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	<title>Arquivos Rodrigo Santoro - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Rodrigo Santoro - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: 7 Prisioneiros (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 18:03:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois do sucesso internacional de Sócrates, indicado a diversas categorias no Independent Spirit Awards, o diretor Alexandre Moratto colheu feito semelhante com o drama 7 Prisioneiros, uma produção da Netflix com a O2 Filmes de Fernando Meirelles (Cidade de Deus). O longa sobre o trabalho escravo no Brasil ganhou um prêmio de melhor filme em língua estrangeira no Festival de Veneza e teve muito sucesso também em sua passagem pelo Festival de Toronto. A repercussão foi tamanha que muitos pensaram que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do sucesso internacional de Sócrates, indicado a diversas categorias no Independent Spirit Awards, o diretor Alexandre Moratto colheu feito semelhante com o drama <strong><em>7 Prisioneiros</em></strong>, uma produção da Netflix com a O2 Filmes de Fernando Meirelles (Cidade de Deus). O longa sobre o trabalho escravo no Brasil ganhou um prêmio de melhor filme em língua estrangeira no Festival de Veneza e teve muito sucesso também em sua passagem pelo Festival de Toronto.</p>
<p>A repercussão foi tamanha que muitos pensaram que o longa de Moratto seria o escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria melhor longa internacional do próximo Oscar, já que, além da recepção positiva, o filme contava com uma boa base de campanha, a participação da Netflix e o envolvimento de nomes com bom trânsito em Hollywood, como o protagonista Rodrigo Santoro e o produtor Fernando Meirelles, além, claro, do próprio Moratto. O escolhido para a disputa foi Deserto Particular, de Aly Muritiba, uma eleição que, inclusive, me parece muito mais justa em termos de mérito, mas que não sei se terá a tração que <strong><em>7 Prisioneiros</em></strong> teria em uma campanha para prêmios, mas isso é assunto para outro tipo de conteúdo.</p>
<p><strong><em>7 Prisioneiros</em></strong> conta a história de Mateus, jovem interpretado por Christian Malheiros (mais uma parceria com Moratto depois de Sócrates). Ele vai trabalhar em São Paulo no ferro-velho de Luca, personagem de Rodrigo Santoro (da série Westworld). Lá ele descobre que será mantido prisioneiro junto com outros garotos e fará trabalho escravo para o administrador. É então que ele pensa em formas de sair do lugar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14891" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/7-prisoneiros-plano-critico.jpg" alt="7 Prisioneiros" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/7-prisoneiros-plano-critico.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/7-prisoneiros-plano-critico-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/7-prisoneiros-plano-critico-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/12/7-prisoneiros-plano-critico-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme tem certa dificuldade para sair da superficialidade na abordagem do tema, tanto que a princípio <strong><em>7 Prisioneiros</em></strong> parece reduzir a situação às tentativas de fuga do ferro-velho empreendida pelos rapazes. Além disso, o personagem de Santoro surge no começo como a pura encarnação do mal, um vilão unidimensional que existe para fazer maldades com o grupo de garotos. A falsa impressão é diluída (tardiamente) quando algumas problematizações surgem na história.</p>
<p>Moratto &#8220;joga&#8221; com a ética do seu protagonista. Por ter mais estudo que os outros rapazes, Mateus passa a ser uma espécie de &#8220;braço direito&#8221; do personagem de Santoro e cria uma relação dúbia com o então carrancudo vilão. O Luca de Santoro também vai se mostrando uma personagem multifaceta. Descobrimos suas origens e como ele só representa uma ponta na cadeia de opressores daquele grupo de garotos, há políticos que lucram com o trabalho escravo dos meninos e toda uma sociedade que desconhece situações como aquelas (ou não quer conhecer), mas usufrui seus produtos finais. Nesse momento, o longa apresenta lampejos de originalidade, mostrando que o problema é muito mais complexo do que julgávamos. Ao mesmo tempo, esse caminho também amortiza as ações do personagem de Santoro que é suavemente abonado pelo seu comportamento provedor com a mãe e os irmãos.</p>
<p>O ponto mais interessante da virada em <strong><em>7 Prisioneiros </em></strong>é a reflexão que Moratto traz para o próprio protagonista Mateus. Quando o personagem de Christian Malheiros constrói uma relação de confiança com seu algoz, o filme faz Mateus ponderar o tipo de sujeito que ele quer ser dali em diante: ele se transformará em um novo Luca ou será um auxiliar do personagem de Santoro apenas por sobrevivência, porque foi a única maneira que encontrou de escapar daquele inferno?</p>
