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	<title>Arquivos Melissa McCarthy - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Melissa McCarthy - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Pequena Sereia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 22:19:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ah, um boa surpresa! A Pequena Sereia é bem isso. Sou grande amante de live-actions, mas quando executados da maneira correta. Como sou bem saudosista, sempre prefiro aquele tipo de adaptação que segue fielmente o roteiro do original, pois desperta emoções que vivemos na infância. E por mais que eu tivesse com um pé atrás com esse longa, ele se provou super interessante e bacana de assistir. Mas, primeiro, deixa eu explicar o motivo de meu pé atrás. As primeiras [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-pequena-sereia/">Crítica: A Pequena Sereia</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, um boa surpresa! <em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> é bem isso. Sou grande amante de live-actions, mas quando executados da maneira correta. Como sou bem saudosista, sempre prefiro aquele tipo de adaptação que segue fielmente o roteiro do original, pois desperta emoções que vivemos na infância. E por mais que eu tivesse com um pé atrás com esse longa, ele se provou super interessante e bacana de assistir.</p>
<p>Mas, primeiro, deixa eu explicar o motivo de meu pé atrás. As primeiras imagens e cenas que a Disney liberou me deixaram bem frustrada. A animação <em>A Pequena Sereia</em> é cheia de cores vivas e contrastes marcantes, algo que não apareceu nos trailers, com suas cores desbotadas e sombrias. Outro detalhe são os melhores amigos da protagonista, Linguado e Sebastião, que eram super expressivos, enquanto que no live-action eles pareciam provenientes da mesma cesta que saíram os animais da desnecessária adaptação de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-rei-leao/"><em>O Rei Leão</em></a>. Por fim, a cor do cabelo de Ariel, que é de um vermelho sangue vivo no desenho e aqui era um ruivo laranja desbotado.</p>
<p>Com base em tudo isso, fui ao cinema com a expectativa lá embaixo, esperando uma bomba. Mas como é incrível ser bem surpreendida! <em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> é uma graça de filme, da melhor maneira que eu poderia esperar. Eles conseguiram inspirar ainda mais interesse nos personagens a partir da acertada escolha de seu elenco. Ariel (Halle Bailey, <em>As Férias da Minha Vida</em>) é bem natural e traz uma leveza bem característica, sempre brincalhona e curiosa. Os seus amigos Linguado (Jacob Tremblay, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-quarto-de-jack/"><em>O Quarto de Jack</em></a>), Sebastião (Daveed Diggs, <em>Soul</em>) e Sabichão (Awkwafina, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-podres-de-ricos/"><em>Podres de Ricos</em></a>) são cheios de personalidade e conseguem driblar a naturalidade gráfica dos animais com expressões que surgem através da fala. Até o Rei Tritão (Javier Bardem, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><em>Duna</em></a>), que é bem sisudo na animação, consegue arrancar risadas do espectador. O mesmo vale para a excelente vilã Ursula, interpretada com maestria por Melissa McCarthy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-amor-e-trovao/"><em>Thor: Amor e Trovão</em></a>).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16737" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia.jpg" alt="A Pequena Sereia" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novas-fotos-live-action-a-pequena-sereia-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa navega então por mares conhecidos, seguido fielmente a animação e seu roteiro. A emoção de Halle em todas as cenas faz com que nós consigamos simpatizar ainda mais com a protagonista e pequenas mudanças de motivação da trama a deixaram menos machista. Aqui Ariel quer largar tudo para desbravar o mundo e conhecer novos lugares, não apenas correr atrás de um carinha que ela conheceu há um minuto. E isso dá um tom todo especial na trama.</p>
<p>A preocupação que eu tive com as cores não se sustentou, pois a Disney regulou tão bem a saturação que o filme é uma explosão de arco-íris (muito bem feita) nas nossas vistas. Músicas muito bem cantadas, cenas bem construídas e uma intensidade de emoções que nos faz comprar cada segundo do que vivemos ali. É como voltar ao tempo de infância e viver aquele sentimento de nostalgia gostoso.</p>
<p>Outro detalhe é que é maravilhoso ver a representatividade que ele traz, especialmente na sua protagonista. Não há nada que impeça Ariel de ser negra e o filme é a prova disso. Outros detalhes de personagens também trazem esta pauta, de maneira bem sutil e acertada, mostrando que a Disney tem mudado o seu perfil antigo, machista e racista, se atualizando aos novos tempos e necessidades. Já consigo visualizar as pequenas meninas negras querendo um aniversário da Pequena Sereia, com direito a cauda e peruca vermelha. E isso é incrível!</p>
