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	<title>Arquivos Judy - Muito além do arco-íris - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Judy - Muito além do arco-íris - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Atriz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:00:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo, 09 de fevereiro, acontece a cerimônia de uma das maiores celebrações do audiovisual internacional: o Oscar 2020. Em sua 92ª edição, a premiação segue o estilo do ano anterior, sem um apresentador fixo. Além disso, ainda permanece no meio do caminho (mais longe do que perto) em relação às representatividades dentro de todas as suas categorias. Nomes como o de Lupita Nyong’o e Awkwafina sumiram da lista dos indicados, deixando um ar de lamentação do público e da crítica especializada que havia elogiado as performances das duas nos filmes <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Nós</em> </a>e A Despedida, respectivamente. Nenhuma diretora mulher consta entre os concorrentes também.</p>
<p>Ainda assim, mesmo com tanta lacuna de diversidade, dez nomes de intérpretes mulheres foram reveladas no dia 13 de janeiro, sendo que cinco artistas aparecem na seção de protagonistas, que está nesta publicação, e a outra metade está na parte de coadjuvantes (e você pode ver <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-oscar-2020-melhor-atriz-coadjuvante/">aqui</a>). Pensando nisso, o <span style="color: #ba1616;"><em><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></em></span> traz agora uma breve análise das atuações femininas concorrentes na corrida pelo troféu da Academia em 2020. Confira o Especial Oscar 2020: Melhor Atriz!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-12377 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CHARLIZE-BOMB.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Charlize Theron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">O Escândalo</a></strong>)</h5>
<p>Vivendo uma personagem que existe na vida real, a jornalista Megyn Kelly, a atriz impressiona em alguns aspectos de sua construção e incomoda em outros. Primeiramente, é possível perceber o cuidado de Charlize ao utilizar um tom e peso na voz que a Megyn possui. A sua postura corporal lembra não apenas a da âncora, mas a de quem trabalha em noticiários de TV. Existe também uma preocupação em colocar certa humanidade e fragilidade na tela, para procurar imprimir uma complexidade em sua performance. Mas, é aqui que, talvez, a Theron falhe. Justamente quando tenta revelar uma naturalidade é que a sua Kelly parece mais artificial, porque a intérprete não conseguiu se despir completamente da pose que trouxe em seu processo de criação. Apesar das falhas, a indicação é justa. Contudo, ela não deve levar o prêmio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12378" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CYNTHIA-HARRIET-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Cynthia Erivo (Harriet)</strong></h5>
<p>Com uma interpretação cheia de detalhes e força, Erivo encarna uma figura histórica, a Harriet Tubman, responsável por salvar diversas vidas de negros no período da escravidão. O ponto alto da interpretação da Cynthia é justamente a consciência de trazer uma mulher decisiva e guerreira, mas de forma progressiva. O espectador vai descobrindo o poder da personagem aos poucos, enquanto ela se empodera. A intérprete faz isso através dos gestos, olhares, postura corporal e voz que vão se transformando durante a sessão. Harriet parece ter sido sempre a frente do seu tempo, porém a escolha da Cynthia Erivo foi iniciar com um tom mais suave, movimentos mais contidos, olhar titubeante, que encara, mas com receio. A partir da virada da trama, ela vai ganhando novos contornos. A atuação dela seria uma escolha certeira para o prêmio, poderia levar a estatueta seguramente, contudo, dificilmente isto acontecerá, pois existe outra favorita, com uma performance tão boa quanto, mas que sai na frente pelo privilégio branco e sua carreira mais antiga em Hollywood. <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-12382 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg" alt="" width="750" height="461" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-750x461.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-1536x944.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-2048x1258.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/RENEE-JUDY-610x375.jpg 610w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Renée Zellweger (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/">Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</a>)</strong></h5>
