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	<title>Arquivos Jason Schwartzman - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jason Schwartzman - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Queer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 15:37:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos cineastas mais produtivos da atualidade, o italiano Luca Guadagnino entrega Queer no mesmo ano do excelente Rivais. O mais recente trabalho do diretor é protagonizado por Daniel Craig na pele de um escritor estadunidense na Cidade do México nos anos 1940. Enquanto tem encontros sexuais descompromissados com alguns rapazes, o protagonista acaba se apaixonando perdidamente por um jovem misterioso vivido por Drew Starkey, ator mais conhecido pela sua participação na série Outer Banks da Netflix. Queer é uma adaptação do romance homônimo de William [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos cineastas mais produtivos da atualidade, o italiano Luca Guadagnino entrega <em><strong>Queer </strong></em>no mesmo ano do excelente Rivais. O mais recente trabalho do diretor é protagonizado por Daniel Craig na pele de um escritor estadunidense na Cidade do México nos anos 1940. Enquanto tem encontros sexuais descompromissados com alguns rapazes, o protagonista acaba se apaixonando perdidamente por um jovem misterioso vivido por Drew Starkey, ator mais conhecido pela sua participação na série Outer Banks da Netflix.</p>
<p><em><strong>Queer </strong></em>é uma adaptação do romance homônimo de William S. Burroughs e leva em seu título a denominação atribuída a pessoas que não se identificam com a heteronormatividade. Comumente, &#8220;queer&#8221; também é um termo associado a homens gays, é, por exemplo, uma denominação que não sai da boca da maioria dos personagens desse longa para fazer referência uns aos outros.</p>
<p>Dividido em três capítulos, a nova obra de Guadagnino é mais bem-sucedida em seu início do que no seu desenvolvimento e desfecho, reservando à primeira parte os melhores e mais promissores momentos de toda a história. Está longe de ser um filme ruim, mas é uma narrativa que perde sua vitalidade gradualmente.</p>
<p>Toda a primeira parte de <em><strong>Queer</strong></em>, reservada ao início do relacionamento entre o escritor William Lee e o jovem Eugene é espetacular: psicologicamente bem desenvolvida, guarda um erotismo muito bem dosado e ambienta muito bem a trama temporal e geograficamente. No entanto, o longa perde bastante em seus segmentos seguintes. Há uma sensação de prolongamento desnecessário do tempo de duração dessa história e Guadagnino se perde em meio a metáforas visuais do universo interno do seu protagonista como um esforço de representar suas principais emoções em imagens, algumas iniciativas são interessantes, outras são redundantes, mas existem algumas bem dispensáveis.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-19074" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-3.png" alt="Queer" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Não resta dúvidas que em <em><strong>Queer</strong></em>, o público terá contato com a interpretação mais madura da carreira do ator Daniel Craig. Como William Lee, Craig vive um homem que se contenta com suas relações casuais até ser consumido pela paixão por um jovem extremamente misterioso. Interpretando a outra parte dessa relação, Drew Starkey também está ótimo como Eugene, um rapaz escorregadio e reticente, cuja sexualidade é envolta por um mistério que fascina e destrói Lee. A partir desses personagens, Guadagnino traça um olhar complexo para relações marcadas pela dificuldade de comunicação decorrente das diferentes expressões da sexualidade de Lee e Eugene, elaborando uma interessante análise sobre a experiência sexual e afetiva de um homem gay.</p>
<p>Craig interpreta um sujeito disponível, capaz de qualquer coisa pela atenção de Eugene, sendo em alguns momentos excessivamente submisso, completamente fascinado por aquele rapaz. Enquanto isso Starkey vive Eugene com um minimalismo extremamente sedutor, enigmático, fazendo o público entender o porquê do personagem de Craig se apaixonar de forma tão intensa por aquele sujeito. No primeiro capítulo do filme, a dinâmica entre eles é captada por Guadagnino através de gestos singelos, as iniciativas e os desejos reprimidos de ambos. Isso é um grande acerto do longa, entender que, nessa relação, os detalhes mais sutis dizem muito sobre ambos e sobre o relacionamento que está sendo formado.</p>
