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	<title>Arquivos Shameik Moore - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Shameik Moore - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 20:33:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso finalmente chegou aos cinemas para deixar os fãs mais assíduos em polvorosa. Depois do enorme sucesso que foi o primeiro longa Homem-Aranha no Aranhaverso (2018), que rendeu até o Oscar de Melhor Animação, não é de se estranhar a ansiedade de todo mundo para saber os próximos passos de Miles Morales (Shameik Moore, Samaritano). E já posso adiantar sem o julgo de estar &#8220;emocionada demais&#8221; que ele é muito além do que poderíamos esperar. Embora eu [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/">Crítica: Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</strong></em> finalmente chegou aos cinemas para deixar os fãs mais assíduos em polvorosa. Depois do enorme sucesso que foi o primeiro longa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-no-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em></a> (2018), que rendeu até o <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-os-vencedores-do-oscar-2019/"><em>Oscar de Melhor Animação</em></a>, não é de se estranhar a ansiedade de todo mundo para saber os próximos passos de Miles Morales (Shameik Moore, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-samaritano/"><em>Samaritano</em></a>). E já posso adiantar sem o julgo de estar &#8220;emocionada demais&#8221; que ele é muito além do que poderíamos esperar.</p>
<p>Embora eu não seja a maior entusiasta de longas de super-heróis (apesar de gostar bastante de alguns específicos, como a franquia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores</em></a>), este personagem sempre me cresceu aos olhos. Tenho simpatia pela história, pelo humor, pelo protagonista. Ele é no estilo que eu imagino de bons filmes de heróis cheios de poderes que são, relativamente, palpáveis para nós. Então tem um &#8220;quê&#8221; de empolgação a mais ao ver um estudante comum escalando paredes e voando entre os prédios.</p>
<p>Morales, então, consegue fazer isso da maneira mais leve e descompromissada possível, ficando lado a lado com o Peter Parker de Tom Holland (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/"><em>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</em></a>) com a personalidade mais parecida com o herói dos quadrinhos. Miles aqui sofre o luto pelo tio que se foi, enquanto sente saudades constantes de Gwen Stacey (Hailee Steinfeld, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bumblebee/"><em>Bumblebee</em></a>). Não pretendo, no entanto, entrar nas miudezas dos detalhes do roteiro, já que spoiler é algo que ninguém gosta.</p>
<p>O que mais me chama a atenção nesta produção é o quanto a dedicação da parte gráfica faz toda a diferença na experiência do espectador. Com menos de 20 minutos de exibição, eu estava pensando sobre o quão incrível é esta parte da franquia e como dá tão certo. Unir diversas técnicas, das mais antigas às mais novas, assim como as diferenças estéticas de cada período, resulta em uma explosão de cenários e possibilidades, transformando cada cena em um ato único. Isso pode vir a ser caótico, claro, em alguns momentos, quando vemos um excesso de técnicas misturadas. E, por vezes, me pergunto como deve ser assistir este longa para pessoas com sensibilidades visuais.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16754" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277.png" alt="Homem-Aranha: Através do Aranhaverso" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Diferente de outros filmes de multiverso que simplesmente jogam os personagens em qualquer realidade, como uma catapulta sem sentido entre o espaço e tempo, em <strong><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></strong> nós temos sentido e qualidade. Sim, diversas realidades nos são apresentadas (talvez até demais), mas de uma maneira tão coesa e justificada, que não ficamos perdidos em momento algum com o que está acontecendo. Tem propósito em cada invertida de universo que vemos ali.</p>
<p>Como um grande serviço aos fãs, este longa traz inúmeros detalhes escondidos em meio a trama, como personagens que surgem do nada e cenas de filmes e animações anteriores. É uma combinação dedicada ao público fiel, mas não chega ao nível da bajulação, o que seria extremamente desnecessário. Afinal, ele não precisa convencer ninguém a gostar de algo que, obviamente, é excelente.</p>
<p>A evolução e transição dos personagens, principalmente a dupla principal, é uma das melhores partes de acompanhar da trama. Gwen e Miles sofrem as dores de seus mundos e como isso os transforma como seres humanos, saindo da adolescência enquanto são empurrados para a maturidade sem dó. É um choque de realidade ao se dar conta que não há alternativa a não ser simplesmente aceitar os fatos como são e ter resiliência para lidar com eles.</p>
<p>Assim como no longa anterior, vai ser difícil encontrar alguém que não tenha gostado ou se apaixonado por <strong><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></strong>. A riqueza de detalhes, a qualidade do enredo, os personagens envolventes e bem aprofundados, fazem com que o espectador fique deslumbrado a todo momento com aquilo que nos é apresentado. Um resultado primoroso e dedicado que mostra o quanto uma animação tem a nos oferecer em termos de qualidade em cinema.