<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Renée Zellweger - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/renee-zellweger/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/renee-zellweger/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2020 23:42:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Renée Zellweger - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/renee-zellweger/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Atriz</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[Adoráveis Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Cynthia Erivo]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Harriet]]></category>
		<category><![CDATA[História de um Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Judy - Muito além do arco-íris]]></category>
		<category><![CDATA[Melhor Atriz]]></category>
		<category><![CDATA[O Escândalo]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<category><![CDATA[Saoirse Ronan]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12372</guid>

					<description><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz/">Especial Oscar 2020: Melhor Atriz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da crítica especializada que havia elogiado as performances das duas nos filmes <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Nós</em> </a>e A Despedida, respectivamente. Nenhuma diretora mulher consta entre os concorrentes também.</p>
<p>Ainda assim, mesmo com tanta lacuna de diversidade, dez nomes de intérpretes mulheres foram reveladas no dia 13 de janeiro, sendo que cinco artistas aparecem na seção de protagonistas, que está nesta publicação, e a outra metade está na parte de coadjuvantes (e você pode ver <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz-coadjuvante/">aqui</a>). Pensando nisso, o <span style="color: #ba1616;"><em><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></em></span> traz agora uma breve análise das atuações femininas concorrentes na corrida pelo troféu da Academia em 2020. Confira o Especial Oscar 2020: Melhor Atriz!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-12377 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">O Escândalo</a></strong>)</h5>
<p>Vivendo uma personagem que existe na vida real, a jornalista Megyn Kelly, a atriz impressiona em alguns aspectos de sua construção e incomoda em outros. Primeiramente, é possível perceber o cuidado de Charlize ao utilizar um tom e peso na voz que a Megyn possui. A sua postura corporal lembra não apenas a da âncora, mas a de quem trabalha em noticiários de TV. Existe também uma preocupação em colocar certa humanidade e fragilidade na tela, para procurar imprimir uma complexidade em sua performance. Mas, é aqui que, talvez, a Theron falhe. Justamente quando tenta revelar uma naturalidade é que a sua Kelly parece mais artificial, porque a intérprete não conseguiu se despir completamente da pose que trouxe em seu processo de criação. Apesar das falhas, a indicação é justa. Contudo, ela não deve levar o prêmio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12378" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CYNTHIA-HARRIET-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Cynthia Erivo (Harriet)</strong></h5>
<p>Com uma interpretação cheia de detalhes e força, Erivo encarna uma figura histórica, a Harriet Tubman, responsável por salvar diversas vidas de negros no período da escravidão. O ponto alto da interpretação da Cynthia é justamente a consciência de trazer uma mulher decisiva e guerreira, mas de forma progressiva. O espectador vai descobrindo o poder da personagem aos poucos, enquanto ela se empodera. A intérprete faz isso através dos gestos, olhares, postura corporal e voz que vão se transformando durante a sessão. Harriet parece ter sido sempre a frente do seu tempo, porém a escolha da Cynthia Erivo foi iniciar com um tom mais suave, movimentos mais contidos, olhar titubeante, que encara, mas com receio. A partir da virada da trama, ela vai ganhando novos contornos. A atuação dela seria uma escolha certeira para o prêmio, poderia levar a estatueta seguramente, contudo, dificilmente isto acontecerá, pois existe outra favorita, com uma performance tão boa quanto, mas que sai na frente pelo privilégio branco e sua carreira mais antiga em Hollywood. <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-12382 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg" alt="" width="750" height="461" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-1536x944.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-2048x1258.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-610x375.jpg 610w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Renée Zellweger (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/">Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</a>)</strong></h5>
<p>Com uma carreira consolidada em Hollywood até início dos anos 2000, a atriz faz o seu retorno para os filmes premiados interpretando um ícone do cinema dos Estados Unidos: a Judy Garland. Para o público familiarizado com as características de Garland, a sessão pode ser impressionante!! A reconstrução da artista beira ao impecável e o fato de Zellweger deixar impresso traços característicos seus eleva a sua atuação, que foge da representação. O que o espectador recebe aqui é o olhar dela diante de uma personalidade tão cheia de detalhes e elementos forte, como o modo de cantar e mexer os olhos. As chances da Renée são altíssimas e é bem provável que a sua segunda estatueta chegue neste domingo. Anteriormente a intérprete recebeu o troféu da academia por seu trabalho como Ruby, em <em>Cold Moutain</em>, em 2004! <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12383" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SAIORSE-ADORAVEIS-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Saoirse Ronan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/">Adoráveis Mulheres</a>)</strong></h5>
<p>Falando em privilégio branco, eis que surge uma indicação meio esquisita na lista do Oscar 2020. É bem verdade que a Saoirse entrega uma Jo com a verdade que a intérprete parece ver em sua personagem, ela demonstra tentar imprimir traços de uma garota intensa e firme, como é a garota do livro de Louisa May Alcott. A jovem cria nuances no tom que dá ao texto e tem um carisma singular. Contudo, Ronan não entrega nada excepcional e acabou tirando o lugar de outras mulheres que mostraram um resultado impecável em 2019, como a Lupita Nyong’o ou a Awkwafina. Nem em seu próprio filme ela é o destaque, ficando atrás de praticamente todo o elenco. As suas chances de vitória são mínimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12384 size-medium" title="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/">História de um Casamento</a>)</strong></p>
