<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Teresa Palmer - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/teresa-palmer/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/teresa-palmer/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 May 2025 21:33:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Teresa Palmer - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/teresa-palmer/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: O Dublê</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-duble/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-duble/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2024 19:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Taylor-Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia Romântica]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David Leitch]]></category>
		<category><![CDATA[Drew Pearce]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Blunt]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hannah Waddingham]]></category>
		<category><![CDATA[O Dublê]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Gosling]]></category>
		<category><![CDATA[Stephanie Hsu]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Palmer]]></category>
		<category><![CDATA[The Fall Guy]]></category>
		<category><![CDATA[Universal Pictures]]></category>
		<category><![CDATA[Winston Duke]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18022</guid>

					<description><![CDATA[<p>Depois do fenômeno do Barbenheimer, Ryan Gosling (O Primeiro Homem, de 2018, e Barbie, de 2023) e Emily Blunt (O Retorno de Mary Poppins, de 2018, e Oppenheimer, de 2023) passaram a pleitear espaço nas mídias para o seu próximo trabalho, dessa vez juntos. Com seus nomes mais em alta do que nunca, a dupla de intérpretes estrela O Dublê, o novo longa-metragem do diretor David Leitch (Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw, de 2019, e Trem-Bala, de 2022), levemente [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-duble/">Crítica: O Dublê</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Depois do fenômeno do Barbenheimer, Ryan Gosling (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-primeiro-homem/"><i><span style="font-weight: 400;">O Primeiro Homem</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2018, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-barbie/"><i><span style="font-weight: 400;">Barbie</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) e Emily Blunt (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-retorno-de-mary-poppins/"><i><span style="font-weight: 400;">O Retorno de Mary Poppins</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2018, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/"><i><span style="font-weight: 400;">Oppenheimer</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023) passaram a pleitear espaço nas mídias para o seu próximo trabalho, dessa vez juntos. Com seus nomes mais em alta do que nunca, a dupla de intérpretes estrela </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;">, o novo longa-metragem do diretor David Leitch (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/"><i><span style="font-weight: 400;">Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2019, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-trem-bala/"><i><span style="font-weight: 400;">Trem-Bala</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2022), levemente inspirada na série de TV de mesmo nome dos anos 1980. O filme chega aos cinemas nesta quinta-feira (2) como uma promessa de ser um dos maiores sucessos de ação do ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para além do burburinho do projeto que surge por conta de suas estrelas, ainda há algo de muito pessoal sobre o longa para o diretor. Além de cineasta e ator, David também é coordenador de dublê e performer nesse setor. Ou seja, </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> tem uma força pessoal sobre enaltecer um dos departamentos negligenciados quando se pensa na indústria de Hollywood. Com isso, o filme é uma viagem intensa e cômica tanto no universo do trabalho dos dublês, como na própria arte de se fazer cinema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;">, Colt Seavers (Gosling) é um dublê de ação que se vê metido numa confusão gigantesca. Enquanto ele tenta reatar sua paixão com a diretora estreante Jody Moreno (Blunt), Colt  investiga o desaparecimento da estrela do filme de sua amada, o famoso ator Tom Ryder (Aaron Taylor-Johnson). O problema é que ele precisa fazer tudo isso em segredo, na esperança de salvar o primeiro filme de Jody antes que descubram que o ator sumiu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os trailers, as entrevistas e tudo mais que se sabe da produção antes de assistí-la, indica que o público está indo para uma sessão de algo que se assemelha a uma versão mais família de </span><i><span style="font-weight: 400;">Trem-Bala (2022)</span></i><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dois-caras-legais/"><i><span style="font-weight: 400;">Dois Caras Legais (2016)</span></i></a><span style="font-weight: 400;"> ou uma mistura dos dois. O resultado de </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> é, no entanto, algo ainda mais satisfatório. Mesmo que fosse um mix entre os dois longas &#8211; um deles estrelados também pelo Gosling -, o novo filme de David Leitch já seria interessante e engraçado o suficiente para fazer uma arrecadação interessante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que o roteiro de Drew Pearce (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-hotel-artemis/"><i><span style="font-weight: 400;">Hotel Artemis</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2018) entrega ao espectador, contudo, é algo infinitamente melhor do que se poderia imaginar. </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> tem uma energia similar a de </span><i><span style="font-weight: 400;">As Panteras</span></i><span style="font-weight: 400;"> dos anos 2000. Abraçando o exagero, o humor sem amarras e ainda adicionando o mundo do cinema em sua estrutura, a produção é um mergulho no que há de melhor na filmografia do diretor e do roteirista, além de ter a dupla de protagonistas fazendo algo que ambos brilham, que é comédia.</span></p>
