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	<title>Arquivos Sandra Bullock - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Sandra Bullock - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Trem-Bala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 23:03:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um estilo de filme que anda meio escasso ultimamente é aquela ação despretensiosa, com tom intenso de comédia e várias cenas violentas, que não integre uma franquia (aliás, estou exausta de franquias). Trem-Bala se enquadra justamente nesta categoria, chegando aos cinemas com o intuito único de entreter o seu espectador. E assim o faz, plenamente. Ladybug (Brad Pitt, Era uma Vez em&#8230; Hollywood) é um assassino de aluguel super azarado que acaba caindo em uma missão de entrega de pacote [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estilo de filme que anda meio escasso ultimamente é aquela ação despretensiosa, com tom intenso de comédia e várias cenas violentas, que não integre uma franquia (aliás, estou exausta de franquias). <strong><em>Trem-Bala</em></strong> se enquadra justamente nesta categoria, chegando aos cinemas com o intuito único de entreter o seu espectador. E assim o faz, plenamente.</p>
<p>Ladybug (Brad Pitt, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era uma Vez em&#8230; Hollywood</em></a>) é um assassino de aluguel super azarado que acaba caindo em uma missão de entrega de pacote somente porque o responsável teve uma infecção estomacal. Ele tem que entrar em um trem-bala, pegar uma mala e sair. Tão simples quanto parece, se não fossem várias pessoas envolvidas com a mala e seu dono, que acabam cruzando o caminho do protagonista.</p>
<p>Mesmo envolvendo muitos personagens, a trama é bem simples e explicada de maneira objetiva. Não há enrolação com o público, que vai percebendo de cara o caminho que aquela história vai tomar. Isso poderia ser um problema se se tratasse de um longa de qualquer outro gênero. Mas sendo o caso de uma ação cômica, é completamente bem aceito e até bem-vindo.</p>
<p>Um tanto inspirado no diretor Quentin Tarantino (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-8-odiados/"><em>Os Oito Odiados</em></a>) e todas a sua violência sanguinária, <strong><em>Trem-Bala</em></strong> é bem visual e não economiza na variedade de mortes. O roteiro diversifica bastante os estilos, excluindo a possibilidade de tédio do espectador. Além disso, é tudo muito bem ensaiado e focado nas câmeras, favorecendo muito a parte estética do filme como um todo.</p>
<p>Brad Pitt está em casa neste longa. Leve, familiarizado e bem à vontade, ele realiza todas as nuances de seu personagem sem o menor esforço. O cara atrapalhado que está tentando controlar a raiva e viver uma vida mais zen, mas ainda assim, reage com habilidade a todas as tentativas de agressão que lhes são direcionadas. Junto a ele, Aaron Taylor-Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tenet/"><em>Tenet</em></a>) e Brian Tyree Henry (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-eternos/"><em>Eternos</em></a>) formam a divertida dupla Limão e Tangerina, que também está em missão no trem.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15753" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao.jpg" alt="Trem-Bala" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/brian_tyree_henry_e_aaron_taylor-johnson_em_trem-bala_foto_divulgacao-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>De Joey King (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-barraca-do-beijo-2-netflix/"><em>A Barraca do Beijo</em></a>) posso dizer que a cada produção que passa, ela mostra ainda mais o seu potencial como atriz. King consegue se libertar de seus personagens anteriores e mostrar novas e interessantes facetas. Isso é uma característica rara de se encontrar, até mesmo em excelentes atores. Aqui em <strong><em>Trem-Bala</em></strong>, ela está irônica e um tanto psicopata, mas dentro do arquétipo de uma garotinha fofa indefesa.</p>
<p>A medida que a trama evolui, Ladybug vai ficando cada vez mais chateado com as intercorrências no trem e a dificuldade que ele tem de sair do mesmo. Mortes começam a acontecer, as histórias começam a se cruzar e ele pensa a todo momento que só queria estar em casa meditando. Ninguém ali é santo, mas o protagonista é, definitivamente, alguém tão empático que nos faz esquecer o que ele faz para viver.</p>
<p>O filme vai numa escalada interessante de violência. Começa de maneira mais branda e vai tomando corpo com o passar das cenas e a inserção de novos personagens. O ápice do longa é, também, o momento de maior agressividade e sangue. Aliás, o roteiro convoca o espectador o tempo inteiro a ignorar o compromisso com a realidade e isso é perfeitamente simples de se fazer, já que o enredo consegue dosar isso muito bem.</p>
