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	<title>Arquivos Noah Centineo - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Noah Centineo - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Adão Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 11:40:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após a pandemia de covid-19 ter interferido em diversas produções da DC Films dos últimos anos, Adão Negro chega com pré estreias nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (20) com o objetivo de ser um recomeço para o Universo Estendido da DC. Além dos atrasos causados pelo coronavírus, questões institucionais da Warner Bros. Pictures vêm interferindo no processo criativo e na unidade dos filmes do DCEU. No entanto, o novo longa-metragem inspirado nas hqs da DC parece colocar o universo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a pandemia de covid-19 ter interferido em diversas produções da DC Films dos últimos anos, <em><strong>Adão Negro</strong></em> chega com pré estreias nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (20) com o objetivo de ser um recomeço para o Universo Estendido da DC. Além dos atrasos causados pelo coronavírus, questões institucionais da Warner Bros. Pictures vêm interferindo no processo criativo e na unidade dos filmes do DCEU. No entanto, o novo longa-metragem inspirado nas hqs da DC parece colocar o universo de volta nos trilhos.</p>
<p>As incertezas que envolviam o Universo Estendido começam a diminuir com a manutenção de Ben Affleck (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo</em></a>, de 2021, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/"><em>Bar Doce Lar</em></a>, de 2022) como o Cavaleiro das Trevas e o retorno de Henry Cavill (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-efeito-fallout/"><em>Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</em></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-enola-holmes-netflix/"><em>Enola Holmes</em></a>, de 2020) ao seu papel de Super Homem, confirmado pelo Dwayne &#8220;The Rock&#8221; Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/"><em>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</em></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/"><em>Alerta Vermelho</em></a>, de 2021) numa premiere de <strong><em>Adão Negro</em></strong>.  Apesar do cancelamento de <em>Batgirl</em>, das polêmicas envolvendo Ezra Miller (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>, de 2017, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore/"><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></a>, de 2022) e do lançamento do <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Snyder Cut</em></a>, o novo longa, estrelado por The Rock, traz bons ventos para o futuro do DCEU com uma narrativa redonda, divertida e com cenas de ação surpreendentes.</p>
<p>Quando a cidade de Kahndaq está sob uma ameaça moderna, Adão Negro, antes conhecido como Teth-Adam (Dwayne Johnson), é despertado após 5000 anos de sua última aparição. Enquanto tenta salvar a sua terra natal da única forma que sabe &#8211; com fúria e vingança -, a Sociedade da Justiça é convocada para intervir na forma que o suposto vilão está tentando salvar Kahndaq. O encontro não sai como o planejado e os heróis terão que encontrar uma forma de fazer com que Adão Negro entenda o seu papel no mundo e a responsabilidade de seus poderes.</p>
<figure id="attachment_15990" aria-describedby="caption-attachment-15990" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-15990" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-750x500.jpg" alt="Adão Negro (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-15990" class="wp-caption-text">Dwayne Johnson em cena de &#8220;Adão Negro&#8221; (2022)</figcaption></figure>
<p>Um dos principais acertos da produção é o roteiro. Com uma adaptação inteligente e interessante da origem do arqui-inimigo do Shazam, <strong><em>Adão Negro</em></strong> entrega uma narrativa que discute a relação entre neoimperialismo no Oriente Médio e o esvaziamento da dicotomia bem versus mal. Infelizmente a discussão social e histórica sobre as ocupações em países do oriente por nações ocidentais acaba ficando em segundo plano, mas nada que atrapalhe a história. Pelo contrário, é uma grata surpresa perceber que o subgênero esteja se preocupando cada vez mais em trazer discussões atuais e relevantes para suas tramas heroicas.</p>
<p>Quanto ao quesito do bem contra o mal, esse acaba sendo o foco central do roteiro de Adam Sztykiel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/"><em>Rampage &#8211; Destruição Total</em></a>, de 2018), Rory Haines e  Sohrab Noshirvani. A escolha, apesar de ser comum a diversos filmes de super heróis, é trabalhada de uma forma criativa, graças a presença da Sociedade da Justiça. A interação entre o personagem título e os componentes da Sociedade &#8211; em especial com o Doutor Destino (Pierce Brosnan) e o Gavião Negro (Aldis Hodge) &#8211; cria uma fluidez no roteiro que conduz o espectador numa jornada intrigante. E, apesar de ser um único longa trazendo duas frentes de apresentação de personagens relevantes para as hqs e para o futuro do DCEU, <strong><em>Adão Negro</em></strong> consegue fazer isso de forma cuidadosa e equilibrada.</p>
