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	<title>Arquivos Outros - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Outros - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Travessuras de Natal (Disney+)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 18:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma comédia infantil de Natal, mas poderia ser longa-metragem de terror. Em 83 minutos, o espectador se depara com a história de Andy (Winslow Fegley), um menino travesso, que convence sua turminha da escola a invadir o Polo Norte e resgatar os presentes de Natal deles. Isso tudo porque a criançada é levada e não mereceu os mimos do bom velhinho. Informo aos leitores que esta crítica está saindo com dificuldade e falar com linguem de Twitter é tudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É uma comédia infantil de Natal, mas poderia ser longa-metragem de terror. Em 83 minutos, o espectador se depara com a história de Andy (Winslow Fegley), um menino travesso, que convence sua turminha da escola a invadir o Polo Norte e resgatar os presentes de Natal deles. Isso tudo porque a criançada é levada e não mereceu os mimos do bom velhinho. Informo aos leitores que esta crítica está saindo com dificuldade e falar com linguem de Twitter é tudo que restou a essa crítica rabugenta que vos fala. O maior problema aqui não é a premissa, essa é até interessante para um título natalino. A grande questão é como tudo se desenrola.</p>
<p>O roteiro é problemático ao extremo!!!! Primeiramente, a sessão já começa acelerada, com saltos temporais e de emoção do próprio personagem central. A tentativa da equipe é agradar o público infantil, agilizando a introdução das figuras da trama, o conflito principal e a aventura em si. Mas, mesmo que os pequenos estejam viciados em vídeos de tiktok de 10 segundos, isso aqui ainda é filme. É preciso ambientar a plateia e envolvê-la com o dado universo ficcional. Existem diversas produções contemporâneas para a geração Z e Alpha que mesmo sem ritmo (tudo corrido é o contrário de ritmo, favor ler sobre o tema), que conseguem elaborar mais a escrita, nas ações e nos diálogos.</p>
<p>Aqui, esqueça, é tudo expositivo e com pressa para colocar diversas situações, que não são aproveitadas pela obra. E a direção de Alberto Belli (Upload) fomenta essa confusão total, que a produção entrega, em formato de longa. Os atores mirins estão quase sempre abarrotados na tela. A quantidade de planos gerais, sem que quem assiste possa ver o rosto dos intérpretes, aumenta esse distanciamento com o enredo. Falta colocar a decupagem à serviço do enredo. Falta saber a quem dar destaque no ecrã. Inclusive porque todos os meninos e meninas parecem saber que são talentosos e querem mostrar isso.</p>
<p>Mas, com um roteiro previsível e apressado, a disposição para encarnar seus papéis se torna uma bagunça. Não há uma boa preparação ou condução de elenco. A contracena é suja, porque não há espaço para que se preste atenção em cada criança e cada suposta genialidade delas. Porque quando se fala de atuação, ficar em silêncio ou abrir mão de chamar atenção para que o colega brilhe também é ser boa atriz/bom ator. Desta maneira, Travessuras de Natal é previsível e cansativo. Um besteirol de Natal pode ser uma excelente pedida para o fim e o início do ano. O clima de férias e lanches gostosos alegra a vida. Contudo, não escolha este aqui.</p>
<p>Na própria Disney+, é possível encontrar diversas opções, com a mesma temática, que são leves e engraçados, despretensiosos, mas que contam com personagens carismáticas ou uma narrativa minimamente coesa.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Alberto Belli</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Winslow Fegley, Camila Rodriguez, Madilyn Kellam</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Travessuras de Natal | Trailer Oficial | Disney+" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/bFJJS5TyETA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Balada de um jogador (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Dec 2025 16:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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		<category><![CDATA[Alex Jennings]]></category>
		<category><![CDATA[Balada de um jogador]]></category>
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		<category><![CDATA[Colin Farrell]]></category>
		<category><![CDATA[Edward Berger]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um protagonista carismático e uma direção à serviço da narrativa, Balada de um jogador quase é um bom filme. Mas, onde ele falha? Na sua base, no roteiro. Colin Farrell se entrega completamente na criação do atrapalhado Lorde Doyle. A sua construção física é intensa e sutil, ao mesmo tempo. Isso porque o público enxerga as tremedeiras e olhares tontos de Doyle. No entanto, Farrell emprega uma retenção corporal que, dentro de todo o tônus que o ator aplica, os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um protagonista carismático e uma direção à serviço da narrativa, Balada de um jogador quase é um bom filme. Mas, onde ele falha? Na sua base, no roteiro.</p>
<p>Colin Farrell se entrega completamente na criação do atrapalhado Lorde Doyle. A sua construção física é intensa e sutil, ao mesmo tempo.</p>
<p>Isso porque o público enxerga as tremedeiras e olhares tontos de Doyle. No entanto, Farrell emprega uma retenção corporal que, dentro de todo o tônus que o ator aplica, os gestos ganham justeza.</p>
<p>Essa estratégia, inclusive, funciona como dosador do trágico e do cômico dentro da personagem.</p>
<p>Neste sentido, Edward Berger (Conclave) também entrega uma visão balanceada de uma desventura de um viciado em apostas, que vê em Xangai a possibilidade de uma reviravolta em sua sorte.</p>
<p>Apesar do forte uso de movimentações e efeitos de câmera, Berger é meticuloso no que vai utilizar. A sua decupagem procura traduzir o universo alucinante de Doyle.</p>
<p>Giros e panorâmicas elevam o potencial das emoções colocadas na tela. Ao mesmo tempo, respiros são acionados, nas quais os quadros são mais fechados e o plano parado.</p>
<p>Berger sabe o que faz, porém a história que escolheu contar possui falhas que interferem no resultado geral. O roteiro de Rowan Joffe (Antes de dormir) e Lawrence Osborne (O Perdoado) é simplório e óbvio.</p>