<p><em><strong>Trem-Bala</strong></em> tem excesso de carisma por parte de todo o elenco, que nos oferece ótimas atuações em uma história divertida de se acompanhar. Para além disso, é recheado de momentos incríveis, cenas positivamente chocantes e aparições mais do que especiais. Definitivamente é um grande acerto de 2022, que vale a pena ser conferido!</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Brad Pitt, Joey King, Aaron Taylor-Johnson, Brian Tyree Henry, Andrew Koji, Hiroyuki Sanada, Michael Shannon, Bad Bunny, Logan Lerman, Sandra Bullock, Ryan Reynolds</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/HQpEMjKWDg4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Imperdoável (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 21:27:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos lançamentos centrais da Netflix neste mês de dezembro, Imperdoável é um drama protagonizado por Sandra Bullock baseado em uma minissérie inglesa de relativo sucesso lançada em 2009. A versão cinematográfica desenvolve sua história e sua protagonista de maneira muito satisfatória, mas sofre do mal das resoluções mal dadas pelo roteiro e é completamente sabotada por um terceiro ato que praticamente anula tudo o que a atriz e a diretora Nora Fingscheidt construíram em quase uma hora e meia de produção. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">
<p>Um dos lançamentos centrais da Netflix neste mês de dezembro, <strong><i>Imperdoável </i></strong>é um drama protagonizado por Sandra Bullock baseado em uma minissérie inglesa de relativo sucesso lançada em 2009. A versão cinematográfica desenvolve sua história e sua protagonista de maneira muito satisfatória, mas sofre do mal das resoluções mal dadas pelo roteiro e é completamente sabotada por um terceiro ato que praticamente anula tudo o que a atriz e a diretora Nora Fingscheidt construíram em quase uma hora e meia de produção.</p>
<p><strong><i>Imperdoável </i></strong>conta a história de Ruth Slater, personagem de Bullock. No momento em que o filme começa, acompanhamos a saída de Ruth da prisão onde cumpriu pena por ter assassinado à sangue frio um chefe de polícia. Enquanto retorna ao convívio em sociedade, Ruth enfrenta a hostilidade das pessoas e a dificuldade de reconstruir sua vida. Tudo fica difícil para Ruth nesse &#8220;renascimento&#8221;, desde conseguir um emprego até estabelecer um novo relacionamento. Uma das questões centrais para a personagem na sua vida depois da prisão, porém, é retomar seu relacionamento com a irmã mais nova adotada por uma outra família.</p>
<p>Com sua premissa, o longa equilibra de maneira interessante uma crescente de complicadores para a protagonista. Três núcleos dramáticos são desenvolvidos paralelamente: a própria Ruth tentando dar algum tipo de normalidade na sua rotina enquanto ainda tem vínculos difíceis de desamarrar com o passado; a nova família da irmã mais nova da protagonista; os filhos do policial assassinado pela personagem de Bullock; e a família do advogado que é procurado pela ex-detenta. Durante boa parte de <strong><i>Imperdoável</i></strong>, a diretora Nora <span data-keep-original-tag="false" data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}">Fingscheidt constrói os dilemas desses núcleos em torno do retorno da personagem de Bullock com uma tensão crescente, ficando evidente que em algum momento seus interesses vão colidir.</span></p>
<p><strong><i>Imperdoável </i></strong>também é um ótima oportunidade para Sandra Bullock brilhar como atriz. Na pele da protagonista desse drama, a vencedora do Oscar por <i>Um Sonho Possível</i> sustenta uma personagem densa, sempre com semblante carregado de quem está fadada a conviver com os fantasmas do seu passado para o resto da vida. Bullock constrói de maneira sensível a natureza desconfiada dessa personagem. Em cena, a atriz surge sempre alerta para qualquer possível hostilidade. É uma presença &#8220;carregada&#8221; em cena, Ruth não encontra mais espaço para a leveza na vida. Sendo uma figura conhecida pelo seu bom humor por papéis que desempenhou em outros filmes e pela sua <i>persona </i>em Hollywood, Bullock pega o espectador desprevenido com sua composição. Ela está simplesmente brilhante em <strong><i>Imperdoável</i></strong>.</p>
<p data-original-attrs="{&quot;style&quot;:&quot;&quot;}"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14915" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel.jpg" alt="Imperdoável " width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/sandra-bullock-imperdoavel-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Por conta de todos os fatores apontados até aqui que é frustrante perceber como o filme se sabota por completo pelas decisões trôpegas do seu roteiro. Durante parte da história, <strong><i>Imperdoável </i></strong>mantém um certo suspense sobre as circunstâncias em que ocorreram o crime cometido pela protagonista. Quando tudo é revelado, a história praticamente descarta todo o bom investimento da sua diretora e da sua atriz principal.</p>
<p><b>A SEGUIR, SPOILERS DA TRAMA! NÃO LEIA SE NÃO QUISEREM SABER SEU DESFECHO.</b></p>
