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	<title>Arquivos Quentin Tarantino - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Quentin Tarantino - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Sly</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 22:38:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Disponível na Netflix, o documentário Sly é uma produção original do serviço de streaming e narra parte da trajetória de Sylvester Stallone na indústria do entretenimento. A produção é uma forma de Stallone celebrar os 50 anos da sua carreira como ator, roteirista, diretor e produtor cinematográfico. Assim, Sly assume durante boa parte da sua narrativa o tom celebratório em torno do legado de Stallone, utilizando a própria narração do astro como fio condutor. Meses atrás, a própria Netflix estreou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Disponível na Netflix, o documentário <em><strong>Sly</strong> </em>é uma produção original do serviço de streaming e narra parte da trajetória de Sylvester Stallone na indústria do entretenimento. A produção é uma forma de Stallone celebrar os 50 anos da sua carreira como ator, roteirista, diretor e produtor cinematográfico. Assim, <em>Sly</em> assume durante boa parte da sua narrativa o tom celebratório em torno do legado de Stallone, utilizando a própria narração do astro como fio condutor.</p>
<p>Meses atrás, a própria Netflix estreou em seu catálogo um projeto semelhante com o rival de Stallone, Arnold Schwarzenegger. Em muitos pontos, Arnold se beneficia do formato escolhido pelo documentário de Schwarzenegger, uma série documentário. Assim, a narrativa se dividiu em três episódios com temáticas bem delineadas que obedeceram a ordem cronológica dos eventos na trajetória do biografado: sua juventude e o início da carreira como fisiculturista, a ascensão em Hollywood e a trajetória de Arnold na política.</p>
<p><em><strong>Sly</strong></em>, por sua vez, vai por um outro caminho. O documentário condensa toda a narrativa em um filme com cerca de uma hora e quarenta minutos de duração, tentando dar conta de um personagem que está na indústria desde a década de 1970. Claro que parte da vida de Stallone fica de fora, então os realizadores tentam fazer aqui uma síntese daquilo que talvez seja mais significativo e o que ganha relevância é a tão alardeada semelhança entre as trajetórias de Rocky Balboa, personagem que Stallone criou nas telas a partir de 1976, vencendo dois Oscars (filme e roteiro original), e a trajetória do próprio artista. Dessa forma, a vida de Rocky e Sly se embaralham no documentário e o primeiro serve para dimensionarmos a personalidade obstinada do segundo, um personagem da vida real.</p>
<p>Com Rocky como &#8220;farol&#8221;, <em><strong>Sly </strong></em>constrói Stallone como esse sujeito que em diversas fases da sua carreira foi desacreditado por Hollywood, conseguindo sobreviver em uma indústria cruel ao mostrar que era melhor do que muitos pensavam. O mais curioso é a forma como cada capítulo da história de Rocky Balboa preenche um momento de renascimento de Stallone na indústria, ou seja, como a franquia proporcionou ao artista um processo de avaliação constante da sua própria trajetória e exposição dos seus medos, expectativas, frustrações e desejos para a plateia por diversas gerações que acompanharam as histórias do mais famoso boxeador do cinema.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17466" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653.jpg" alt="Sly" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/11/2509653-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>Sly</strong> </em>é um filme celebratório do legado de Sylvester Stallone e a presença constante do ator na tela refletindo sobre erros e acertos desde o episódio em que narra como os problemas de saúde legados pelos exagerados esforços físicos em Os Mercenários evidenciou sua dificuldade em lidar com o tempo ou seu arrependimento pela ausência na criação dos filhos revela um personagem disposto a dimensionar sua psicologia da maneira mais honesta possível para o público. <em>Sly</em> é um exercício de auto-celebração do ator, mas está longe de ser uma narrativa puramente narcisista.</p>
<p>Os depoimentos de Stallone quando são intercalados por falas de críticos, do rival de tela Arnold Schwarzenegger e até do diretor Quentin Tarantino revelam também um filme disposto a tratar a trajetória do ator como objeto de pesquisa e reflexão crítica. Nesse sentido, o documentário vai além do óbvio, frisar a importância do astro no cinema de ação dos anos 1980.</p>
<p>Com tais esforços, mesmo que omisso em determinados capítulos da vida do biografado, <em><strong>Sly</strong> </em>busca dimensionar a figura do seu protagonista como autor cinematográfico. Antes de ser um astro, Stallone é um roteirista, produtor, diretor e ator com uma assinatura própria em seu legado criativo. Com Rocky, por exemplo, &#8211; e <em>Sly</em> é muito bom ao frisar isso &#8211; Stallone conseguiu dar vazão a inquietações pessoais, aproximou o público das suas ideias e construiu de forma coerente a trajetória de um personagem tão emblemático em uma série cinematográfica tematicamente coesa, tornando-se um espelho pelo qual muitos conseguiram se inspirar.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Thom Zimny</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Quentin Tarantino</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_FMulgkArnw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Especial Oscar 2020: Melhor Direção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2020 12:29:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade do grande dia, as apostas para as categorias do Oscar 2020 vão se afunilando. A exigente e problemática Academia de Artes e Ciências Cinematográficas teve um dos anos mais controversos em suas indicações. A falta de representatividade feminina e negra nas principais categorias do Academy Awards movimentou a mídia e o público no início do mês passado quando foram anunciados os indicados. Na categoria de Melhor Direção a polêmica foi ainda maior. 