<p>Geralmente vista como uma atriz de filmes mais pipoca, Scarlett chega ao Oscar com duas indicações. Em <em>História de Um Casamento</em>, é perceptível como a humanização da intérprete chega certeira, numa direção que procura elevar a personalidade de sua personagem e revelar fragilidades e forças através de uma dinâmica na qual a câmera dialoga com o trabalho de Johansson. O ápice disso é na sequência em que ela está no escritório de sua advogada e começa a andar pelo espaço. A combinação de sua naturalidade, pausas e gestos que procuram performar o cotidiano e o despir completo de sua Nicole, juntamente com o <em>tracking shot</em> constroem a melhor sequência do filme inteiro. Claro, a contracena com Laura Dern ajuda também! As chances de vencer são minúsculas, mas este papel é, por enquanto<a href="http://www.adorocinema.com/">,</a> o seu melhor!</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz/">Especial Oscar 2020: Melhor Atriz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 19:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Darci Shaw]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Finn Wittrock]]></category>
		<category><![CDATA[Jessie Buckley]]></category>
		<category><![CDATA[Judy - Muito além do arco-íris]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Gambon]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Cordery]]></category>
		<category><![CDATA[Royce Pierreson]]></category>
		<category><![CDATA[Rufus Sewell]]></category>
		<category><![CDATA[Rupert Goold]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12318</guid>

					<description><![CDATA[<p>Renée Zellweger (O Bebê de Bridget Jones) é a favorita para ganhar o Oscar 2020 de melhor atriz por interpretar Judy Garland em Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris, filme que narra o último ano na vida da artista que ficou célebre ainda criança ao protagonizar O Mágico de Oz, mas foi sugada até a medula por uma indústria que exigiu dela juventude, beleza e talento. De certa maneira, a trajetória de Zellweger e Garland se encontram quando pensamos como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/">Crítica: Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Renée Zellweger (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-bebe-de-bridget-jones/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Bebê de Bridget Jones</em></a>) é a favorita para ganhar o Oscar 2020 de melhor atriz por interpretar Judy Garland em <em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</strong></em>, filme que narra o último ano na vida da artista que ficou célebre ainda criança ao protagonizar <em>O Mágico de Oz</em>, mas foi sugada até a medula por uma indústria que exigiu dela juventude, beleza e talento. De certa maneira, a trajetória de Zellweger e Garland se encontram quando pensamos como a atriz, um dos nomes mais importantes do início dos anos 2000 por seu trabalho em filmes como <em>O Diário de Bridget Jones</em>, <em>Chicago</em> e <em>Cold Mountain</em>, foi demandada o quanto pôde por Hollywood, cedendo inclusive aos apelos de perfeição estética, com suas já reconhecidas intervenções plásticas, e depois foi descartada e ridicularizada por esse mesmo sistema que a criou.</p>
<p>Zellweger se retirou de cena e em recente entrevista declarou ter passado por um período de depressão, o que a fez se submeter a uma espécie de <em>rehab</em> de Hollywood. Assim como Garland, Zellweger absorveu as consequências do que é para uma mulher envelhecer na indústria do entretenimento e, nesse sentido, não há como assistir à cena final de Judy, olhar para o melancólico desfecho da sua protagonista, e também não pensar que na tela estamos vendo uma grande atriz no auge da sua experiência, dando tudo de si em uma performance que marca em definitivo o seu merecido retorno aos grandes holofotes. A narrativa de <em>comeback</em> de Renée Zellweger nesse Oscar é construída como uma espécie de compensação das faltas de Hollywood com Judy Garland.</p>
<p><em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris </strong></em>não é um filme perfeito e nem a interpretação de Zellweger é, mas a maneira como a atriz se entrega em cena, cobrindo algumas faltas do seu roteiro e dando o melhor de si é absolutamente admirável. O diretor Rupert Goold dirige uma história que simplifica a biografia de Garland a duas passagens notórias da sua vida: os primeiros passos da atriz mirim, regulada pelos olhos dos produtores de Hollywood, da imprensa e da sua mãe; e sua conturbada passagem pelos palcos de Londres aos 46 anos de idade, lidando com todas as sequelas da sua juventude, as crises de ansiedade, a depressão e o vício em álcool.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12320" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1.jpg" alt="Judy - Muito Além do Arco-Íris" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No primeiro feixe narrativo, Judy acerta pelo primor plástico da sua propositalmente artificial direção de arte que remete a coloridos sets da era de ouro de Hollywood. No entanto, aqui, peca por girar em círculos com temas como a cultura das celebridades e os efeitos nocivos em jovens estrelas sem nunca se aprofundar bastante no tópico. Esses <em>flashbacks</em> de Judy até que são marcados por boas intenções, com um tom maior de inventividade e até fantasia, mas as sequências são encenadas com um pouco de ingenuidade da parte de Rupert Gold.</p>
<p>O melhor de Judy está mesmo na fase madura de Garland porque o show é completamente de Renée. O que é mais fascinante no desempenho de Renée em Judy é a maneira como a atriz se realiza nas performances da sua protagonista, condensando emoções difíceis e complexas em sua interpretação musical. Os melhores momentos do longa são aqueles que percebemos como Zellweger incorpora Garland em trejeitos, sobretudo quando a artista está nos palcos, sem abandonar as assinaturas usuais das suas performances, para muitos estridente e cheia de maneirismos. Caso o trabalho de Zellweger te incomode justamente por essas marcas, pode esquecer que Judy o fará vê-la de outra forma porque, apesar do esforço de &#8220;se apagar&#8221; na composição da personagem, segue sendo uma interpretação com a assinatura de Renée.</p>