<p><em><strong>A Pequena Sereia</strong></em> tem lá seus problemas, claro. Existe um ar um pouco infantilizado que permeia algumas cenas e é desnecessário diante da forma como a trama foi construída. Ainda assim, não é algo que faça com que o todo seja prejudicado.  Trata-se de um live-action bem interessante, divertido e gostoso de assistir. Daqueles que a gente quer ver mais de uma vez!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rob Marshall</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Halle Bailey, Jonah Hauer-King, Melissa McCarthy, Javier Bardem, Jude Akuwudike, Awkwafina, Jacob Tremblay, Daveed Diggs</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E-qPSU-OSb8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Thor: Amor e Trovão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 20:28:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Thor: Amor e Trovão chega aos cinemas como um episódio bem independente do universo Marvel, como estamos acostumados. Diferente de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, o cidadão desaviado pode chegar aqui e se entreter normalmente, ainda que a experiência seja muito melhor para quem tem todo o contexto da trama. Essa é uma característica que eu admiro em qualquer filme novo que tem surgido na Marvel, já que a cada dia que passa fica mais impossível alcançar o repertório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Thor: Amor e Trovão</em></strong> chega aos cinemas como um episódio bem independente do universo Marvel, como estamos acostumados. Diferente de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/"><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></a>, o cidadão desaviado pode chegar aqui e se entreter normalmente, ainda que a experiência seja muito melhor para quem tem todo o contexto da trama. Essa é uma característica que eu admiro em qualquer filme novo que tem surgido na Marvel, já que a cada dia que passa fica mais impossível alcançar o repertório de mais de 20 filmes. Penso que ainda que um universo seja criado (e isso é algo muito bacana), os filmes precisam andar com as próprias pernas para se tornarem mais perpétuos no mundo cinematográfico.</p>
<p>Dito isso, <strong><em>Thor: Amor e Trovão</em></strong> traz o herói Thor depois dos eventos do último filme dos <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores</em></a>, acompanhado do grupo de Guardiões das Galáxias, explorando o universo e salvando quem ele consegue. Mal sabe ele que um vilão surge a partir de uma atitude egoísta de um deus que lhe nega a misericórdia divina. Esse antagonista é ninguém menos que Christian Bale (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ford-vs-ferrari/"><em>Ford vs Ferrari</em></a>), no papel do temido Gorr, o Carniceiro dos Deuses. Enquanto isso, sua antiga paixão Jane está lutando com um câncer avançado na Terra. Thor atende ao chamado de um deus em perigo e descobre toda a tramoia de Gorr. Com isso, recorre ao Rei Valquíria (Tessa Thompson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-identidade-netflix/"><em>Identidade</em></a>), que está no comando da Nova Asgard.</p>
<p>Como se é esperado da franquia de Thor, a comédia é a régua principal das cenas. Ainda que eu ache que passaram do ponto em alguns momentos, no geral o filme consegue equilibrar bem este formato, deixando espaço para os dramas e romances necessários. Romance esse que precisaria de um pouco mais de aprofundamento entre ele e Jane. Senti falta de mais olho no olho, mais intensidade entre o casal. Talvez um pouco menos de comédia resolvesse essa questão. Ainda assim, existe uma dosagem boa entre os gêneros.</p>
<p>Natalie Portman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vox-lux-o-preco-da-fama/"><em>Vox Lux &#8211; O Preço da Fama</em></a>) está muito bem reassumindo um protagonismo na pele de Jane. Forte e determinada, ela veste bem o lado de Poderosa Thor, deixando Thor surpreso com seu surgimento. Surgimento esse, aliás, que carecia um pouco mais tempo para explicação, já que a narrativa de que o martelo foi salvá-la cai por terra quando descobrimos que ele, na verdade, está sugando seu último centavo de vida. A sua química com Chris Hemsworth (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mib-homens-de-preto-internacional/"><em>MIB: Homens de Preto – Internacional</em></a>) segue sendo um bom acerto, ainda que a diferença absurda de altura tenha que ter sido minimizada por banquinhos em gravações.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15647" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao.jpg" alt="Thor: Amor e Trovão" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/thor-amor-e-trovao-4-jane-poderosa-foto-reproducao-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>E do que seria de um filme sem um bom vilão? Aqui Bale entra perfeitamente como o vil Gorr. De fato, as cenas são assustadoras e ele conota todo o medo necessário para aquela circunstância. Sempre em meio às sombras, com características que remetem à escuridão, ele é o próprio pavor em pessoa. A sua transformação no vilão é incrível de se ver, com tamanha dedicação do ator em encarnar cada momento do personagem. É um dos pontos de equilíbrio que falei ali acima sobre humor e outras temáticas.</p>
<p>Esta parte do humor, por sinal, tem várias nuances. Ciúmes de martelos e até cabras berrantes (elas são maravilhosas), todos os detalhes trazem a leveza que já é pertinente ao Thor. Até mesmo o surgimento de novos personagens traz um pouco disso, como é o caso de Zeus de Russel Crowe (<em>Dois Caras Legais</em>). Ele está tão natural quanto poderia assumindo a arrogância e superioridade de Zeus. Esta parte, inclusive, rende cenas bem engraçadas com o físico de Thor pelado.</p>