2019 foi um ano recheado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proximidade do grande dia, as apostas para as categorias do <strong><em>Oscar 2020</em></strong> vão se afunilando. A exigente e problemática <em>Academia de Artes e Ciências Cinematográficas</em> teve um dos anos mais controversos em suas indicações. A falta de representatividade feminina e negra nas principais categorias do <em>Academy Awards</em> movimentou a mídia e o público no início do mês passado quando foram anunciados os indicados. Na categoria de Melhor Direção a polêmica foi ainda maior. 2019 foi um ano recheado de direções excepcionais feitas por mulheres e, ainda assim, nenhuma delas foi lembrada na noite do Oscar.</p>
<p>Greta Gerwig (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adoraveis-mulheres/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Adoráveis Mulheres</em></a>), Céline Sciamma (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-retrato-de-uma-jovem-em-chamas/"><em>Retrato de Uma Jovem em Chamas</em></a>) e Lulu Wang (<em>The Farewell</em>) são os principais nomes femininos deixados de lado nessa disputa. Além delas, outro nome como Noah Baumbach (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de um Casamento</em></a>) fez falta na lista final de indicados da maior premiação do cinema. Ainda assim, as indicações causaram certas surpresas. Apesar de serem todos homens, dentre os indicados temos uma mistura um tanto inesperada. O quinteto é formado pelos estreantes Todd Phillips e Bong Joon-Ho, pelo conhecido (e diversas vezes nomeado) Quentin Tarantino e pelos únicos que já levaram o prêmio para casa uma vez, Martin Scorsese e Sam Mendes.</p>
<p>Pensando no Oscar como um todo, podemos traçar uma repetição de acontecimentos. Todd Phillips, por exemplo, surge a partir do brilhante <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><strong><em>Coringa</em></strong></a>. O longa-metragem esbanja um excesso de indicações, no qual foi nomeado para 11 categorias. O filme demonstra uma sensibilidade e um poder dramático inesperado. É claro que a intervenção de Phillips tem participação nesse resultado, mas sua condução como maestro não foi extraordinária. O diretor soube aproveitar um bom roteiro e um ator principal genial. O mérito de Todd Phillips está na sensibilidade de perceber e privilegiar seu ator. Essas escolhas de ângulo e planos foram executadas de forma excelente. Contudo, seu caminho por produções mais “a cara do Oscar” será longo. A porta foi aberta, falta saber se ele terá outras chances de mostrar seu trabalho.</p>
<p>Ainda nessa linha do que se mostrou como um padrão no 92º Academy Awards, temos as indicações pelo trabalho de uma vida. Muitos dos indicados parecem estar em alguma categoria pela sua carreira do que pela sua indicação do momento. O gênio Martin Scorsese se encaixa nesse padrão. É inquestionável o talento e o legado do diretor nova iorquino para a sétima arte.</p>
<p>Desde o início de sua carreira, Scorsese provoca o público e estende as possibilidades do fazer cinema. Contudo, o tempo passa e é inevitável comparar os trabalhos de sua carreira. Também é impossível não notar que, nos últimos anos, os filmes mais extraordinários feitos por ele são os que fogem do padrão suspense gângster. Dentre seus melhores trabalhos das últimas décadas estão <em>O Lobo de Wall Street</em> (2013), <em>A Invenção de Hugo Cabret</em> (2011) e <em>Os Infiltrados</em> &#8211; nos quais todos tiveram indicações nesta categoria, mas só levou a estatueta para casa no último. A questão aqui é: Martin Scorsese, apesar de gênio não fez nada novo. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/"><strong><em>O Irlandês</em></strong></a> é um filme bem feito e produzido, mas não tem nada de excepcional. Não tem nada que faça o diretor estadunidense estar entre os principais da disputa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12348" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Parasite-bong-joon-ho.jpg" alt="Melhor Direção" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Parasite-bong-joon-ho.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Parasite-bong-joon-ho-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Parasite-bong-joon-ho-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Agora a disputa começa a se acirrar. A aparição de Bong Joon-ho entre os nomeados para Melhor Direção demonstra a potência de seu mais recente longa. <strong><em>Parasita</em></strong> expira genialidade de todas as formas. O diretor sul coreano criou uma das obras mais fortes e contundentes dos últimos anos. Sua discussão sobre sociedade e os limites do ser humano extrapolam a tela. A estética crítica, o preciosismo nos detalhes e a beleza das imagens mais duras sobre o dia a dia o colocam nessa disputa como um dos favoritos. Contudo, a sua maestria se encontra muito mais no roteiro feito por ele e Han Jin-won do que em sua direção. Não que haja algum problema ou falta de originalidade em seu trabalho, mas o seu roteiro ultrapassa qualquer outra parte dessa produção.</p>
<p>Aqui está uma das maiores surpresas do ano. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><strong><em>Era uma Vez em… Hollywood</em></strong></a> mostra que até os mais consagrados diretores, cujas marcas criativas são bem definidas, podem ir além. Quentin Tarantino ousou e deu vida a um de seus trabalhos mais primorosos. O longa carrega uma sensibilidade jamais antes vista. A condução da narrativa é magistral e encantadora. Mesmo vindo de um roteiro que fala por si só, o trabalho de Tarantino ultrapassa as palavras digitadas em sua própria criação e alcançam um outro patamar. Seu filme mais indicado, que traça um caminho próprio em sua carreira e é uma produção que fala de memória afetiva. Sem dúvidas um dos trabalhos mais sublimes, sensíveis e corajosos do diretor.</p>