<p><em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris </strong></em>é um filme que tem intenções nobres, mas simplifica a exposição da sua crítica e do seu estudo de personagem às usuais <em>headlines</em>: a mídia gananciosa e Hollywood sugam o quanto podem o viço das suas estrelas. Há muito mais camadas na biografia de Garland que isso e o longa poderia explorá-las, mas não o faz, anda em círculos com essa construção. Renée Zellweger, por sua vez, entrega tudo de si, captando a alma da artista biografada. A esperança que fica é que histórias como as de Garland não se repitam e que a consagração de Zellweger não se restrinja a essa narrativa de <em>comeback</em> em 2019-2020, nos apresentando agora, quando a atriz está chegando na casa dos cinquenta anos, todo um horizonte a ser explorado pelo seu já mais do que comprovado talento.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rupert Goold<br />
<strong>Elenco:</strong> Renée Zellweger, Finn Wittrock, Jessie Buckley, Rufus Sewell, Michael Gambon, Darci Shaw, Richard Cordery, Royce Pierreson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ngDIqRJtH64" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/">Crítica: Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial: A Filmografia de Judy Garland</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 01:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[Agora seremos felizes]]></category>
		<category><![CDATA[Desfile de Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Especial: A Filmografia de Judy Garland]]></category>
		<category><![CDATA[Judy - Muito além do arco-íris]]></category>
		<category><![CDATA[Judy Garland]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento em Nuremberg]]></category>
		<category><![CDATA[Nasce Uma Estrela]]></category>
		<category><![CDATA[O Magico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12274</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, flashbacks de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando. Estrelado por Renée Zellweger (Cold Moutain) e dirigido por Rupert Goold (A História Verdadeira), [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/">Especial: A Filmografia de Judy Garland</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme <em>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</em> mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, <em>flashbacks</em> de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando.</p>
<p>Estrelado por Renée Zellweger (<em>Cold Moutain</em>) e dirigido por Rupert Goold (<em>A História Verdadeira</em>), o longa tem a dupla como ponto alto da produção. Zellweger quase desaparece na personagem, deixando a sensação de que quem está em cena é a própria Garland, mas, ainda assim, não há uma representação ou mimese aqui. Claramente, é a Judy da Renée. Até alguns trejeitos da intérprete surgem em alguns instantes, levemente. A direção de Goold é cuidadosa e sensível, conseguindo transmitir o que eles gostariam de passar que a protagonista estava sentindo em cada cena, principalmente nas sequências dos shows.</p>
<p>A personagem principal, vivida por Renéé, foi uma atriz extremamente importante para o cinema hollywoodiano, não apenas na parte rentável, como no legado artístico que a própria deixou. Atuando, cantando e dançando em musicais ou performando caracterizações em dramas “oscarizados”, Garland marcou a história do audiovisual e, pensando nisso, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu as suas produções essenciais.</p>
<p><strong>Confira o Especial: A Filmografia de Judy Garland</strong>!</p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12314" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg" alt="Especial: A Filmografia de Judy Garland" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>5 – Desfile de Páscoa</strong> (1948):</h5>
<p>No final da década de 1940, a MGM reúne Judy Garland e Fred Astaire (<em>Vamos Dançar?</em>) em um musical cheio de cores, canções animadas e figurinos pomposos. As coreografias de Astaire e Charles Walters (<em>Lili</em>) são complexas e envolvem, em sua maioria, um grande número de pessoas. Mas, são nas danças mais íntimas, por assim dizer, que envolvem Judy e Fred, que o filme cresce. Ambos atores possuem em suas interpretações um jeito um tanto sapeca e descontraído. A dinâmica da dupla funciona bastante neste sentido da sintonia e a química cresce bastante por eles possuírem uma vibração semelhante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12316" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg" alt="Julgamento em Nuremberg" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>4 – Julgamento em Nuremberg (1961):</strong></h5>
<p>Todas as características clássicas da atuação Judy Garland somem neste filme de Stanley Kramer (A<em>divinhe Quem Veio Para Jantar</em>). Judy imprimia uma graça e leveza em seus musicais. Aqui, a sua Irene Hoffman é contida, porém desesperada. O seu trabalho de corpo é notável.  A intérprete parece desejar passar todo o peso, lamento e ansiedade em sua postura tesa e voz quase esganiçada. A sua atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante, em 1962.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12311" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg" alt="Nasce uma Estrela" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>3 – Nasce uma Estrela (1954):</strong></h5>
<p>Muito antes do “<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nasce-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Shallow Now</em></a>”, Hollywood realizou três versões de Nasce uma Estrela. O primeiro filme a ser um musical foi o estrelado por Judy Garland e ainda em <em>Technicolor</em> e tudo! Além de conseguir passar emoções que a personagem sentia através das canções, Garland demonstra versatilidade e progressão em sua construção. É possível notar como sua Vicki Lester vai amadurecendo e sentindo o impacto tanto da sua fama, quanto da queda de seu marido.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12312" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg" alt="Agora Seremos Felizes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>2 – Agora Seremos Felizes (1944):</strong></h5>
<p>Dirigida por Vincent Minnelli (Gigi), Judy Garland performa aqui um de seus papéis mais icônicos. O tom que a atriz coloca para a Esther Smith é a sua marca registrada. Vibrante, numa mescla entre timidez e leveza, com sarcasmo e brincadeira, ela equilibra juventude e melancolia, fazendo com que um musical um tanto frívolo tenha mais personalidade e força, desde o início da projeção. Depois, Garland faz uma transição de idade de Esther e coloca em sua atuação não apenas certos traços de conformidade da idade, como a serenidade e a decepção. Contudo, ela não perde o ar meio taciturno, meio alegre que escolheu imprimir no papel. No longa, também tem Judy cantando clássicos como &#8220;Trolley Song&#8221; e &#8220;Have Yourself a Merry Little Christmas&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12313" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg" alt="O Mágico de Oz" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>1 – O Mágico de Oz (1939):</strong></h5>
