<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Oscar Isaac - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/oscar-isaac/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/oscar-isaac/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 31 May 2023 20:33:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Oscar Isaac - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/oscar-isaac/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 20:33:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Kaluuya]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hailee Steinfeld]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Aranha: Através do Aranhaverso]]></category>
		<category><![CDATA[Issa Rae]]></category>
		<category><![CDATA[Jake Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Schwartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Justin Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[Karan Soni]]></category>
		<category><![CDATA[Kemp Powers]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<category><![CDATA[Shameik Moore]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16752</guid>

					<description><![CDATA[<p>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso finalmente chegou aos cinemas para deixar os fãs mais assíduos em polvorosa. Depois do enorme sucesso que foi o primeiro longa Homem-Aranha no Aranhaverso (2018), que rendeu até o Oscar de Melhor Animação, não é de se estranhar a ansiedade de todo mundo para saber os próximos passos de Miles Morales (Shameik Moore, Samaritano). E já posso adiantar sem o julgo de estar &#8220;emocionada demais&#8221; que ele é muito além do que poderíamos esperar. Embora eu [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/">Crítica: Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</strong></em> finalmente chegou aos cinemas para deixar os fãs mais assíduos em polvorosa. Depois do enorme sucesso que foi o primeiro longa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-no-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em></a> (2018), que rendeu até o <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-os-vencedores-do-oscar-2019/"><em>Oscar de Melhor Animação</em></a>, não é de se estranhar a ansiedade de todo mundo para saber os próximos passos de Miles Morales (Shameik Moore, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-samaritano/"><em>Samaritano</em></a>). E já posso adiantar sem o julgo de estar &#8220;emocionada demais&#8221; que ele é muito além do que poderíamos esperar.</p>
<p>Embora eu não seja a maior entusiasta de longas de super-heróis (apesar de gostar bastante de alguns específicos, como a franquia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores</em></a>), este personagem sempre me cresceu aos olhos. Tenho simpatia pela história, pelo humor, pelo protagonista. Ele é no estilo que eu imagino de bons filmes de heróis cheios de poderes que são, relativamente, palpáveis para nós. Então tem um &#8220;quê&#8221; de empolgação a mais ao ver um estudante comum escalando paredes e voando entre os prédios.</p>
<p>Morales, então, consegue fazer isso da maneira mais leve e descompromissada possível, ficando lado a lado com o Peter Parker de Tom Holland (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/"><em>Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</em></a>) com a personalidade mais parecida com o herói dos quadrinhos. Miles aqui sofre o luto pelo tio que se foi, enquanto sente saudades constantes de Gwen Stacey (Hailee Steinfeld, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bumblebee/"><em>Bumblebee</em></a>). Não pretendo, no entanto, entrar nas miudezas dos detalhes do roteiro, já que spoiler é algo que ninguém gosta.</p>
<p>O que mais me chama a atenção nesta produção é o quanto a dedicação da parte gráfica faz toda a diferença na experiência do espectador. Com menos de 20 minutos de exibição, eu estava pensando sobre o quão incrível é esta parte da franquia e como dá tão certo. Unir diversas técnicas, das mais antigas às mais novas, assim como as diferenças estéticas de cada período, resulta em uma explosão de cenários e possibilidades, transformando cada cena em um ato único. Isso pode vir a ser caótico, claro, em alguns momentos, quando vemos um excesso de técnicas misturadas. E, por vezes, me pergunto como deve ser assistir este longa para pessoas com sensibilidades visuais.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16754" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277.png" alt="Homem-Aranha: Através do Aranhaverso" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/05/4393277-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Diferente de outros filmes de multiverso que simplesmente jogam os personagens em qualquer realidade, como uma catapulta sem sentido entre o espaço e tempo, em <strong><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></strong> nós temos sentido e qualidade. Sim, diversas realidades nos são apresentadas (talvez até demais), mas de uma maneira tão coesa e justificada, que não ficamos perdidos em momento algum com o que está acontecendo. Tem propósito em cada invertida de universo que vemos ali.</p>
<p>Como um grande serviço aos fãs, este longa traz inúmeros detalhes escondidos em meio a trama, como personagens que surgem do nada e cenas de filmes e animações anteriores. É uma combinação dedicada ao público fiel, mas não chega ao nível da bajulação, o que seria extremamente desnecessário. Afinal, ele não precisa convencer ninguém a gostar de algo que, obviamente, é excelente.</p>
<p>A evolução e transição dos personagens, principalmente a dupla principal, é uma das melhores partes de acompanhar da trama. Gwen e Miles sofrem as dores de seus mundos e como isso os transforma como seres humanos, saindo da adolescência enquanto são empurrados para a maturidade sem dó. É um choque de realidade ao se dar conta que não há alternativa a não ser simplesmente aceitar os fatos como são e ter resiliência para lidar com eles.</p>
<p>Assim como no longa anterior, vai ser difícil encontrar alguém que não tenha gostado ou se apaixonado por <strong><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></strong>. A riqueza de detalhes, a qualidade do enredo, os personagens envolventes e bem aprofundados, fazem com que o espectador fique deslumbrado a todo momento com aquilo que nos é apresentado. Um resultado primoroso e dedicado que mostra o quanto uma animação tem a nos oferecer em termos de qualidade em cinema.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joaquim Dos Santos, Kemp Powers, Justin Thompson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Oscar Isaac, Shameik Moore, Issa Rae, Hailee Steinfeld, Karan Soni, Daniel Kaluuya, Jake Johnson, Jason Schwartzman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_4is7I_ZxTg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/">Crítica: Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Star Wars: A Ascensão Skywalker</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-a-ascensao-skywalker/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-a-ascensao-skywalker/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2019 18:36:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Daniels]]></category>
		<category><![CDATA[Carrie Fisher]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daisy Ridley]]></category>