<p>Cada ação mostrada no ecrã pode ser prevista pelo espectador. Talvez, se Balada fosse um curta-metragem funcionasse um pouco mais. Porque além de todos os passos de Doyle serem nítidos, o longa se alastra sem necessidade.</p>
<p>Apenas o início do primeiro ato e o final do terceiro realmente acontecem com fluidez. As repetições das situações vivenciadas pelo Lorde Doyle somente reiteram o que a plateia já compreendeu nos primeiros minutos de projeção.</p>
<p>Desta maneira, a produção pode valer a pena para quem é entusiasta do trabalho de Farrell e/ou de Berger. Mas, como filme, o título falha em construir uma trama criativa e interessante.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Edward Berger</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Colin Farrell, Tilda Swinton, Alex Jennings</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="Balada de Um Jogador | Trailer oficial | Netflix" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/zrXdRUTdG7A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Sorria 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 00:21:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na continuação de Sorria, o cineasta Parker Finn retorna à função de diretor e roteirista contando a história da cantora pop Skye Riley, a nova personagem amaldiçoada pela entidade que fez da vida da psiquiatra Rose Cotter um inferno. Skye é mais um elo da corrente formada por uma sucessão de mortes assistidas por personagens que têm alucinações com pessoas encarando-as bizarramente com um grande sorriso no rosto. Sorria 2 é bem mais robusto do que o primeiro longa da nova franquia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na continuação de <em>Sorria</em>, o cineasta Parker Finn retorna à função de diretor e roteirista contando a história da cantora pop Skye Riley, a nova personagem amaldiçoada pela entidade que fez da vida da psiquiatra Rose Cotter um inferno. Skye é mais um elo da corrente formada por uma sucessão de mortes assistidas por personagens que têm alucinações com pessoas encarando-as bizarramente com um grande sorriso no rosto.</p>
<p><em><strong>Sorria 2</strong></em> é bem mais robusto do que o primeiro longa da nova franquia de horror. Já estabelecida as bases desse universo, Parker Finn quer extrapolar alguns limites e explorar temáticas mais ambiciosas.  Há na continuação uma proposta temática bastante clara. Com a história da diva pop Skye Riley, interpretada por Naomi Scott (a princesa Jasmine do live action de Aladdin), Finn constrói uma eficiente representação da paranoia que o universo da fama pode causar na vida de uma celebridade e o triste destino que este tormento psicológico potencialmente concretiza.</p>
<p>Distorções sobre a própria imagem, desconfiança de pessoas próximas e adições fazem parte de uma série de distúrbios adquiridos pela protagonista de <em><strong>Sorria 2</strong></em>. Skye é uma jovem mobilizada pelas pressões de ser vista e demandada por todos através de lentes que a registram o tempo todo. A maldição do &#8220;sorriso&#8221; surge como uma alegoria para Parker Finn conduzir a temática das neuroses da fama injetando uma dose fantástica em uma vivência que, na prática, parece próxima do horror. Nesse sentido, <em>Sorria</em> 2 é fruto de uma construção bem mais sofisticada que o primeiro longa. Flertando, em alguns momentos, até com o fenômeno cultural de 2024 <em>A Substância</em>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18862" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2.png" alt="Sorria 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como no filme de 2022, Finn sabe oferecer ao gênero aquilo que ele demanda. O diretor sustenta com habilidade o suspense de suas sequências ao mesmo tempo que oferece um horror gráfico inventivo quando as coisas precisam ser reveladas. Parker Finn também conta com uma ótima atuação de Naomi Scott. A atriz sustenta muito bem todas as demandas físicas e emocionais que o papel exige. Estando presente durante a maior parte da projeção, era fundamental que Finn fizesse mais um acerto com a protagonista desta sequência (sucessora de Sosie Bacon, a psiquiatra do primeiro filme) e Scott faz um trabalho muito consistente como Skye, levando a personagem com muita credibilidade em todas as suas reações ao horror externo.</p>
<p>Conforme o longa chega ao seu desfecho, a narrativa de <em><strong>Sorria 2</strong></em> se perde um pouco em meio a twists que desgastam a experiência, é verdade. No entanto, é exemplar como o segundo filme leva uma série cinematográfica de grande apelo comercial a lugares extremamente ambiciosos no âmbito da realização artística e da proposição de temas que &#8220;conversam&#8221; com a realidade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Parker Finn</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Naomi Scott, Rosemarie DeWitt, Lukas Gage</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_e-yvJV9NpM?si=MSicAnw5R-GpxgTC" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Grande Entrevista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 15:52:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[Gillian Anderson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Grande Entrevista dramatiza os bastidores da desastrosa entrevista concedida pelo príncipe Andrew, o terceiro filho da rainha Elizabeth II, para um programa da BBC em 2019 na qual ele teve que prestar contas sobre o seu vínculo com o empresário Jeffrey Epstein, preso por tráfico sexual de menores naquele mesmo ano. Andrew não conseguiu responder às perguntas da jornalista Emily Maitlis e o caso lançou ainda mais problemas na já conturbada vida privada da família real. O monarca foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">
<p><i><strong>A Grande Entrevista </strong></i>dramatiza os bastidores da desastrosa entrevista concedida pelo príncipe Andrew, o terceiro filho da rainha Elizabeth II, para um programa da BBC em 2019 na qual ele teve que prestar contas sobre o seu vínculo com o empresário Jeffrey Epstein, preso por tráfico sexual de menores naquele mesmo ano. Andrew não conseguiu responder às perguntas da jornalista Emily Maitlis e o caso lançou ainda mais problemas na já conturbada vida privada da família real. O monarca foi afastado da vida pública e perdeu o título honorífico de duque.</p>
