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	<title>Arquivos Homem-Aranha - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Homem-Aranha - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Homem-Aranha &#8211; Sem Volta para Casa (sem spoilers)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 23:32:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A caminhada de Tom Holland dentro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) sempre foi de amadurecimento. A cada aparição, o herói da vizinhança aprendia lições sobre a vida e aperfeiçoava a jornada para se tornar sua melhor versão. No entanto, até o momento, Tom apenas havia dado passos de bebê diante das possibilidades de seu personagem. Mas, a partir de agora, tudo vai mudar. Em seu terceiro filme solo no MCU, o famoso teioso irá engatar em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/">Crítica: Homem-Aranha &#8211; Sem Volta para Casa (sem spoilers)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada de Tom Holland dentro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) sempre foi de amadurecimento. A cada aparição, o herói da vizinhança aprendia lições sobre a vida e aperfeiçoava a jornada para se tornar sua melhor versão. No entanto, até o momento, Tom apenas havia dado passos de bebê diante das possibilidades de seu personagem. Mas, a partir de agora, tudo vai mudar.</p>
<p>Em seu terceiro filme solo no MCU, o famoso teioso irá engatar em sua verdadeira jornada do herói. Ainda que com seu jeitão bobo e juvenil, Peter vai enfrentar dificuldades mais adultas. E aí é que o jogo vira. Amadurecimento é a palavra de ordem de <b><i>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</i></b>, que estreia nesta quinta-feira (16) nos cinemas brasileiros. O novo longa-metragem é o momento de transição que o personagem e os fãs precisavam.</p>
<p>Peter Parker (Tom Holland) teve sua identidade revelada. Agora ele terá que lidar com a pressão da exposição, enquanto é acusado de ter matado Mysterio (Jake Gyllenhaal). Sem conseguir separar os dilemas do seu cotidiano juvenil da sua jornada heróica, Peter recorre ao Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) para que o mundo esqueça a verdadeira identidade do querido herói da vizinhança. Na tentativa de fazer o feitiço para ajudar Parker, Stephen Strange acaba se atrapalhando com a mágica. Esse erro libera conhecidos vilões de outros universos, fazendo com que Peter tenha que enfrentar espécies de fantasmas do multiverso.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-14921 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv-750x337.jpg" alt="" width="750" height="337" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv-750x337.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv-610x274.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv-770x346.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/homem-aranha-3_ybgv.jpg 1210w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Na busca por se provar capaz para o mundo, Tom Holland (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-diabo-de-cada-dia-netflix/"><i>O Diabo de Cada Dia</i></a>, de 2020, e <i>Cherry &#8211; Inocência Perdida</i>, de 2021) encanta o público com um desempenho admirável. Até o momento, este foi o filme que melhor proporcionou momentos poderosos para o jovem e promissor ator. A narrativa, evidentemente, é construída para que o espectador se veja completamente apaixonado pela evolução do personagem durante os 148 minutos de duração.</p>
<p>Para além do Holland, a composição do elenco é certeira. A longa duração de <i>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</i> permitiu que os atores e atrizes envolvidos desde os primeiros filmes pudessem ser ainda mais explorados aqui. Desta vez, para além do trio principal, até mesmo Marisa Tomei (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/"><em>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</em></a>, de 2017, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-frankie/"><i>Frankie</i></a>, de 2019) e Jon Favreau (<i>Chef</i>, de 2014, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-longe-de-casa/"><i>Homem-Aranha: Longe de Casa</i></a>, de 2019) tiveram mais oportunidades cênicas de mostrar a sua qualidade artística.</p>
<p>Outro ponto de destaque é a volta dos vilões. A estrutura de seu retorno e a dinâmica deles com o Tom guiam a história para outro lugar. Ver a interação entre eles é, além de nostálgico, potente. Ver Doutor Octopus, de Alfred Molina (<i>Correndo Contra o Tempo</i>, de 2016, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bela-vinganca/"><i>Bela Vingança</i></a>, de 2020), e o Duende Verde, de Willem Dafoe (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><i>Aquaman</i></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-farol/"><i>O Farol</i></a>, de 2019), contracenando é algo poderoso e que jamais o público teve a oportunidade de ver.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-14922 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2-750x313.jpg" alt="" width="750" height="313" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2-750x313.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2-610x254.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2-770x321.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/spiderman-no-way-home-trailer-2.jpg 1200w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda sobre as dinâmicas do elenco, outra escolha certeira é o protagonismo de Doutor Estranho. A participação de Benedict Cumberbatch (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-farol/"><i>1917</i></a>, de 2019, e <i>Ataque dos Cães</i>, de 2021) é mais curta do que se imagina, mas isso não torna a sua existência menos importante. Da mesma forma, Strange não tira a atenção do público do foco de <i>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</i>, que é a jornada do herói de Parker. Assim, uma das preocupações para o enredo do longa deixa de existir e uma das teorias exageradas dos fãs também some.</p>