<p>&#8220;There is no place like home!!!&#8221; O primeiro filme da lista, não poderia faltar no <em>Especial: A Filmografia de Judy Garland</em>, justamente porque foi a produção que, definitiva e efetivamente, colocou Judy Garland no mapa. A sua Dorthy virou um símbolo do cinema estadunidense e representa uma das personalidades que os estúdios da época queriam: o da garota da casa ao lado. A mistura de suavidade e coragem é o traço mais forte da construção feita por Garland.</p>
<p>No auge dos seus 17 anos, o resultado de seu trabalho parece mais intuitivo do que planejado. Ainda assim, a interpretação de Judy é repleta de camadas e, talvez, vá além do que a MGM conseguia enxergar em 1939. A intérprete possuía uma força que transbordava a tela, deixando ela ser maior do que uma menina obediente, que a sociedade parece aceitar com bastante tranquilidade. Aqui também foi onde ela cantou, pela primeira vez, a clássica canção &#8220;Somewhere Over the Rainbow&#8221;.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/">Especial: A Filmografia de Judy Garland</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial: Renée Zellweger (Parte 2) &#8211; O nome nos lábios de todos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-2-o-nome-nos-labios-de-todos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-2-o-nome-nos-labios-de-todos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2019 18:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[A Luta pela Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Abaixo o Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Appaloosa]]></category>
		<category><![CDATA[Bridget Jones: No Limite da Razão]]></category>
		<category><![CDATA[Caso 39]]></category>
		<category><![CDATA[Chicago]]></category>
		<category><![CDATA[Cold Mountain]]></category>
		<category><![CDATA[Dilema]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Judy]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Canção de Amor]]></category>
		<category><![CDATA[O Amor não tem Regras]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Recém Chegada]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<category><![CDATA[Somos Todos Iguais]]></category>
		<category><![CDATA[Versões de um Crime]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10573</guid>

					<description><![CDATA[<p>Renée Zellweger vinha de anos de glórias consecutivas com a vitória no Globo de Ouro por A Enfermeira Betty em 2000 e sua primeira indicação ao Oscar pelo hit de 2001 O Diário de Bridget Jones. A atriz perdeu o prêmio da Academia para Halle Berry e seu desempenho no drama A Última Ceia, mas vinha criando terreno para uma vitória futura. Em 2002, o musical Chicago parecia uma aposta segura. Chicago era uma adaptação da versão da Broadway do musical de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-2-o-nome-nos-labios-de-todos/">Especial: Renée Zellweger (Parte 2) &#8211; O nome nos lábios de todos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Renée Zellweger</strong> vinha de anos de glórias consecutivas com a vitória no Globo de Ouro por <em>A Enfermeira Betty </em>em 2000 e sua primeira indicação ao Oscar pelo <em>hit </em>de 2001 <em>O Diário de Bridget Jones</em>. A atriz<em> </em>perdeu o prêmio da Academia para Halle Berry e seu desempenho no drama <em>A Última Ceia</em>, mas vinha criando terreno para uma vitória futura. Em 2002, o musical <strong><em>Chicago</em></strong> parecia uma aposta segura.</p>
<p><em>Chicago </em>era uma adaptação da versão da Broadway do musical de Bob Fosse e venceu seis estatuetas do Oscar quando lançado, incluindo a de Melhor Filme. No longa, Zellweger interpretava uma corista narcisista que fazia de tudo para conquistar a fama. A atriz incorporou o humor irônico e sexy da produção que basicamente abordava a insana cultura das celebridades. &#8220;Se não conseguir a fama, seja infame&#8221;, dizia o pôster da produção. E era basicamente isso que Roxie Hart, a personagem de Renée, fazia ao ganhar a fama por ter matado o seu amante Fred Kelly.</p>
<p>A interpretação de Zellweger foi alvo de controvérsia na época pois muita gente não creditava a atriz por suas performances musicais. A recusa de Zellweger de protagonizar o número “I Move On” na cerimônia do Oscar ao lado da colega Catherine Zeta-Jones parece ter endossado um grupo de <em>haters</em> para os trabalhos da atriz que a seguiriam em outros anos. Como em todo caso, com a popularidade, a texana também ganhava algumas &#8220;torcidas de nariz&#8221;.</p>
<figure id="attachment_10575" aria-describedby="caption-attachment-10575" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-10575 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/CHICAGO_POST-06-750x500.jpg" alt="Renée Zellweger" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/CHICAGO_POST-06.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/CHICAGO_POST-06-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/CHICAGO_POST-06-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10575" class="wp-caption-text">Em uma das performances de dança do filme Chicago.</figcaption></figure>
<p>Zellweger sempre pareceu imprimir uma assinatura muito forte em suas interpretações, sendo detectável em qualquer de seus trabalhos traços característicos de suas reações e abordagens para as personagens que interpreta. Quando finalmente venceu o Oscar pelo romance histórico <strong><em>Cold Mountain</em></strong> esta cisão na recepção dos trabalhos da atriz ficou mais evidente.</p>
<p>O filme de 2003 de Anthony Minghella era protagonizado por Nicole Kidman e Jude Law e narrava uma melancólica jornada de Ulisses (<em>A Odisseia</em>) tendo como contexto a guerra civil norte-americana e um romance interrompido entre uma aristocrata (Kidman) e um rapaz humilde (Law). Todos os personagens da produção estavam imersos em dramas severos, perdas, problemas financeiros etc. A Ruby Sparks de Zellweger surge como um elemento cujo tom parecia um pouco acima dos demais, sendo vista como um alívio cômico na narrativa. No entanto, a abordagem de Zellweger pode ser vista por uma outra perspectiva, a atriz parecia interpretar uma figura que tentava combater seu drama pessoal com humor. Junto com Kidman, Zellweger conseguiu construir uma amizade poderosa entre personagens femininas, algo bem raro numa Hollywood erguida pelo mito da rivalidade entre mulheres.</p>
<figure id="attachment_10576" aria-describedby="caption-attachment-10576" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-10576 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/920x920-750x500.jpg" alt="Renée Zellweger" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/920x920.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/920x920-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/920x920-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10576" class="wp-caption-text">Ela ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por Cold Mountain.</figcaption></figure>