<p><i><strong>A Grande Entrevista</strong></i> é uma produção original da Netflix e chega ao catálogo como longa-metragem dirigido por Philip Martin a partir do livro de Samantha McAlister, produtora de TV que foi a principal responsável por conseguir a entrevista com o príncipe Andrew. Philip Martin é &#8220;cria&#8221; da Netflix, pois dirigiu alguns episódios da série The Crown, um dos maiores sucessos do catálogo do serviço de streaming, uma série cujo mote era desvendar alguns meandros da biografia da família real em seis temporadas (a última foi disponibilizada no catálogo da Netflix no ano passado). <em>A Grande Entrevista</em> é então uma extensão temática no currículo do seu diretor.</p>
<p>O grande mérito de <i><strong>A Grande Entrevista</strong></i> é oferecer de forma enérgica e didática os meandros da realização de uma entrevista, sendo um &#8220;prato cheio&#8221; para os estudiosos e curiosos pelo jornalismo. O filme percorre todas as etapas da concepção de um produto jornalístico complexo como uma entrevista dada nas circunstâncias em que o confronto com o príncipe Andrew ocorreu. Podemos ser levianos com a afirmação, mas é uma das primeiras lembranças de alguma obra audiovisual que aborda o papel de assessores e produtores, para além dos repórteres e editores de veículos de comunicação, problematizando, inclusive, como esses profissionais costumam ter os seus papéis subestimados pelos seus colegas e diminuídos pelo público.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17941" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-4.png" alt="A Grande Entrevista" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-4.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-4-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-4-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image-4-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Parte do comando da narrativa é assumida pela produtora Samantha McAlister, interpretada muito bem pela atriz Billie Piper como uma profissional com preocupações reais e que é bem pouco valorizada  pelos seus colegas por fatores estúpidos como a sua aparência. Piper confere perspicácia a Samantha e também uma angústia pelo reconhecimento e por oportunidades que parecem não cair no seu colo por resistência de toda uma estrutura social na redação onde trabalhava. A sensação de desvalorização profissional de Samantha é compartilhada pela assessora do príncipe Andrew, interpretada muito bem por Keeley Hawes, uma mulher extremamente competente, mas que muitas vezes é ignorada pelo seu assessorado. Ambas fazem a gente pensar como o meio é injusto com o trabalho árduo desses profissionais que estão por trás de quem tem sua imagem exibida ou seu nome colocado em primeiro plano seja na tela da TV ou nas redes sociais.</p>
<p>Para além dessa perspectiva original sobre o meio, um ótimo momento de <i><strong>A Grande Entrevista</strong></i> é quando Andrew enfim confronta as perguntas da jornalista Emily Maitlis. Este é o momento para os atores Gillian Anderson e Rufus Sewell brilharem em um confronte cheio de tensão, que entrega muito sobre seus personagens em gestos, pausas e entonações de voz, uma aula de interpretação de ambos. Sewell transforma Andrew em uma figura que beira o patético com uma segurança estúpida que é típica de um homem que sempre teve muitos privilégios e quase nunca é confrontado ou sofre consequências pelos seus erros. Por sua vez, Anderson personifica toda a experiência, equilíbrio emocional e perspicácia de Emily Maitlis. Ambos travam um duelo que, sem dúvida, é um dos melhores momentos do filme.</p>
<p><i><strong>A Grande Entrevista</strong></i> ainda acerta ao não ser &#8220;picado&#8221; pelo &#8220;bichinho&#8221; dos filmes sobre jornalismo que romantizam a profissão. Em um breve momento, a editora interpretada por Romola Garai chega a fazer um discurso motivacional para sua redação, mas fica evidente como isso está presente em <em>A Grande Entrevista</em> como um contraponto da visão de Samantha McAlister e de Amanda Thirsk, a assessora do príncipe Andrew. Antes de uma história sobre bravura, justiça e verdade, a rotina do jornalismo, uma profissão indubitavelmente importante como controladora de poderes em tempos do veneno político das fake news, existe o trabalho, muitas vezes não valorizado, mas acima de tudo o que está sendo frisado é um labor, em sua importância, mas também na necessidade de reconhecimento quando ele é bem executado.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Philip Martin</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Gillian Anderson, Rufus Sewell, Keeley Hawes</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/1KlAsKwqz5s?si=DtG4rDMGzUQMrphZ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Amantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 00:25:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Amantes]]></category>
		<category><![CDATA[Benoît Magimel]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Pierre Niney]]></category>
		<category><![CDATA[Stacy Martin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amantes é a mais recente empreitada de Nicole Garcia na direção cinematográfica. Garcia quer contar um thriller centrado em um triângulo amoroso envolvendo um casal interpretado por Pierre Niney e Stacy Martin, separados no passado depois que ele se envolve na morte de um cliente por overdose. Simon, o personagem de Niney, é um traficante de drogas que, para afastar a responsabilidade da namorada sobre a morte do sujeito, já que, assim como ele, ela também estava na residência do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Amantes</strong> </em>é a mais recente empreitada de Nicole Garcia na direção cinematográfica. Garcia quer contar um thriller centrado em um triângulo amoroso envolvendo um casal interpretado por Pierre Niney e Stacy Martin, separados no passado depois que ele se envolve na morte de um cliente por overdose. Simon, o personagem de Niney, é um traficante de drogas que, para afastar a responsabilidade da namorada sobre a morte do sujeito, já que, assim como ele, ela também estava na residência do homem, resolve fugir deixando todo o passado para trás. Anos depois, já casada com um magnata interpretado por Benoît Magimel, Lisa (Stacy Martin) reencontra Simon e os dois passam a viver um romance às escondidas.</p>
