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	<title>Arquivos Daniel Kaluuya - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Daniel Kaluuya - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 20:33:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso finalmente chegou aos cinemas para deixar os fãs mais assíduos em polvorosa. Depois do enorme sucesso que foi o primeiro longa Homem-Aranha no Aranhaverso (2018), que rendeu até o Oscar de Melhor Animação, não é de se estranhar a ansiedade de todo mundo para saber os próximos passos de Miles Morales (Shameik Moore, Samaritano). E já posso adiantar sem o julgo de estar &#8220;emocionada demais&#8221; que ele é muito além do que poderíamos esperar. Embora eu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</strong></em> finalmente chegou aos cinemas para deixar os fãs mais assíduos em polvorosa. Depois do enorme sucesso que foi o primeiro longa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-no-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em></a> (2018), que rendeu até o <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-os-vencedores-do-oscar-2019/"><em>Oscar de Melhor Animação</em></a>, não é de se estranhar a ansiedade de todo mundo para saber os próximos passos de Miles Morales (Shameik Moore, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-samaritano/"><em>Samaritano</em></a>). E já posso adiantar sem o julgo de estar &#8220;emocionada demais&#8221; que ele é muito além do que poderíamos esperar.</p>
<p>Embora eu não seja a maior entusiasta de longas de super-heróis (apesar de gostar bastante de alguns específicos, como a franquia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores</em></a>), este personagem sempre me cresceu aos olhos. Tenho simpatia pela história, pelo humor, pelo protagonista. Ele é no estilo que eu imagino de bons filmes de heróis cheios de poderes que são, relativamente, palpáveis para nós. Então tem um &#8220;quê&#8221; de empolgação a mais ao ver um estudante comum escalando paredes e voando entre os prédios.</p>
<p>Morales, então, consegue fazer isso da maneira mais leve e descompromissada possível, ficando lado a lado com o Peter Parker de Tom Holland (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/"><em>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</em></a>) com a personalidade mais parecida com o herói dos quadrinhos. Miles aqui sofre o luto pelo tio que se foi, enquanto sente saudades constantes de Gwen Stacey (Hailee Steinfeld, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bumblebee/"><em>Bumblebee</em></a>). Não pretendo, no entanto, entrar nas miudezas dos detalhes do roteiro, já que spoiler é algo que ninguém gosta.</p>
<p>O que mais me chama a atenção nesta produção é o quanto a dedicação da parte gráfica faz toda a diferença na experiência do espectador. Com menos de 20 minutos de exibição, eu estava pensando sobre o quão incrível é esta parte da franquia e como dá tão certo. Unir diversas técnicas, das mais antigas às mais novas, assim como as diferenças estéticas de cada período, resulta em uma explosão de cenários e possibilidades, transformando cada cena em um ato único. Isso pode vir a ser caótico, claro, em alguns momentos, quando vemos um excesso de técnicas misturadas. E, por vezes, me pergunto como deve ser assistir este longa para pessoas com sensibilidades visuais.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16754" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277.png" alt="Homem-Aranha: Através do Aranhaverso" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Diferente de outros filmes de multiverso que simplesmente jogam os personagens em qualquer realidade, como uma catapulta sem sentido entre o espaço e tempo, em <strong><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></strong> nós temos sentido e qualidade. Sim, diversas realidades nos são apresentadas (talvez até demais), mas de uma maneira tão coesa e justificada, que não ficamos perdidos em momento algum com o que está acontecendo. Tem propósito em cada invertida de universo que vemos ali.</p>
<p>Como um grande serviço aos fãs, este longa traz inúmeros detalhes escondidos em meio a trama, como personagens que surgem do nada e cenas de filmes e animações anteriores. É uma combinação dedicada ao público fiel, mas não chega ao nível da bajulação, o que seria extremamente desnecessário. Afinal, ele não precisa convencer ninguém a gostar de algo que, obviamente, é excelente.</p>
<p>A evolução e transição dos personagens, principalmente a dupla principal, é uma das melhores partes de acompanhar da trama. Gwen e Miles sofrem as dores de seus mundos e como isso os transforma como seres humanos, saindo da adolescência enquanto são empurrados para a maturidade sem dó. É um choque de realidade ao se dar conta que não há alternativa a não ser simplesmente aceitar os fatos como são e ter resiliência para lidar com eles.</p>
