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	<title>Arquivos Bill Murray - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Bill Murray - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 21:03:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é mais um filme da Marvel que chega aos cinemas com muito alarde e uma recepção bem contraditória. Isso porque a cada dia que passa os marvetes estão mais exigentes e a própria produtora tem colocado cada vez menos esmero nas suas criações. Dito isso, cheguei para assistir ao longa sem qualquer expectativa de qualidade, o que foi ótimo pois acabei me deparando com algo melhor do que poderia imaginar. Neste terceiro filme solo do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em> é mais um filme da Marvel que chega aos cinemas com muito alarde e uma recepção bem contraditória. Isso porque a cada dia que passa os marvetes estão mais exigentes e a própria produtora tem colocado cada vez menos esmero nas suas criações. Dito isso, cheguei para assistir ao longa sem qualquer expectativa de qualidade, o que foi ótimo pois acabei me deparando com algo melhor do que poderia imaginar.</p>
<p>Neste terceiro filme solo do super-herói, Scott Lang (Paul Rudd, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>) lida com as mudanças de sua filha, Cassie (Kathryn Newton, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-retorno-de-ben/"><em>O Retorno de Ben</em></a>), que acaba de criar uma ferramenta de comunicação com o reino quântico. O que eles não poderiam imaginar é que os sinais emitidos pelo instrumentos estavam sendo captados, o que os levaria ao reino de fato. A dupla acaba sendo sugada, juntamente com Hope van Dyne (Evangeline Lilly, <em>O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos</em>), Dr. Hank (Michael Douglas, <em>O Método Kominsky</em>) e Janet (Michelle Pfeiffer, <em>Malévola &#8211; Dona do Mal</em>).</p>
<p>Quando chegam ao reino quântico, eles se deparam com muito mais desafios do que poderiam imaginar. Janet escondeu várias informações ao longo de anos, inclusive a sua relação com Kang, O Conquistador (Jonathan Majors, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-7-de-chicago-netflix/"><em>Os 7 de Chicago</em></a>), o grande vilão do momento desta nova fase da Marvel. O filme vai fluindo de maneira muito natural, nos apresentando uma equipe, uma crise e um caminho de solução. É algo genérico, claro, mas que funciona muito bem por conta da execução do que é feito. Não há nada de errado em um bom e velho feijão com arroz, contanto que você saiba executar isso de maneira eficiente.</p>
<p>E é isso que acontece aqui em <em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em>. O longa funciona bem como conexão de outros filmes que já estão lançados e outros tantos que ainda vão estrear. O caminho de construção da figura do vilão Kang está sendo bem razoável e o personagem tem toda a imponência necessária para infringir medo e terror nos personagens. Além disso, ele mantém o perfil que foi traçado desde o início e não apela para um lado cômico, que jamais existiria de fato.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16465" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911.jpg" alt="Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/5830911-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com boas cenas de ação e dosando bem a intensidade dos atos, o filme funciona razoavelmente bem. Acredito que o fato de eu não esperar nada dele me ajudou a compreender a sua simplicidade como algo assertivo. É possível que o espectador mais ansioso tenha se decepcionado em alguns pontos. Mas o filme entretém e entrega o necessário para seguirmos para o próximo capítulo. E isso é mais do que suficiente por aqui.</p>
<p>As cenas pós-crédito (são duas) revelam que o caminho de construção do vilão vai levar a um embate épico no final, o que sustenta as teorias de que possivelmente o Homem de Ferro retorne, ainda que como personagem e não na pele de Robert Downey Jr. Algo que definitivamente elevaria essa fase para outro ponto que é, no momento, inalcançável.</p>
<p>A Marvel vem de um período bem complicado em que seus filmes não são mais tão bem recebidos como antes, mas a culpa recai apenas sobre ela mesma. Na ânsia de criar produções em escala, uma atrás da outra, eles têm deixado de lado a qualidade e o cuidado com as criações. É tudo meio feito de última hora, uma sensação de que não dedicaram a energia suficiente para aquilo ser realizado. Algo como um texto entregue sem revisão. E o espectador, por mais fanático que seja, não é burro e percebe tudo isso acontecendo. Essa certeza de que terá público, independente do que seja feito, é que tem sido o lado traiçoeiro da companhia.</p>