<p>Quando <strong><i>Imperdoável </i></strong>tira das costas da protagonista a responsabilidade pela autoria do crime, torna toda a construção da personagem menos interessante. Apelando para um gesto de altruísmo ou heroísmo de Ruth Slater, <strong><i>Imperdoável </i></strong>tira de Sandra Bullock aspectos da personagem que só a transformariam numa protagonista menos óbvia, mais densa psicologicamente por ser contraditória (alguém que cometeu um crime e que testa o tempo inteiro a própria empatia do público por sua jornada). No lugar disso, o roteiro do longa opta pelo mais fácil, por transformar Ruth Slater em uma típica heroína hollywoodiana que abdica da própria liberdade para dar a sua irmã mais nova, a verdadeira autora do crime, o direito a uma vida normal. Por mais tocante que a decisão dos roteiristas possa soar, no fim das contas, é uma decisão dramática apelativa que foge por completo do interessante jogo de perspectivas e de julgamentos sobre a protagonista que o filme construía tão bem até os seus últimos trinta minutos.</p>
<p>A solução frouxa que <strong><i>Imperdoável </i></strong>encontra para sua história e para a construção da sua personagem faz do longa uma obra estranha. O final da história não condiz com boa parte do trabalho dos seus envolvidos. É claro que ao longo do seu desenvolvimento, o filme toma outras decisões ruins, como desperdiçar por completo a presença de Viola Davis no elenco (afinal, o que uma atriz do porte de Viola Davis faz nesse filme?)  ou abordar de maneira pouco delicada a adoção ao trazer os novos pais da irmã da personagem de Bullock como um obstáculo para a protagonista, mas nada é mais grotesco que o incompreensível recuo do roteiro do longa para um enlace tão aquém dos esforços dos seus envolvidos quanto o que esse drama apresenta.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Nora Fingscheidt</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sandra Bullock, Vincent D&#8217;Onofrio, Jon Bernthal, Richard Thomas, Linda Emond, Aisling Franciosi, Rob Morgan, Emma Nelson, Viola Davis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/P0RO1pF4L1o" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Bird Box</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-bird-box/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2018 20:01:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com planos curtos, sons de respiração ofegante e clima de perseguição, Bird Box já começa com a energia para cima, podendo deixar o espectador sem fôlego. Poucos instantes depois, o público tem o momento de relaxamento quando começa a conhecer as irmãs Malorie (Sandra Bullock) e Jessica (Sarah Paulson), em um flashback. Contudo, a paz e a tranquilidade cessam e é possível voltar para a jornada por este universo distópico, que passa a ganhar vida quando a população do mundo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com planos curtos, sons de respiração ofegante e clima de perseguição, Bird Box já começa com a energia para cima, podendo deixar o espectador sem fôlego. Poucos instantes depois, o público tem o momento de relaxamento quando começa a conhecer as irmãs Malorie (Sandra Bullock) e Jessica (Sarah Paulson), em um <em>flashback</em>. Contudo, a paz e a tranquilidade cessam e é possível voltar para a jornada por este universo distópico, que passa a ganhar vida quando a população do mundo inteiro começa a ficar em pânico, e uma onda de suicídio se instala.</p>
<p>Alguns aspectos podem ser observados na tentativa de contar esta história. A constância da aceleração e momentos impactantes diminuem a geração de ritmo e a força das cenas. Contudo, este fator aumenta a criação dos laços entre as personagens. Ao mesmo tempo que são exageradas e cansativas as coisas que acontecem com a protagonista e aos que a cercam, é todo este sistema que faz com quem assiste ao filme tenha empatia diante da situação projetada.</p>
<p>O mérito maior nisto é a interpretação de Bullock que é certeira, porque ela não traz muitas firulas, dando o tom seco que Malorie precisa. O texto sai com fluidez e o corte das sentenças mostram como a heroína é uma mulher prática, objetiva e não é melosa. A construção corporal contribui para esta visão de dureza. A tonicidade, força e destreza da persona revelam uma criação que a mesma teve na fazenda do pai, onde aprendeu a usar armas e a se proteger.</p>
<p>Contudo, o longa, além do ritmo, peca por dispensar algumas figuras de forma forçada, por não construir bem as situações de pânico e ataque. Além disso, as idas e vindas no enredo enfraquecem a trama. Desta forma, talvez fosse melhor ter criado dois longas distintos e contar com plenitude todos os acontecimentos. Ainda que a direção tente resolver buscando uma dinamicidade de movimentação de câmera que mais atrapalha do que ajuda, ao final da projeção fica somente o tédio e pouca complexidade explorada, tanto do mistério posto no ecrã, quanto das próprias personagens e soluções para os seus problemas durante a exibição.