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	<title>Arquivos Animação - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Animação - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Robô Selvagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 22:25:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dos estúdios DreamWorks, a animação Robô Selvagem é dirigida por Chris Sanders, o mesmo que foi responsável por um dos melhores exemplares da casa, o primeiro Como treinar o seu dragão, e na  Disney pelo sucesso Lilo &#38; Stitch. A nova produção do estúdio tem o punch emocional que falta a boa parte das produções recentes da Pixar/Disney, conhecida em seus primeiros anos por esta característica, mas que está imersa na última década em roteiros formulaicos e anseios para estabelecer franquias. Ainda que pareça um pouco dispersa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dos estúdios DreamWorks, a animação <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é dirigida por Chris Sanders, o mesmo que foi responsável por um dos melhores exemplares da casa, o primeiro Como treinar o seu dragão, e na  Disney pelo sucesso Lilo &amp; Stitch. A nova produção do estúdio tem o punch emocional que falta a boa parte das produções recentes da Pixar/Disney, conhecida em seus primeiros anos por esta característica, mas que está imersa na última década em roteiros formulaicos e anseios para estabelecer franquias. Ainda que pareça um pouco dispersa nas diversas frentes temáticas que sua fábula abre, <em>Robô Selvage</em>m emociona e constrói de forma exemplar a sua trama central.</p>
<p><strong><em>Robô Selvagem</em></strong> conta a história de Roz, uma robô extremamente inteligente perdida em uma ilha selvagem habitada por diversas espécies de animais. Ela acaba estabelecendo uma relação maternal com um filhote de ganso hostilizado pelos demais da sua própria espécie. Junto com uma raposa solitária, Roz acaba transmitindo ensinamentos e valores para o filhote órfão, preparando-o para as responsabilidades da vida adulta.</p>
<p>Com este filme, o diretor e roteirista Chris Sanders constrói um conto terno a partir de duas perspectivas: a dos pais e dos filhos. Por um lado, <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é um longa sobre o processo da criação de um filho, sobretudo o equilíbrio necessário entre proteção e a preparação para a vida. Isso acontece na medida em que Roz, com os recursos que estão à sua disposição (afinal, ela é uma robô) ensina seu filhote a voar e juntar-se aos seus naquilo que lhe é predestinado. Também é uma narrativa com uma abordagem sobre o duro processo de acompanhar a passagem do tempo a partir do envelhecimento dos nossos pais. Conforme o gansinho criado por Roz constrói sua autonomia, a robô atravessa um processo de desgaste das suas peças, sinalizando uma inevitável perda da sua capacidade de funcionamento. É nesse momento que a pequena ave constata que a mãe adotiva pode não estar ali para sempre para ampará-lo e a robô também percebe que é necessário criar uma autonomia maior no seu filhote.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18825" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4.png" alt="Robô Selvagem" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em meio a toda a beleza dessa construção sobre a relação entre pais e filhos do roteiro de Sanders, <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> acaba se dispersando em temáticas paralelas, como preocupações ambientais frente aos avanços tecnológicos ou mesmo a urgência de entendimento entre diferentes grupos sociais representados pelos animais da ilha. Aquele coletivo não se entende, cada um possui seus próprios interesses e pontos de vista, desejando impô-los aos demais, mas só chegam a um consenso pelas ações conciliadoras da robô Roz. Aqui, <em>Robô Selvagem</em> acaba inflando suas demandas e perde um pouquinho do seu poderoso e emocionante plot central familiar, mas ainda consegue proporcionar momentos igualmente pulsantes no tratamento desses temas transversais, não prejudicando muito a experiência com a obra como um todo.</p>
<p><strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é marcado por uma narrativa cheia de humanidade e por aquilo que os melhores contos infantis conseguem fazer, estabelecer paralelos entre suas tramas lúdicas e situações inerentes ao nosso processo de formação, algo que é extremamente valioso como experiência cinematográfica que os pais podem proporcionar a seus filhos. Mesmo disperso em demandas a mais que não precisariam ser assumidas, o filme é exitoso pela sensibilidade com a qual aborda seus personagens e suas relações e pela organicidade com a qual conduz tudo isso em uma trama original (é impossível conter as emoções em determinados momentos, para citar um dos mais memoráveis, destacamos a cena em que a robô Roz despede-se do filho em seu primeiro voo com o grupo de gansos. Enfim, levem os lencinhos e preparem os corações.