<p>Seria esse o momento que finalmente Tarantino levaria a estatueta de Melhor Direção para casa? Seria o caso se Sam Mendes não estivesse no páreo. O diretor inglês tem uma história com o <em>Academy Awards</em>. Em sua estreia nos cinemas, Mendes trouxe para a sétima arte uma das obras mais belas sobre o vazio dos costumes. Numa forte crítica ao “<em>american way of life</em>”, o diretor estreou com um longa-metragem que marcou a história do cinema. <em>Beleza Americana</em> foi um sucesso de crítica, público e de prêmios. Além de levar o troféu de “Melhor Filme” para casa, o longa ainda concedeu ao realizador britânico a estatueta de “Melhor diretor” em seu primeiro trabalho para o cinema.</p>
<p>20 anos após esses eventos, Sam Mendes volta para a disputa do Oscar com outro trabalho colossal. Enquanto Joon-ho e Tarantino tem roteiros magistrais, Sam Mendes tem um roteiro muito simples. Toda a potência de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-1917/"><strong><em>1917</em></strong> </a>está em sua parte técnica. Um dos trabalhos mais completos do ano, tecnicamente falando. O longa traz uma profusão de sensações graças ao trabalho de direção. Sem a condução brilhante de Mendes esse filme não se comportaria da mesma forma. Fica claro que foi uma escolha da produção focar na técnica e estética do que na história. E é nessa escolha que reside o poder e a genialidade do trabalho feito pelo diretor. <em><strong>1917</strong></em> é um dos longas mais imersivos da história do cinema. O uso da câmera como um personagem somado aos planos-sequência belíssimos criam uma das direções mais sensações da década.</p>
<p>Apesar dos fortes indícios da vitória, a corrida pela estatueta de ouro para Melhor Direção é sempre incerta. Talvez Mendes saia vitorioso de lá como aconteceu nas principais premiações da temporada. Talvez algo inesperado aconteça. Basta esperar e ver quais surpresas a noite de 9 de fevereiro guarda. Agora resta aguardar para ver se o diretor inglês sairá invicto de suas indicações por direção ou se outro colega de profissão roubará a cena. Para saber dessas e mais apostas para o Oscar, fique ligado no Coisa de Cinéfilo!</p>
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		<title>Especial: O 9º filme de Tarantino e seu legado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2019 23:31:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A filmografia de Quentin Tarantino é conhecida mundialmente como sinônimo de violência recheada com altas doses de ação, sarcasmo e (muito) sangue. A cada anúncio de uma nova obra do diretor, sua legião de fãs espera ansiosa por mais um pouco desse conjunto descrito como padrão – e com a divulgação de Era Uma Vez em&#8230; Hollywood não foi diferente. Muito se especulou sobre o que esse longa-metragem abordaria, afinal ele começou sendo promovido como uma produção que coexiste com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A filmografia de Quentin Tarantino é conhecida mundialmente como sinônimo de violência recheada com altas doses de ação, sarcasmo e (muito) sangue. A cada anúncio de uma nova obra do diretor, sua legião de fãs espera ansiosa por mais um pouco desse conjunto descrito como padrão – e com a divulgação de <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> não foi diferente. Muito se especulou sobre o que esse longa-metragem abordaria, afinal ele começou sendo promovido como uma produção que coexiste com o assassinato da atriz Sharon Tate, em 1969. O público esperou de um tudo, mas nenhuma teoria os preparou para a surpresa do que estava por vir.</p>
<p><em>Once Upon a Time&#8230; in Hollywood</em> (título original) descreve uma trajetória diferente do que já se viu na arte de Tarantino. Mesmo com uma carreira extensa e extremamente original, onde cada nova produção representa um universo repleto de inovações, seus filmes sempre trouxeram propostas semelhantes ao retratar a sua temática fundamental: a violência. Os traços de exagero – seja no sangue, sejam nas cenas de luta ou morte – e o humor ácido e satírico moldaram múltiplas dinâmicas que variam desde o controlado <em>Jackie Brown</em> (1997) até o espalhafatoso <em>À Prova de Morte</em> (2007). A estrutura de sua nona criação se organiza, contudo, de forma distinta. Tarantino quebra qualquer expectativa com seu novo filme que chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira (15).</p>
<p>É preciso entender que <strong><em>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</em></strong> comporta todas essas características “tarantinescas”. A violência não deixa de ser tema central, o sangue não deixa de aparecer e o humor continua existindo na mesma medida, porém esses fatores são vistos sob uma nova perspectiva. Tarantino transforma seu nono filme num conto intimista sobre a Hollywood que ele conheceu desde novo. Essa é a sua ode ao universo que o abraçou e nunca mais o deixou ir embora. E é essa pessoalidade tão palpável que faz do longa inusitado. Esse olhar sensível e próprio sobre um momento onde, literalmente, tudo mudou na célebre Los Angeles é a sacada que eleva a obra do diretor e roteirista para um novo patamar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11123" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Era-uma-Vez-em-Hollywood-1280x720-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Era-uma-Vez-em-Hollywood-1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Era-uma-Vez-em-Hollywood-1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Era-uma-Vez-em-Hollywood-1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A estrutura narrativa do nono filme de Tarantino se estabelece através do dia a dia das personagens principais. O cotidiano, a monotonia e a decadência dessas figuras são os pilares dessa história sobre personas. Contudo, a relevância deles e de seus diálogos já são uma marca do diretor. Em produções como <em>Cães de Aluguel</em> (1992), <em>Pulp Fiction – Tempos de Violência</em> (1994) e <em>Os 8 Odiados</em> (2015) é clara a relevância dessas características atreladas ao ritmo um pouco mais lento – não tanto quanto no novo filme – para desenvolver com maestria todos os nuances da trama.</p>