<p>Com uma carreira consolidada em Hollywood até início dos anos 2000, a atriz faz o seu retorno para os filmes premiados interpretando um ícone do cinema dos Estados Unidos: a Judy Garland. Para o público familiarizado com as características de Garland, a sessão pode ser impressionante!! A reconstrução da artista beira ao impecável e o fato de Zellweger deixar impresso traços característicos seus eleva a sua atuação, que foge da representação. O que o espectador recebe aqui é o olhar dela diante de uma personalidade tão cheia de detalhes e elementos forte, como o modo de cantar e mexer os olhos. As chances da Renée são altíssimas e é bem provável que a sua segunda estatueta chegue neste domingo. Anteriormente a intérprete recebeu o troféu da academia por seu trabalho como Ruby, em <em>Cold Moutain</em>, em 2004! <strong>(Favorita da autora do texto)</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-12383" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SAIORSE-ADORAVEIS-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Saoirse Ronan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/">Adoráveis Mulheres</a>)</strong></h5>
<p>Falando em privilégio branco, eis que surge uma indicação meio esquisita na lista do Oscar 2020. É bem verdade que a Saoirse entrega uma Jo com a verdade que a intérprete parece ver em sua personagem, ela demonstra tentar imprimir traços de uma garota intensa e firme, como é a garota do livro de Louisa May Alcott. A jovem cria nuances no tom que dá ao texto e tem um carisma singular. Contudo, Ronan não entrega nada excepcional e acabou tirando o lugar de outras mulheres que mostraram um resultado impecável em 2019, como a Lupita Nyong’o ou a Awkwafina. Nem em seu próprio filme ela é o destaque, ficando atrás de praticamente todo o elenco. As suas chances de vitória são mínimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12384 size-medium" title="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Atriz" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE-610x343.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/SCARLETT-MARRIEFGE.jpg 1280w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/">História de um Casamento</a>)</strong></p>
<p>Geralmente vista como uma atriz de filmes mais pipoca, Scarlett chega ao Oscar com duas indicações. Em <em>História de Um Casamento</em>, é perceptível como a humanização da intérprete chega certeira, numa direção que procura elevar a personalidade de sua personagem e revelar fragilidades e forças através de uma dinâmica na qual a câmera dialoga com o trabalho de Johansson. O ápice disso é na sequência em que ela está no escritório de sua advogada e começa a andar pelo espaço. A combinação de sua naturalidade, pausas e gestos que procuram performar o cotidiano e o despir completo de sua Nicole, juntamente com o <em>tracking shot</em> constroem a melhor sequência do filme inteiro. Claro, a contracena com Laura Dern ajuda também! As chances de vencer são minúsculas, mas este papel é, por enquanto<a href="http://www.adorocinema.com/">,</a> o seu melhor!</p>
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		<title>Bad Boys Para Sempre é o destaque nas estreias do cinema esta semana (30/01). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 13:14:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Judy - Muito além do arco-íris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bad Boys Para Sempre Direção: Adil El Arbi, Bilall Fallah Elenco: Will Smith, Martin Lawrence, Vanessa Hudgens Em Bad Boys Para Sempre (Bad Boys For Life), Smith e Lawrence retornam como seus protagonistas icônicos, Mike Lowery e Marcus Burnett. No filme, assim como Marcus está tentando dar um passo atrás e passar mais tempo com a família, uma ameaça perigosa emergirá para colocar em risco a vida de Mike – trazendo Marcus de volta à ativa, afinal, Mike também é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: center;"><strong>Bad Boys Para Sempre</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Adil El Arbi, Bilall Fallah<br />
<strong>Elenco:</strong> Will Smith, Martin Lawrence, Vanessa Hudgens</p>
<p>Em Bad Boys Para Sempre (Bad Boys For Life), Smith e Lawrence retornam como seus protagonistas icônicos, Mike Lowery e Marcus Burnett. No filme, assim como Marcus está tentando dar um passo atrás e passar mais tempo com a família, uma ameaça perigosa emergirá para colocar em risco a vida de Mike – trazendo Marcus de volta à ativa, afinal, Mike também é sua família e ele não deixará que ele vá sozinho nessa missão. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bad-boys-para-sempre/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddzymN0IW5c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12320" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1.jpg" alt="Judy - Muito Além do Arco-Íris" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Rupert Goold<br />