<p>Com o Oscar na mão, <em>Renée Zellweger</em> seguiu sua agenda com a subestimada comédia <em>Abaixo o Amor </em>(uma delícia de filme até hoje subestimado), e aceitou o cachê valorizado pelo selo &#8220;vencedora do Oscar&#8221;  em <em>Bridget Jones: No Limite da Razão</em>, não tão bem aceito quanto o antecessor de 2001. Em 2005, <strong><em>A Luta pela Esperança</em></strong> trouxe Zellweger como uma personagem de praxe em dramas oscarizáveis, a esposa do protagonista. O filme narrava a história de vida do boxeador James J. Braddock vivido por Russell Crowe. O longa de Ron Howard não teve a repercussão esperada, mas rendeu indicações ao Oscar em edição, maquiagem e ator coadjuvante (Paul Giamatti). Nada para Zellweger, nem mesmo menções ao Globo de Ouro.</p>
<figure id="attachment_10578" aria-describedby="caption-attachment-10578" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-10578 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cinderella_Man-709362720-large-750x500.jpg" alt="Renée Zellweger" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cinderella_Man-709362720-large.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cinderella_Man-709362720-large-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cinderella_Man-709362720-large-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10578" class="wp-caption-text">Junto com Russell Crowe no filme A Luta Pela Esperança.</figcaption></figure>
<p>Em seguida, Renée esteve no cartaz de produções que não tiveram a expressividade esperada, como a biografia Miss Potter, <em>O Amor Não Tem Regras</em> de George Clooney, o <em>western</em> <em>Appaloosa</em> de Ed Harris, o terror <em>Caso 39</em> e a comédia <em>Recém Chegada</em>. O drama <em>Minha Canção de Amor</em> de 2010 foi a última produção da atriz antes que ela fizesse uma longa pausa na carreira.</p>
<p>Desde 2010, o público não teve notícia de <em>Renée Zellwege<strong>r</strong></em>, até que a atriz teve uma aparição no evento de uma revista e logo gerou manchete em tabloides, todos chamavam a atenção para o rosto dela. No início dos anos 2000, Zellweger começou a exibir traços de intervenções cirúrgicas e mudanças sensíveis nas suas feições foram sentidas, mas a nova “cara” de Zellweger parecia uma versão “desmanchada” da sua antiga identidade. Como de praxe, a aparência da atriz gerou comentários (todos depreciativos). De maneira aberta, Zellweger chegou a confirmar ter se submetido a cirurgias plásticas, alegando que seu “novo” rosto na verdade era resultado dessa história e do seu esforço de reduzir essas intervenções. O público teria que se acostumar com ela como era agora – e, sinceramente, prefiro a versão atual da Zellweger, com rugas e traços da sua história (que inclui suas cirurgias plásticas) do que a &#8220;versão antiga&#8221;.</p>
<p>Em meio a tudo isso, Zellweger escolheu retornar às telas com uma relativa segurança: interpretaria Bridget Jones pela terceira vez. <strong><em>O Bebê de Bridget Jones </em></strong>de 2016 teve uma imediata resposta positiva da crítica, mais do que o segundo filme, inclusive, e o longa trazia de volta a diretora Sharon Maguire no comando. No entanto, a bilheteria do longa foi pífia, afinal, chegou com um certo atraso para o público da personagem.</p>
<figure id="attachment_10577" aria-describedby="caption-attachment-10577" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-10577 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Bebê-de-Briget-Jones0-750x500.jpg" alt="Renée Zellweger" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Bebê-de-Briget-Jones0.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Bebê-de-Briget-Jones0-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/O-Bebê-de-Briget-Jones0-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10577" class="wp-caption-text">Seu retorno às telonas no longa O Bebê de Bridget Jones</figcaption></figure>
<p>Depois de <em>O Bebê de Bridget Jones</em>, o retorno de Zellweger ao trabalho foi gradual, com participações modestas em longas como <em>Versões de um Crime</em> e <em>Somos Todos Iguais</em>. A atriz parece ter guardado mesmo sua munição para 2019 com a série <em>Dilema</em> que estreia na Netflix dia 24 de maio e a cinebiografia <em>Judy</em>.</p>
<p>O longo hiato de <strong><em>Renée Zellweger</em> </strong>é representativo de uma constante na carreira da atriz. Zellweger nunca foi o tipo de profissional que acumula quatro ou cinco produções no mesmo ano, ela sempre esperou o projeto certo para dar às caras. A texana parece mirar uma nova indicação ao Oscar e, quem sabe, um Emmy, inaugurando uma nova fase na sua trajetória artística na maturidade.</p>
<p>Confira a parte 1 deste Especial <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-2-o-nome-nos-labios-de-todos/">Especial: Renée Zellweger (Parte 2) &#8211; O nome nos lábios de todos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-2-o-nome-nos-labios-de-todos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial: Renée Zellweger (Parte 1) &#8211; O caminho para Bridget Jones</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-1/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 19:42:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Perfil]]></category>
		<category><![CDATA[A Enfermeira Betty]]></category>
		<category><![CDATA[Caindo na Real]]></category>
		<category><![CDATA[Dilema]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Eu Mesmo e Irene]]></category>
		<category><![CDATA[Jerry Maguire: A Grande Virada]]></category>
		<category><![CDATA[Judy]]></category>
		<category><![CDATA[O Diário de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<category><![CDATA[Um Amor e uma 45]]></category>
		<category><![CDATA[Um Amor Verdadeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Um Preço Acima dos Rubis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10554</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando o primeiro trailer da cinebiografia Judy foi lançado mundialmente na sexta-feira (10) passada, muitos se impressionaram com aquilo que ele exibia. O longa contará a história da estrela Judy Garland (de O Mágico de Oz) a partir do ano de 1968, quando chegou a Londres para uma série de apresentações. O filme é baseado na premiada produção teatral de Peter Quilter. Judy chega com altas expectativas porque aparenta ser um retorno de Renée Zellweger a temporada de prêmios. Em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-1/">Especial: Renée Zellweger (Parte 1) &#8211; O caminho para Bridget Jones</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o primeiro trailer da cinebiografia <em>Judy</em> foi lançado mundialmente na sexta-feira (10) passada, muitos se impressionaram com aquilo que ele exibia. O longa contará a história da estrela Judy Garland (de <em>O Mágico de Oz</em>) a partir do ano de 1968, quando chegou a Londres para uma série de apresentações. O filme é baseado na premiada produção teatral de Peter Quilter.</p>