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Sanders</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Lupita Nyong&#8217;o, Pedro Pascal, Kit Connor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TbLVc8fnw7c?si=UHise_rYRtyz4qOo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Divertida Mente 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 03:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entender as emoções não é tarefa fácil. E por mais que Divertida Mente não se proponha a isso, o filme torna tudo mais leve e didático. É como uma grande sessão de terapia que nos abraça e nos desafia ao mesmo tempo. Depois do sucesso que foi o primeiro filme em 2015, voltamos quase 10 anos depois para conferir a chegada de Riley na fase de adolescência e todas as mudanças hormonais e emocionais que a puberdade traz. Ela agora [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entender as emoções não é tarefa fácil. E por mais que <strong><em>Divertida Mente</em></strong> não se proponha a isso, o filme torna tudo mais leve e didático. É como uma grande sessão de terapia que nos abraça e nos desafia ao mesmo tempo. Depois do sucesso que foi o primeiro filme em 2015, voltamos quase 10 anos depois para conferir a chegada de Riley na fase de adolescência e todas as mudanças hormonais e emocionais que a puberdade traz. Ela agora acredita que tem um maior controle e equilíbrio entre os seus sentimentos e vai se desafiar com uma viagem de fim de semana que é de garotas mais velhas.</p>
<p>Riley agora tem suas amigas e confidentes, uma relação boa com os pais. O que poderia dar errado? Aparentemente tudo. A Alegria está plena na torre de comando quando se depara com a chegada da equipe de reforma para destruir tudo e trazer novidades. Mas ela não sabe que novidades são essas e não está particularmente aberta a descobrir.</p>
<p>No entanto, uma nova emoção chega completamente sem aviso. A Ansiedade chega antes de várias outras emoções. Vergonha, Inveja e Tédio estão ali junto para causar o maior revertério na torre. E assim o fazem.</p>
<p>Não entrando em mais detalhes, o que mais me encanta no mundo de <strong><em>Divertida Mente</em></strong> é a leveza com que eles conseguem tratar de emoções tão intensas e conflituosas. Tudo o que a gente sente no dia a dia. E a chegada da Ansiedade só confirma isso. Todos temos ansiedade dentro de si e não sabemos lidar com ela em diversos momentos. Ela nos sufoca, dói, nos deixa atordoados. Sentir ansiedade não é fácil, mas faz parte da vida. E é isso que o filme quer deixar claro.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18289" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3.png" alt="Divertida Mente 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com a sutileza necessária, o longa vai se aprofundando em emoções, tal qual o primeiro filme, nos levando a tantas reflexões. E não digo que esse é melhor que o primeiro, porque não é. Mas é tão bom quanto. Uma sessão de terapia suave e gratuita. Riley se torna apenas um veículo para as nossa próprias reflexões e pensamentos. As suas dúvidas, as suas dores. O que percebemos é que precisamos acolher todas as emoções que nos são apresentadas, já que todas são válidas e necessárias.</p>
<p>Ainda que seja um ótimo filme para crianças, quem mais se beneficiam são os adultos que conseguem fazer todas as reflexões que Divertida Mente 2 nos propõe. Essa ideia de dividir as emoções em personagens que querem controlar a torre de comando é uma excelente metáfora para o que acontece dentro de nossas mentes, todos os dias. E é curioso perceber visualmente o que sentimos com frequência. Quem é a primeira emoção a se encantar pela Ansiedade? O Medo. E daí você já percebe a profundidade a que o longa se propõe.</p>
<p>Criei expectativas com <em><strong>Divertida Mente 2</strong></em> e elas se cumpriram. Eu sabia que não haveria a questão inusitada do primeiro, mas queria um bom trabalho. E eles me entregaram um excelente! É notório o suporte científico que a equipe de roteiro teve na criação, já que as peças se conectam perfeitamente com a realidade. Uma salva específica para a dublagem brasileira que deixa tudo ainda mais divertido. Vale a pena conferir essa versão!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kelsey Mann</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Amy Poehler, Kensington Tallman, Maya Hawke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yAZxx8t9zig?si=OQtDYnr8QON-WI7A" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Super Mario Bros. O Filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 12:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Adaptações costumam ser um caminho perigoso no audiovisual. Seja nas narrativas seriadas ou nos cinemas, o resultado de um livro ou jogo querido levado para outra mídia pode ser desastroso. Quando se fala em adaptações de video games, o problema se agrava ainda mais. O histórico desastroso veio dos anos 1980 e continua até hoje com, por exemplo, o lançamento do altamente criticado Mortal Kombat (2021). Ainda que tenham seus erros, adaptações como a série do HBO Max, The Last [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Adaptações costumam ser um caminho perigoso no audiovisual. Seja nas narrativas seriadas ou nos cinemas, o resultado de um livro ou jogo querido levado para outra mídia pode ser desastroso. Quando se fala em adaptações de <i>video games</i>, o problema se agrava ainda mais. O histórico desastroso veio dos anos 1980 e continua até hoje com, por exemplo, o lançamento do altamente criticado <i>Mortal Kombat</i> (2021).</p>