<p>O roteirista e diretor Taika Waititi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><em>Jojo Rabbit</em></a>) fez bom uso de seu tempo, elenco e artifícios, criando um longa melhor que <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/"><em>Thor: Ragnarok</em></a>, que perdeu a mão em alguns aspectos. Temos humor, drama, romance, intensidade, tudo imerso em uma trilha sonora maravilhosa que já virou uma tradição na Marvel. É gostoso e leve de assistir, tornando-se um entretenimento despretensioso e acertado.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Taika Waititi</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Chris Hemsworth, Natalie Portman, Christian Bale, Tessa Thompson, Russell Crowe, Jaimie Alexander, Chris Pratt, Dave Bautista, Melissa McCarthy, Matt Damon, Sam Neill</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CTG7omQnS2Q" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Rainhas do Crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 20:37:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas esta quinta-feira, 08 de agosto, o filme Rainhas do Crime, inspirado na série de quadrinhos homônima escrita por Ollie Masters e Ming Doyle. Ele conta a história de Kathy (Melissa McCarthy), Ruby (Tiffany Haddish) e Claire (Elisabeth Moss), três esposas de criminosos da máfia que veem seu mundo virar de cabeça para baixo depois que seus maridos são presos em uma ação policial. Com medo do futuro de suas famílias, elas começam a se envolver nos esquemas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas esta quinta-feira, 08 de agosto, o filme <em><strong>Rainhas do Crime</strong></em>, inspirado na série de quadrinhos homônima escrita por Ollie Masters e Ming Doyle. Ele conta a história de Kathy (Melissa McCarthy), Ruby (Tiffany Haddish) e Claire (Elisabeth Moss), três esposas de criminosos da máfia que veem seu mundo virar de cabeça para baixo depois que seus maridos são presos em uma ação policial. Com medo do futuro de suas famílias, elas começam a se envolver nos esquemas e assumir o controle da máfia.</p>
<p>A diretora Andrea Berloff (<em>Herança de Sangue</em>) nos apresenta um trabalho confuso e com muitas nuances. Ele segue um fio que consegue prender a atenção do espectador, com partes de ação e sangue, intercaladas com as negociações que se dão no processo. As escolhas visuais também são bem interessantes e contam com apoio da própria história, que se passa nos anos 1970. Então muitas cores, penteados extravagantes, joias, etc.</p>
<p>Me parece, no entanto, que um dos problemas do filme é que ele não tem tempo o suficiente para desenvolver melhor as histórias. Várias coisas ficam subentendidas, quando precisavam ser melhor explicadas. A motivação de Ruby, por exemplo, para se revoltar contra as parceiras é um dos principais elementos que ficam em aberto e compromete o enredo como um todo. Ela muda o comportamento em uma das elipses do roteiro e se volta contra as outras duas. Fica no ar, inclusive, que talvez ela tenha uma relação com uma morte? Não conseguimos descobrir.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11057" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3122894.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3122894.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3122894.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/3122894.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além disso, o ritmo do longa como um todo é comprometido e confuso. Pequenas reviravoltas acontecendo o tempo inteiro, personagens que surgem do nada e para o nada. A conexão além do trio principal é muito precária e pouco desenvolvida. A sensação que fica é que foi um filme feito na pressa, sem esmero.</p>
<p>Tudo isso não invalida as ótimas atuações de Melissa McCarthy (<em>Poderia Me Perdoar?</em>), Tiffany Haddish (<em>Viagem das Garotas</em>) e Elisabeth Moss (<em>The Handmaid&#8217;s Tale</em>). Elas, sim, são o atrativo do filme. Tem química em cena e conseguem partilhar os momentos. Melissa mostrando sempre seu potencial e saindo do estereótipo que atrizes como Rebel Wilson insistem em se colocar. Tiffany arrasando na postura de força e empoderamento, enquanto Elisabeth sofre muito, mas sempre nos oferecendo cenas completas.</p>
<p><em><strong>Rainhas do Crime</strong></em> é um filme interessante, mas com várias quedas no meio do caminho. Não chega a prejudicar completamente o resultado final, que é razoável. No entanto, vemos que a HQ original poderia muito bem ter virado uma minissérie, que o aproveitamento seria maior.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andrea Berloff<br />
<strong>Elenco:</strong> Melissa McCarthy, Tiffany Haddish, Elisabeth Moss, Domhnall Gleeson, Common, James Badge Dale, Margo Martindale, Alicia Coppola</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2SSlqzdQDhY" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial Oscar 2019: Melhor Atriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 01:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>2019 pode ser o ano que consagrará uma das maiores atrizes que o cinema já teve e que nunca levou a estatueta do Oscar. Pode ser o ano também que terá como vencedora da estatueta uma estrela da música pop, seguindo os passos de Cher. Uma inglesa que surge aos holofotes ou uma popular comediante num papel dramático também podem ser as vencedoras da noite. A Academia também pode fazer história dando a estatueta para uma atriz mexicana descendente de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>2019 pode ser o ano que consagrará uma das maiores atrizes que o cinema já teve e que nunca levou a estatueta do Oscar. Pode ser o ano também que terá como vencedora da estatueta uma estrela da música pop, seguindo os passos de Cher. Uma inglesa que surge aos holofotes ou uma popular comediante num papel dramático também podem ser as vencedoras da noite. A Academia também pode fazer história dando a estatueta para uma atriz mexicana descendente de índios. Os cinco nomes que concorrem ao Oscar de melhor atriz em 2019 podem construir uma bela narrativa ao vencer o prêmio. Confira quem são elas e quais as suas chances:</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10010" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/blogib_a-esposa_feat.jpg" alt="Glenn Close" width="610" height="348" /><br />