<p>O problema é que <em><strong>Queer </strong></em>tem um desenvolvimento emperrado no segundo capítulo sobre a passagem de Lee e Eugene pela América Latina e um momento ainda mais complicado quando o casal passa pela Amazônia para encontrar uma estudiosa de ervas interpretada por uma irreconhecível Lesley Manville, atriz britânica nomeada ao Oscar pelo seu desempenho em Trama Fantasma. Na terceira parte da história, o personagem de Craig está interessado em usar uma erva para acessar aquilo que desde sempre lhe pareceu impenetrável, a cabeça de Eugene. A ideia do terceiro capítulo é boa, mas na prática resulta em diversos momentos lisérgicos dos personagens de Craig e Starkey que só prejudicam a experiência do espectador.</p>
<p><em><strong>Queer </strong></em>tem rendido muitas menções a prêmios para o ator Daniel Craig, eleito o melhor desempenho de um protagonista masculino em 2024 pelo National Board of Review e indicado ao Globo de Ouro de melhor ator em um filme drama, vislumbrando um potencial para render a primeira indicação do ator ao Oscar. É um reconhecimento merecido, ainda que a escalação do ator (um homem conhecidamente hétero, um ex-James Bond) para interpretar um homem gay tenha um &#8220;q&#8221; de chamariz midiático. Craig faz um belo trabalho em <em>Queer</em>.  Nesse novo longa de Guadagnino, a interpretação dele e de Drew Starkey merecem destaque. O filme como um todo, no entanto, representa um ponto vacilante na carreira de um diretor que até então vinha realizando obras surpreendentes ano após ano. Acontece, não se pode ser excelente o tempo todo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Luca Guadagnino</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Daniel Craig, Drew Starkey, Jason Schwartzman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/KJ0bfJPrnKg?si=W6exRPUsedtNoHrZ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jogos Vorazes &#8211; A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 19:31:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jogos Vorazes &#8211; A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes era um dos filmes mais aguardados do ano. Não apenas pelos fãs mais assíduos, como por pessoas comuns, como eu, que apenas aprecia a qualidade inegável da primeira franquia. A história por si só já é muito atraente, misturando o absurdo daquela realidade hostil com o encantamento do romance que surge em cena. Aqui a proposta era conhecer mais sobre as origens do Presidente Snow e os caminhos que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Jogos Vorazes &#8211; A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes</strong></em> era um dos filmes mais aguardados do ano. Não apenas pelos fãs mais assíduos, como por pessoas comuns, como eu, que apenas aprecia a qualidade inegável da primeira franquia. A história por si só já é muito atraente, misturando o absurdo daquela realidade hostil com o encantamento do romance que surge em cena. Aqui a proposta era conhecer mais sobre as origens do Presidente Snow e os caminhos que o levaram a ser a pessoa ruim que ele se tornou.</p>
<p>E, de fato, isso acontece, mas não forma como gostaríamos. O filme conta muito bem todo o contexto em que Coriolanus Snow esteve inserido desde a sua infância e todas as batalhas emocionais que teve que enfrentar no período da adolescência. Ele vai sempre apresentando pequenos sinais de sua maldade, que surge aos poucos, num terreno fértil para isso. O ator Tom Blyth, que tem poucas produções na filmografia, parece que vai tomando coragem a medida que o protagonista evolui. No começo, ele nos oferece muito pouco em atuação, mas isso muda a medida que a projeção avança.</p>
<p>A construção da vilã incorporada por Viola Davis (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/"><em>A Mulher Rei</em></a>) também vai numa crescente, como uma serpente que entra num ambiente destilando seu veneno. Ela serve como um elixir de atração para Snow, que a princípio renega a sua semelhança com a vilã, mas logo começa a perceber todas as similitudes que eles carregam.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17489" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Viola-Davis-caracterizada-para-Jogos-Vorazes.jpg" alt="ogos Vorazes - A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Viola-Davis-caracterizada-para-Jogos-Vorazes.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Viola-Davis-caracterizada-para-Jogos-Vorazes-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Viola-Davis-caracterizada-para-Jogos-Vorazes-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Viola-Davis-caracterizada-para-Jogos-Vorazes-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Voltar à realidade de <strong><em>Jogos Vorazes</em></strong> é muito interessante, pois ela mostra que tem um potencial imenso para além de Katniss (Jennifer Lawrence, <em>Que Horas Eu Te Pego?</em>) e sua turma. No entanto, você pode se perguntar porque eu fiz uma ressalva no começo da crítica. Poucos são os filmes que são bem roteirizados e dirigidos, mas que são destruídos pela atuação de alguém. Aqui é o caso. A atriz Rachel Zegler (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam-furia-dos-deuses/"><em>Shazam! Fúria dos Deuses</em></a>) assume o papel da protagonista e eu, sinceramente, nunca vi uma pessoa tão ruim em tela, nos últimos tempos.</p>