<figure id="attachment_10555" aria-describedby="caption-attachment-10555" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10555" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20190511-judy-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20190511-judy.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20190511-judy-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20190511-judy-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10555" class="wp-caption-text">O filme &#8220;Judy&#8221; estreia ainda este ano</figcaption></figure>
<p><strong><em>Judy</em> </strong>chega com altas expectativas porque aparenta ser um retorno de Renée Zellweger a temporada de prêmios. Em plena era dos super-heróis do cinema (e é só esse tipo de produção que interessa aos grandes produtores americanos nos últimos anos aparentemente), Zellweger conseguiu um veículo endossado por um grande estúdio para exibir suas capacidades artísticas. Isso é muito para uma atriz que está na faixa dos 50 anos e que passou tanto tempo afastada dos holofotes. Junto com <em>Judy</em>, a vencedora do Oscar segue o caminho natural das atrizes de sua geração, apostando em séries e está prestes a ser vista em <strong><em>Dilema</em> (<em>What/If</em>)</strong> da Netflix interpretando uma vilã. Assim, a vencedora do Oscar promete um <em>comeback </em>com dois desafios, duas personagens diferentes e inéditas em sua carreira.</p>
<figure id="attachment_10556" aria-describedby="caption-attachment-10556" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10556" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3049192.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3049192.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3049192.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3049192.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10556" class="wp-caption-text">A série &#8220;Dilema&#8221; estreia no dia 24 de maio, na Netflix</figcaption></figure>
<p>Quando foi projetada para a fama internacional com <strong><em>Jerry Maguire: A Grande Virada</em></strong> em 1996, um clássico de Cameron Crowe, Renée Zellweger interpretava a “<em>girl next door</em>” que conquistava o coração do relações públicas do futebol americano interpretado por Tom Cruise. Zellweger dava vida a uma mãe solteira que hospedava Maguire em sua própria casa e o ajudava a sair de uma fossa profissional e pessoal.</p>
<p>Dorothy Boyd era uma doçura de personagem. Dedicada, digna e carismática a mocinha de <em>Jerry Maguire </em>conquistou o galã do filme e a indústria, que logo começou a testá-la numa diversidade maior de papéis a fim de assegurar que Zellweger teria força para encabeçar sozinha alguma produção. Bastou uma frase de Maguire a Dorothy num momento emblemático de <em>Jerry Maguire</em> para Renée Zellweger cativar em definitivo o coração das plateias: “Você me completa”.</p>
<figure id="attachment_10557" aria-describedby="caption-attachment-10557" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10557" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tudo-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tudo.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tudo-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/tudo-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10557" class="wp-caption-text">Renée contracenou com Tom Cruise em &#8220;Jerry Maguire: A Grande Virada&#8221;</figcaption></figure>
<p>Antes do filme de Cameron Crowe, a texana havia alternando participações discretas com a presença relativamente significativa em produções como <em>Jovens, Loucos e Rebeldes</em>, <em>Caindo na Real</em>, <em>Um Amor e uma 45</em> e <em>O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno</em>. Após contracenar com Tom Cruise, Zellweger foi vista na comédia romântica <em>Procura-se uma Noiva</em> com Chris O’Donnell, no drama <em>Um Preço Acima dos Rubis</em> e <em>Um Amor Verdadeiro</em>, no qual Renée Zellweger interpretava a filha de Meryl Streep. Em <strong><em>Um Amor Verdadeiro,</em></strong> Streep foi indicada ao Oscar de melhor atriz por viver uma mulher com câncer em estágio avançado. Zellweger teve muito contato com a veterana na época pois interpretava a filha com quem a personagem tinha um relacionamento difícil.</p>
<p>O ano 2000 foi um ano importante para Renée. A atriz se firmou nas comédias com <em>Eu, Eu Mesmo e Irene</em> dos irmãos Peter e Bobby Farrelly, recém saídos do sucesso <em>Quem Vai Ficar Com Mary?</em>. Na produção, Zellweger interpretava a Irene do título, uma jovem em fuga e com um currículo complicado de relacionamentos com bandidos. Diferente de Dorothy Boyd de Jerry Maguire, Irene era uma personagem com mais malícia. Apesar do show ser todo de Jim Carrey, a atriz mostrou que <em>timing </em>para o gênero era um dos seus fortes e passou a ser sensível o toque de humor que Zellweger deu a suas personagens, mesmo quando enfrentam situações mais extremas dramaticamente.</p>
<figure id="attachment_10558" aria-describedby="caption-attachment-10558" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10558" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/19049694.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/19049694.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/19049694.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/19049694.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10558" class="wp-caption-text">Em &#8220;Um Amor Verdadeiro&#8221;, com Meryl Streep</figcaption></figure>
<p>Um dos filmes que mais ajudaram Zellweger a se construir como um nome bancável em Hollywood, sobretudo na temporada de premiações, foi a comédia <strong><em>A Enfermeira Betty</em></strong>, que levou o prêmio de melhor roteiro no Festival de Cannes e renderia a Renée seu primeiro Globo de Ouro de Melhor Atriz em comédia/musical. No filme, Zellweger interpretava uma garçonete sonhadora que era fã de um astro das telenovelas. Nas horas disponíveis, Betty sonhava que era uma das enfermeiras do Dr. David Ravell e vivia uma tórrida história de amor com o médico da ficção interpretado por Greg Kinnear. Era uma forma que ela encontrava de fugir da dura realidade que a cercava, um relacionamento abusivo e uma jornada de trabalho extenuante. Betty era a personificação da ingenuidade. Imersa numa trama policial, a inocente personagem de Zellweger driblava o perigo com seus sonhos. <em>A Enfermeira Betty</em> é um dos desempenhos mais notáveis da carreira da atriz.</p>
