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	<title>Arquivos Michael Shannon - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Michael Shannon - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: The Flash</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 18:41:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um longa de super-herói chega aos cinemas. Esta é a vez de The Flash, aguardado filme que promete um desfecho do universo da DC, que já avisou recentemente que dará um reboot na maioria dos personagens. Notícia essa que já me deixou bastante inconformada, já que não consigo visualizar outros atores na pele de Superman e Mulher-Maravilha, que não sejam Henry Cavill (Enola Holmes) e Gal Gadot (Alerta Vermelho), respectivamente. Lamentos a parte, aqui em The Flash, Barry Allen, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um longa de super-herói chega aos cinemas. Esta é a vez de <strong><em>The Flash</em></strong>, aguardado filme que promete um desfecho do universo da DC, que já avisou recentemente que dará um <em>reboot</em> na maioria dos personagens. Notícia essa que já me deixou bastante inconformada, já que não consigo visualizar outros atores na pele de Superman e Mulher-Maravilha, que não sejam Henry Cavill (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-enola-holmes-netflix/"><em>Enola Holmes</em></a>) e Gal Gadot (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/"><em>Alerta Vermelho</em></a>), respectivamente.</p>
<p>Lamentos a parte, aqui em <strong><em>The Flash</em></strong>, Barry Allen, interpretado pelo polêmico Ezra Miller (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore/"><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></a>) simplesmente não consegue largar a história da morte da mãe e, consequente, prisão do pai. Em um momento de dor e frustração, ele acaba descobrindo que a sua velocidade permite que ele viaje no tempo e espaço, o que o faz querer voltar no passado e salvar sua mãe. Claramente as coisas não saem conforme o esperado e ele acaba imerso no desespero do multiverso.</p>
<p>Particularmente, não aguento mais filmes que coloquem o multiverso como cerne da questão. É como se nada mais fosse definitivo, já que o personagem pode simplesmente voltar em algum momento em que o roteiro entender que isso seja interessante. Essa equação do multiverso só funciona quando utilizada em doses homeopáticas e não é isso que vem acontecendo ultimamente. Até o filme que ganhou o Oscar, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo/">Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo</a>, fez uso desta técnica. Ou seja, já vejo este mercado como saturado. Porque agora você tá me dizendo que o personagem X morreu, mas pode ser que daqui uns anos, se isso for conveniente, ele possa ressurgir das cinzas com essa desculpa. Acho bem problemático.</p>
<p>Aqui especificamente em <em><strong>The Flash</strong></em>, acredito até que o uso foi bem dosado e com uma argumentação válida. O que move o protagonista neste sentido é a dor do luto nunca superado. E nada mais justo que isso para fazer qualquer pessoa tentar o impossível. Outro ponto importante é que obviamente não dá certo e o personagem sofre as diversas consequências de seus atos. Não há impunidade para quem quer mudar o fio do tempo e as coisas não vão sair exatamente como esperamos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16806" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879.jpg" alt="The Flash" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/5573879-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Nesta tentativa de resolver tudo e consertar os erros, Barry enfia mais ainda os pés pelas mãos. É uma sucessão de remendos que tornam cada vez mais complicado o cenário. Sozinho e desamparado, já que o multiverso te rouba as pessoas que mais confia, ele precisa seguir seu instinto de tentar reduzir os danos e tomar as decisões corretas. Tudo isso enquanto tenta controlar a si mesmo, como um paradoxo interessante da nossa dualidade interior.</p>
<p>Muitos personagens antigos e afetivos aparecem neste meio do caminho. O principal, claro, é o Batman de Michael Keaton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-7-de-chicago-netflix/"><em>Os 7 de Chicago</em></a>). Ele não apenas traz de volta o seu personagem dos anos 1989, como toda a atmosfera que o envolve. Um homem-morcego mais tradicional, com várias gambiarras tecnológicas, morcegos voando ao redor e os bat-móveis característicos. É realmente fantástico e inserido de uma maneira assertiva.</p>
