<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Maya Rudolph - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/maya-rudolph/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/maya-rudolph/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 Nov 2022 20:57:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Maya Rudolph - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/maya-rudolph/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Desencantada</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-desencantada/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-desencantada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 20:57:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Shankman]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Desencantada]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriella Baldacchino]]></category>
		<category><![CDATA[Idina Menzel]]></category>
		<category><![CDATA[James Marsden]]></category>
		<category><![CDATA[Jayma Mays]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Rudolph]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Dempsey]]></category>
		<category><![CDATA[Yvette Nicole Brown]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16134</guid>

					<description><![CDATA[<p>Misturando live action e animação 2D, Encantada da Disney foi uma das produções mais bem-sucedidas de 2007. O longa de Kevin Lima, que em 1999 havia dirigido para o estúdio a animação Tarzan, conversava muito bem com os clássicos contos de fadas da Disney como Cinderela, Branca de Neve e os Sete Anões, A Bela Adormecida e A Bela e a Fera, em uma espécie de pastiche com as marcas narrativas desses trabalhos. A princesa Giselle, vinda do mundo animado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-desencantada/">Crítica: Desencantada</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Misturando live action e animação 2D, Encantada da Disney foi uma das produções mais bem-sucedidas de 2007. O longa de Kevin Lima, que em 1999 havia dirigido para o estúdio a animação Tarzan, conversava muito bem com os clássicos contos de fadas da Disney como Cinderela, Branca de Neve e os Sete Anões, A Bela Adormecida e A Bela e a Fera, em uma espécie de pastiche com as marcas narrativas desses trabalhos. A princesa Giselle, vinda do mundo animado em 2D de Andalasia, era uma mistura de todas as princesas dos musicais clássicos do estúdio. Ao mesmo tempo que Encantada tinha bastante personalidade e carisma, com uma atuação primorosa de Amy Adams, possivelmente, uma das melhores de sua carreira, era uma empolgada homenagem à própria história da casa.</p>
<p>Muito se pediu uma continuação de Encantada e ela só está chegando para o público quinze anos depois do lançamento do original. Como aconteceu com Abracadabra, a Disney resolveu transformar <em><strong>Desencantada</strong> </em>em uma produção original do Disney Plus. A continuação até tenta resgatar os traços que garantiram o sucesso do filme anterior, como a performance de Amy Adams e os números musicais que reverenciam o legado Disney, mas ao trazer seus personagens urbanos para um reino fantástico parte do que fazia Encantada ser tão divertido (o choque de costumes de personagens do mundo dos contos de fadas na selva de pedra que é Nova York) se dilui, sobretudo, porque aqueles personagens, tanto os nativos de Andalasia como os novaiorquinos, já não estranham mais as diferenças gritantes entre os dois mundos, mas também porque o roteiro de Desencantada não colabora muito para contornar essa situação proporcionada pelo desfecho bem amarrado do primeiro longa.</p>
<p>A princípio, há um conflito central em <em><strong>Desencantada</strong></em>: com a adolescência de Morgan, Giselle (Adams) já não se entende mais como antes com a enteada. Tentando reverter esse conflito familiar, Giselle realiza um feitiço que torna a vida de todos um novo conto de fadas nos moldes da sua Andalasia. O problema é que o feitiço traz um revés para Giselle, ela gradualmente vai se transformando em uma madrasta má. A situação traz ainda mais problemas para a protagonista já que ela atiça a ira da verdadeira vilã daquele reino interpretada por Maya Rudolph.</p>
<p><em><strong>Desencantada</strong> </em>sofre pelo excesso de tramas e personagens e, ao mesmo tempo, deixa no público a terrível sensação de que, no fundo, não há nada a ser dito com aquela história. O conflito entre enteada e madrasta degringola em uma disputa de vilãs pela governança do reino. Há ainda o risco do desaparecimento de Andalasia, um interesse amoroso para Morgan e a crise de meia idade de Robert (Dempsey). Tudo isso, disputa o tempo inteiro a atenção do espectador e nenhuma dessas tramas sai ganhando nessa batalha porque todas são absolutamente desinteressantes, afinal, pulando de uma para outra, o máximo que Desencantada consegue fazer por elas é deixar claras as suas premissas, sem desenvolvê-las a contento.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16145" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Desencantada" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O mais chocante de tudo é que nem mesmo os números musicais de <em><strong>Desencantada</strong> </em>trazem algum interesse para o filme pois todos são dirigidos com uma impressionante falta de criatividade por Adam Shankman Friso &#8220;impressionante&#8221; porque Shankman é notório pela sua habilidade com musicais, já tendo conduzido com inventividade todos os números musicais de Hairspray em 2007. Aparentemente, estamos lidando com o diretor certo para esse projeto, afinal, assim como no filme de 2007 do diretor, os números musicais de <em>Desencantada</em> tem elementos de paródia, humor etc. O que vemos na tela é um compilado de performances musicais completamente protocolares.</p>