<figure id="attachment_18025" aria-describedby="caption-attachment-18025" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-18025" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-750x500.jpg" alt="O Dublê (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/O-Duble-2.jpg 1125w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18025" class="wp-caption-text">Ryan Gosling e Emily Blunt em cena de &#8216;O Dublê&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> é simplesmente um caldeirão de referências, piadas e cenas de ação monumentais que resultam num filme surpreendentemente divertido. É um encontro entre </span><i><span style="font-weight: 400;">Missão: Impossível (1996-)</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Chumbo Grosso (2007)</span></i><span style="font-weight: 400;">. É um roteiro que não tem medo de ser exagerado quando precisa. Além disso, o texto é recheado de autorreferências e brincadeiras sobre o fazer cinema e alguns filmes bem conhecidos do público &#8211; incluindo uma constante e hilária sátira a odisseia espacial de Dennis Villeneuve (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><i><span style="font-weight: 400;">Duna</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2021, e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna-parte-2/"><i><span style="font-weight: 400;">Duna: Parte 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2023).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O elenco é outro ponto alto de </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;">. Parece que ele foi escolhido a dedo. Ryan Gosling está no tipo de papel que nasceu pra fazer. Ele brilha como ninguém em comédias, especialmente quando essas têm camadas que permitem que o ator possa brincar com o roteiro. Emily Blunt completa a realeza desse relacionamento em tela que, ainda que não soubéssemos, era o que o público mais precisava. Também é preciso parabenizar os trabalhos de Hannah Waddingham (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abracadabra-2/"><i><span style="font-weight: 400;">Abracadabra 2</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, de 2022) e Winston Duke (</span><i><span style="font-weight: 400;"><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/">Pantera Negra 1</a> e 2</span></i><span style="font-weight: 400;">, de 2018 e 2022) que também brilham no filme e arrematam o público com momentos divertidíssimos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa explosão de sentimentos e diversidade de gêneros é a força de </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;">. Ele é um filme de ação ao mesmo tempo que é de comédia e de suspense. O roteiro consegue misturar os três bem e é coeso o suficiente para não perder o público, mesmo que às vezes brinque com os limites do crível ou exagerado. Mas isso faz parte do show. Essa é a essência do projeto e, provavelmente, vai ser isso e seus nomes estelares que farão deste um projeto extremamente lucrativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E assim a narrativa de </span><b><i>O Dublê</i></b><span style="font-weight: 400;"> entrega tudo o que o espectador quer: romance, drama, ação, aventura e mistério. Tudo isso com direito a um vislumbre do que é a arte de fazer cinema &#8211; sem falar nas constantes referências visuais, sonoras e de discurso a outros sucessos da telona. É um filme para família que diverte até a barriga doer, mas não perde a qualidade e nem se coloca menor do que nenhum outro filme. E, quem sabe, o longa pode até chegar a temporada de premiação com direito a algumas nomeações.</span></p>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Ryan Gosling, Emily Blunt, Aaron Taylor-Johnson, Hannah Waddingham, Teresa Palmer, Stephanie Hsu e Winston Duke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/3ArnMu7JKyU?si=DZEZoMRE7lx7nJZL" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-duble/">Crítica: O Dublê</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-duble/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Quando as Luzes se Apagam</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-quando-as-luzes-se-apagam/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-quando-as-luzes-se-apagam/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 22:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[David F. Sandberg]]></category>
		<category><![CDATA[Lights Out]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Bello]]></category>