<strong>Glenn Close, por <em>A Esposa</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Para os que acharam a vitória de Leonardo DiCaprio no Oscar por sua interpretação em <em>O Regresso </em>tardia, há mais de três décadas a veterana Glenn Close espera pelo prêmio. A atriz já foi indicada ao Oscar seis vezes antes de <em>A Esposa</em>, incluindo nessas menções dois de seus desempenhos mais reverenciados, em <em>Atração Fatal</em> de 1987, pelo qual perdeu a estatueta para Cher em <em>O Feitiço da Lua</em>, e <em>Ligações Perigosas </em>de 1988, numa edição do prêmio que deu a vitória para Jodie Foster em <em>Acusados</em>. No drama de Björn Runge, Close interpreta a esposa de um renomado escritor que viaja com o marido para Estocolmo  a fim de prestigiar a cerimônia de entrega do prêmio Nobel de literatura para ele. Gradualmente, essa mulher começa a questionar tudo aquilo que abdicou em nome desse matrimônio. Diferente dos seus desempenhos mais célebres, incluindo a icônica vilã Cruela DeVil de <em>101 Dálmatas</em>, a interpretação da atriz em <em>A Esposa </em>é marcada pela economia, pelas reações de suas personagens aos demais e pelo esboço de reações que contrariam aquilo que ela verdadeiramente sente. É discreto e algo que somente uma atriz do calibre de Close conseguiria transmitir. Tendo vencido o SAG Awards, premiação do sindicato dos atores, o Critic&#8217;s Choice e o Globo de Ouro, podemos dizer que, até o momento, Glenn Close está na dianteira da corrida pelo Oscar de melhor atriz.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10011" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/lady_gaga_nasce_uma_estrela.jpg" alt="Lady Gaga" width="610" height="348" /><br />
<strong>Lady Gaga, por <em>Nasce uma Estrela</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">A principal concorrente de Close é Lady Gaga, que, assim como Cher em 1987, pode tirar o favoritismo da veterana. Estreando nos cinemas com a quarta versão para os cinemas de <em>Nasce uma Estrela</em> após vencer o Globo de Ouro de melhor atriz com a 5ª temporada de <em>American Horror Story</em>, Gaga vive Ally, uma personagem que tem paralelos com a própria trajetória da cantora. De revelação, a jovem compositora e cantora é lançada ao estrelato pop após ser descoberta por um músico interpretado por Bradley Cooper. Nessa mesma edição do Oscar, Gaga concorre ao prêmio de melhor canção pelo <em>hit </em>&#8220;Shallow&#8221; e deve levar esse prêmio, o que pode ser uma vitória de consolação na cabeça dos votantes, que se sentiriam desobrigados de premiá-la também como melhor atriz. A questão é que apesar de Close ser veterana na sua arte, não teve um nome mais presente na temporada de prêmios de 2019 que Lady Gaga, que se esforçou ao máximo para promover o seu filme em todas as circunstâncias na qual foi convocada para falar sobre sua experiência em <em>Nasce uma Estrela</em>, que, diferente de <em>A Esposa</em>, concorre ao prêmio de melhor filme. Poderia Gaga repetir o feito de Cher, conseguindo algo que Madonna e Beyoncé não conquistaram?</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10012" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/2228285.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Olivia Colman, <em>A Favorita</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Olivia Colman é daquelas atrizes amadas pelo circuito de festivais de cinema que o grande público finalmente conhece através de um desempenho indicado ao Oscar. Em <em>A Favorita </em>de Yorgos Lanthimos a inglesa interpreta a Rainha Anne, objeto de cobiça de duas mulheres (Rachel Weisz e Emma Stone) que cobiçam o poder através do estreitamento da relação com a monarca. Colman brilha na pele de uma mulher repleta de problemas físicos e emocionais cuja imaturidade era um traço típico dos reis de sua época, que assumiam uma grande responsabilidade, mas tinham pouquíssima experiência para carregá-la. Pelo seu desempenho em <em>A Favorita</em>, Colman venceu o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza, sendo um dos nomes que deu o pontapé na temporada de premiações em agosto de 2018, mês no qual os especuladores do Oscar já começaram a enxergá-la como provável indicada ao prêmio. Dito e feito. Após desempenhos marcantes e premiados como no drama <em>Tiranossauro </em>e participações em filmes como <em>A Dama de Ferro </em>e <em>Chumbo Grosso</em>, finalmente Olivia Colman ganha o destaque que merece. Pode correr por fora na disputa pois venceu os prêmios de melhor atriz em comédia ou musical no Globo de Ouro e no Critic&#8217;s Choice Awards.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10013" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/98522909-18f7-4e6c-8c50-91b3062e77e0-CYEFMMobile.max-2000x2000.jpg" alt="Melissa McCarthy" width="610" height="348" /><br />
<strong>Melissa McCarthy, <em>Poderia me Perdoar?</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">Comediante popular em Hollywood, Melissa McCarthy não precisou esperar por um &#8220;drama sério&#8221; para enfim ser reconhecida pela Academia. Logo em 2012, a atriz conseguiu sua primeira indicação ao prêmio como melhor atriz coadjuvante por <em>Missão Madrinha de Casamento</em>, um <em>hit </em>de Paul Feig que a catapultou como um dos nomes mais rentáveis do gênero com longas como <em>A Espiã que Sabia de Menos </em>e <em>As Bem-Armadas. </em>Em <em>Poderia me Perdoar? </em>é que McCarthy exibe uma faceta mais dramática interpretando uma renomada escritora que entra para o mercado da falsificação de artigos para colecionadores de objetos relacionados ao universo das artes. Na pele de Lee Israel, McCarthy dá a complexidade necessária para a personagem, lidando com sua incapacidade de articular-se socialmente, por exemplo. O filme vem num bom momento da carreira da atriz, que, curiosamente, acaba de amargar o fracasso comercial de <em>Crimes em Happytime</em> e <em>Alma da Festa</em>, que lhe renderam indicações ao Framboesa de Ouro de pior atriz nesse mesmo ano do Oscar.