<p>É claro que em dado momento da história (estamos falando de um thriller), os protagonistas do filme de Garcia acabam se dando conta de que terão que tomar uma decisão drástica para dissolver esse triângulo e afastar o marido dela de suas vidas. Até certo ponto, Nicole Garcia mantém a trama em rédeas bem seguras, conferindo um ótimo ritmo para sua história digna do legado de um Adrian Lyne no gênero (<em>Atração Fatal</em> e <em>Infidelidade</em>). Esse tipo de história tem uma atração magnética com o público, a gente sempre fica instigado com os próximos passos dos personagens, sempre na expectativa de uma tragédia iminente para uma história de amor que já não começa bem. <strong><em>Amantes</em> </strong>tem um &#8220;q&#8221; de novelesco, de trama que reitera caminhos de outras histórias e que, por isso mesmo, segue envolvente para o público.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15895" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071.jpg" alt="Amantes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Acontece que nem tudo em <em><strong>Amantes</strong> </em>corre às mil maravilhas, seus problemas são sutis e ainda que em dada medida o filme entretenha o público, ao final da sessão fica a sensação de uma incompletude cuja fonte o espectador não sabe identificar em um primeiro momento. Falta um pouco de charme e erotismo na relação entre os personagens de Pierre Niney e Stacy Martin, algo que seria fundamental para dimensionar a atração dos amantes da trama. Garcia emprega uma direção muito pálida, monocórdica e esteticamente monocromática, repleta de paletas beges e champanhe. Falta ao longa &#8220;abraçar&#8221; sem reservas a passionalidade que anuncia com seu casal principal, isso não está na tela.</p>
<p>Ao longo da sua condução para a história, a diretora e co-roteirista dá toques interessantes ao triângulo amoroso a ponto de fazê-lo escapar de uma visão moralista que permeou essas tramas na década de 1980, por exemplo, sobretudo em Hollywood. O marido traído de Benoît Magimel não é um pobre coitado, é um sujeito de comportamento questionável e até detestável. Não fosse a apatia da protagonista de Stacy Martin, torceríamos ainda mais contra um final favorável para o sujeito. O desfecho de Lisa (Martin), por sua vez, é bem interessante se pensarmos na sua própria emancipação após anos turbulentos ao lado de duas figuras masculinas bem complicadas.</p>
<p>Apesar dessa injeção de ânimo pontual de Garcia no gênero, <em><strong>Amantes</strong> </em>é um filme que precisaria de um pouco mais de vida, de senso de erotismo e melodrama. Ele é excessivamente &#8220;francês&#8221;, low profile e comedido demais na representação de emoções que parecem borbulhar nos seus personagens. É discreto demais, excessivamente sóbrio para uma trama que envolve escândalos matrimoniais cuja tragédia parece um ponto de chegada incontornável.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Nicole Garcia</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Pierre Niney, Stacy Martin, Benoît Magimel</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/R0e_VjrQSXs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Primeira Noite de Crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 21:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Primeira Noite de Crime]]></category>
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		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[The Purge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema é uma arte travessa que pode se sabotar a qualquer momento. Ter uma boa ideia não significa ter um bom argumento, assim como não define se a produção dará certo. O universo da sétima arte já viveu centenas de momentos inesperados com o sucesso de algo dado como fracasso ou a falha colossal e inexplicável de um produto jurado como uma verdadeira mina de ouro. Apostas altíssimas em adaptações de best-sellers, por exemplo, são algumas das falhas mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema é uma arte travessa que pode se sabotar a qualquer momento. Ter uma boa ideia não significa ter um bom argumento, assim como não define se a produção dará certo. O universo da sétima arte já viveu centenas de momentos inesperados com o sucesso de algo dado como fracasso ou a falha colossal e inexplicável de um produto jurado como uma verdadeira mina de ouro. Apostas altíssimas em adaptações de best-sellers, por exemplo, são algumas das falhas mais comuns. Continuações e mais continuações deixaram de ser produzidas por uma escolha errada ou um trabalho mal executado – como aconteceu com <em>Eragon</em> (2006), <em>A Bússola de Ouro</em> (2007) e, mais recentemente, <em>Percy Jackson</em> (2010 – 2013) e <em>Instrumentos Mortais</em> (2013).</p>
<p>De outro lado, existem aquelas produções que vingam de forma inimaginável. Franquias cuja bilheteria é astronômica e cheia de fãs mesmo que suas produções sejam desnecessárias para a construção do universo. Dentro desse grupo da incompreensão está a franquia <em>Uma Noite de Crime</em> (2013 – 2018). A ideia que rege as histórias é simplesmente fantástica. Tratar da selvageria humana e os seus limites é válido e atual, tornando a premissa dos longas-metragens genial. O problema mora na execução dos filmes e o seu foco temático em cada uma das produções. E, como se três longas e uma série de tv já não fossem o suficiente, a Blumhouse produz mais um capítulo – o suposto final para as telonas.</p>
<p>Com a estreia brasileira marcada para essa quinta-feira (27), <em>A Primeira Noite de Crime</em> fecha os trabalhos no circuito cinematográfico e permite que a história se suceda na televisão. Apesar de ser a última película da franquia, <em>The First Purge</em> ilustra ao público como começou todo esse projeto sangrento. O espectador do Brasil aguarda ansiosamente por esse desfecho que, numericamente, promete muito. A produção começou a ser exibida nos Estados Unidos em julho e já arrecadou dez vezes o seu orçamento.</p>