<p>É essa trajetória que serve de fio condutor para a trama. Do primeiro ao último minuto, é possível vislumbrar um desenvolvimento de personagem jamais visto no Homem-Aranha &#8211; talvez, jamais visto em outro filme solo de super heróis. E, atrelado a isso, o roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers (os quais também escreveram as sequências anteriores) conecta a jornada de autoconhecimento e crescimento de Peter ao futuro misterioso do multiverso do MCU.</p>
<p>Ao final da sessão, todas as expectativas estarão alcançadas. As dúvidas sobre o que era real ou teria também serão sanadas. O que fica é a nostalgia e a sensação de dever cumprido. E a melhor parte para os fãs: saber que ainda veem mais três filmes com a participação do promissor Tom Holland. E com a conclusão desse novo capítulo, Peter Parker enfrentará a vida como ela é, mostrando que o Miranha do MCU é mais do que somente um garoto que teve tudo nas mãos. Mostrando que ele é o herói que todos sempre desejaram ver nas telonas. Mostrando que ele é completo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jon Watts</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Jacob Batalon, Alfred Molina, Willem Dafoe, Jamie Foxx, Marisa Tomei e Jon Favreau</p>
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		<title>Especial Homem-Aranha: Os três arcos da trajetória do herói no cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 17:38:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 1962, quando teve a sua primeira aparição nos quadrinhos, o Homem-Aranha trouxe um novo caminho para as ficções heroicas. O surgimento de uma figura tão próxima da realidade dos leitores encantou gerações e promoveu uma narrativa cheia de arcos e ramificações que se desdobram até hoje, quase seis décadas após sua criação. Os fãs do Aranha já vivenciaram diversas fases da personagem e estavam curiosos com a continuidade que a Sony Pictures, em parceria com a Marvel Studios, daria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 1962, quando teve a sua primeira aparição nos quadrinhos, o Homem-Aranha trouxe um novo caminho para as ficções heroicas. O surgimento de uma figura tão próxima da realidade dos leitores encantou gerações e promoveu uma narrativa cheia de arcos e ramificações que se desdobram até hoje, quase seis décadas após sua criação. Os fãs do Aranha já vivenciaram diversas fases da personagem e estavam curiosos com a continuidade que a <em>Sony Pictures</em>, em parceria com a <em>Marvel Studios</em>, daria para a jornada de Peter Parker.</p>
<p>Após os eventos de <em>Vingadores: Ultimato</em> que foram determinantes para a reaparição do <em>Spider-Man</em>, a jornada de <em><strong>Homem-Aranha: Longe de Casa</strong></em> começa com um Peter tentando se adaptar as mudanças que ocorreram no planeta, em especial a perda do seu mentor e amigo. A responsabilidade de ser um dos poucos heróis vivos, a frustração e o vazio pela ausência de Tony e os dilemas juvenis embalam a narrativa desse novo arco do Aranha. A jornada que começou em 2016 com a aparição do jovem herói em <em>Capitão América: Guerra Civil</em>, toma forma e se complexifica durante seu segundo filme solo.</p>
<p>Apesar do sucesso e da visibilidade cada vez maior por sua participação nos Vingadores, o jovem herói já é um velho conhecido da cultura <em>geek</em>. De 1962 até os dias de hoje, o Aranha já teve centenas de hqs publicadas, foi tema de 11 séries televisivas – sendo duas <em>live-action</em> e nove animadas –, foi protagonista de três diferentes arcos fílmicos e gerou dois <em>spin-offs</em>. Com sua chegada no cinema, contudo, esse fascínio e essa comoção só se amplificaram.</p>
<figure id="attachment_10889" aria-describedby="caption-attachment-10889" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10889" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10889" class="wp-caption-text">Tobey Maguire no icônico papel de Homem-Aranha</figcaption></figure>
<p>Dentre os filmes solo do Homem-Aranha, a trilogia dirigida por Sam Raimi (<em>A Morte do Demônio</em>, 1981) foi um capítulo de extrema importância na jornada do herói. Além de iniciar a fase cinematográfica do Aranha, o diretor deu vida a uma narrativa que padronizou o imaginário popular de quem seria essa figura tão famosa desde a década de 1960. A interpretação de Tobey Maguire (<em>Regras da Vida</em>, 1999) inaugurou uma das possibilidades do herói. Nos três filmes da parceria Raimi-Maguire, o espectador pôde ver um jovem maduro, com preocupações adultas e dilemas profundos – tanto que o fator da perda do tio Ben é um acontecimento de extrema importância para a construção do super-herói. Maguire, portanto, estreou essa personagem nos cinemas com uma vivência que trazia maturidade e dificuldades de uma vida mais adulta.</p>