<p>Ainda que tenham seus erros, adaptações como a série do HBO Max, <i>The Last of Us</i> (2023-) provam que ainda é possível mudar uma narrativa de mídia sem que ela perca a qualidade e/ou sua essência. Daí vem a ideia de uma nova versão, agora animada, do clássico jogo do Super Nintendo. O filme <b><i>Super Mario Bros. O Filme</i></b>, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (6), vem para apagar o fracasso de sua adaptação anterior.</p>
<p>Com a missão de conquistar os fãs frustrados há 30 anos e novos espectadores, a produção da Illumination tem uma missão nada fácil. <b><i>Super Mario Bros. O Filme </i></b>acerta na nostalgia nos momentos cômicos, nos <i>easter eggs</i> para os conhecedores do jogo, mas esquece de aprofundar a sua base narrativa. O problema que fica evidente logo nos primeiros 20 minutos de filme é, na verdade, uma questão estrutural da produtora.</p>
<p>Ainda que com sucessos de público, as animações da Illumination costumam ter uma narrativa rasa e majoritariamente infantil. Diferente de suas principais concorrentes, a Disney e Pixar, o estúdio que trouxe ao mundo a franquia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-malvado-favorito-3/"><i>Meu Malvado Favorito</i></a> (2010-2022) tem dificuldades em tornar suas histórias mais densas. Possivelmente por uma questão de público, o costume não mudou e <b><i>Super Mario Bros. O Filme</i></b> segue essa máxima rasa em seu roteiro.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-16639 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-750x500.jpg" alt="Super Mario Bros. O Filme (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Super-Mario-Bros.-1.jpg 1620w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É preciso reforçar, no entanto, que esse pano de fundo infantilizado da história não faz de <b><i>Super Mario Bros. O Filme</i></b> um produto ruim. Isso apenas faz com que ela não alcance voos maiores. O exemplo disso são as gargalhadas e os sorrisos arrancados por momentos nostálgicos ao longo da curta uma hora e meia de duração.</p>
<p>O projeto se apega na máxima da empresa a ponto de reverter seus esforços narrativos em criar momentos engraçados e recheados de <i>easter eggs</i>. Assim, ir à sessão do longa-metragem esperando algo inovador ou profundo é frustração garantida. Por outro lado, se o público deseja um divertimento livre de reflexões existencialistas e bastante nostalgia, <b><i>Super Mario Bros.</i></b> é o filme certo.</p>
<p>Em meio ao turbilhão de cores vibrantes e memórias do clássico jogo do Super Nintendo, o longa tem um elenco de vozes extraordinário &#8211; seja em sua versão original como na dublagem brasileira. No entanto, é preciso enaltecer o trabalho da dublagem nacional, em especial em animações. O trabalho de voz dos atores e atrizes que participaram de <b><i>Super Mario Bros. O Filme</i></b> é extraordinário. Dublagem essa que é um dos elencos que ajuda a sustentar o filme, mesmo em seus momentos de deslize.</p>
<p>Assim, a tão aguardada produção sobre um dos jogos mais queridinhos da história irá divertir multidões e, possivelmente, ter uma arrecadação impressionante. Uma possível sequência ou <i>spin-off</i> é inevitável no mundo de hoje e em breve deve vir outras narrativas com o bigode mais famoso do <i>video game</i>. Apesar da sua falta de densidade e camadas narrativas, <b><i>Super Mario Bros.</i></b> ainda consegue ser um divertido programa em família num domingo à tarde.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Aaron Horvath e Michael Jelenic</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Chris Pratt, Anya Taylor-Joy, Charlie Day, Jack Black, Keegan-Michael Key, Seth Rogen e Fred Armisen</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Cb4WV4aXBpk?si=Z_03JEcne6HQRxJz" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>26º Festival Cine PE: O Destino da Senhora Adelaide</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 22:00:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Luiza Garcia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É inteligente o caminho que percorre a animação O Destino da Senhora Adelaide. Em cinco minutos de duração, o público vai descobrindo o que está acontecendo com a protagonista pouco a pouco, bem como quem são as figuras borradas que a cercam O quebra-cabeça é montado, mas as idas e vindas presentes na mente de Adelaide não. O espectador, depois de compreender o que está havendo com ela, passa a ser arrebatado pela delicadeza da direção de Breno Alvarenga e Luiza [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">É inteligente o caminho que percorre a animação<strong> <em>O Destino da Senhora Adelaide</em></strong>. Em cinco minutos de duração, o público vai descobrindo o que está acontecendo com a protagonista pouco a pouco, bem como quem são as figuras borradas que a cercam O quebra-cabeça é montado, mas as idas e vindas presentes na mente de Adelaide não. </span><span style="font-weight: 400;">O espectador, depois de compreender o que está havendo com ela, passa a ser arrebatado pela delicadeza da direção de Breno Alvarenga e Luiza Garcia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O jogo entre traços soltos e lembranças com imagens mais elaboradas, deixa nítido a diferença entre passado e presente e como esta senhora navega pelo tempo e espaço, por conta de sua condição. Como ela se enxerga também é relevante. </span><span style="font-weight: 400;">Transitando por fases distintas da sua vida, Adelaide se sente insegura, forte, perdida ou resoluta. As idades estampadas na tela, fomentam as suas emoções e pouco precisa ser dito no diálogo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, este é um dos maiores ganhos do curta-metragem: ele não subestima quem assiste. Nesta lógica, há um ganho considerável no tom quase poético das imagens. </span><span style="font-weight: 400;">São cinco minutos apenas, mas muito é dito dentro deste enredo conciso, cuidadoso e que pega a plateia pela emoções &#8211; ou até identificação, para alguns. Porque a direção traz uma mise-en-scène que guia o olhar para as sensações e as atuações também.