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	<title>Arquivos Duna - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Duna - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Duna &#8211; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 12:56:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma responsabilidade &#8211; ou ao menos deveria existir &#8211; quando o assunto é um trabalho de adaptação. Ao falar de obras literárias de ficção (fantástica ou científica), onde a construção de universo é uma árdua missão, a realização desse processo adaptativo se torna ainda mais difícil. Denis Villeneuve já havia provado em Blade Runner 2049 (2017) que ele sabia como dar continuidade num universo sci-fi. A renovação trazida por ele é repleta de qualidades e por isso seu trabalho [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna-parte-2/">Crítica: Duna &#8211; Parte 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Existe uma responsabilidade &#8211; ou ao menos deveria existir &#8211; quando o assunto é um trabalho de adaptação. Ao falar de obras literárias de ficção (fantástica ou científica), onde a construção de universo é uma árdua missão, a realização desse processo adaptativo se torna ainda mais difícil. Denis Villeneuve já havia provado em </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><i><span style="font-weight: 400">Blade Runner 2049 (2017)</span></i></a><span style="font-weight: 400"> que ele sabia como dar continuidade num universo </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400">. A renovação trazida por ele é repleta de qualidades e por isso seu trabalho em </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><i><span style="font-weight: 400">Duna (2021)</span></i></a><span style="font-weight: 400"> foi admirável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia de continuar uma história do escopo da adaptação de <strong><em>Duna</em></strong>, ainda sobre o primeiro livro, impressionou o público, mas Villeneuve não decepciona. O trabalho do diretor e roteirista canadense em </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> é ainda mais louvável. A sequência </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400"> chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) com a promessa de ser o primeiro </span><i><span style="font-weight: 400">blockbuster</span></i><span style="font-weight: 400"> do ano. O novo longa-metragem consegue superar as expectativas (e seu antecessor) e leva o espectador numa odisseia espacial ainda mais estonteante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como já foi visto inúmeras vezes ao decorrer da história do cinema, alcançar expectativas de filmes que se tornam uma espécie de ‘clássico instantâneo’ para o seu respectivo gênero é um desafio gigante. </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">, contudo, vem na contramão disso. O segundo capítulo da saga </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400"> interestelar é maior em escopo, qualidade e sensações. Tanto no que Villeneuve e seu colega de roteiro, Jon Spaihts (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho/"><i><span style="font-weight: 400">Doutor Estranho</span></i></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-passageiros/"><i><span style="font-weight: 400">Passageiros</span></i></a><span style="font-weight: 400">, ambos de 2016), fazem ao criar saídas e novas rotas para a adaptação, como no empenho do diretor ao orquestrar essa odisseia espacial, existe uma condução de narrativa invejável no novo longa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Talvez o maior mérito de Denis Villeneuve seja este. Construir imagética e esteticamente um universo diferente de tudo já visto &#8211; e o fazer com qualidade técnica e artística &#8211; ao mesmo tempo que ele entrega um produto acessível e possível de alcançar uma bilheteria astronômica. O cineasta canadense justamente é capaz de unir o que alguns chamam de ‘cinema de arte’ com o popular </span><i><span style="font-weight: 400">blockbuster</span></i><span style="font-weight: 400">. E isso é fascinante sobre </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">. O longa será capaz de abarcar um número imenso de espectadores com suas possibilidades narrativas, artísticas e técnicas.</span></p>
<figure id="attachment_17766" aria-describedby="caption-attachment-17766" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17766" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-750x500.jpg" alt="Duna: Parte 2 (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6.jpg 1053w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-17766" class="wp-caption-text">Timothée Chalamet e Austin Butler em cena de &#8216;Duna: Parte 2&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda sobre essa colisão de mundos gerada pela produção, </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> também se torna um evento por envolver um tipo de projeto que há muito não se via &#8211; ao menos não com a dimensão da saga de Villeneuve. Talvez, na ficção, a última vez que o público vislumbrou algo dessa magnitude tenha sido com a saga </span><i><span style="font-weight: 400">Harry Potter (2001-2012)</span></i><span style="font-weight: 400"> ou </span><i><span style="font-weight: 400">Star Wars (1977-2019)</span></i><span style="font-weight: 400">. Em ambos os projetos, no entanto, nunca houve um processo autoral tão claro como em </span><b><i>Duna</i></b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Continuando o olhar sob os aspectos técnicos de </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> que se destacam, é