<strong>Elenco:</strong> Renée Zellweger, Jessie Buckley, Finn Wittrock</p>
<p>Dirigido por Rupert Goold e adaptado da peça teatral “End of the Rainbow” de Peter Quilter, o filme transcorre durante o último ano de Judy antes de sua morte, aos 47 anos, e traz flashes da rígida adolescência da artista. Com problemas financeiros e sofrendo com os recentes divórcios, a artista embarca em uma turnê de shows em Londres, durante o inverno de 1968. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-judy-muito-alem-do-arco-iris/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ngDIqRJtH64" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12329" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2883184.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="estreias do cinema" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2883184.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2883184.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2883184.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Os Órfãos</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Floria Sigismondi<br />
<strong>Elenco:</strong> Mackenzie Davis, Finn Wolfhard, Brooklynn Prince</p>
<p>Em 2020, o longa OS ÓRFÃOS, da DreamWorks Pictures, nos levará para uma misteriosa propriedade na zona rural de Maine, onde a recém-chegada babá Kate é encarregada de cuidar de dois órfãos perturbados, Flora e Miles. Rapidamente, ela descobre que tanto as crianças quanto a casa escondem segredos obscuros e as coisas podem não ser como aparentam ser.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ty5QzLcZzZM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 19:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Renée Zellweger (O Bebê de Bridget Jones) é a favorita para ganhar o Oscar 2020 de melhor atriz por interpretar Judy Garland em Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris, filme que narra o último ano na vida da artista que ficou célebre ainda criança ao protagonizar O Mágico de Oz, mas foi sugada até a medula por uma indústria que exigiu dela juventude, beleza e talento. De certa maneira, a trajetória de Zellweger e Garland se encontram quando pensamos como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Renée Zellweger (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-bebe-de-bridget-jones/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Bebê de Bridget Jones</em></a>) é a favorita para ganhar o Oscar 2020 de melhor atriz por interpretar Judy Garland em <em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</strong></em>, filme que narra o último ano na vida da artista que ficou célebre ainda criança ao protagonizar <em>O Mágico de Oz</em>, mas foi sugada até a medula por uma indústria que exigiu dela juventude, beleza e talento. De certa maneira, a trajetória de Zellweger e Garland se encontram quando pensamos como a atriz, um dos nomes mais importantes do início dos anos 2000 por seu trabalho em filmes como <em>O Diário de Bridget Jones</em>, <em>Chicago</em> e <em>Cold Mountain</em>, foi demandada o quanto pôde por Hollywood, cedendo inclusive aos apelos de perfeição estética, com suas já reconhecidas intervenções plásticas, e depois foi descartada e ridicularizada por esse mesmo sistema que a criou.</p>
<p>Zellweger se retirou de cena e em recente entrevista declarou ter passado por um período de depressão, o que a fez se submeter a uma espécie de <em>rehab</em> de Hollywood. Assim como Garland, Zellweger absorveu as consequências do que é para uma mulher envelhecer na indústria do entretenimento e, nesse sentido, não há como assistir à cena final de Judy, olhar para o melancólico desfecho da sua protagonista, e também não pensar que na tela estamos vendo uma grande atriz no auge da sua experiência, dando tudo de si em uma performance que marca em definitivo o seu merecido retorno aos grandes holofotes. A narrativa de <em>comeback</em> de Renée Zellweger nesse Oscar é construída como uma espécie de compensação das faltas de Hollywood com Judy Garland.</p>
<p><em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris </strong></em>não é um filme perfeito e nem a interpretação de Zellweger é, mas a maneira como a atriz se entrega em cena, cobrindo algumas faltas do seu roteiro e dando o melhor de si é absolutamente admirável. O diretor Rupert Goold dirige uma história que simplifica a biografia de Garland a duas passagens notórias da sua vida: os primeiros passos da atriz mirim, regulada pelos olhos dos produtores de Hollywood, da imprensa e da sua mãe; e sua conturbada passagem pelos palcos de Londres aos 46 anos de idade, lidando com todas as sequelas da sua juventude, as crises de ansiedade, a depressão e o vício em álcool.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12320" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1.jpg" alt="Judy - Muito Além do Arco-Íris" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/judy_filme_b_1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No primeiro feixe narrativo, Judy acerta pelo primor plástico da sua propositalmente artificial direção de arte que remete a coloridos sets da era de ouro de Hollywood. No entanto, aqui, peca por girar em círculos com temas como a cultura das celebridades e os efeitos nocivos em jovens estrelas sem nunca se aprofundar bastante no tópico. Esses <em>flashbacks</em> de Judy até que são marcados por boas intenções, com um tom maior de inventividade e até fantasia, mas as sequências são encenadas com um pouco de ingenuidade da parte de Rupert Gold.</p>
