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	<title>Arquivos Jenna Ortega - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jenna Ortega - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica Hurry Up Tomorrow &#8211; Além dos Holofotes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 12:41:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem alguns projetos em que a simples ideia gera um estranhamento. Muitas vezes um pitching errado faz com que uma boa ideia caia num abismo e nunca veja a luz dos cinemas. Há também aquelas que não deveriam sair do papel. Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes é um desses projetos. O longa-metragem é uma jornada enfadonha, cansativa e sem propósito dos delírios de um cantor que sonha em ser ator. O filme, estrelado por The Weeknd (The Idol, de 2023), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem alguns projetos em que a simples ideia gera um estranhamento. Muitas vezes um <em>pitching</em> errado faz com que uma boa ideia caia num abismo e nunca veja a luz dos cinemas. Há também aquelas que não deveriam sair do papel. <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong> é um desses projetos. O longa-metragem é uma jornada enfadonha, cansativa e sem propósito dos delírios de um cantor que sonha em ser ator. O filme, estrelado por The Weeknd (<em>The Idol</em>, de 2023), é uma das estreias desta quinta-feira (15) e chega aos cinemas sem trazer um centavo de interesse ao público.</p>
<p>A proposta da produção é clara: The Weeknd resolveu financiar um filme para divulgar seu novo álbum e, de quebra, ainda faz uma digressão terapêutica sobre seus temores e dores. Isso soa arrogante e chato, não é? Então, este é <strong><em>Hurry Up Tomorrow</em></strong>. Em vez de focar seus esforços artísticos em sua carreira musical &#8211; que ele mesmo ironiza no roteiro em determinado ponto -, o cantor nos leva aos cinemas nesta viagem pessoal surrealista que não conduz o espectador para nenhum lugar &#8211; a não ser ao raso de suas angústias mais egocentradas.</p>
<p>Todo esse festival dramático é conduzido por um tom de suspense desmedido e que nunca se fecha em si. E é decepcionante pensar que a pessoa que dirige essa atrocidade é a mesma que soube escrever e dirigir <em>Ao Cair da Noite (2017)</em>. O cineasta Trey Edward Shults não é capaz de emplacar sua visão no que parece ser um extenso clipe musical desinteressante. Shults não dá identidade e nem consegue entregar um filme sequer bem conduzido. Existe uma sensação constante de que <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong> está completamente picotado, como se ele tivesse sido o resultado de uma chacina de ideias desconjuntadas.</p>
<p>Para completar esse cenário problemático na base criativa do projeto, o roteiro foi feito por três pessoas, sendo uma delas Abel Tesfaye &#8211; nome artístico de The Weeknd quando atua. Além do cantor que claramente deveria ficar apenas escrevendo suas músicas, o texto também é assinado por Shults e Reza Fahim, criador da série The Idol. Diante desse cenário, <strong><em>Hurry Up Tomorrow </em></strong>parece nunca ter tido uma chance de ser bem sucedido como uma narrativa cinematográfica de qualidade. A falta de liberdade criativa do cineasta unida a presença e interferência de Abel tornaram o projeto uma bomba-relógio que já explodiu quando o filme começou a ser gravado.</p>
<figure id="attachment_19457" aria-describedby="caption-attachment-19457" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19457" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-750x500.jpg" alt="Hurry Up Tomorrow - Além dos Holofotes (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Hurry-Up-Tomorrow-2.jpg 1620w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19457" class="wp-caption-text">Abel Tesfaye em cena de &#8216;Hurry Up Tomorrow &#8211; Além dos Holofotes (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>A confusão do roteiro e a dedicação do mesmo para falar das lamúrias dessa pseudo &#8216;versão alternativa&#8217; do The Weeknd entregam uma história sem propósito algum. O espectador passa o filme inteiro esperando que algo de relevante ou interessante aconteça e é frustrado a cada segundo. Nada leva a lugar nenhum, a não a um divã terapêutico que poderia ter evitado a produção de <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes</em></strong>. A narrativa é mal desenvolvida, rasa e, por vezes, vergonhosa. É um longa para ser completamente esquecido, se o público for capaz de superar o trauma que é assisti-lo.</p>