<figure id="attachment_10888" aria-describedby="caption-attachment-10888" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10888" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10888" class="wp-caption-text">Já Andrew Garfield foi pouco popular</figcaption></figure>
<p>Em seu segundo arco, a <em>Sony Pictures</em> decidiu adaptar a hq mais antiga do herói. <em>O Espetacular Homem-Aranha</em> traz uma roupagem completamente diferente para o Peter. Dessa vez, o público se depara com um Parker fisicamente mais jovem, com atitudes e vivências mais infantis e até com uma personalidade um pouco oposta do Peter de Maguire. Andrew Garfield (<em>Até o Último Homem</em>, 2016) dá vida a esse novo tipo heroico do Parker que rendeu dois longas. Apesar das duas produções, <em>The Amazing Spider-Man</em> (título original) cometeu muitos deslizes durante esses dois momentos. Os longas não conseguiram executar a narrativa com a maestria de Raimi e os roteiros se mostraram frágeis em suas tentativas de inovação. Atrelado a isso, a interpretação de Garfield não foi exatamente bem vista pelo público. Existe um claro estranhamento ao assistir o Andrew como o Aranha e, quando comparado com Tobey, esse incômodo só aumenta.</p>
<p>Após ficar dois anos longe das telas, o herói da vizinhança retorna aos cinemas fazendo uma participação especial no último filme solo do Capitão América. Assim, em 2016, os fãs da <em>Marvel</em> puderam ter um primeiro olhar – mesmo que rápido – de como seria essa nova versão do Aranha. Desde esse primeiro momento, o <em>Spider-Man</em> de Tom Holland mostrou que seguiria um caminho mais próximo ao de Maguire. Um ano depois, com a estreia de seu longa, Holland trouxe ao público uma versão mais jovem do que foi a personagem de Maguire e Garfield.</p>
<figure id="attachment_10887" aria-describedby="caption-attachment-10887" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10887" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10887" class="wp-caption-text">Tom Holland tem se saído bem como o Spider-Man atual</figcaption></figure>
<p>O Homem-Aranha de Tom é um <em>nerd</em> desengonçado que enfrenta os dilemas normais de todo adolescente. Apesar de não conter a profundidade das motivações de Maguire, Holland, ainda assim, consegue se aproximar do estereótipo do herói aracnídeo. A despretensão de assumir essa vida de super-herói, as vivências ainda colegiais e o jeito atrapalhado são características próximas que podem ser traçadas entre o primeiro e o atual Aranha.</p>
<p>O destaque dessa nova jornada, contudo, está na participação do Homem-Aranha nos Vingadores. A adesão do garoto nova-iorquino aos maiores defensores do universo foi uma estratégia narrativa desde o início. A primeira aparição do Aranha mostra que os caminhos se alinhavam para que ele crescesse como herói e assumisse um papel fundamental na proteção do planeta com o passar dos anos. Todo esse processo se intensifica com a perda de seu mentor – temática a qual gerou o enredo do último lançamento da <em>Marvel Studios</em>.</p>
<p>Com <strong><em>Far From Home</em></strong> (título original), a jornada de Peter Parker chega a um momento crucial. O garoto precisa aceitar o seu papel de protetor de mais do que sua cidade e deve abraçar o legado que Tony Stark deixou para ele. Pela frente, suas preocupações juvenis e sua maturidade ainda em processo precisarão se moldar aos dilemas da vida real de um super-herói. Com isso, o perigo, sofrimento e a perda podem se tornar questões frequentes em sua vida. Acontecimentos que podem, ao decorrer dos próximos filmes, aproximar ainda mais os Aranhas de Maguire e Holland.</p>
<p>Para além desses arcos principais, a saga do <em>Spider-Man</em> foi capaz de ir além da figura central das hqs – ou pelo menos de sua personagem original. Em 2018, a <em>Sony</em> lançou dois <em>spin-offs</em> das histórias do Homem-Aranha. A primeira produção lançada foi o longa-metragem estrelado por Tom Hardy (<em>Mad Max: Estrada da Fúria</em>, 2015) intitulado <em>Venom</em>. O filme narra a história de um jornalista controverso que acaba se tornando hospedeiro do simbionte que dá nome ao filme. Apesar das suas falhas de roteiro, direção e tom, a película teve um sucesso de bilheteria, o que garantiu sua continuação – a qual está prevista para 2020 – e ainda outras produções voltadas para vilões do universo Aranha, como <em>Morbius</em> que estreia, também, em 2020.</p>
<figure id="attachment_10885" aria-describedby="caption-attachment-10885" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10885" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10885" class="wp-caption-text">Homem-Aranha no Aranhaverso foi um sucesso e ganhou o Oscar de Melhor Animação</figcaption></figure>
<p>Alguns meses após o lançamento de <em>Venom</em>, a <em>Sony</em> lança o maior sucesso do fim de ano, <em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em>. A animação foi o ponto alto do estúdio e gerou um reboliço no universo cinematográfico. A crítica e o público abraçaram o longa de imediato e a animação levou para casa dezenas de prêmios, incluindo o Oscar de “Melhor Animação”.</p>