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Um exemplo está no fato de que não é possível saber as expressões faciais dos filhos de Adelaide, porque eles não têm rostos, mas as vozes deles transmitem sentidos plurais e fomentam. Além disso, o próprio fato de haver a ausência de faces cria um impacto maior em relação a situação que é ali mostrada. </span><span style="font-weight: 400;">Com todos estes elementos positivos, o curta poderia ser um pouco mais contido nessas transições de idade de Adelaide. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A duração da obra é pouca para as recorrentes mudanças, o que tira um pouco da conexão com a produção. Há também uma pequena queda durante o texto da cena em que Adelaide conversa com sua mãe, porque, naquele momento, algumas frases ingênuas e de efeito são proferidas, o que faz com que a qualidade geral caia. </span>No entanto, estes pontos um tanto negativos levantados não fazem com que a totalidade de <strong><em>O Destino da Senhora Adelaide</em> </strong>seja afetada.</p>
<p>Aqui, encontra-se um tanto de afeto e zelo, bem como a utilização da estética à serviço da narrativa. Por fim, ainda vale salientar que a direção de arte de Otávio Garcia deixa ainda mais pistas de quem é esta mulher, que foi tantas e agora é refém de um tempo cruel, que escorre sem que ela se dê conta.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Breno Alvarenga e Luiza Garcia.</span></p>
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		<title>7º BIFF: O Livro de Lila</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 15:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscando criar uma metáfora sobre memória, infância e crescimento, a diretora e roteirista colombiana Marcela Rincón traz a aventura de Lila (Sofía Montoya). Em O Livro de Lila, o público acompanha como a garota, que era uma personagem literária, tem sua história roubada por pássaros e passa a viver no mundo real, desvanecendo lentamente. A partir desta premissa, vê-se a menina se juntando aos amigos Manuela (Estefanía Giraldo) e Ramón (Antoine Marín) para tentar resgatar o que lhe foi tirado, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Buscando criar uma metáfora sobre memória, infância e crescimento, a diretora e roteirista colombiana Marcela Rincón traz a aventura de Lila (Sofía Montoya). Em <em><strong>O Livro de Lila</strong></em>, o público acompanha como a garota, que era uma personagem literária, tem sua história roubada por pássaros e passa a viver no mundo real, desvanecendo lentamente. A partir desta premissa, vê-se a menina se juntando aos amigos Manuela (Estefanía Giraldo) e Ramón (Antoine Marín) para tentar resgatar o que lhe foi tirado, para que esta não possa ser esquecida.</p>
<p>Com uma trama que revela gradativamente a intenção de chamar a atenção dos espectadores, principalmente das crianças, sobre a importância da leitura e da imaginação, há  certa coragem de Rincón em tratar de temas pesados, como a morte e o luto, através de alegorias e cenas delicadas. A passagem que estabelece a relação de Ramón com sua mãe, seguida da perda dela, é um dos momentos chaves dessa sensibilidade da realizadora.</p>
<p>A construção de Lila, a diferença dela e de seu mundo para aqueles que vivem fora da ficção também é um destaque. Algumas características são óbvias, como as cores vibrantes do universo da protagonista ou seu cabelo lilás. Outros traços são mais sutis, como a maneira que ela fala, os seus diálogos e a forma de encarar as situações. Estas características transmitem um reforço para o tom de fantasia presente nela, para além da própria construção ficcional da animação em si.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12759" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/LILA_Still_05.jpg" alt="O Livro de Lila" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/LILA_Still_05.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/LILA_Still_05-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/LILA_Still_05-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No entanto, alguns incômodos aparecem durante a projeção. A primeira questão que salta aos olhos é a justificativa para Lila precisar de Ramón. Esta soa um tanto fraca e arbitrária. No longa é dito que os dois têm uma ligação, porque o menino lia a historinha que foi furtada. Depois da partida de sua mãe, ele foi a esquecendo gradativamente. Contudo, qualquer outra criança poderia ocupar aquele cargo e é estranho como a explicação acontece. Após este direcionamento, fica uma sensação de que caminhos mais fáceis para encurtar o trabalho do texto estão sendo tomados, como a concha que contém todas as soluções para a personagem principal, adiantando o desfecho do conflito.</p>