<p>Não há como ignorar, no entanto, toda a polêmica que envolve Ezra Miller. Ainda que ele nos ofereça uma boa atuação, como é de seu costume, é complicado esquecer que ele foi envolvido em inúmeros casos problemáticos de violência, agressão e abuso, dos quais vários ele chegou a confessar. Fica muito claro que ele só está ali por dois motivos simples: dinheiro e é branco. Porque se fosse um ator negro e o filme não estivesse pronto, as consequências viriam antes de qualquer confirmação, como no caso de Jonathan Majors (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-creed-iii/"><em>Creed III</em></a>).</p>
<p>Seguindo o fluxo, <strong><em>The Flash</em></strong> é uma boa finalização de uma era bem bacana da DC. Ainda que eu lamente as decisões do estúdio quanto aos seus protagonistas, esse filme consegue dar um desfecho minimamente respeitoso e lógico. Via de regra, sempre acabo achando que as produções da DC são superiores, especialmente em roteiro, do que as da Marvel, que só ganha mais notoriedade pela quantidade absurda de filmes que são lançados. Aqui eu vejo mais equilíbrio e sensatez.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Muschietti</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jeremy Irons, Ezra Miller, Sasha Calle, Luke Brandon Field, Michael Shannon, Ron Livingston, Maribel Verdú, Ben Affleck, Michael Keaton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Am7va7_gOlo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Trem-Bala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 23:03:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estilo de filme que anda meio escasso ultimamente é aquela ação despretensiosa, com tom intenso de comédia e várias cenas violentas, que não integre uma franquia (aliás, estou exausta de franquias). Trem-Bala se enquadra justamente nesta categoria, chegando aos cinemas com o intuito único de entreter o seu espectador. E assim o faz, plenamente. Ladybug (Brad Pitt, Era uma Vez em&#8230; Hollywood) é um assassino de aluguel super azarado que acaba caindo em uma missão de entrega de pacote [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estilo de filme que anda meio escasso ultimamente é aquela ação despretensiosa, com tom intenso de comédia e várias cenas violentas, que não integre uma franquia (aliás, estou exausta de franquias). <strong><em>Trem-Bala</em></strong> se enquadra justamente nesta categoria, chegando aos cinemas com o intuito único de entreter o seu espectador. E assim o faz, plenamente.</p>
<p>Ladybug (Brad Pitt, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era uma Vez em&#8230; Hollywood</em></a>) é um assassino de aluguel super azarado que acaba caindo em uma missão de entrega de pacote somente porque o responsável teve uma infecção estomacal. Ele tem que entrar em um trem-bala, pegar uma mala e sair. Tão simples quanto parece, se não fossem várias pessoas envolvidas com a mala e seu dono, que acabam cruzando o caminho do protagonista.</p>
<p>Mesmo envolvendo muitos personagens, a trama é bem simples e explicada de maneira objetiva. Não há enrolação com o público, que vai percebendo de cara o caminho que aquela história vai tomar. Isso poderia ser um problema se se tratasse de um longa de qualquer outro gênero. Mas sendo o caso de uma ação cômica, é completamente bem aceito e até bem-vindo.</p>
<p>Um tanto inspirado no diretor Quentin Tarantino (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-8-odiados/"><em>Os Oito Odiados</em></a>) e todas a sua violência sanguinária, <strong><em>Trem-Bala</em></strong> é bem visual e não economiza na variedade de mortes. O roteiro diversifica bastante os estilos, excluindo a possibilidade de tédio do espectador. Além disso, é tudo muito bem ensaiado e focado nas câmeras, favorecendo muito a parte estética do filme como um todo.</p>
<p>Brad Pitt está em casa neste longa. Leve, familiarizado e bem à vontade, ele realiza todas as nuances de seu personagem sem o menor esforço. O cara atrapalhado que está tentando controlar a raiva e viver uma vida mais zen, mas ainda assim, reage com habilidade a todas as tentativas de agressão que lhes são direcionadas. Junto a ele, Aaron Taylor-Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tenet/"><em>Tenet</em></a>) e Brian Tyree Henry (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-eternos/"><em>Eternos</em></a>) formam a divertida dupla Limão e Tangerina, que também está em missão no trem.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15753" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao.jpg" alt="Trem-Bala" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>De Joey King (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-barraca-do-beijo-2-netflix/"><em>A Barraca do Beijo</em></a>) posso dizer que a cada produção que passa, ela mostra ainda mais o seu potencial como atriz. King consegue se libertar de seus personagens anteriores e mostrar novas e interessantes facetas. Isso é uma característica rara de se encontrar, até mesmo em excelentes atores. Aqui em <strong><em>Trem-Bala</em></strong>, ela está irônica e um tanto psicopata, mas dentro do arquétipo de uma garotinha fofa indefesa.</p>