<p>Outra marca de Tarantino que se repete de forma mais expressiva em sua nova obra é a vitalidade presente nas cenas. As imagens falam por si só graças as cores vivas e pulsantes da Hollywood de 1969. Pela cidade funcionar como uma das figuras principais da história, existe uma preocupação em dar corpo e voz a capital mundial do cinema. Seja através das inúmeras cenas de passeios com carro ou pelas andanças pelos estúdios, a Cidade dos Anjos é representada minuciosamente como uma grandiosa, porém triste personagem que guarda consigo todas as frustrações e anseios de milhares. As tonalidades vibrantes de Los Angeles remetem a outros trabalhos do diretor, onde as cores em cena, ao lado do jogo de luz e sombra, falam e são fundamentais na compreensão da história – como <em>Pulp Fiction</em>, <em>Kill Bill &#8211; Volumes I e II</em> (2003 e 2004), <em>Bastardos Inglórios</em> (2008) e <em>Os 8 Odiados</em>.</p>
<p>Embora essas características tenham uma expressiva relevância para o resultado do longa-metragem, nada se compara ao poder de suas personagens em tela. Mais do que nunca Tarantino aposta em figuras (reais ou não) cheias de camadas para dar liga a sua história. Em cena, essas personalidades são o elemento número nessa jornada pela antiga Hollywood. A profundidade delas atrelada ao tempo investido em seus dilemas criam uma narrativa sólida e emocionante. Dessa forma, <strong><em>Once Upon a Time&#8230; in Hollywood</em></strong> funciona como uma história palpável feita por alguém que presenciou o fim da era de ouro do cinema hollywoodiano ao mesmo tempo que a Cidade dos Anjos viveu o fim de sua inocência.</p>
<p>O brutal assassinato da atriz Sharon Tate e de seus amigos na fatídica noite de 8 de agosto de 1969 mudaram os rumos e as dinâmica de sua sociedade. Assim, o longa se configura como uma homenagem tanto ao mercado cinematográfico que Tarantino viu crescer, mudar e pelo qual se apaixonou, como aos envolvidos nessa nova realidade. A presença de Margot Robbie no filme, por exemplo, funciona como uma espécie de luz angelical que traz paz e leveza ao mesmo tempo que se contrapõe às dinâmicas e aos dilemas das personagens vividas por DiCaprio e Pitt.</p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11122" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot-robbie-era-uma-vez-em-hollywood-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot-robbie-era-uma-vez-em-hollywood.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot-robbie-era-uma-vez-em-hollywood-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot-robbie-era-uma-vez-em-hollywood-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas qual seria a relevância desses enredos individuais para a composição de um produto tão extenso e parado? A crise profissional de Rick Dalton com sua decadência; a aceitação de Cliff Booth à sua vida pacata e sem glamour; a presença quase divina de Sharon Tate e sua carreira simples; e todo o histórico de horror cometido pela Família Manson costuram essa complexa e profunda narrativa sobre o vazio e o tempo. E para dar ainda mais força a cada uma dessas personagens eis que existe a maior de todas, a cidade dos sonhos: Hollywood. O polo cinematográfico do cinema americano se transfigura numa persona cuja história compõe e explica as relações entre as personagens e suas vivências.</p>
<p>É diante desse cenário devastado pelo tempo que uma nova era se instaura – tanto para a indústria cinematográfica dos EUA como na vida das figuras principais. O dilema de Tarantino ao escolher esse momento histórico do cinema está justamente ligado ao jogo entre realidade e ficção. E, da mesma forma que fez em <em>Bastardos Inglórios</em>, o diretor se permite reescrever a história outra vez. Ao fazê-lo, Tarantino cria a sua “carta de amor” à Hollywood por dar ao público uma perspectiva de renovação ao contornar a dor e tensão que a história comporta. Dessa forma, o cineasta usa sua criatividade e proeminência no mercado para dar vida a uma grande homenagem as suas memórias afetivas e íntimas desse universo.</p>
<p>O público, quando se encontra imerso nas histórias de cada uma das personagens, não consegue mais fugir da narrativa. Tarantino se provou, pela nona vez, um brilhante cineasta. A inesperada sensibilidade que abraça a produção do início ao fim é de arrepiar. As referências à cultura pop e a metalinguagem entre realidade e ficção formam uma transparente obra-prima que transborda talento, amor e cuidado com a responsabilidade do fazer cinema.</p>
<p>Com uma carreira cheia de louros, o diretor cria uma obra que expande ainda mais as suas possibilidades como artista e mostra para o mundo que ele ainda tem muito o que mostrar. <strong><em>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</em></strong> é um desafio do diretor ao público. Tarantino elabora uma obra que desafia o olhar do espectador ao utilizar suas marcas como artista de uma maneira diferente. Todas as suas habilidades e características, já vistas em seus filmes anteriores, estão presentes aqui de forma viva. As escolhas são meticulosas e precisas para criar um filme único e ímpar até mesmo para sua carreira. Sendo este o seu nono produto cinematográfico, Quentin Tarantino se aproxima do emblemático décimo filme – mencionado pelo diretor como sua última criação – e continua a impressionar o mundo com sua singular capacidade criativa. O diretor acaba de entregar para o mundo a sua mais nova, surpreendente e emocionante criação.</p>