<p>Outro ponto que não encaixa muito em <strong><em>O Livro de Lila</em></strong> são as canções que aparecem na produção. Além de nem todas serem bem performadas, elas são muito espaçadas e um tanto expositivas. Este último fator talvez seja o mais significativo, pois em uma obra na qual o metafórico se sobrepõe e há uma tentativa de evocar discussões e diálogos apostando nos símbolos, uma música que vem para dar uma explicaçãozinha reduz os esforços anteriores e posteriores a elas.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Marcela Rincón</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sofía Montoya, Estefanía Giraldo, Antoine Marín</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/trailer/">trailer</a>!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_iZSY8lE1bI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Uma Aventura LEGO 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 20:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma Aventura LEGO 2 chega aos cinemas com a promessa de dar continuidade ao sucesso que foi o primeiro filme, lançado em 2014. Enquanto o original explorava mais sobre este novo universo que estava sendo inserido, de bonecos animados que fazem parte do imaginário das crianças, esta continuação já assume esta vertente e faz um excelente uso da dinâmica. Na trama, cinco anos depois da primeira batalha, os heróis de Bricksburg agora tem que enfrentar uma nova ameaça, invasores LEGO [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Uma Aventura LEGO 2</strong></em> chega aos cinemas com a promessa de dar continuidade ao sucesso que foi o primeiro filme, lançado em 2014. Enquanto o original explorava mais sobre este novo universo que estava sendo inserido, de bonecos animados que fazem parte do imaginário das crianças, esta continuação já assume esta vertente e faz um excelente uso da dinâmica.</p>
<p>Na trama, cinco anos depois da primeira batalha, os heróis de Bricksburg agora tem que enfrentar uma nova ameaça, invasores LEGO DUPLO vindos do espaço, destruindo tudo em seu caminho a uma velocidade mais rápida do que eles são capazes de reconstruir.</p>
<p>A história, em si, não é o atrativo do filme. É simplória e objetiva, embora não exatamente previsível. O filme se desenvolve melhor em outros aspectos, como os flashes de realidade que são inseridos em muitos momentos. Já é sabido, a essa altura, que aquela aventura é fruto da imaginação de dois irmãos. E o que muda e torna ainda mais atrativo é que a relação de ambos vai sendo exemplificada e colocada a prova. Crescer não tem sido fácil para os dois, que não estão se entendendo a maior parte do tempo.</p>
<p>Com personagens interessantes e dinâmicos, <em><strong>Uma Aventura LEGO 2</strong></em> é recheado de sarcasmos e alfinetadas em outros filmes e universos, como é o caso da DC Comics, com Batman e Super-Man. Para as crianças, as piadas funcionam com um riso divertido, enquanto os adultos já entendem outra camada e se divertem com as referências. Este, assim como um primeiro filme, é um longa excelente para crianças, assim como para os adultos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9909" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/3395215-legomovie2.jpg" alt="Uma Aventura LEGO 2" width="610" height="348" /></p>
<p>O elemento surpresa que era presente no primeiro longa é completamente transformado neste e os roteiristas Phil Lord, Christopher Miller e sua equipe fazem isso muito bem. Muito uso de cores e experiências visuais que deixa o público atento a todo momento.</p>
<p>O verdadeiro ganho do filme é a sua capacidade de trilhar uma narrativa atraente aos olhos do público, que dialoga não apenas com o imaginário distópico dos brinquedos animados, mas com questões que envolvem relacionamentos e emoções. Tudo isso com a irreverência de personagens que parecem ligar muito pouco para os sentimentos apresentados.</p>
<p><em><strong>Uma Aventura LEGO 2</strong></em> é uma continuação que mantém o mesmo nível de qualidade que o primeiro longa, mostrando que é possível fazer franquias de alto padrão que arrecadem grandes bilheterias, sem cair no erro de ignorar o universo criado. Ele é divertido, colorido, engraçado e com certeza vai agradar a todos os públicos.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/56DIpPP4sQ8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Como Treinar o Seu Dragão 3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 19:33:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Animação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até que a DreamWorks dê sua palavra em sentido contrário, Como Treinar o Seu Dragão 3 chega aos cinemas para encerrar a bem-sucedida franquia animada do estúdio. Como treinar o seu Dragão é a série de filmes mais equilibrada criativamente no estúdio, superando até mesmo o popular Shrek, cujos filmes caíram de qualidade conforme a história avançava. Em três longas, a franquia soube equilibrar a construção de um universo fantástico que dialogou com adultos e crianças e ainda soube elaborar temas humanos relacionados à amizade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Até que a DreamWorks dê sua palavra em sentido contrário, <i><b>Como Treinar o Seu Dragão 3</b> </i>chega aos cinemas para encerrar a bem-sucedida franquia animada do estúdio. <i>Como treinar o seu Dragão </i>é a série de filmes mais equilibrada criativamente no estúdio, superando até mesmo o popular <i>Shrek</i>, cujos filmes caíram de qualidade conforme a história avançava. Em três longas, a franquia soube equilibrar a construção de um universo fantástico que dialogou com adultos e crianças e ainda soube elaborar temas humanos relacionados à amizade e família. Como consequência, o terceiro capítulo dessa trilogia segue o êxito dos anteriores, ainda que não justifique a urgência de um retorno de Soluço, Banguela e companhia às telas, mas entrega um desfecho digno e emocionante.