<p><strong>Direção:</strong> Alexandre Moratto</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Cecília Homem de Mello, Christian Malheiros, Rodrigo Santoro</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Mr2vNNe-qk8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Power (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 23:01:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o fechamento dos cinemas em 2020 em virtude da pandemia, a Netflix e seus blockbusters têm ocupado essa lacuna das produções mais escapistas de Hollywood, um espaço que antes era preenchido exclusivamente pela Marvel Studios e companhia. Títulos como Resgate, The Old Guard e agora Power têm ocupado essa função, inclusive, demonstrando vontade de se estabelecer como franquias dados os ganchos para segundos capítulos que as três estabelecem em seus desfechos. Entretanto, nem tudo são &#8220;flores&#8221;, assim como Resgate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o fechamento dos cinemas em 2020 em virtude da pandemia, a Netflix e seus <em>blockbusters</em> têm ocupado essa lacuna das produções mais escapistas de Hollywood, um espaço que antes era preenchido exclusivamente pela <em>Marvel Studios</em> e companhia. Títulos como <em>Resgate</em>, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-old-guard-netflix/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>The Old Guard</em></a> e agora <strong><em>Power</em> </strong>têm ocupado essa função, inclusive, demonstrando vontade de se estabelecer como franquias dados os ganchos para segundos capítulos que as três estabelecem em seus desfechos. Entretanto, nem tudo são &#8220;flores&#8221;, assim como <em>Resgate</em> e <em>The Old Guard</em>, <strong><em>Power</em> </strong>exibe fragilidades na condução da sua história que trazem para a produção uma certa efemeridade.</p>
<p>Em <strong><em>Power</em></strong>, tomamos conhecimento de uma realidade hipotética na qual há um intenso tráfico e consumo de uma pílula que confere poderes extraordinários a humanos, como se camuflar, impermeabilizar o corpo contra qualquer objeto letal como balas de armas de fogo, entre outros. A sociedade fica ainda mais caótica com as tais pilulazinhas, com gente mal intencionada lucrando horrores com o seu tráfico e a criminalidade aumentando, ficando praticamente impossível para a polícia conter toda essa desordem. É então que, por força das circunstâncias, um ex-militar em busca da sua filha, uma adolescente e um policial acabam se unindo para desmantelar parte desse esquema.</p>
<p><em><strong>Power</strong> </em>conta com um roteiro original de Mattson Tomlin e consegue construir um universo fantástico e ao mesmo tempo bastante realista com eficiência, algo que David Ayer, por exemplo, penou para concretizar em Bright. A dupla de diretores Henry Joost e Ariel Schulman (de outra produção irregular, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nerve-um-jogo-sem-regras/"><em>Nerve: Um Jogo sem Regras</em></a>) tem dificuldade para encontrar personalidade na condução e, não fosse seu ótimo elenco, poderia ter o trabalho completamente comprometido.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13083" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Power, Coisa de Cinéfilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/2386527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt são escolhas certeiras para seus papeis, o ex-militar de passado trágico e que veste a manta de herói e o policial safo e que tem consciência de que para ter êxito em suas ações precisa em alguns momentos andar fora da linha, respectivamente. Agora, nada supera a revelação Dominique Fishback, que domina a cena como a jovem traficante Robin. Há ainda uma participação interessante de Rodrigo Santoro como um dos cabeças do tráfico que demonstra, mais uma vez, como o ator brasileiro em diversas de suas empreitadas hollywoodianas procura fugir do lugar óbvio de galã.</p>
<p>O maior tropeço de <strong><em>Power</em> </strong>está no seu terceiro ato, quando a trama perde o fio da meada e esquece todas as suas críticas interessantes sobre o poder na sociedade e a opressão para dar vazão a uma ação genérica que, como de praxe em algumas dessas produções, ocorre no cenário mais previsível possível. A partir daí, o longa se contenta em oferecer para o público o básico nesse tipo de narrativa com direito ao uso extensivo de efeitos visuais e a assunção completa do personagem de Jamie Foxx como o grande salvador. Esse recuo, estratégico pois parece que esse tipo de produto mais popular na <em>Netflix</em> tem plena noção do limite que pode cruzar entre a reiteração do cinema de ação e uma maior inventividade, frustra bastante quem capta as interessantes discussões pinceladas na história pelos ótimos diálogos entre os personagens de Foxx e Fishback. Mais um potencial perdido.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Henry Joost, Ariel Schulman<br />
<strong>Elenco:</strong> Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt, Dominique Fishback, Rodrigo Santoro, Courtney B. Vance, Amy Landecker, Kyanna Simone Simpson, Machine Gun Kelly</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4NZhwESwQfk" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Turma da Mônica &#8211; Laços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 18:21:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômeno de vendas no Brasil, a Turma da Mônica de Maurício de Sousa finalmente ganha uma adaptação em live action para os cinemas com Turma da Mônica &#8211; Laços, cujo roteiro foi adaptado do quadrinho de mesmo título e de autoria de Vitor e Lu Cafaggi. O filme tem a direção de Daniel Rezende (o mesmo de Bingo: O Rei das Manhãs) e sua aventura tem início quando Floquinho, o cachorro do Cebolinha, misteriosamente desaparece da rua do Limoeiro. Imediatamente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fenômeno de vendas no Brasil, a Turma da Mônica de Maurício de Sousa finalmente ganha uma adaptação em live action para os cinemas com <strong><em>Turma da Mônica &#8211; Laços</em></strong>, cujo roteiro foi adaptado do quadrinho de mesmo título e de autoria de Vitor e Lu Cafaggi. O filme tem a direção de Daniel Rezende (o mesmo de <em>Bingo: O Rei das Manhãs</em>) e sua aventura tem início quando Floquinho, o cachorro do Cebolinha, misteriosamente desaparece da rua do Limoeiro. Imediatamente, Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali partem numa jornada de resgate do cãozinho.</p>