<p>Zegler é completamente caricata, cheia de caras e bocas desnecessárias, incapaz de passar qualquer tipo de emoção verdadeira para os espectadores. Quando ela aparece em cena, é completamente sofrível! Aliás, chega um momento que a gente efetivamente começa a torcer pela morte da personagem, só para não ter que olhar mais para aquele absurdo.</p>
<p>Isso traz um prejuízo ainda maior para o filme, que é a incapacidade de sustentar um romance que eles querem que a gente acredite. Supostamente Snow se envolve com uma garota tributo e esse é o mote principal de <em><strong>Jogos Vorazes &#8211; A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes</strong></em> por uma boa parte do longa. Algo que não convence absolutamente ninguém. E, infelizmente, não existe Viola Davis nem Peter Dinklage (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-eu-me-importo-netflix/"><em>Eu Me Importo</em></a>) que consiga compensar uma protagonista tão péssima como ela.</p>
<p>Dito isso, é extremamente frustrante perceber que <strong><em>Jogos Vorazes &#8211; A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes</em></strong><em> </em>seria um ótimo filme, se não fosse arruinado por uma péssima escolha de elenco principal. Quero saber mais dos próximos passos de Snow, entender melhor a evolução da história até chegar na franquia anterior, mas só a ideia de passar mais um longa tendo que encarar Rachel Zegler, já me deixa com ranço prévio. Uma pena, pois o potencial era ótimo!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Francis Lawrence</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Blyth, Rachel Zegler, Peter Dinklage, Viola Davis, Jason Schwartzman, Hunter Schafer, Josh Andrés Rivera, Fionnula Flanagan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/gnYRH5YLEYQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Asteroid City</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 21:06:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Asteroid City é o mais novo longa do cineasta Wes Anderson (Ilha dos Cachorros), que cada dia conquista mais fãs com seu estilo bem característico de roteiro e direção. Neste longa, que se passa nos anos 1950, acompanhamos a cidade fictícia de Asteroid City, que recebe pais e alunos para uma convenção, que acaba dando muito errado, levando todos à uma quarentena forçada. Mesclando cenas bem coloridas em tons pastéis agradáveis com o preto e branco da narração, o longo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Asteroid City</em> </strong>é o mais novo longa do cineasta Wes Anderson (<em>Ilha dos Cachorros</em>), que cada dia conquista mais fãs com seu estilo bem característico de roteiro e direção. Neste longa, que se passa nos anos 1950, acompanhamos a cidade fictícia de Asteroid City, que recebe pais e alunos para uma convenção, que acaba dando muito errado, levando todos à uma quarentena forçada.</p>
<p>Mesclando cenas bem coloridas em tons pastéis agradáveis com o preto e branco da narração, o longo se desenrola como uma peça teatral que é explicada pelo personagem de Bryan Cranston (<em>Breaking Bad</em>). É um modo de construção de enredo bem específico, que pode deixar alguns espectadores incomodados. É cult demais e de nicho (não que ele não possa agradar o grande público). Dito isso, é preciso apreciar o estilo de Wes para seguir na lógico distópica que mistura os dois mundos &#8211; fictício e &#8220;real&#8221;.</p>
<p>Augie (Jason Schwartzman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></a>) é um homem que vive o luto da perda recente da esposa. Ele não havia contado o evento para os quatro filhos e resolve fazer isso quando está à caminho da casa do avô das crianças e seu carro quebra. Justamente em Asteroid City. Logo na sequência, vários grupos vão chegando por conta da convenção, que é um grande mistério para todos.</p>
