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	<title>Arquivos Um Lindo Dia Na Vizinhança - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Um Lindo Dia Na Vizinhança - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2020 16:14:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como no quesito direção e filmes, as atuações de 2019 foram impecáveis. Sejam nas categorias principais ou coadjuvantes, os artistas mostraram alguns dos seus melhores trabalhos nesse último ano. Aqui vamos conferir o Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante. Apesar de não existirem surpresas na lista de indicados, a sua presença é interessante quando pensada no Oscar como um todo. O quinteto de indicados é formado por cinco conhecidos do Academy Awards, onde quatro já venceram ao menos uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como no quesito direção e filmes, as atuações de 2019 foram impecáveis. Sejam nas categorias principais ou coadjuvantes, os artistas mostraram alguns dos seus melhores trabalhos nesse último ano. Aqui vamos conferir o <strong>Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante</strong>. Apesar de não existirem surpresas na lista de indicados, a sua presença é interessante quando pensada no Oscar como um todo. O quinteto de indicados é formado por cinco conhecidos do Academy Awards, onde quatro já venceram ao menos uma vez. O irônico disso é que o quinto membro da lista (o que nunca venceu) é justamente o favorito do ano. Liderado por Brad Pitt o quinteto do Oscar 2020 na categoria “Melhor Ator Coadjuvante” conta com a presença de Joe Pesci, Al Pacino, Tom Hanks e Anthony Hopkins.</p>
<p>A base dessa lista começa com a dupla de atores de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>O Irlandês</em></strong></a>. Tanto Joe Pesci como Al Pacino estão longe de serem os concorrentes mais fortes. Pesci, evidentemente, mostra sua vitalidade ainda em cena, mas nada comparado ao seu desempenho vitorioso de Os Bons Companheiros. Joe, assim como a narrativa do longa-metragem, parece estar numa zona de conforto. Não existe agitação. Apenas é possível encontrar a linearidade do argumento de Scorsese e, da mesma forma, a linearidade em Pesci. Falta o brilho que ele já mostrou em outras produções.</p>
<p>Da mesma forma está Al Pacino. Apesar de ter reaparecido nas premiações com esse papel, sua dinâmica em cena pede mais. Existem momentos que ele parece estar retraído e, por isso, não explora suas possibilidades em cena. Faltam momentos em que a personagem de Pacino possa explodir o seu turbilhão de emoções que existem naquele momento da narrativa. Falta a característica tão marcante do ator de extrapolar o extracampo. O longa de Martin Scorsese é muito comedido em atuações &#8211; mesmo quando a cena pede mais &#8211; e isso afeta a performance tanto de Robert De Niro, que nem foi indicado, quanto de Pesci e Pacino.</p>
<p>Tom Hanks, no entanto, consegue já estar na disputa apesar do favoritismo ser declaradamente para Pitt. Hanks mostra que, apesar de questão de roteiro e direção, ele é capaz de ir além. A performance do ator é uma de suas melhores dos últimos tempos. Ao viver o famoso apresentador de um programa infantil, Fred Rogers, Tom traz toda a sensibilidade inerente a pessoa real. A todo momento o público é lembrado que existe uma tênue linha entre o mundo da fantasia e a vida real para Rogers. E essa precisão ao abordar essas nuances é brilhante. Tom Hanks está simplesmente emocionante e que tornam <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></strong></a> muito melhor.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12410" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720.jpg" alt="Especial Oscar 2020: Melhor Ator Coadjuvante" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/anthony-hopkins-em-dois-papas-1573502838062_v2_1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda no páreo pela estatueta, Anthony Hopkins surge como um exemplo estonteante. Sua interpretação do Papa Bento XVI em <em><strong>Dois Papas</strong></em>. Ao lado de Jonathan Pryce, Hopkins demonstra ainda ter muito o que mostrar e interpretar no cinema. Sua atitude em cena é impecável. Fernando Meirelles aproveita os pequenos detalhes tanto de Pryce como de Hopkins para potencializar os filmes. Esse embate cênico de gigantes cria um resultado soberbo merecedor das duas indicações. A autoridade que Anthony Hopkins demonstra na tela é produto de uma carreira recheada de coisas diferentes, mas que são complementares. Hopkins demonstra ser exatamente isso como ator &#8211; e aqui não foi diferente &#8211; ele é adaptável e assertivo.</p>
<p>Por fim temos o favorito da noite. Apesar de muitos afirmarem que esse é um prêmio por seu trabalho da vida, Brad Pitt deu uma de suas melhores performances da carreira. De fato ele não é um ator de trabalhos exclusivamente excelentes, mas existentes muitos que marcam e Cliff Both é um deles. Mais uma vez o roteiro de Quentin Tarantino permitiu que seu ator brilhasse. É incrível a forma como Pitt brinca com as minúcias do texto. Seus momentos em frente à câmera demonstram o resultado de uma carreira com cicatrizes de aprendizado e essa personagem é a sua redenção.</p>
