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	<title>Arquivos Charlize Theron - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Charlize Theron - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica O Jogo do Predador (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:08:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Charlize Theron embarca neste suspense que, ao tentar não entregar um resultado genérico, apresenta justamente isso. O Jogo do Predador é mais um filme de psicopata, que persegue uma mocinha durona.  O que acontece aqui é que projeção não sustenta o que conseguiu apresentar em sua abertura. Porque é preciso admitir que quando a obra foca, em seus primeiros minutos, na relação do casal Sasha (Theron) e Tommy (Eric Bana), ela prende a atenção. Tudo parece ser instigante no enredo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Charlize Theron embarca neste suspense que, ao tentar não entregar um resultado genérico, apresenta justamente isso. <em>O Jogo do Predador</em> é mais um filme de psicopata, que persegue uma mocinha durona. </span></p>
<p>O que acontece aqui é que projeção não sustenta o que conseguiu apresentar em sua abertura. Porque é preciso admitir que quando a obra foca, em seus primeiros minutos, na relação do casal Sasha (Theron) e Tommy (Eric Bana), ela prende a atenção.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Tudo parece ser instigante no enredo naquele momento. Tanto o teor da conversa, os anos de relacionamento da dupla, quanto o local do diálogo: uma montanha na neve. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Os dois não apenas falam sobre presente, passado e possibilidades de futuro, como dormem no meio da escalada, em uma tenda, fixada na própria montanha! A impossibilidade de deslocamento, as tensões espaciais e os sentimentos de Sasha e Tommy geram empatia no público e convocam um clima de suspensão.</span></p>
<p>Todavia, após a morte de Tommy, a trama se perde. A pior parte dessa lógica é que o que vem depois do luto de Sasha é o plot real do longa-metragem e a maior parte da sessão.</p>
<p>No entanto, com previsibilidade e falas preguiçosas, a produção fica difícil de acompanhar. <span style="font-weight: 400;">Os momentos que essa característica negativa mais se destacam são os que acontecem no acampamento de Ben (Taron Egerton).<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tentativa de criar um jogo mental entre as personagens não funciona, porque o texto é caricato e repetitivo. Serial killer obcecado pela mãe e que gosta de criar padrões nas mortes das vítimas? Zero novidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, tudo bem, não precisava ser tão inventivo assim, porém é necessário explorar progressões e camadas das personagens. Mas, esse elemento não se faz presente apenas no roteiro.</span></p>
<p>Além disso, a marcação de cena entrega uma espécie de <em>deja vu</em>. É como se quem assiste soubesse quem vai para esquerda ou direita, quem vai correr e como vai fazer isso, cada passinhos… Esse fato é curioso porque a trama tenta surpreender com sequências como a dentro da caverna e depois que Sasha foge de lá.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, o desfecho ainda se torna torturante porque depois que (alerta de spoiler) o vilão morre, o espectador ainda tem que ver tudo que Sasha vai fazer. Nada na obra pode ficar subentendido. Lembra aquela conversa de artistas de Hollywood sobre o pedido das repetições e obviedades nas histórias para os streamings?</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Isso não é novidade e já ocorria na televisão aberta, ok. E essa discussão é extensa. Mas, o que importa aqui é que, de fato, essa estratégia é utilizada. As cenas se parecem umas com as outras, as personagens não são desenvolvidas e o consumidor é subestimado na contemporaneidade. </span></p>
<p>De toda maneira, pelo menos a equipe abusa das temperaturas quentes e a fotografia vai além das luzes chapadas de atualmente. Isso e o fato do filme Theron com Bana no começo já são ganhos extraordinários para o cenário que o cinema estadunidense vive.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Baltasar Kormákur</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Charlize Theron, Eric Bana, Taron Egerton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="O JOGO DO PREDADOR | Trailer (2026) Legendado" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/oMBKd-kpk70?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos 10</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 20:05:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Velozes e Furiosos 10 é aquele tipo de filme que a gente sabe que é desnecessário mas que vai assistir mesmo assim porque já estamos há muito tempo acompanhando a saga de Dominic Toretto (Vin Diesel, Guardiões da Galáxia Vol. 3). No entanto, ele consegue se provar completamente necessário a medida que a história vai se desenvolvendo. Sei que sou uma grande fã de Velozes e Furiosos (sim, não faz sentido), mas posso provar o que estou falando aqui. Dominic [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em> é aquele tipo de filme que a gente sabe que é desnecessário mas que vai assistir mesmo assim porque já estamos há muito tempo acompanhando a saga de Dominic Toretto (Vin Diesel, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-guardioes-da-galaxia-vol-3/"><em>Guardiões da Galáxia Vol. 3</em></a>). No entanto, ele consegue se provar completamente necessário a medida que a história vai se desenvolvendo. Sei que sou uma grande fã de <em>Velozes e Furiosos</em> (sim, não faz sentido), mas posso provar o que estou falando aqui.</p>
<p>Dominic está curtindo a &#8220;aposentadoria&#8221; e sua família, algo que ele dá o maior valor e lutou tanto para ter e manter. Sua paz é perturbada quando um desafeto do passado retorna para vingar a morte do pai. Dante (Jason Momoa, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>) é filho de Hernan Reyes (Joaquim de Almeida, <em>Dupla Explosiva</em>) morto há mais de uma década, lá em <em>Velozes &amp; Furiosos 5: Operação Rio</em>. E é bom salientar que este é o primeiro filme, de dois, da finalização épica dessa franquia de sucesso.</p>
<p>É preciso compreender que com <em>Velozes e Furiosos</em> nós devemos sempre partir do pressuposto de que não há muito compromisso com a lógica e realidade, mas que tudo bem ser assim. Ninguém vai (ou deveria ir) assistir um longa desses esperando uma indicação ao Oscar. Mas o que diferencia esta franquia é que ela vem procurando ter algum nível de profundidade nos personagens, algo que fica muito claro aqui.</p>