<p>A nação estadunidense está em crise. As taxas de desemprego e inflação estão elevadas e a população vive um caos. Para reparar as feridas do país, o novo partido político, Novos Pais Fundadores da América (NPFA), desenvolve um experimento social o qual é anunciado como a salvação para todos os problemas dos EUA. O evento consiste em 12 horas sem nenhum tipo de lei vigente, onde as pessoas são incentivadas a liberarem todas as frustrações da forma que acharem melhor – mesmo que seja matando alguém. Já que não é obrigatório participar, o governo oferece 5.000 dólares para os cidadãos de Staten Island que ficarem lá. Aos que estiverem dispostos a participar, ainda existe uma bonificação para aqueles que participarem ativamente da “noite de crime”.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9383" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/2860885.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Crítica: A Primeira Noite de Crime" width="610" height="348" /></p>
<p>O quarto filme da franquia<em> The Purge</em> pode ser resumido com uma única palavra: diferente. Parece que eles guardaram o melhor capítulo para o final. Quer dizer, parece que eles só tiveram uma ideia bem elaborada agora. O hiato de dois anos entre esse longa e seu antecessor permitiu que James DeMonaco – roteirista da franquia e, anteriormente, diretor dela – fizesse uma história que vale a pena ser vendida e assistida nos cinemas. Enfim, o público esperou cinco anos para uma digna realização dessa ideia excepcional que dá corpo aos filmes da Blumhouse.</p>
<p>A troca de diretor, portanto, fez uma diferença visual e estética clara. Gerard McMurray trouxe uma visão completamente renovada. <em>A Primeira Noite de Crime</em> representa a compreensão da mudança. E é justamente essa transformação na direção, fotografia e trilha sonora que faz desse o melhor filme da franquia. McMurray devolve a tensão tão necessária para as sequências de perseguição que já estava perdida desde <em>Anarquia</em> (2014). Outro ganho da parceria McMurray-DeMonaco foi a originalidade da obra. Por mais que o contexto fosse semelhante, eles conseguiram sair do lugar comum e trazer questões relevantes para o roteiro.</p>
<p>A mudança da dinâmica das personagens também foi um fator determinante para elevar a qualidade da película. Pessoas mais reais e bem exploradas fizeram toda a diferença para a imersão do espectador nesse mundo cruel e sanguinário proposto por DeMonaco desde 2013 – em especial quando comparado com <em>Anarquia</em> e <em>Ano de Eleição</em> (2016) onde as personagens se perdiam em meio ao banho de sangue. Mesmo com todas as melhorias, a previsibilidade da obra se mantém. A diferença entre esse e os demais longas está na lapidação do produto. Dessa vez o público está comprando uma ideia melhor escrita, produzida e trabalhada. <em>A Primeira Noite de Crime</em> não é o melhor filme de suspense distópico do ano, mas é, sem dúvida alguma, a melhor produção dentro do seu universo.</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/trailer/">trailer</a>!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1bwYKqieKn8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Vingadores: Guerra Infinita é o destaque nas estreias desta semana (26/04). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2018 16:40:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A Cidade do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma jornada cinematográfica sem precedentes que está sendo elaborada há dez anos e abrange todo o Universo Cinematográfico Marvel, “Vingadores: Guerra Infinita”, da Marvel Studios, leva às telas o maior e mais mortal confronto de todos os tempos. Os Vingadores e seus aliados Super Heróis devem se dispor a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o poderoso Thanos antes que seu ataque de devastação e ruina dê um fim ao universo. Confira nossa crítica clicando aqui! Somente o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma jornada cinematográfica sem precedentes que está sendo elaborada há dez anos e abrange todo o Universo Cinematográfico Marvel, “Vingadores: Guerra Infinita”, da Marvel Studios, leva às telas o maior e mais mortal confronto de todos os tempos. Os Vingadores e seus aliados Super Heróis devem se dispor a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o poderoso Thanos antes que seu ataque de devastação e ruina dê um fim ao universo. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-guerra-infinita/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4jGRyEa2jhE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8885" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/1718151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Somente o Mar Sabe</strong><br />
<strong> Direção:</strong> James Marsh<br />
<strong>Elenco:</strong> Colin Firth, Rachel Weisz, David Thewlis</p>
<p>James Marsh dirige a incrível e verdadeira história de Donald Crowhurst, um marinheiro amador que competiu em 1968 a Sunday Times Golden Globe Race, na esperança de se tornar a primeira pessoa na história a dar a volta ao mundo sem parar. Com um barco inacabado, seus negócios e sua casa em risco, Donald deixa sua esposa Clare (interpretada por Rachel Weisz, de “A Luz Entre Oceanos”) e seus filhos para trás, hesitantemente para embarcar numa aventura em seu barco, o Teignmouth Electron. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-somente-o-mar-sabe/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hkb-bZKI2xY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8889" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/2305084.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Praça Paris</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Lucia Murat<br />
<strong>Elenco:</strong> Joana de Verona, Grace Passô, Alex Brasil</p>
<p>Glória é uma carioca que tenta seguir com sua vida, apesar dos traumas que passou por conta de um pai abusivo e do irmão traficante. Já Camila é uma jovem psicanalista portuguesa que chega ao Brasil com a intenção de pesquisar a violência em um centro terapêutico para uma comunidade carente. Medo, traumas, e obsessão se mesclam em um jogo de prazer e culpa, loucura e sanidade, construção e desconstrução – do Rio de Janeiro urbano, que permeia Camila e Gloria, e, sobretudo, de suas próprias vidas. O relacionamento entre essas duas mulheres completamente diferentes é o foco de Praça Paris.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9DY5ZoSLksI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8890" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/244230.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Tudo Que Quero</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Ben Lewin<br />
<strong>Elenco:</strong> Dakota Fanning, Toni Collette, Alice Eve</p>