<p>Do elenco, Amy Adams é quem se salva com folga. Adams tem ótimos momentos quando oscila entre a Giselle que já conhecemos, bondosa e ingênua, e sua versão madrasta má, mostrando, mais uma vez, como é uma atriz cheia de recursos. O mesmo não pode ser dito dos seus colegas de elenco. Na verdade, a maioria sequer tem a oportunidade de mostrar algo mais interessante já que <em><strong>Desencantada</strong> </em>parece estar sempre disperso na tentativa de dar atenção a um ou outro núcleo isolado. O personagem de Patrick Dempsey passa a maior parte do filme entretido no plot improdutivo e anacrônico de se provar como o herói dessa história; James Marsden e Idina Menzel retornam como Edward e Nancy, mas não têm muito o que fazer na continuação; e Maya Rudolph interpreta uma vilã bem desinteressante se comparada com a ótima Rainha Narissa de Susan Sarandon no primeiro filme.</p>
<p>Como alguns projetos que ganham continuação tardia, talvez fosse certo não ouvir os apelos dos fãs no caso de Encantada. <em><strong>Desencantada</strong> </em>mostra porque os contos de fada devem terminar no &#8220;felizes para sempre&#8221;: não há nada de produtivo depois disso. Aqui, tudo soa como &#8220;enrolação&#8221; ou apego nostálgico. A continuação de Encantada mostra como o público e a indústria tem que aprender que para o bem dos seus próprios produtos e para a renovação de memórias afetivas (o que não significa &#8220;jogar no lixo&#8221; o passado), temos que aceitar o fim das coisas antes que sua reciclagem seja motivo de lembranças amargas como é o caso de <em>Desencantada</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Adam Shankman</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Amy Adams, Patrick Dempsey, James Marsden, Idina Menzel, Maya Rudolph, Gabriella Baldacchino, Yvette Nicole Brown, Jayma Mays</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_AHMUyDNdIc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-desencantada/">Crítica: Desencantada</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-desencantada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Licorice Pizza</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-licorice-pizza/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-licorice-pizza/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 19:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alana Haim]]></category>
		<category><![CDATA[Bradley Cooper]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cooper Hoffman]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[James Kelley]]></category>
		<category><![CDATA[John C. Reilly]]></category>
		<category><![CDATA[Licorice Pizza]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Rudolph]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Thomas Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Sean Penn]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Waits]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15250</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por onde começar quando se deve tratar sobre um filme vindo de um cineasta com uma obra constantemente cultuada e que trouxe tanto para o cinema mundial? Boogie Nights (1997), Magnólia (1999), Sangue Negro (2007) etc, Paul Thomas Anderson é conhecido por sua qualidade ao criar imagem e texto, entregando produções inventivas em termos de roteiro e direção. No entanto, seus dois últimos títulos são materiais que incomodam esta que vos escreve, por motivos bastante específicos. Um deles é Trama [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-licorice-pizza/">Crítica: Licorice Pizza</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por onde começar quando se deve tratar sobre um filme vindo de um cineasta com uma obra constantemente cultuada e que trouxe tanto para o cinema mundial? <em>Boogie Nights</em> (1997), <em>Magnólia</em> (1999), <em>Sangue Negro</em> (2007) etc, Paul Thomas Anderson é conhecido por sua qualidade ao criar imagem e texto, entregando produções inventivas em termos de roteiro e direção. No entanto, seus dois últimos títulos são materiais que incomodam esta que vos escreve, por motivos bastante específicos.</p>
<p>Um deles é <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-trama-fantasma/"><em>Trama Fantasma</em></a>, admirado longa-metragem de Paul, indicado a 6 Oscar, e vencedor do prêmio na categoria de Melhor Direção de Arte, para Mark Bridges. Bem escrito e realizado, a questão que arruinava qualquer chance deste material ser bem visto por esta crítica aqui é o seu teor de misoginia injustificável. Esta é uma questão extremamente complexa e que merece um texto por si só. Todavia, o foco neste momento é outro, é justamente o novo longa do Paul: <strong><em>Licorice Pizza</em></strong>.</p>