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2qPnf5zHeJg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Oito Mulheres e Um Segredo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 20:41:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Oito Mulheres e Um Segredo chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 07, e promete atrair grande público aos cinemas. Com o suporte de Onze Homens e Um Segredo, do diretor Steven Soderbergh, este atual traz a versão feminina e atualizada. No entanto, deixou de aproveitar vários pontos positivos do antecessor e acabou caindo em uma série de clichês desnecessários. Debbie Ocean é irmã do famigerado Danny Ocean, interpretado por George Clooney na película sitada acima. Ela acaba de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Oito Mulheres e Um Segredo</em> chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 07, e promete atrair grande público aos cinemas. Com o suporte de <em>Onze Homens e Um Segredo</em>, do diretor Steven Soderbergh, este atual traz a versão feminina e atualizada. No entanto, deixou de aproveitar vários pontos positivos do antecessor e acabou caindo em uma série de clichês desnecessários.</p>
<p>Debbie Ocean é irmã do famigerado Danny Ocean, interpretado por George Clooney na película sitada acima. Ela acaba de sair da cadeia e já planeja um novo golpe para faturar milhões. Ela conta com a ajuda da parceira Lou e, juntas, elas reúnem outras mulheres para executar o plano de roubar uma joia durante o Baile do Met.</p>
<p>Desta introdução você já percebe que o filme é bem parecido com a versão masculina. Mas isso não seria problema algum se o roteiro deste aqui inovasse e fosse menos previsível. Cada cena, cada ato, é facilmente identificável pelo espectador, que começa a se entediar com a falta de elementos novos. Até o clímax do filme é perdido no meio de tantos clichês.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8976" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/341755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O diretor Gary Ross se limita, infelizmente, a reproduzir o roteiro masculino, sem dar corpo e identidade à esse. Ao invés de aproveitar a premissa e trabalhar em cima disso, ele simplesmente copiou e colou, sem adequar direito à questão feminina. Estamos falando de um elenco forte e majoritariamente feminino. Tudo isso poderia ser muito bem explorado. As possibilidades são infinitas. Mas Ross se contentou em trazer o básico do básico.</p>
<p>O grande suporte que esse filme tem, de fato, é o elenco. Uma atriz mais impecável que a outra e que funcionam muito bem juntas. Além de grandes atuações, temos uma unidade forte na equipe. Todas têm seus momentos de glória, mas se destacam entre a multidão também. Destaque especial para Rihanna, que mostra amadurecimento na atuação e está ótima no papel da hacker Bola Nove. Mas é claro que a dinâmica entre Sandra Bullock e Cate Blanchett é única e deliciosa de assistir.</p>
<p>Não menos importante, temos Helena Bonham Carter, Sarah Paulson, Anne Hathaway, Mindy Kaling e a mais novata Awkwafina. É tanta mulher retada junto que a gente até esquece o roteiro fraco. Elas valem a pena todos os momentos e as quase 2h de duração do filme.</p>
<p>Mesmo dentro de todos esses moldes pré-arranjados, <em>Oito Mulheres e Um Segredo</em> é um filme com começo, meio e fim, e funciona razoavelmente bem. O público se diverte, dá risada, fica animado. Tudo que é de se esperar desta proposta. O que decepciona mesmo é que ele poderia ir muito além disso, mas prefere ser apenas um longa comum. Vale a pena, sim, mas perdeu a chance de ser lembrado no futuro como algo inovador.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eRVknc7kQGQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso e Especialista em Crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jun 2016 12:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Banks]]></category>
		<category><![CDATA[Especialista em Crise]]></category>
		<category><![CDATA[John Cusack]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Dano]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Bullock]]></category>
		<category><![CDATA[The Beach Boys - Uma História de Sucesso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso Por motivos comerciais, provavelmente, Love and Mercy, um dos longas norte-americanos do circuito indie mais comentados no ano passado, ganhou no Brasil o título de The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso. Quem dá de cara pela primeira vez com o filme pode pensar que se trata de um longa sobre a trajetória de uma das bandas mais influentes da cultura estadunidense, os Beach Boys. Cabe sublinhar, todavia, que esse filme de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso</strong></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Por motivos comerciais, provavelmente, <i>Love and Mercy</i>, um dos longas norte-americanos do circuito <i>indie </i>mais comentados no ano passado, ganhou no Brasil o título de <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso</i>. Quem dá de cara pela primeira vez com o filme pode pensar que se trata de um longa sobre a trajetória de uma das bandas mais influentes da cultura estadunidense, os Beach Boys. Cabe sublinhar, todavia, que esse filme de Bill Pohland tem como principal interesse apenas um dos elementos do grupo, Brian Wilson. Alternando sua história entre o passado do músico, encarnado por um excelente Paul Dano, e uma fase mais madura, na qual ele ganha a interpretação de John Cusack (tão bom em cena quanto sua versão mais jovem), <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso </i>explora a personalidade do seu protagonista virando-a do avesso.