<p>Todas as dores que afligem Toretto fazem dele viver no constante medo de perder aquilo que lhe é mais caro: sua família. Ainda que ele tente curtir ao máximo os momentos com o filho Brianzinho e com Letty (Michelle Rodriguez, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-viuvas/"><em>As Viúvas</em></a>), a sombra do perigo sempre paira. E é sobre isso que o filme trata. Se Dominic não exterminar de vez qualquer ameaça que ele tenha, não vai conseguir efetivamente relaxar e viver em paz.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16729" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423.jpg" alt="Velozes e Furiosos 10" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/5724423-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com cenas de ação muito bem construídas e orquestradas, <em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em> evolui com uma trama bem interessante que conecta vários fios soltos. São personagens entrelaçados e &#8220;ressuscitados&#8221; que são mais aprofundados, gerando conexão com o espectador. Há essa altura do campeonato, se tivéssemos aqui uma equipe de baixa qualidade, a franquia não se sustentaria da forma como se mantém. Aliás, vale pontuar que o que manter esta saga até hoje é a sua bilheteria ao redor do mundo, especialmente na América Latina, já que os EUA em si não é muito fã e costuma não prestigiar. E eles deixam isso bem claro quando botam o vilão para se criar aqui no Brasil.</p>
<p>Falando em vilão, Momoa deu seu sangue por esse personagem, que é a personificação de um psicopata. Ele está louco, perverso, sem critérios. Uma inspiração em o Coringa de Joaquim Phoenix misturado com o antagonista de <em>007 &#8211; Operação Skyfall</em>, vivido por Javier Bardem. Muito bacana de ver!</p>
<p>Como um grande fim, o roteiro se esforça em dar motivo e consequências aos personagens. Todos têm seu momento de sucesso ali e sua importância destacada. Por sinal, podem esperar todo e qualquer ator que já apareceu nestas tramas &#8211; inclusive, na cena pós-crédito. Algumas não fazem muito sentido? Sim, mas a gente ignora isso pela grandiosidade da história.</p>
<p>Uma trilha sonora bacana, personagens carismáticos, cenas de ação mescladas com drama acertado, <em><strong>Velozes e Furiosos 10</strong></em>, no meu ponto de vista, não tem como dar errado. É aquela explosão de mentiras que nós amamos, afinal, não se pode esperar que uma franquia dessa tenha qualquer compromisso com a realidade. É para isso que estamos ali. É um filme desnecessário, sim. Excelente também.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Louis Leterrier</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jason Momoa, Tyrese Gibson, Ludacris, John Cena, Nathalie Emmanuel, Jordana Brewster, Brie Larson, Charlize Theron, Helen Mirren, Scott Eastwood, Sung Kang</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/a1w9x5U88jU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Velozes &#038; Furiosos 9</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 13:07:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Velozes &#38; Furiosos 9 é mais um episódio desta franquia de sucesso que traz Vin Diesel no papel do famoso Dominic Toretto. É de se pensar que ao chegar no nono episódio, as histórias já estariam cansadas e mal trabalhadas. Por um lado, isso é bem verdade. Essa saga começou de um jeito completamente diferente da que está agora e definitivamente poderia ter parado lá no começo. No entanto, se o espectador abstrair alguns elementos, esta continua sendo uma ótima [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Velozes &amp; Furiosos 9</em></strong> é mais um episódio desta franquia de sucesso que traz Vin Diesel no papel do famoso Dominic Toretto. É de se pensar que ao chegar no nono episódio, as histórias já estariam cansadas e mal trabalhadas. Por um lado, isso é bem verdade. Essa saga começou de um jeito completamente diferente da que está agora e definitivamente poderia ter parado lá no começo. No entanto, se o espectador abstrair alguns elementos, esta continua sendo uma ótima experiência.</p>
<p>Não vou focar muito aqui no roteiro, pois ele não oferece nada diferente do que estamos acostumados nos últimos longas. Um vilão que força os mocinhos a sair do lugar de conforto para travar uma batalha certamente impossível e que envolve muito tiro, carros caros e músculos sobressalentes. Dito isso, esse é mais um filme com uma cascata de mentiras absurdas e sequenciais. <em><strong>Velozes &amp; Furiosos 9</strong></em> não tem praticamente cena algum que revele algum compromisso com a veracidade da vida real. São muitos tiros que não atingem os mocinhos, explosões que não ferem ninguém e finalizações de embates completamente aleatórias.</p>
<p>Mas seria isso um problema? Acredito que não. Este filme (talvez a franquia como um todo) foca unicamente em entreter o espectador com ótimas cenas de ação e pancadaria. Com protagonistas carismáticos que facilmente geram empatia, isso não se torna uma tarefa tão difícil, mesmo que exista aqui uma preguiça por parte do roteiro em tentar amarrar mais a história. Não acredito que alguém vá assistir ao longa esperando uma grande experiência cinematográfica e, sim, diversão sem pretensão.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14205" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200.jpg" alt="Velozes &amp; Furiosos 9" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/velozes-furiosos-9-trailer-insano_avft.1200-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>Velozes &amp; Furiosos 9</strong></em> nos traz o absurdo (ou seria mesmo?) de colocar o espaço sideral na jogada e com um carro! Sim, essa cena é completamente péssima e sensacional. São tantas mentiras escrachadas que o espectador começa a deixar de se preocupar com isso e focar nos duelos. Toretto continua completamente absoluto em qualquer cena, não sendo páreo para ninguém. Neste longa, temos mais de sua história, a relação com o pai que morreu e com o irmão com quem não fala há anos.</p>
<p>Ainda temos elementos dos últimos filmes, como as vilãs interpretadas por Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/"><em>Casal Improvável</em></a>) e Helen Miren (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-mentira/"><em>A Grande Mentira</em></a>), pontuando rápidas e eficientes participações. Personagens do passado também são ressuscitados e a dinâmica funciona até bem, mesmo que fosse desnecessária.</p>