possível imaginar um futuro repleto de indicações em diversas categorias. O departamento de arte, fotografia, som e efeitos especiais são os principais motivadores desse resultado de tirar o fôlego. Hans Zimmer (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-sem-tempo-para-morrer/"><i><span style="font-weight: 400">007 &#8211; Sem Tempo para Morrer</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2021) media o filme com sua trilha sonora epopeica. Para elevar o trabalho do compositor alemão, o restante do departamento de som constrói camadas sensoriais dessa jornada prometida de Paul Atreides. É inevitável não se arrepiar ao ver o personagem de Timothée Chalamet sendo aclamado pelos seus seguidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Da mesma forma que o som, a composição visual encabeçada pela tríade fotografia, efeitos visuais e arte cria imagens surpreendentes. Seja no quesito construção de universo ou no fator de vislumbre, as três equipes formam imagens inesquecíveis sobre esse universo espacial ficcional idealizado por Frank Herbert. </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> é um presente aos olhos. Quanto maior a tela e melhor o som, a experiência se intensifica. Para a surpresa do público, a sequência <em>sci-fi</em> consegue entregar um trabalho técnico ainda mais impressionante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não menos importante do que o texto, a técnica ou a direção, o elenco que compõe </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> completa essa ópera espacial perfeitamente conduzida. Os conhecidos nomes do primeiro filme, como Chalamet (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-wonka/"><i><span style="font-weight: 400">Wonka</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023), Zendaya (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/"><i><span style="font-weight: 400">Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2021), Rebecca Ferguson (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-acerto-de-contas-parte-1/"><i><span style="font-weight: 400">Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023) e Javier Bardem (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-pequena-sereia/"><i><span style="font-weight: 400">A Pequena Sereia</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023), e as novas adições, como Austin Butler (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-elvis/"><i><span style="font-weight: 400">Elvis</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2022), Florence Pugh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-se-preocupe-querida/"><em>Não Se Preocupe, Querida</em></a>, de 2022) e Christopher Walken, formam um elenco estelar. Essa reunião de talentos, assim como feita no longa anterior, eleva o projeto a um outro patamar com performances meticulosas e poderosas, como Butler interpretando Feyd-Rautha, o violento e cruel sobrinho do Barão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa união de fatores faz de </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> um filme fora da curva. Há muito que não se via uma construção de universo tão detalhada e rica como nesse projeto. Para além de conseguir transpor o mundo interestelar criado por Herbert, um dos maiores méritos de </span><b><i>Duna</i></b><span style="font-weight: 400"> é continuar se levando a sério e, por conta disso, manter a missão de sempre evoluir. A sequência é a prova desse compromisso orquestrado por Denis Villeneuve. O cineasta parece ter tido como meta criar uma odisseia espacial ainda maior, mais bela e impactante. E, com a </span><b><i>Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">, ele foi capaz de realizar isso da forma mais impressionante possível.</span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Denis Villeneuve</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Timothée Chalamet, Zendaya, Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Austin Butler, Florence Pugh, Dave Bautista, Christopher Walken, Léa Seydoux, Stellan Skarsgård, Charlotte Rampling e Javier Bardem</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/QqmbrvluQRA?si=OfC4g2nhRANkAzG9" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Duna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2021 20:44:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estreia nesta quinta-feira, 21 de outubro, o longa Duna, mais uma produção futurista do diretor Denis Villeneuve, que já foi responsável por A Chegada e Blade Runner 2049. Neste filme, ele explora o futuro longínquo criado pelo escritor Frank Herbert na sua série de livros homônima. Os vários planetas do Universo são comandados por um imperador e o item mais valioso é a especiaria “melange”, poderosa em dar a vida ou condenar à morte aqueles que as utilizam, além de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia nesta quinta-feira, 21 de outubro, o longa <em><strong>Duna</strong></em>, mais uma produção futurista do diretor Denis Villeneuve, que já foi responsável por <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-chegada/"><em>A Chegada</em></a> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><em>Blade Runner 2049</em></a>. Neste filme, ele explora o futuro longínquo criado pelo escritor Frank Herbert na sua série de livros homônima. Os vários planetas do Universo são comandados por um imperador e o item mais valioso é a especiaria “melange”, poderosa em dar a vida ou condenar à morte aqueles que as utilizam, além de conferir poderes sobrehumanos.</p>