<p>O fenômeno causado pela figura do herói aracnídeo tem, portanto, uma história densa e cheia de nuances. Seja pelas representações em diferentes mídias, pelos arcos distintos do cinema ou pela expansão de seu universo. Seja como for, o Homem-Aranha se mantém como um ícone juvenil que está na memória das gerações passadas e presentes. Independentemente das falhas de <em>O Espetacular Homem-Aranha</em> ou da demora para <strong><em>Longe de Casa</em></strong> engatar de forma verdadeiramente interessante, o amor por essa figura fala mais alto e tem garantido sempre um retorno aos estúdios. Os fãs do Aranha agora podem apenas teorizar e aguardar ansiosos pelo desenvolver da história do querido herói tanto em meio aos Vingadores como através dos <em>spin-offs</em> que estão por vir.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-homem-aranha-a-trajetoria-do-heroi-em-seus-tres-arcos-no-cinema/">Especial Homem-Aranha: Os três arcos da trajetória do herói no cinema</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Vingadores &#8211; Guerra Infinita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2018 15:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, Vingadores: Guerra Infinita não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de fandom. Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, <em>Vingadores: Guerra Infinita</em> não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de <em>fandom</em>.</p>
<p>Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes e da maneira mais normal possível. Eis que surge o vilão Thanos para ameaçar o universo. Ele está em busca das 6 Joias do Infinito, que vão lhe conferir o poder absoluto sobre tudo e todos. Desesperado por ter presenciado um cena chocante, Bruce Banner, nosso querido Hulk, vai em busca de ajuda para reunir os heróis novamente.</p>
<p>Os diretores Joe e Anthony Russo recebem um desafio e tanto ao ter que colocar tantos super-heróis em cenas e dar a eles oportunidade de se exibir. Não é à toa que o filme possui mais de 2h30 de duração, já que precisa mostrar, mesmo que um pouco, de todos. Aliás, eles fazem isso de uma maneira incrível. O espectador é contemplado a todo momento e o equilíbrio de importância que eles conferem a cada personagem é realmente cuidadoso. Eles já vinham mostrando um pouco disso nos últimos dois filmes de Capitão América. Mas neste, elevam a outro nível.</p>
<p>O desafio de colocar tantos heróis em cena tem outro problema: a disputa de egos de personagens e atores. Sim, é muita personalidade dominante junto e isso poderia ser um grande problema. Mas o que se percebe é uma parceria grande, um clima agradável de filmagem e uma intenção extremamente positiva de fazer aquilo dar certo. E como deu certo!</p>
<p>O roteiro precisa efetivamente ser observado. A história é profunda e coerente. Todos os fios são conectados e não é apenas aquele grande compilado de cenas de luta e pessoas morrendo. Embora o ritmo seja bem intenso, o filme vai além disso e mostra a parte sentimental dos personagens, a humanidade deles. Até o próprio vilão tem seu momento, mesmo ele sendo realmente assustador. Aliás, essa é uma característica que acaba sendo reforçada pelo lado &#8220;humano&#8221; dele.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8897" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/4577944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O filme é dos Vingadores, mas a história é de Thanos. O vilão é o centro e o foco do longa e faz todo sentido que seja. Ele é forte, poderoso e determinado, passando por cima de tudo e todos com seu objetivo. Nada mais justo que a importância maior fosse dada a ele mesmo. O que se vê é uma série de heróis se dividindo e se unindo com o objetivo de destruir o vilão, que segue forte na sua empreitada. Por tudo isso, esse não será um vilão esquecido, posso afirmar com certeza.</p>
<p>A equipe visual e de som fizeram um trabalho notável, associando ainda mais qualidade ao roteiro. As cenas são bem construídas e distintas, fugindo daquele padrão que costumamos ver de emaranhado de explosões que o espectador nem entende quem é quem.</p>
<p>O longo tempo de exibição parece curto para o filme. Tudo passa tão rápido e envolve tanto o espectador, que nem percebemos quando acaba. É intenso e fluido ao mesmo tempo. Os tons de risada e graça que são conferidos em muitas cenas fazem com que a leveza se estabeleça também, permitindo que o espectador respire um pouco. Mas sem beirar o exagero e sem correr o risco de pesar na profundidade da trama.</p>
<p>A união de tantos universos diferentes num mesmo filme é um mérito que precisa ser notado. Cada personagem tem seu estilo, sua forma de surgir. E tudo isso é respeitado em cena, sem parecer uma colcha de retalhos. A combinação funciona tão bem que parece muito natural o surgimento de cada herói na trama. Mais um ponto de parabéns para os irmãos Russo.</p>