<p>Além do elenco coeso e das apresentações do personagens serem agradáveis, as cenas de ação são outro ponto forte de <strong><em>Adão Negro</em></strong>. Apesar do uso um tanto exagerado de <em>slow-motion</em> para impactar o público, a ira do personagem de The Rock é mostrada em cada ataque dele. É importante perceber o cuidado (e a corajosa escolha de subir a faixa etária do filme) ao colocar cenas de luta e mortes mais gráficas. Ao fazer isso, a produção se mostra atenta ao cerne do seu personagem principal e decide priorizar isso, uma vez que a violência define o interior de Teth-Adam. Escolha essa que pode ter sido facilitada pela experiência de Jaume Collet-Serra (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/"><em>Águas Rasas</em></a>, de 2016, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-passageiro/"><em>O Passageiro</em></a>, de 2018) em trabalhos prévios de terror e suspense.</p>
<p><em><strong>Adão Negro</strong></em>, com sua trajetória e narrativa singular, parece ser um sinal de que ainda há esperanças para o futuro do DCEU. Para os fãs do personagem título e da DC, o longa é um presente que há muito não se via &#8211; inclusive por sua única cena pós créditos. Para os amantes do subgênero, a diversão é garantida do início ao fim, com uma história que consegue se sustentar sozinha, não tem amarras e nem se faz dependente de nenhuma produção prévia. O carisma e a influência de Dwayne Johnson conseguiram fazer com que um filme pandêmico, que passou por refilmagens, se tornasse um farol de esperança.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jaume Collet-Serra</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Aldis Hodge, Noah Centineo, Sarah Shahi, Marwan Kenzari, Quintessa Swindell, Bodhi Sabongui, Viola Davis e Pierce Brosnan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lROrY_3PmQA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 22:30:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou no catálogo da Netflix o aguardado fim da trilogia Para Todos Os Garotos Que Já Amei, o filme Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre. Neste longa, Lara Jean e Peter tem que enfrentar a iminência de uma separação física, agora que ambos vão para a faculdade e pode ser que não fiquem na mesma cidade. Diferente do segundo filme, esse traz uma demanda mais realista de uma crise no relacionamento. Ao invés de simplesmente inventar um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou no catálogo da Netflix o aguardado fim da trilogia <em>Para Todos Os Garotos Que Já Amei</em>, o filme <em><strong>Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre</strong></em>. Neste longa, Lara Jean e Peter tem que enfrentar a iminência de uma separação física, agora que ambos vão para a faculdade e pode ser que não fiquem na mesma cidade.</p>
<p>Diferente do segundo filme, esse traz uma demanda mais realista de uma crise no relacionamento. Ao invés de simplesmente inventar um terceiro personagem para causar uma tensão no casal (inclusive, esse personagem some completamente neste terceiro filme), <strong><em>Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre</em></strong> foca em mostrar as dificuldades que um casal que surge no colégio tem de enfrentar quando ambos terminam os estudos e têm que ir para a faculdade.</p>
<p>A própria vida em si acaba fazendo o papel de antagonista quando surge avassaladora colocando ambos para refletir sobre o que de fato importa na vida de cada um e na tomada de decisões. Enquanto duelam com a situação, pequenas tramas vão acontecendo ao redor, como o casamento do pai de Lara Jean. Isso foi bem trabalhado ao longo do três filmes, mostrando ele como um viúvo triste no primeiro, como alguém aberto e disposto a relacionamentos no segundo e agora como um homem apaixonado que está, finalmente, voltando a sorrir.</p>
<p>A irmã mais nova, a Kitty, também se desenvolve um pouco mais. Além de mostrar mais traços de personalidade, ela também tem uma pequena trama amorosa que surge, mostrando que a idade também trouxe uma nova visão para ela.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13794" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2674443.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas claro, que o roteiro trabalha, na maior parte do tempo, a trama principal do casal apaixonado. A dinâmica e química entre Lana Condor (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-x-men-apocalipse/"><em>X-Men: Apocalipse</em></a>) e Noah Centineo (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/"><em>As Panteras</em></a>) é realmente muito boa e dá o tom para a dupla. Eles são muito naturais e carinhosos entre si, tornando muito fácil a missão de se envolver pelos protagonistas.</p>
<p>O que deixa a desejar é a falta de criatividade no aspecto de condução de enredo. Aquela velha fórmula de colocar uma viagem de colégio no meio do caminho e um baile de formatura no final é previsível e desnecessária. Embora funcione como um todo, torna a experiência muito comum para quem acompanhou a saga desde o começo.</p>
<p>As novas experiências do casal e as memórias fofas que são colocadas na trama dão um tom muito mais romântico e sentimental que os dois primeiros. É como uma despedida dos personagens que conquistaram tantas pessoas.</p>
<p>Além disso, é importante ver um filme que toma o devido cuidado de não cair naquelas armadilhas do passado em que a mulher largava tudo em função de um homem, com a justificativa que iria viver um grande amor e blá, blá, blá. Lara Jean é romântica e apaixonada, ela quer viver uma história de comédia romântica, mas não vai se furtar de correr atrás de seus sonhos.</p>