<p>Assim como no longa anterior, vai ser difícil encontrar alguém que não tenha gostado ou se apaixonado por <strong><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></strong>. A riqueza de detalhes, a qualidade do enredo, os personagens envolventes e bem aprofundados, fazem com que o espectador fique deslumbrado a todo momento com aquilo que nos é apresentado. Um resultado primoroso e dedicado que mostra o quanto uma animação tem a nos oferecer em termos de qualidade em cinema.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joaquim Dos Santos, Kemp Powers, Justin Thompson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Oscar Isaac, Shameik Moore, Issa Rae, Hailee Steinfeld, Karan Soni, Daniel Kaluuya, Jake Johnson, Jason Schwartzman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_4is7I_ZxTg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Não! Não Olhe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 03:04:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não! Não Olhe! é o novo filme do diretor Jordan Peele (Corra!) que conta mais uma vez com Daniel Kaluuya (Judas e o Messias Negro) no papel do protagonista. Construindo um bom acervo de thrillers de terror, este longa segue um caminho um pouco mais simples do que os demais, aterrorizando e propondo menos reflexões ao espectador. Ainda assim, não deixa de ser um material bem interessante e que vale a pena acompanhar. OJ (Kaluuya) perde misteriosamente o seu pai [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Não! Não Olhe!</strong></em> é o novo filme do diretor Jordan Peele (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a>) que conta mais uma vez com Daniel Kaluuya (<em>Judas e o Messias Negro</em>) no papel do protagonista. Construindo um bom acervo de thrillers de terror, este longa segue um caminho um pouco mais simples do que os demais, aterrorizando e propondo menos reflexões ao espectador. Ainda assim, não deixa de ser um material bem interessante e que vale a pena acompanhar.</p>
<p>OJ (Kaluuya) perde misteriosamente o seu pai depois de um acidente e tem que assumir o negócio da família de treinador de cavalos, junto com a irmã Emerald (Keke Palmer, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-golpistas/"><em>As Golpistas</em></a>). Morando em um rancho distante da cidade grande, eles começam a presenciar fenômenos estranhos de OVNI e resolvem tentar filmar para ganhar dinheiro em cima disso. No entanto, as coisas são muito mais perigosas do que parecem e o objeto estranho não é exatamente uma nave espacial extraterrestre.</p>
<p>Os elementos vão sendo inseridos na narrativa de maneira cautelosa e expositiva. Vamos entendendo aos poucos a construção de todos os cenários e motivações dos personagens. Como surge o possível OVNI, quais os elementos que levam o protagonista a desconfiar disso e por quê ele e sua irmã decidem tentar filmar a situação.</p>
<p>Emerald lidou de maneira completamente diferente com a morte do pai. Enquanto OJ ficou mais pra baixo e reflexivo sobre as finanças da família, ela, com sua personalidade mais altiva, está focada em dar a volta por cima e ser bem sucedida na sua carreira. A jovem tem características, inclusive, que a tornam engraçada. Um detalhe sempre presente nos filmes de Peele: o humor sarcástico em algum personagem específico.</p>
<p>Diferente dos outros longas, no entanto, <em><strong>Não! Não Olhe!</strong></em> não aprofunda no quesito horror e tensão. Ele tem lá seus momentos angustiantes, como na cena em que vemos as pessoas dentro da &#8220;espaçonave&#8221;. São poucos segundos, mas completamente claustrofóbicos. Porém são raros. Não é que o cineasta não pincele isso ao longo da trama, ele só não deu foco total, como costuma fazer. A sensação que fica é que esse é um filme mais comum.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15820" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/1033517.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Não! Não Olhe!" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/1033517.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/1033517.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/1033517.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/1033517.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A medida que avançamos no tempo (e esse passa sem que possamos perceber, pois a história nos envolve sem esforço), os personagens vão tomando decisões caóticas e previsíveis. O espectador mais atento e que acompanha o trabalho de Peele desde o começo consegue antecipar diversas ações. Até mesmo o que vai dar certo no final. Isso não impede que o longa nos entretenha, mas também não o torna surpreendente, como foi <em>Corra!</em> e <em>Nós</em>.</p>
<p>A temática que ele utiliza como crítica social, mas muito <em>en passant</em>, é a busca pelo dinheiro a qualquer custo. Isso surge na pele de Jupe (Steven Yeun, <em>Em Chamas</em>) e seu trauma de infância que poderia tê-lo paralisado, mas acabou virando motivação para enriquecimento de moral duvidosa. A dupla principal de irmãos também podemos ter essa leitura, já que mesmo com o perigo batendo na porta, eles preferem seguir na tentativa de capturar imagens da situação, do que simplesmente salvar a própria pele.</p>
<p><strong><em>Não! Não Olhe!</em></strong> tem um cuidado impressionante com a parte técnica, especialmente os efeitos visuais. O tal OVNI tem toda uma transformação ao longo da trama, culminando numa mudança drástica ao final, e é incrível a riqueza de detalhes e o apreço por criar fotografias bonitas e informativas. O equilíbrio de cores, a escolha de cenários, de sons, de figurinos. Tudo cuidadosamente definido pelo perfeccionismo de Jordan.</p>