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		<title>Crítica: Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 19:48:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eis que chegamos ao lançamento do nono filme do diretor Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios) e a expectativa era grande. Conhecido por seu estilo mais assertivo, sangrento e irreverente, o cineasta nos oferece um longa que é parte diferente e parte original de seu perfil. Era Uma Vez em&#8230; Hollywood mistura as aguardadas cenas de ação, referências culturais, personagens confusos e cheios de personalidade, humor cítrico, etc. No final dos anos 1960, o astro de TV Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que chegamos ao lançamento do nono filme do diretor Quentin Tarantino (<em>Bastardos Inglórios</em>) e a expectativa era grande. Conhecido por seu estilo mais assertivo, sangrento e irreverente, o cineasta nos oferece um longa que é parte diferente e parte original de seu perfil. <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> mistura as aguardadas cenas de ação, referências culturais, personagens confusos e cheios de personalidade, humor cítrico, etc.</p>
<p>No final dos anos 1960, o astro de TV Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) está lidando com os rumos que sua carreira tomou e sua necessidade de se firmar nas telonas, em Hollywood. Juntamente com seu dublê Cliff Booth (Brad Pitt), Dalton conhece pessoas influentes da indústria cinematográfica, que podem abrir as portas profissionais para ele. Enquanto isso, ele é vizinho do casal Sharon Tate (Margot Robbie) e Roman Polanski (Rafal Zawierucha), o que acaba levando o roteiro a tratar da Família Manson e da iminência do assassinato de Sharon.</p>
<p>A temática em si já envolve muitas nuances e atrativos. A junção de uma estrela do cinema em conflito com a triste história de Sharon Tate abre portas para diversos desdobramentos, tanto no parâmetro ficcional quanto real. Quentin vai brincando com ficção e realidade o tempo inteiro, oferecendo diversas referências culturais e histórias ao espectador.</p>
<p>Uma das características interessantes de Tarantino é que ele pressupõe a inteligência de seu espectador, o que é relativamente raro na indústria. O diretor entende que os diálogos não precisam ser tão expositivos e que o subentendido é que pode acrescentar ainda mais veracidade às cenas. Isso fica muito claro no momento em que Charles Manson bate na porta de Tate e Polanski, procurando os moradores anteriores. Nada é dito sobre o nome dele, então cabe ao espectador perceber a referência ou simplesmente não compreender a cena.</p>
<p>Além disso, ele não tem pressa em desenvolver seus personagens, o que torna a experiência muito melhor. As cenas são mais longas, com plano principal e de fundo, elementos no cenário que contribuem para a construção da narrativa e do próprio personagem. As conexões dos personagens também vão acontecendo aos poucos, como uma colcha de retalhos que vai sendo tecida. Em <strong><em>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</em></strong> talvez essa característica tenha sido levada ao extremo, já que fica pouco tempo para o roteiro efetivamente se desenvolver, depois que passa a longa fase de construção dos personagens.</p>
<p>Se o roteiro é bom, as atuações são definitivamente o maior ganho do longa. Leonardo DiCaprio  (O Lobo de Wall Street) foi a escolha mais inteligente para interpretar Rick Dalton. Confuso, egocêntrico, com baixa autoestima e carente, ele consegue passear por todas essas nuances com muita facilidade e naturalidade. Cada cena é instigante para o espectador. Para além dele, temos Brad Pitt (<em>Bastardos Inglórios</em>), que considero ainda mais destaque em atuação. Cliff Booth é objetivo e focado em ser um bom profissional. Ele não tem as ambições que seu chefe e prefere levar uma vida com mais tranquilidade. A medida que o roteiro evolui, ele vai mostrando um passado conturbado de Booth, mas que pouco define o seu presente.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11085" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot_robbie_era_uma_vez_em_hollywood_tarantino_analise-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot_robbie_era_uma_vez_em_hollywood_tarantino_analise.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot_robbie_era_uma_vez_em_hollywood_tarantino_analise-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/margot_robbie_era_uma_vez_em_hollywood_tarantino_analise-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Enquanto Dalton tenta desesperadamente ser amado por todos e ter o trabalho reconhecido, Booth se contenta em ser amado pela cadela de estimação e trabalhar corretamente. Paralelo a isso, Margot Robbie (Duas Rainhas) interpreta a estrela em ascensão Sharon Tate. Nem sempre reconhecida, ela confere uma leveza singular à personagem, que é sempre sorridente e positiva. A cena no cinema é cuidadosa e nos oferece um ótimo momento de Robbie. Talvez fique uma sensação de falta de aprofundamento da personagem, mas é preciso entender que o foco não é na história dela. Muito embora os olhos acabem focando nisso, invariavelmente.</p>
<p>O trio principal é acompanhado de diversos outros excelentes atores, mesmo em breves papéis. Acredito que é isso que torna a experiência ainda mais rica. Cada <em>flash</em> de momento é um presente em atuação. Louros que o diretor já colhe por ter consagrado seu nome no cinema.</p>
<p>Outro ponto alto do filme é o uso de plano-sequência, uma característica forte de Tarantino, que se torna ainda mais possível por conta do elenco de peso que ele tem. Cenas longas com tantos personagens e sem corte favorecem a inserção do espectador na trama. Ele também faz uso de enquadramentos mesclados que contam a história de uma maneira diferente e se adequam a cada momento em cena, como na exposição dos <em>westerns</em> de Dalton.</p>