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Nas passagens do filme sobre o jovem Brian Wilson vemos o músico apresentar os sinais do que mais tarde viria a ser diagnosticado como um quadro peculiar de esquizofrenia durante a concepção de <i>Pet Sounds</i>, álbum que é considerado por muitos como a obra-prima dos Beach Boys. Nessa fase também percebemos o perfeccionismo de Wilson e como o mesmo guiou toda a concepção do disco, um marco responsável por oferecer novas perspectivas para a banda que ganhou popularidade com o <i>surf rock</i>. Quando acompanhamos a versão mais velha de Wilson, vemos o quadro clínico do músico se agravar, sobretudo em função das estranhas interferências do seu médico particular Dr. Eugene Landy, vivido aqui por Paul Giamatti. Wilson, então,  acaba encontrando refúgio em sua relação amorosa com uma simpática vendedora de carros chamada Melinda Ledbetter interpretada por Elizabeth Banks.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O mergulho que <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso </i>faz na vida do seu protagonista é eficiente por dispensar qualquer rede de segurança e também por conseguir ser terno com o seu biografado. Pohland consegue ser fiel, retratando Wilson de forma humana, sem deixar de expor sua admiração por aquela figura, algo que em momento algum é revertido em uma abordagem omissa ou covarde a respeito de tudo que acontecera na vida do integrante dos Beach Boys. Entre a fidelidade aos fatos e o afeto por seu protagonista, <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso </i>encontra um interessante equilíbrio sustentado sobretudo pelas performances do seu elenco exemplar. Pohland é certeiro desde a escolha dos atores que dão vida às duas versões de Wilson retratadas no filme, Paul Dano e John Cusack, até à presença solar de Elizabeth Banks, que mesmo dando vida a já clássica figura da esposa ou namorada dedicada do artista em completa instabilidade psicológica consegue oferecer elementos que enriquecem a sua personagem e aproximam o público do drama vivido pelo protagonista do filme. Do grupo, talvez, Paul Giamatti destoe um pouco ao transformar Eugene Landy em um vilão histriônico, mas nada que não possamos dar um desconto.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dosando muito bem a maneira como se aproxima do processo criativo de <i>Pet Sounds</i> e do drama pessoal de Brian Wilson, <i>The Beach Boys &#8211; Uma História de Sucesso </i>é uma cinebiografia marcada pelo bom senso dos seus realizadores. É um filme que reverencia o seu protagonista e tem um genuíno afeto por ele, mas não adota uma postura subserviente na maneira como lida com esse sentimento, sabendo explorar os demônios pessoais do seu biografado e também cativar o público com a costura de relações, situações e personagens capazes de produzir identificação e empatia com o espectador. O longa não chega a promover grandes revoluções na proposta, mas possui propósitos muito sinceros e consegue executá-los em uma narrativa comedida e regular em suas duas horas de duração.</p>
<p><strong>Assista ao trailer aqui: </strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wrBKiDMZN40" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Especialista em Crise</strong></p>
<p>Lançado em outubro de 2015 durante a temporada de prêmios norte-americana, <i>Especialista em Crise </i>foi um fiasco nas diversas frentes em que precisava obter êxito: não foi muito bem nas bilheterias (uma decepção que acumulou cerca US$ 7 milhões em sua carreira, algo preocupante se considerar que leva no seu cartaz o nome de Sandra Bullock, uma atrizes mais rentáveis do cinema atualmente), recebeu muitas críticas negativas e não ganhou indicação alguma a prêmios, nem mesmo ao Globo de Ouro que sempre costuma ser mais &#8220;generoso&#8221; nas suas categorias de atuação quando vê um longa estrelado por uma grande estrela (que, se indicada, trará mais audiência ao evento televisionado). Assim, é natural que <i>Especialista em Crise </i>chegue no Brasil e em outros países diretamente em DVD ou serviços de <i>streaming, </i>mas não apenas por isso. Este filme de David Gordon Green, de longas tão heterogêneos como <i>Segurando as Pontas</i>, <i>Sua Alteza? </i>e <i>Joe, </i>é um título que trata de temas tão específicos e de uma maneira tão estranha que é difícil vê-lo funcionar em todas as plateias. Como lançar um filme nas salas de cinema hoje em dia é uma tarefa que requer cálculo e preocupação redobrada com os riscos de prejuízo para as distribuidoras, o destino de <i>Especialista em Crise </i>em nosso país parece mais do que compreensível.</p>