<p>A proposta em si é bem interessante e rendeu de fato um filme bacana. O que acredito que aconteceu foi uma frustração da minha parte ao esperar algo muito grandioso e cheio de significados, quando na verdade é apenas um thriller interessante e bem dirigido. Peele escolheu aqui o feijão com arroz e isso não é necessariamente algo ruim. Só é algo como comer um PF executivo em um restaurante de chef de cozinha renomado. No mínimo, frustrante. Parece loucura dizer, mas ele é muito bom e meeiro ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jordan Peele</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Daniel Kaluuya, Keke Palmer, Steven Yeun, Michael Wincott, Keith David, Barbie Ferreira</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/l05c7Z8aD0Q" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Queen &#038; Slim (Google Play)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 16:04:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após se envolverem na morte de um policial branco, Angela Johnson e Ernest Hines se veem obrigados a sair pelas estradas dos EUA como dois foras-da-lei. Ao mesmo tempo em que são tratados como criminosos pela mídia branca do país, a comunidade negra passa a abraçar o casal, que estava no seu primeiro encontro após se conhecerem pelo Tinder, como símbolo da resistência contra a opressão pelas autoridades. A premissa de Queen &#38; Slim, dirigido por Melina Matsoukas e roteirizado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após se envolverem na morte de um policial branco, Angela Johnson e Ernest Hines se veem obrigados a sair pelas estradas dos EUA como dois foras-da-lei. Ao mesmo tempo em que são tratados como criminosos pela mídia branca do país, a comunidade negra passa a abraçar o casal, que estava no seu primeiro encontro após se conhecerem pelo Tinder, como símbolo da resistência contra a opressão pelas autoridades.</p>
<p>A premissa de <em><strong>Queen &amp; Slim</strong></em>, dirigido por Melina Matsoukas e roteirizado por Lena Waithe reativa na nossa memória cinéfila a história de <em>Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas</em>, longa de 1967 protagonizado por Faye Dunaway e Warren Beatty e dirigido por Arthur Penn. As semelhanças são sensíveis e <em>Queen &amp; Slim</em> faz isso de maneira intencional para dimensionar o racismo nos EUA e o sentimento de coação da comunidade, sobretudo em suas relações com instituições punitivas e julgadoras, como a mídia, a polícia e o sistema judiciário.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13101" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Queen-Slim.jpg" alt="Queen &amp; Slim, Coisa de Cinéfilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Queen-Slim.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Queen-Slim-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Queen-Slim-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Matsoukas faz um belíssimo road movie que mistura elementos de crítica social com romance de maneira vibrante, sobretudo porque conta com uma dupla de atores como Daniel Kaluuya (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Corra!</em></a>)e Jodie Turner-Smith (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-demonio-de-neon/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Demônio de Neon</em></a>), em completa sinergia na tela, algo fundamental para o êxito de uma história calcada em um casal formado por indivíduos de personalidades complementares e opostas. Kaluuya confere inexperiência, sensibilidade e doçura a um rapaz que de repente se transforma aos olhos de todo o país nas figuras extremas de herói e bandido. Já Jodie Turner-Smith tem uma presença dominante em cena ao interpretar a advogada segura, durona e de pensamento ágil que toma as rédeas da situação na maioria das vezes. Conforme essa relação vai evoluindo e é atravessada pela adrenalina da circunstância de fuga da polícia, um parece se beneficiar dos traços do outro empreendendo uma linda jornada de humanização e de senso de causa.</p>
<p><em><strong>Queen &amp; Slim</strong></em> é um longa delicioso de assistir. Comprometido com a sua causa e seu discurso incisivo sobre questões sociais, é uma história com identidade e que consegue enlaçar o público sobretudo pela sua dupla talentosa de protagonistas. Com uma premissa simples e um quadro de referências aparentemente batido. Melina Matsoukas faz um filme cheio de personalidade, que consegue ser duro e clínico sobre a realidade, mas que consegue encontrar afeto no meio da sua superfície áspera.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Melina Matsoukas<br />
<strong>Elenco:</strong> Daniel Kaluuya, Jodie Turner-Smith, Bokeem Woodbine, Flea, Chloe Sevigny, Sturgill Simpson, Indya Moore, Benito Martinez, Jahi Di&#8217;Allo Winston</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/flX1iAEy6XU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-queen-slim-google-play/">Dica do Dia: Queen &#038; Slim (Google Play)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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