<p>O final é obscuro, pesado e incrível. Deixa o espectador sem fôlego e extremamente ansioso para os próximos filmes que virão e quais as consequências que essa Guerra Infinita vai trazer. Definitivamente esse é um dos melhores filmes de super-herói dos últimos tempo, quem sabe até da história.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4jGRyEa2jhE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Top 3 Melhores Filmes do Homem-Aranha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 14:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Aranha]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Aranha: De Volta ao Lar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Homem-Aranha: De Volta ao Lar entra em cartaz nesta quinta-feira e o Coisa de Cinéfilo já conferiu o novo longa do herói (confira a crítica clicando aqui)! Divertido, engraçado e com cenas de ação eletrizantes, a projeção segue na mesma linha de estilo das produções da Marvel Studio, como Guardiões da Galáxia (2014), Homem-Formiga (2015) e Doutor Estranho (2016). Pensando nesta estreia tão almejada, nosso site preparou um top 3 dos filmes mais bacanas do Spider-Man, para você rever e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</em> entra em cartaz nesta quinta-feira e o <strong><em>Coisa de Cinéfilo</em></strong> já conferiu o novo longa do herói (confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>)! Divertido, engraçado e com cenas de ação eletrizantes, a projeção segue na mesma linha de estilo das produções da Marvel Studio, como <em>Guardiões da Galáxia</em> (2014), <em>Homem-Formiga</em> (2015) e <em>Doutor Estranho</em> (2016). Pensando nesta estreia tão almejada, nosso site preparou um top 3 dos filmes mais bacanas do <em>Spider-Man</em>, para você rever e matar a saudade do melhor saltador de teias, amigo da vizinhança e maior nerd dos quadrinhos que você respeita.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7895" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/07/spider-man-kirsten-dunst.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>3) <em>Homem-Aranha</em> (2002)</strong> – Este é o primeiro filme do Homem-Aranha dirigido por Sam Raimi, com Tobey Maguire e Kirsten Dunst nos papéis de Peter Parker e Mary Jane. O longa, que marcaria toda uma geração, vem cheio de planos abertos do <em>Spider-Man</em> percorrendo a cidade de Nova Iorque, o que traz a sensação do público estar exatamente ali. Apesar de fugir de alguns detalhes dos quadrinhos, como Peter conhecer a MJ na escola ou as teias como um super poder, a projeção consegue levar o espectador para o universo das HQs. Maguire foi o ator que conseguiu fazer a personagem de forma mais completa, mostrando um Peter tímido, nerd e inseguro, mas um Aranha feroz, determinado e ágil. O vilão, Duende Verde, encarnado por Williem Dafoe é assustador e tenso, porém o artista carrega um pouco nas tintas, dando um leve tom caricato a personagem, o que não compromete a qualidade do longa, mas poderia ser mais bem trabalhado. A música também é um ponto positivo nesta primeira parte da trilogia, principalmente <em>Hero</em>, da banda Nickelback e <em>Theme for Spider-Man</em>, interpretada pelo Aerosmith.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7896" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/07/031370.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>2) <em>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</em> (2017)</strong> – Com o humor e muita ação, o Homem-Aranha retorna para as telas repaginado e agora sob o comando da Marvel Studios. Divertido, o filme consegue capturar a essência do herói em suas confusões, amores e conflitos. A escolha de Tom Holland foi acertada! Cheio de carisma, o jovem cativa e emociona o espectador. O vilão também não passa vergonha! Michael Keaton encarna “O Abutre” sem caricatura, humanizando e trazendo problemas concretos para a personagem. A presença constante do universo de <em>Homem de Ferro</em> não incomoda ou tira o foco do protagonista, mas o tempo de tela dedicado à participação poderia ser um pouco menor. Isto porque as “tiradas” que deveriam ser cômicas, textos motivadores e de conselhos, vindos do mundo “Starkiano”, são carregados de machismo, elitismo e falta de empatia. Na verdade, <em>De Volta ao Lar</em> tem muitos respingos de misoginia, principalmente direcionadas para Tia May, vivida por Marisa Tomei nesta versão. É como se a escolha de uma mulher bonita para o papel tornasse a moça alvo de comentários de assédio. No geral, a projeção é bem realizada, porém não chega ao nível necessário e digno do Aranha.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7897" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/07/curiosidade2.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>1) <em>Homem-Aranha 2</em> (2004)</strong> &#8211; Na segunda parte da história dirigida por Sam Raimi, o espectador encontra um Peter Parker (Tobey Maguire) inseguro sobre seu destino como Homem-Aranha, lutando para coordenar sua vida pessoal e profissional com o cotidiano de herói. A razão para esse ser o melhor filme do <em>Spider</em> é uma mescla de boa execução na ação, no desenvolvimento das personagens, de um dos melhores vilões de HQs no cinema (Dr.Otto, vivido por Alfred Molina) e a trama bem amarrada. Os dois lados do protagonista são bem elaborados dentro da narrativa. O público se angustia com os problemas de Parker, os dramas com o amor de sua vida, sua tia e seu melhor amigo. Mas, também torce e fica ansioso para que o Aranha consiga restaurar a paz na cidade e ser visto como bem intencionado outra vez, ainda que os jornais tentem &#8220;vilanizar&#8221; o rapaz em alguns momentos. O mocinho ganha uma imagem menos maniqueísta e demonstra momentos certeiros de dúvida, egoísmo e rancor. A performance de Molina como cientista que enlouquece diante de sua própria genialidade também funciona, pois ele gera sensações múltiplas de desgosto e empatia e há quem até torça por um desfecho positivo para Otto. Outro fator importante são os bonitos planos pela cidade de Nova Iorque, que assim como na primeira parte da história, mostram um belo uniforme de Peter e a luz do sol batendo em sua roupa. Até os alívios cômicos funcionam melhor! São mais fluídos e conseguem capturar a essência atrapalhada de Parker. Apesar de fugir de algumas questões das histórias em quadrinhos, frutos das escolhas da sequência de 2002, <em>Homem-Aranha 2</em> ocupa o primeiro lugar da lista e é um dos melhores filme de super heróis produzidos no cinema hollywoodianos.</p>