<p>Não espere um grande filme de <strong><em>Velozes &amp; Furiosos 9</em></strong>, pois ele é ruim. Mas é um ruim extremamente eficiente em oferecer entretenimento ao espectador e é justamente isso que esperamos. É por esse motivo que esta franquia segue sendo o meu grande <em>guilty pleasure</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Justin Lin</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, John Cena, Ludacris, Nathalie Emmanuel, Charlize Theron, Sung Kang, Helen Mirren</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/N2dx2M4L8T0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-furiosos-9/">Crítica: Velozes &#038; Furiosos 9</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: The Old Guard (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 19:39:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem múltiplos tipos de obras audiovisuais. Algumas são impecáveis esteticamente e cumprem sua função de forma plena. Outras, por mais que tentem imprimir qualidade técnica, falham por não funcionarem na tela de certa maneira, como em uma falta de estabelecimento de tensão em um suspense ou ter o tempo certo em uma comédia. Ainda existem aqueles que, por mais equívocos que possuam aqui e ali, divertem, elencam quesitos positivos e, mesmo que não sejam brilhantes, acabam entregando um resultado aceitável. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem múltiplos tipos de obras audiovisuais. Algumas são impecáveis esteticamente e cumprem sua função de forma plena. Outras, por mais que tentem imprimir qualidade técnica, falham por não funcionarem na tela de certa maneira, como em uma falta de estabelecimento de tensão em um suspense ou ter o tempo certo em uma comédia. Ainda existem aqueles que, por mais equívocos que possuam aqui e ali, divertem, elencam quesitos positivos e, mesmo que não sejam brilhantes, acabam entregando um resultado aceitável. Este último caso é o de <strong><em>The Old Guard</em></strong>, nova produção da Netflix, estrelada por Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Casal Improvável</em></a>).</p>
<p>Começando pelo o que há de melhor no filme, é possível destacar fortemente o desenvolvimento das personagens, principalmente como isto cria um elo de conexão do espectador com a obra. A forma como a vida pregressa das personagens é contada de maneira orgânica e pontual. Depois, traços de suas personalidades apareçam em momentos de conflitos e batalhas é um ganho aqui. O público acaba conseguindo alcançar uma sensação de proximidade com aquelas personas ficcionais e suas escolhas também fazem mais sentido por isso. Como foram muitos séculos de existência, as suas trajetórias ganham força, seja em frases que parecem soltas em cenas espaçadas ou em situações nas quais tudo cessa para que se possa mergulhar no passado. Isto faz com que, ao final da projeção, um senso forte de empatia seja atingido.</p>
<p>Outro fator que chama a atenção é a mescla equilibrada entre enquadramentos com a câmera parada e os que utilizam amplamente diversos movimentos, fomentando as sequências de ação e criando um clima mais intimistas nos instantes de conversa. Como se é sabido, é crucial neste tipo de gênero os respiros bem feitos, daqueles não façam com que o fôlego se perca. Dessa maneira, a diretora Gina Prince-Bythewood (<em>A Vida Secreta das Abelhas</em>) sabe quando priorizar o foco dos momentos introspectivos e das revelações sobre outras épocas, deixando que estas partes sejam realmente dos atores. Já nas batalhas e brigas, panorâmicas, <em>tilts</em>, <em>trackings</em> etc aparecem bastante. Esta dinâmica, inclusive, é acentuada pela iluminação, pelo figurino e o cenário, que têm uma sobriedade maior, com cores mais neutras e/ou lisas, direcionando sempre o olhar para o que está sendo mostrado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13020" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1244995.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="The Old Guard" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1244995.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1244995.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/07/1244995.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No entanto, o roteiro desenvolve bons <em>backgrounds</em> das personagens, mas falta um tanto de vontade em não subestimar o público na construção das relações. Além de uma narração de Theron &#8211; que se perde no meio da exibição &#8211; os diálogos são, muitas vezes, expositivos. Eles explicam e reexplicam elementos que já foram compreendidos ou que poderiam ficar subentendidos. Outro incomodo da narrativa é a quantidade de <em>plots</em> em um único longa. O desespero em colocar premissas que deixem ganchos para uma continuação faz com que o rumo daquele episódio fique um tanto turvo.</p>
<p>O que é extremamente estranho já que quem assina o roteiro é Greg Rucka, criador da HQ que inspirou a adaptação de <strong><em>The Old Guard</em></strong>.  Há muita informação e, até a conclusão do conflito principal, fica uma suspensão estabelecida, porque existem dois caminhos claros que poderiam ser seguidos. E eles ficam se espremendo constantemente, procurando um espaço para ocorrerem com tranquilidade. Esta sede por inserir muitas subtramas diminui o impacto do que está sendo contado, porém, o seu resultado final é uma sessão divertida e empolgante.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Gina Prince-Bythewood </p>
<p><strong>Elenco</strong>: Charlize Theron, Charlize Theron, Harry Melling, Kiki Layne, Chiwetel Ejiofor, Veronica Ngo, Matthias Schoenaerts</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x4_EAlRLY_E" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/">Crítica: The Old Guard (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Atriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:00:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da crítica especializada que havia elogiado as performances das duas nos filmes <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Nós</em> </a>e A Despedida, respectivamente. Nenhuma diretora mulher consta entre os concorrentes também.</p>
<p>Ainda assim, mesmo com tanta lacuna de diversidade, dez nomes de intérpretes mulheres foram reveladas no dia 13 de janeiro, sendo que cinco artistas aparecem na seção de protagonistas, que está nesta publicação, e a outra metade está na parte de coadjuvantes (e você pode ver <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz-coadjuvante/">aqui</a>). Pensando nisso, o <span style="color: #ba1616;"><em><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></em></span> traz agora uma breve análise das atuações femininas concorrentes na corrida pelo troféu da Academia em 2020. Confira o Especial Oscar 2020: Melhor Atriz!</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12377 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">O Escândalo</a></strong>)</h5>
