div>
<figure id="attachment_5731" aria-describedby="caption-attachment-5731" style="width: 672px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5731" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman3.jpg" alt="batmanvsuperman3" width="672" height="353" /><figcaption id="caption-attachment-5731" class="wp-caption-text">Mais Planeta Diário: Lois Lane e Perry White, personagens de Amy Adams e Laurence Fishburne, têm mais momentos nesse filme.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>tem início com a perspectiva de Bruce Wayne sobre os eventos que levaram Metrópolis a uma destruição em massa ao final de <i>O Homem de Aço</i>, a batalha entre Superman e o vilão Zod. No longa, Superman começa a ser alvo de intensas discussões públicas a respeito da natureza dos seus atos na Terra: o Homem de Aço é de fato um herói, um Deus como muitos fazem questão de afirmar, ou não passa de uma grande ameaça para a humanidade já que suas ações sempre resultam em mortes e quebras de normas sociais? Nesse ambiente, não apenas Wayne começa a alimentar uma vontade de pôr fim às interferências do Superman como também uma grande ameaça a todos os cidadãos de Metrópolis começa a dar as suas primeiras cartadas contra o Homem de Aço, o inescrupuloso empresário Lex Luthor.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Diferente de <i>O Homem de Aço</i>, em <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</i>, o diretor Zack Snyder não economiza em suas excessivas e por vezes aborrecidas e aleatórias marcas estilísticas. Assim, há inúmeros planos que evidenciam os apelos do diretor em transformar qualquer sequência em um grande momento de fotografia cinemagráfica, Snyder também usa a exaustão o <i>slow motion</i>, algo que foi muito mais contido no filme anterior com o Superman dirigido pelo realizador, mas que aqui é usado como &#8220;desculpa&#8221; mais uma vez pelo diretor, que insiste na ideia de emular a linguagem dos quadrinhos nas telonas. Se por um lado não deixa de ser louvável a coragem do diretor, por outro soa como uma insistência tola, já que, diferente de filmes como <i>300 </i>e <i>Watchmen</i>, que funcionavam muito bem sob essa logística<i>, </i>todos esses recursos não prestam serviço algum à trama de <i>Batman vs. Superman</i>. O diretor ainda insiste na produção de sequências que nos remetem a sonhos, delírios ou pesadelos dos seus protagonistas como mecanismos de desenlaces para os nós da sua história, o que não funciona e só serve para tornar a experiência de assistir ao filme um pouco massante. Portanto, se em <i>O Homem de Aço, </i>Snyder mostrou-se controlado em seu &#8220;gênio-criativo&#8221;, o que foi um ganho tremendo para o longa de 2013, aqui ele usa e abusa das ferramentas narrativas e estéticas pelas quais ficou conhecido. Assim,  caso tenham implicâncias por esses arroubos visuais do realizador, estejam preparados, <i>Batman vs. Superman </i>os<i> </i>apresenta em grande volume.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<figure id="attachment_5732" aria-describedby="caption-attachment-5732" style="width: 621px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5732 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Batman_vs_Superman_1_embed.jpg" alt="Batman_vs_Superman_1_embed" width="621" height="334" /><figcaption id="caption-attachment-5732" class="wp-caption-text">Mulher-Maravilha: Estreia da personagem de Gal Gadot deixa o público com um gostinho de &#8220;quero mais&#8221;.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Zack Snyder à parte, o roteiro de Chris Terrio e Davis S. Goyer também não faz um grande serviço ao longa. Existe um esboço de ideias interessantes mal executadas não apenas pelo diretor, mas também pelos roteiristas. Há inúmeras concepções interessantes que são mal aproveitadas no filme. A ideia de ter um Batman mais experiente de um lado e um Superman inexperiente do outro tentando lidar com todas as demandas requeridas a um super-herói é muito interessante, mas nunca esgarçada pelos roteiristas, muito menos pelo diretor, que está mais preocupado com seus &#8220;arroubos&#8221; visuais. Operando em duas frentes, de um lado como continuação de <i>O Homem de Aço</i>, explorando com mais veemência relações que foram apenas introduzidas naquele longa, como é o caso da dinâmica entre Clark Kent e Lois Lane, mas também como um prefácio de <i>Liga da Justiça</i>, a <span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">verdade