<p>É divertido, tenso e saudoso ver Pitt em cena. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></a> proporciona para o público o vislumbre de um ator que tem qualidade quando se é exigida. Aqui Pitt está diante de um divisor de águas para a sua carreira que, em 2019, foi apenas de sucesso. Tanto nesse filme como em <em>Ad Astra &#8211; Rumo às Estrelas</em>, ele se provou merecedor de toda a pompa que envolve sua carreira. Brad Pitt não é mais o garoto bonito que aparece e <em>Thelma &amp; Louise</em> como um objeto sexual. Ele é um ator experiente e com qualidade que vai dar o seu máximo quando for pedido.</p>
<p>Apesar de tudo isso, a imprevisibilidade da Academia merece ser pontuada sempre. Nada é certeza até que seja anunciado o(a) ganhador(a) de determinada categoria. Mas, sem sombra de dúvidas, Brad Pitt está invicto por merecimento. Resta aguardar os próximos capítulos dessa curiosa premiação e torcer para que, na noite de 9 de fevereiro, o desejado se concretize. Para saber dessas e mais apostas para o Oscar, fique ligado no Coisa de Cinéfilo!</p>
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		<title>1917 é o destaque nas estreias do cinema esta semana (23/01). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2020 14:05:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>1917 Direção: Sam Mendes Elenco: George MacKay, Dean-Charles Chapman, Mark Strong Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares &#8211; entre eles, o irmão de Blake. Confira a nossa crítica clicando aqui! Um Lindo Dia na Vizinhança Direção: Marielle Heller Elenco: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: center;"><strong>1917</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Sam Mendes<br />
<strong>Elenco:</strong> George MacKay, Dean-Charles Chapman, Mark Strong</p>
<p>Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares &#8211; entre eles, o irmão de Blake. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-1917/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vck9nCM71J0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12076" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Um Lindo Dia Na Vizinhança" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Um Lindo Dia na Vizinhança</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Marielle Heller<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Hanks, Matthew Rhys, Chris Cooper</p>
<p>Fred Rogers (Tom Hanks) foi o criador do Mister Rogers&#8217; Neighborhood, um programa infantil de TV muito popular na década de 1960, nos Estados Unidos. Em 1998, Tom Junod (Matthew Rhys), até então um cínico jornalista investigativo, aceitou escrever o perfil de Rogers para a revista Esquire. Durante as entrevistas para a materia, Junod mudou não só sua visão em relação ao seu entrevistado como também sua visão de mundo, iniciando uma inspiradora amizade com o apresentador. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AGt5L9SrZQE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12253" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1497336.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Um Espião Animal" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1497336.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1497336.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1497336.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Um Espião Animal</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Nick Bruno, Troy Quane<br />
<strong>Elenco:</strong> Will Smith, Tom Holland, Rashida Jones</p>
<p>O superespião Lance Sterling (Will Smith) e o cientista Walter Beckett (Tom Holland) são completamente opostos. Lance é sofisticado, elegante e atraente. E Walter&#8230; não. Mas a habilidade social que falta em Walter é compensada por sua esperteza e uma fantástica capacidade de inventar coisas incríveis para Lance usar em suas missões épicas. Mas quando algo inusitado acontece, Walter e Lance terão que confiar um no outro de um jeito completamente novo. E se essa dupla estranha não conseguir trabalhar como um time, o mundo todo estará em perigo.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PJs9NgaNXx4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12255" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/a-possessao-de-mary.jpg" alt="A Possessão de Mary" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/a-possessao-de-mary.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/a-possessao-de-mary-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/a-possessao-de-mary-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>A Possessão de Mary</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Michael Goi<br />
<strong>Elenco:</strong> Gary Oldman, Emily Mortimer, Owen Teague</p>