<p>Aqui, uma repetição qualitativa. Na escrita, Thomas Anderson não subestima o espectador e entrega um desenvolvimento narrativo corajoso, com timing cômico preciso e que deixa que o público vá completando os rumos da trama em sua mente. Os cortes descontínuos são favoráveis para que se olhe para o ponto central da narrativa: a relação de Gary (Cooper Hoffman) e Alana (Alana Haim).</p>
<p>Para fortalecer essa conexão da dupla, Anderson aposta em sequências nas quais a energia e mentalidade de uma juventude transbordam da tela. Gary e Alana passam inúmeros momentos correndo, seja um para o outro, para chegar em lugares, porque eles querem simplesmente correr. Isto pode parecer um detalhe, mas a vibração juvenil, este corre corre inteiro, essa pressa de viver, dita bastante o tom do longa.</p>
<p>Esta estratégia também está na direção de arte e figurino, que são efetivas em impor uma atmosfera juvenil e ao marcar quem são os adultos, através da seleção de usar menos quantidade de cor neles, em suas casas e cenários. Por outro lado, as crianças e adolescentes trajam vestes e estão inseridos em ambientes coloridos. Já Alana flerta com os dois mundos e, mesmo sendo uma mulher, está constantemente posta como infantil e pertencente ao Universo teen. É nesta lógica que habita o desconforto com <strong><em>Licorice Pizza</em></strong>.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15256" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/1644535473165843-0.jpg" alt="Licorice Pizza" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/1644535473165843-0.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/1644535473165843-0-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/1644535473165843-0-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/1644535473165843-0-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Todos estes aspectos formais positivos são feitos para contar que tipo de história? Todo este esmero para acompanhar o quê senão uma romantização de um relacionamento amoroso de uma mulher de 25 anos com um garoto de 15. Ainda que haja um teor de inspiração em fatos reais de pessoas próximas a Anderson e que dentro da história exista o questionamento sobre a diferença de idade, os encaminhamentos do enredo e seu desfecho acabam por compactuar com o estabelecimento deste namoro.</p>
<p>O cerne da questão não é que ela é dez anos mais velha que ele e sim que Gary é menor de idade e está no ensino médio. Talvez, os leitores pensem que seja absurdo tentar argumentar sobre esta temática, já que o casal é apresentado no filme de forma tão jovial, romântica e ingênua. Contudo, o problema é justamente este. Há uma espécie de pensamento generalizado na sociedade de que meninos estão se beneficiando ao se relacionarem com adultas.</p>
<p>Desta maneira, a sessão, ainda que floreada por toda a qualidade técnica proporcionada pela equipe, pode ser um desafio para algumas pessoas. Apesar de todo o talento de Paul Thomas Anderson, os seus últimos longas confirmam que a habilidade de realização não apaga o fato de que é preciso se olhar para o que está sendo contado, além de analisar o como está sendo contado.</p>
<p>De todo modo, falar sobre uma produção como essa é sempre um grande desafio. Escolher sob que ótica vai se abordar um conteúdo artístico é uma escolha e é preciso ser justo ao se avaliar qualquer obra. Desta maneira, <strong><em>Licorice Pizza</em></strong> possui os seus méritos individuais, seja em termos de trabalho do elenco ou do restante da equipe. Contudo, é impossível escapar do fato de que é uma sessão que pode gerar desconforto por ter uma argumentação de mais de 2 horas de duração sobre um tipo de casal injustificável. Não tem como achar graça ou celebrar o fato de que uma mulher decidiu ficar com um garoto menor de idade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Paul Thomas Anderson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Cooper Hoffman , Alana Haim, James Kelley, Bradley Cooper, Sean Penn, John C. Reilly, Maya Rudolph, Tom Waits</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/aMM-KvDnTKI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-licorice-pizza/">Crítica: Licorice Pizza</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-licorice-pizza/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-familia-mitchell-e-a-revolta-das-maquinas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-familia-mitchell-e-a-revolta-das-maquinas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 14:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas]]></category>
		<category><![CDATA[Abbi Jacobson]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Danny McBride]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Rowe]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Rudolph]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Rianda]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia Colman]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14056</guid>