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10014" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/2018-12-21-roma.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Yalitza Aparicio, <em>Roma</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">A mexicana Yalitza Aparicio estreia no cinema em <em>Roma</em>, um dos grandes destaques do Oscar desse ano. Para muitos que esperavam nomes como Nicole Kidman (<em>O Peso do Passado)</em>, Charlize Theron (<em>Tully</em>) ou Emily Blunt (<em>O Retorno de Mary Poppins</em>) foi uma das surpresas da categoria, principalmente pela atriz ter sido pouco citada em outras premiações como o Critic&#8217;s Choice, Globo de Ouro ou SAG Awards, fortes indicadores do Oscar. No longa, Aparicio interpreta a funcionária doméstica de uma casa de família de classe média no México dos anos de 1970. Por sua indicação ao Oscar, Yalitza tem chamado a atenção no seu país natal, sendo agora cortejada por uma das maiores emissoras de TV, a Televisa, responsável por telenovelas populares aqui no Brasil como <em>Maria do Bairro </em>e <em>A Usurpadora</em>. Aparicio é a segunda mexicana a concorrer ao Oscar de melhor atriz, a primeira foi Salma Hayek por <em>Frida </em>em 2003, e a primeira indígena a estar na categoria. Acredita-se que seja a candidata com menos possibilidade de vitória na lista por ter sido o nome recepcionado com mais surpresa. A presença de Yalitza na lista, todavia, indica que a Academia gosta muito de <em>Roma </em>e que o filme pode ter chances concretas na categoria melhor filme.</p>
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		<title>Crítica: Poderia Me Perdoar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 22:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Heller]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa McCarthy]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Poderia Me Perdoar?]]></category>
		<category><![CDATA[Richard E. Grant]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2018 foi o ano das cinebiografias. Ao longo dos maiores festivais de cinema e das cerimônias de premiação, os filmes biográficos dominaram as atenções da crítica e público. Astros do rock, escritoras célebres, políticos, comediantes, pintores, astronautas, policiais, criminosos etc. A diversidade de representações tomou conta do gênero nesse último ano. Nos circuitos de premiações, 8 títulos foram mencionados na maioria das listas de indicados. Dentre essas produções está a interessante história de contravenções da escritora Lee Israel. Poderia Me [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>2018 foi o ano das cinebiografias. Ao longo dos maiores festivais de cinema e das cerimônias de premiação, os filmes biográficos dominaram as atenções da crítica e público. Astros do rock, escritoras célebres, políticos, comediantes, pintores, astronautas, policiais, criminosos etc. A diversidade de representações tomou conta do gênero nesse último ano. Nos circuitos de premiações, 8 títulos foram mencionados na maioria das listas de indicados. Dentre essas produções está a interessante história de contravenções da escritora Lee Israel.</p>
<p><em><strong>Poderia Me Perdoar?</strong> </em>é o novo longa-metragem da Fox Searchlight Pictures que se baseia num livro de mesmo nome escrito pela própria Lee Israel. Depois de ser descoberta e julgada, Lee escreveu uma autobiografia confessional, declarando não só o acontecido como a mudança que isso fez em sua vida. Dez anos após o lançamento da obra literária, a Fox lança sua adaptação para o cinema e emplaca como um produto de qualidade.</p>
<p>O filme é um relato dos dias de falsificadora da renomada autora de biografias. O longa, com toda a sua simplicidade, se atenta aos detalhes mais íntimos da personagem principal e constrói uma narrativa na qual o público se vê ao lado da contravenção. Israel passa a ser uma espécie de anti-heroína da história que conquista o coração e a atenção do espectador desde os primeiros minutos.</p>
<p>Após fazer sucesso durante décadas com suas biografias, a jornalista e escritora Lee Israel caiu no esquecimento. Tentando lidar com a falta de espaço no mercado, contas atrasadas e a sua dificuldade de se relacionar com outras pessoas, Israel se vê completamente desacreditada de seu trabalho. Para arranjar dinheiro, a escritora vende uma das cartas antigas de Fanny Brice – comediante na qual Lee pretendia fazer uma biografia. Nesse momento, ela tem uma ideia para se salvar: Lee passaria a forjar cartas de personalidades já falecidas para vendê-las. Assim, a jornalista começou um lucrativo negócio criminoso. Tudo ia bem com as vendas e as falsificações até que suspeitas começaram a ser levantadas e o FBI resolveu ir atrás da escritora.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9892" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/CYEFM_01748_R_rgb-1600x900-c-default.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>A partir dessa narrativa de confissão, a diretora Marielle Heller (<em>O Diário de uma Adolescente</em>, de 2015) criou uma história sensível e real. A direção dela é muito precisa e sem firulas, o que tornam as cenas simples. Ou seja, o trabalho de Heller nessa produção é a composição do ambiente e das imagens, para que as atuações e o roteiro ganhem profundidade pelos seus próprios meios. E tudo isso se amplifica por não existir nenhuma barreira da direção que tire a atenção do foco principal do acontecimento. Heller coordena essa biografia com um olhar verdadeiro e inteligente.</p>
<p>O roteiro é admirável. Uma adaptação que soube escolher e desenhar muito bem os momentos característicos da vida de Israel. Os roteiristas Nicole Holofcener e Jeffrey Daniel Whitty criaram uma narrativa que prende a atenção do espectador de imediato. A figura da jornalista já fala por si só, mas as escolhas de Holofcener e Whitty deram ainda mais espaço para a atriz principal e sua personagem brilharem. Dessa forma, o filme é extremamente verossímil e delicado. Uma cinebiografia que soube usar os relatos da personagem-título.</p>