		<category><![CDATA[Domhnall Gleeson]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Ian McDiarmid]]></category>
		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[John Boyega]]></category>
		<category><![CDATA[Joonas Suotamo]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Marie Tran]]></category>
		<category><![CDATA[Keri Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Lupita Nyong'o]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Hamill]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Ackie]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<category><![CDATA[Richard E. Grant]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars 9]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: A Ascensão Skywalker]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12107</guid>

					<description><![CDATA[<p>Afinal, qual a relação entre cinema e público? Se falarmos que a demanda popular gera um filme, estaríamos assumindo que o cinema é um produto comercial? Ou se é o cinema que gera a demanda, aí estaríamos falando de uma entidade própria que orienta os valores da sociedade? Aliás, será que sequer existe alguma relação hierárquica entre cinema e público? Um precisa ditar como vai ser o funcionamento do outro? Ou são apenas conjuntos diferentes que habitam o mesmo universo? [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-a-ascensao-skywalker/">Crítica: Star Wars: A Ascensão Skywalker</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal, qual a relação entre cinema e público? Se falarmos que a demanda popular gera um filme, estaríamos assumindo que o cinema é um produto comercial? Ou se é o cinema que gera a demanda, aí estaríamos falando de uma entidade própria que orienta os valores da sociedade? Aliás, será que sequer existe alguma relação hierárquica entre cinema e público? Um precisa ditar como vai ser o funcionamento do outro? Ou são apenas conjuntos diferentes que habitam o mesmo universo? Peço perdão por tantas dúvidas, mas <strong><em>Star Wars: A Ascensão Skywalker</em></strong> me fez questionar bastante a função do cinema.</p>
<p>Quando Martin Scorsese (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Irlandês</em></a>) afirmou que os filmes da Marvel não eram verdadeiramente cinema e mais como uma montanha-russa, o cineasta não mentiu em sua argumentação. Apesar disso, acredito que mesmo um gênio da sétima arte não tem poder para ditar o que deve ser ou não cinema. Todavia, o que é inegável é o quanto ele foi preciso em suas palavras — e aqui peço paciência do leitor, pois vou parafrasear o mestre:</p>
<p><em>“Muitos dos elementos que definem o cinema como eu conheço estão ali nos filmes da Marvel. O que não está é a revelação, o mistério ou o perigo emocional genuíno. Nada está em risco. Os filmes são feitos para satisfazer uma leva específica de demandas, e são desenhados como variações em um número finito de temas.</em></p>
<p><em>Eles são sequências no nome mas refilmagens em espírito, e tudo neles é oficialmente sancionado porque não tem como ser de outra forma. Essa é a natureza das franquias cinematográficas modernas: com pesquisas de mercado, testadas pelo público, vetadas, modificadas, vetadas mais uma vez e novamente modificadas, até que estejam próprias para o consumo.”</em> (tradução retirada do <a href="http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-151596/">AdoroCinema</a>).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12108" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/4523692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Star Wars: A Ascensão Skywalker" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/4523692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/4523692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/4523692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Bem, e o que <strong><em>Star Wars: A Ascensão Skywalker</em></strong> tem a ver com a Marvel? Primeiramente, não podemos esquecer que todos fazem parte de uma mesma companhia (Disney), preocupada em monopolizar o mercado de maneira que mais gere lucros e menos riscos possíveis.</p>
<p>Por outro lado, a diferença entre o universo de Kevin Feige e o filme de J.J. Abrams fica gritante quando vemos que, mesmo quando os dois fazem a mesma coisa — entregar fan service —, há uma diferença gritante entre os  resultados. E qual o motivo? Primordialmente, <em>Ultimato</em> é um amálgama de mais de 20 filmes que foram construídos dentro de uma unidade, apesar de cada aventura ter sua particularidade.</p>
<p>De maneira oposta, há um certo momento de <strong><em>A Ascensão Skywalker</em> </strong>que C3PO tem sua memória apagada. Logo depois, o robô consegue recuperá-las parcialmente, com exceção de todas as suas aventuras mais recentes. Não há cena que melhor o que é esse filme. Ao estar mais preocupado em anular o legado vanguardista deixado por Rian Johnson em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-os-ultimos-jedi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Os Último Jedi</em></a>, o último capítulo da Saga Skywalker se torna um gigante <em>retcom</em> e esquece que apenas a negação do passado não basta.</p>
<p>O roteiro de J.J. Abrams e Chris Terrio (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/"><em>Batman vs. Superman</em></a>, o que explica muita coisa) assume tanto seu caráter mercadológico que chega a “matar” CINCO personagens, apenas para desfazer essa ilusão instantes depois. É, literalmente, como uma montanha-russa. Afinal, o filme manipula momentaneamente as emoções do público, apenas para no final desfazer suas ações, mostrando que nunca houve um verdadeiro risco.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12109" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3917203.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Star Wars: A Ascensão Skywalker" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3917203.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3917203.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3917203.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda em roteiro — e aqui abro uma grande aspas para falar de temas sociais e não fílmicos — me incomoda profundamente o quanto este filme é conservador, retrógrado e conveniente com uma parte preconceituosa dos fãs de Star Wars. Desde o <em>Despertar da Força</em>, há uma brincadeira na internet falando que o Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac) são um casal. Assim, o filme, como uma criança de 10 anos que precisa auto afirmar sua masculinidade diante dos coleguinhas de classe, vai enfiando goela abaixo diversas situações sem nexo apenas para responder a audiência que os dois protagonistas são héteros. Essa é, literalmente, a única justificativa para a existência das as novas personagens femininas, vividas por Keri Russell e Naomie Ackie.</p>
<p>Similarmente, outra covardia que não pode ser omitida é o que <strong><em>Star Wars: A Ascensão Skywalker</em></strong><em> </em>faz com Rose. Para quem não sabe, a atriz Kelly Marie Tran sofreu um grande assédio moral e ataques xenofóbicos após o filme, a ponto de apagar suas redes sociais. Por isso, é um golpe baixo colocar a personagem quase como uma figurante, mostrando uma subserviência de Abrams aos <em>trolls</em> de internet. Mas <em>ok</em>, vamos botar um beijo entre duas figurantes para fingirmos que nos importamos com essas causas? Tenta outra, J.J.</p>