					<description><![CDATA[<p>Escrito e dirigido por Michael Rianda e Jeff Rowe, A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas chega ao Brasil, através da distribuição da Netflix. Rianda e Rowe possuem comum a participação na equipe de roteiristas da série animada Gravity Falls. Para quem conhece a produção, este já é um indício em si de que o público poderia encontrar neste novo projeto uma obra que assume riscos e procura ser descolada, jovial e bastante bem humorada. Estas expectativas são, no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-familia-mitchell-e-a-revolta-das-maquinas/">Crítica: A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escrito e dirigido por Michael Rianda e Jeff Rowe, <strong><em>A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas</em> </strong>chega ao Brasil, através da distribuição da Netflix. Rianda e Rowe possuem comum a participação na equipe de roteiristas da série animada <em>Gravity Falls</em>. Para quem conhece a produção, este já é um indício em si de que o público poderia encontrar neste novo projeto uma obra que assume riscos e procura ser descolada, jovial e bastante bem humorada. Estas expectativas são, no geral, atendidas aqui. Com quase 2 horas de projeção, há no filme uma dinâmica rítmica eficaz que prende, em grande parte, o espectador no acompanhamento da narrativa, bem como diverte e cria empatia com suas personagens. A questão familiar é um gancho certeiro para causar esta aproximação.</p>
<p>Para que tal intento seja alcançado, algumas estratégias são utilizadas. Estas já aparecem nos primeiros minutos de projeção. Com efeitos visuais que lembram colagens e montagens vistas na internet, na contemporaneidade, a protagonista, Katie (Abbi Jacobson), conta e ilustra quem ela é, como sua família é um tanto disfuncional e que uma espécie de apocalipse está instalado no mundo. O fato de cada membro dos Mitchell possuir um traço característico de personalidade (como a mãe conciliadora, o pai turrão ou a filha nerd) funcionam porque evocam referências reconhecidas, seja aqueles do próprio cotidiano do consumidor ou vindos de outros produtos midiáticos –  ainda que as características sejam meio antiquadas, por serem estereótipos típicos de familiares pautados em padrões normativos da sociedade.</p>
<p>Outros elementos que funcionam são as <em>gags</em> e as tiradas inspiradas em conteúdos vistos em plataformas como <em>Youtube</em> e <em>Tiktok. </em>Elas também dão o tom geral do longa-metragem criando, assim, uma localização imediata para o público de como a personagem principal enxerga o mundo e as pessoas ao seu redor. Este fator, mostrado desde o início da exibição, é importante para cada construção e resolução dos conflitos inseridos do enredo, até o seu desfecho total. Desta maneira, a criação e a manutenção da atmosfera é um dos seus pontos altos. No entanto, vale ressaltar que esta dinâmica acaba por ser cansativa em alguns momentos. O reforço de linguagem quebra as lógicas de velocidade, podendo tornar certos trechos enfadonhos ou óbvios. Um exemplo é a sequência após a ação dentro do shopping.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14071" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/CON_klm410.1057_lm_v2-scaled-1.jpg" alt="A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/CON_klm410.1057_lm_v2-scaled-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/CON_klm410.1057_lm_v2-scaled-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/CON_klm410.1057_lm_v2-scaled-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/CON_klm410.1057_lm_v2-scaled-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois fatores contribuem para este esgarçamento. O primeiro é o fato de que um ápice é atingido, seguido de uma queda significativa. Entre a ideia do novo plano, execução dele e o <em>plot twist </em>que ocorre antes do final da trama, a sensação que resta é de que o roteiro tenta enrolar quem assiste, pois o plano B já parecia o A, tornando os caminhos aqui previsíveis. O segundo fator é que, para tentar manter o que fora previamente construído, recursos semelhantes à primeira metade do longa são usados. Contudo, se havia um crescimento exponencial – e, talvez, se existissem mais respiros anteriormente o peso da progressão fosse mais controlado –, ao voltar para instantes parecidos com seu início, tudo soa bastante repetitivo.</p>
<p>No entanto, esta questão não compromete tanto o resultado geral de <em><strong>A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas</strong>,</em> porém reduz a sua potencialidade. Isto porque se a sua chave principal é o divertimento, quando o tédio se instala, o seu aparente objetivo é perdido, mesmo que por pouco tempo. Ainda assim, ainda é possível apontar outro aspecto positivo dentro de todo este contexto. As dublagens da versão original são bastante criativas e fomentam o tom da produção. Neste cenário, existem dois destaques de interpretação: Maya Rudolph, como Linda e Olivia Colman, como PAL.</p>