<p>Vivendo uma personagem que existe na vida real, a jornalista Megyn Kelly, a atriz impressiona em alguns aspectos de sua construção e incomoda em outros. Primeiramente, é possível perceber o cuidado de Charlize ao utilizar um tom e peso na voz que a Megyn possui. A sua postura corporal lembra não apenas a da âncora, mas a de quem trabalha em noticiários de TV. Existe também uma preocupação em colocar certa humanidade e fragilidade na tela, para procurar imprimir uma complexidade em sua performance. Mas, é aqui que, talvez, a Theron falhe. Justamente quando tenta revelar uma naturalidade é que a sua Kelly parece mais artificial, porque a intérprete não conseguiu se despir completamente da pose que trouxe em seu processo de criação. Apesar das falhas, a indicação é justa. Contudo, ela não deve levar o prêmio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12378" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CYNTHIA-HARRIET-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Cynthia Erivo (Harriet)</strong></h5>
<p>Com uma interpretação cheia de detalhes e força, Erivo encarna uma figura histórica, a Harriet Tubman, responsável por salvar diversas vidas de negros no período da escravidão. O ponto alto da interpretação da Cynthia é justamente a consciência de trazer uma mulher decisiva e guerreira, mas de forma progressiva. O espectador vai descobrindo o poder da personagem aos poucos, enquanto ela se empodera. A intérprete faz isso através dos gestos, olhares, postura corporal e voz que vão se transformando durante a sessão. Harriet parece ter sido sempre a frente do seu tempo, porém a escolha da Cynthia Erivo foi iniciar com um tom mais suave, movimentos mais contidos, olhar titubeante, que encara, mas com receio. A partir da virada da trama, ela vai ganhando novos contornos. A atuação dela seria uma escolha certeira para o prêmio, poderia levar a estatueta seguramente, contudo, dificilmente isto acontecerá, pois existe outra favorita, com uma performance tão boa quanto, mas que sai na frente pelo privilégio branco e sua carreira mais antiga em Hollywood. <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-12382 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg" alt="" width="750" height="461" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-1536x944.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-2048x1258.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-610x375.jpg 610w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Renée Zellweger (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/">Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</a>)</strong></h5>
<p>Com uma carreira consolidada em Hollywood até início dos anos 2000, a atriz faz o seu retorno para os filmes premiados interpretando um ícone do cinema dos Estados Unidos: a Judy Garland. Para o público familiarizado com as características de Garland, a sessão pode ser impressionante!! A reconstrução da artista beira ao impecável e o fato de Zellweger deixar impresso traços característicos seus eleva a sua atuação, que foge da representação. O que o espectador recebe aqui é o olhar dela diante de uma personalidade tão cheia de detalhes e elementos forte, como o modo de cantar e mexer os olhos. As chances da Renée são altíssimas e é bem provável que a sua segunda estatueta chegue neste domingo. Anteriormente a intérprete recebeu o troféu da academia por seu trabalho como Ruby, em <em>Cold Moutain</em>, em 2004! <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12383" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SAIORSE-ADORAVEIS-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Saoirse Ronan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/">Adoráveis Mulheres</a>)</strong></h5>
<p>Falando em privilégio branco, eis que surge uma indicação meio esquisita na lista do Oscar 2020. É bem verdade que a Saoirse entrega uma Jo com a verdade que a intérprete parece ver em sua personagem, ela demonstra tentar imprimir traços de uma garota intensa e firme, como é a garota do livro de Louisa May Alcott. A jovem cria nuances no tom que dá ao texto e tem um carisma singular. Contudo, Ronan não entrega nada excepcional e acabou tirando o lugar de outras mulheres que mostraram um resultado impecável em 2019, como a Lupita Nyong’o ou a Awkwafina. Nem em seu próprio filme ela é o destaque, ficando atrás de praticamente todo o elenco. As suas chances de vitória são mínimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12384 size-medium" title="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/">História de um Casamento</a>)</strong></p>
<p>Geralmente vista como uma atriz de filmes mais pipoca, Scarlett chega ao Oscar com duas indicações. Em <em>História de Um Casamento</em>, é perceptível como a humanização da intérprete chega certeira, numa direção que procura elevar a personalidade de sua personagem e revelar fragilidades e forças através de uma dinâmica na qual a câmera dialoga com o trabalho de Johansson. O ápice disso é na sequência em que ela está no escritório de sua advogada e começa a andar pelo espaço. A combinação de sua naturalidade, pausas e gestos que procuram performar o cotidiano e o despir completo de sua Nicole, juntamente com o <em>tracking shot</em> constroem a melhor sequência do filme inteiro. Claro, a contracena com Laura Dern ajuda também! As chances de vencer são minúsculas, mas este papel é, por enquanto<a href="http://www.adorocinema.com/">,</a> o seu melhor!</p>
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		<title>Crítica: O Escândalo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2020 02:37:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os filmes refletem o que a sociedade passa no momento, com suas dores e alegrias. Com o crescimento, nos últimos anos, de movimentos que asseguram os direitos das mulheres, a temática está ficando cada vez mais em voga, inclusive no mundo cinematográfico. O Escândalo conta a história de um fato verídico acontecido nos Estados Unidos, quando uma âncora da Fox News denunciou um dos chefões por assédio sexual. O caso envolve ainda questões políticas, como a pré-eleição de Donald Trump. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os filmes refletem o que a sociedade passa no momento, com suas dores e alegrias. Com o crescimento, nos últimos anos, de movimentos que asseguram os direitos das mulheres, a temática está ficando cada vez mais em voga, inclusive no mundo cinematográfico. <strong><em>O Escândalo</em></strong> conta a história de um fato verídico acontecido nos Estados Unidos, quando uma âncora da <em>Fox News</em> denunciou um dos chefões por assédio sexual. O caso envolve ainda questões políticas, como a pré-eleição de Donald Trump.</p>