<p>O longa é agradável e confortável de assistir. Requer atenção do espectador, mas não exige uma dedicação intensa por parte dele. Flui com muita tranquilidade, nos mantendo atentos e interessados a todo momento. E isso se deve tanto ao estilo de gravação e fotografia, quanto à história em si, que é bem interessante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16986" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319.jpg" alt="Asteroid City" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Logo somos apresentados ao personagem de Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-viuva-negra/"><em>Viúva Negra</em></a>), uma jovem artista que vive pelo holofote e tem um lado dramático bem acentuado. Com trejeitos de Marylin Monroe, ela começa a flertar com o protagonista, o deixando curioso e incomodado ao mesmo tempo. A atriz conta ainda com a companhia de sua filha, que claramente é fruto de uma gravidez na adolescência e se envolve com o filho mais velho de Augie.</p>
<p>A capacidade que Anderson tem de reunir grandes nomes de Hollywood e ainda gerir todos de maneira equilibrada é impressionante. Temos artistas de peso como Tom Hanks (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/"><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></a>), Tilda Swinton (<em>Joias Brutas</em>), Steve Carrell (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-querido-menino/"><em>Querido Menino</em></a>), que fazem suas participações (pequenas ou grandes) sem que ninguém tente roubar o holofote. Afinal, o foco ali é a história mais que curiosa daquela cidade. Temos até uma breve aparição do cantor brasileiro Seu Jorge, que surge para dar a &#8220;carteirada&#8221; da sua voz espetacular e marcante.</p>
<p>É curioso como o diretor e roteirista consegue trabalhar temáticas complicadas dentro de uma escala de &#8220;fofura&#8221;. O luto pela perda da esposa e mãe é pautado em vários momentos e representa apenas um dos diversos dilemas existenciais que são apresentados ao espectador. É uma melancolia constante, especialmente quando percebemos que temos um sorriso no rosto e um lamentar constante. E isso se vale pois ele intercala com coisas mais leves, como o amor na adolescência, a pureza infantil e as trapalhadas do governo.</p>
<p><em><strong>Asteroid City</strong></em> é mais um acerto de Wes Anderson, ainda que não seja sua obra suprema. Tem algumas questões em termos de ritmo, especialmente por conta deste vai e vem que representa a narrativa contada de uma peça teatral. Ainda que eu particularmente goste do modelo, é algo que pode trazer inquietação aos espectadores, mesmo os mais fãs. Ainda assim, é uma grata experiência cinematográfica, que merece a sua atenção.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Wes Anderson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jason Schwartzman, Scarlett Johansson, Tom Hanks, Jeffrey Wright, Tilda Swinton, Bryan Cranston, Edward Norton, Adrien Brody, Liev Schreiber, Hope Davis, Rupert Friend, Stephen Park, Matt Dillon, Willem Dafoe, Margot Robbie, Steve Carell, Jeff Goldblum, Seu Jorge</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wDuQokhnLM4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 20:33:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso finalmente chegou aos cinemas para deixar os fãs mais assíduos em polvorosa. Depois do enorme sucesso que foi o primeiro longa Homem-Aranha no Aranhaverso (2018), que rendeu até o Oscar de Melhor Animação, não é de se estranhar a ansiedade de todo mundo para saber os próximos passos de Miles Morales (Shameik Moore, Samaritano). E já posso adiantar sem o julgo de estar &#8220;emocionada demais&#8221; que ele é muito além do que poderíamos esperar. Embora eu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</strong></em> finalmente chegou aos cinemas para deixar os fãs mais assíduos em polvorosa. Depois do enorme sucesso que foi o primeiro longa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-no-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em></a> (2018), que rendeu até o <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-os-vencedores-do-oscar-2019/"><em>Oscar de Melhor Animação</em></a>, não é de se estranhar a ansiedade de todo mundo para saber os próximos passos de Miles Morales (Shameik Moore, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-samaritano/"><em>Samaritano</em></a>). E já posso adiantar sem o julgo de estar &#8220;emocionada demais&#8221; que ele é muito além do que poderíamos esperar.</p>