<p>Voltando ao ponto de <em><strong>Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania</strong></em>, ele funciona direitinho e nos entrega uma boa produção. A frustração se dá quando vemos um chef de cozinha entregando um feijão com arroz simplório e ficamos tentados a pensar como seria uma produção mais audaciosa e dedicada. Ainda assim, vale conferir nos cinemas e seguir nessa saga que está entregando bem menos do que a fase anterior, mas ainda com algum potencial. Tudo depende da própria Marvel!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Peyton Reed</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Douglas, Michelle Pfeiffer, Jonathan Majors, Kathryn Newton, Bill Murray, Katy O&#8217;Brian</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6jIz_8tokvg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Operação Cerveja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 18:49:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de vencer um Oscar controverso de melhor filme com Green Book em 2018, um longa que rendeu inúmeras discussões sobre a ideia do white savior (o herói branco), Peter Farrelly poderia ter a chance de se redimir com o público em Operação Cerveja, seu filme seguinte que está disponível no Apple TV +. O longa tem muitas qualidades, mas não consegue enxergar as potencialidades da sua narrativa e, sobretudo, do seu protagonista, o ator Zac Efron (Baywatch), em momento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de vencer um Oscar controverso de melhor filme com Green Book em 2018, um longa que rendeu inúmeras discussões sobre a ideia do white savior (o herói branco), Peter Farrelly poderia ter a chance de se redimir com o público em <em><strong>Operação Cerveja</strong></em>, seu filme seguinte que está disponível no Apple TV +. O longa tem muitas qualidades, mas não consegue enxergar as potencialidades da sua narrativa e, sobretudo, do seu protagonista, o ator Zac Efron (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/"><em>Baywatch</em></a>), em momento inspirado. No saldo, esse novo longa do diretor apresenta até mais prós do que contras em comparação com seu filme anterior, mas nem por isso deixa menos evidente os tropeços da condução do realizador com suas histórias, sobretudo quando ele se leva a sério demais.</p>
<p><em><strong>Operação Cerveja</strong></em> conta a história de Chickie Donohue (Zac Efron), um jovem estadunidense que viaja para o Vietnã em plena guerra no final da década de 1960, com um projeto bem-intencionado, mas obviamente estúpido: oferecer cervejas aos soldados do seu país, a maioria amigos de vizinhança de Chickie, como forma de agradecimento e apoio à sua bravura. Quando chega na zona de guerra, o rapaz percebe que a realidade do conflito não é como ele imaginava e que os governantes do seu país, que ele tanto defendia e em quem tanto acreditava, estão mentindo para a população sobre a situação no Vietnã.</p>
<p>No âmago, <em><strong>Operação Cerveja</strong></em> apresenta Chickie Donohue como um sujeito fora da realidade, alienado, do tipo que acredita piamente no seu presidente sem contestar, excluindo a realidade que o cerca como parâmetro para avaliar as falas e ações do governo do seu país. Em dada discussão com o jornalista de guerra interpretado por Russell Crowe (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-amor-e-trovao/"><em>Thor: Amor e Trovão</em></a>), o personagem chega a dizer que a imprensa não deveria propagar notícias ruins sobre o conflito pois estas deixam o povo estadunidense desesperançoso, ou seja, lobotomizado pela retórica do seu presidente, Chickie acredita piamente que esconder a realidade engendra algum tipo de força motora no bem-estar da população. Acredito que até aqui o leitor já tenha identificado esse perfil de figura na atual realidade do nosso país, fazendo com que algumas ideias de <em>Operação Cerveja</em> sobre a sociedade da desinformação, a pós-verdade das fake news de whatsapp, sejam atemporais na condução de governos autoritários e manipuladores.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15966" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/3349402.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Operação Cerveja" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/3349402.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/3349402.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/3349402.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/3349402.