<p>Com um estilo de narrativa similar ao loga <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Vice</em></a>, porém melhor executado, <em><strong>O Escândalo</strong></em> primeiro nos apresenta as três principais personagens da trama: Megyn Kelly (Charlize Theron, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/"><em>Casal Improvável</em></a>), Gretchen Carlson (Nicole Kidman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-peso-do-passado/"><em>O Peso do Passado</em></a>) e Kayla Pospisil (Margot Robbie, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era Uma Vez Em&#8230; Hollywood</em></a>). Embora o trio esteja em momentos diferentes de vida e da carreira, a similaridade é apontada constante. E isso vai muito além do fato de que são três loiras, altas, magras e bonitas. Elas são ambiciosas, almejam uma carreira de sucesso e destaque, e fazem vista grossa, em alguns momentos, para os absurdos que as cercam.</p>
<p>Gretchen é a que primeiro coloca em pauta o nome do chefe Roger Ailes (John Lithgow, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cemiterio-maldito/"><em>Cemitério Maldito</em></a>) e seus abusos sexuais. E Kidman faz isso formidavelmente. Ela confere todas as nuances que a personagem convoca, sem soar exagerada ou pretensiosa. A âncora de televisão está cansada de viver nesse ambiente de abusos e, embora se preocupe com a carreira, chegou ao limite de suportar. O roteiro, no entanto, não é tão cuidadoso, deixando ela um pouco no lugar de &#8220;mulher esquecida que se revolta porque perdeu o prestígio&#8221;. Por sorte, existe muitas outras tensões na trama, que tiram o foco deste detalhe.</p>
<p>A medida que o filme evolui para de fato uma exposição dos assédios e abusos que as mulheres sofrem constantemente, tudo se torna mais asqueroso. A sutileza com que a mulher é subjugada diariamente e constantemente é jogada na cara do espectador, que, se minimamente racional, se incomoda. E esse é um grande ponto. O incômodo é necessário e justificado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12224" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Escândalo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Margot está realmente destacada em sua atuação, que acredito que vale a indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Ela começa como a jovem empolgada com a oportunidade de reconhecimento na profissão e caminha para lugares pesados impostos por sua personagem. Somos apresentados a cenas que falam muito mais pelo olhar do que pelo discurso e ela é assertiva no tom utilizado.</p>
<p>Charlize também é um espetáculo a parte, desfilando elegância, dualidade e pulso firme durante toda a trama de<em><strong> O Escândalo</strong></em>. A sua personagem é complicada, pois ocupa um cargo de importância, mas ao mesmo tempo ela faz questão de afirmar que não é feminista e tem comportamentos que não são exatamente da sororidade. No entanto, cena após cena ela reafirma a boa escolha de elenco. Elenco esse que é composto ainda por grandes nomes como Allison Janney (<em>Eu, Tonya</em>), Kate McKinnon (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-yesterday/"><em>Yesterday</em></a>) e Jennifer Morrison (série <em>Once Upon a Time</em>), que teve uma breve, mas importante participação.</p>
<p>O diretor Jay Roach (<em>Trumbo: Lista Negra</em>) fez boas e más escolhas ao longo do filme. Uma péssima decisão foi o uso excessivo de câmera em primeiro plano, mesmo quando faria mais sentido expandir a visão do público. Além de cansar o artifício, pareceu um pouco narcisista da parte dele ao dar foco demais no elenco. Elenco esse que, sim, foi uma escolha acertadíssima.</p>
<p>No geral, <strong><em>O Escândalo</em></strong> é um bom filme, que dá alguns tropeços no meio do caminho. A vaidade exacerbada depõe contra, ainda mais em uma temática que requer tanto cuidado quanto essa. Falta ainda um pouco de coragem de enfrentar e expor os pontos políticos, como a presença do então presidente Trump. Análises que certamente trariam mais riqueza para o enredo e desenvolvimento da trama.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jay Roach<br />
<strong>Elenco:</strong> Charlize Theron, Nicole Kidman, Margot Robbie, John Lithgow, Allison Janney, Kate McKinnon, Liv Hewson, Brigette Lundy-Paine, Malcolm McDowell, Connie Britton, Rob Delaney, Mark Duplass, Mark Moses, Nazanin Boniadi, Ben Lawson, Brooke Smith, Jennifer Morrison, Ahna O&#8217;Reilly, Bryan d&#8217;Arcy James</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NwJbVCwv15g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Charlize Theron, Nicole Kidman e Margot Robbie aparecem no primeiro teaser de ‘O Escândalo’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 23:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Lionsgate promoveu nesta quarta-feira (21) o lançamento do primeiro teaser de O Escândalo (Bombshell), produção estrelada pelas vencedoras do Oscar® Charlize Theron e Nicole Kidman, além da indicada ao Oscar® Margot Robbie. Baseada no escândalo norte-americano “Bombshell”, deflagrado em 2016, a trama aborda as graves denúncias contra o então presidente executivo-chefe da Fox News, Roger Ailes, e suas consequências. O longa promete um olhar revelador dentro do mais poderoso e controverso império de mídia norte-americano, com a história pulsante das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Lionsgate</em> promoveu nesta quarta-feira (21) o lançamento do primeiro teaser de <em><strong>O Escândalo</strong></em> (<em>Bombshell</em>), produção estrelada pelas vencedoras do Oscar® Charlize Theron e Nicole Kidman, além da indicada ao Oscar® Margot Robbie.</p>
<p>Baseada no escândalo norte-americano “<em>Bombshell</em>”, deflagrado em 2016, a trama aborda as graves denúncias contra o então presidente executivo-chefe da <em>Fox News</em>, Roger Ailes, e suas consequências. O longa promete um olhar revelador dentro do mais poderoso e controverso império de mídia norte-americano, com a história pulsante das mulheres que afrontaram um infame homem à frente deste império.</p>