<p>O filme paranormal segue David (Oldman), um marinheiro que luta por uma vida melhor para sua família e se depara com a oportunidade de adquirir um velho barco em leilão. Depois de convencer sua esposa (Mortimer) de que a embarcação poderia ser a solução de seus problemas, a família parte para uma esperançosa jornada marítima que rapidamente se torna aterrorizante. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-possessao-de-mary/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tOqb-HlYTsA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12252" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1217608.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Melhor Verão das Nossas Vidas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1217608.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1217608.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/1217608.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>O Melhor Verão das Nossas Vidas</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Adolpho Knauth<br />
<strong>Elenco:</strong> Giulia Nassa, Bia Torres, Laura Castro</p>
<p>Três melhores amigas são aprovadas para participar da final de um famoso festival de música. Porém, elas descobrem que estão de recuperação na escola e precisam arranjar uma maneira de comparecer ao festival em Guarujá sem que seus pais descubram.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9C-ymJsJi80" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h5 style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-12254 size-full" title="estreias do cinema" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2676676.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="estreias do cinema" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2676676.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2676676.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/2676676.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>A Divisão</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Vicente Amorim<br />
<strong>Elenco:</strong> Erom Cordeiro, Silvio Guindane, Natalia Lage</p>
<p>No Rio de Janeiro da década de 1990, uma onda de sequestros assola a cidade maravilhosa. Quando o secretário de segurança e o chefe da polícia encarregam três policiais corruptos de tirar a cidade dessa situação, a Delegacia Antissequestro precisa entrar em ação para enfrentar o repetitivo número de casos envolvendo sequestros e mudar o cenário carioca.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rhAcJV1Rz7Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Um Lindo Dia Na Vizinhança</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2020 13:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Cooper]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Enrico Colantoni]]></category>
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		<category><![CDATA[Wendy Makkena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso esteja procurando uma crítica sobre como Um Lindo Dia Na Vizinhança (A Beautiful Day in the Neighborhood) é fiel ou não ao seu material original, sugiro que feche este texto agora. Aqui, o retrato da vida de Fred Rogers é a camada mais superficial de uma história superficial sobre otimismo e fé. Aliás, eu nem cresci vendo o apresentador infantil, então pouco me interessa julgar a produção por sua fidelidade com o real. O longa de Marielle Heller (Poderia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Caso esteja procurando uma crítica sobre como </span><b><i>Um Lindo Dia Na Vizinhança</i></b><i><span style="font-weight: 400"> (A Beautiful Day in the Neighborhood</span></i><span style="font-weight: 400">) é fiel ou não ao seu material original, sugiro que feche este texto agora. Aqui, o retrato da vida de Fred Rogers é a camada mais superficial de uma história superficial sobre otimismo e fé. Aliás, eu nem cresci vendo o apresentador infantil, então pouco me interessa julgar a produção por sua fidelidade com o real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O longa de Marielle Heller (<em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-poderia-me-perdoar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Poderia Me Perdoar?</a></em>) conta a história de Lloyd Vogel (Matthew Rhys, <em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-post-a-guerra-secreta/">The Post &#8211; A Guerra Secreta</a></em>), um jornalista investigativo que é cercado de problemas paternos. Não só ele é um pai e marido ausente, por conta de sua dedicação ao trabalho, como também guarda um rancor do próprio pai, Gary Vogel (Chris Cooper, <em>Álbum de Família</em>). Todavia, Lloyd é designado por sua chefe para um trabalho incomum: ele deve ir ao programa de Fred Rogers (Tom Hanks, <em>O Círculo</em>), apresentador infantil nacionalmente famoso, e traçar seu perfil para uma matéria sobre heróis do ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Por conta de seu perfil investigativo, é muito revelador como uma das primeiras perguntas de Lloyd para Fred seja sobre como ele consegue lidar com as duas personalidades — o personagem que aparecere diante da câmera e sua pessoa real. Afinal, para Llyoyd, não é possível que aquele apresentador seja real, certo? Rogers é como essa figura imaculada e perfeitamente ingênua. Ele é vegetariano porque não mataria ninguém que tenha uma mãe. Dá atenção para garotos doentes que lhe visitam antes da gravação. Tira foto de todas as pessoas que encontra e possui um hipnotizante jeito de falar, com suas pausas e um tom inofensivo.