<p>A medida que a trama evolui, Ladybug vai ficando cada vez mais chateado com as intercorrências no trem e a dificuldade que ele tem de sair do mesmo. Mortes começam a acontecer, as histórias começam a se cruzar e ele pensa a todo momento que só queria estar em casa meditando. Ninguém ali é santo, mas o protagonista é, definitivamente, alguém tão empático que nos faz esquecer o que ele faz para viver.</p>
<p>O filme vai numa escalada interessante de violência. Começa de maneira mais branda e vai tomando corpo com o passar das cenas e a inserção de novos personagens. O ápice do longa é, também, o momento de maior agressividade e sangue. Aliás, o roteiro convoca o espectador o tempo inteiro a ignorar o compromisso com a realidade e isso é perfeitamente simples de se fazer, já que o enredo consegue dosar isso muito bem.</p>
<p><em><strong>Trem-Bala</strong></em> tem excesso de carisma por parte de todo o elenco, que nos oferece ótimas atuações em uma história divertida de se acompanhar. Para além disso, é recheado de momentos incríveis, cenas positivamente chocantes e aparições mais do que especiais. Definitivamente é um grande acerto de 2022, que vale a pena ser conferido!</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Brad Pitt, Joey King, Aaron Taylor-Johnson, Brian Tyree Henry, Andrew Koji, Hiroyuki Sanada, Michael Shannon, Bad Bunny, Logan Lerman, Sandra Bullock, Ryan Reynolds</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/HQpEMjKWDg4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Entre Facas e Segredos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-entre-facas-e-segredos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 13:24:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em seu quinto trabalho como diretor e roteirista, Rian Johnson (Star Wars: Os Últimos Jedi, de 2017) traz às telonas um suspense policial a la Agatha Christie. A morte do patriarca de uma família se desenrola numa atmosfera leve e cheia de graça. O paradoxo do cômico em meio ao trágico é uma das melhores sacadas do longa-metragem. Os entrelaces do mistério são tecidos em meio à dramática presença do detetive Benoit Blanc &#8211; interpretado por Daniel Craig. Essa versão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em seu quinto trabalho como diretor e roteirista, Rian Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-os-ultimos-jedi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Star Wars: Os Últimos Jedi</em></a>, de 2017) traz às telonas um suspense policial a la Agatha Christie. A morte do patriarca de uma família se desenrola numa atmosfera leve e cheia de graça. O paradoxo do cômico em meio ao trágico é uma das melhores sacadas do longa-metragem. Os entrelaces do mistério são tecidos em meio à dramática presença do detetive Benoit Blanc &#8211; interpretado por Daniel Craig. Essa versão atrapalhada e canastrona do Hercule Poirot rendeu ao diretor as possibilidades que diferenciam esse filme de um suspense comum. Com sua mescla perfeitamente dosado entre comédia e suspense, <em><strong>Entre Facas e Segredos</strong></em> chega aos cinemas nesta quinta-feira (12).</p>
<p>O famoso escritor Harlan Thrombey (Christopher Plummer) completa 85 anos. Na manhã seguinte à festa de aniversário, o escritor é encontrado morto em seu escritório. Como em um de seus livros, a morte de Harlan está cheia de mistério e só pode ser resolvida com um olhar mais apurado. Para isso, o renomado detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) se une à investigação para desvendar o possível crime. Esse será, contudo, um caso difícil até mesmo para Blanc porque, diante dos funcionários misteriosos e da família problemática, todos têm motivos e todos são suspeitos.</p>
<p><em><strong>Knives Out</strong></em> (título original) funciona como uma espécie de tributo aos romances policiais que inspiraram sucessos cinematográficos das décadas de 1950 e 1960. A partir do uso de formatos padrões, como o estilo narrativo do <em>whodunit</em> &#8211; expressão designada para histórias desencadeadas por um assassinato e seguidas pela árdua investigação do mesmo -, o longa consegue beber dessas fontes sem perder sua originalidade. A partir da mescla entre o cômico e o suspense &#8211; assim como foi feito em <em>A Noite de Jogo</em> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/"><em>Um Pequeno Favor</em></a> (ambos de 2018) &#8211; Rian Johnson entrega ao público uma história inteligente e instigante. O espectador fica preso àquela trama do primeiro ao último minuto.</p>