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Zac Efron interpreta muito bem o protagonista de<em><strong> Operação Cerveja</strong></em>, o típico estadunidense médio. Efron sabe lidar com o comportamento absurdo desse sujeito bitolado por ideias nacionalistas que acredita nas teorias da conspiração mais sem fundamento possíveis, ao mesmo tempo que compreende que o humor aqui surge como efeito colateral e não como força-motora desse personagem. Com isso, Efron consegue tornar Chickie Donohue uma figura muito crível e não uma caricatura, uma armadilha fácil na composição desse tipo de sujeito. Mesmo dando humanidade a esse sujeito, o ator não afasta essa composição de uma crítica social e política que flerta com a ironia na representação do extrato social que ele representa. Há decisões muito inteligentes no trabalho de Efron em <em>Operação Cerveja</em>.</p>
<p>O problema do longa é que Peter Farrelly parece colocar o filme o tempo todo em conflito. O diretor e roteirista não sabe se olha com simpatia para esse protagonista, que muda de percepção sobre a guerra na medida em que vivencia a violência do conflito, ou se ironiza aquele sujeito. O filme parece se colocar no fogo cruzado entre a crítica e a necessidade de construir uma jornada de redenção cheia de momentos piegas e inorgânicos para seu protagonista.</p>
<p>Nos minutos finais de <em><strong>Operação Cerveja</strong></em>, a inconsequência de Chickie Donohue assume ares heroicos com sua regeneração. Farrelly prefere fincar as raízes do seu filme no drama fácil do que no teor irônico que sua história parece sugerir pontualmente e que a transformaria em uma obra bem mais interessante do que é. O longa até peca na forma ingênua como constrói a jornada de regeneração de Chickie com direito até a discursos inflamados do mesmo quando ele retorna aos EUA.</p>
<p>Esta já é a segunda empreitada de Farrelly em temáticas mais sérias. Egresso de comédias como <em>Quem vai ficar com Mary?, Debi e Lóide, Eu, Eu Mesmo e Irene e O Amor é Cego</em>, talvez fizesse melhor ao diretor pensar no seu retorno à comédia. Dado o resultado de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-green-book-o-guia/"><em>Green Book</em></a> e agora em <em><strong>Operação Cerveja</strong></em>, filmes que soam como um apelo de um diretor para ser levado à sério, se moldando a fórmulas dramaturgicamente anacrônicas, é o momento de Farrelly dar vazão ao seu lado mais ácido e assumidamente cômico. Os momentos em que <em>Operação Cerveja</em> brilha são quando o diretor explora a falta de noção latente em Chickie Donohue através do desempenho certeiro de Efron. O resto do filme parece ruído e resultado da necessidade de um diretor que parece ainda buscar aprovação da crítica e dos prêmios.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Peter Farrelly</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Zac Efron, Russell Crowe, Bill Murray, Kyle Allen</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/FT9vaIdGTbg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Ghostbusters &#8211; Mais Além</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2021 16:03:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O anúncio de uma nova produção que recrie ou dê continuidade à queridas e conhecidas histórias é preocupante. A pergunta que vem de imediato é: por quê? Qual o propósito de mexer em algo que já marcou a história do cinema se você pode criar algo novo? E a primeira resposta que vem à mente é: dinheiro. O apelo emocional do público é o fator número um para um filme que revitaliza, reconstrói ou continua uma narrativa anterior. E esse [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio de uma nova produção que recrie ou dê continuidade à queridas e conhecidas histórias é preocupante. A pergunta que vem de imediato é: por quê? Qual o propósito de mexer em algo que já marcou a história do cinema se você pode criar algo novo? E a primeira resposta que vem à mente é: dinheiro. O apelo emocional do público é o fator número um para um filme que revitaliza, reconstrói ou continua uma narrativa anterior. E esse é o caso de <b><i>Ghostbusters: Mais Além</i></b> que, depois de quatro adiamentos por conta da pandemia, finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (18).</p>
<p>O longa-metragem causou um rebuliço nos fãs da franquia quando foi anunciada a sua produção. Apesar da empolgação, a ideia de um novo Caça-Fantasmas recaiu nesta discussão sobre o valor de sua existência dentro da franquia. <b><i>Ghostbusters: Afterlife</i></b> (título original), no entanto, se mostra um projeto sensível e inteligente. A  produção soube dosar os momentos de servir o público com coisas do passado sem perder de vista o seu valor de construção próprio. Tudo isso entregue ao público com graça, emoção e charme.</p>