é que, na prática, o longa presta muito mais serviço a sua primeira função do que à segunda. Assim, </span><em data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px; text-align: start;">Batman vs. Superman </em><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">soa como um filme melhor quando pensado como uma continuação de </span><em data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px; text-align: start;">O Homem de Aço </em><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">do que como uma preparação para <i>Liga da Justiça</i></span></span><span style="color: #333333; font-family: times, 'times new roman', serif;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; font-family: &quot;times&quot; , &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 16px; line-height: 24px;">. O filme é mais eficiente ao lidar com as questões que envolvem o Superman (algumas bem interessantes, por sinal), do que quando prepara terreno para <i>Liga da Justiça</i>. </span> Quando o centro dramático de <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>volta-se para a história do Superman, o filme sempre parece fazer mais sentido.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> É verdade que, no conflito de percepções sobre modelos de heroísmo entre Batman e Superman, o longa tem em mãos uma munição que poderia render discussões muito mais profundas do que ele de fato promove. Em seu filme, Snyder opta por reflexões que são pertinentes e eficientes mas que ficam na superfície e abraça sem maiores problemas o puro e simples entretenimento, &#8220;jogando&#8221; sempre para o público, sobretudo os fãs mais ardorosos, com momentos e cenas que todos esperavam ver: o duelo dos protagonistas, a aparição da Mulher-Maravilha, a formação da Liga da Justiça (algo que a própria Marvel fez no primeiro <i>Os Vingadores</i> que, sejamos sinceros, não passa de um amontoado de sequências de lutas feitas para o único e exclusivo deleite dos fãs dos quadrinhos que aguardavam há anos o encontro entre os personagens icônicos da editora). Sinceramente, também não há problema algum nessa decisão de Snyder e da equipe de <i>Batman vs. Superman</i>. O filme tem a pretensão de privilegiar um nicho do público e segue coerente em todo o propósito traçado pelo realizador e pelo estúdio para os personagens da DC Comics, que possuem uma linha de ação e uma abordagem completamente diferente do tom da Marvel, diga-se de passagem.</p>
<p>Além de tudo isso, sejamos sinceros, no final das contas, entre os valores que filmes de super-heróis acabam adquirindo ao humanizar personagens que são mitos (a franquia <i>Homem-Aranha </i>de Sam Raimi), ao explorar o lado obscuro e violento deles (a versão de Christopher Nolan para o Batman desde <i>Batman Begins</i>), ao abordar discussões de importante cunho social (os filmes da série <i>X-Men</i>) ou fazer um exercício irônico de metalinguagem (<i>Deadpool</i>), o que importa mesmo é que estamos vendo um filme de super-heróis e o que a gente mais quer ver nesse caso específico é esse duelo de titãs, a primeira aparição da Mulher-Maravilha e por ai vai. Nesse sentido, e desde que você tenha consciência e consiga conviver com os problemas do longa, o primeiro encontro entre Batman e Superman cumpre os seus objetivos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>P.S.: Algo que me aborreceu bastante durante a sessão de <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</i>, como já antecipei, foi a massiva campanha de marketing feita em torno do filme com um ano e meio de antecedência. Entre diversas versões de trailers disponibilizadas pela Warner, imagens, pôsters, gifs e informações da internet, praticamente todo o filme foi revelado ao público antes mesmo dele ser lançado. Em diversos momentos, pensei se minha reação a determinadas cenas ou diálogos não seriam mais entusiasmadas caso não tivesse acesso a essas informações (e olha que evitei ao máximo, mas nos dias de hoje é praticamente impossível não se deparar com a oferta desses conteúdos). Diversas cenas marcantes e diálogos importantes do filme já haviam sido revelados antes mesmo dele chegar aos cinemas e isso foi uma grande mancada da Warner no que diz respeito a <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça. </i>Provavelmente, a maior delas.</p>
</div>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/">Crítica: Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