<p>Dirigido por Jay Roach e com roteiro de Charles Randolph, o longa tem estreia nacional agendada para 30 de janeiro de 2020.</p>
<p><strong>Confira o <em>teaser</em>!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/F6NnJTAcxqQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Casal Improvável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 21:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander Skarsgård]]></category>
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		<category><![CDATA[Casal Improvável]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema atual está muito focado em determinados gêneros. Super-heróis, terror e adaptações cinematográficas de livros juvenis é o que mais rende filmes ultimamente, especialmente porque é uma certeza de bilheteria um pouco maior. Diferente da década de 1990, a comédia romântica foi esquecida e relegada a projetos simplórios e rasos. É por isso que fui ao cinema assistir Casal Improvável com uma mistura de ansiedade e descrença. Na trama, o jornalista Fred Flarsky (Seth Rogen) reencontra por acaso sua [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema atual está muito focado em determinados gêneros. Super-heróis, terror e adaptações cinematográficas de livros juvenis é o que mais rende filmes ultimamente, especialmente porque é uma certeza de bilheteria um pouco maior. Diferente da década de 1990, a comédia romântica foi esquecida e relegada a projetos simplórios e rasos. É por isso que fui ao cinema assistir <em><strong>Casal Improvável</strong> </em>com uma mistura de ansiedade e descrença.</p>
<p>Na trama, o jornalista Fred Flarsky (Seth Rogen) reencontra por acaso sua primeira paixão, Charlotte Field (Charlize Theron). Enquanto Flarsky cresceu e se tornou um redator impulsivo, Charlotte ocupa o cargo de Secretária de Estado norte-americana, sempre rodeada por assessores de sua confiança. O caminho dos dois vai se cruzar profissionalmente e render uma longa história.</p>
<p>Comentei no <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-5-comedias-romanticas-imperdiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Especial: Cinco Comédias Românticas Imperdíveis</strong> </em></a>que a principal receita para uma comédia romântica de qualidade é o equilíbrio nas duas partes do gênero. O espectador tem que ser ofertado com muita comédia e muito romance, tudo na medida certa e respeitando o espaço dos dois. O que vem acontecendo nos longas deste estilo nos últimos anos é que a comédia sobrepõe o romance, dando pouco espaço para apaixonar o espectador.</p>
<p>Felizmente, <strong><em>Casal Improvável</em></strong> acerta perfeitamente neste equilíbrio. Começamos com um ritmo acertado de risos exacerbados e cenas toscas, evoluindo lentamente para o romance que vai surgindo entre o casal principal. Acredito que um dos maiores ganhos do longa é que ele respeita o momento de romance, sem interferir com a risada. Em uma das cenas mais lindas quando o casal principal dança nos bastidores de uma festa, nós podemos curtir aquele momento, se apaixonar pela música e pelos dois. Não temos o clímax interrompido.</p>
<p>Diferente do que a ideia do filme pode propor, este não é um filme sobre um cara bosta que consegue a mulher maravilha. O que seria péssimo porque isso é muito triste de se ver em cena e alimenta um comportamento muito comum na sociedade, onde mulheres incríveis se rebaixam para se relacionar com homens medíocres. O enredo é muito mais sobre pessoas diferentes em comportamento e personalidade, se relacionando. Ele é jornalista investigativo impulsivo que perde o emprego porque não aceita a nova gerência e suas imposições. Ela é uma secretária de Estado que não deixa nem um fio solto porque está com o objetivo de concorrer à presidência. Então tudo é milimetricamente pensado e estudado.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10732" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A maneira como eles se encontram, inclusive, é o que torna o romance possível. Em um mundo comum, onde eles não se conhecessem previamente, Charlotte jamais olharia para Fred com algum interesse. Ela já está condicionada a direcionar o olhar dela para outros estilos de homem. Então o histórico de infância dos dois torna tudo mais real.</p>
<p>Ainda que com toques de realismo, o filme não se propõe a ser menos lúdico. Momentos de ação, por exemplo, são inseridos como artifício para impulsionar o relacionamento do casal e funciona muito bem. O mesmo vale para resultados meio absurdos no final, que sabemos que não aconteceriam na vida real. Mas a ideia do filme é justamente ficar nesse limiar entre a realidade e a ficção.</p>
<p>Na pele do casal principal, a combinação de atores tão improvável quanto seus personagens. Seth Rogen (<em>Ligeiramente Grávidos</em>) é a cara do clássico nerd: barbudo com o cabelo sem cortar, roupas largas, barrigudo e com cara de que não curte um banho. Já Charlize Theron (<em>Mad Max: Estrada da Fúria</em>) é a definição de perfeição de beleza. Elegante, sedutora, se veste bem, sabe se portar em todos os ambientes e dedicada. A química dos dois é suave e verdadeira, deixando as cenas ainda mais emocionantes. Eles nos convencem a todo momento sobre o surgimento do amor da dupla.</p>
<p>Podemos dizer que<strong><em> Casal Improvável</em></strong> é uma comédia romântica raiz, na melhor definição do termo. Ela possui todos os elementos para deixar o espectador completamente envolvido na história. O amigo maravilhoso que acredita no protagonista, o vilão suave que separa o casal principal, encontros emocionantes, o surgimento de uma paixão improvável e uma trilha sonora envolvente. Somos agraciados com todas essas emoções, que nos levam a rir muito, se apaixonar e chorar.</p>
<p>Há muito tempo (muito tempo mesmo) eu não assistia uma comédia romântica tão maravilhosa quanto essa. E quem vos fala é uma das maiores fãs de comédia romântica possível. Então acreditem quando eu digo: <strong><em>Casal Improvável</em></strong> é incrível e vale cada segundo da sessão. Assistam!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jonathan Levine<br />
<strong>Elenco:</strong> Charlize Theron, Seth Rogen, O&#8217;Shea Jackson Jr., Andy Serkis, June Diane Raphael, Bob Odenkirk, Ravi Patel, Alexander Skarsgård, Lisa Kudrow</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/asxSt10ZQac" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial Charlize Theron: De jovem infantilizada a serial killer assustadora</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-charlize-theron-de-jovem-infantilizada-a-serial-killer-assustadora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 21:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Arrested Development]]></category>