<p>Callie (Carrie Coon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-viuvas/"><em>As Viúvas</em></a>) se muda com seus filhos, Phoebe (Mckenna Grace, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-maligno/"><em>Maligno</em></a>) e Trevor (Finn Wolfhard, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-it-capitulo-2/"><em>It &#8211; Capítulo 2</em></a>), para a casa de seu recém falecido pai. Com uma relação conturbada entre pai e filha, tanto Callie quanto as crianças não sabiam o que esperar da ida para a pacata cidadezinha até que o passado se fez presente. Aparições de fantasmas trazem à tona os segredos da família, revelando que Phoebe e Trevor são netos de Egon Spengler, o antigo Caça-Fantasmas. Agora os decentes de Egon terão a difícil missão de conter as forças paranormais que estão tentando tomar conta da pequena cidade.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14743" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3460596.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Ghostbusters - Mais Além" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3460596.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3460596.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3460596.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/3460596.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><b><i>Ghostbusters: Mais Além</i></b> é uma produção que se mantém por si só por saber respeitar o que veio antes dela. E é evidente que a proximidade das mentes que comandaram o processo são as responsáveis por isso. Dirigido e co-escrito por Jason Reitman (<em>Tully</em>), <b><i>Mais Além</i></b> é um legado passado de pai para filho. Jason é filho do diretor dos dois primeiros filmes, Ivan Reitman. O Reitman pai também é o produtor do projeto, ou seja, estava tudo em família. Como se eles pudessem retomar de onde Ivan parou, em 1989. E é a sensação que dá ao sair da sessão. O espectador sente como se tivesse vivenciado uma história que não é apenas uma continuação direta dos clássicos de ficção científica dos anos 1980, mas uma produção com a mesma energia e qualidade.</p>
<p><b><i>Afterlife</i></b> vem para revitalizar a querida franquia <i>sci-fi</i> e mostrar que é possível se fazer continuações com qualidade e que se sustentam &#8211; como <i>Halloween</i> (2018) também fez há alguns anos. Os detalhes que conectam o filme com seus antecessores é uma força motriz. Evidentemente existe o <i>fan service</i> espalhado pelo longa, mas nada que atrapalhe a recepção. Pelo contrário, as escolhas de serviço não são excessivas e foram colocadas nos momentos perfeitos para gerar nostalgia.</p>
<p>E é por meio dessa construção narrativa regada de memórias afetivas que o público é conduzido numa história com comédia, drama e tensão. A participação dos Caça-Fantasmas originais é um dos momentos mais emocionantes para os fãs, em especial porque Harold Ramis, o ator que interpretou Egon Slenger, faleceu em 2014, aos 69 anos. Talvez daí venha a explicação simbólica do título original do filme (que quer dizer além da vida, em tradução livre). A presença dele com imagens de arquivo dos outros filmes é um abraço quente no espectador. Ramis, além de dar vida a um dos personagens principais, também co-escreveu <em>Os Caça-Fantasmas</em> (1984) e <em>Os Caça-Fantasmas 2</em> (1989) com seu colega de cena Dan Aykroyd, o eterno Ray Stantz.</p>
<p>Tanto o elenco jovem como o adulto conduz o público por cada momento cômico com maestria. A participação de Paul Rudd (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-formiga-e-a-vespa/"><i>Homem Formiga e a Vespa</i></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><i>Vingadores: Ultimato</i></a>, de 2019), por exemplo, é um show à parte. O ator mostra mais uma vez porque está em Hollywood há tantos anos fazendo o espectador chorar de rir. Além dele, outro destaque do filme é a jovem Mckenna Grace (<a href="http://Annabelle 3: De Volta Para Casa"><i>Annabelle 3: De Volta Para Casa</i></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-maligno/"><i>Maligno</i></a>, de 2021). A atriz esbanja talento e comove o público em sua jornada de autoconhecimento e aceitação. Entre risadas e lágrimas, <b><i>Ghostbusters: Mais Além</i></b> é um filme preparado para divertir todas as pessoas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jason Reitman</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Carrie Coon, Finn Wolfhard, Mckenna Grace, Paul Rudd, Bill Murray, Celeste O&#8217;Connor, Dan Aykroyd, Ernie Hudson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Ikqtxp8Yd-U" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 01:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Abigail Breslin]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Murray]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