<p>A força de <strong><em>Can You Ever Forgive Me?</em> </strong>(título original) está no elenco. A história tem as suas personagens secundárias que colaboram positivamente para a composição da emoção e dos nuances da narrativa, mas quem encorpa as cenas é a dupla Melissa McCarthy e Richard E. Grant. A performance de McCarthy é poderosa. Lee Israel foi o papel perfeito para Melissa. A atriz pôde mostrar as suas múltiplas facetas como a figura da escritora com momentos fortes e divertidos. Já o seu parceiro de cena está ali para desenvolver ainda mais a dose de humor ácido do longa. A personagem de Grant completa a diversidade de sentimentos de Israel com as sua lábia e vivências. Quando ambos estão em cena, o público se deleita com uma cumplicidade e qualidade artística impressionante.</p>
<p>Como o ponto alto da película são Melissa e Richard, a maior parte das nomeações está veiculada a suas interpretações. Devido a isso, ambos foram indicados, respectivamente, nas categorias “Melhor Atriz” e “Melhor Ator Coadjuvante” dos principais prêmios do cinema (Globo de Ouro, Critics’ Choice Awards, SAG Awards, BAFTA Awards e Oscar). Independentemente dos resultados, é inegável a qualidade das performances de Melissa e Richard, as quais fizeram da cinebiografia de Lee Israel um filme marcante.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ISR_9pHqASU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Crimes em Happytime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 22:28:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes em Happytime]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Banks]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Rudolph]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estreia nesta quinta-feira, dia 27 de setembro, o longa Crimes em Happytime, do diretor Brian Henson. O filme traz a história de Phil Phillips, um marionete que é ex-policial e vive com a frustração de ter sido expulso da corporação. Ele agora trabalha como investigador particular e se depara com um uma série de crimes de artistas de um programa de TV. No meio do caminho, no entanto, ele se depara com uma ex-parceira, interpretada por Melissa McCarthy. Agora, eles [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia nesta quinta-feira, dia 27 de setembro, o longa <strong><em>Crimes em Happytime</em></strong>, do diretor Brian Henson. O filme traz a história de Phil Phillips, um marionete que é ex-policial e vive com a frustração de ter sido expulso da corporação. Ele agora trabalha como investigador particular e se depara com um uma série de crimes de artistas de um programa de TV. No meio do caminho, no entanto, ele se depara com uma ex-parceira, interpretada por Melissa McCarthy. Agora, eles terão que trabalhar juntos, mais uma vez, apesar de todo o rancor.</p>
<p>A história, vista de maneira objetiva, é atrativa e tem potencial. Mas é claro que não podemos excluir o fato de que a sociedade, no filme, agora convive com marionetes. Sim, bonecos de pano que falam, sentem e se expressam como humanos. Em dado momento o espectador se questiona se isso seria uma metáfora para a sociedade presente. No entanto, logo vemos que uma coisa não tem relação com a outra.</p>
<p>Com uma série de cenas desnecessárias e piadas levadas ao extremo, <strong><em>Crimes em Happytime</em></strong> é um filme de gosto duvidoso. O público varia constantemente entre o nojo, a curiosidade e a indignação com o que acontece no roteiro. A produção segue a linha da comédia do exagero, com muitos palavrões e sexo. O que faz até sentido no contexto, mas torna-se cansativo com o tempo. Piadas com os próprios marionetes perdem a graça pelo numero de repetição.</p>
<p>É excelente ver, no entanto, como os marionetes são bem feitos e interpretados em cena. Aliás, ao final do filme vale a pena ver os pós-créditos que mostram exatamente como tudo é feito. A equipe de produção, fotografia e efeitos visuais realmente merece o justo reconhecimento. A perfeição nos detalhes e até a sincronia da dublagem são elementos que acrescentam e muito ao filme.</p>
<p>Apesar do ótimo trabalho com os bonecos, me parece um desperdício deixar de lado um elenco humano tão bom. Além de McCarthy, que assume a parceria no protagonismo e o faz muito bem, temos Maya Rudolph e Elizabeth Banks. Ambas excelentes atrizes que acrescentam bastante à narrativa, mas apenas nas poucas cenas que têm oportunidade. Todo este trunfo poderia ter sido melhor explorado, definitivamente.</p>
<p>Apesar de tais pontos positivos, isso não é suficiente para salvar a película como um todo. <strong><em>Crimes em Happytime</em></strong> é cansativo a partir da segunda metade, quando o elemento &#8220;curiosidade&#8221; é anulado. Um filme que tinha potencial e material para ser diferente e atrativo, acaba caindo no lugar comum e perde muitos pontos de interesse do público. Uma pena!</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/trailer/">trailer</a>!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/s-5fZMPWMdE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Um Espião e Meio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2016 14:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aarol Paul]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Bateman]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Hart]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa McCarthy]]></category>