<p>No filme, Sandra Bullock interpreta Jane &#8220;Calamidade&#8221;, uma competente consultora de imagem especializada em reverter quadros de baixa popularidade envolvendo políticos em processos eleitorais. Após um tempo afastada da profissão por motivos de saúde, Jane retorna ao jogo para ficar à frente da equipe de um candidato a presidência na Bolívia que precisa urgentemente de ajuda. O longa é baseado no documentário <i>Our Brand is Crisis </i>(mesmo título original deste filme), de 2005, dirigido por Rachel Boynton, que trata sobre estas manobras de construção (ou destruição) de imagens políticas em eleições na América do Sul. Em <i>Especialista em Crise</i> o resultado dessa adaptação é estranho, tendo em vista que, produzido pelo ator George Clooney, o filme acaba ganhando inafastáveis ares de discurso democrata. Acontece que nem a direção de David Gordon Green  nem o roteiro de Peter Straughan conseguem ser muito incisivos nas críticas que claramente pretendem traçar para todo o cenário político abordado no longa. Os comentários do diretor e do roteirista sobre as ações questionáveis desses estratagemas eleitoreiros são feitos na superfície e quando ganham o seu momento para se reverterem em discursos mais enérgicos diluem-se em um desfecho que não é dos mais satisfatórios. Além disso, todo <i>Especialista em Crise </i>é calcado na rivalidade entre as personagens da Sandra Bullock e do Billy Bob Thornton que jamais é trabalhada a contento pelo roteirista e por seu diretor, deixando o filme ainda mais frouxo em seus propósitos e na sua fluidez. No final, nem mesmo Sandra Bullock, que, por sinal, consegue um resultado muito interessante na construção da sua personagem através de recursos bastante sutis, já que o roteiro não é capaz de desenvolvê-la a contento, consegue manter o espectador instigado pelo discurso político burocrático e repetido de <i>Especialista em Crise</i>.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EoCXHnGXnzc" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Veja Sandra Bullock no primeiro trailer de Our Brand is Crisis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 21:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Billy Bob Thornton]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Our Brand is Crisis]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Bullock]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pronta para, quem sabe, concorrer a mais uma estatueta do Oscar, a atriz Sandra Bullock chegará aos cinemas norte-americanos no final desse ano com Our Brand is Crisis. O filme acaba de ganhar o seu primeiro trailer e traz a premiada atriz de Um Sonho Possível e Gravidade no centro das suas atenções. No longa, Sandra interpreta uma consultora política especializada em tirar políticos de enrascadas midiáticas. Afastada há um tempo da profissão, ela aceita retornar às funções quando fica sabendo que um antigo rival [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/our-brand-is-crisis.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3556" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/our-brand-is-crisis.jpg" alt="our-brand-is-crisis" width="612" height="380" /></a></p>
<p>Pronta para, quem sabe, concorrer a mais uma estatueta do Oscar, a atriz Sandra Bullock chegará aos cinemas norte-americanos no final desse ano com <strong><em>Our Brand is Crisis</em></strong>. O filme acaba de ganhar o seu primeiro trailer e traz a premiada atriz de <em>Um Sonho Possível </em>e <em>Gravidade </em>no centro das suas atenções.</p>
<p>No longa, Sandra interpreta uma consultora política especializada em tirar políticos de enrascadas midiáticas. Afastada há um tempo da profissão, ela aceita retornar às funções quando fica sabendo que um antigo rival também está na jogada. Para conseguir o que quer, a personagem deve ajudar um candidato a presidência de um país sulamericano que ela sabe de antemão ser completamente comprometido com atos de corrupção.</p>
<p>O filme tem a direção de David Gordon Green, o mesmo de comédias como <em>Sua Alteza? </em>e <em>Segurando as Pontas</em>, e tem a produção de George Clooney, parceiro de Bullock em <i>Gravidade</i>. No elenco da produção também estão o ator Billy Bob Thornton, Joaquim de Almeida, Anthony Mackie, Zoe Kazan e Scoot McNairy.</p>
<p>A estreia do filme nos EUA está agendada para o dia 30 de outubro. Não há data prevista para o lançamento da produção no Brasil.</p>
<p>Veja o trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BLZo_ILZhfk" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Guia Oscar 2014: Atrizes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2014 17:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Cate Blanchett]]></category>
		<category><![CDATA[Judi Dench]]></category>