<p>Bem, e se a gente ignorar todas as decisões arbitrárias, visto que mesmo péssimo roteiro nas mãos de uma boa direção pode resultar em um grande filme? Honestamente, não entendo o que aconteceu com Abrams aqui. Revendo a morte de Han Solo em <em>O Despertar da Força</em>, percebe-se como o <em>timing</em> daquela cena permite que ela seja sentida. Já no filme de 2019, é o inverso. Uma montagem frenética impede a formação de qualquer catarse ou potencialidade dramática. Em particular, há um(a) protagonista importante que se vai e o longa não deixa que o espectador senta aquele momento, já seguindo em frente, como estivesse mais preocupado em encerrar todas as pontas soltas do que criar um vínculo emocional.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12102" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Star Wars: A Ascensão Skywalker" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda nesta lógica mercadológica de filme como um produto, o terceiro ato de <em><strong>A Ascensão Skywalker</strong> </em>reafirma a questão. Desse modo, qualquer pessoa que tenha visto <em>Vingadores Ultimato</em> poderá notar duas gigantes similaridades com ele: a abertura dos portais e frase épica de Tony Stark. Nada mais revelador do que uma empresa bilionária tentar emular os acertos de uma franquia em outra. Mesmo que a gente ignore que <em>Star Wars</em> é cinema, pensando apenas um entretenimento, até nisso ele falha. Em um total anticlímax, sua cena de ação mais original ocorre no segundo ato, justamente por explorar diferentes cenários com a ligação telepática entre Rey (Daisy Ridley) e Kylo (Adam Driver).</p>
<p>Neste sentido, lamento que <em><strong>A Ascensão Skywalker</strong></em> não trabalhe mais a fundo o único elemento que J.J. recicla de Rian Johnson: a tensão sexual entre os dois protagonistas. Curioso que provavelmente a cena que mais incomodou a todos no cinema é a que mais me agrada. Enxergo a trilogia <em>sequel</em> não como uma simples dualidade maniqueísta entre bem e mal, como as duas anteriores, mas como uma grande tragédia grega de amor. Da mesma forma, até enxergo algumas coisas <em>shakespearianas</em> nesta lógica de uma alma se sacrificando pelo outra.</p>
<p>No fim, o novo (e, certamente, não o último) fim da saga Star Wars é como uma montanha russa sem <em>looping</em>. Retomando os questionamentos do primeiro parágrafo, nada mais significativo do que um <em>blockbuster</em> encerrar os anos 2010-2019 se mostrando totalmente refém de executivos engravatados e sua própria fan base tóxica. Pelo menos os bonecos do Baby Yoda vão vender muito, não é?</p>
<p><strong>Direção:</strong> J.J. Abrams<br />
<strong>Elenco:</strong> Carrie Fisher, Mark Hamill, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Anthony Daniels, Naomi Ackie, Domhnall Gleeson, Richard E. Grant, Lupita Nyong&#8217;o, Keri Russell, Joonas Suotamo, Kelly Marie Tran, Ian McDiarmid</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=W0squnw6Jp8]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-a-ascensao-skywalker/">Crítica: Star Wars: A Ascensão Skywalker</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-a-ascensao-skywalker/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: No Portal da Eternidade</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-no-portal-da-eternidade/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-no-portal-da-eternidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 20:26:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Julian Schnabel]]></category>
		<category><![CDATA[Mads Mikkelsen]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[No Portal da Eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<category><![CDATA[Rupert Friend]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Willem Dafoe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9898</guid>

					<description><![CDATA[<p>Numa das cenas mais emblemáticas de Rupert Friend, Oscar Isaac, o diretor Julian Schnabel (O Escafandro e a Borboleta e Antes do Anoitecer) coloca o pintor Vincent van Gogh interpretado por Willem Dafoe para conversar com um padre vivido por Mads Mikkelsen. Entre os temas do diálogo está a natureza do trabalho de van Gogh e como sua obra estava acima da compreensão do seu próprio tempo de realização. Para van Gogh, que se distinguia dos seus contemporâneos pelo olhar que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-no-portal-da-eternidade/">Crítica: No Portal da Eternidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa das cenas mais emblemáticas de <a class="xXx blue-link" href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-132969/">Rupert Friend</a>, <a class="xXx blue-link" href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-147909/">Oscar Isaac</a>, o diretor Julian Schnabel (<em>O Escafandro e a Borboleta</em> e <em>Antes do Anoitecer</em>) coloca o pintor Vincent van Gogh interpretado por Willem Dafoe para conversar com um padre vivido por Mads Mikkelsen. Entre os temas do diálogo está a natureza do trabalho de van Gogh e como sua obra estava acima da compreensão do seu próprio tempo de realização. Para van Gogh, que se distinguia dos seus contemporâneos pelo olhar que tinha para a realidade e como a expressava na tela, ele nascera na época errada. Como Jesus Cristo, compara o próprio artista, seus feitos e sua figura só seriam reconhecidos depois da sua morte. E isso, como era de se esperar, lhe trazia muito tormento. Não à toa, van Gogh sucumbiu à própria loucura, mas não foi o único artista na história da humanidade a sofrer desse mal.</p>
<p><em><strong>No Portal da Eternidade</strong></em> se concentra no período em que van Gogh se isolou no interior da França e foi capaz de realizar a sua produção artística mais prolífica, inúmeros quadros hoje conhecidos e celebrados, mas que na sua época, por fugirem de um realismo, eram vistos como distorção da realidade, loucura. Schnabel procura entender o que se passou na cabeça desse artista, sua compreensão sobre seu próprio trabalho e como gradualmente foi levado psicologicamente ao extremo, entregando-se à insanidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9900" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/5413791.jpg" alt="No Portal da Eternidade" width="610" height="348" /></p>
<p>Schnabel não faz uma biografia convencional com diálogos didáticos e construções de linhas temporais lineares. O diretor utiliza em inúmeros momentos a câmera subjetiva como forma de captar o olhar de van Gogh para o mundo ao redor e para os demais personagens. Em diversos momentos, a fotografia de Benoit Delhomme desfoca paisagens, realizando com as cores de vegetações e do céu do campo um efeito parecido com aquele dos quadros do artista. Parte de <strong><em>No Portal da Eternidade</em> </strong>se dedica às longas caminhadas de van Gogh pelo campo, tendo momentos dispersos ao longo da sua projeção dedicados a sua interação com outros personagens, sobretudo o pintor Paul Gaughin, vivido por Oscar Isaac, e o seu irmão, Theo van Gogh, interpretado por Rupert Friend.</p>