<p>Ao final do longa, não adentrando em <em>spoilers</em>, Tarantino se permite misturar ainda mais a ficção com a realidade dos fatos. A conjunção do trio principal e o restante do elenco, até então um tanto paralela, finalmente converge em situações que se completam na história. A felicidade de Sharon de ter um filme reconhecido, o autorreconhecimento de Dalton a cerca de seu trabalho e qualidade profissional e a aceitação passiva de Booth com o seu destino.</p>
<p><em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> é um filme com os traços originais de Quentin Tarantino, mas com grandes diferenças de roteiro com relação aos demais. Talvez por isso as opiniões possam ficar tão divididas e alguns fãs mais fervorosos possam ficar um pouco frustrados. Mas abrindo um pouco mais o olhar para as infinitas possibilidades e levando em conta que é preciso sopros de mudança na carreira do diretor, o longa se torna muito bom e superior a tantos outros.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Quentin Tarantino<br />
<strong>Elenco:</strong> Leonardo DiCaprio, Brad Pitt, Margot Robbie, Emile Hirsch, Margaret Qualley, Dakota Fanning, Timothy Olyphant, Julia Butters, Al Pacino, Austin Butler, Luke Perry, Lena Dunham</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jPDBoBYdf6g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Confira novo trailer de Era Uma Vez em&#8230; Hollywood!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2019 02:07:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Sony Pictures lançou mais um trailer de Era Uma Vez em&#8230; Hollywood. O longa é dirigido pelo ganhador do Oscar Quentin Tarantino (Django Livre) e estrelado por Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e Margot Robbie. O filme estreou nesta terça-feira, 21 de maio, no Festival de Cannes e está concorrendo à Palma de Ouro. O novo filme do diretor conhecido por Pulp Fiction e Kill Bill é ambientado em Hollywood, nos anos 1969. Rick Dalton (DiCaprio) e Cliff Booth (Pitt) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sony Pictures lançou mais um trailer de <em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em>. O longa é dirigido pelo ganhador do Oscar Quentin Tarantino (<em>Django Livre</em>) e estrelado por Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e Margot Robbie. O filme estreou nesta terça-feira, 21 de maio, no Festival de Cannes e está concorrendo à Palma de Ouro.</p>
<p>O novo filme do diretor conhecido por <em>Pulp Fiction</em> e <em>Kill Bill</em> é ambientado em Hollywood, nos anos 1969. Rick Dalton (DiCaprio) e Cliff Booth (Pitt) são, respectivamente, um ex-astro de TV e seu dublê. A história mostra a dupla lutando para chegar a Hollywood.</p>
<p><em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em> estreia nos cinemas do Brasil no dia 15 de agosto.</p>
<p><strong>Confira o trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jPDBoBYdf6g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood divulga trailer oficial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 17:55:37 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Era Uma Vez em&#8230; Hollywood</strong></em>, da Sony Pictures, acaba de divulgar trailer oficial. O longa é dirigido pelo diretor Quentin Tarantino (<em>Django Livre</em>) e estrelado por Brad Pitt, Leonardo DiCaprio e Margot Robbie. O filme estreia nos cinemas no dia 15 de agosto.</p>
<p>A película é ambientada em Hollywood, nos anos 1969. Rick Dalton (DiCaprio) e Cliff Booth (Pitt) são, respectivamente, um ex-astro de TV e seu dublê. A história mostra a dupla lutando para chegar a Hollywood.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wWtu7U7i4yg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>O girl power no cinema de Quentin Tarantino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2016 12:03:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Nesta quinta, entra em cartaz no Brasil o filme Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino. Com um elenco composto por atores majoritariamente, uma mulher se destaca dentro da narrativa e é ela quem mobiliza toda a ação da história. A personagem em questão é Daisy Dormegue, defendida pela atriz Jennifer Jason Leigh, uma bandida infame que foi pega pelo caçador de recompensas John Ruth, papel de Kurt Russell. O longa é dividido em capítulos e em cada etapa Leigh [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4278" aria-describedby="caption-attachment-4278" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4278 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Quentin-Tarantino-and-Uma-Thurman-on-the-set-of-Kill-Bill-620x310.jpg" alt="Quentin-Tarantino-and-Uma-Thurman-on-the-set-of-Kill-Bill" width="620" height="310" /><figcaption id="caption-attachment-4278" class="wp-caption-text">Quentin Tarantino e Uma Thurman no set de Kill Bill &#8211; Volume 1</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta quinta, entra em cartaz no Brasil o filme <em>Os Oito Odiados</em>, de Quentin Tarantino. Com um elenco composto por atores majoritariamente, uma mulher se destaca dentro da narrativa e é ela quem mobiliza toda a ação da história. A personagem em questão é Daisy Dormegue, defendida pela atriz Jennifer Jason Leigh, uma bandida infame que foi pega pelo caçador de recompensas John Ruth, papel de Kurt Russell.</p>
<p>O longa é dividido em capítulos e em cada etapa Leigh vai demonstrando lentamente as camadas de Dormegue. A noção do grau de vilania da moça vai se tornando mais aparente para o público e, aos poucos, saindo da tensão e do alívio cômico ela se torna uma criatura diabólica e perversa que espera o momento certo para dar o bote.</p>