<p>Como entretenimento, <strong><em>Para Todos os Garotos 3: Agora e Para Sempre</em></strong> é bem melhor que o segundo filme, mas ainda está bem distante do grande sucesso que foi o primeiro. Existe um desfecho honesto para o casal Lara Jean e Peter, muito de acordo com a realidade do mundo e as expectativas do casal. É como um abraço no coração. Vale a pena conferir para se distrair no fim de semana!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Fimognari<br />
<strong>Elenco:</strong> Lana Condor, Noah Centineo, John Corbett, Sarayu Blue, Madeleine Arthur, Ross Butler, Janel Parrish, Anna Cathcart</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wwaPEbdu6o4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: As Panteras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 21:59:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na época em que o girl power ainda nem tinha esse nome, As Panteras já era uma história que trazia mulheres no poder, em posição de luta, comumente associada ao masculino. Mesmo que não tivesse exatamente o objetivo de ser uma bandeira do feminismo, a série de 1976 já era. O mesmo vale para o filme lançado em 2000, com ‎Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu. Debochado, divertido e sem se levar tão a sério. Essa era uma boa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na época em que o <em>girl power</em> ainda nem tinha esse nome, <em>As Panteras</em> já era uma história que trazia mulheres no poder, em posição de luta, comumente associada ao masculino. Mesmo que não tivesse exatamente o objetivo de ser uma bandeira do feminismo, a série de 1976 já era. O mesmo vale para o filme lançado em 2000, com ‎Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu.</p>
<p>Debochado, divertido e sem se levar tão a sério. Essa era uma boa fórmula para a história das <em>Charlie&#8217;s Angels</em>, que funcionava muito bem como entretenimento. No caso deste longa atual, talvez o calcanhar de Aquiles seja exatamente este: não se deixar levar pelo excesso que a trama pede.</p>
<p>Na pele do trio principal, temos Kristen Stewart (<em>Para Sempre Alice</em>), Naomi Scott (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Aladdin</em></a>) e a novata Ella Balinska. As três têm uma ótima harmonia em cena, com as características específicas de cada personagem. Kristen está excelente no papel de Sabina, misturando sarcasmo com divertimento nato. Ela não leva aquela situação tão a sério e procura se divertir no meio das lutas. Já Ella é uma grata surpresa, com toda a naturalidade de quem já está acostumada com a câmera. Naomi nos oferece grandes momentos da personagem, mostrando um crescimento gradativo na qualidade de atriz.</p>
<p>A medida que a história evolui e vamos nos envolvendo cada vez mais com as personagens, a trama vai ficando um pouco mais densa. As cenas de luta são muito bem orquestradas e nos oferecem um ótimo entretenimento. Os personagens são bons, a história é atraente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11832" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3435550.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="As Panteras" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3435550.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3435550.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3435550.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O problema de <strong><em>As Panteras</em></strong> é que a sensação que temos é de que ele está constantemente no freio. As piadas poderiam ser mais debochadas, as personagens mais incisivas, as lutas mais frenéticas. Ele é lapidado demais para um filme que se propõe, desde o início, a ter uma lente mais escrachada. O que é uma grande surpresa, principalmente por ter sido dirigido por Elizabeth Banks (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogos-vorazes-a-esperanca-o-final/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Jogos Vorazes</em></a>). Ela que é a rainha do sarcasmo, parece ter se polido demais neste projeto.</p>
<p>O vilão também demora a se mostrar. Como é característica das tramas das Angels, ficamos sempre na dúvida sobre quem será aquele que vai trair a união e se voltar contra as mocinhas. No entanto, no meio do caminho, personagens são esquecido ou subaproveitados, como é o caso de Brok (Sam Claflin, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-como-eu-era-antes-de-voce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Como Eu Era Antes de Você</em></a>). O mais engraçado neste quesito acaba sendo Noah Centineo (<em>Para Todos os Garotos que Já Amei</em>), que surge apenas para ser atraente. Funcionou bem, por sinal.</p>
<p>Tudo isso acaba sendo uma sátira às questões do masculino e feminino. O filme tem o cuidado de tratar expositivamente sobre o poder da mulher, o fato de ela poder ocupar qualquer espaço. Isso fica bem claro desde a primeira cena, com um discurso direcionado para o tema, e coroa com o recorte final.</p>
<p><em><strong>As Panteras</strong></em> é um bom divertimento, mas que perde muito potencial por não se permitir ir além. Ótimo elenco, história interessante, que são prejudicados por diálogos expositivos demais e uma clara falta de ápice ao final. Nas cenas pós-crédito, temos homenagens às personagens anteriores, que vale a pena conferir. Ainda mais depois que o filme acaba tão repentinamente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Elizabeth Banks<br />