<p>Outra sacada que faz <strong><em>Entre Facas e Segredos</em></strong> se sobressair é a utilização da ironia metalinguística presente na história. A ideia de ver um renomado escritor de romances policiais vivendo suas próprias histórias potencializa a trama. Durante todo o filme, o público é lembrado dessa ironia por meio da personagem de Noah Segan (<em>Looper: Assassinos do Futuro</em>, de 2012) que é um fã das histórias de Harlan Thrombey. A possibilidade de brincar com a narrativa dentro e fora dela é um fator que cativa a atenção do espectador. Dessa forma, a metalinguagem potencializa tanto a comicidade como a tensão do longa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12064" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5367347.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Entre Facas e Segredos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5367347.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5367347.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/5367347.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A inovação não é um ponto forte no roteiro, mas a forma como Johnson brinca com os preceitos já estabelecidos faz toda a diferença. As personagens são versões problemáticas de uma família completamente disfuncional que sempre viveu às custas do pai. Não há nada de novo nisso, contudo, a maneira como as nuances de cada personagem são reveladas mostra ao público que existem camadas por trás dessas “pessoas conhecidas”. Ao mesmo tempo que a narrativa carrega essas personagens comuns, Daniel Craig <em>(<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-contra-spectre/">007 Contra Spectre</a></em>, de 2017) e Ana de Armas (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><em>Blade Runner 2049</em></a>, de 2017) vivem figuras com características peculiares que, tanto ajudam no desenrolar da trama, como funcionam como outra saída cômica.</p>
<p>Tecnicamente, <strong><em>Knives Out</em></strong> é um filme correto. A direção é extremamente precisa e inteligente em suas escolhas. Os enquadrados, por exemplo, dinamizam as cenas e, consequentemente, a trama. Ao pensar no roteiro, os <em>plots</em> são um ponto-chave. A proposta escolhida por Johnson, apesar de não ortodoxa, é bem elaborada e se torna uma motivação a mais para o espectador se prender ao que acontece na tela. A fotografia e a direção de arte do filme também ajudam a compor a atmosfera lúdica e misteriosa da narrativa. As imagens que passam diante dos olhos do público não são apenas esteticamente belas, mas também estão carregadas de significados.</p>
<p>Com seus 130 minutos de duração, <em><strong>Entre Facas e Segredos</strong></em> é uma experiência prazerosa. O mistério é satisfatório e recheado de criativas saídas que não permitem que a narrativa caia nas mesmices do gênero. Com uma bilheteria que já ultrapassa mais de três vezes seu orçamento, o longa chega aos cinemas brasileiros para ganhar a atenção do público. Além do sucesso comercial, o filme também é bem visto pela crítica. Com o prêmio de “Melhor Elenco de Filme” no Satellite Awards, o longa foi, recentemente, indicado em três categorias do Globo de Ouro (“Melhor Ator em Comédia ou Musical”, “Melhor Atriz em Comédia ou Musical” e “Melhor Comédia ou Musical”).</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rian Johnson<br />
<strong>Elenco:</strong> Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Noah Segan, Jamie Lee Curtis, Michael Shannon, Don Johnson, Toni Collette, Lakeith Stanfield, Christopher Plummer, Katherine Langford</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fEVEpTq0k2k" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-entre-facas-e-segredos/">Crítica: Entre Facas e Segredos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Tudo o Que Tivemos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2019 21:14:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo o que Tivemos parece ter uma premissa clichê no que diz respeito a dramas familiares, mas com o tempo se revela mais complexo do que sua aparência sugere. O longa escrito e dirigido por Elizabeth Chomko conta a história de uma família às voltas com os problemas de sua matriarca que sofre de Alzheimer. Interpretada por Blythe Danner, Ruth desaparece no meio da noite deixando todos preocupados, tanto que a filha do casal, Bridget, papel de Hilary Swank, retorna [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Tudo o que Tivemos</em></strong> parece ter uma premissa clichê no que diz respeito a dramas familiares, mas com o tempo se revela mais complexo do que sua aparência sugere. O longa escrito e dirigido por Elizabeth Chomko conta a história de uma família às voltas com os problemas de sua matriarca que sofre de Alzheimer. Interpretada por Blythe Danner, Ruth desaparece no meio da noite deixando todos preocupados, tanto que a filha do casal, Bridget, papel de Hilary Swank, retorna para a cidade dos seus pais. Nesse momento, ela e o irmão Nick, vivido por Michael Shannon, passam a conversar sobre a internação de Ruth num asilo, a contragosto do pai, e diversas rusgas familiares vêm à luz com esse reencontro.</p>