<p>Diante desse texto assombroso, o elenco não tinha muito o que fazer. Ainda que carregue nomes como Jenna Ortega (<em>Pânico VI</em>, de 2023, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-fantasmas-ainda-se-divertem/"><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></a>, de 2024) e Barry Keoghan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-banshees-de-inisherin/"><em>Os Banshees de Inisherin</em></a>, de 2022, e <em>Saltburn</em>, de 2023) em seu elenco, <strong><em>Hurry Up Tomorrow </em></strong>não deixa nem seu elenco passar ileso. O roteiro é tão descuidado e cheio de fragilidades que tornam Keoghan completamente esquecível. O ator tem uma participação estereotipada e estranha &#8211; e não no bom sentido para o padrão dele. Jenna, por mais que se esforce e também tenha talento, não tem de onde tirar profundidade de uma personagem mal desenvolvida e sem camadas. É decepcionante ver dois talentos desperdiçados como eles são nesse filme.</p>
<p>O maior problema, no entanto, é The Weeknd e seu delírio de ser ator. A verdade é que Abel é uma piada como ator. Aparentemente sua participação sofrível na série <em>The Idol</em>, não foi o suficiente, mas é vital que entendam que ele não sabe atuar. Ele não consegue convencer o público nem mesmo fazendo uma versão de si mesmo. Suas cenas são ainda mais superficiais que seus colegas de cena justamente por ele não conseguir entregar mais do que o terrível óbvio. Doa a quem doer, mas se colocar ele e Jade Picon a 80km/h, não sei quem é mais sem sal, carisma ou capacidade cênica. <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes </em></strong>é uma pá de cal em sua frágil carreira como ator.</p>
<p>Para completar essa marcha fúnebre que a Lionsgate tenta chamar de filme, nem sequer a visualidade desse clipe-delírio é interessante. O filme tem uma proposta cansativa e repetitiva de filmes <em>indies</em>, com uma pitada de visual de videoclipes, sem a construção de sua proposta. O que fica é uma tentativa de mimetizar o que seriam esses longas visualmente interessantes e alternativos, sem nenhum tipo de arcabouço que defina e justifique as escolhas. A verdade é que <strong><em>Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes </em></strong>não cumpre sequer o seu título. É uma narrativa soberba, disfuncional e rasa, que nem sequer serve como um clipe, por ser longo demais. O que fica é uma sessão de terapia forçada ao público, que se estende excessivamente, mal sucedida e que absolutamente ninguém pediu.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Trey Edward Shults</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Abel Tesfaye, Jenna Ortega e Barry Keoghan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/jcvSpRpnkvY?si=4tPgyrhlhTfiY8Lt" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Os Fantasmas Ainda Se Divertem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 13:24:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das principais ferramentas usadas por Hollywood para mobilizar fãs é o retorno de filmes ou franquias de sucesso com sequências, remakes ou requels. No universo do terror, isso se torna ainda mais comum, a ponto de ser uma estratégia executada por estúdios desde o início da década de 2010. No caso da Warner Bros., sua nova investida traz o retorno de um clássico de Tim Burton (Dumbo, de 2019, e Wandinha, desde 2022) depois de 36 anos da sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais ferramentas usadas por Hollywood para mobilizar fãs é o retorno de filmes ou franquias de sucesso com sequências, <em>remakes</em> ou <em>requels</em>. No universo do terror, isso se torna ainda mais comum, a ponto de ser uma estratégia executada por estúdios desde o início da década de 2010. No caso da Warner Bros., sua nova investida traz o retorno de um clássico de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-tim-burton/">Tim Burton</a> (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumbo/"><em>Dumbo</em></a>, de 2019, e <em>Wandinha</em>, desde 2022) depois de 36 anos da sua estreia. Este ano o cineasta volta às telonas com uma de suas histórias mais marcantes: a do bio-exorcista mais conhecido. A sequência do sucesso de Burton dos anos 1980, intitulada <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong>, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (5) com a promessa de carregar a aura do seu antecessor e do cinema de Tim que o público não vê há muito tempo.</p>
<p>De cara, já é importante esclarecer que o novo longa-metragem de Tim é bem sucedido em sua missão. <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong> tanto acerta em reviver o clássico de 1988 como em estabelecer conexões com a atualidade e possíveis novos fãs. O tom da comédia é extremamente calibrado e pronto para fazer piadas escrachadas ou <em>nonsense</em> sobre si, o passado e os dias atuais. O roteiro de Alfred Gough e Miles Millar (ambos criadores de <em>Wandinha</em>) não perde de vista os elementos de terror &#8211; aqui até mais presentes do que em seu antecessor -, criando um tom ainda mais equilibrado do que o primeiro filme.</p>