<p>Maya se pauta em buscar as transformações de personalidades todo o incidente causa em Linda, na perspectiva de trabalhar com múltiplos tipos de agudos, desde alegria e reconfortante até assustador e imponente. Já Olivia, se encaminha para o jogar com sarcasmo e ironia, deixando espaço para transmitir certas fragilidades de sua personagem – uma inteligência artificial de telefone, algo como a Siri, da Apple. Apostando, majoritariamente no grave, as quebras tonais, fomentam os momentos de preocupação de PAL. Por estas razões, é notável o esforço de Rianda e Rowe em entregar um projeto criativo, que busca dialogar, principalmente, com a juventude atual. Mesmo que com alguns tropeços, segurando as expectativas, esta pode ser uma sessão agradável.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Rianda e Jeff Rowe</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Abbi Jacobson, Maya Rudolph, Olivia Colman, Danny McBride</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_8kRAlYnmvU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-familia-mitchell-e-a-revolta-das-maquinas/">Crítica: A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-familia-mitchell-e-a-revolta-das-maquinas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Os Irmãos Willoughbys (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-irmaos-willoughbys-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-irmaos-willoughbys-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 16:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Alessia Cara]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Drummond]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Krakowski]]></category>
		<category><![CDATA[Kris Pearn]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Short]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Rudolph]]></category>
		<category><![CDATA[Os Irmãos Willoughbys]]></category>
		<category><![CDATA[Ricky Gervais]]></category>
		<category><![CDATA[Seán Cullen]]></category>
		<category><![CDATA[Terry Crews]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Will Forte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12802</guid>

					<description><![CDATA[<p>As empreitadas da Netflix em longas de animação são recentes. Klaus foi um grande passo do departamento de animação da empresa e teve uma repercussão positiva, ganhando até mesmo o Annie, prêmio máximo do cinema animado na indústria americana, e uma indicação ao Oscar. Os Irmãos Willoughbys é uma continuidade dessas investidas ao adaptar o livro homônimo de Lois Lowry. Como uma espécie de Desventuras em Série, o filme conta a história de um grupo de irmãos rejeitado por seus [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-irmaos-willoughbys-netflix/">Crítica: Os Irmãos Willoughbys (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empreitadas da <em>Netflix</em> em longas de animação são recentes. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-klaus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Klaus</em> </a>foi um grande passo do departamento de animação da empresa e teve uma repercussão positiva, ganhando até mesmo o Annie, prêmio máximo do cinema animado na indústria americana, e uma indicação ao Oscar.<em><strong> Os Irmãos Willoughbys</strong></em> é uma continuidade dessas investidas ao adaptar o livro homônimo de Lois Lowry.</p>
<p>Como uma espécie de <em>Desventuras em Série</em>, o filme conta a história de um grupo de irmãos rejeitado por seus pais buscando algum tipo de aceitação. Com essa premissa incomum e um tanto quanto bizarra para o público que pretende atingir, <em><strong>Os Irmãos Willoughbys</strong></em> acaba se saindo muito bem no desenvolvimento dessa história que versa o tempo inteiro sobre as consequências da falta de afeto no ambiente familiar.</p>
<p>Há no longa de animação méritos estéticos que, inclusive acabam se sobrepondo e preenchendo a qualquer eventual lacuna narrativa. <em><strong>Os Irmãos Willoughbys</strong></em> é um filme repleto de cores e possui uma técnica de animação que o aproxima do <em>stopmotion</em>, gerando um resultado peculiar aos olhos do público. Plasticamente, o longa da <em>Netflix</em> tem uma personalidade que falta às produções de animação contemporâneas que parecem se contentar com o trânsito entre os extremos do 3D e do 2D sem ao menos testar formas híbridas e inventivas de contar suas histórias.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12804" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3207944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Os Irmãos Willoughbys" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3207944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3207944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3207944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A narrativa episódica poderia oferecer a <em><strong>Os Irmãos Willoughbys</strong></em> uma falta de coesão, mas o que se vê são eventos que acabam servindo ao desenvolvimento dos seus personagens de forma que eles chegam ao desfecho da narrativa com uma jornada satisfatória de transformação. É também interessante como a animação consegue encontrar um tom satisfatório na condução do teor sombrio e bizarro da sua narrativa sem que com isso traga para a mesma uma atmosfera pesada e isso ele consegue através do humor que atribuem a cada aparição bizarra do casal Willoughbys e sua interação com os filhos ou as interferências irônicas do gato dublado por Ricky Gervais na versão em inglês.</p>