		<category><![CDATA[Meryl Streep]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Bullock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amy Adams &#8211; Trapaça Das indicadas da lista, Amy Adams é a única que não levou uma estatueta do Oscar para casa. No entanto, a atriz é uma veterana na premiação da Academia em número de indicações, somadas a essa, cinco no total, o que faz com que as expectativas de vitória cresçam a cada nova menção. Desde que ganhou o Globo de Ouro e foi indicada ao BAFTA (prêmio máximo do cinema inglês), o buzz em torno de Adams tem crescido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/amy-adams-american-hustle-movie-photos_1.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-323 aligncenter" alt="amy-adams-american-hustle-movie-photos_1" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/amy-adams-american-hustle-movie-photos_1-600x400.jpg" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amy Adams</strong> &#8211; <em>Trapaça</em></p>
<p>Das indicadas da lista, Amy Adams é a única que não levou uma estatueta do Oscar para casa. No entanto, a atriz é uma veterana na premiação da Academia em número de indicações, somadas a essa, cinco no total, o que faz com que as expectativas de vitória cresçam a cada nova menção. Desde que ganhou o Globo de Ouro e foi indicada ao BAFTA (prêmio máximo do cinema inglês), o <em>buzz </em>em torno de Adams tem crescido a ponto dela conseguir abocanhar essa indicação que todos davam como certa para a atriz Emma Thompson de <em>Walt nos bastidores de Mary Poppins. </em>Caso <em>Trapaça </em>seja o grande destaque da noite, pode ser que ela seja beneficiada. Alguns dizem que não há nada demais no desempenho de Adams em <em>Trapaça </em>e que o filme só serviu para exorcizar de vez as reiteradas mocinhas ingênuas que a atriz costuma interpretar com os decotes generosos da trambiqueira Sydney Prosser. Ouso discordar, Adams mergulhou de cabeça nas sutilezas de uma personagem que sobrevive assumindo múltiplas personalidades. Mais desafiador que isso para uma atriz, impossível.</p>
<p><strong>Indicações anteriores:</strong> Melhor atriz coadjuvante por <em>O Mestre </em>(2013), melhor atriz coadjuvante por <em>O Vencedor </em>(2011), melhor atriz coadjuvante por <em>Dúvida </em>(2009) e melhor atriz coadjuvante por <em>Retratos de Família </em>(2006).</p>
<p><strong>Vitórias anteriores:</strong> &#8211;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/blue_jasmine.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-324 aligncenter" alt="blue_jasmine" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/blue_jasmine-600x400.jpg" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Cate Blanchett</strong> &#8211; <em>Blue Jasmine</em></p>
<p>Favorita absoluta, Cate Blanchett tem sido um verdadeiro trator nessa categoria durante a temporada de prêmios. Já levou o Globo de Ouro, o SAG Awards, o Critics Choice, os prêmios das principais associações de críticos, o BAFTA&#8230; Ou seja, tudo. A instável dondoca Jasmine é responsável por nuances que só uma atriz como ela sabe dar e dificilmente a Academia não dará o devido reconhecimento a mais uma das grandes interpretações da australiana. Além disso, <em>Blue Jasmine </em>é um dos raros casos em que o trabalho de uma figura cultuada como Woody Allen cede lugar para o desempenho de um ator. Admitam, o filme não seria o mesmo sem ela. Claro que Blanchett tem contra si a antipatia de sua personagem, já que normalmente a Academia foge desse tipo de papel, mas há exceções. Além disso, os escândalos envolvendo Woody Allen que vieram à tona no último mês pode ser uma ameaça à vitória da atriz. Ainda assim, se tiver que apostar em alguém, será nela.</p>
<p><strong>Indicações prévias:</strong> Melhor atriz coadjuvante por <em>Não estou lá </em>(2008), melhor atriz por <em>Elizabeth &#8211; A Era de Ouro </em>(2008), melhor atriz coadjuvante por <em>Notas sobre um Escândalo </em>(2007), melhor atriz por <em>Elizabeth </em>(1999).</p>
<p><strong>Vitórias prévias:</strong> Melhor atriz coadjuvante por <em>O Aviador </em>(2005).</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Philomena_-_Judi_Dench.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-325 aligncenter" alt="Philomena_-_Judi_Dench" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Philomena_-_Judi_Dench-620x373.jpg" width="620" height="373" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Judi Dench</strong> &#8211; <em>Philomena</em></p>
<p> Figura cativa premiação após premiação, Judi Dench conseguiu levar o modesto filme de Stephen Frears às principais categorias dessa edição do Oscar. As sessões prévias para membros da Academia trouxeram uma receptividade positiva para o desempenho da atriz sobretudo na ala mais madura dos votantes do Oscar que se emocionaram com a história de uma mulher que foi distanciada da cria quando ainda era jovem. Segundo alguns, <em>Philomena </em>é um dos melhores desempenhos de Judi Dench em anos. No entanto, o impacto de <em>Philomena </em>é menor se o compararmos aos filmes das concorrentes de Dame Dench. A seu favor, a trajetória da inglesa na temporada de premiações foi tão estável quanto a de duas das principais concorrentes na categoria, Cate Blanchett e Sandra Bullock. Além disso, especula-se que uma aposentadoria da atriz a ser anunciada em breve pode ser um fator que influencie a Academia a escolhê-la como a melhor atriz dessa edição do Oscar.</p>