<p>O Duque Leto Atreides, vivido brilhantemente por Oscar Isaac (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-a-ascensao-skywalker/"><em>Star Wars: A Ascensão Skywalker</em></a>), é designado pelo Imperador a assumir o controle do planeta desértico Arrakis, também conhecido como <em><strong>Duna</strong></em>, onde a “melange” é ainda mais farta. Ele segue com sua família, incluindo o seu filho e sucessor Paul (Timothée Chalamet, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>) e sua concubina Lady Jessica (Rebecca Fergunson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-sono/"><em>Doutor Sono</em></a>). Ao chegar no local, eles descobrem que foram traídos pelo comando e precisam se unir ao povo nativo, os complicados Fremen, para conseguir combater a amarga traição.</p>
<p>A obra passeia sem pressa por suas mais de 2h30 de duração, explanando todos as características daquela sociedade complexa e distinta da nossa. O diretor não se furta de detalhar as ordenações de poderes, os avanços tecnológicos, as dinâmicas sociais, numa tentativa bem-sucedida de inserir o espectador completamente na trama. Quando nos damos conta, já estamos envoltos naquela esfera de ficção científica que muito nos lembra a franquia <em>Star Wars</em>.</p>
<p>À medida que a história evolui, acompanhamos o dilema de Paul em assumir o seu posto de sucessor ao ducado do pai e como o seu genitor lida tranquilamente com isso. Particularmente, às vezes considero Chalamet valorizado além da conta, como mais um ator que Hollywood pega como favorito e nós não entendemos completamente o motivo. No entanto, em <em><strong>Duna</strong></em>, ele mostra o quanto é capaz de assumir diferentes nuances de personagens, mesmo aqueles que exigem uma profundidade maior.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14693" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/rev-1-DU-10745rv4_High_Res_JPEG.jpeg" alt="Duna" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/rev-1-DU-10745rv4_High_Res_JPEG.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/rev-1-DU-10745rv4_High_Res_JPEG-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/rev-1-DU-10745rv4_High_Res_JPEG-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/rev-1-DU-10745rv4_High_Res_JPEG-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Paul é um protagonista que cresce aos nossos olhos, seja pela mudança de seu perfil de jovem para homem, seja pelas camadas que ele vai mostrando com a evolução do roteiro. O rapaz tem sonhos premonitórios constantes com uma mulher desconhecida, vivida por Zendaya (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-longe-de-casa/"><em>Homem-Aranha: Longe de Casa</em></a>). Ela aparece em flashes constantes na mente dele e só temos a oportunidade de ver a interação presencial ao final do filme. No entanto, a expectativa criada é cumprida e a dupla prova uma ótima química em cena, deixando um inevitável desejo por uma continuação.</p>
<p>Villeneuve consegue o ponto de equilíbrio perfeito entre a explanação da história e a ação em si. O espectador sai completamente inteirado de todos os detalhes da narrativa, sem que isso torne-se maçante de alguma forma. A duração do filme se mostra necessária e bem aproveitada, uma vez que temos tempo o suficiente com todos os personagens relevantes. Vale lembrar que o elenco conta ainda com participações de Jason Momoa (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>), Stellan Skarsgård (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mamma-mia-la-vamos-nos-de-novo/"><em>Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo</em></a>), Josh Brolin (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool-2/"><em>Deadpool 2</em></a>), Javier Bardem (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-todos-ja-sabem/"><em>Todos Já Sabem</em></a>) e Dave Bautista (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>). Time de peso para ficar à altura da grandiosidade da produção.</p>
<p>E, sim, esse é um filme imenso e poderoso. <em><strong>Duna </strong></em>oferece todos os elementos fundamentais para uma boa ficção científica, como brigas com tecnológicas, explosões em planetas remotos, guerra política, disputa por algum item raro ou de grande poder. Ele consegue estar muito próximo de Star Wars, mas ainda mantendo a sua característica particular e individual. Trata-se de mais uma produção para os fãs desse estilo de filme se deleitarem no cinema.</p>
<p>Todo esse roteiro bem construído não seria de grande valia se não fosse a combinação impressionante entre fotografia e trilha sonora. O diretor de fotografia Greig Fraser coincidentemente trabalhou em <em>Rogue One: Uma História Star Wars</em>. Já o magnífico e premiado compositor Hans Zimmer produziu uma trilha tão intensa e latente, que funciona como mais um personagem na trama. Nada do que sentimos ao longo de <em><strong>Duna </strong></em>seria possível sem a trilha sonora impecável.</p>
<p>Logo no início do longa, já somos informados de que essa é a Parte 1 da história e que uma continuação se faz necessária. O desfecho de <em><strong>Duna </strong></em>não é conclusivo e serve para deixar o espectador ainda mais ansioso pelos próximos capítulos deste novo universo cuidadosamente criado pelo escritor Frank Herbert e transmitido em tela pelo trabalho impecável de Denis Villeneuve. Valeu a pena todo o tempo de espera.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Denis Villeneuve</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Oscar Isaac, Jason Momoa, Stellan Skarsgård, Josh Brolin, Javier Bardem, Dave Bautista</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/dnBpZuSUISQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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