<figure id="attachment_10559" aria-describedby="caption-attachment-10559" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10559" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aenfermeirabetty-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aenfermeirabetty.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aenfermeirabetty-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/aenfermeirabetty-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10559" class="wp-caption-text">Em &#8220;A Enfermeira Betty&#8221;, Renée protagonizou um de seus melhores papéis</figcaption></figure>
<p>Apesar do Globo de Ouro, Zellweger só conseguiu uma primeira indicação ao Oscar mesmo pela comédia inglesa <strong><em>O Diário de Bridget Jones</em></strong> de 2001. Informações sobre a adaptação do <em>best-seller</em> de Helen Fielding começaram a circular no final dos anos de 1990 e nomes ingleses como Kate Winslet e Rachel Weisz foram cogitados para o papel. A australiana Toni Collette foi a que esteve mais próxima de viver Bridget Jones nos cinemas, mas recusou pois tinha alguns compromissos na Broadway. O papel estava destinado mesmo era para uma texana que teve que engordar cerca de 25 quilos e aprendeu rapidamente o sotaque britânico para viver Bridget.</p>
<p>Inicialmente, o nome de Renée Zellweger foi rejeitado pelos fãs. No entanto, assim que as primeiras sessões da comédia ocorreram, todos conseguiram perceber que Zellweger trouxe para Bridget Jones as inseguranças comuns de pessoas de carne-e-osso. Jones tinha questões com o seu próprio corpo e com as imposições que a sociedade fazia sobre ele, era insegura com relacionamentos e ainda estava tentando se encontrar em sua carreira profissional. Era praticamente impossível não torcer por esta heroína. Isso garantiu o sucesso da personagem com o público por tantos anos e consolidou o nome da atriz como uma das preferidas de uma geração de cinéfilos.</p>
<figure id="attachment_10560" aria-describedby="caption-attachment-10560" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10560" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/diario-bridget-jones-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/diario-bridget-jones.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/diario-bridget-jones-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/diario-bridget-jones-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10560" class="wp-caption-text">&#8220;O Diário de Bridget Jones&#8221; é o seu papel mais lembrado</figcaption></figure>
<p>Não perca na próxima semana a segunda parte do especial. Nele, abordaremos o Oscar de Zellweger por <em>Chicago </em>e sua pausa na carreira.</p>
<p><a href="https://coisadecinefilo.com.br/category/especiais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Confira outros especiais do Coisa de Cinéfilo!</strong></em></a></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-1/">Especial: Renée Zellweger (Parte 1) &#8211; O caminho para Bridget Jones</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-renee-zellweger-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esquenta: Veja entrevistas com o elenco de O Bebê de Bridget Jones!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/esquenta-veja-entrevistas-com-renee-zellweger-colin-firth-e-o-elenco-de-o-bebe-de-bridget-jones/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/esquenta-veja-entrevistas-com-renee-zellweger-colin-firth-e-o-elenco-de-o-bebe-de-bridget-jones/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 20:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Dempsey]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6730</guid>

					<description><![CDATA[<p>Completando 15 anos e com mais um título prestes a ser lançado, a franquia Bridget Jones conquistou fãs ao redor do mundo, que volta e meia relembra alguns dos melhores momentos dos filmes em vídeos, gifs e memes. Renée Zellweger e Colin Firth, protagonistas da série cinematográfica, também têm os seus momentos preferidos nos longas da jornalista inglesa criada pela autora Helen Fielding. Para ambos, as cenas de briga entre o advogado Mark Darcy e o cafajeste Daniel Cleaver estão entre os melhores [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/esquenta-veja-entrevistas-com-renee-zellweger-colin-firth-e-o-elenco-de-o-bebe-de-bridget-jones/">Esquenta: Veja entrevistas com o elenco de O Bebê de Bridget Jones!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Completando 15 anos e com mais um título prestes a ser lançado, a franquia <em>Bridget Jones </em>conquistou fãs ao redor do mundo, que volta e meia relembra alguns dos melhores momentos dos filmes em vídeos, gifs e memes. Renée Zellweger e Colin Firth, protagonistas da série cinematográfica, também têm os seus momentos preferidos nos longas da jornalista inglesa criada pela autora Helen Fielding. Para ambos, as cenas de briga entre o advogado Mark Darcy e o cafajeste Daniel Cleaver estão entre os melhores momentos dos longas. Confira o que Renée e Colin falam sobre as cenas de briga:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IwvgJp_M9_k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em>O Bebê de Bridget Jones </em>estreia quinta-feira (29) em todo o país com Renée Zellweger e Colin Firth retornando a seus papeis originais e a adição de Patrick Dempsey e Emma Thompson ao elenco. A direção é de Sharon Maguire de <em>O Diário de Bridget Jones</em>, de 2001. Para uma conferida nos detalhes da nova produção, assista aos vídeos abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/byqU33_zcps" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WfQIbfvVyWE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Não perca! Em breve, nossa crítica sobre <em>O Bebê de Bridget Jones</em>!</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/esquenta-veja-entrevistas-com-renee-zellweger-colin-firth-e-o-elenco-de-o-bebe-de-bridget-jones/">Esquenta: Veja entrevistas com o elenco de O Bebê de Bridget Jones!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/esquenta-veja-entrevistas-com-renee-zellweger-colin-firth-e-o-elenco-de-o-bebe-de-bridget-jones/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Primeiras imagens do bebê de Bridget Jones no set de filmagens</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2015 19:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Filmagens]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<category><![CDATA[Set]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3896</guid>