		<category><![CDATA[Casal Improvável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (20), o longa Casal Improvável estreia nos cinemas de Salvador. A comédia romântica, dirigida por Jonathan Levine (Meu Namorado é Um Zumbi) e escrita por Liz Hannah (The Post: A Guerra Secreta) e Dan Sterling (A Entrevista), acerta em saber dosar os tons de piada, clima de amor e ação. As sensações são fluidas entre as cenas, mas a conexão entre o casal protagonista não se desfaz em nenhum momento. O papel do gênero se cumpre. A dinâmica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (20), o longa <em><strong>Casal Improvável</strong></em> estreia nos cinemas de Salvador. A comédia romântica, dirigida por Jonathan Levine (<em>Meu Namorado é Um Zumbi</em>) e escrita por Liz Hannah <em>(The Post: A Guerra Secreta</em>) e Dan Sterling (<em>A Entrevista</em>), acerta em saber dosar os tons de piada, clima de amor e ação. As sensações são fluidas entre as cenas, mas a conexão entre o casal protagonista não se desfaz em nenhum momento. O papel do gênero se cumpre.</p>
<p>A dinâmica entre os atores Charlize Theron e Seth Rogen é acertada, porque os dois jogam em cena, criando terreno para o texto um do outro e trazendo a sensação de proximidade entre a dupla. Os acertos de <em>Casal Improvável</em> são diversos e você pode conferir a <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>crítica aqui</strong></em></a>. Mas, neste texto de hoje, o foco vai para Theron. A intérprete consegue ser múltipla e trazer profundidade para todas as suas personagens, independentemente do estilo da produção que participa. Pensando nisso, o Coisa de Cinéfilo montou uma lista com suas melhores atuações nas telas! Confira!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10715" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/AlWTIqiYMgdRiBiXcZiv2GYtNSa-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/AlWTIqiYMgdRiBiXcZiv2GYtNSa.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/AlWTIqiYMgdRiBiXcZiv2GYtNSa-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/AlWTIqiYMgdRiBiXcZiv2GYtNSa-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>5 – Josey Aimes (Terra Fria, 2005)</strong></p>
<p>A personagem vivida por Theron existe e foi a primeira mulher a vencer um caso sobre assédio sexual, em 1989. Aimes integrava um grupo feminino de trabalhadoras em minas de ferro, em Minnesota e ouvia diversos insultos, além de ter sofrido abuso físico. A história em si e a própria persona retratada na tela possuem força e Charlize consegue imprimir isso em sua construção. Mas a atriz vai além da camada da representação da resiliência da protagonista. Existe uma profundidade naquela jovem mãe trabalhadora, com todo um histórico e uma vida pregressa ao caso de justiça. A intérprete mescla a suavidade e serenidade com os momentos de profunda tristeza, sensação de solidão e raiva. Em 2006, ela foi indicada ao Oscar por este papel!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10714" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/hZlgmtP-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/hZlgmtP.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/hZlgmtP-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/hZlgmtP-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>4 – Rita (Arrested Development, 2003-)</strong></p>
<p>Apesar de aparecer apenas em cinco episódios, a sua personagem é bem marcante por ser uma surpresa dentro da série e por ser bastante engraçada. Para quem está acostumado a ver Charlize em personagens de filmes extramente dramáticos – no sentido do gênero cinematográfico mesmo – a participação na comédia da Fox foi algo que trouxe um diferencial para sua carreira, pois mostrou, naquela época, que ela é capaz de se levar menos &#8220;a sério&#8221; e embarcar na busca por fazer humor. E Theron acerta na medida em sua interpretação! Rita é uma jovem um tanto imatura, digamos assim, e a atriz conseguiu criar esse efeito justamente por ter escolhido tons cotidianos, que elevam o absurdo do que ela diz. Além disso, a artista entrou no estilo de atuação do elenco, reproduzindo os gestos semelhantes aos de Buster (Tony Hale), por exemplo, que gesticula para os lados, quando está ansioso. Ou, também, com a dinâmica da fala de Lindsay (Portia de Rossi), que profere as frases como se fosse algo sensato, porém não é.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10713" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/7ff1eed6-5b78-11e9-bbcc-84176f6dd1e7_image_hires_171157-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/7ff1eed6-5b78-11e9-bbcc-84176f6dd1e7_image_hires_171157.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/7ff1eed6-5b78-11e9-bbcc-84176f6dd1e7_image_hires_171157-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/7ff1eed6-5b78-11e9-bbcc-84176f6dd1e7_image_hires_171157-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>3 – Aileen Wuornos (Monster: Desejo Assassino, 2003)</strong></p>
<p>Conhecido como um dos melhores papeis da vida de Charlize Theron, a atriz ganhou o Oscar de Melhor Atriz pela personagem e fez jus ao prêmio. Vivendo uma <em>serial killer</em> que está em julgamento, a intérprete demonstra o lado bestial da assassina nos momentos dos crimes, mas também transmite o sofrimentos e os aspectos menos pesados da personalidade de Aileen, deixando a personagem mais complexa. Este é um traço marcante do trabalho de Theron que sempre alcança essa busca de não planificar as suas personificações. O elemento está presente em todos seus papéis, mas aqui ela o faz de forma intensa em todo instante que aparece na tela. A sua mudança física é outro ponto destacável.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10712" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/636607862059187776-TULLY-02186-R-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/636607862059187776-TULLY-02186-R.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/636607862059187776-TULLY-02186-R-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/636607862059187776-TULLY-02186-R-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>2 – Marlo (Tully, 2018)</strong></p>