<p><em><strong>No Portal da Eternidade</strong></em> soa como um longa cheio de afetações. É um filme que faz questão de fazer a figura do diretor ser notada a todo instante em suas intervenções. Em momentos específicos, no entanto, o olhar de Schnabel para a Vincent van Gogh faz a diferença, especialmente quando se dedica a explorar ao máximo a expressividade de Willem Dafoe, que interpreta o artista com muita sensibilidade. Nesses instantes, a vaidade do cineasta desaparece e prevalece sua assinatura à serviço do estudo de um personagem interessante, multifacetado, transformando <strong><em>No Portal da Eternidade</em></strong> não no melhor de seus filmes, mas numa obra que traz <em>insights</em> pontuais sobre seu biografado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yAUqBqBO1QY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-no-portal-da-eternidade/">Crítica: No Portal da Eternidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-no-portal-da-eternidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Star Wars &#8211; O Despertar da Força (COM SPOILERS)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-com-spoilers/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-com-spoilers/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2015 20:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Carrie Fisher]]></category>
		<category><![CDATA[Daisy Ridley]]></category>
		<category><![CDATA[Domhnall Gleeson]]></category>
		<category><![CDATA[George Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[Gwendoline Christie]]></category>
		<category><![CDATA[Harrison Ford]]></category>
		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[John Boyega]]></category>
		<category><![CDATA[Lupita Nyong'o]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Hamill]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: O Despertar da Força]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=4194</guid>

					<description><![CDATA[<p>ATENÇÃO SPOILERS!!! NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO) Indubitavelmente, Star Wars &#8211; O Despertar da Força é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de Lost e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo Star Trek, um capítulo importante da sua trajetória. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-com-spoilers/">Crítica: Star Wars &#8211; O Despertar da Força (COM SPOILERS)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4195" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/star-wars-kylo-158800-620x331.jpg" alt="star-wars-kylo-158800" width="620" height="331" /></p>
<div>
<p><span style="font-size: xx-large;">ATENÇÃO SPOILERS!!! </span><span style="font-size: x-large;">NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO)</span></p>
</div>
<div>
<p>Indubitavelmente, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de <i>Lost </i>e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo <i>Star Trek,</i> um capítulo importante da sua trajetória. O lançamento era aguardado com expectativas pelo simples motivo de ser <i>Star Wars</i>, praticamente um embrião do <i>blockbuster </i>norte-americano, mas porque <i>O Despertar da Força </i>representava um recomeço para a saga, cuja última trilogia, prequelas conduzidas pessoalmente por George Lucas, resultara em filmes mornos, com histórias previsíveis (afinal, todo mundo que havia assistido <i>Uma Nova Esperança</i>, <i>O Império contra-ataca </i>e <i>O Retorno de Jedi</i> sabia exatamente o destino de Anakin Skywalker). Ambientado 30 anos após o <i>O Retorno de Jedi</i>, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>dialoga muito mais com a vivacidade da trilogia de 1977-1983  do que com a esquecível de 1999-2005 e apresenta uma história nova com elementos e personagens representando trajetórias conhecidas que moldaram as marcas da própria franquia.</p>
</div>
<div> O filme traz o surgimento de uma nova ameaça, a Primeira Ordem, uma organização que visa destruir a República e estabelecer um novo caos na galáxia. Orquestrada pelo Líder Supremo Snooke e por seus comandados diretos Kylo Ren e General Hux, a Primeira Ordem está em busca de um mapa que os levará a localização de Luke Skywalker, considerado uma ameaça por ser o último Jedi vivo que se tem notícia. O paradeiro de Skywalker é mantido em segredo pelo robô BB-8, que por sua vez conta com a ajuda de uma jovem sucateira do planeta Jaku,  a catadora de sucatas Rey. Com a ajuda de um stormtrooper desertor da Primeira Ordem chamado Finn, Rey assumirá a missão de levar BB-8 de volta para a República antes que ele caia nas mãos de Snooke e companhia.</div>
<div></div>
<div></div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4196" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/swtfareybb8_large-620x329.jpg" alt="swtfareybb8_large" width="620" height="329" /></p>
<div>
<p>Não existe grandes rupturas com o tom e a trajetória da primeira trilogia <i>Star Wars </i>em <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</i>. A jornada e a função dos seus novos personagens são basicamente as mesmas daquelas exercidas por Luke Skywalker, Princesa Leia, Han Solo e Darth Vader na trilogia de 1977-1983, o que não é um demérito para o novo filme da saga, pelo contrário. Firmando <i>Star Wars </i>como uma grande saga familiar lastreada basicamente pela mitológica disputa entre o bem e o mal e pela ascensão da figura de um herói vindo do lugar mais improvável, <i>O Despertar da Força </i>revive os passos que fizeram George Lucas cimentar a saga como um fenômeno da cultura pop de maneira muito mais eficiente e vibrante do que o próprio criador da franquia no pálido <i>prequel</i> de 1999-2005, composto por <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>, que se enquadram muito mais como um mimo de Lucas e cia. aos fãs ardorosos da série cinematográfica do que uma história com urgência de ser contada. Tudo em <i>O Despertar da Força </i>é crível, tem textura, forma, dimensão e emoções reais &#8211; em oposição ao <i>prequel </i>de <i>Star Wars </i>sufocado por dezenas de efeitos especiais que deram um tom cartunesco à trilogia dos anos 2000 &#8211; , o que comprova que, talvez, curiosamente, a franquia sempre esteja em boas mãos quando está longe das decisões diretas do seu próprio criador. A exceção de <i>Uma Nova Esperança </i>de 1977, todos os melhores filmes <i>Star Wars </i>não tiveram a direção de George Lucas.</p>
</div>
<div>
<p>Um dos grandes acertos de <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>está em conseguir equilibrar a reverência ao passado da franquia com situações e dinâmicas que nos remetem a <i>Uma Nova Esperança </i>e <i>O Império contra-ataca </i> e estabelecer novos rumos para o seu universo. Assim, J.J. Abrams consegue agradar antigos fãs de <i>Star Wars </i>e fidelizar uma nova leva de aficionados pela saga, afinal nos são apresentados personagens que, a despeito de &#8220;respirarem&#8221; as motivações e os &#8220;lugares&#8221; ocupados pelos seus antecessores naquele universo, possuem identidade própria e fôlego para empreender uma nova e intensa jornada pelos próximos anos.</p>
</div>
<div>
<p>Diversas decisões tomadas por J.J. Abrams, Lawrence Kasdan e Michael Arndt no roteiro de <i>O Despertar da Força </i>evidenciam os esforços do trio em promover novos rumos para a saga preservando as marcas da trilogia de 1977-1983, o que é bastante interessante. É como se o trio de roteiristas repaginasse a série cinematográfica conservando elementos vitais e que assumem a identidade de <i>Star Wars</i>. Nesse sentido, entender como centro de suas preocupações a jornada de dois desses personagens, a heroína Rey e o vilão Kylo Ren rumo a construção dos seus respectivos mitos, e trazer novamente uma tragédia familiar como elemento propulsor das suas ações e decisões traz para <i>O Despertar da Força </i>um caráter cíclico, ou seja, a noção de que as histórias se repetem pelas gerações.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4217" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens.jpg" alt="han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens" width="600" height="373" /></p>