<p>Embora eu não seja a maior entusiasta de longas de super-heróis (apesar de gostar bastante de alguns específicos, como a franquia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores</em></a>), este personagem sempre me cresceu aos olhos. Tenho simpatia pela história, pelo humor, pelo protagonista. Ele é no estilo que eu imagino de bons filmes de heróis cheios de poderes que são, relativamente, palpáveis para nós. Então tem um &#8220;quê&#8221; de empolgação a mais ao ver um estudante comum escalando paredes e voando entre os prédios.</p>
<p>Morales, então, consegue fazer isso da maneira mais leve e descompromissada possível, ficando lado a lado com o Peter Parker de Tom Holland (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/"><em>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</em></a>) com a personalidade mais parecida com o herói dos quadrinhos. Miles aqui sofre o luto pelo tio que se foi, enquanto sente saudades constantes de Gwen Stacey (Hailee Steinfeld, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bumblebee/"><em>Bumblebee</em></a>). Não pretendo, no entanto, entrar nas miudezas dos detalhes do roteiro, já que spoiler é algo que ninguém gosta.</p>
<p>O que mais me chama a atenção nesta produção é o quanto a dedicação da parte gráfica faz toda a diferença na experiência do espectador. Com menos de 20 minutos de exibição, eu estava pensando sobre o quão incrível é esta parte da franquia e como dá tão certo. Unir diversas técnicas, das mais antigas às mais novas, assim como as diferenças estéticas de cada período, resulta em uma explosão de cenários e possibilidades, transformando cada cena em um ato único. Isso pode vir a ser caótico, claro, em alguns momentos, quando vemos um excesso de técnicas misturadas. E, por vezes, me pergunto como deve ser assistir este longa para pessoas com sensibilidades visuais.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16754" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277.png" alt="Homem-Aranha: Através do Aranhaverso" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Diferente de outros filmes de multiverso que simplesmente jogam os personagens em qualquer realidade, como uma catapulta sem sentido entre o espaço e tempo, em <strong><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></strong> nós temos sentido e qualidade. Sim, diversas realidades nos são apresentadas (talvez até demais), mas de uma maneira tão coesa e justificada, que não ficamos perdidos em momento algum com o que está acontecendo. Tem propósito em cada invertida de universo que vemos ali.</p>
<p>Como um grande serviço aos fãs, este longa traz inúmeros detalhes escondidos em meio a trama, como personagens que surgem do nada e cenas de filmes e animações anteriores. É uma combinação dedicada ao público fiel, mas não chega ao nível da bajulação, o que seria extremamente desnecessário. Afinal, ele não precisa convencer ninguém a gostar de algo que, obviamente, é excelente.</p>
<p>A evolução e transição dos personagens, principalmente a dupla principal, é uma das melhores partes de acompanhar da trama. Gwen e Miles sofrem as dores de seus mundos e como isso os transforma como seres humanos, saindo da adolescência enquanto são empurrados para a maturidade sem dó. É um choque de realidade ao se dar conta que não há alternativa a não ser simplesmente aceitar os fatos como são e ter resiliência para lidar com eles.</p>
<p>Assim como no longa anterior, vai ser difícil encontrar alguém que não tenha gostado ou se apaixonado por <strong><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></strong>. A riqueza de detalhes, a qualidade do enredo, os personagens envolventes e bem aprofundados, fazem com que o espectador fique deslumbrado a todo momento com aquilo que nos é apresentado. Um resultado primoroso e dedicado que mostra o quanto uma animação tem a nos oferecer em termos de qualidade em cinema.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joaquim Dos Santos, Kemp Powers, Justin Thompson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Oscar Isaac, Shameik Moore, Issa Rae, Hailee Steinfeld, Karan Soni, Daniel Kaluuya, Jake Johnson, Jason Schwartzman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_4is7I_ZxTg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Klaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2019 14:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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		<category><![CDATA[Rashida Jones]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após Deixe a Neve Cair, a Netflix dá sequência em sua série de filmes natalinos. Você já se perguntou de onde surgiu o Papai Noel e este ritual onde entregamos cartas para um estranho em troca