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No longa, a comunidade viking de Soluço vive em harmonia com os dragões até que Banguela é surpreendido pelo aparecimento de uma outra Fúria da Noite que acaba despertando seus sentimentos. No entanto, a companheira de Banguela se revela uma isca para Soluço e seus companheiros e eles acabam se deparando com um vilão que não gosta nada da ideia de humanos e dragões viverem em paz.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-9789 size-full" title="Como Treinar o Seu Dragão 3" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/1048028-watch-hiccups-destiny-revealed-new-clip-how-train-your-dragon-3.jpg" alt="Como Treinar o Seu Dragão 3" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Como treinar o seu Dragão 3 </i>é uma extensão dos filmes anteriores, conseguindo manter a qualidade da sua história repleta de senso de aventura sem deteriorar criativamente o legado da franquia. Como os demais, é um longa de animação que sabe ser leve e constrói emoções complexas ao estabelecer a relação entre seus personagens, retomando com bastante força, por exemplo, o elo entre Soluço e Banguela, os dois protagonistas da franquia, tornando este o ponto central da urgência de sua história, encerrando dignamente o arco de amadurecimento de ambos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Sem derrapadas, mas também sem grandes novidades para quem já conhece aquele universo e aqueles personagens, <i>Como treinar o seu Dragão 3 </i>é uma aventura satisfatória, acertando ao deixar o espectador à vontade com a familiaridade da história que acontece na tela. O filme deixa a expectativa de que esse seja realmente o último capítulo da saga. Contudo, não estranhem se os dólares arrecadados nas bilheterias de alguma forma resgatarem esses personagens num quarto filme (a Pixar não fez isso com <i>Toy Story</i>, cujo quarto título será lançado em breve?). Como está, <i>Como treinar o seu Dragão 3 </i>surge como uma afetuosa despedida àquilo que de melhor a DreamWorks já produziu em sua carreira e isso basta.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/016gjN4alcg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: WiFi Ralph: Quebrando a Internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 18:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[WiFi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Walt Disney Animation é um estúdio que move e molda o mercado de animações. É inevitável pensar no império do Mickey sem associa-lo ao comando da rentável indústria de filmes infantis. É impossível esperar de um novo produto animado algo diferente do sucesso. A chancela Disney (ou Disney/Pixar) tende a gerar um turbilhão de emoções e expectativas no público. Diante disso, qualquer piso fora de lugar, qualquer tropeço, mesmo que mínimo, pode gerar um tumulto absurdo. Com a estreia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Walt Disney Animation</em> é um estúdio que move e molda o mercado de animações. É inevitável pensar no império do Mickey sem associa-lo ao comando da rentável indústria de filmes infantis. É impossível esperar de um novo produto animado algo diferente do sucesso. A chancela Disney (ou Disney/Pixar) tende a gerar um turbilhão de emoções e expectativas no público. Diante disso, qualquer piso fora de lugar, qualquer tropeço, mesmo que mínimo, pode gerar um tumulto absurdo.</p>
<p>Com a estreia de qualquer longa animado, o mercado imediatamente se prepara para o melhor resultado possível – e não seria diferente com <em><strong>WiFi Ralph: Quebrando a Internet</strong></em>. A película estreou nessa última quinta-feira (3) nos cinemas brasileiros. O longa-metragem já chegou ao circuito comercial com elogios, indicações como Melhor Animação em algumas premiações e uma bilheteria que já supera seu orçamento. Ou seja, <em>Ralph Breaks the Internet</em> (título original) tinha tudo para ser mais um sucesso indiscutível da Walt Disney, contudo, ele tem suas falhas.</p>
<p>O vilão mais heroico do fliperama e a campeã das corridas do Litwak Arcade estão de volta para mais uma aventura. Ralph (John C. Reilly) e Vanellope (Sarah Silverman) precisam salvar a Corrida Doce. Desde que o jogo acidentalmente quebrou, a rainha das corridas e todos os outros habitantes do Sugar Rush estão sem um lar. Para isso, os dois decidem embarcar numa jornada pela internet para achar a peça que vai consertar o jogo e salvar todas as personagens da Corrida Doce. Nesse caminho, contudo, eles terão que enfrentar o mundo desconhecido da internet, achar o que precisam e voltar para casa a tempo de salvar a vida de todos.</p>