<p>Os outros longas realizados sobre o Aranha não merecem estar nesta lista, pois desmerecem a qualidade das histórias do herói nas telas e nas HQs. Eles não são um bom retrato do <em>Spider-Man</em>, como o terceiro filme do Raimi, em 2007. Peter Parker emo precisa dar conta de três vilões e duas namoradas e, no final das contas, o roteiro se perde, nada é bem explorado. Ou <em>O Espetacular Homem-Aranha</em>, de 2012. A tentativa de contar o início da jornada do rapaz decepciona por parecer uma cópia mal feita da trama de 2002. Com um elenco menos carismático e um vilão caricato, o público poderia se sentir entediado, o que não é algo esperado em uma projeção de ação.</p>
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		<title>Crítica: Homem-Aranha &#8211; De Volta ao Lar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 00:30:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Homem-Aranha]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Aranha: De Volta ao Lar]]></category>
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		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O subtítulo &#8220;De Volta ao Lar&#8221; de Homem-Aranha: De Volta ao Lar tem um significado específico na trajetória do personagem-título nos cinemas. Após um acordo com a Sony, detentora dos direitos de adaptação do herói para as telonas desde o primeiro filme dirigido por Sam Raimi e estrelado por Tobey Maguire nas telonas em 2002, a Marvel Studios traz para o seu panteão de personagens do projeto Vingadores uma de suas mais icônicas propriedades. Nesse sentido, o Homem-Aranha que verá nas telonas é bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O subtítulo &#8220;De Volta ao Lar&#8221; de <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>tem um significado específico na trajetória do personagem-título nos cinemas. Após um acordo com a Sony, detentora dos direitos de adaptação do herói para as telonas desde o primeiro filme dirigido por Sam Raimi e estrelado por Tobey Maguire nas telonas em 2002, a Marvel Studios traz para o seu panteão de personagens do projeto <i>Vingadores</i> uma de suas mais icônicas propriedades. Nesse sentido, o Homem-Aranha que verá nas telonas é bem diferente daquele dos anos 2000, ele faz parte de todo um projeto de narrativa seriada cinematográfica calcado em marcas específicas. Os tempos são outros e, queira ou não queira, é imperativo para essa gigante do cinema inseri-lo em seu universo cinematográfico repleto de conexões entre seus diversos núcleos de personagem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Esse Homem-Aranha de 2017 tem Tony Stark, o Homem de Ferro, como seu mentor e ídolo, gravitando em um mundo fortemente marcado pelo impacto cultural produzido pelos Vingadores, a ponto do Capitão América ser mostrado reiteradamente no colégio de Peter Parker em um vídeo institucional-educativo. Assim, olhando <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>por esses termos, o filme cumpre ao que veio, mostrando-se como mais uma ramificação coerente desse universo cinematográfico ao mesmo tempo em que procura estabelecer a personalidade desse novo Peter Parker nesse contexto. No entanto, por atender ao modelo narrativo da empresa Marvel Studios, bem-sucedido nas bilheterias e aceito pela crítica, o longa acaba sacrificando ocasionalmente momentos de genuína emoção que conectam o espectador ao protagonista, que, por sinal, eram feitos de maneira magistral por Sam Raimi em <i>Homem-Aranha </i>e <i>Homem-Aranha 2</i>. Portanto, visto como subproduto <i>Vingadores</i>, <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>cumpre sua função sem comprometer as marcas de um modelo de cinema que parece agradar ao espectador com a produção de uma narrativa leve, marcada pelo humor e que atenua qualquer gravidade no destino dos seus personagens com suas piadas autorreferenciais, porém, em um quadro comparativo, <i>De Volta ao Lar </i>não tem o impacto histórico e emocional das produções protagonizadas pelo personagem no início dos anos 2000. Falta um pouquinho de coração, ainda que se anuncie esse filme como o exemplar mais genuíno e fiel ao personagem das HQs que verá.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7888" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/07/spider-man_michael_keaton_batman_0.