<div>
<p>ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!</p>
</div>
<div>
<p>Um dos momentos mais emblemáticos de <i>O Despertar da Força </i>que evidenciam esta oscilação sadia entre o nostálgico e o rejuvenescimento da franquia  é a corajosa decisão que os roteiristas tiveram ao matar um dos personagens mais emblemáticos e queridos de toda a franquia, o Han Solo de Harrison Ford, assassinado pelas mãos do seu próprio filho com Leia, o vilão Kylo Ren. A morte de Han Solo em <i>O Despertar da Força </i>remete à icônica cena em que Darth Vader revela a Luke Skywalker que é o seu pai em <i>O Império contra-ataca</i>, mas também mostra-se como um momento singular para a saga dali em diante e que, por sua gravidade, justifica a formação de conflitos ainda mais severos entre os seus personagens pelos próximos capítulos. A decisão drástica dos roteiristas de <i>O Despertar da Força</i> confirma a natureza perversa de Kylo Ren,  que durante todo o filme sempre esteve em conflito entre a luz e o lado negro da força e que, após o assassinato do pai, parece ter fincado de vez a sua posição no universo. Além disso, mexe drasticamente com a trajetória de diversos personagens traumatizados pelo acontecimento, como Chewbacca, Leia e até mesmo os novatos Finn e Rey, cuja verdadeira filiação não tivemos conhecimento em <i>O Despertar da Força</i>.</p>
</div>
<div>
<p>Somado a uma direção eficiente e um primoroso trabalho em seus departamentos técnicos e artísticos, <i>Star Wars </i>conta com um elenco espetacular de jovens atores que se junta a uma velha-guarda encabeçada por Mark Hamill (em breve participação nesse episódio já que o desaparecimento do seu personagem é o mote do filme), Carrie Fisher e Harrison Ford, mais uma vez impagável como Han Solo. A protagonista da nova trilogia é a radiante Daisy Ridley, que consegue fazer de Rey uma jovem marcada pelas dificuldades da sua realidade, mas que não perde a doçura e até mesmo a ingenuidade diante da descoberta de um novo universo. Fica evidente também na performance de Ridley a transformação sofrida pela personagem que, na medida em que a história chega ao seu fim, amadurece e assume seu lugar e sua responsabilidade nesse universo. Na pele do ex-stormtrooper Finn, John Boyega transborda carisma e humanidade sem tornar o seu personagem uma caricatura ambulante. Ao mesmo tempo em que, por diversos momentos, Finn seja utilizado como um alívio cômico do novo filme, Boyega não se esquece que seu personagem possui traumas tão profundos quanto os de Rey a partir do momento em que todas as suas decisões na história são tomadas por um medo de ser punido pela Primeira Ordem, cujo <i>modus operandi </i>ele conhece como nenhum outro. Existem outros personagens interessantes ao longo de <i>O Despertar da Força</i> que podem ser explorados em maior profundidade nos próximos filmes, mas que aqui já demonstram seu potencial através do tom certeiro dos seus atores, como o piloto de X-Wing Poe Dameron do ator Oscar Isaac, a Capitã Phasma de Gwendoline Christie, o General Hux de Domhnall Gleeson e até mesmo os personagens construídos por captura de movimentos dos atores Lupita Nyong&#8217;o e Andy Serkis, Maz Kanata e o Líder Supremo Snooke, respectivamente.</p>
</div>
<div>
<p>E a maior prova de que J.J. Abrams conseguiu conservar os já numerosos fãs da série e angariar um novo e jovem grupo de fanáticos por <i>Star Wars </i>está ao final das sessões de <i>O Despertar da Força </i>ou mesmo nas ruas. É perceptível a empolgação de pequenos de diversas faixas etárias quando os créditos finais do novo filme da franquia começam a aparecer. As crianças não param de falar da Rey, do Finn, do Kylo Ren, de Han Solo, do Chewbacca, do BB-8&#8230; Basta entrar também em qualquer loja de brinquedos e ver como meninos e meninas com menos de dez anos de idade estão loucos para ter o próprio sabre de luz, que, por sinal, andam esgotados. Enfim, J.J. Abrams conseguiu mesmo despertar a força de uma franquia que nem mesmo o seu criador foi capaz de respeitar nos monótonos <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>. Amigos e <i>haters</i>, gostem ou não, <i>Star Wars </i>está de volta!</p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-com-spoilers/">Crítica: Star Wars &#8211; O Despertar da Força (COM SPOILERS)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-com-spoilers/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Ex-Machina &#8211; Instinto Artificial</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ex-machina-instinto-artificial/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ex-machina-instinto-artificial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2015 23:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Garland]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vinkander]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Domhnall Gleeson]]></category>
		<category><![CDATA[Ex-Machina - Instinto Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3245</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Ex-Machina &#8211; Instinto Artificial é um dos filmes mais bem resenhados pela crítica internacional nesse primeiro semestre e sequer chegará aos cinemas do nosso país, ele será lançado diretamente em mercado doméstico (DVDs e Blu-Rays) e serviços de video on demand. O longa não foi a primeira e nem será a última &#8220;vítima&#8221; desse sistema cruel de distribuição, ficando mais do que claro a cada dia que passa que os lançamentos diretos nesse formato não são sinônimos de &#8220;bombas cinematográficas&#8221;, muito [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ex-machina-instinto-artificial/">Crítica: Ex-Machina &#8211; Instinto Artificial</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3246" aria-describedby="caption-attachment-3246" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1401x788-ExMachina_Alicia-Vikander.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3246 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/1401x788-ExMachina_Alicia-Vikander-620x349.jpg" alt="1401x788-ExMachina_Alicia-Vikander" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3246" class="wp-caption-text">A robô Ava (Alicia Vinkander) explora a sua humanidade ao longo do filme</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Ex-Machina &#8211; Instinto Artificial </i>é um dos filmes mais bem resenhados pela crítica internacional nesse primeiro semestre e sequer chegará aos cinemas do nosso país, ele será lançado diretamente em mercado doméstico (DVDs e Blu-Rays) e serviços de <i>video on demand</i>. O longa não foi a primeira e nem será a última &#8220;vítima&#8221; desse sistema cruel de distribuição, ficando mais do que claro a cada dia que passa que os lançamentos diretos nesse formato não são sinônimos de &#8220;bombas cinematográficas&#8221;, muito pelo contrário. Com algumas exceções, nossas salas comerciais estão abarrotadas de filmes de gosto questionável e nenhuma distribuidora está disposta a perder dinheiro lançando cópias de um longa que está fadado ao fracasso financeiro, afinal de contas, nossas platéias têm o péssimo hábito de só assistir a filmes de língua inglesa se forem um grande <i>blockbuster </i>ou tiverem indicações ao Oscar, tudo que está fora dessa esfera é jogado no limbo &#8211; curioso que ninguém adota essa postura quando o objeto em questão são séries televisivas, mas voltemos ao assunto&#8230; Uma pena mesmo que <i>Ex-Machina </i>chegue assim em nosso país, pois o longa de Alex Garland, roteirista de <i>Extermínio </i>e <i>Sunshine &#8211; Alerta Solar</i>, é um primor cinematográfico e merecia a tela grande.</p>