<p><em>WiFi Ralph</em> parece viver a velha maldição das sequências. A dificuldade de dar continuação a uma história sempre foi um problema para as produções cinematográficas. A questão sobre nesse filme está na força dele quando comparado ao seu antecessor. <em>Detona Ralph</em> (2012) fez sucesso quando lançado, em especial pela sua mensagem por trás da história. As animações da Disney conquistam o espectador, principalmente, por se construírem como um conto de fadas, sempre com uma moral da história ao final. É aí que está a questão de <em>WiFi Ralph</em>. O problema não está no conteúdo da nova mensagem, mas na maneira como ela é elaborada no decorrer do roteiro. É bonita, mas solta. A beleza da ideia é quase que totalmente desperdiçada.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9754" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/3991052.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="WiFi Ralph: Quebrando a Internet" width="610" height="348" /></p>
<p>O problema de <strong><em>WiFi Ralph: Quebrando a Internet</em> </strong>é a comparação. É inevitável que o público relacione os dois filmes e é nessa análise que o segundo longa vai perder. Não existe mais o fator novidade para o universo. Já conhecemos o Ralph e a Vanellope. Já entendemos como funciona a beleza do universo idealizado por Rich Moore, Phil Johnston e Jim Reardon. As coisas se tornam previsíveis. O encanto se perde um pouco e acaba dando espaço para o incômodo com a repetição e as pequenas falhas.</p>
<p>A dinâmica das personagens principais tem dois momentos. O primeiro se assemelha muito a narrativa de <em>Detona Ralph</em>, o que, consequentemente, capta a atenção do espectador apesar do seu caráter óbvio. Já o segundo carrega a quebra da expectativa com o que estava proposto – o que seria bom se não fosse tão truncado. É aqui que estão as falhas. É nesse segundo momento que o público, ainda na sessão, começa a questionar a clareza da mensagem do filme e passa a fazer o destrutivo comparativo.</p>
<p>Existem claros artifícios que foram usados no novo longa para desviar a atenção do público e envolve-lo numa história secundária. A ida à world wide web é uma enorme referência ao cotidiano de qualquer pessoa. É indescritível a forma divertida e lúdica como a produção traduz alguns dos mais populares espaços da internet. O espectador fica sem fôlego tentando aproveitar todos os detalhes. Outro momento que demanda muita atenção do público é quando Vanellope vai parar no mundo digital da Disney. As pessoas se veem perdidas em um oceano vasto de auto referências. São tantas figuras conhecidas, detalhes escondidos e sutilezas que faz o espectador se perder. Todos esses artifícios são divertidos e interessantes, mas eles acabam tomando um espaço maior do que deveria.</p>
<p>A cena da Vanellope com as princesas, por exemplo, se tornou o maior divulgador dessa produção. Tendo isso em vista, a sequência perdeu seu lugar inúmeras vezes para outros elementos – sejam cenas, referências e ou até mesmo o comparativo com o antecessor. Essa é a falha maior de <em>Ralph Breaks the Internet</em>. Ele cumpre seu papel de animação divertida e esteticamente perfeita, mas peca no enredo e em seus acessórios de referência. O público consegue sair satisfeito ao final da sessão – em especial pela música final do Imagine Dragons feita para a película –, mas sai, também, com o sentimento de que a sequência poderia ter sido melhor.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/my7Q51ZF6IE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Dragon Ball Super Broly</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 18:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Dragon Ball Super Broly]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Distribuído mundialmente pela 20th Century Fox, Dragon Ball Super Broly marca a vigésima aparição das histórias dos saiyajin no cinema. Supervisionado pelo criador do universo, Akira Toriyama, o longa é a primeira aparição oficial do lendário super saiyajin Broly – além de ser o terceiro longa-metragem cujo criador acompanhou o processo de criação. Ou seja, a narrativa carrega altas expectativas por parte dos fãs e do estúdio. Dragon Ball Super estreia nessa quinta-feira (3) com o objetivo de ser um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Distribuído mundialmente pela 20th Century Fox, <em><strong>Dragon Ball Super Broly</strong></em> marca a vigésima aparição das histórias dos saiyajin no cinema. Supervisionado pelo criador do universo, Akira Toriyama, o longa é a primeira aparição oficial do lendário super saiyajin Broly – além de ser o terceiro longa-metragem cujo criador acompanhou o processo de criação. Ou seja, a narrativa carrega altas expectativas por parte dos fãs e do estúdio.</p>
<p><em>Dragon Ball Super</em> estreia nessa quinta-feira (3) com o objetivo de ser um sucesso. Apesar de estar dividindo o espaço no circuito comercial com a nova animação da Disney (<em>WiFi Ralph: Quebrando a Internet</em>), o estúdio espera bons resultados devido ao teor canônico da história dentro do mundo saiyajin. A assinatura de Toriyama é um outro fator que dará credibilidade ao longa e, consequentemente, fará com que os fãs comprem ainda mais a ideia da história de Broly.</p>
<p>A Terra vive em paz. Os remanescentes saiyajins, Goku (Masako Nozawa) e Vegeta (Ryō Horikawa), seguem, contudo, em seus treinos constantes preocupados com a volta de Frieza (Ryūsei Nakao) e a ameaça que isso pode representar para a Terra. No entanto, Broly (Bin Shimada) é o inimigo da vez. A nova ameaça é, na verdade, um super saiyajin que cresceu isolado num planeta inóspita e foi nutrido pelo sentimento de vingança do seu pai, Bardock (Masako Nozawa). Agora Goku e Vegeta terão de unir forças para pôr um fim ao descontrole representado por Broly e seus poderes.</p>
