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	<title>Arquivos Chris Cooper - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Chris Cooper - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Um Lindo Dia Na Vizinhança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2020 13:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Caso esteja procurando uma crítica sobre como Um Lindo Dia Na Vizinhança (A Beautiful Day in the Neighborhood) é fiel ou não ao seu material original, sugiro que feche este texto agora. Aqui, o retrato da vida de Fred Rogers é a camada mais superficial de uma história superficial sobre otimismo e fé. Aliás, eu nem cresci vendo o apresentador infantil, então pouco me interessa julgar a produção por sua fidelidade com o real. O longa de Marielle Heller (Poderia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Caso esteja procurando uma crítica sobre como </span><b><i>Um Lindo Dia Na Vizinhança</i></b><i><span style="font-weight: 400"> (A Beautiful Day in the Neighborhood</span></i><span style="font-weight: 400">) é fiel ou não ao seu material original, sugiro que feche este texto agora. Aqui, o retrato da vida de Fred Rogers é a camada mais superficial de uma história superficial sobre otimismo e fé. Aliás, eu nem cresci vendo o apresentador infantil, então pouco me interessa julgar a produção por sua fidelidade com o real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O longa de Marielle Heller (<em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-poderia-me-perdoar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Poderia Me Perdoar?</a></em>) conta a história de Lloyd Vogel (Matthew Rhys, <em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-post-a-guerra-secreta/">The Post &#8211; A Guerra Secreta</a></em>), um jornalista investigativo que é cercado de problemas paternos. Não só ele é um pai e marido ausente, por conta de sua dedicação ao trabalho, como também guarda um rancor do próprio pai, Gary Vogel (Chris Cooper, <em>Álbum de Família</em>). Todavia, Lloyd é designado por sua chefe para um trabalho incomum: ele deve ir ao programa de Fred Rogers (Tom Hanks, <em>O Círculo</em>), apresentador infantil nacionalmente famoso, e traçar seu perfil para uma matéria sobre heróis do ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por conta de seu perfil investigativo, é muito revelador como uma das primeiras perguntas de Lloyd para Fred seja sobre como ele consegue lidar com as duas personalidades — o personagem que aparecere diante da câmera e sua pessoa real. Afinal, para Llyoyd, não é possível que aquele apresentador seja real, certo? Rogers é como essa figura imaculada e perfeitamente ingênua. Ele é vegetariano porque não mataria ninguém que tenha uma mãe. Dá atenção para garotos doentes que lhe visitam antes da gravação. Tira foto de todas as pessoas que encontra e possui um hipnotizante jeito de falar, com suas pausas e um tom inofensivo.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12076" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Um Dia Lindo Na Vizinhança" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não que Lloyd seja um personagem unidimensional ranzinza, mas ele não acredita em heróis. Pelo menos, não depois do pai abandonar sua mãe enquanto ela morria, para se afundar no álcool. Todo esse trauma gerou um ceticismo muito grande dentro dele. Justamente por isso, quando ele encontra Rogers, há essa dificuldade em aceitar que um homem da idade do pai possa ser tão perfeito. É como se o protagonista ficasse procurando um defeito escondido no apresentador para desmascará-lo e revelar suas fraquezas, pois ele reflete em Rogers suas próprias frustrações paternais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, ao longo de <b><i>Um Lindo Dia Na Vizinhança</i></b></span><span style="font-weight: 400">,  Lloyd vai sendo teletransportado da realidade fria e cinzenta (a própria entrada de sua casa é bem decadente) para o mundo mágico de Rogers. A presença do famoso carrega um magnetismo de otimismo e fantasia ao seu redor, como na cena do metrô em que uma menina lhe reconhece e, literalmente, todas as pessoas daquele vagão começam a cantar. Justamente pela realidade do jornalista ser tão fria e sóbria, a bondade do apresentador vira uma entidade quase que não pertencente dentro deste universo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se acreditamos na pureza de Rogers</span>, é porque Tom Hanks está em um dos papéis mais dóceis de sua carreira. Ele externaliza toda a inocência (até meio infantil) do personagem, mas que, ao mesmo tempo, também traz uma presença dominante muito forte. Realmente, é como se ele fosse um ser superior. Quando o próprio Lloyd vai entrevistá-lo, ele consegue inverter a situação e começa a questionar sobre a vida do jornalista. Portanto, Rogers acaba sendo essa espécie de guru espiritual que veio mudar a visão de mundo do protagonista, Como um anjo que surge em sua vida. Neste sentido, <strong><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></strong> me remete a <em>A Felicidade Não Se Compra </em>(1946), de Frank Capra.