		<category><![CDATA[Quando as Luzes se Apagam]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Palmer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6554</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2013, Lights Out, um curta-metragem com uma ideia bastante simples dirigido pelo pouco conhecido David F. Sandberg, viralizou na internet e se tornou uma das peças audiovisuais mais apavorantes daquele ano. No filme, uma mulher é aterrorizada por uma aparição que fica à sua espreita assim que as luzes se apagam e o fenômeno sobrenatural acontece justamente no momento em que ela vai dormir. Por isso a ideia é simples e eficiente no seu gênero, trata-se de uma situação que mexe com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-quando-as-luzes-se-apagam/">Crítica: Quando as Luzes se Apagam</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em 2013, <i>Lights Out</i>, um curta-metragem com uma ideia bastante simples dirigido pelo pouco conhecido David F. Sandberg, viralizou na internet e se tornou uma das peças audiovisuais mais apavorantes daquele ano. No filme, uma mulher é aterrorizada por uma aparição que fica à sua espreita assim que as luzes se apagam e o fenômeno sobrenatural acontece justamente no momento em que ela vai dormir. Por isso a ideia é simples e eficiente no seu gênero, trata-se de uma situação que mexe com um dos nossos medos mais primários. O diretor e produtor James Wan, que naquele ano havia feito para a Warner o sucesso <i>Invocação do Mal</i>, ficou interessado na ideia de Sandberg e logo o chamou para conduzir um longa-metragem derivado do conceito do seu famoso curta. Assim nasce <i>Quando as Luzes se Apagam</i>, que se apropria dessa ideia do temor pelo que se esconde no apagar das luzes, mas que, apesar de apresentar uma premissa bastante inventiva e que sugere contornos mais dramáticos à ideia original, não consegue produzir o mesmo efeito que o curta <i>Lights Out </i>conseguia com bem menos história e desenvolvimento de personagem. (Assista ao curta no final da postagem)</p>
</div>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No longa, somos apresentados a Rebecca, uma jovem que, após desentendimentos com sua mãe, mora sozinha, com uma vida independente e afastada dos seus familiares. A moça acaba tendo ciência de que o seu irmão mais novo Martin começa a ser vítima de uma estranha aparição e que sua mãe segue apresentando problemas de ordem psiquiátrica que podem pôr em risco a vida do garoto. Rebecca retorna ao seu lar com o propósito de resgatar o seu irmão daquela situação, mas acaba descobrindo fatos que explicam os fenômenos paranormais que tomam conta da casa, informações que podem salvar a sua família dessa maldição.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6555" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/maria_2.jpg" alt="maria_2" width="610" height="348" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">O caminho que o roteirista Eric Heisserer encontra para justificar o longa-metragem é válido, ele se apoia em dinâmicas familiares fragilizadas e marcadas por mágoas e traumas entre mãe e filha. Seguindo o &#8220;caminho do ouro&#8221; que James Wan costuma trilhar em suas fitas de terror, <i>Quando as Luzes se Apagam </i>escolhe o drama familiar como pilar da sua trama, um elemento que sempre apresenta o potencial de conectar o espectador com uma história do gênero, ou seja, de fazer o público  se preocupar com o destino dos personagens diante de fenômenos que estão além do seu domínio de ação e compreensão e que podem levá-los a um destino trágico. Acontece que todas as relações familiares de <i>Quando as Luzes se Apagam</i>, bem como suas respectivas tensões, não dão liga em função da superficialidade com que a trama aborda seus personagens e suas relações. O roteiro de Heisserer parece ter se ocupado de trilhar todos os caminhos que levariam o filme a provocar um envolvimento afetivo do espectador com aquelas personagens, mas tudo parece tão na superfície, inclusive a interpretação dos seus atores (a exceção da mãe vivida pela sempre competente Maria Bello), que o público fica indiferente ao imbróglio familiar. Não nos importamos com a mágoa que Rebecca tem da sua mãe Sophie, por exemplo, porque jovem atriz Teresa Palmer não dá conta da intensidade de sentimentos que tomam de assalto a sua personagem e o filme não consegue retirar esse conflito do terreno dos sentimentos óbvios e aparentes.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">A direção de Sandberg, por sua vez, acerta na produção localizada de determinados instantes de horror e na construção imagética de determinadas cenas, utilizando com inteligência o recurso da luz e dos vultos, por exemplo. Em outros momentos, o filme apresenta uma completa apatia na produção das suas sequências de maior tensão e até mesmo um certo pieguismo no seu departamento dramático, o que torna o longa emocionalmente artificial. O curioso é que tais oscilações não são vistas, por exemplo, no próprio curta <i>Lights Out</i>, dirigido pelo mesmo Sandberg e que deixa os nervos do espectador à flor da pele do início ao fim da sua execução com muito pouco material humano em uso.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Transformando o seu eficiente curta em um longa de terror genérico, <i>Quando as Luzes se Apagam </i>não chega a ser um fiasco, mas é uma experiência do gênero que não tem muita energia ou brilho.  Apesar das ideias interessantes que procura agregar ao conceito simples e certeiro do seu produto de origem (é louvável a história de fundo que Heisserer encontra para a aparição que assombra a família de Rebecca e que justifica sua preferência pelo escuro, por exemplo), o filme não é um dos melhores representantes da excelente safra de longas do gênero que temos visto de uns anos para cá.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><strong>Assista ao curta <em>Lights Out</em>:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FUQhNGEu2KA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/aH3lLOumNoQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-quando-as-luzes-se-apagam/">Crítica: Quando as Luzes se Apagam</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-quando-as-luzes-se-apagam/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