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joaquim Dos Santos, Kemp Powers, Justin Thompson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Oscar Isaac, Shameik Moore, Issa Rae, Hailee Steinfeld, Karan Soni, Daniel Kaluuya, Jake Johnson, Jason Schwartzman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_4is7I_ZxTg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Deixe a Neve Cair</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 01:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conforme Deixe a Neve Cair avançava, eu não parava de me indagar: por que um filme de Natal sendo lançado tão cedo? Posteriormente, como se ouvisse minha voz interior, a narração onisciente de Joan Cusack (Será que Ele É?) responde: &#8220;A neve pode fazer a diferença! Especialmente na véspera de Natal! E às vezes não só na véspera de Natal, é na véspera de tudo, do resto de sua vida&#8221;. Desde o início, o longa baseado no livro de John [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deixe-a-neve-cair/">Crítica: Deixe a Neve Cair</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme <em><strong>Deixe a Neve Cair</strong></em> avançava, eu não parava de me indagar: por que um filme de Natal sendo lançado tão cedo? Posteriormente, como se ouvisse minha voz interior, a narração onisciente de Joan Cusack (<em>Será que Ele É?</em>) responde: &#8220;<em>A neve pode fazer a diferença! Especialmente na véspera de Natal! E às vezes não só na véspera de Natal, é na véspera de tudo, do resto de sua vida&#8221;</em>.</p>
<p>Desde o início, o longa baseado no livro de John Green (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-culpa-e-das-estrelas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>A Culpa é das Estrelas</em></a>) e dirigido pelo estreante Luke Snellin assume um tom fabular. Afinal, não costuma nevar na pequena cidade <em>Laurel</em>, em <em>Illinois</em>. Porém, trazendo sorte e novas oportunidades, ela decidiu cair em 2019. Assim, os jovens desta região são contagiados por este clima otimista e decidem enfrentar seus problemas. Keon (Jacob Batalon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-longe-de-casa/"><em>Homem-Aranha: Longe de Casa</em></a>) quer seguir a carreira de <em>DJ</em>; Tobin (Mitchell Hope, <em>Descendentes</em>) é apaixonado por Angie (Kiernan Shipka, <em>O Mundo Sombrio de Sabrina</em>); Addie (Odeya Rush, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-lady-bird-a-hora-de-voar/"><em>Lady Bird</em></a>) é uma namorada possessiva; Dorrie (Live Hewson, <em>Santa Clara Diet</em>) é apaixonada por uma menina que esconde sua sexualidade; e o cantor em ascenção, Stuart (Shameik Moore, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-no-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em>),</a> conhece a simples Julie (Isabela Merced, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sicario-dia-do-soldado/"><em>Sicario &#8211; Dia do Soldado</em></a>).</p>
<p>Como ficou claro pela quantidade de personagens, <em><strong>Deixe a Neve Cair</strong></em> tem a missão de contar diversas histórias paralelas. Ainda que cada subtrama possua seu obstáculo e resolução bem definidos, a montagem é problemática ao tentar criar uma homogeneidade e uma unidade geral. Como cada personagem disputa com o outro a atenção do espectador, a constante mudança entre suas aventuras sabota o nosso envolvimento com cada uma delas. Neste caso, fica a impressão que uma série antológica, com um episódio para cada jovem, seria mais eficiente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11801" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Deixe-a-Neve-Cair1-750x500.jpg" alt="Deixe a Neve Cair" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Deixe-a-Neve-Cair1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Deixe-a-Neve-Cair1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Deixe-a-Neve-Cair1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além disso, uma outra consequência desta falta de harmonia, é que surge uma sensação de que certas jornadas são mais &#8220;protagonistas&#8221; do que outras, principalmente o romance entre Tobin e Angie. De mesmo modo, com exceção da lanchonete <em>Waffle Town</em>, não há nenhum elo de conexão entre tais acontecimentos paralelos. Por outro lado, seria possível dizer que há, pelo menos, um tema comum: a autoaceitação e o amadurecimento para chegar amor.</p>
<p>Neste sentido, Snellin consegue assumir bem o tom de <em>Sessão da Tarde</em> de <em><strong>Deixe a Neve Cair</strong></em>, colocando seus personagens para enfrentarem problemas que os amadureçam, mas sem perder aqui o foco infanto-juvenil, como a perseguição de carro ou a partida de hóquei. O que o diretor não consegue, no entanto, é explorar mais deste caráter de fábula que ele propõe criar desde o início do filme. Com uma direção e ambientação bastante protocolares — o que até reforça esta dimensão de filme para televisão — são poucos elementos, além da neve, que indicam a &#8220;mágica&#8221; que o roteiro insiste em assumir. No máximo, apenas pequenas sutilezas, como o figurino de mago de Tobin ou a misteriosa personagem de Joan Cusack, que parece um anjo caído do céu.</p>
<p>Por conta um competente elenco que traz essa leveza e inocência que um filme natalino com ares mágicos pede, <em><strong>Deixe a Neve Cair </strong></em>consegue ter um mínimo de carisma. Justificando sua ida diretamente para o serviço de <em>streaming</em><em>, </em>ele se enrola em suas próprias subtramas, além da falta originalidade. Fica a impressão de que a <em>Netflix</em> consultou em seu algoritmo temas universais e atuais que as pessoas querem assistir. Abordando assuntos que vão desde a alienação causada por celulares até relacionamentos <em>LGBT</em> — que chegam a ter sua superfície arranhada mas não são devidamente aprofundados — é como se o filme fosse uma árvore de Natal coberta de enfeites e adereços, mas falta a estrela no topo que dá a harmonia ao todo.</p>
<p><strong>Diretor: </strong>Luke Snellin</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Jacob Batalon, Mitchell Hope, Kiernan Shipka, Odeya Rush, Live Hewson, Shameik Moore, Isabela Merced, Joan Cusack</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=_4RecOI_Pds&amp;w=750&amp;h=500]</p>
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<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deixe-a-neve-cair/">Crítica: Deixe a Neve Cair</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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