de presentes? Talvez isso já tenha sido respondido em outros filmes, mas o diretor espanhol Sergio Pablos (escritor de Meu Malvado Favorito) traz uma abordagem única e reinventiva, misturando a origem do mito com uma analogia à Caverna de Platão, em sua animação de estreia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deixe-a-neve-cair/"><em>Deixe a Neve Cair</em></a>, a <em>Netflix </em>dá sequência em sua série de filmes natalinos. Você já se perguntou de onde surgiu o Papai Noel e este ritual onde entregamos cartas para um estranho em troca de presentes? Talvez isso já tenha sido respondido em outros filmes, mas o diretor espanhol Sergio Pablos (escritor de <em>Meu Malvado Favorito</em>) traz uma abordagem única e reinventiva, misturando a origem do mito com uma analogia à Caverna de Platão, em sua animação de estreia, <em><strong>Klaus </strong></em>— fazendo trocadilho com o nome <em>Santa Claus, </em>Papai Noel em inglês.</p>
<p>Em um mundo fictício, Jasper (voz de Jason Schwartzman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-grande-hotel-budapeste/"><em>O Grande Hotel Budapeste</em></a>) é filho do dono de uma espécie de faculdade de carteiros e, por conta deste privilégio, é um dos piores alunos da instituição, uma vez que não leva nada a sério. Para provar seu valor, ele é enviado para a afastada cidade de <em>Smeerensburg</em>, devendo bater a meta de seis mil cartas entregues. No entanto, quando chega ao local, o projeto de carteiro descobre que o lugar é uma constante zona de guerra, com todos os habitantes brigando entre si sem um aparente motivo. Desesperançoso e deprimido, Jasper encontra ânimo ao conhecer Klaus (J.K. Simmons, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-la-la-land-cantando-estacoes/"><em>La La Land</em></a>), um viúvo lenhador que mora distante de todos e coleciona brinquedos antigos.</p>
<p>Atualizando o conto milenar para um problema moderno, a analogia do Natal como símbolo de esperança e fraternidade surge como a perfeita solução para os problemas de <em>Smeerensburg</em>. Vivemos em um mundo ultra polarizado no qual rejeitamos o próximo apenas por ter opiniões divergentes e nem sabemos exatamente como chegamos a esse nível de ódio. Neste sentido, o roteiro é muito sagaz em sua sátira ao tema.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11854" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Klaus1.jpg" alt="Klaus" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Klaus1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Klaus1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Klaus1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Indo além, <em><strong>Klaus </strong></em>não só faz o diagnóstico, como também aponta a causa e a solução para tantos conflitos. São os manipuladores membros do alto conselho da cidade que criaram a &#8220;verdade&#8221; inquestionável de que o povo deve se odiar. Em um paralelo com a realidade, eles seriam os políticos, que colocam a população neste estado de eterna guerra, enquanto eles mantêm seus privilégios. Portanto, o papel de Jasper acaba sendo como na alegoria da Caverna: ele está lá para libertar os presos de suas correntes e do espetáculo de marionete que eles acreditam ser a única realidade possível.</p>
<p>Justamente aí que entra a parte visual da animação, que está muito em sintonia com este tom de falsas aparências do roteiro. Inicialmente, com um visual que parece ter saído do expressionismo alemão, a cidade é sombria e repleta de casas pontiagudas, com aparência pouco amistosa. Além disso, há todo esse cuidadoso jogo sombras tanto nas cenas exteriores como interiores, que remete novamente à Platão e a falsa realidade.</p>
<p>Quando conhecemos <em>Smeerensburg</em> e seus habitantes, a impressão inicial é apenas de suas sombras, ou seja, de sua aparência exterior. Porém, o avançar da trama é acompanhado por uma evolução nas cores e formas, onde tudo vai se tornando mais limpo e iluminado, como se os personagens se aproximassem do Sol (ainda no mito de Platão). Até a apresentação de Klaus simboliza muito bem esse universo ilusório, pois a figura aparentemente ameaçadora se mostra uma doce pessoa.</p>
<p>No fim, o que faltava aos personagens de <em><strong>Klaus</strong></em> era que abrissem seus olhos. Acaba que é um filme muito otimista sobre como a pureza infantil pode ser o resgate do mundo manchado. Aliás, o longa é tão rico em camadas que pouco falei sobre a mais superficial delas: a origem natalina. Ainda que seja uma boa maneira de apresentar o conto do velhinho barbudo à criançada, o Natal é mais do que isso. É um espírito, um suspiro de esperança.</p>