<p>O mundo é um lugar confuso para Wendy (Dakota Fanning), uma jovem, que apesar do autismo, é independente e brilhante. Wendy escreve histórias de fantasia em seu tempo livre. Quando ela descobre uma competição decide terminar seu roteiro e participar. Agora o problema é entregar o roteiro. Com seu pequeno cão e apenas alguns dólares no bolso, Wendy decide corajosamente ir em busca de seu sonho, embarcando numa aventura repleta de desafios e surpresas.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zmpkNZOD8pU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8891" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/2222966.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Estrelas de Cinema Nunca Morrem</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Paul McGuigan<br />
<strong>Elenco:</strong> Annette Bening, Jamie Bell, Julie Walters</p>
<p>Um retrato sensível e divertido sobre a amizade formada entre o ator britânico Peter Turner (Jamie Bell) e a excêntrica ganhadora do Oscar Gloria Grahame (Annette Bening).Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DC8XqGGr-Gk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8892" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/071653.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>A Cidade do Futuro</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Cláudio Marques, Marília Hughes<br />
<strong>Elenco:</strong> Milla Suzarte, Gilmar Araújo, Igor Santos</p>
<p>Nos anos 70, cerca de 73 mil pessoas foram deslocadas de uma região do norte da Bahia para dar lugar à construção da Hidrelétrica de Sobradinho, durante o regime militar. Quatro cidades e dezenas de vilarejos foram completamente submersos e forçaram uma das maiores migrações compulsórias desde a Segunda Guerra Mundial. Em 2015, quatro atores revisitam as suas próprias histórias através de encenações.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2P5wByQ57ms" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>A Maldição da Casa Winchester é o destaque nas estreias desta semana (01/03). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2018 18:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Maldição da Casa Winchester]]></category>
		<category><![CDATA[California Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Duda e os Gnomos]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Red Sparrow]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Flórida]]></category>
		<category><![CDATA[Sinopse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inspirado em uma história real. Em um ponto isolado de terra, a 50 milhas de distância de São Francisco fica a casa mais assombrada do mundo. Construída por Sarah Winchester, herdeira da fortuna dos Winchester, a casa não conhece seu fim. Construída durante décadas de forma incessante, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, ela tem sete andares de altura e abriga centenas de quartos. Para um estranho, parece um monumento monstruoso que reflete a loucura de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inspirado em uma história real. Em um ponto isolado de terra, a 50 milhas de distância de São Francisco fica a casa mais assombrada do mundo. Construída por Sarah Winchester, herdeira da fortuna dos Winchester, a casa não conhece seu fim. Construída durante décadas de forma incessante, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, ela tem sete andares de altura e abriga centenas de quartos. Para um estranho, parece um monumento monstruoso que reflete a loucura de uma mulher perturbada. Mas Sarah não está construindo para si, mas sim para sua sobrinha ou para o brilhante Dr. Eric Price , que ela convocou para a casa. Ela está construindo uma prisão, um asilo para centenas de fantasmas vingativos, e os mais aterrorizantes deles têm o intiuito de se estabelecer com os Winchesters&#8230; Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-a-maldicao-da-casa-winchester/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sSi37TlQJAU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8711" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/redsparrow-still-5-1515423378.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Operação Red Sparrow</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Francis Lawrence<br />
<strong>Elenco:</strong> Jennifer Lawrence, Joel Edgerton, Matthias Schoenaerts</p>
<p>Dominika Egorova (Jennifer Lawrence) é selecionada contra sua vontade para se tornar uma &#8220;pardal&#8221;- uma mulher sedutora treinada no serviço de segurança russo. Dominika aprende a usar seu corpo como uma arma, mas luta para manter o senso de si mesma durante o processo de treinamento desumanizante. Descobrindo suas habilidades em um sistema injusto, ela surge como um dos elementos mais fortes do programa. Seu primeiro alvo é Nate Nash (Joel Edgerton), um oficial da CIA que administra a infiltração mais delicada da agência de inteligência russa. Os dois jovens entram em uma espiral de atração e decepção, que ameaça suas carreiras, lealdades e a segurança de ambos os países. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-operacao-red-sparrow/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/b2CRirgAqf8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8714" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/465104.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Motorrad</strong><br />
<strong> Direção</strong>: Vicente Amorim<br />
<strong>Elenco:</strong> Guilherme Prates, Carla Salle, Emílio Dantas</p>
<p>O jovem Hugo está determinado a ser parte da turma de motocross do irmão mais velho. Ele rouba peças para sua moto e alcança o grupo numa cachoeira remota. Cheios de adrenalina, eles sobem a serra por uma trilha que é interrompida por um antigo muro. Hugo se dá conta que eles podem desmontar o muro, pedra por pedra, e abre uma passagem que os leva a um encontro inesperado com a dona do ferro-velho de onde Hugo roubou as peças. Ela os convida para fazer uma trilha ainda mais eletrizante. Nessa trilha, a diversão fica para trás e eles passam a ser caçados por um grupo de motoqueiros sádicos e sobrenaturais.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/L0sQpmn3x3Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8715" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/2350096.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Projeto Flórida</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Sean Baker<br />