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12075" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0740237.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Um Dia Lindo Na Vizinhança" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0740237.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0740237.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0740237.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na direção, a própria Heller tem aqui um trabalho muito cuidadoso para construir uma figura sacra e onipresente de Rogers. Para exemplificar, em um dos quadros de seu programa, ele está controlando um fantoche. Em um <em>travelling</em>, a câmera passeia por toda a extensão dos bastidores do cenário e para em um enquadramento captando o fantoche e o apresentador. Em seguida, um <em>zoom </em>aproxima Fred da tela e a única coisa que resta é sua imagem se entregando na manipulação daquele boneco. Toda essa sequência está prol desta noção de que Rogers e o programa são uma coisa só.</p>
<p>No mesmo sentido, é interessante notar como Heller decide fazer diversas transições no filme usando as maquetes das cidades do programa de Rogers. Tal escolha reforça essa ideia da onipresença do personagem, como se ele controlasse tudo. A própria sequência onírica na qual Lloyd está dentro do castelo de fantoche deixa bem clara esta ideia de que ele está sendo diretamente influenciado e manipulado (no bom sentido) pelo apresentador.</p>
<p>No fim, <em><strong>Um Lindo Dia Na Vizinhança </strong></em>acaba sendo como o grande clássico natalino de Capra. Exalando otimismo e inocência, Rogers é como este grande anjo que resgata o próprio espírito infantil do protagonista e daquele que está assistindo o filme.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Marielle Heller<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Hanks, Matthew Rhys, Chris Cooper, Susan Kelechi Watson, Maddie Corman, Enrico Colantoni, Wendy Makkena, Tammy Blanchard</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=AGt5L9SrZQE]</p>
<p>*Filme assistido durante exibição no <a href="http://www.festivaldorio.com.br/"><strong><em>Festival do Rio 2019</em></strong></a>.</p>
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		<title>Crítica: Adoráveis Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 01:49:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A diretora Greta Gerwig (Lady Bird &#8211; A Hora de Voar) estreia mais um longa centrado em personagens femininas fortes e histórias marcantes. Adoráveis Mulheres é mais uma adaptação cinematográfica do romance homônimo de sucesso da escritora Louisa May Alcott. O enredo narra a trajetória de quatro irmãs criadas pela mãe, já que o pai está lutando na guerra. Com personalidades completamente distintas, elas possuem sonhos diferentes, mas uma ambição em comum: serem felizes e plenamente satisfeitas. Nesta adaptação atual, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A diretora Greta Gerwig (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lady-bird-a-hora-de-voar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Lady Bird &#8211; A Hora de Voar</em></a>) estreia mais um longa centrado em personagens femininas fortes e histórias marcantes. <em><strong>Adoráveis Mulheres</strong></em> é mais uma adaptação cinematográfica do romance homônimo de sucesso da escritora Louisa May Alcott. O enredo narra a trajetória de quatro irmãs criadas pela mãe, já que o pai está lutando na guerra. Com personalidades completamente distintas, elas possuem sonhos diferentes, mas uma ambição em comum: serem felizes e plenamente satisfeitas.</p>
<p>Nesta adaptação atual, a protagonista Jo March é vivida por Saoirse Ronan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duas-rainhas/"><em>Duas Rainhas</em></a>), que confere a assertividade necessária para a jovem revolucionária. Em uma época em que a melhor opção de vida da mulher era o casamento, Jo decide que quer ser dona de sua própria vida e não depender de homem. Mas suas irmãs não pensam da mesma forma. A sonhadora Meg (Emma Watson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-bela-e-a-fera/"><em>A Bela e a Fera</em></a>) quer encontrar um príncipe encantado, enquanto a espevitada Amy (Florence Pugh, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-midsommar-o-mal-nao-espera-a-noite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Midsommar: O Mal Não Espera a Noite</em></a>) quer uma oportunidade de ser um grande destaque. Para Beth (Eliza Scanlen, série <em>Sharp Objects</em>), o melhor dos mundos é viver em paz com sua música e um bom piano.</p>