</div>
<div>
<p>A história de <i>Ex-Machina &#8211; Instinto Artificial </i>tem início quando um jovem programador ganha uma promoção da sua empresa para participar de um novo experimento de inteligência artificial desenvolvido pelo presidente da companhia, um gênio milionário excêntrico e recluso. O projeto envolve um teste em um robô programado para assumir o sexo feminino chamado Ava e o objetivo é detectar o nível de veracidade dos sentimentos que podem surgir entre essa inteligência artificial e um humano. Caso a experimentação falhe, o robô será descartado e o projeto será reiniciado. O problema é que Ava atinge um nível tão sofisticado de sedução e existe tanto segredo por trás de sua criação que a relação entre ela, o cientista e o jovem programador ganha contornos imprevisíveis.</p>
</div>
<figure id="attachment_3247" aria-describedby="caption-attachment-3247" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Ex-Machina-Isaac-Gleeson.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3247 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Ex-Machina-Isaac-Gleeson-620x310.jpg" alt="Ex-Machina-Isaac-Gleeson" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-3247" class="wp-caption-text">Teste: Natan (Oscar Isaac) testa a inteligência artificial através do seu jovem funcionário Caleb (Domhnall Gleeson)</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alex Garland era um roteirista habitual de Danny Boyle em um período intermediário da carreira do diretor, aquele que sucedeu a sua revelação como cineasta em longas icônicos da sua filmografia como <i>Cova Rasa </i>e <i>Trainspotting </i>e antecedeu sua popularização e consequente estandardização com projetos como <i>Quem quer ser um milionário? </i>e <i>127 Horas</i>. Foram filmes modestos, de repercussão média, mas cultuados por um grupo de cinéfilos, como <i>Extermínio </i>e <i>Sunshine &#8211; Alerta Solar </i>(vamos excluir <i>A Praia </i>dessa seleção, tá?). Eram longas marcados por tramas tensas e inteligentes, com uma certa dose de elegância no desenvolvimento de seus atos e das suas reviravoltas. Em sua estreia na função de diretor com <i>Ex-Machina</i>, Garland leva todas essas características do seu roteiro para as imagens, proporcionando ao espectador a experiência de assistir a um filme instigante, enervante e consciente dos recursos da linguagem cinematográfica.</p>
</div>
<div>
<p><i>Ex-Machina </i>apresenta-se ao espectador como uma ficção-científica que não é refém dos seus efeitos digitais, apesar de ser um dos departamentos mais interessantes da obra. O filme faz jus ao gênero por utilizá-los em prol de uma trama que pretende discutir temáticas filosóficas sobre a fé, a ética, a sensação de onipotência do homem e a sua relação com a tecnologia, todos eles interligados por um roteiro que evita subestimar o espectador com didatismos e opta pela abordagem direta. Garland conta com um elenco que oferece performances equilibradas, é o caso de Domhnall Gleeson e de Alicia Vinkander, ótima como a robô Ava. Claro que entre as interpretações do filme a do ator Oscar Isaac se destaca por colocar sempre um ponto de interrogação acerca da sinceridade e integridade do excêntrico Nathan.</p>
</div>
<figure id="attachment_3248" aria-describedby="caption-attachment-3248" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/exmach-1422026632377_1280w.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3248 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/exmach-1422026632377_1280w-620x349.jpg" alt="exmach-1422026632377_1280w" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3248" class="wp-caption-text">Excentricidade: Criador de Ava, personagem de Oscar Isaac rende mais uma grande interpretação do ator.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com <i>Ex-Machina, </i>Alex Garland faz um filme que evidencia o quanto o homem é arrogante e estúpido por acreditar que detém o controle de tudo. A criação é o que faz as nossas gerações se aperfeiçoarem, mas também pode ser severamente subestimada em sua existência e autonomia pelo próprio ego do criador. Conduzindo esse tema sem muita parafernália, com recursos tecnológicos pontuais e visualmente impressionantes, mas incorporados à trama, e com muita consciência do poder reflexivo da sua própria história, Alex Garland faz um dos filmes do ano.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ex-machina-instinto-artificial/">Crítica: Ex-Machina &#8211; Instinto Artificial</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ex-machina-instinto-artificial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Ano mais Violento</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ano-mais-violento/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ano-mais-violento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 20:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[J.C. Chandor]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[O Ano mais Violento]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2757</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; O ano é 1981. Estamos no rigoroso inverno de Nova York e o cineasta J. C. Chandor pretende trazer para o espectador a história do casal Morales que prosperaram nos negócios de transporte de petróleo e tentam sobreviver em meio a um universo corrupto e perigoso dominado por homens poderosos que pretendem limá-los da atividade. O resultado é o injustamente esquecido na última temporada de premiações O Ano mais Violento, um dos trabalhos mais interessantes e vibrantes do realizador J.C. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ano-mais-violento/">Crítica: O Ano mais Violento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2758" aria-describedby="caption-attachment-2758" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2758 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4.jpg" alt="2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4" width="620" height="356" /></a><figcaption id="caption-attachment-2758" class="wp-caption-text">Conto sobre a corrupção: Casal Morales tentam manter o controle em meio a falta de ética da concorrência</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>O ano é 1981. Estamos no rigoroso inverno de Nova York e o cineasta J. C. Chandor pretende trazer para o espectador a história do casal Morales que prosperaram nos negócios de transporte de petróleo e tentam sobreviver em meio a um universo corrupto e perigoso dominado por homens poderosos que pretendem limá-los da atividade. O resultado é o injustamente esquecido na última temporada de premiações <i>O Ano mais Violento</i>, um dos trabalhos mais interessantes e vibrantes do realizador J.C. Chandor, de <i>Margin Call </i>e <i>Até o Fim</i>.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Narrando um conto sobre a corrupção e a ética, J.C. Chandor torna <i>O Ano mais Violento </i>uma espécie de retorno à escola cinematográfica norte-americana da década de 1970 e seus melhores exemplares, como <i>O Poderoso Chefão</i>, guardadas as devidas proporções. O filme é marcado pelas negociatas perigosas e personagens de caráter nebuloso que circundam o seu protagonista, Abel Morales, interpretado por Oscar Isaac, um imigrante que vive o seu sonho americano ao prosperar no trabalho mas que a todo momento tem o seu caráter testado em prol da sua própria sobrevivência e de sua família.</p>