<p>Além disso, o projeto aposta na continuidade visual do que estabeleceu <em>Os Fantasmas Se Divertem</em> lá em 1988 como um clássico <em>cult</em>. O uso de <em>stop-motion</em>, efeitos práticos e cores saturadas continua a representar a visualidade do longa-metragem e isso mantém seu caráter original. O investimento nessas características tão próprias de <em>Beetlejuice</em> (título original) só fortalecem a ideia de que o estúdio quis manter a energia do filme anterior em <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong>.</p>
<p>Outro fator que enriquece o filme e alegra os fãs do original, é ver Burton em sua melhor forma. Depois de 5 anos sem lançar um novo filme, o diretor estadunidense retorna com um dos projetos que mais marcou sua carreira e o catapultou para o sucesso. <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem </em></strong>tem em seu cerne o DNA do que eram os longas dirigidos por Tim Burton no início de sua carreira. É possível perceber na sequência a mesma energia que existiu nos primeiros sucessos de sua carreira, como <em>Batman (1989)</em>, <em>Edward Mãos de Tesoura (1990)</em>, <em>Ed Wood (1994)</em> e <em>Marte Ataca! (1996)</em>.</p>
<figure id="attachment_18666" aria-describedby="caption-attachment-18666" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-18666" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-750x500.jpg" alt="Os Fantasmas Ainda Se Divertem (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4.jpg 1581w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18666" class="wp-caption-text">Jenna Ortega em cena de &#8216;Os Fantasmas Ainda Se Divertem&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p>Mais do que o prazer que é ver Burton retornando às suas origens, é ter ele fazendo isso ao lado de pessoas que estiveram com ele nessa caminhada. O retorno de Michael Keaton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-flash/"><em>The Flash</em></a>, de 2023), Winona Ryder (<em>Stranger Things</em>, desde 2016) e Catherine O&#8217;Hara (<em>Argylle &#8211; O Superespião</em>, de 2024) é uma chancela de continuidade ainda maior. Eles se mostram tão sagazes e prontos para uma nova aventura insana do diretor em <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong>. A sensação que dá ao vê-los em cena é como se o tempo não tivesse passado. O <em>timing</em> e a troca são tão poderosos como no original. Cada um tem seu momento de brilhar ao longo do filme, mas é preciso destacar O&#8217;Hara como um ponto fora da curva. Sua Delia Deetz está mais excêntrica e hilária do que nunca.</p>
<p>Ao lado do trio que fez parte do elenco original, <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem </em></strong>ganha adições poderosas ao incorporar Jenna Ortega (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-panico-2022/"><em>Pânico</em></a>, de 2022, e <em>Pânico VI</em>, de 2023), Justin Theroux (<em>A Dama e o Vagabundo</em>, de 2019), Monica Bellucci (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mafia-mamma-de-repente-perigosa/"><em>Máfia Mamma &#8211; De Repente Criminosa</em></a>, de 2023) e Willem Dafoe (<em>Pobres Criaturas</em>, de 2023) em seu elenco. Dafoe entrega um chefe de polícia excêntrico que , em vida, era um ator vaidoso; Theroux chega com o exagero de um aproveitador clássico; e Bellucci abraça o público com o encantamento de uma <em>femme fatale</em> zumbi. E ainda tem uma participação surpresa que tira boas risadas, apesar do seu curto tempo em tela.</p>
<p>Cada um cumpre seu papel em cena muito bem e divertem o público sempre que surgem em tela, mas Jenna precisa ser destacada separadamente. Apesar de ser a filha de Lydia Deetz, seu mérito não é pelo tempo de tela &#8211; até porque Keaton segue com menos de 20 minutos de filme e continua a ser um estouro -, mas pela sua presença. Tim encontrou em Jenna uma referência perfeita para incorporar o terror gótico satírico tão presente em sua carreira. <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong> só ganhou com essa nova leva do elenco, especialmente por levar ao público mais uma parceria entre Ortega e Burton.</p>
<p>A mistura de elementos clássicos e atuais, do elenco original com as adições e da retomada do cinema raiz de Tim Burton fazem de <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong> uma surpresa extremamente feliz. A sequência é tão divertida e surreal como o primeiro filme. Talvez o roteiro da sequência seja mais redondo e saiba usar melhor os elementos exageradamente surreais. É evidente que a narrativa já tem fãs há mais de três décadas, contudo, os acertos, as apostas e as certezas de produção fazem com que o segundo filme sobre Beetlejuice seja capaz de superar o primeiro em todos os aspectos possíveis. Que esse seja o início de novos projetos de Burton que retornem e abracem a sua verdadeira essência, que o fazem ser um diretor único.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tim Burton<br />