<p><strong>Indicações anteriores:</strong> Melhor atriz por <em>Notas sobre um Escândalo </em>(2007), melhor atriz por <em>Sra. Henderson Apresenta </em>(2006), melhor atriz por <i>Íris </i>(2002), melhor atriz coadjuvante por <em>Chocolate </em>(2001), melhor atriz por <em>Sua Majestade, Mrs. Brown (1998).</em></p>
<p><strong>Vitórias anteriores:</strong> Melhor atriz coadjuvante por <em>Shakespeare Apaixonado </em>(1999).</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/2087014.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-326 aligncenter" alt="MCDAUOS EC008" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/2087014-600x400.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/2087014-600x400.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/2087014-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/2087014.jpg 638w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong> Meryl Streep</strong> &#8211; <em>Álbum de Família</em></p>
<p style="text-align: left;">O apelo de Meryl Streep na Academia é tão grande que, mesmo diante de críticos que questionaram o esforço da veterana nesse drama e até mesmo a qualidade do próprio filme, ela conseguiu mais uma indicação ao prêmio. Nada consegue ser pior do que último trabalho de Streep, <em>A Dama de Ferro</em>, que apesar de render uma interpretação digna da atriz era um filme vacilante. <em>Álbum de Família </em>traz Streep como uma matriarca depressiva, viciada em medicamentos e com uma língua ferina, ou seja, nada que já não saibamos que ela dará conta. No entanto, fatores como a morna aprovação do filme em si deixam mais uma vitória de Streep em risco. Em prol da candidata, <em>Álbum de Família </em>é um dos filmes que, assim como <em>Philomena</em>, rezam a cartilha que a Academia costuma adorar, especialmente em categorias de interpretação, trazendo fortes momentos dramáticos e uma Meryl Streep nada sutil, do jeito que eles gostam.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Indicações anteriores:</strong> Melhor atriz por <em>Julie e Julia </em>(2010), melhor atriz por <em>Dúvida </em>(2009), melhor atriz por <em>O Diabo veste Prada </em>(2007), melhor atriz coadjuvante por <em>Adaptação </em>(2003), melhor atriz por <em>Música do Coração </em>(2000), melhor atriz por <em>Um Amor Verdadeiro </em>(1999), melhor atriz por <em>As Pontes de Madison </em>(1996), melhor atriz por <em>Lembranças de Hollywood </em>(1991), melhor atriz por <em>Um Grito no Escuro </em>(1989), melhor atriz por <em>Ironweed </em>(1988), melhor atriz por <em>Entre Dois Amores </em>(1986), melhor atriz por <em>Silkwood &#8211; O Retrato de uma Coragem </em>(1984), melhor atriz por <em>A Mulher do Tenente Francês </em>(1982) e melhor atriz coadjuvante por <em>O Franco Atirador </em>(1979)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Vitórias anteriores:  </strong>Melhor atriz por<strong> </strong><em>A Dama de Ferro</em><em> </em>(2012), melhor atriz por <em>A Escolha de Sofia </em>(1983) e melhor atriz coadjuvante por <em>Kramer vs. Kramer </em>(1980)</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity-movie-review-sandra-bullock-suit-2.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-327 aligncenter" alt="gravity-movie-review-sandra-bullock-suit-2" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity-movie-review-sandra-bullock-suit-2-600x400.jpg" width="600" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity-movie-review-sandra-bullock-suit-2-600x400.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity-movie-review-sandra-bullock-suit-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity-movie-review-sandra-bullock-suit-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/gravity-movie-review-sandra-bullock-suit-2.jpg 1500w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <strong>Sandra Bullock</strong> &#8211; <em>Gravidade</em></p>
<p style="text-align: left;"><em>Gravidade </em>foi a grande redenção de Sandra Bullock, um desempenho que fez com que todos esquecessem a questionável vitória da atriz no Oscar de 2010 por <em>Um Sonho Possível. </em>Vivendo uma engenheira tentando sobreviver sozinha no espaço, Bullock é o fator emocional de um filme que tem grande apelo técnico. Trata-se de uma mescla de esforço físico e psicológico que fez com que <em>Gravidade </em>fosse mais do que um grande feito visual. Arrisco dizer que, se não tivesse vencido um Oscar tão recente, Bullock seria a grande favorita pois, além de ser um dos grandes filmes do ano que passou, <em>Gravidade </em>é totalmente conduzido por sua personagem, ela está sozinha em cena. A favor da sua candidatura, Bullock tem um carisma irresistível na comunidade hollywoodiana, coisa que suas principais concorrentes não têm. É o fator &#8220;estrela de cinema&#8221; que pode fazer a diferença na noite.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Indicações anteriores:</strong> &#8211;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Vitórias anteriores:</strong> Melhor atriz por <em>Um Sonho Possível </em>(2010)</p>
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