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>é ambientado após os eventos de <i>Capitão América: Guerra Civil</i>. No filme, Peter Parker aguarda um retorno de Happy, fiel funcionário das empresas Stark, para uma próxima missão, caso o Homem de Ferro necessite dos seus serviços. Diante de meses de silêncio, Parker resolve sair por Nova York por conta própria como o Homem-Aranha e acaba descobrindo uma gangue liderada pelo Abutre que há tempos especializou-se em caçar armamentos e equipamentos deixados por aí pelos Vingadores e seus inimigos para vendê-los em um mercado paralelo. Assumindo a vida dupla como Peter Parker, lidando com os problemas mundanos de um adolescente no colegial, e como Homem-Aranha, enfrentando o Abutre e sua gangue, o personagem, ao longo do filme percorre uma trajetória na qual tem que aprender a lidar com suas limitações, escolhas e a responsabilidade que passa a assumir no momento em que veste o uniforme do herói.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>certamente fará sucesso com o público e com quem já costuma dar certificado de aprovação aos filmes da Marvel. Está longe de apresentar um resultado ruim como <i>Homem de Ferro 3 </i>ou morno como <i>Thor </i>e <i>Thor: O Mundo Sombrio</i>, se igualando a resultados corretos como <i>Vingadores </i>e <i>Homem de Ferro, </i>mas não acima da média como <i>Capitão América: Soldado Invernal</i>.<i> </i> Não tem uma vírgula no roteiro desse filme que já não tenha sido testada com êxito em tantos outros exemplares da Marvel de grande aceitação pelo seu público. <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>ainda tem o mérito de ter um vilão bem construído em suas motivações, o Abutre vivido por Michael Keaton, algo que a Marvel sempre foi acusada de não conseguir desenvolver satisfatoriamente à exceção de Loki, mas isso nem chega a ser difícil já que a galeria de vilões do Homem-Aranha sempre foi conhecida como uma das melhores da empresa.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Os melhores momentos de <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</i>, no entanto,<i> </i>não são àqueles em que ele adere irrestritamente à fórmula Marvel, ou seja, não estão nos <i>insights </i>cômicos que se apropriaram das referências à cultura adolescente ( trilha sonora <i>pop</i>, uso de filmagens &#8220;caseiras&#8221;, referências a <i>Star Wars</i>) ou ao próprio universo das adaptações em quadrinhos para o cinema (há um momento em que claramente é feita uma menção ao Batman de Christopher Nolan), mas quando o longa investe seu tempo no amadurecimento emocional e nos conflitos psicológicos do seu protagonista, um adolescente imaturo, de bom coração e cheio de inseguranças, algo que, por sinal, nos faz lembrar das razões que fizeram <i>Homem-Aranha </i>e <i>Homem-Aranha 2 </i>se conectarem com tantas pessoas por tanto tempo, Sam Raimi conseguia conduzir tais momentos como nenhum outro realizador. Uma cena específica do longa é, possivelmente, uma das mais fortes em termos de investimento emocional da Marvel Studios e infelizmente não se repete por mais vezes no filme:  Peter é soterrado por destroços e demonstra vulnerabilidade e medo por não conseguir se desvencilhar de uma situação que coloca em risco sua própria vida. Talvez <i>De Volta ao Lar </i>precisasse de mais momentos como esse para ser &#8220;aquele&#8221; filme da Marvel que fugisse de um esquema criativo tão burocrático como o que exibe em tantos outros exemplares a cada ano.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Agradando aos fãs do filme do estúdio com a oferta de um modelo de narrativa que dosa humor com <i>fan service</i>, <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>usa esta fórmula consagrada à serviço de um personagem que parece se adequar a tais moldes. Ainda que os momentos de genuína humanidade e emoção da história se percam em meio à urgência de se produzir doses cavalares de comicidade, algo que demonstra um certo desgaste nas produções desse nicho, <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>é um longa de entretenimento coerente e bem feito. É impossível não sair com uma mínima dose de satisfação ao final da sessão, especialmente os fãs do personagem que amargaram filmes tão decepcionantes quanto os  <i>reboots</i> <i>O Espetacular Homem-Aranha</i>, com Andrew Garfield como o personagem-título. Como fã do personagem somente em sua encarnação nos cinemas (as HQs do herói nunca fizeram parte da minha vida), <i>Homem-Aranha </i>e <i>Homem-Aranha 2 </i>de Sam Raimi ainda têm lugar cativo justamente pelo investimento emocional que faziam na trajetória e conflitos desse personagem, algo que, infelizmente, parece ser dissolvido nesse cinema de super-heróis que se faz hoje em dia. Mas, como sublinhei linhas atrás, para o bem e para o mal, são outros tempos.</p>
<p>Obs.: Há duas cenas pós-créditos ao final do filme. Portanto, só saia da sala quando o filme realmente tiver terminado (e a segunda cena pós-créditos vale muito a pena).</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x5Q0AzHr3FM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Vai Passar na TV: 18 a 23 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 16:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Bastardos Inglórios]]></category>
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		<category><![CDATA[Closer – Perto Demais]]></category>