<p><strong>Diretor: </strong>Sergio Pablos</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Rashida Jones, J.K. Simmons, Joan Cusack, Jason Schwartzman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=ILy2vKcI6fo&amp;w=750&amp;h=500]</p>
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		<title>Cinco (ou seis) atores que mais trabalharam com Wes Anderson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 22:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Anjelica Huston]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Murray]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Schwartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Owen Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Wes Anderson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grande Hotel Budapeste, mais novo filme de Wes Anderson, está prestes a estrear nos cinemas brasileiros. Conhecido como um dos diretores mais metódicos dos EUA e que exploram universos e personagens excêntricos, Anderson é um daqueles cineastas cujos filmes são associados imediatamente a sua assinatura em menos de cinco minutos de projeção.  Entre as marcas do realizador estão o seu rigor estético em todas as demandas cinematográficas, mas vale notar que Anderson é um daqueles diretores que têm uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Grande Hotel Budapeste</em>, mais novo filme de<strong> Wes Anderson</strong>, está prestes a estrear nos cinemas brasileiros. Conhecido como um dos diretores mais metódicos dos EUA e que exploram universos e personagens excêntricos, Anderson é um daqueles cineastas cujos filmes são associados imediatamente a sua assinatura em menos de cinco minutos de projeção.  Entre as marcas do realizador estão o seu rigor estético em todas as demandas cinematográficas, mas vale notar que Anderson é um daqueles diretores que têm uma lista de atores cativos em suas produções. Listamos os cinco intérpretes que mais trabalharam com o cineasta:</p>
<figure id="attachment_1363" aria-describedby="caption-attachment-1363" style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/life-aquatic-with-steve-zissou-3.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1363" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/life-aquatic-with-steve-zissou-3.jpg" alt="life-aquatic-with-steve-zissou-3" width="685" height="415" /></a><figcaption id="caption-attachment-1363" class="wp-caption-text">Bill Murray em &#8220;A Vida Marinha com Steve Zissou&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>#01. Bill Murray </strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 6 filmes</p>
<p> Bill Murray foi o ator que mais trabalhou com Wes Anderson, com um total de seis parcerias em longas metragens que começaram com <em>Três é Demais </em>e desde então seguiram ininterruptamente nos projetos seguintes do diretor: <em>Os Excêntricos Tenenbaums</em>, <em>A Vida Marinha com Steve Zissou, Viagem a Darjeeling</em>, a animação <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>, <em>Moonrise Kingdom </em>e o recente <em>O Grande Hotel Budapeste</em>. Mesmo que seja uma pequena participação, Murray sempre está lá. Em entrevista recente a revista Rolling Stone, o cineasta disse que sempre que começa a pensar no roteiro do seu próximo filme tem como obrigação criar um personagem para Bill Murray.</p>
<figure id="attachment_1364" aria-describedby="caption-attachment-1364" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1364" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg" alt="MSDBORO EC011" width="688" height="420" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg 2000w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1-750x459.jpg 750w" sizes="(max-width: 688px) 100vw, 688px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1364" class="wp-caption-text">Os Wilson em &#8220;Pura Adrenalina&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>#02. Os irmãos Owen e Luke Wilson</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = Owen em 5 filmes e Luke em 4</p>
<p> Owen e Luke Wilson são outros atores frequentes na filmografia de Wes Anderson. Os irmãos Wilson começaram a trabalhar com o realizador em 1994, quando Anderson concebeu o curta-metragem <em>Bottle Rocket </em>sobre dois nerds tentando se virar como bandidos, o principal tema da produção era a banalidade do crime. O filme inspirou o cineasta a realizar o seu primeiro longa <em>Pura Adrenalina</em>, com os mesmos personagens vividos pelos Wilson no curta. O público não comprou muito a fita, mas a crítica especializada logo caiu de amores pelo cineasta e começou a esperar com ansiedade pelo que ele faria em seguida. Os roteiros do curta e do longa foram escritos por Anderson e Owen Wilson, que logo estaria em outros quatro filmes do diretor, <em>Os Excêntricos Tennenbaums</em>, <em>A Vida Marinha com Steve Zissou</em><em>, Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>.</p>