<p>Esse misto de inventividade no departamento visual e narrativo de <em><strong>Os Irmãos Willoughbys</strong> </em>faz a gente ter boas expectativas para o que a <em>Netflix</em> pode ainda produzir como longa de animação. É o tipo de frescor que pode rivalizar e oferecer alternativas ao monopólio de uma cada vez mais repetitiva <em>Pixar</em>, por exemplo. Será interessante assistir a evolução dessa história.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kris Pearn<br />
<strong>Elenco:</strong> Ricky Gervais, Will Forte, Maya Rudolph, Alessia Cara, Terry Crews, Martin Short, Jane Krakowski, Seán Cullen, Brian Drummond</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jIyxgZemlF4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-irmaos-willoughbys-netflix/">Crítica: Os Irmãos Willoughbys (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-irmaos-willoughbys-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Crimes em Happytime</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-crimes-em-happytime/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-crimes-em-happytime/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 22:28:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes em Happytime]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Banks]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Maya Rudolph]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa McCarthy]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9385</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estreia nesta quinta-feira, dia 27 de setembro, o longa Crimes em Happytime, do diretor Brian Henson. O filme traz a história de Phil Phillips, um marionete que é ex-policial e vive com a frustração de ter sido expulso da corporação. Ele agora trabalha como investigador particular e se depara com um uma série de crimes de artistas de um programa de TV. No meio do caminho, no entanto, ele se depara com uma ex-parceira, interpretada por Melissa McCarthy. Agora, eles [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-crimes-em-happytime/">Crítica: Crimes em Happytime</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia nesta quinta-feira, dia 27 de setembro, o longa <strong><em>Crimes em Happytime</em></strong>, do diretor Brian Henson. O filme traz a história de Phil Phillips, um marionete que é ex-policial e vive com a frustração de ter sido expulso da corporação. Ele agora trabalha como investigador particular e se depara com um uma série de crimes de artistas de um programa de TV. No meio do caminho, no entanto, ele se depara com uma ex-parceira, interpretada por Melissa McCarthy. Agora, eles terão que trabalhar juntos, mais uma vez, apesar de todo o rancor.</p>
<p>A história, vista de maneira objetiva, é atrativa e tem potencial. Mas é claro que não podemos excluir o fato de que a sociedade, no filme, agora convive com marionetes. Sim, bonecos de pano que falam, sentem e se expressam como humanos. Em dado momento o espectador se questiona se isso seria uma metáfora para a sociedade presente. No entanto, logo vemos que uma coisa não tem relação com a outra.</p>
<p>Com uma série de cenas desnecessárias e piadas levadas ao extremo, <strong><em>Crimes em Happytime</em></strong> é um filme de gosto duvidoso. O público varia constantemente entre o nojo, a curiosidade e a indignação com o que acontece no roteiro. A produção segue a linha da comédia do exagero, com muitos palavrões e sexo. O que faz até sentido no contexto, mas torna-se cansativo com o tempo. Piadas com os próprios marionetes perdem a graça pelo numero de repetição.</p>
<p>É excelente ver, no entanto, como os marionetes são bem feitos e interpretados em cena. Aliás, ao final do filme vale a pena ver os pós-créditos que mostram exatamente como tudo é feito. A equipe de produção, fotografia e efeitos visuais realmente merece o justo reconhecimento. A perfeição nos detalhes e até a sincronia da dublagem são elementos que acrescentam e muito ao filme.</p>
<p>Apesar do ótimo trabalho com os bonecos, me parece um desperdício deixar de lado um elenco humano tão bom. Além de McCarthy, que assume a parceria no protagonismo e o faz muito bem, temos Maya Rudolph e Elizabeth Banks. Ambas excelentes atrizes que acrescentam bastante à narrativa, mas apenas nas poucas cenas que têm oportunidade. Todo este trunfo poderia ter sido melhor explorado, definitivamente.</p>
<p>Apesar de tais pontos positivos, isso não é suficiente para salvar a película como um todo. <strong><em>Crimes em Happytime</em></strong> é cansativo a partir da segunda metade, quando o elemento &#8220;curiosidade&#8221; é anulado. Um filme que tinha potencial e material para ser diferente e atrativo, acaba caindo no lugar comum e perde muitos pontos de interesse do público. Uma pena!</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/trailer/">trailer</a>!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/s-5fZMPWMdE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-crimes-em-happytime/">Crítica: Crimes em Happytime</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-crimes-em-happytime/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