<strong>Elenco:</strong> Brooklynn Prince, Bria Vinaite, Willem Dafoe</p>
<p>Com a chegada do verão em Orlando, um mundo de aventura e repleto de possibilidades se abre para um grupo de crianças, liderado por uma menina (Brooklynn Prince) de apenas seis anos. Enquanto eles vivem as maravilhas da infância, os adultos ao seu redor lidam com tempos difíceis.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PTemvL4bd9Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8716" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/3451377.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Duda e os Gnomos</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Peter Lepeniotis<br />
<strong>Elenco:</strong> Becky G, Josh Peck, Tara Strong</p>
<p>Duda e sua mãe estão de mudança para a antiga casa da tia Silvia. A casa tem muitos gnomos e eles estranhamente parecem estar mudando de lugar todo tempo. Duda percebe que coisas ainda mais esquisitas estão acontecendo na casa e que na verdade elas podem não estar sozinhas. Logo Duda descobre que os gnomos podem ganhar vida e uma grande amizade surgirá entre eles com o propósitos de proteger a casa.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zru1lhYf4u4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/a-maldicao-da-casa-winchester-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-01-03-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/">A Maldição da Casa Winchester é o destaque nas estreias desta semana (01/03). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Cinquenta Tons de Liberdade é o destaque nas estreias desta semana (08/02). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/cinquenta-tons-de-liberdade-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-08-02-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 17:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinquenta Tons de Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Amigo Vampiro]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[O Insulto]]></category>
		<category><![CDATA[O Que Te Faz Mais Forte]]></category>
		<category><![CDATA[O Sacrifício do Cervo Sagrado]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Sinopse]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Superados os principais problemas, Anastasia (Dakota Johnson) e Christian (Jamie Dornan) agora têm amor, intimidade, dinheiro, sexo, relacionamento estável e um promissor futuro. A vida, no entanto, ainda reserva surpresas para os dois e fantasmas do passado como Jack Hyde (Eric Johnson) e Elena Lincoln (Kim Basinger) voltam a impedir a paz do casal. Com informações do Adoro Cinema. O Que Te Faz Mais Forte Direção: David Gordon Green Elenco: Jake Gyllenhaal, Tatiana Maslany, Miranda Richardson &#8220;O Que te Faz [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Superados os principais problemas, Anastasia (Dakota Johnson) e Christian (Jamie Dornan) agora têm amor, intimidade, dinheiro, sexo, relacionamento estável e um promissor futuro. A vida, no entanto, ainda reserva surpresas para os dois e fantasmas do passado como Jack Hyde (Eric Johnson) e Elena Lincoln (Kim Basinger) voltam a impedir a paz do casal. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yVYqTnXuRPw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8658" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/2463618.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>O Que Te Faz Mais Forte</strong><br />
<strong> Direção:</strong> David Gordon Green<br />
<strong>Elenco:</strong> Jake Gyllenhaal, Tatiana Maslany, Miranda Richardson</p>
<p>&#8220;O Que te Faz Mais Forte&#8221; retrata a história de Jeff Bauman, um homem comum que capturou os corações de sua cidade e do mundo para se tornar o símbolo da esperança após o ataque da Maratona de Boston, em 2013. Jake Gyllenhaal estrela a produção como Jeff, um jovem trabalhador de 27 anos, que estava na maratona para tentar recuperar sua ex-namorada Erin (Tatiana Maslany). Esperando por ela na linha de chegada quando a explosão ocorre, ele perde as duas pernas no ataque. Depois de recuperar a consciência no hospital, Jeff pode ajudar o policial a identificar um dos criminosos, mas sua própria batalha acaba de começar. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-o-que-te-faz-mais-forte/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oOuvGIzbvOo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8661" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/088792.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Meu Amigo Vampiro</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Richard Claus, Karsten Kiilerich<br />
<strong>Elenco:</strong> Jim Carter, Rasmus Hardiker, Alice Krige</p>
<p>Entediado em seu 13º aniversário pelo 300º ano, o vampiro Rudolph decidiu iniciar uma ousada aventura: vai para o mundo real dos humanos buscar por novidades. Lá, onde apenas pessoas vivas têm espaço, ele vai começar uma amizade improvável com Tony, um adolescente de 12 anos apaixonado por lendas vampirescas. Mas o que ele não imagina é que Roque, um caçador, pretender capturá-lo a qualquer custo.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4xl6PuToSHc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8662" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/4492397.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>O Insulto</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Ziad Doueiri<br />
<strong>Elenco:</strong> Adel Karam, Rita Hayek, Kamel El Basha</p>
<p>Em Beirute, um insulto explosivo leva Toni, um cristão libanês, e Yasser, um refugiado palestino, para o tribunal. De feridas secretas a revelações traumáticas, o circo midiático que envolve divide o Líbano em uma crise social, forçando Toni e Yasser a reconsiderarem suas vidas e preconceitos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iOO3-bjyyx4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8663" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/1186158.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>O Sacrifício do Cervo Sagrado</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Yórgos Lánthimos<br />
<strong>Elenco:</strong> Colin Farrell, Nicole Kidman, Barry Keoghan</p>