<figure id="attachment_1371" aria-describedby="caption-attachment-1371" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1371" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg" alt="The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872" width="652" height="393" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg 1200w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872-750x452.jpg 750w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1371" class="wp-caption-text">Anjelica Huston em &#8220;Os Excêntricos Tennenbaums&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 03. Anjelica Huston</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p> Entre as atrizes, Anjelica Huston é a mais constante na carreira do cineasta. O primeiro filme do diretor com a atriz foi <em>Os Excêntricos Tennenbaums</em>, no qual ela dava vida a matriarca Etheline Tennenbaum. O filme, além de ser o maior sucesso comercial da carreira do diretor, rendeu a ele sua primeira indicação ao Oscar na categoria roteiro original, dividindo a nomeação com Owen Wilson que, a semelhança de <em>Pura Adrenalina</em>, compartilhou a função de roteirista com o cineasta. Já Anjelica Huston, que antes de <em>Tennenbaums</em> amargou empreitadas pouco interessantes no cinema, repetiria a dose com o diretor em <em>A Vida Marinha com Steve Zissou </em>e <em>Viagem a Darjeeling. </em></p>
<figure id="attachment_1366" aria-describedby="caption-attachment-1366" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1366" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg" alt="Neu im Kino: Tragikomödie &quot;Rushmore&quot; mit Jason Schwartzman" width="652" height="419" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg 1920w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason-750x481.jpg 750w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1366" class="wp-caption-text">Jason Schwartzman em &#8220;Três é Demais&#8221;.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 04. Jason Schwartzman </strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p> Jason Schwartzman, a semelhança dos irmãos Wilson, foi outra cria de Wes Anderson. O ator começou a trabalhar com o diretor em <em>Três é Demais </em>de 1998, segundo longa do cineasta, e desde então repetiu a parceria em outras duas ocasiões, <em>Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Grande Hotel Budapeste</em>. Em <em>Três é Demais</em>, o ator interpretava um adolescente que era brilhante mas péssimo aluno no colégio, preferindo se dedicar a atividades como a apicultura nos seus tempos vagos. Tudo muda quando o personagem de Schwartzman se apaixonava por sua professora, interpretada por Olivia Williams (de <em>O Escritor Fantasma</em>). O longa foi a estreia do ator nos cinemas e ficou conhecido como o filme-base para solidificar a estética de Anderson em seus longas seguintes.</p>
<figure id="attachment_1367" aria-describedby="caption-attachment-1367" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/ahluwahliawaris.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1367" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/ahluwahliawaris.jpg" alt="ahluwahliawaris" width="623" height="378" /></a><figcaption id="caption-attachment-1367" class="wp-caption-text">Waris Ahluwalia em &#8220;Viagem a Darjeeling&#8221;.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 05. Waris Ahluwalia</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p style="text-align: left;">Uma das mais curiosas parcerias de Wes Anderson é com o ator e designer indiano Waris Ahluwalia. A estreia de Ahluwalia no cinema foi com Anderson em <em>A Vida Marinha com Steve Zissou</em>, de 2004. O ator mora nos EUA desde os cinco anos de idade  e atualmente é sócio da House of Waris, famosa empresa de design sediada em Nova York, além de esporadicamente trabalhar como modelo, flertar com a gastronomia e ter uma vida social ativa e eclética nas principais rodas da sociedade norte-americana, cultivando amigos que vão de Lindsay Lohan a Tilda Swinton.  A parceria de Waris e Anderson se repetiu em <em>Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Grande Hotel Budapeste</em>.</p>
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