<p>Esta talvez seja a personagem com o maior grau de sutileza na interpretação que a Charlize já fez! Na primeira camada, vê-se uma mãe, muito atarefada, que possui três filhos para criar, incluindo um recém-nascido. Ela ganha de presente de seu irmão uma babá para ajudar a cuidar das crianças. A partir daí, é possível notar, muito discretamente, as mudanças na personalidade da protagonista. Na narrativa essas modificações são mostradas de forma clara, mas a transformação de Marlo e as suas escolhas são interpretadas suavemente, sem grandes alardes. Theron faz isso na postura corporal, num olhar com intercaladas de velocidade, na mescla entre melosidade, euforia e melancolia. Esse fator torna a virada da história ainda mais forte e justifica a aparente passividade dela diante de Tully em situações intensas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10711" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/maxresdefault-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/maxresdefault.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/maxresdefault-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/maxresdefault-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>1 – Furiosa (Mad Max &#8211; Estrada da Fúria, 2015)</strong></p>
<p>É difícil fazer um top 5 no qual a Furiosa se encaixe e ela não esteja em primeiro lugar! Além de ter sido escrita, aparentemente, com uma noção de complexidade de personagem, ela também foi interpretada assim. Furiosa é uma mulher extremamente resiliente e invencível, mas é embebida de profunda sensibilidade e empatia. Ao mesmo tempo em que o corpo enrijecido de Charlize, suas viradas tesas de cabeça e seus movimentos corporais diretos revelem os traços de uma guerreira, o cuidado com as jovens que ela resgata deixam o público enxergar o seu lado mais protetor.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10710" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/maxresdefault-1-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/maxresdefault-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/maxresdefault-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/maxresdefault-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>Bônus: Charlotte Field (Casal Improvável, 2019)</strong></p>
<p>Assim como seus outros trabalhos, Em <em>Casal Improvável</em> Charlize traz camadas para sua personagem. Sua Charlotte é mostrada, inicialmente, como uma mulher poderosa, da política, que tem uma pose e elegância profundas. Ao mesmo tempo, seu olhar gentil permanece sempre, independentemente de sua posição social. Além disso, Theron consegue imprimir nas expressões faciais os sentimentos que possui por Fred Flarsky (Sethe Rogen). O carisma da atriz e suas escolhas em cena colocam a Charlotte Field na lista!</p>
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		<title>Crítica: Atômica</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-atomica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2017 15:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Atômica]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[James McAvoy]]></category>
		<category><![CDATA[John Goodman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não fosse o sucesso de Mad Max: Estrada da Fúria, Atômica provavelmente não existiria. O filme de David Leitch, que co-dirigiu De Volta ao Jogo com Keanu Reeves e atualmente está comandando Deadpool 2, praticamente respira em função de Charlize Theron e dos esforços da sua trama de sublinhar a vencedora do Oscar por Monster: Desejo Assassino como heroína de ação. A boa notícia é que, durante boa parte da projeção, Atômica consegue isso, ainda que às custas de uma certa sensação de banalidade da sua trama central. Não fosse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não fosse o sucesso de <i>Mad Max: Estrada da Fúria</i>, <i>Atômica </i>provavelmente não existiria. O filme de David Leitch, que co-dirigiu <i>De Volta ao Jogo </i>com Keanu Reeves e atualmente está comandando <i>Deadpool 2</i>, praticamente respira em função de Charlize Theron e dos esforços da sua trama de sublinhar a vencedora do Oscar por <i>Monster: Desejo Assassino </i>como heroína de ação. A boa notícia é que, durante boa parte da projeção, <i>Atômica </i>consegue isso, ainda que às custas de uma certa sensação de banalidade da sua trama central. Não fosse a presença de Theron, seu desempenho como a espiã Lorraine Broughton e a destreza do seu diretor no comando de intensas sequências de ação, <i>Atômica </i>seria pouca coisa, quase nada.</p>
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<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No filme, Charlize interpreta uma agente disfarçada do MI-6 mandada a Berlim no final da Guerra Fria para investigar o assassinato de um oficial e o paradeiro de uma lista contendo nomes de agentes duplos. Para a missão, a personagem conta com a ajuda de Percival, papel de James McAvoy (da franquia <i>X-Men </i>e <i>Fragmentado</i>), que conhece a região e pode indicar os caminhos para Lorraine recuperar a lista.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8169" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/atomic-blonde.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
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<p>O que o público verá em <i>Atômica </i>é um filme de espionagem altamente estetizado. Existe um cuidado de Letch com a composição dos seus planos em detalhes como as cores do seus cenários, um excesso de rosa e azul neon que ambientam a produção nos anos de 1980. O filme também parece desejar subverter algumas marcas de filmes de espionagem pela chave do gênero, colocando Theron como uma figura que por tradição costuma ser interpretada por homens e trazendo para a sua espiã um envolvimento amoroso com a agente francesa interpretada por Sofia Boutella (de <i>A Múmia</i>), uma mulher fragilizada que encontra amparo nos braços da protagonista.</p>
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<p>Explorando o contexto histórico da Guerra Fria sem almejar complexificar demais o cenário político que serve de fundo para sua trama, <i>Atômica </i>é recheado de cenas de ação conduzidas com maestria por Letch que explora toda a fisicalidade da interpretação de Charlize Theron. Indubitavelmente, a atriz exibe fôlego ao comandar um verdadeiro &#8220;quebra pau&#8221; em plano-sequência lá pela segunda metade do longa entre tantas outras cenas que comanda com muita segurança ao longo do filme. O êxito nesse departamento, faz com que <i>Atômica </i>cumpra sua função de fazer coro à leva de <i>blockbusters girl power </i>que têm invadido as salas nos últimos anos, um quadro que, torça o nariz ou não, é uma realidade.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/epxTk44F38g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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