<strong>Elenco: </strong>Michael Keaton, Winona Ryder, Catherine O&#8217;Hara, Jenna Ortega, Justin Theroux, Monica Bellucci e Willem Dafoe</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/jqVGSIIwLi0?si=cIeZPQRNIG6c4e6U" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: X – A Marca da Morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 01:09:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Completando 10 anos em 2022, a A24 trouxe para o cinema produções que antes não eram vistas. A missão do estúdio independente sempre foi investir em projetos que fujam um pouco do mainstream para dar espaço a produções diferentes. A partir de seu segundo ano, a A24 passou a investir cada vez mais em narrativas de terror, com sucessos como A Bruxa (2016), Hereditário (2018) e Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (2019), compondo os 20 filmes do gênero [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Completando 10 anos em 2022, a <strong>A24</strong> trouxe para o cinema produções que antes não eram vistas. A missão do estúdio independente sempre foi investir em projetos que fujam um pouco do <em>mainstream</em> para dar espaço a produções diferentes. A partir de seu segundo ano, a A24 passou a investir cada vez mais em narrativas de terror, com sucessos como <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bruxa/"><em>A Bruxa</em></a> (2016), <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-hereditario/"><em>Hereditário</em></a> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-midsommar-o-mal-nao-espera-a-noite/"><em>Midsommar – O Mal Não Espera a Noite</em></a> (2019), compondo os 20 filmes do gênero já lançados pelo estúdio até hoje.</p>
<p><strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> é o mais recente lançamento de terror da A24. O filme, que estreou nos Estados Unidos em meados de março, é uma ótima produção para fechar esse ciclo dos 20 primeiros filmes do estúdio por funcionar como uma homenagem aos <em>slashers</em> clássicos dos anos 1970/1980. O longa-metragem desenha a sua narrativa a partir de referências a <em>O Massacre da Serra Elétrica</em> (1974), <em>Devorado Vivo</em> (1976), <em>Psicose</em> (1960) e <em>O Iluminado</em> (1980). Dentre os clássicos do terror citados, o longa sobre Leatherface é o que dá mais substrato para a produção de <strong><em>X</em></strong> se inspirar por conta dos contextos temporais, geográficos e religiosos.</p>
<p>Uma equipe de filmes pornográficos está viajando para fazer as gravações de sua nova produção. Eles chegam numa fazenda no interior do Texas, onde vão se hospedar e gravar algumas cenas. Isolada e ocupada apenas pelo casal de idosos que é dono da propriedade, a casa parece ser o lugar perfeito para fazer um set de filmagem sem nenhuma preocupação. No entanto, os idosos, que pareciam inofensivos, vão se mostrar interessados demais nos hóspedes. E quando cair a noite, ninguém está mais a salvo dos horrores que acontecerão.</p>
<p>No exterior, <strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> foi aclamado pela crítica e público e está sendo considerado um dos melhores filmes de terror dos últimos anos. A inteligência narrativa está na relação que ela constrói entre os acontecimentos chocantes do <em>gore</em>, a crescente da tensão e o ambiente assombroso descrito em cena. Esses méritos devem ser dados ao diretor e roteirista Ti West que, em seu primeiro longa, conseguiu captar a essência de um bom <em>slasher</em>. Sem perder de vista sua originalidade, Ti consegue criar um mix de referências aos momentos marcantes do cinema de horror que chocaram gerações. É a partir dessa união de fatores bem costurados e executados que o filme chega com tamanha força para o espectador.</p>
<p>Seja no roteiro ou no resultado final do longa, é inevitável perceber a influência do cinema <em>slasher</em> americano dos anos 1970. Especialmente quando se faz os paralelos com <em>O Massacre da Serra Elétrica</em>, é impossível não notar a paixão por trás de cada referência cênica, do uso da câmera ou do desenho dos ambientes. Como citado anteriormente, <strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> se passa num período próximo ao do longa de 1974 de Tobe Hooper. Por conta disso, os contextos sociais e religiosos do período aproximam as narrativas. No caso de <em><strong>X</strong></em>, o fator religião se faz mais presente do que na história de Leatherface, como é possível perceber durante os 106 minutos de duração.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-15779 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-750x500.jpg" alt="X - A Marca da Maldade (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-610x406.