<p>O filme de Chomko é bem intencionado em sua proposta. Ao longo da história questões mal resolvidas entre mãe e filha, irmãos etc. surgem e nisso todos os personagens ganham camadas, especialmente a protagonista vivida por Hilary Swank, cuja trajetória ganha outro sentido ao final da projeção, já que revela um amadurecimento pessoal na medida em que observa com mais atenção o relacionamento afetuosamente estabelecido entre os pais ao longo dos anos. Isso é acompanhado por um desempenho certeiro da atriz.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10457" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Tudo o que Tivemos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O problema de <em><strong>Tudo o que Tivemos</strong></em> é que Chomko parece não conseguir criar um ritmo adequado para o seu filme. A realizadora não sustenta o espectador tempo o suficiente até que o drama mostre de fato a que veio. Até conseguir ganhar &#8220;corpo&#8221;, o longa se garante demais em longas discussões entrecruzadas entre os integrantes da família que parecem não ter um objetivo preciso. A própria personagem de Swank demora a desabrochar na história e até lá soa como um fantasma perambulando por esse núcleo familiar sem dizer a que veio. É um filme que, na maior parte do tempo, &#8220;não se ajuda&#8221;.</p>
<p>Chomko parece não ter <em>timing</em> cinematográfico e deixa o espectador refém de diálogos aborrecidos e sem propósito muito claro. É um filme delicado e discreto, mas falta nele uma consciência do tempo em que sua história precisa de fato fluir. Parece bobagem, mas como experiência espectatorial isso é fundamental. Falta consciência de comunicação e a história e as personagens perdem muito com isso.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Elizabeth Chomko<br />
<strong>Elenco:</strong> Hilary Swank, Michael Shannon, Blythe Danner, Taissa Farmiga, Robert Foster, Josh Lucas, Sarah Sutherland, William Smillie, Aimee Garcia</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/U0-UmorvB4w" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: 12 Heróis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 12:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[12 Heróis]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Peña]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Shannon]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é de hoje que o pós-11 de setembro e a guerra no Afeganistão inspira um nicho de produções cinematográficas em Hollywood com seus inúmeros recursos e estratégias narrativas. 12 Heróis é um dos tantos títulos que integram essa lista e tem preocupações semelhantes às dos seus &#8220;irmãos&#8221; de origem. Construindo a jornada de um grupo de soldados americanos que partem na primeira missão de caça aos responsáveis pelo atentado terrorista às torres gêmeas em Nova York, 12 Heróis enaltece o heroísmo e toda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não é de hoje que o pós-11 de setembro e a guerra no Afeganistão inspira um nicho de produções cinematográficas em Hollywood com seus inúmeros recursos e estratégias narrativas. <i>12 Heróis </i>é um dos tantos títulos que integram essa lista e tem preocupações semelhantes às dos seus &#8220;irmãos&#8221; de origem. Construindo a jornada de um grupo de soldados americanos que partem na primeira missão de caça aos responsáveis pelo atentado terrorista às torres gêmeas em Nova York, <i>12 Heróis </i>enaltece o heroísmo e toda sorte de virtude dos seus protagonistas ianques, não escondendo em momento algum suas principais intenções.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme é dirigido por Nicolai Fulgsig, dinamarquês que tem pouquíssimo trabalho no currículo e praticamente estreia nesse título. A condução é protocolar e o que interessa mesmo em <i>12 Heróis </i>em termos de assinatura é a produção do &#8220;Midas&#8221;<i> </i>dos <i>blockbusters </i>Jerry Bruckheimer (<i>Piratas do Caribe</i>) e o roteiro de Ted Tally e Peter Craig. O roteiro de <i>12 Heróis </i>apela para toda sorte de clichês e frases de efeitos, dos discursos inflamados sobre honra e a essência do herói às atitudes altruístas do protagonista, o australiano Chris Hemsworth, um grande &#8220;lugar comum&#8221; nessa história dando vida ao capitão Mitch Nelson, que atualmente tem um monumento em sua homenagem no local do antigo World Trade Center.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8778" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/12-herois.