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12076" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Um Dia Lindo Na Vizinhança" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/2709272.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não que Lloyd seja um personagem unidimensional ranzinza, mas ele não acredita em heróis. Pelo menos, não depois do pai abandonar sua mãe enquanto ela morria, para se afundar no álcool. Todo esse trauma gerou um ceticismo muito grande dentro dele. Justamente por isso, quando ele encontra Rogers, há essa dificuldade em aceitar que um homem da idade do pai possa ser tão perfeito. É como se o protagonista ficasse procurando um defeito escondido no apresentador para desmascará-lo e revelar suas fraquezas, pois ele reflete em Rogers suas próprias frustrações paternais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, ao longo de <b><i>Um Lindo Dia Na Vizinhança</i></b></span><span style="font-weight: 400">,  Lloyd vai sendo teletransportado da realidade fria e cinzenta (a própria entrada de sua casa é bem decadente) para o mundo mágico de Rogers. A presença do famoso carrega um magnetismo de otimismo e fantasia ao seu redor, como na cena do metrô em que uma menina lhe reconhece e, literalmente, todas as pessoas daquele vagão começam a cantar. Justamente pela realidade do jornalista ser tão fria e sóbria, a bondade do apresentador vira uma entidade quase que não pertencente dentro deste universo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Se acreditamos na pureza de Rogers</span>, é porque Tom Hanks está em um dos papéis mais dóceis de sua carreira. Ele externaliza toda a inocência (até meio infantil) do personagem, mas que, ao mesmo tempo, também traz uma presença dominante muito forte. Realmente, é como se ele fosse um ser superior. Quando o próprio Lloyd vai entrevistá-lo, ele consegue inverter a situação e começa a questionar sobre a vida do jornalista. Portanto, Rogers acaba sendo essa espécie de guru espiritual que veio mudar a visão de mundo do protagonista, Como um anjo que surge em sua vida. Neste sentido, <strong><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></strong> me remete a <em>A Felicidade Não Se Compra </em>(1946), de Frank Capra.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12075" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0740237.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Um Dia Lindo Na Vizinhança" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0740237.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0740237.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/0740237.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na direção, a própria Heller tem aqui um trabalho muito cuidadoso para construir uma figura sacra e onipresente de Rogers. Para exemplificar, em um dos quadros de seu programa, ele está controlando um fantoche. Em um <em>travelling</em>, a câmera passeia por toda a extensão dos bastidores do cenário e para em um enquadramento captando o fantoche e o apresentador. Em seguida, um <em>zoom </em>aproxima Fred da tela e a única coisa que resta é sua imagem se entregando na manipulação daquele boneco. Toda essa sequência está prol desta noção de que Rogers e o programa são uma coisa só.</p>
<p>No mesmo sentido, é interessante notar como Heller decide fazer diversas transições no filme usando as maquetes das cidades do programa de Rogers. Tal escolha reforça essa ideia da onipresença do personagem, como se ele controlasse tudo. A própria sequência onírica na qual Lloyd está dentro do castelo de fantoche deixa bem clara esta ideia de que ele está sendo diretamente influenciado e manipulado (no bom sentido) pelo apresentador.</p>
<p>No fim, <em><strong>Um Lindo Dia Na Vizinhança </strong></em>acaba sendo como o grande clássico natalino de Capra. Exalando otimismo e inocência, Rogers é como este grande anjo que resgata o próprio espírito infantil do protagonista e daquele que está assistindo o filme.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Marielle Heller<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Hanks, Matthew Rhys, Chris Cooper, Susan Kelechi Watson, Maddie Corman, Enrico Colantoni, Wendy Makkena, Tammy Blanchard</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=AGt5L9SrZQE]</p>
<p>*Filme assistido durante exibição no <a href="http://www.festivaldorio.com.br/"><strong><em>Festival do Rio 2019</em></strong></a>.</p>
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