<p>A narrativa nos apresenta sem pressa todas as personagens, traçando a personalidade de cada uma e seus objetivos. Além disso, a presença forte da mãe interpretada por Laura Dern (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>), funciona como uma referência para as meninas, mostrando de onde surgiu toda a força delas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12165" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5749869.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5749869.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5749869.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5749869.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A figura masculina é deixada de lado na maior parte da trama, mostrando que aquele é um palco destinado às mulheres. Mesmo o personagem de Timothée Chalamet (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-rei/"><em>O Rei</em></a>), que possui grande importância na história, não tem tanto destaque quanto as demais personagens. Greta faz isso de uma maneira muito respeitosa com a obra original, pincelando pitadas de seu perfil de direção, que procura favorecer as mulheres. Essa conduta é sensata e necessária, afinal, é do que se trata a história.</p>
<p><em><strong>Adoráveis Mulheres</strong></em> é uma obra do século XIX mas que continua sendo extremamente atual. Discussões sobre o papel da mulher na sociedade, seu poder de escolha, as possibilidades que são apresentadas, as dificuldades que enfrenta. Tudo isso é tratado de uma maneira muito leve, porém contundente. O tom escolhido por Gerwig é na dose certa para apresentar novas nuances para a história, sem perder a sua essência.</p>
<p>Outro ponto alto é a incrível escolha de elenco. A unicidade de todos, a maneira como atuam e se respeitam em cena, torna a obra ainda mais equilibrada. Existe um entusiamos em participar do projeto que é perceptível pelo espectador. Temos ainda gratas surpresas, como a breve participação de Meryl Streep (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lavanderia/"><em>A Lavanderia</em></a>) no papel da tia March ou de Chris Cooper (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/"><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></a>) no papel do vizinho Sr. Laurence.</p>
<p>O quarteto principal tem uma dinâmica harmônica e verdadeiramente fraternal. É difícil definir quem é o elo mais interessante, quando todas apresentam características únicas e distintas. Ainda assim, Florence consegue roubar a cena em todos os momentos, de maneira muito natural. Seus momentos com Saoirse são os melhores do filme, definitivamente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12166" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5765494.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Adoráveis Mulheres" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5765494.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5765494.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/5765494.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa conta com o suporte de uma belíssima fotografia e figurino impecável, lembrando muito as produções de Joe Wright, como <em>Orgulho e Preconceito</em>. A trilha sonora, no entanto, não é o voto mais alto. Embora Alexandre Desplat seja um compositor de respeito, senti um pouco de preguiça da parte dele em inovar e apresentar algo mais memorável. Ainda assim, não é comprometedor. Apenas não se destaca, como seria o seu comum.</p>
<p>A escolha de Greta em contar a história através de <em>flashes</em> do passado intercalados com o presente é inteligente. Ao mesmo tempo em que o espectador anseia para descobrir mais sobre as personagens, fica com certa melancolia ao saber onde alguns deles vão parar ou que seus sonhos foram &#8220;frustrados&#8221;. As linhas temporais funcionam como elemento da trama, conferindo maior fluidez à narrativa.</p>
<p>A sensação que o longa passa é de acolhimento, não apenas pela história, como pelas personagens. Temos a vontade de entrar na tela e abraçar todos, vivendo aquele momento. Certamente por isso não percebemos as 2h15 de longa passar. <em><strong>Adoráveis Mulheres</strong></em> tem uma vitalidade impressionante, que conquista o espectador logo de cara. Finalizamos a sessão com grandes momentos propostos pelo filme, especialmente quando, no final, fica ainda mais exposto a exigência da sociedade pelo casamento da mulher.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Greta Gerwig<br />
<strong>Elenco:</strong> Saoirse Ronan, Emma Watson, Florence Pugh, Timothée Chalamet, Laura Dern, Louis Garrel, Chris Cooper, Eliza Scanlen, Meryl Streep, Tracy Letts, Bo Odenkirk, James Norton, Jayne Houdyshell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7nc1GE_hnLs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/">Crítica: Adoráveis Mulheres</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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