<p>A experiência de reviver as histórias dos saiyajins no cinema é encantadora. Uma série de filmes e desenhos animados que comandavam a década de 1990 retoma o seu lugar com uma produção completa e bem representativa. Mesmo que o fã esteja afastado do universo, o decorrer da narrativa fará com que ele reviva os momentos da vida conectados com as histórias saiyajins. É transcendental reacender sentimentos infanto-juvenis através dessa viagem no tempo. O resultado do filme é a satisfação por uma história redonda e coerente com o universo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9748" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/0265349.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Dragon Ball Super Broly" width="610" height="348" /></p>
<p>A participação de Toriyama como roteiristas é fundamental para compor a produção. Tanto através de fatores comerciais como por meio de características emotivas, o novo filme do universo <em>Dragon Ball</em> clama por um resultado que deve ser inevitavelmente bom. É nesse sentido que a presença de Toriyama interfere. Como criador do universo, a sua supervisão chancela o produto com um olhar qualitativo e compromissado com as histórias já existentes. É essa presença que move os fãs e lança o filme para um lugar de altas expectativas – as quais provavelmente serão alcançadas nas sessões ao redor do mundo.</p>
<p>Além da composição narrativa, o longa acerta nas outras características mais marcantes e específicas das histórias como o desenho, as cores e a trilha. Apesar dos anos de distância desde a criação do desenho até os dias de hoje, a produção mantém as raízes no design de produção e na palheta de coras. Vivo, forte e bem colorido. Três palavras que descrevem perfeitamente a presença visual tão característica de Dragon Ball. Como também não poderia ser diferente, a produção está sempre acompanhada da trilha que lhe é tão presente nas cenas de luta, por exemplo.</p>
<p>O somatório da produção é positivo. <em><strong>Dragon Ball Super Broly</strong> </em>chega as telonas para trazer um gosto de nostalgia aos fãs. O cuidado na criação e no desenvolver dessa produção comprovam o seu real objetivo: levar os amantes do universo saiyajin aos cinemas para uma experiência de retorno a infância. A história prende e conduz o público as memórias afetivas da série. Basta se concentrar por um segundo que o espectador já estará imerso na narrativa e completamente encantado pelo filme.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0LQugSRGno0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Grinch</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 20:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[O Grinch]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 08 de novembro, a animação O Grinch. A história baseada no livro infantil de Dr. Seuss já foi contada algumas vezes no cinema e teve grande sucesso na versão live-action com Jim Carrey no papel principal. Agora como desenho animado, a narrativa ganha uma nova roupagem e promete agradar a toda família. Particularmente, eu adoro a versão com Carrey dirigida por Ron Howard. Então fui um pouco apreensiva para a sessão, pensando que talvez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 08 de novembro, a animação O Grinch. A história baseada no livro infantil de Dr. Seuss já foi contada algumas vezes no cinema e teve grande sucesso na versão live-action com Jim Carrey no papel principal. Agora como desenho animado, a narrativa ganha uma nova roupagem e promete agradar a toda família.</p>
<p>Particularmente, eu adoro a versão com Carrey dirigida por Ron Howard. Então fui um pouco apreensiva para a sessão, pensando que talvez eu pudesse exigir demais. Mas essa animação conseguiu me conquistar e acredito que o fará com você também.</p>
<p>O enredo traz uma versão um pouco mais humanizada do Grinch. Embora ele ainda seja aquele vilão sem escrúpulos e que destila ódio por onde passa, conseguimos ver uns lampejos de sentimentos ao longo das cenas. Isso dá mais humanidade ao personagem, trazendo uma conotação mais infantil.</p>
<p>Ele precisa ir na cidade de Quemlândia sempre que acaba a comida e isso o deixa indignado, já que odeia o Natal e a decoração já está a todo vapor. É então que surge a incrível ideia de acabar com o Natal, roubando todos os presentes e decoração na véspera da chegada do Papai Noel.</p>
<p>Esta versão traz algumas diferenças da anterior e acréscimos de personagens interessantes. Vemos uma exploração maior do papel de Max, o cachorro companheiro do vilão, assim como o surgimento de amigos fiéis para Cindy Lou, que antes era mais solitária. Tudo isso dá um tom mais familiar a trama, que além de fofa, é engraçada.</p>
<p>A simplicidade da história ganha um ar animador nesta versão, que é bem dedicada às crianças. Ainda assim, os adultos vão adorar e dar muita risada com as trapalhadas (destaque especial para a cabra). O estilo de roteiro traz uma aura lúdica, com rimas na narração e muitas cores nos cenários. Vale muito a pena conferir essa gracinha de filme.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3Jp837v4bRw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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