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/x-film-ti-west-2022-horror-2.jpg 932w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A questão da religião está diretamente ligada ao fervor da época sobre a violência incitada pelos efeitos da guerra e as revoluções pela liberdade sexual. Ti West usa esse pano de fundo para costurar a sua narrativa e construir a relação básica dos <em>slashers</em>: sangue e sexo. Essa dupla inseparável se mostra ainda mais mortal no contexto de isolamento na fazenda de Pearl e Howard, numa parte do Texas onde a violência se esgueira em cada canto e tensões sexuais são motivos para expurgos sociais. É sob essa ágora que <em><strong>X</strong></em> se estabelece como um horror chocante e de tirar o fôlego.</p>
<p><strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> representa justamente a excitação dos filmes de terror dos anos 1970 e 1980, onde as mortes excessivamente violentas e as cenas sexuais e/ou de nudez eram os pontos altos. A diferença desta produção para as que a inspiram é a qualidade em sua execução. Atrelada à qualidade técnica do longa, a escalação dos atores e atrizes foi certeira. Apesar de ter rostos pouco conhecidos, o elenco consegue entregar o máximo de tensão que cada cena precisa. A dinâmica de Mia Goth em cena é, de longe, louvável – principalmente quando ela desempenha suas duas performances. A atriz interpreta tanto a final girl como Pearl, a dona da fazenda assustadora.</p>
<p><strong><em>X – A Marca da Morte</em></strong> guarda uma antecipação enorme nos fãs do gênero, em especial com as novas notícias sobre o futuro da produção. O diretor e roteirista do terror já informou que está trabalhando em duas continuações para a história do longa. O primeiro filme será uma <em>prequel</em> que mostrará para o espectador mais sobre Pearl. O longa, que teve o trailer lançado no dia 26 de julho deste ano, ainda não tem data de estreia no Brasil.</p>
<p>A ideia da <em>prequel</em> é contar as origens e os traumas que moldaram a dona da fazenda, a qual representa a figura vilanesca da produção. O filme carrega o nome da personagem interpretada por Mia Goth e será lançado nos Estados Unidos no dia 16 de setembro. De acordo com Ti West, o terceiro capítulo da história que envolve o massacre e seus personagens será uma continuação direta dos acontecimentos finais de <em><strong>X – A Marca da Morte</strong></em>. O diretor acredita que os três longas funcionam como complementos uns dos outros, expandindo a sangrenta história.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ti West</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Mia Goth, Jenna Ortega, Martin Henderson, Brittany Snow, Owen Campbell, Stephen Ure e Scott Mescudi</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Awg3cWuHfoc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Pânico (2022)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 19:21:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Courtney Cox]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa-metragem que revitalizou o subgênero slasher está de volta aos cinemas e fazendo um sucesso impressionante. Pânico (2022) é o quinto filme da franquia de mesmo título, lançado em 1996. Em menos de um mês no circuito comercial do mundo, Scream (título original) já arrecadou mais de 106 milhões de dólares &#8211; o que já ultrapassou a bilheteria de seu antecessor. As conquistas de Pânico (2022) vão além dos lucros financeiros. A crítica foi majoritariamente positiva, dando ao longa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa-metragem que revitalizou o subgênero <i>slasher</i> está de volta aos cinemas e fazendo um sucesso impressionante. <b><i>Pânico</i></b> (2022) é o quinto filme da franquia de mesmo título, lançado em 1996. Em menos de um mês no circuito comercial do mundo, <b><i>Scream</i></b> (título original) já arrecadou mais de 106 milhões de dólares &#8211; o que já ultrapassou a bilheteria de seu antecessor.</p>
<p>As conquistas de <b><i>Pânico</i></b> (2022) vão além dos lucros financeiros. A crítica foi majoritariamente positiva, dando ao longa uma chance de se manter vivo por mais tempo. Antes mesmo de sua estreia, já se haviam conversas sobre continuações. A atriz Neve Campbell (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/"><i>Arranha-Céu: Coragem sem Limite</i></a>, de 2018), que interpreta a famosa <i>final girl</i>, Sidney Prescott, demonstrou publicamente interesse em participar de futuras continuações. Os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-casamento-sangrento-telecine-play/"><i>Casamento Sangrento</i></a>, de 2019) também afirmaram querer participar de novos projetos na franquia.</p>