<p>O filme de Rezende capta com inteligência e sensibilidade a atmosfera de uma infância nostalgicamente inocente, bem apartada da malícia de uma vivência na era da hiperconexão. O universo de<strong><em> Turma da Mônica &#8211; Laços</em> </strong>estabelece um interessante equilíbrio entre a contemporaneidade e uma <em>old school</em> dos filmes infantis que o fazem parecer resgatado de um passado, capturando com muita propriedade o espírito dos quadrinhos e as características dos seus personagens com um elenco infantil que consegue dar conta do recado e em momento algum soa afetado.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-10792 size-medium" title="Turma da Mônica - Laços" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3453934.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Turma da Mônica - Laços" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3453934.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3453934.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3453934.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa conta com uma participação curiosa de Rodrigo Santoro como o Louco, aparecendo na história num momento oportuno para o Cebolinha. Além disso, há outros personagens do universo de Maurício de Sousa que são pontualmente sugeridos na história e que tornam palpável o sonho de ver todo a criação do artista na tela com gente de &#8220;carne e osso&#8221;.</p>
<p>Com <em><strong>Turma da Mônica &#8211; Laços</strong></em>, Rezende consegue fazer uma transposição satisfatória de um dos quadrinhos mais populares do Brasil e que segue intenso no imaginário de tantas crianças por tantos anos. O filme consegue se estabelecer no mesmo patamar de algumas ótimas incursões brasileiras no gênero, como <em>Menino Maluquinho: O Filme</em> de 1995 dirigido por Helvécio Ratton e promete ser o início de uma longeva parceria entre Maurício de Sousa e o cinema.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Daniel Rezende<br />
<strong>Elenco:</strong> Giulia Benite, Kevin Vechiatto, Laura Rauseo, Gabriel Moreira, Rodrigo Santoro, Ravel Cabral, Fafá Rennó, Paulo Vilhena, Monica Iozzi</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Mjz_IqLtI58" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dramas The 33 e Spotlight têm seus trailers divulgados!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 20:43:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois aguardados títulos do segundo semestre de 2015 tiveram seus trailers divulgados. O drama sobre os 33 mineiros chilenos soterrados por 69 dias em 2011, The 33, protagonizado por Antonio Banderas, Juliette Binoche e Rodrigo Santoro, e o suspense Spotlight sobre jornalistas de Boston envolvidos em uma investigação sobre padres pedófilos. The 33 tem direção de Patricia Riggen (de Sob a mesma lua) e tem como enfoque os dramas pessoais das famílias envolvidas no fato. Banderas interpreta o líder dos mineiros, enquanto Santoro vive [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3217" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/maxresdefault2-620x371.jpg" alt="maxresdefault" width="620" height="371" /></a></p>
<p>Dois aguardados títulos do segundo semestre de 2015 tiveram seus trailers divulgados. O drama sobre os 33 mineiros chilenos soterrados por 69 dias em 2011, <em>The 33</em>, protagonizado por Antonio Banderas, Juliette Binoche e Rodrigo Santoro, e o suspense <em>Spotlight</em> sobre jornalistas de Boston envolvidos em uma investigação sobre padres pedófilos.</p>
<p><em><strong>The 33</strong> </em>tem direção de Patricia Riggen (de <em>Sob a mesma lua</em>) e tem como enfoque os dramas pessoais das famílias envolvidas no fato. Banderas interpreta o líder dos mineiros, enquanto Santoro vive um homem que ficou responsável pelo resgate do grupo.</p>
<p>O filme tem estreia prevista para o dia 13 de novembro nos EUA e ainda não tem data de lançamento no Brasil.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hOoIBOYqHyw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3218" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1-620x349.jpg" alt="spotlight" width="620" height="349" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já <strong><em>Spotlight</em>,</strong> que como <a href="http://coisadecinefilo.com.br/festival-de-toronto-anuncia-sua-selecao-de-filmes/">anunciamos ontem faz parte da seleção oficial do Festival de Toronto</a>, traz um grande elenco encabeçado pelos indicados ao Oscar Michael Keaton e Mark Ruffalo e pela atriz Rachel McAdams. Os três interpretarão jornalistas do Boston Globe. Antes de ser exibido em Toronto, o filme passará pelo Festival de Veneza.</p>
<p>O longa estreia no dia 06 de novembro nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil também. A direção é de Tom McCarthy, o mesmo do independente <em>O Visitante</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EwdCIpbTN5g" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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