</div>
<figure id="attachment_2759" aria-describedby="caption-attachment-2759" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/A-Most-Violent-Year2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2759 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/A-Most-Violent-Year2.jpg" alt="A Most Violent Year2" width="620" height="322" /></a><figcaption id="caption-attachment-2759" class="wp-caption-text">Atuação poderosa: Jessica Chastain domina todas as cenas do filme como Anna Morales</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">O grande mérito de J. C. Chandor é manter a tensão da sua trama e a atenção do espectador através de uma atmosfera que sugere a iminência do perigo a todo momento ao invés de preencher seus quadros com cenas de violência gráfica. Com muita elegância o diretor traz para o seu filme planos interessantes e utiliza recursos como a trilha sonora e a edição a favor da sua narrativa, jamais se colocando a frente dela. O resultado é um filme com uma trama bem amarrada, personagens consistentes, mas sempre dúbio, deixando o espectador em um estado de insegurança permanente já que nunca se tem a certeza sobre o desfecho da história e o destino dos seus personagens. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2760" aria-describedby="caption-attachment-2760" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/la-et-mn-violent-year-best-picture-national-board-of-review-20141201.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2760 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/la-et-mn-violent-year-best-picture-national-board-of-review-20141201-620x372.jpg" alt="la_ca_1125_most_violent_year" width="620" height="372" /></a><figcaption id="caption-attachment-2760" class="wp-caption-text">Carreira ascendente: Oscar Isaac em mais um papel de grande visibilidade nas telonas. O próximo passo? A saga Star Wars.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Os méritos do filme também recaem na sua dupla de protagonistas. Cada vez mais presente no cinema norte-americano, mesclando projetos como este e <i>Inside Llewyn Davis</i> até <i>Star Wars: Episódio VII &#8211; O Despertar da Força </i>e <i>X-Men: Apocalipse</i>, a serem lançados em breve, Oscar Isaac tem um desempenho certeiro como o conflituoso Abel Morales, sempre se equilibrando na sua retidão moral, uma tarefa complicada e que ganha nuances questionáveis no decorrer da trama. Isaac conduz bem essa natureza &#8220;existencialista&#8221; do personagem sem transformá-lo em uma figura excessivamente frágil, o que entediaria o espectador e dissolveria as pretensões do longa. Já Jessica Chastain chama o filme para si ao viver Anna Morales, esposa do protagonista. E quando afirmamos isso, apontamos uma qualidade no desempenho da atriz e não um defeito. Na pele de Anna, Chastain nos apresenta uma mulher enérgica e de sangue frio que não entra em tantos conflitos éticos quanto o marido quando o que está em jogo é a prosperidade dos negócios da família. Sem cair na caricatura da <i>femme fatale</i>, Chastain está impecável em <i>O Ano mais Violento</i>, o que nos faz pensar quão injusta foi sua ausência na seleção de indicadas a melhor atriz coadjuvante no Oscar passado.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Fazendo a transição de revelação a promissor cineasta da sua geração, J.C. Chandor faz de <i>O Ano mais Violento </i>o grande filme da sua carreira. Com uma direção elegante, nostálgica e uma dupla de atores afiada como Oscar Isaac e Jessica Chastain, o longa é um dos grandes títulos do ano que passou e tem grande potencial para ser revisitado e devidamente reconhecido com o tempo.</p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ano-mais-violento/">Crítica: O Ano mais Violento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ano-mais-violento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hollywood em polvorosa: Conheça o elenco escalado por J.J.Abrams para o novo Star Wars</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/hollywood-em-polvorosa-conheca-o-elenco-escalado-por-j-j-abrams-para-o-novo-star-wars/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/hollywood-em-polvorosa-conheca-o-elenco-escalado-por-j-j-abrams-para-o-novo-star-wars/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2014 00:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Harrison Ford]]></category>
		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[Max Von Sydow]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: Episódio 7]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=705</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ryan Gosling, Saoirse Ronan, Zac Efron&#8230; Por meses e meses, a mídia norte-americana esteve atenta a cada ator ou atriz que tivesse seu nome vinculado a um dos mais aguardados projetos de Hollywood: o retorno da saga Star Wars aos cinema pelas mãos de J.J. Abrams (criador de Lost e diretor da recente saga Star Trek).  As especulações tiveram fim com a divulgação oficial da primeira foto com o elenco que de fato foi contratado para a nova trilogia Guerra nas Estrelas no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/hollywood-em-polvorosa-conheca-o-elenco-escalado-por-j-j-abrams-para-o-novo-star-wars/">Hollywood em polvorosa: Conheça o elenco escalado por J.J.Abrams para o novo Star Wars</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_706" aria-describedby="caption-attachment-706" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/star-wars-episode-7-cast-announce__span.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-706  " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/star-wars-episode-7-cast-announce__span.jpg" alt="Star Wars 7" width="600" height="340" /></a><figcaption id="caption-attachment-706" class="wp-caption-text">J.J. Abrams tem sua primeira reunião com o elenco e a equipe de Star Wars 7: Lançamento está previsto para dezembro de 2015. Foto: Badass Digest</figcaption></figure>
<p style="text-align: left;">Ryan Gosling, Saoirse Ronan, Zac Efron&#8230; Por meses e meses, a mídia norte-americana esteve atenta a cada ator ou atriz que tivesse seu nome vinculado a um dos mais aguardados projetos de Hollywood: o retorno da saga <em>Star Wars</em> aos cinema pelas mãos de J.J. Abrams (criador de <em>Lost </em>e diretor da recente saga <em>Star Trek</em>).  As especulações tiveram fim com a divulgação oficial da primeira foto com o elenco que de fato foi contratado para a nova trilogia <em>Guerra nas Estrelas </em>no seu primeiro encontro.</p>
<p style="text-align: left;">A exceção dos veteranos da trilogia <em>Star Wars </em>da década de 1980, o restante dos atores não tiveram seus respectivos personagens divulgados. Como a notícia vazou ontem, achamos melhor trazer o perfil de cada um desses atores que certamente ouviremos falar pelos próximos anos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Os veteranos</strong></p>