<p>O melhor de Judy está mesmo na fase madura de Garland porque o show é completamente de Renée. O que é mais fascinante no desempenho de Renée em Judy é a maneira como a atriz se realiza nas performances da sua protagonista, condensando emoções difíceis e complexas em sua interpretação musical. Os melhores momentos do longa são aqueles que percebemos como Zellweger incorpora Garland em trejeitos, sobretudo quando a artista está nos palcos, sem abandonar as assinaturas usuais das suas performances, para muitos estridente e cheia de maneirismos. Caso o trabalho de Zellweger te incomode justamente por essas marcas, pode esquecer que Judy o fará vê-la de outra forma porque, apesar do esforço de &#8220;se apagar&#8221; na composição da personagem, segue sendo uma interpretação com a assinatura de Renée.</p>
<p><em><strong>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris </strong></em>é um filme que tem intenções nobres, mas simplifica a exposição da sua crítica e do seu estudo de personagem às usuais <em>headlines</em>: a mídia gananciosa e Hollywood sugam o quanto podem o viço das suas estrelas. Há muito mais camadas na biografia de Garland que isso e o longa poderia explorá-las, mas não o faz, anda em círculos com essa construção. Renée Zellweger, por sua vez, entrega tudo de si, captando a alma da artista biografada. A esperança que fica é que histórias como as de Garland não se repitam e que a consagração de Zellweger não se restrinja a essa narrativa de <em>comeback</em> em 2019-2020, nos apresentando agora, quando a atriz está chegando na casa dos cinquenta anos, todo um horizonte a ser explorado pelo seu já mais do que comprovado talento.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rupert Goold<br />
<strong>Elenco:</strong> Renée Zellweger, Finn Wittrock, Jessie Buckley, Rufus Sewell, Michael Gambon, Darci Shaw, Richard Cordery, Royce Pierreson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ngDIqRJtH64" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: A Filmografia de Judy Garland</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2020 01:52:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, flashbacks de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando. Estrelado por Renée Zellweger (Cold Moutain) e dirigido por Rupert Goold (A História Verdadeira), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com estreia prevista para esta quinta-feira (30), o filme <em>Judy &#8211; Muito Além do Arco-Íris</em> mostra passagens específicas da trajetória da artista Judy Garland. O principal destaque da história são os últimos meses de sua vida, quando a mesma estava em turnê no Reino Unido. Porém, <em>flashbacks</em> de sua infância e de sua vivência nos sets de filmagem da MGM são trazidos de vez em quando.</p>
<p>Estrelado por Renée Zellweger (<em>Cold Moutain</em>) e dirigido por Rupert Goold (<em>A História Verdadeira</em>), o longa tem a dupla como ponto alto da produção. Zellweger quase desaparece na personagem, deixando a sensação de que quem está em cena é a própria Garland, mas, ainda assim, não há uma representação ou mimese aqui. Claramente, é a Judy da Renée. Até alguns trejeitos da intérprete surgem em alguns instantes, levemente. A direção de Goold é cuidadosa e sensível, conseguindo transmitir o que eles gostariam de passar que a protagonista estava sentindo em cada cena, principalmente nas sequências dos shows.</p>
<p>A personagem principal, vivida por Renéé, foi uma atriz extremamente importante para o cinema hollywoodiano, não apenas na parte rentável, como no legado artístico que a própria deixou. Atuando, cantando e dançando em musicais ou performando caracterizações em dramas “oscarizados”, Garland marcou a história do audiovisual e, pensando nisso, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> reuniu as suas produções essenciais.</p>
<p><strong>Confira o Especial: A Filmografia de Judy Garland</strong>!</p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12314" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg" alt="Especial: A Filmografia de Judy Garland" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>5 – Desfile de Páscoa</strong> (1948):</h5>