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Os demais personagens do longa, interpretados por atores do calibre de Michael Peña e Michael Shannon, também não têm muito brilho, todos são simplificados por suas funções, ações e informações esparsas sobre o seu passado. As situações criadas para eles são ainda mais previsíveis, da tomada de consciência do herói a respeito do verdadeiro contexto do conflito ao clímax enfrentado pelo grupo que comanda. Ao final da sessão, é triste constatar o estágio que o cinema chegou no tratamento de questões tão sérias como o terrorismo e os conflitos internacionais desde então. A urgência é convertida num espetáculo que aparenta ter algo de crítico a dizer sobre as coisas, mas no fundo tudo é produto, o que não é um problema em outras circunstâncias, porém quando surge assim&#8230;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>12 Heróis</i> tem uma produção de grande porte, fazendo com que as tomadas no deserto e as cenas de ação despertem um relativo apelo visual para o espectador, mas nada que tire do longa a sensação de  uma experiência maçante para o público. O filme não faz absolutamente nada para tornar-se mais fluido ou ameno. Tudo nesta história sobre a guerra a trata na superfície, sendo mais um pretexto para enaltecer valores e ideias que encobrem os problemas mais graves do conflito, utilizando um relato e personagens reais como &#8220;bode expiatório&#8221; para um entretenimento de apelo questionável.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0Q9W9vgLa58" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Animais Noturnos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2016 15:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Taylor-Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Animais Noturnos]]></category>
		<category><![CDATA[Armie Hammer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Animais Noturnos é um longa estranho de se olhar. Dirigido por Tom Ford, conhecido estilista que estreou como cineasta no sensível Direito de Amar, protagonizado por Colin Firth e Julianne Moore, Animais Noturnos é baseado no romance de Austin Wright e traz como base para a construção da sua narrativa a já conhecida abordagem da história dentro de outra história. As camadas narrativas aqui são catalisadoras  da redenção dos seus principais personagens que se apropriam da ficção para isso. Em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Animais Noturnos </i>é um longa estranho de se olhar. Dirigido por Tom Ford, conhecido estilista que estreou como cineasta no sensível <i>Direito de Amar</i>, protagonizado por Colin Firth e Julianne Moore, <i>Animais Noturnos </i>é baseado no romance de Austin Wright e traz como base para a construção da sua narrativa a já conhecida abordagem da história dentro de outra história. As camadas narrativas aqui são catalisadoras  da redenção dos seus principais personagens que se apropriam da ficção para isso.</p>
<p>Em linhas gerais, há dois filmes em <i>Animais Noturnos</i> aquele do &#8220;mundo real&#8221; e outro que é a ficção nas páginas do livro lido pela personagem de Amy Adams. No fundo, uma única história acaba interessando, a dessa mulher e seu relacionamento mal resolvido com o ex-marido, papel de Jake Gyllenhaal, que, por sinal, é o autor da obra que a protagonista lê e que também dá título ao filme que estamos vendo.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assim, se <i>Animais Noturnos </i>for pensado como um drama sobre um relacionamento fracassado e as diferentes maneiras que seus protagonistas enxergam de expurgá-lo, ela através da reconciliação efetiva fora das páginas do livro e ele limando antigos &#8220;eus&#8221; e situações traumáticas na sua ficção da maneira mais drástica e violenta, o filme se resolve, sobretudo por uma cena final que sugere a continuidade da falta de comunicação entre os personagens centrais da história. Há ainda o acerto do filme no seu departamento plástico, centrado no olhar sofisticado da personagem de Adams, que como diretora de uma grande galeria de arte vive em ambientes dotados de uma estética particular, ao mesmo tempo, <i>Animais Noturnos </i>confere uma leitura asséptica ao conto sobre violência escrito pelo ex-parceiro da protagonista. Nada mais natural, afinal, é a visão dela sobre os acontecimentos do livro.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7094" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/12/noct.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Todavia o filme cai em uma armadilha. Ao trazer uma segunda ficção para sua história e levá-la para além das folhas de papel &#8211; percebam como durante a leitura a personagem de Adams começa a ser atravessada por acontecimentos estranhos que sugerem perigo ou temor (o pássaro morto após bater no vidro da área externa da casa da protagonista ou o vídeo da babá da sua assistente aparecendo diante da câmera enquanto cuida da criança) -, <i>Animais Noturnos </i>cria para si a obrigação de ser igualmente eficiente e minimamente interessante nessa chave de comunicação com o espectador, o que não acontece. A trama policial do livro do personagem de Jake Gyllenhaal é oca e pouco envolvente, o que nos faz: a) duvidar do talento do mesmo para a coisa; b) achar que qualquer leitor com o mínimo de critério e bagagem literária consegue achar a trama aborrecida; e c) duvidar do &#8220;bom gosto&#8221; da personagem de Adams que passa cenas e cenas do filme entretida com a tal história (tá certo que em algum momento ela encontra conexões com sua vidas, mas&#8230;).