<p>O roteiro, assinado pelo diretor ao lado de Efthymis Filippou, apresenta o estranho relacionamento, quase de pai e filho, do cardiologista Steven (Farrell) e do jovem Martin (Keoghan), cujo pai faleceu durante uma cirurgia. Eventos enigmáticos envolvendo os filhos e a mulher (Kidman) do médico geram suspeitas sobre o rapaz, que desenvolve um comportamento psicótico.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LAjbBOYGokY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8664" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/286241.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Sem Amor</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Andrey Zvyagintsev<br />
<strong>Elenco:</strong> Maryana Spivak, Alexey Rozin, Matvey Novikov</p>
<p>Boris (Alexey Rozin) e Zhenya (Maryana Spivak) estão se divorciando. Depois de anos juntos, os dois se preparam para suas novas vidas: ele com sua nova namorada, que está grávida, e ela com seu parceiro rico. Com tantas preocupações eles acabam não dando atenção ao filho Alyosha (Matvey Novikov), que acaba desaparecendo misteriosamente. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RwUTUkfPIOM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Especial: TOP 5 – Personagens de Liga da Justiça</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-top-5-personagens-de-liga-da-justica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 21:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liga da Justiça já está em cartaz nos cinemas mundiais. Com alguns dos super-heróis mais queridos das HQs da DC Comics, o filme chega às telas com uma história mais envolvente e dinâmica que as anteriores, por apresentar cenas de ação com ritmo, mesclado a um tom cômico que equilibra as sequências. Apesar de demonstrar um nível maior do que as produções da DC dos últimos cinco anos, Liga apresenta algumas confusões narrativas. Para saber mais, confira a crítica aqui. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Liga da Justiça</em> já está em cartaz nos cinemas mundiais. Com alguns dos super-heróis mais queridos das HQs da DC Comics, o filme chega às telas com uma história mais envolvente e dinâmica que as anteriores, por apresentar cenas de ação com ritmo, mesclado a um tom cômico que equilibra as sequências. Apesar de demonstrar um nível maior do que as produções da DC dos últimos cinco anos, <em>Liga</em> apresenta algumas confusões narrativas. Para saber mais, confira a <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>crítica aqui</strong></em></a>.</p>
<p>Entre qualidades e defeitos, algo que se destaca dentro da trama são algumas personagens emblemáticas. Pensando nisso, o Coisa de Cinéfilo traz para vocês, uma lista com os maiores destaque do longa.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8460" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/5916120.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 5 – Martha Kent</strong></p>
<p>Cheia de carisma e personalidade, Martha conecta o espectador com o lado mais sensível e humano de Clark Kent. Durante suas breves aparições em <em>Liga da Justiça</em>, ela salta aos olhos do público por trazer não apenas a maternidade carinhosa da personagem, já vista desde os HQs, como uma força e atenção aos acontecimentos da trama. Diane Lane não interpreta uma mãe alheia aos fatos das aventuras, seja fisicamente, como em <em>Batman VS Superman</em>, ou emocionalmente, como em <em>Liga</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8459" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/5329947.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 4 – Barry Allen</strong></p>
<p>Ezra Miller chega aos cinemas com uma nova caracterização de Barry Allen, o Flash. Miller consegue capturar a essência um tanto atrapalhada e juvenil do personagem. Outro ponto positivo é a transição dele para herói. O longa não explora profundamente a jornada de Barry, pois o foco fica mais no coletivo, porém o Flash tem um ciclo redondo na narrativa, mostrando um pouco de seu amadurecimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8458" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/5958308.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 3 – Lois Lane</strong></p>
<p>Interpretada por Amy Adams desde <em>O Homem de Aço</em> (2013), em<em> Liga da Justiça</em> o espectador encontra uma Lois diferente. Melancólica e de luto em quase toda a projeção, Adams traz uma Lane cheia de alma, ainda que ela pareça distante dentro da história. Quando acontece certo <em>plot twist</em> na narrativa, a atriz traz de volta o entusiasmo e energia positiva tão familiar à personagem. O mais bacana de sua Lois Lane é o equilíbrio entre o tom correto da personagem, sem parecer tão frágil quanto nas histórias em quadrinhos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8457" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/2042221.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 2 – Diana Prince</strong></p>
<p style="text-align: left;">Firme, leal e sagaz. A Diana de Gal Gadot está de volta em<em> Liga da Justiça</em> e conquista o espectador em todas as suas cenas. Fundamental para a batalha travada com o vilão do filme, Diana está atenta não apenas para os acontecimentos da luta em si, mas também em relação aos colegas heróis, às Amazonas e aos cidadãos comuns. É na sua forma de enxergar as pessoas e o mundo que está o ganho da personagem, juntamente com o carisma de Gadot que ilumina a tela em cada aparição!</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>SPOILER ALERT!!!!!!</strong></span></h3>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8456" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/justice_league__superman_by_goxiii-dabxjxs.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 1 – Clark Kent</strong></p>
<p>Obviamente, sem Clark Kent a batalha jamais seria vencida! Após um tempo – considerável – de seu falecimento, o herói é trazido de volta à vida e se junta à equipe para derrotar o vilão do longa. Ainda que Henry Cavill não seja um ator muito expressivo, seu Clark tem certo carisma. A questão chave para o Super-Homem ocupar o primeiro lugar é a sua importância na narrativa e o fato de ele ser praticamente invencível! Em seu retorno, ele consegue vencer qualquer um que esteja em seu caminho e ser peça essencial para salvar o dia!</p>
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