<p>No final da década de 1940, a MGM reúne Judy Garland e Fred Astaire (<em>Vamos Dançar?</em>) em um musical cheio de cores, canções animadas e figurinos pomposos. As coreografias de Astaire e Charles Walters (<em>Lili</em>) são complexas e envolvem, em sua maioria, um grande número de pessoas. Mas, são nas danças mais íntimas, por assim dizer, que envolvem Judy e Fred, que o filme cresce. Ambos atores possuem em suas interpretações um jeito um tanto sapeca e descontraído. A dinâmica da dupla funciona bastante neste sentido da sintonia e a química cresce bastante por eles possuírem uma vibração semelhante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12316" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg" alt="Julgamento em Nuremberg" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/still-of-judy-garland-in-judgment-at-nuremberg-1961-large-picture-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>4 – Julgamento em Nuremberg (1961):</strong></h5>
<p>Todas as características clássicas da atuação Judy Garland somem neste filme de Stanley Kramer (A<em>divinhe Quem Veio Para Jantar</em>). Judy imprimia uma graça e leveza em seus musicais. Aqui, a sua Irene Hoffman é contida, porém desesperada. O seu trabalho de corpo é notável.  A intérprete parece desejar passar todo o peso, lamento e ansiedade em sua postura tesa e voz quase esganiçada. A sua atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante, em 1962.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12311" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg" alt="Nasce uma Estrela" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>3 – Nasce uma Estrela (1954):</strong></h5>
<p>Muito antes do “<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nasce-uma-estrela/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Shallow Now</em></a>”, Hollywood realizou três versões de Nasce uma Estrela. O primeiro filme a ser um musical foi o estrelado por Judy Garland e ainda em <em>Technicolor</em> e tudo! Além de conseguir passar emoções que a personagem sentia através das canções, Garland demonstra versatilidade e progressão em sua construção. É possível notar como sua Vicki Lester vai amadurecendo e sentindo o impacto tanto da sua fama, quanto da queda de seu marido.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12312" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg" alt="Agora Seremos Felizes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>2 – Agora Seremos Felizes (1944):</strong></h5>
<p>Dirigida por Vincent Minnelli (Gigi), Judy Garland performa aqui um de seus papéis mais icônicos. O tom que a atriz coloca para a Esther Smith é a sua marca registrada. Vibrante, numa mescla entre timidez e leveza, com sarcasmo e brincadeira, ela equilibra juventude e melancolia, fazendo com que um musical um tanto frívolo tenha mais personalidade e força, desde o início da projeção. Depois, Garland faz uma transição de idade de Esther e coloca em sua atuação não apenas certos traços de conformidade da idade, como a serenidade e a decepção. Contudo, ela não perde o ar meio taciturno, meio alegre que escolheu imprimir no papel. No longa, também tem Judy cantando clássicos como &#8220;Trolley Song&#8221; e &#8220;Have Yourself a Merry Little Christmas&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12313" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg" alt="O Mágico de Oz" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/00000000000judy-copy-3-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>1 – O Mágico de Oz (1939):</strong></h5>
<p>&#8220;There is no place like home!!!&#8221; O primeiro filme da lista, não poderia faltar no <em>Especial: A Filmografia de Judy Garland</em>, justamente porque foi a produção que, definitiva e efetivamente, colocou Judy Garland no mapa. A sua Dorthy virou um símbolo do cinema estadunidense e representa uma das personalidades que os estúdios da época queriam: o da garota da casa ao lado. A mistura de suavidade e coragem é o traço mais forte da construção feita por Garland.</p>
<p>No auge dos seus 17 anos, o resultado de seu trabalho parece mais intuitivo do que planejado. Ainda assim, a interpretação de Judy é repleta de camadas e, talvez, vá além do que a MGM conseguia enxergar em 1939. A intérprete possuía uma força que transbordava a tela, deixando ela ser maior do que uma menina obediente, que a sociedade parece aceitar com bastante tranquilidade. Aqui também foi onde ela cantou, pela primeira vez, a clássica canção &#8220;Somewhere Over the Rainbow&#8221;.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-a-filmografia-de-judy-garland/">Especial: A Filmografia de Judy Garland</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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