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		<category><![CDATA[Ruben Fleischer]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Harrelson]]></category>
		<category><![CDATA[Zoey Deutch]]></category>
		<category><![CDATA[Zumbilândia - Atire Duas Vezes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A moda em Hollywood, atualmente, é ressuscitar histórias que aconteceram há muitos anos. Isso vai basicamente do receio de investir em projetos novos &#8211; já que a obrigação do super lucro é cada dia maior. O resultado são franquias sem fim, filmes que poderiam ser apenas um e viram trilogias, histórias que parecem nunca morrer. Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes é a continuação do longa original que foi lançado há 10 anos, sem a menor intenção de ter uma sequência. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A moda em Hollywood, atualmente, é ressuscitar histórias que aconteceram há muitos anos. Isso vai basicamente do receio de investir em projetos novos &#8211; já que a obrigação do super lucro é cada dia maior. O resultado são franquias sem fim, filmes que poderiam ser apenas um e viram trilogias, histórias que parecem nunca morrer. <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></strong> é a continuação do longa original que foi lançado há 10 anos, sem a menor intenção de ter uma sequência.</p>
<p>Já plenamente acostumados com as realidades de Zumbilândia, Tallahassee, Columbus, Wichita e Little Rock seguem caçando zumbis e buscando um lugar para se acomodar com segurança. Depois que eles finalmente chegam à Casa Branca e conseguem criar uma realidade praticamente normal, outros problemas de relacionamento vão surgindo. Paralelo a isso, os zumbis estão igualmente evoluindo, tornando-se cada vez mais difíceis de matar.</p>
<p>Não havia necessidade de uma continuação, é verdade. Mas ao menos eles conseguiram cumprir vários quesitos importantes com esse longa. O primeiro foi conseguir reunir o elenco original e o mesmo continuar funcionando tantos anos depois. Especialmente porque Abigail Breslin (<em>Pequena Miss Sunshine</em>) era uma criança na época e agora é adulta. Ou seja, mudou não apenas o físico como o estilo de atuação.</p>
<p>O quarteto principal foi apoiado por um ótimo grupo de coadjuvantes, que surgiam de repente e sempre com um elemento para acrescentar. A melhor de todas, definitivamente, é Zoey Deutch (<em>Artista do Desastre</em>), no papel da boba Madison. Poderíamos ter um problema aqui de subjugar a mulher e o esterótipo da loira burra. No entanto, o filme é debochado e o personagem acaba funcionando como uma alfinetada no que ele representa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11651" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-750x500.jpg" alt="Zumbilândia - Atire Duas Vezes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Aliás, o deboche e o humor ácido é o que sustenta <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></strong>. Há algum tempo eu não dava tanta risada como neste filme. Risada sincera e divertida. É exatamente o que o longa é. Não vá esperando um grande roteiro, pois esse é bem clichê. Como a maioria das continuações não pensadas, ele começa com tudo certo (como foi deixado no filme anterior) e aí surge um problema, que foi uma criação aleatória do roteiro, que acaba desencadeando os eventos futuros. No que isso resulta? Um claro problema de ápice na história.</p>
<p>É exatamente esse o problema mais sério do longa. Ele caminha com muita linearidade, quando era para ser uma escalada para a glória, por assim dizer. Desta forma, o espectador tem uma impressão de monotonia, que não existe efetivamente. Mas é o que o ritmo nos induz.</p>
<p>Nada disso impede que <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em> </strong>funcione plenamente. É um filme que com certeza segue o caminho do antecessor e se apoia na sua trajetória, mas, ao mesmo tempo, tem função independente. Traduzindo: se você assistiu ao primeiro, excelente; mas se não assistiu, não vai deixar de entender o que acontece ali na narrativa. O que é muito bom, especialmente para uma continuação que surge tanto tempo depois, com novos públicos de interesse.</p>