<p>Esta não é a primeira película de Trantino na qual uma personagem feminina se destaca. O <em>Coisa de Cinéfilo</em> selecionou algumas outras mulheres marcantes na obra do diretor na semana em que mais um filme do realizador entra em cartaz no país:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4279 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/pulp-fiction-DI-620x349.jpg" alt="Mandatory Credit: Photo by c.Miramax/Everett / Rex Features 'PULP FICTION', Uma Thurman - 1994 'PULP FICTION' FILM - 1994 No Merchandising. Editorial Use Only STILL STILLS 563502b" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mia Wallace </strong>(Uma Thurman)</p>
<p style="text-align: center;">Pulp Fiction &#8211; Tempo de Violência</p>
<p>Cocaína,<em> milk-shake</em> e dança icônica. Mia Wallace é uma figura emblemática na história do cinema. Em cartazes, camisetas, canecas, agendas e cadernos, Mia está gravada na cabeça dos cinéfilos. Sua história em <em>Pulp Fiction</em> começa quando Vincent Vega (John Travolta) precisa passar o dia distraindo a moça, enquanto seu chefe viaja. A partir daí, iniciam-se algumas aventuras protagonizadas por Vega e Wallace, com direito a muito álcool, drogas e injeção de adrenalina.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4280" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/kill-bill-vol-1-the-bride-620x349.jpg" alt="kill-bill-vol-1-the-bride" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Noiva</strong> (Uma Thurman)</p>
<p style="text-align: center;">Kill Bill &#8211; Volume 1 e 2</p>
<p>Mamba Negra, A noiva, Beatrix Kiddo ou Mamãe. Uma Thurman interpreta aqui a ex-integrante de uma gangue que, depois de acordar de um coma de quatro anos, decide ir atrás de todos os seus antigos colegas, para assassiná-los até chegar ao seu líder, Bill (David Carradine). Isso porque foram eles os responsáveis pela sua longa estadia em um hospital, bem como o seu afastamento da filha que Kiddo nem pôde conhecer. A personagem feita por Thurman é forte e emblemática. Aqui se vê uma assassina paciente, que espera o momento certeiro de realizar sua vingança.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4281" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/melanie-laurent.jpg" alt="melanie-laurent" width="586" height="330" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Shosanna Dreyfus</strong> (Mélanie Laurent)</p>
<p style="text-align: center;">Bastardos Inglórios</p>
<p>Determinada e furiosa, Shosanna também se encaixa na categoria &#8220;paciente e vingativa&#8221;. Disposta a fazer qualquer coisa pela sua causa, a moça queria eliminar os nazistas do comando e estava disposta a arriscar sua própria vida para conseguir isso. Além de ser forte dentro do longa, a personagem é bem lembrada, principalmente pelos cinéfilos, por causa da frase clássica “Good bye, Shosanna!!”, dita por Hans Landa, interpretado pelo ganhador do Oscar Christoph Waltz.</p>
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		<title>Crítica: Os Oito Odiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2016 19:12:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4249" aria-describedby="caption-attachment-4249" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4249 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful2-620x347.jpg" alt="hateful2" width="620" height="347" /><figcaption id="caption-attachment-4249" class="wp-caption-text">Repetições: Os Oito Odiados mantém as marcas do filme do realizador, mas acaba se mostrando como um dos seus filmes mais efêmeros.</figcaption></figure>
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<p>Em seu anunciado oitavo longa-metragem, Quentin Tarantino reitera elementos que são marcas do realizador ao longo de toda a sua carreira: os diálogos afiados, a estrutura narrativa por vezes acronológica, muita violência e as dezenas de referências a todos aqueles filmes que são cultuados pelo realizador. <i>Os Oito Odiados </i>fortalece suas origens tarantinescas ao trazer para sua trama todos esses recursos. É bem verdade que o longa acaba não sendo o mais memorável da carreira do diretor e em determinadas situações suas marcas de autoria soam como repetição, mas em mais de três horas de projeção, o realizador mantém o espectador atento a sua história e a seus personagens trabalhando um domínio narrativo que poucos cineastas contemporâneos possuem.</p>
<figure id="attachment_4250" aria-describedby="caption-attachment-4250" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4250 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful-eight-samuel-l-jackson-xlarge-620x349.jpg" alt="hateful-eight-samuel-l-jackson-xlarge" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4250" class="wp-caption-text">Homem de confiança: Samuel L. Jackson mais uma vez brilha em um filme do realizador. Na foto, ao lado de Walton Goggins</figcaption></figure>
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<p>Em <i>Os Oito Odiados</i>, Quentin Tarantino traz a história de John Ruth (Kurt Russell), um carrasco que em sua viagem leva como prisioneira a criminosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh). Ruth captura Daisy a fim de trocá-la por uma volumosa quantia em dinheiro como recompensa. No caminho, Ruth e Daisy enfrentam como dificuldade uma violenta nevasca e se deparam com um caçador de recompensas (Samuel L. Jackson) e um homem que acaba de ser empossado como xerife de uma cidade (Walton Goggins). Os quatro acabam se juntando e buscam abrigo em um armazém até que o temporal passem. Lá, eles conhecem quatro sujeitos que também estão no local aguardando a nevasca passar. No decorrer da trama, os oito personagens vão descobrindo os segredos dos seus companheiros de abrigo e, isolados do restante do mundo e obrigados a conviver  no mesmo local, acabam entrando em um inevitável confronto.</p>