<strong>Elenco:</strong> Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Noah Centineo, Sam Claflin, Patrick Stewart, Djimon Hounson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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		<title>Crítica: O Date Perfeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2019 16:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Camila Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Nelson]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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		<category><![CDATA[O Date Perfeito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Netflix chega com mais uma comédia romântica protagonizada pelo badalado Noah Centineo, para arrasar o coração das adolescentes. No entanto, diferente de Para Todos os Garoto Que Já Amei, O Date Perfeito não tem nada de tão inovador que justifique a sua existência, sendo apenas mais um longa comum. O jovem Brooks (Noah Centineo) precisa de dinheiro para conseguir ir para a tão sonhada Yale, mas seu trabalho como garçom de lanchonete não ajuda e seu pai não pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Netflix chega com mais uma comédia romântica protagonizada pelo badalado Noah Centineo, para arrasar o coração das adolescentes. No entanto, diferente de <em>Para Todos os Garoto Que Já Amei</em>, <strong><em>O Date Perfeito</em></strong> não tem nada de tão inovador que justifique a sua existência, sendo apenas mais um longa comum.</p>
<p>O jovem Brooks (Noah Centineo) precisa de dinheiro para conseguir ir para a tão sonhada Yale, mas seu trabalho como garçom de lanchonete não ajuda e seu pai não pode pagar pelos estudos do rapaz. Depois de uma situação inusitada onde ele tem que acompanhar uma garota numa festa, Brooks tem a ideia de criar, junto com seu melhor amigo, um aplicativo que permite contratar um namorado para todo tipo de situação imaginável. Desta forma, ele começa a juntar o dinheiro necessário para a faculdade.</p>
<p>Tudo bem que a ideia de um aplicativo para contratação de serviços de acompanhante é bem interessante para a narrativa do filme. Embora fique um pouco confuso como que isso funciona na prática, já que ele estuda e continua trabalhando na lanchonete, mas tem tempo para ir em diversos encontros, dos mais diferentes estilos. O roteiro não se propõe a sanar essa dúvida e isso fica bem claro logo de cara.</p>
<p>Outro fator que levanta questionamentos é a normalidade com que as pessoas tratam esse episódio, até mesmo para os pais da primeira garota. Ninguém parece ter receio de encontrar um rapaz desconhecido. O mundo da trama é meio limpo demais no quesito paranoias de segurança.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10417" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3863886.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="O Date Perfeito" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3863886.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3863886.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3863886.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Enquanto ganha dinheiro, Brooks faz amizade com a primeira menina que ele acompanhou (e deu início a essa ideia toda) e se apaixona pela menina mais popular do colégio, a quem pensa ter que mentir sobre sua vida financeira para conseguir conquistar. A previsibilidade do filme é um dos maiores incômodos. Não houve uma preocupação de fazer um roteiro mais interessante e com alguns pontos de inovação. Ele simplesmente segue a cartilha de clichês, na maior cara dura.</p>
<p>Mas isso não seria um problema tão grande se o espectador conseguisse se envolver pela trama dos protagonistas. Comédia romântica é, realmente, um gênero sem grandes surpresas ou inovações. O que faz nosso coração bater mesmo é a química do casal principal, a construção de sua história. E é aí que <strong><em>O Date Perfeito</em></strong> mais peca. Muito preocupado em enaltecer o ator Noah Centineo (que faz o maior sucesso nas redes sociais com milhões de seguidores e adolescentes apaixonadas por seu perfil de &#8220;príncipe encantado&#8221;), eles esquecem de construir uma trama de envolvimento como a que acontece em <em>Para Todos os Garoto Que Já Amei</em>.</p>
<p>Laura Marano (<em>Lady Bird &#8211; A Hora de Voar</em>) está bem no papel da menina revoltada que tem um encontro pago pelos próprios pais. Mas parece que não há espaço suficiente para ela na trama com Centineo. O mesmo vale para Camila Mendes (<em>Riverdale</em>), que tende a ser meio vilã em alguns momentos, mas desiste no meio do caminho.</p>
<p><em><strong>O Date Perfeito</strong></em> é um filme comum criado com o único objetivo de aproveitar o <em>hype</em> em cima de seu protagonista. Nada contra isso acontecer, pois muitos atores já estiveram nesta posição. O problema é achar que só o rostinho bonito e sedutor de Centineo seria o suficiente para sustentar o filme todo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Nelson<br />
<strong>Elenco:</strong> Noah Centineo, Camila Mendes, Laura Marano, Matt Walsh</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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