<p>O compromisso claro deste filme é com a diversão e isso ele consegue cumprir com qualidade. Com a mistura de muito sangue, tiro, porrada e risada, <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em> </strong>consegue se tornar leve. Uma distração despretensiosa para o fim de semana, que certamente vai agrada muitas gerações.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ruben Fleischer<br />
<strong>Elenco:</strong> Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone, Abigail Breslin, Rosario Dawson, Zoey Deutch, Luke Wilson, Bill Murray</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HW5rL3QtL_E" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Cinco (ou seis) atores que mais trabalharam com Wes Anderson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 22:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Anjelica Huston]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Murray]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Schwartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Owen Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Wes Anderson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grande Hotel Budapeste, mais novo filme de Wes Anderson, está prestes a estrear nos cinemas brasileiros. Conhecido como um dos diretores mais metódicos dos EUA e que exploram universos e personagens excêntricos, Anderson é um daqueles cineastas cujos filmes são associados imediatamente a sua assinatura em menos de cinco minutos de projeção.  Entre as marcas do realizador estão o seu rigor estético em todas as demandas cinematográficas, mas vale notar que Anderson é um daqueles diretores que têm uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Grande Hotel Budapeste</em>, mais novo filme de<strong> Wes Anderson</strong>, está prestes a estrear nos cinemas brasileiros. Conhecido como um dos diretores mais metódicos dos EUA e que exploram universos e personagens excêntricos, Anderson é um daqueles cineastas cujos filmes são associados imediatamente a sua assinatura em menos de cinco minutos de projeção.  Entre as marcas do realizador estão o seu rigor estético em todas as demandas cinematográficas, mas vale notar que Anderson é um daqueles diretores que têm uma lista de atores cativos em suas produções. Listamos os cinco intérpretes que mais trabalharam com o cineasta:</p>
<figure id="attachment_1363" aria-describedby="caption-attachment-1363" style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/life-aquatic-with-steve-zissou-3.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1363" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/life-aquatic-with-steve-zissou-3.jpg" alt="life-aquatic-with-steve-zissou-3" width="685" height="415" /></a><figcaption id="caption-attachment-1363" class="wp-caption-text">Bill Murray em &#8220;A Vida Marinha com Steve Zissou&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>#01. Bill Murray </strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 6 filmes</p>
<p> Bill Murray foi o ator que mais trabalhou com Wes Anderson, com um total de seis parcerias em longas metragens que começaram com <em>Três é Demais </em>e desde então seguiram ininterruptamente nos projetos seguintes do diretor: <em>Os Excêntricos Tenenbaums</em>, <em>A Vida Marinha com Steve Zissou, Viagem a Darjeeling</em>, a animação <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>, <em>Moonrise Kingdom </em>e o recente <em>O Grande Hotel Budapeste</em>. Mesmo que seja uma pequena participação, Murray sempre está lá. Em entrevista recente a revista Rolling Stone, o cineasta disse que sempre que começa a pensar no roteiro do seu próximo filme tem como obrigação criar um personagem para Bill Murray.</p>
<figure id="attachment_1364" aria-describedby="caption-attachment-1364" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1364" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg" alt="MSDBORO EC011" width="688" height="420" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg 2000w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1-750x459.jpg 750w" sizes="(max-width: 688px) 100vw, 688px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1364" class="wp-caption-text">Os Wilson em &#8220;Pura Adrenalina&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>#02. Os irmãos Owen e Luke Wilson</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = Owen em 5 filmes e Luke em 4</p>
<p> Owen e Luke Wilson são outros atores frequentes na filmografia de Wes Anderson. Os irmãos Wilson começaram a trabalhar com o realizador em 1994, quando Anderson concebeu o curta-metragem <em>Bottle Rocket </em>sobre dois nerds tentando se virar como bandidos, o principal tema da produção era a banalidade do crime. O filme inspirou o cineasta a realizar o seu primeiro longa <em>Pura Adrenalina</em>, com os mesmos personagens vividos pelos Wilson no curta. O público não comprou muito a fita, mas a crítica especializada logo caiu de amores pelo cineasta e começou a esperar com ansiedade pelo que ele faria em seguida. Os roteiros do curta e do longa foram escritos por Anderson e Owen Wilson, que logo estaria em outros quatro filmes do diretor, <em>Os Excêntricos Tennenbaums</em>, <em>A Vida Marinha com Steve Zissou</em><em>, Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>.</p>