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		<category><![CDATA[Os Suspeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na programação da TV desta semana, o filme de suspense Os Suspeitos, que conta com excelentes atuações de Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal. Tem ainda o drama Closer &#8211; Perto Demais, que fala sobre traições e relacionamentos frustrados, com interpretações de ulia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen. Tem o primeiro Homem-Aranha de 2002, com Tobey Maguire e Kirsten Dunst. Tem o clássico dos clássicos Os Dez Mandamentos, o longa Coco Chanel, com Shirley MacLaine, e o romance [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na programação da TV desta semana, o filme de suspense <strong><em>Os Suspeitos</em></strong>, que conta com excelentes atuações de Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal. Tem ainda o drama <strong><em>Closer &#8211; Perto Demais</em></strong>, que fala sobre traições e relacionamentos frustrados, com interpretações de ulia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen. Tem o primeiro<strong><em> Homem-Aranha</em></strong> de 2002, com Tobey Maguire e Kirsten Dunst. Tem o clássico dos clássicos <strong><em>Os Dez Mandamentos</em></strong>, o longa <strong><em>Coco Chanel</em></strong>, com Shirley MacLaine, e o romance <strong><em>Orgulho e Preconceito</em></strong>. Confira sinopses e trailers.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/prisoners1.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2170" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/prisoners1.jpg" alt="prisoners1" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Sábado (18/10) – Telecine Premium às 22h – <strong>Os Suspeitos</strong></p>
<p>O filme de suspense conta a história de uma família onde duas meninas somem de repente, de dentro de casa. Todos ficam desesperados e começam a procurar pelas garotas. As pistas começam a aparecer e guiam para algumas possibilidades. Louco pela perda da filha, um dos pais resolve investigar por conta própria e punir aqueles que acreditam que estejam envolvidos no sumiço das meninas.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/1GwPisQUuL4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/homem-aranha-1.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2171" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/homem-aranha-1.jpg" alt="homem-aranha-1" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Domingo (19/10) – Globo às 13h40 –<strong> Homem-Aranha (2002)</strong></p>
<p>O filme é o primeiro da primeira trilogia do super-herói e conta a história desde o começo, quando ele é mordido pela aranha radioativa e começa a desenvolver poderes especiais. O longa conta com bons momentos e a clássica cena do beijo na chuva com a mocinha Mary Jane.</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/23.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2172" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/23.jpg" alt="23" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Segunda-feira (20/10) – HBO Plus às 11h – <strong>Closer – Perto Demais</strong></p>
<p>O filme fala sobre a dinâmica de casais infelizes com seus relacionamentos que acabam buscando fora a possibilidade de um momento de alegria. Eles acabam se envolvendo e trocando relações entre si, o que ocasiona um grande problema (ou solução) para todos.</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/15188_gordost-i-predubezhdenie_or_pride-38-prejudice_1600x1200_www-gdefon-ru.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2173" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/15188_gordost-i-predubezhdenie_or_pride-38-prejudice_1600x1200_www-gdefon-ru.jpg" alt="15188_gordost-i-predubezhdenie_or_pride-38-prejudice_1600x1200_www-gdefon-ru" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Terça-feira (21/10) – Studio Universal às 15h – <strong>Orgulho e Preconceito</strong></p>
<p>O filme baseado no livro de Jane Austen e conta a história de uma família com cinco filhas, onde a mãe e o pai lutam para casar as meninas e conseguir salvar financeiramente a família. Quando um ricaço bonitão chega na cidade, todas ficam em polvorosa, menos a tímida Elizabeth, que prefere ler a ficar procurando um marido. Os dois acabam brigando e criando uma suposta inimizade.</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Coco-Chanel-Shirley-MacLaine.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2174" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Coco-Chanel-Shirley-MacLaine.jpg" alt="Coco-Chanel-Shirley-MacLaine" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Quarta-feira (22/10) – MGM às 13h15 – <strong>Coco Chanel</strong></p>
<p>O filme para televisão conta a história da estilista famosa Coco Chanel. Seus amores, problemas, questões de relacionamentos. A perspectiva vai até sua fase idosa e conta com a interpretação de Shirley Maclaine.</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/os-10-mandamentos.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2175" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/os-10-mandamentos.jpg" alt="os-10-mandamentos" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Quinta-feira (23/10) – Telecine Cult às 18h05 – <strong>Os Dez Mandamentos</strong></p>
<p style="text-align: left;">O clássico dos anos 50 conta a história bíblica de Moisés, desde seu nascimento até o momento em que ele se torna um guia para o novo mundo religioso. O filme é grandioso e traz uma qualidade impressionante dada a época em que foi gravado. Vale a pena conferir!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/09PleQHOb6g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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