<figure id="attachment_707" aria-describedby="caption-attachment-707" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-707 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill-613x400.jpg" alt="Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill" width="613" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-707" class="wp-caption-text">De cima para baixo, da esquerda para a direita: Ford, Fisher e Hamill na década de 1980; seguidos de Peter Mayhew, Anthony Daniels e Kenny Baker com seus personagens na saga.</figcaption></figure>
<p style="text-align: left;">Na cronologia da saga, a nova trilogia <em>Star Wars </em>começará após os episódios ocorridos em <em>Star Wars: O Retorno de Jedi</em>, de 1983. Assim, Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford retornarão aos seus icônicos papeis: Luke Skywalker, Princesa Leia e Han Solo. Também retornarão Anthony Daniels, Peter Mayhew e Kenny Baker, atores que deram vida ao androide C3PO, Chewbacca e o robô R2D2, respectivamente.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>As novas caras</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/oscar-isaac-1736583736.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-708" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/oscar-isaac-1736583736-620x348.jpg" alt="Oscar Isaac" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Oscar Isaac &#8211; </strong>Nome do momento em Hollywood desde que protagonizou <em>Inside Llewyn Davis &#8211; Balada de um Homem Comum, </em>dos irmãos Coen, que recebeu ótimas resenhas no último Festival de Cannes. A atuação de Isaac como um músico <em>folk </em>&#8220;fracassado&#8221; foi consagrada em algumas premiações, transformando-o em um ator com potencial para ser absorvido rapidamente pela indústria. Antes do filme dos Coen, Isaac já deu as caras em <em>Drive</em> (interpretava o marido problemático da personagem de Carey Mulligan), <em>Robin Hood </em>e <em>W.E. &#8211; O Romance do Século</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Max-von-Sydow.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-709" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Max-von-Sydow-620x348.jpg" alt="Max von Sydow" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Max Von Sydow &#8211; </strong>Nova cara na saga <em>Star Wars</em>, mas um velho conhecido dos cinéfilos. O eterno Padre Merrin de <em>O Exorcista </em>brilhou recentemente no ultimo longa do inglês Stephen Daldry, <em>Tão Forte e Tão Perto</em>, pelo qual recebeu uma indicação ao Oscarde melhor ator coadjuvante. O sueco é um dos nomes mais venerados no meio e promote fazer a diferença na nova trilogia com um papel a sua altura. Tem toda a pinta de ser um jedi veterano ou um grande vilão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/AndySerkis.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-710" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/AndySerkis-599x400.jpg" alt="Andy Serkis" width="599" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Andy Serkis &#8211; </strong>O homem por trás de Gollum (<em>O Senhor dos Anéis</em>), Kong (<em>King Kong</em>) e César (<em>Planeta dos Macacos &#8211; A Origem</em>) adiciona mais uma grande saga no currículo. Parte da carreira de Serkis &#8211; seus mais conhecidos trabalhos &#8211; foi formada por captura de performances, procedimento no qual o ator  é substituído fisicamente por uma criatura digital. Pode-se dizer que graças a Serkis a &#8220;captura de movimentos&#8221; deixou de ser um procedimento meramente técnico e ganhou uma alma, pois sua performance foi fundamental para entender esses personagens como figuras complexas e expressivas. O que o publico ainda não sabe é se Serkis também será submetido ao mesmo procedimento em <em>Star Wars </em>ou se ele aparecerá em carne e osso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/daisy-ridley-photo.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-713" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/daisy-ridley-photo-599x400.jpg" alt="Daisy Ridley" width="599" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Daisy Ridley &#8211; </strong>Possivelmente a grande aposta do grupo já que deve ter ficado com o papel da jovem protagonista feminina que Abrams tanto procurou em testes e mais testes com outras candidatas. Daisy participou de séries de pouca visibilidade em papéis pequenos, como <em>Casualty</em>, <em>Youngers </em>e <em>Silent Witness</em>. <em>Star Wars </em>é seu projeto mais significativo até o momento. Fiquemos de olho na moça para ver se ela fará jus ao título de musa nerd que as antecessoras da saga, Carrie Fisher e Natalie Portman, carregaram com tanto louvor ao longo das suas respectivas décadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/domhnall-gleeson-6.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-711" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/domhnall-gleeson-6-600x400.jpg" alt="Domhall Gleeson" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Domhnall Gleeson &#8211; </strong>Jovem irlandês e  filho do Brendan Gleeson, Domhnall Gleeson fez sua grande aparição nas telonas nos últimos longas da série <em>Harry Potter</em>, <em>As Relíquias da Morte &#8211; Parte 1 </em>e <em>2,</em> como Bill Weasley. Gleeson esteve ainda em <em>Não me Abandone Jamais </em>e <em>Bravura Indômita</em>. Recentemente, protagonizou <em>Questão de Tempo</em>, romance inglês de Richard Curtis, ao lado de Rachel McAdams, e esteve na mais recente adaptação de <em>Anna Karenina, </em>do diretor Joe Wright.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/john-boyega.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-717" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/john-boyega-577x400.jpg" alt="John Boyega" width="577" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>John Boyega &#8211; </strong>O jovem ator britânico tem uma carreira recente cujo mais notório trabalho foi a comédia sci-fi <em>Ataque ao Prédio. </em>De lá para cá participou dos episódios de algumas séries como <em>Lei e Ordem</em> e esteve em alguns filmes de pouca expressão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/adam-driver-gap-1-gq-8aug13-pr_b_11.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-712" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/adam-driver-gap-1-gq-8aug13-pr_b_11-620x376.jpg" alt="Adam Driver" width="620" height="376" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Adam Driver &#8211; </strong>Mais conhecido por sua participação na série <em>Girls </em>da HBO, na qual interpreta Adam Sackler, o ator norte-americano coleciona participações em filmes como <em>Inside Llewyn Davis &#8211; Balada de um Homem Comum</em>, <em>Frances Ha, </em><em>Lincoln </em>e <em>J. Edgar</em>. Ou seja, o rapaz tem a aprovação de figuras importantes na indústria como Steven Spielberg e Clint Eastwood. A participação em <em>Star Wars </em>promote ser a cereja do bolo na sua carreira.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/hollywood-em-polvorosa-conheca-o-elenco-escalado-por-j-j-abrams-para-o-novo-star-wars/">Hollywood em polvorosa: Conheça o elenco escalado por J.J.Abrams para o novo Star Wars</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/hollywood-em-polvorosa-conheca-o-elenco-escalado-por-j-j-abrams-para-o-novo-star-wars/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