<p>Mas como o universo das franquias de terror sobrevive graças aos fãs dessas histórias, não seria diferente com <i>Scream</i>. E os comentários sobre o novo filme demonstram que o sopro de vitalidade está marcando presença outra vez na produção. <b><i>Pânico</i></b> (2022) é um presente para aqueles que amam os filmes do Ghostface e é uma esperança para o futuro da produção.</p>
<p>Depois de 11 anos, Woodsboro volta a ser palco de assassinatos terríveis. Neste novo capítulo, Ghostface está fazendo uma trilha de corpos com um grupo de adolescentes da pacata cidade. Mistérios sobre o passado dos jovens vão se revelar e farão com que Sidney (Neve Campbell), Gale (Courtney Cox) e Dewey (David Arquette) se reúnam mais uma vez para confrontar seus traumas e cicatrizes do passado. Só que há algo de diferente: desta vez a ameaça encapuzada está mais violenta e ainda mais chocante.</p>
<p>Um dos principais comentários desde o lançamento do filme foi sobre como Wes Craven estaria orgulhoso dessa nova etapa da história. O finado diretor foi quem, ao lado do roteirista Kevin Williamson, trouxe a franquia <i>Scream</i> para os cinemas, conquistando uma legião de fãs. E esse fascínio criado por Wes e Kevin é graças à metalinguagem presente em seu enredo. <i>Pânico</i> nasceu como uma nova composição narrativa que brinca dos artifícios do próprio gênero cinematográfico para criar o seu terror.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-15180 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-750x395.jpg" alt="Pânico (2022)" width="750" height="395" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-750x395.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-610x321.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r-770x406.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/scr08714r.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>Pânico</i></b> (2022) honra esse legado metalinguístico e o coloca em um outro patamar. Aqui o espectador vai assistir uma história onde os personagens são mais conscientes com a lógica do slasher e, consequentemente, com o momento de perigo que eles estão vivendo. Os roteiristas James Vanderbilt (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-misterio-do-relogio-na-parede/"><i>O Mistério do Relógio na Parede</i></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-misterio-no-mediterraneo/"><i>Mistério no Mediterrâneo</i></a>, de 2019) e Guy Busick (<i>Casamento Sangrento</i>) brincam com o raciocínio metalinguístico sem perder de vista os momentos de terror do filme.</p>
<p>O filme é repleto de <i>easter eggs</i> e referências. Os olhos mais atentos vão poder criar teorias sobre quem está por trás dos assassinatos, entender as piadas e referências de filmes passados, além de curtir uma experiência nostálgica em diversos momentos do longa. No entanto, para criar uma nova era, a produção precisou ir além. Para escrever este capítulo, a produção tornou as motivações mais sombrias e as mortes mais violentas. É inevitável se arrepiar na cadeira do cinema ao assistir o Ghostface atacar suas novas vítimas.</p>
<p>E nada melhor para fechar esse mergulho <i>slasher</i> do que o elenco certo. Além do retorno do trio legacy, os novos integrantes da franquia prometem um futuro interessante e cheio de surpresas quando chegar a hora da tocha ser passada para eles. Sidney, Gale e Dewey retornam aos seus marcantes papéis sem tirar o foco do elenco mais novo. A presença deles mostra a maturidade de suas performances e da narrativa.</p>
<p>O filme deixa uma boa impressão e cativa os fãs da franquia com nostalgia, inteligência e um pouco de <i>gore</i>, mas esse não é o ponto principal que fica na cabeça do público. Após a sessão, a pergunta chave é sobre o futuro da franquia. Com um novo capítulo que honra o legado de Wes Craven e Kevin Williamson, é inevitável desejar que hajam novas histórias criativas e prósperas. <b><i>Pânico</i></b> (2022) nada mais é do que um presente para os fãs que aplaudem e pedem bis.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Bettinelli-Olpin  e Tyler Gillett</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Melissa Barrera, Jack Quaid, Jenna Ortega, Dylan Minnette, Mikey Madison, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown, Sonia Ben Ammar, Marley Shelton, Courteney Cox, David Arquette e Neve Campbell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/swzTZ2mQypM" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Dia do Sim (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 15:08:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Édgar Ramírez]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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		<category><![CDATA[June Diane Raphael]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sua abertura, Dia do Sim mostra um resumo da vida da protagonista, Allison Torres (Jennifer Garner, Com Amor, Simon). Aventureira