</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Há ainda outra armadilha em <i>Animais Noturnos</i>, mesmo trazendo ideias interessantes na costura da sua trama central (o relacionamento do casal de protagonistas), o filme ainda apresenta ranhuras. Por mais coerente que seja a leitura de Ford para os dois personagens e que o recurso da ficção como canal para exorcisar demônios pessoais funcione na história, se pararmos para pensar a fundo na composição dos personagens, seus conflitos e trajetórias, <i>Animais Noturnos </i>é um filme demasiadamente superficial. Tão superficial e frio quanto o universo de Susan Morrow (Adams). É uma pena porque todos esperavam bem mais da segunda incursão de Ford no cinema, ainda mais com um elenco desse calibre (juntam-se a Adams e Jake, Michael Shannon, Aaron Taylor-Johnson, Laura Linney, Michael Sheen, Andrea Riseborough, Isla Fisher e Armie Hammer). Fica para a próxima.</p>
</div>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong><br />
<iframe src="https://www.youtube.com/embed/MA4wBYcgEUQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Trailer de Freeheld mostra relação entre personagens de Julianne Moore e Ellen Page</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 23:57:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Michael Shannon]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mal ganhou o seu primeiro Oscar de melhor atriz e Julianne Moore surge como forte candidata da mesma categoria em 2016. Ao menos é o que os blogueiros e especuladores dos EUA estão sugerindo, sobretudo após ter sido divulgado o primeiro trailer de Freeheld, drama protagonizado por Moore e Ellen Page (Juno), previsto para estrear em outubro desse ano por lá. No filme, Julianne Moore vive uma policial que se apaixona por uma mecânica (Page) e tem um relacionamento estável com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Freeheld-657x360.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3192" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Freeheld-657x360-620x340.jpg" alt="Freeheld-657x360" width="620" height="340" /></a></p>
<p>Mal ganhou o seu primeiro Oscar de melhor atriz e <strong>Julianne Moore</strong> surge como forte candidata da mesma categoria em 2016. Ao menos é o que os blogueiros e especuladores dos EUA estão sugerindo, sobretudo após ter sido divulgado o primeiro trailer de <em>Freeheld</em>, drama protagonizado por Moore e Ellen Page (<em>Juno</em>), previsto para estrear em outubro desse ano por lá.</p>
<p>No filme, Julianne Moore vive uma policial que se apaixona por uma mecânica (Page) e tem um relacionamento estável com ela. A personagem vê seu mundo desabar quando descobre que tem uma doença em estágio avançado. Ciente de que é bem possível que venha a falecer, ela entra em uma batalha judicial para que a sua companheira receba os benefícios da sua pensão após a morte. O problema é que todas as autoridades procuradas pelas duas se recusam a reconhecer o relacionamento.</p>
<p><em>Freeheld </em>é dirigido por Peter Sollett (de <em>Uma Noite de Amor e Música</em>) e tem o roteiro de Ron Nyswaner (indicado ao Oscar por <em>Filadélfia</em>). Além de Moore e Page, o elenco do filme traz Steve Carell (<em>Foxcatcher</em>), Michael Shannon (<em>O Homem de Aço</em>) e Josh Charles (da série <em>The Good Wife</em>).</p>
<p>Caso seja indicada e vença o Oscar por <em>Freeheld</em>, Moore seria a primeira atriz a ter no currículo a façanha de vencer a estatueta por duas vezes consecutivas na categoria principal. Somente Tom Hanks foi capaz desse feito com <em>Filadélfia </em>e <em>Forest Gump</em>. O &#8220;porém&#8221; é que a atriz vai encarar  outras candidatas em potencial no próximo ano, entre elas, Carey Mulligan (<em>Suffragette</em>), Cate Blanchett (<em>Carol</em>), Saoirse Ronan (<em>Brooklyn</em>), Emily Blunt (<em>Sicario</em>), Lily Tomlin (<em>Grandma</em>), Meryl Streep (<em>Ricki and the Flash</em>), Jennifer Lawrence (<em>Joy</em>) e Kate Winslet (<em>The Dressmaker</em>).</p>
<p>Não há previsão de estreia para <em>Freeheld </em>no Brasil.</p>
<p>Confira o trailer:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FX9KLZlE344" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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