					<description><![CDATA[<p>As gravações de O Bebê de Bridget Jones estão a todo vapor! Como o próprio nome já revela, o longa vai mostrar uma nova fase da vida da personagem principal, interpretada por Renée Zellweger. Em imagens de bastidores, o casal principal que conta ainda com Colin Firth no papel de Mark Darcy, é flagrado gravando uma cena bem família, com um bebê, no set de filmagens do longa, em um belo local, ao ar livre, em Oxfordshire, na Inglaterra. Confira [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/">Primeiras imagens do bebê de Bridget Jones no set de filmagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/20544038.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3904" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/20544038.jpg" alt="20544038" width="610" height="348" /></a></p>
<p>As gravações de <strong><em>O Bebê de Bridget Jones</em></strong> estão a todo vapor! Como o próprio nome já revela, o longa vai mostrar uma nova fase da vida da personagem principal, interpretada por Renée Zellweger. Em imagens de bastidores, o casal principal que conta ainda com Colin Firth no papel de Mark Darcy, é flagrado gravando uma cena bem família, com um bebê, no set de filmagens do longa, em um belo local, ao ar livre, em Oxfordshire, na Inglaterra.<strong> Confira nas imagens abaixo!</strong></p>
<p>Com Patrick Dempsey no elenco, <em>O Bebê de Bridget Jones</em> está sob o comando de Sharon Maguire e foi escrito por Helen Fielding, criadora da personagem, David Nicholls e Emma Thompson.</p>
<p>O longa deve chegar aos cinemas em setembro de 2016.</p>
<p><span style="color: #999999;">(Com informações do Adoro Cinema)</span></p>

<a href='https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/0131210-jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx/'><img decoding="async" width="371" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0131210.jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx-371x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/0137460-jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx/'><img decoding="async" width="371" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0137460.jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx-371x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/0139020-jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx/'><img decoding="async" width="371" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0139020.jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx-371x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/0140590-jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx/'><img decoding="async" width="371" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0140590.jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx-371x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/0142150-jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx/'><img decoding="async" width="400" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0142150.jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx-400x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0142150.jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx-400x343.jpg 400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0142150.jpg-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx-80x70.jpg 80w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/0143710-png-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx/'><img decoding="async" width="422" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/0143710.png-r_x_600-f_jpg-q_x-xxyxx-422x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>

<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/">Primeiras imagens do bebê de Bridget Jones no set de filmagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/primeiras-imagens-do-bebe-de-bridget-jones-no-set-de-filmagens/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Renée Zellweger surge na primeira imagem de O Bebê de Bridget Jones</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/renee-zellweger-surge-na-primeira-imagem-de-o-bebe-de-bridget-jones/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/renee-zellweger-surge-na-primeira-imagem-de-o-bebe-de-bridget-jones/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 22:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Dempsey]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3740</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tem vezes que uma única foto é o suficiente para fazer bater um coração cinéfilo. Nesta sexta-feira (02) foi divulgada a primeira imagem oficial (acima) de O Bebê de Bridget Jones, filme que marca o retorno de Renée Zellweger ao icônico personagem que a lançou ao estrelado em O Diário de Bridget Jones de 2001. O filme é o terceiro longa da franquia e também trará o retorno de Colin Firth como Mark Darcy. Hugh Grant, no entanto, não encarnará Daniel. No seu [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/renee-zellweger-surge-na-primeira-imagem-de-o-bebe-de-bridget-jones/">Renée Zellweger surge na primeira imagem de O Bebê de Bridget Jones</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/030797.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3741 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/030797-267x400.jpg" alt="030797" width="499" height="748" /></a></p>
<p>Tem vezes que uma única foto é o suficiente para fazer bater um coração cinéfilo. Nesta sexta-feira (02) foi divulgada a primeira imagem oficial (acima) de <em>O Bebê de Bridget Jones</em>, filme que marca o retorno de Renée Zellweger ao icônico personagem que a lançou ao estrelado em <em>O Diário de Bridget Jones </em>de 2001.</p>
<p>O filme é o terceiro longa da franquia e também trará o retorno de Colin Firth como Mark Darcy. Hugh Grant, no entanto, não encarnará Daniel. No seu lugar entra o ator Patrick Dempsey, que fará um novo rival de Darcy na disputa pelo coração de Bridget Jones.</p>
<p>No longa, Bridget enfrenta mudanças em sua vida decorrentes da sua primeira gravidez. A direção de <em>O Bebê de Bridget Jones </em>será de Sharon Maguire, que conduziu o primeiro filme da série. O filme estreia em 2016 e as filmagens já começaram.</p>
<p>O filme também marca o retorno de Zellweger ao cinema após um intervalo de cinco anos do seu último filme. A vencedora do Oscar poderá ser vista ainda em <em>The Whole Truth</em>, ao lado de Keanu Reeves, e <em>Same Kind os Different as me</em>, com Greg Kinnear e Jon Voight.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/renee-zellweger-surge-na-primeira-imagem-de-o-bebe-de-bridget-jones/">Renée Zellweger surge na primeira imagem de O Bebê de Bridget Jones</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/renee-zellweger-surge-na-primeira-imagem-de-o-bebe-de-bridget-jones/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