		<category><![CDATA[The Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Um Espião e Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de entrar numa sala de cinema, é muito importante se informar sobre o propósito daquele filme que vai assistir. Isso faz toda a diferença na expectativa que é criada e na análise do resultado. Sabendo que Um Espião e Meio era uma proposta de comédia sem grande aprofundamento de roteiro e risos mais leves, definitivamente não houve decepção quanto ao resultado. Dwayne Johnson faz o papel de Bob, um jovem que sofre bullying no colégio e tem um episódio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de entrar numa sala de cinema, é muito importante se informar sobre o propósito daquele filme que vai assistir. Isso faz toda a diferença na expectativa que é criada e na análise do resultado. Sabendo que <em>Um Espião e Meio</em> era uma proposta de comédia sem grande aprofundamento de roteiro e risos mais leves, definitivamente não houve decepção quanto ao resultado.</p>
<p>Dwayne Johnson faz o papel de Bob, um jovem que sofre bullying no colégio e tem um episódio de vergolha na frente de todos os alunos na festa de fim de ano. Já Calvin (Kevin Hart) é o popular e querido por todos, a promessa de futuro da escola. Anos depois, as coisas estão um pouco diferentes. Bob está lindo, forte e rico, enquanto Calvin não teve tanto sucesso assim. Eles acabam se encontrando e vivendo momentos de pura adrenalina em uma corrida para descobrir quem está falando a verdade.</p>
<p>Partindo do pressuposto que eu falei acima, ele cumpre muito bem o objetivo de ser uma comédia apenas para rir, sem grandes enredos. E olha que este até possui uma história interessante por trás. Um tanto instigante, até. Dwayne mostra mais uma vez seu lado cômico, provando que vai além dos músculos. Neste filme especificamente, ele até meio que tira sarro disso, protagonizando um personagem com gosto de moda bastante duvidoso e que não tem consciência da sua sexualidade.</p>
<p>Já Hart tenta sair do esterótipo de baixinho engraçado para ser o importante da história, mas não consegue este sucesso todo. Ele navega entre o protagonista e coadjuvante, mas acaba sempre na última opção. Uma tentativa um pouco frustrada de reverter as situações.</p>
<p>No mais, o longa é bastante divertido e faz o espectador rir em diversos momentos. Tem uma escolha de elenco que tem sintonia, o que favorece bastante o resultado. Gratas surpresas como Aaron Paul, que poderia ter um pouco mais de destaque, mas se apresenta bem no papel de vilão, Jason Bateman, que faz o papel de babaca da escola e Melissa McCarthy, que aparece tão rápido que não se deram nem o trabalho de creditar.</p>
<p>Para divertir o fim de semana, é sim uma boa pedida. Apenas vá assistir consciente do estilo de filme que te aguarda</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/USbqQ99qoBM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Caça-Fantasmas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2016 19:25:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Caça-Fantasmas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Kate McKinnon]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Wiig]]></category>
		<category><![CDATA[Lesley Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa McCarthy]]></category>
		<category><![CDATA[Os Caça-Fantasmas]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Feig]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cercado por ceticismo, aversão às protagonistas femininas e apego exagerado ao material original, a jornada de Caça-Fantasmas até o seu lançamento nos cinemas não foi nada fácil. A versão de 2016 para a franquia que virou fenômeno pop na década de 1980 e 1990 teve um dos trailers mais repudiados do ano, gerando comentários misóginos e mais de 500 mil unlikes em sua versão disponibilizada no YouTube. Para a felicidade de muitos, Caça-Fantasmas conta com um diretor como Paul Feig (de comédias imperdíveis como Missão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cercado por ceticismo, aversão às protagonistas femininas e apego exagerado ao material original, a jornada de <i>Caça-Fantasmas </i>até o seu lançamento nos cinemas não foi nada fácil. A versão de 2016 para a franquia que virou fenômeno pop na década de 1980 e 1990 teve um dos trailers mais repudiados do ano, gerando comentários misóginos e mais de 500 mil <i>unlikes </i>em sua versão disponibilizada no YouTube. Para a felicidade de muitos, <i>Caça-Fantasmas</i> conta com um diretor como Paul Feig (de comédias imperdíveis como <i>Missão Madrinha de Casamento </i>e <i>A Espiã que sabia de menos</i>) no comando, conseguindo dar a melhor resposta que a onda de desaprovação precoce e, em sua maioria, injustificada, poderia receber através de um filme que não só é um dos longas mais  divertidos desta temporada modorrenta de <i>blockbusters</i> como, em muitos momentos, consegue ser mais forte que o original, se o espectador não tiver tanto vínculo afetivo assim com os filmes da década de 1980.</p>
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<p>Em <i>Caça-Fantasmas, </i>Kristen Wiig interpreta Erin Gilbert, uma professora da Universidade de Columbia que começa a vislumbrar uma posição melhor como acadêmica, mas tem como obstáculo a popularidade de um livro sobre fantasmas que escreveu anos atrás junto com a sua melhor amiga, Abby Yates, personagem de Melissa McCarthy. Para dar seguimento aos seus planos de carreira, Erin tenta convencer Abby a retirar o livro de circulação, mas descobre que a amiga está utilizando o retorno financeiro que obtém com a republicação da obra para reativar um antigo sonho das duas. Junto com Jillian Holtzmann, de Kate McKinnon, e Patty Tolan, interpretada por Leslie Jones, Erin e Abby descobrem que podem enfim comprovar a existência de fantasmas entre nós e que salvar o mundo e a cidade dos perigos que eles representam pode ser a grande missão das suas vida.</p>