e alegre, a sua dinâmica se modifica quando ela passa a ser mãe. É complicado demais avaliar um filme como este que, destinado ao público infantil, prega a imagem de mulher controladora, que abandona a carreira profissional e perde a sua personalidade para criar seus filhos. Obviamente, as decisões femininas podem ser amplas, as que elas quiserem, até deixar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua abertura, <strong><em>Dia do Sim</em></strong> mostra um resumo da vida da protagonista, Allison Torres (Jennifer Garner, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/simonal-e-o-destaque-nas-estreias-do-cinema-esta-semana-08-08-confira-o-que-entra-em-cartaz/"><em>Com Amor, Simon</em></a>). Aventureira e alegre, a sua dinâmica se modifica quando ela passa a ser mãe. É complicado demais avaliar um filme como este que, destinado ao público infantil, prega a imagem de mulher controladora, que abandona a carreira profissional e perde a sua personalidade para criar seus filhos. Obviamente, as decisões femininas podem ser amplas, as que elas quiserem, até deixar o trabalho de lado. O que incomoda aqui, desde o início da projeção, é este retrato machista, impregnado por uma visão estereotipada e determinista das mulheres.</p>
<p>Após este estabelecimento de marcas de transformações de Allison, o longa tenta, durante toda a projeção, ressignificar o olhar em relação à personagem. Com uma premissa voltada para a liberação de todas as vontades das crianças por um dia, Allison revela que continua guardando dentro de si um espírito aventureiro. Em partes, o discurso sobre os papéis dos pais em uma família acaba suavizando o contexto do <em>plot</em> inicial, no qual a figura paterna é o ponto de alívio dentro e a materna é a que aprisiona e manipula todos. Mesmo assim, caso estas performances de gênero sejam ignoradas, por um público um pouco mais conservador ou alheio, a produção ainda falha em entregar um resultado positivo.</p>
<p>Dentro da trama, as ações são todas esperadas. Em sua obviedade, a obra não parece desejar ser muito além do que uma comédia leve e divertida. No entanto, o erro pode ser apontado justamente porque ela acaba sendo entediante. Entregando soluções fáceis para os conflitos, como a aparição de uma personagem aleatória para sugerir para Allison e seu marido façam o “Dia do Sim”, é cansativo acompanhar a sessão, possuindo a certeza de qual será o seu encaminhamento cena por cena. O espectador já encontrou algo semelhante no cinema, seja nas diversas versões de <em>Freaky Friday</em> (1976, 2003, 2018) ou em <em>Os Seus, os Meus, os Nossos</em> (1968), <em>Mamma Mia!</em> (2008), <em>Uma Mãe em Apuros</em> (2009), <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-fala-serio-mae/"><em>Fala Sério, Mãe!</em> </a>(2017), <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumplin/"><em>Dumplin’</em> </a>(2018), entre tantos outros.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13884" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158.jpg" alt="Dia do Sim" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1328158-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A ideia de explorar a relação das mães com seus filhos, que parte do afastamento e irritabilidade das crianças – ou adolescentes –, até a redenção e restabelecimento da conexão entre eles é recorrentemente visto. O modo como isto vai ser contado é que pode trazer um resultado positivo. Para tal reaproximação ocorrer também é preciso que exista um desenvolvimento das personagens dentro do enredo e algum tipo de progressão nisto. O que acontece aqui são instalações repentinas, mal trabalhadas, porque entre as atividades lúdicas deste dia livre de “nãos” e os problemas vivenciados por estes parentes, há pouco espaço para que seja colocado algum desenvolvimento destes relacionamentos.</p>
<p>Neste tipo de conteúdo, ainda existem as piadas, mas estas chegam sem eficácia. A razão é que o roteiro passa uma sensação de que quem assiste já possui um conhecimento prévio sobre as situações e atividades pregressas das personagens. Em alguns momentos, o filme soa até como uma continuação. Assim, as gags perdem a graça, porque não houve uma ambientação para que tal efeito fosse alcançado. No geral, o <strong><em>Dia do Sim</em></strong> se esforça para ser cômico e sem muitas pretensões. Através de uma dinâmica corrida, não consegue engajar o consumidor e ainda possui um discurso um tanto ultrapassado.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Miguel Arteta</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Jennifer Garner, Edgar Ramírez, Jenna Ortega, Nat Faxon, June Diane Raphael</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RyCal7x6ras" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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