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<p>Assim como fizera em <i>Django Livre</i>, em <i>Os Oito Odiados</i>, Tarantino<i> </i>retorna ao <i>western. </i>Contudo, este filme do realizador é bem diferente do seu longa de 2012. Aqui, Tarantino surge mais descompromissado com propósitos que vão além do entretenimento e se por um lado isso é bastante positivo pois permite que o realizador se entregue aos extremos da sua própria assinatura cinematográfica, por outro, não deixa de trazer para <i>Os Oito Odiados </i>uma certa sensação de repetição. Assim como seu segmento no projeto <i>Grindhouse</i>, o filme <i>À Prova de Morte</i>, <i>Os Oito Odiados </i>acaba mostrando-se como um bom entretenimento, porém esquecível ao final da projeção. Não há personagens memoráveis ou diálogos e cenas a se destacar como em <i>Pulp Fiction</i>, <i>Jackie Brown</i>, <i>Kill Bill</i>, <i>Bastardos Inglórios </i>ou mesmo <i>Django Livre, </i>pelo qual confesso ter algumas reservas, mas reconheço as qualidades. A sensação após uma sessão de <i>Os Oito Odiados </i>é que a narrativa que nos foi apresentada tem uma correta execução, mas de que tudo é relativamente efêmero.</p>
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<figure id="attachment_4251" aria-describedby="caption-attachment-4251" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4251 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/hateful-eight-film-grab-ap--620x349.jpg" alt="" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4251" class="wp-caption-text">Elenco: Kurt Russell, Jennifer Jason Leigh e Bruce Dern são alguns dos atores afiados que Quentin Tarantino dirige em seu novo filme</figcaption></figure>
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<p>Tarantino acerta mais uma vez na escalação e na condução do seu elenco. Como destaque há a marcante presença de Jennifer Jason Leigh como a prisioneira Daisy Domergue e, claro, Samuel L. Jackson que como o caçador de recompensas Marquis Warren demonstra mais uma vez que talvez não exista ator no mundo que compreenda mais as palavras e o olhar de Tarantino para os seus personagens do que ele. Há ainda que se pontuar os trabalhos de Kurt Russell, Walton Goggins, Demián Bichir, Tim Roth, Michael Madsen, Bruce Dern e Channing Tatum em performances equilibradas e orgânicas ao universo proposto pelo diretor.</p>
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<p>Longe de ser um dos melhores filmes de Tarantino, mas também bem distante de um desastre cinematográfico &#8211; afinal, com um diretor consciente da linguagem cinematográfica e com o repertório como Tarantino dificilmente o filme cairia nessa zona de perigo &#8211; <i>Os Oito Odiados </i>agrada sobretudo aos fãs do estilo do cineasta. É certo que o longa não representa nada que já não tenhamos visto Quentin Tarantino fazer e que a &#8220;luz vermelha&#8221; de alerta pode começar a piscar para o realizador sinalizando que, de alguma maneira, ele tem que seguir outros caminhos para sair de uma relativa zona de conforto que ele mesmo criou (com dois filmes no gênero a cota de <i>westerns </i>do Tarantino já está mais do que cumprida, por exemplo), mas o filme apresenta uma narrativa construída com fluidez e domínio, entretendo a plateia com a usual assinatura do cineasta. Esse mérito, ninguém pode lhe tirar.</p>
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		<title>Assista ao trailer do novo filme de Quentin Tarantino, Os 8 Odiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 17:28:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enfim o aguardado trailer de Os 8 Odiados, novo filme de Quentin Tarantino, acaba de ser divulgado. Além dele, um pôster estampado pelos protagonistas do filme também foi lançado. Dirigido e roteirizado por Tarantino, Os 8 Odiados conta a história de uma diligência que desvia da sua rota por conta de uma tempestade de neve. Esse incidente faz com que um grupo de oito estranhos fique preso em um saloon no meio do nada. O grupo é composto por uma dupla de caçadores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/The-Hateful-Eight-large-970x545.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3332" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/The-Hateful-Eight-large-970x545-620x348.jpg" alt="The-Hateful-Eight-large-970x545" width="620" height="348" /></a></p>
<p>Enfim o aguardado trailer de<strong> <em>Os 8 Odiados</em></strong>, novo filme de Quentin Tarantino, acaba de ser divulgado. Além dele, um pôster estampado pelos protagonistas do filme também foi lançado.</p>
<p>Dirigido e roteirizado por Tarantino, <em>Os 8 Odiados </em>conta a história de uma diligência que desvia da sua rota por conta de uma tempestade de neve. Esse incidente faz com que um grupo de oito estranhos fique preso em um saloon no meio do nada. O grupo é composto por uma dupla de caçadores de recompensa, um ex-soldado, uma ex-presidiária, entre outros. O longa tem sido &#8220;vendido&#8221; como um encontro entre <em>Sete Homens e um Destino </em>e <em>Os Doze Condenados</em>.</p>
<p>No elenco, parceiros habituais do diretor como Samuel L. Jackson (<em>Pulp Fiction</em>, <em>Jackie Brown </em>e <em>Django Livre</em>), Tim Roth (<em>Cães de Aluguel</em>), Kurt Russell (<em>À Prova de Morte</em>), além de novos rostos na filmografia do diretor, como Jennifer Jason Leigh (<em>eXistenZ</em>), Bruce Dern (<em>Nebraska</em>) e Channing Tatum (<em>Magic Mike</em>).</p>
<p>O longa estreia no final do ano nos EUA, aqui no Brasil a previsão de estreia é para janeiro de 2016.</p>
<p>Veja o pôster e assista ao trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gnRbXn4-Yis" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><img decoding="async" class=" aligncenter" src="http://br.web.img2.acsta.net/c_520_690/newsv7/15/08/10/20/23/334976.jpg" alt="" /></p>
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