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<p><i>Os Caça-Fantasmas</i> de 1984 e sua continuação de 1989 foram produtos marcantes para uma geração, com uma série de elementos da franquia original fazendo parte da cultura pop (o tema musical de Ray Parker Jr, a logomarca do grupo, o fantasma Geleia, o homem de marshmallow) e sua conversão em uma série de subprodutos como games e uma série de desenho animado. O grande mérito desta nova investida, portanto, foi conseguir se desvencilhar, ainda que timidamente, de todo este forte legado e criar um terreno próprio para o estabelecimento de uma nova franquia. <i>Caça-Fantasmas</i> de Paul Feig é um longa com méritos que são só seus e do seu carismático e interessante novo elenco.</p>
<p>Antes de adentrarmos no novo longa da franquia, precisamos fazer um parênteses. Mesmo que tenha respeito por todo o legado deixado por Ivan Reitman e seus dois filmes, a franquia <i>Caça-Fantasmas </i>nunca foi algo pelo qual tive muito afeto e isso é uma perspectiva pessoal sobre a obra. Os filmes protagonizados por Bill Murray e cia estiveram presentes na minha vida através das suas reprises na televisão e seus inúmeros ícones, mas não foi algo particularmente marcante. Sei que muitos que também viveram suas respectivas infâncias nos anos de 1980 e início dos anos de 1990 não irão compartilhar a mesma percepção, mas preciso deixar claro isso antes de defender um juízo sobre este longa que me conquistou em definitivo. Muito mais do que os seus antecessores até.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6427" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/ghostbusters-pics-chris-hemsworth-pic.jpg" alt="ghostbusters-pics-chris-hemsworth-pic" width="610" height="348" /></p>
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<p>O filme de Paul Feig é um título que não esquece as suas origens, lotando a sua projeção com diversas dinâmicas, momentos, elementos e personagens que nos remetem aos filmes de Ivan Reitman, até atores dos originais como Bill Murray, Dan Aykroyd e Sigourney Weaver poderão ser vistos ao longo do filme interpretando outros personagens e podem ficar tranquilos que isso não fere em nada o legado do <i>Caça-Fantasmas </i>original. Por um lado, o filme de 2016 acerta ao ter consciência de que é um produto derivado, com todos os seus prós e contras inerentes. Esta consciência, por vezes, até prejudica o filme pois está claro que ele não precisa da nostalgia como muleta de segurança para caminhar sozinho. O trabalho de Feig e seus atores tem recursos próprios e sabe se divertir com a história que tem em mãos sem precisar voltar muito ao passado, com a exceção de um ou outro elemento inevitável, como é o caso da música tema de Ray Parker Jr..</p>
<p>Paul Feig consegue captar o tom do &#8220;filme pipoca&#8221; com uma certa autonomia, algo cada vez mais em falta na temporada de <i>blockbusters</i>, tomada por títulos que ou se levam muito à sério ou são completamente genéricos e vivem exclusivamente dos seus referenciais do passado e de suas versões em outras mídias. O realizador de <i>Caça-Fantasmas</i> faz uma comédia de ação que é divertida do início ao fim. Há um equilíbrio interessante entre as sequências de ação e comédia que garantem a simpatia do longa com o público e tudo é guiado com maestria por um elenco que possui muita química quando está junto, seja no campo de batalha contra as almas penadas, seja quando protagoniza cenas cotidianas na sede do grupo localizada agora em um restaurante chinês (uma pena que lá pelas tantas eles joguem fora esta bem-vinda mudança de ares para retornar ao QG do corpo de bombeiros em reverência ao original). Assim, parte do êxito do realizador vem do seu elenco, que consegue cativar o público com muita facilidade. Tanto o quarteto de caça-fantasmas com longa trajetória no humor formado por Melissa McCarthy e pelas expoentes do show de TV <i>Saturday Night Live</i> Kristen Wiig (que já tinha trabalhado com Feig e Melissa em <i>Missão Madrinha de Casamento</i>), Kate McKinnon e Leslie Jones, quanto o assistente bobalhão vivido Chris Hemsworth (uma escalação certeira da equipe) se esbaldam em um filme que honra o puro e despretensioso entretenimento.</p>
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<p><i>Caça-Fantasmas </i>pode até ter a sua queda de fôlego no início do terceiro ato e perder um pouco do seu ritmo de ação, mas <i>Os Caça-Fantasmas </i>de 1984 também tinha os mesmos problemas, e quando você se depara com um filme que te oferece tanto senso de diversão até mesmo em seus créditos finais (não saiam da sala sem vê-lo), releva-se a mais humana das derrapadas. O que fica como registro não são os eventuais tropeços, comuns a maioria dos filmes, com raríssimas exceções, diga-se de passagem, mas a química entre o elenco e o êxito de Paul Feig em entregar uma comédia repleta de <i>timing</i> e que não apela para recursos fáceis (e de mau gosto) como a escatologia, o preconceito etc. No universo próprio que <i>Caça-Fantasmas </i>consegue criar, ainda que vez ou outra se intimide com a sombra do original, o longa ainda é auto-referencial e faz piada com o próprio episódio da onda de <i>haters </i>que seguiu a divulgação do trailer no YouTube. O episódio revela o humor e do senso de diversão que o filme consegue imprimir durante toda a sua projeção, mas também que o que de fato ficará de toda esta história é a ótima impressão que o longa em si deixa no público.  Como sempre, o que fica é um filme cujo ótimo resultado fala por si só.</p>
<p><strong>Assista ao trailer: </strong></p>
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<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/embR_e7WvEg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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