<figure id="attachment_1371" aria-describedby="caption-attachment-1371" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1371" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg" alt="The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872" width="652" height="393" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg 1200w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872-750x452.jpg 750w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1371" class="wp-caption-text">Anjelica Huston em &#8220;Os Excêntricos Tennenbaums&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 03. Anjelica Huston</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p> Entre as atrizes, Anjelica Huston é a mais constante na carreira do cineasta. O primeiro filme do diretor com a atriz foi <em>Os Excêntricos Tennenbaums</em>, no qual ela dava vida a matriarca Etheline Tennenbaum. O filme, além de ser o maior sucesso comercial da carreira do diretor, rendeu a ele sua primeira indicação ao Oscar na categoria roteiro original, dividindo a nomeação com Owen Wilson que, a semelhança de <em>Pura Adrenalina</em>, compartilhou a função de roteirista com o cineasta. Já Anjelica Huston, que antes de <em>Tennenbaums</em> amargou empreitadas pouco interessantes no cinema, repetiria a dose com o diretor em <em>A Vida Marinha com Steve Zissou </em>e <em>Viagem a Darjeeling. </em></p>
<figure id="attachment_1366" aria-describedby="caption-attachment-1366" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1366" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg" alt="Neu im Kino: Tragikomödie &quot;Rushmore&quot; mit Jason Schwartzman" width="652" height="419" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg 1920w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason-750x481.jpg 750w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1366" class="wp-caption-text">Jason Schwartzman em &#8220;Três é Demais&#8221;.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 04. Jason Schwartzman </strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p> Jason Schwartzman, a semelhança dos irmãos Wilson, foi outra cria de Wes Anderson. O ator começou a trabalhar com o diretor em <em>Três é Demais </em>de 1998, segundo longa do cineasta, e desde então repetiu a parceria em outras duas ocasiões, <em>Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Grande Hotel Budapeste</em>. Em <em>Três é Demais</em>, o ator interpretava um adolescente que era brilhante mas péssimo aluno no colégio, preferindo se dedicar a atividades como a apicultura nos seus tempos vagos. Tudo muda quando o personagem de Schwartzman se apaixonava por sua professora, interpretada por Olivia Williams (de <em>O Escritor Fantasma</em>). O longa foi a estreia do ator nos cinemas e ficou conhecido como o filme-base para solidificar a estética de Anderson em seus longas seguintes.</p>
<figure id="attachment_1367" aria-describedby="caption-attachment-1367" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/ahluwahliawaris.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1367" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/ahluwahliawaris.jpg" alt="ahluwahliawaris" width="623" height="378" /></a><figcaption id="caption-attachment-1367" class="wp-caption-text">Waris Ahluwalia em &#8220;Viagem a Darjeeling&#8221;.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 05. Waris Ahluwalia</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p style="text-align: left;">Uma das mais curiosas parcerias de Wes Anderson é com o ator e designer indiano Waris Ahluwalia. A estreia de Ahluwalia no cinema foi com Anderson em <em>A Vida Marinha com Steve Zissou</em>, de 2004. O ator mora nos EUA desde os cinco anos de idade  e atualmente é sócio da House of Waris, famosa empresa de design sediada em Nova York, além de esporadicamente trabalhar como modelo, flertar com a gastronomia e ter uma vida social ativa e eclética nas principais rodas da sociedade norte-americana, cultivando amigos que vão de Lindsay Lohan a Tilda Swinton.  A parceria de Waris e Anderson se repetiu em <em>Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Grande Hotel Budapeste</em>.</p>
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