<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Marwan Kenzari - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/marwan-kenzari/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/marwan-kenzari/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Oct 2022 18:08:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Marwan Kenzari - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/marwan-kenzari/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Adão Negro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 11:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Sztykiel]]></category>
		<category><![CDATA[Adão Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Aldis Hodge]]></category>
		<category><![CDATA[Black Adam]]></category>
		<category><![CDATA[Bodhi Sabongui]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[DC]]></category>
		<category><![CDATA[DC Films]]></category>
		<category><![CDATA[DCEU]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Jaume Collet-Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Marwan Kenzari]]></category>
		<category><![CDATA[Mohammed Amer]]></category>
		<category><![CDATA[New Line Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Noah Centineo]]></category>
		<category><![CDATA[Pierce Brosnan]]></category>
		<category><![CDATA[Quintessa Swindell]]></category>
		<category><![CDATA[Rory Haines]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Shahi]]></category>
		<category><![CDATA[Sohrab Noshirvani]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Estendido DC]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros Pictures]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15988</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após a pandemia de covid-19 ter interferido em diversas produções da DC Films dos últimos anos, Adão Negro chega com pré estreias nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (20) com o objetivo de ser um recomeço para o Universo Estendido da DC. Além dos atrasos causados pelo coronavírus, questões institucionais da Warner Bros. Pictures vêm interferindo no processo criativo e na unidade dos filmes do DCEU. No entanto, o novo longa-metragem inspirado nas hqs da DC parece colocar o universo de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/">Crítica: Adão Negro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a pandemia de covid-19 ter interferido em diversas produções da DC Films dos últimos anos, <em><strong>Adão Negro</strong></em> chega com pré estreias nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (20) com o objetivo de ser um recomeço para o Universo Estendido da DC. Além dos atrasos causados pelo coronavírus, questões institucionais da Warner Bros. Pictures vêm interferindo no processo criativo e na unidade dos filmes do DCEU. No entanto, o novo longa-metragem inspirado nas hqs da DC parece colocar o universo de volta nos trilhos.</p>
<p>As incertezas que envolviam o Universo Estendido começam a diminuir com a manutenção de Ben Affleck (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo</em></a>, de 2021, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/"><em>Bar Doce Lar</em></a>, de 2022) como o Cavaleiro das Trevas e o retorno de Henry Cavill (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-efeito-fallout/"><em>Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</em></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-enola-holmes-netflix/"><em>Enola Holmes</em></a>, de 2020) ao seu papel de Super Homem, confirmado pelo Dwayne &#8220;The Rock&#8221; Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/"><em>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</em></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/"><em>Alerta Vermelho</em></a>, de 2021) numa premiere de <strong><em>Adão Negro</em></strong>.  Apesar do cancelamento de <em>Batgirl</em>, das polêmicas envolvendo Ezra Miller (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>, de 2017, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore/"><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></a>, de 2022) e do lançamento do <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Snyder Cut</em></a>, o novo longa, estrelado por The Rock, traz bons ventos para o futuro do DCEU com uma narrativa redonda, divertida e com cenas de ação surpreendentes.</p>
<p>Quando a cidade de Kahndaq está sob uma ameaça moderna, Adão Negro, antes conhecido como Teth-Adam (Dwayne Johnson), é despertado após 5000 anos de sua última aparição. Enquanto tenta salvar a sua terra natal da única forma que sabe &#8211; com fúria e vingança -, a Sociedade da Justiça é convocada para intervir na forma que o suposto vilão está tentando salvar Kahndaq. O encontro não sai como o planejado e os heróis terão que encontrar uma forma de fazer com que Adão Negro entenda o seu papel no mundo e a responsabilidade de seus poderes.</p>
<figure id="attachment_15990" aria-describedby="caption-attachment-15990" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-15990" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-750x500.jpg" alt="Adão Negro (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-15990" class="wp-caption-text">Dwayne Johnson em cena de &#8220;Adão Negro&#8221; (2022)</figcaption></figure>
<p>Um dos principais acertos da produção é o roteiro. Com uma adaptação inteligente e interessante da origem do arqui-inimigo do Shazam, <strong><em>Adão Negro</em></strong> entrega uma narrativa que discute a relação entre neoimperialismo no Oriente Médio e o esvaziamento da dicotomia bem versus mal. Infelizmente a discussão social e histórica sobre as ocupações em países do oriente por nações ocidentais acaba ficando em segundo plano, mas nada que atrapalhe a história. Pelo contrário, é uma grata surpresa perceber que o subgênero esteja se preocupando cada vez mais em trazer discussões atuais e relevantes para suas tramas heroicas.</p>
<p>Quanto ao quesito do bem contra o mal, esse acaba sendo o foco central do roteiro de Adam Sztykiel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/"><em>Rampage &#8211; Destruição Total</em></a>, de 2018), Rory Haines e  Sohrab Noshirvani. A escolha, apesar de ser comum a diversos filmes de super heróis, é trabalhada de uma forma criativa, graças a presença da Sociedade da Justiça. A interação entre o personagem título e os componentes da Sociedade &#8211; em especial com o Doutor Destino (Pierce Brosnan) e o Gavião Negro (Aldis Hodge) &#8211; cria uma fluidez no roteiro que conduz o espectador numa jornada intrigante. E, apesar de ser um único longa trazendo duas frentes de apresentação de personagens relevantes para as hqs e para o futuro do DCEU, <strong><em>Adão Negro</em></strong> consegue fazer isso de forma cuidadosa e equilibrada.</p>
<p>Além do elenco coeso e das apresentações do personagens serem agradáveis, as cenas de ação são outro ponto forte de <strong><em>Adão Negro</em></strong>. Apesar do uso um tanto exagerado de <em>slow-motion</em> para impactar o público, a ira do personagem de The Rock é mostrada em cada ataque dele. É importante perceber o cuidado (e a corajosa escolha de subir a faixa etária do filme) ao colocar cenas de luta e mortes mais gráficas. Ao fazer isso, a produção se mostra atenta ao cerne do seu personagem principal e decide priorizar isso, uma vez que a violência define o interior de Teth-Adam. Escolha essa que pode ter sido facilitada pela experiência de Jaume Collet-Serra (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/"><em>Águas Rasas</em></a>, de 2016, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-passageiro/"><em>O Passageiro</em></a>, de 2018) em trabalhos prévios de terror e suspense.</p>
<p><em><strong>Adão Negro</strong></em>, com sua trajetória e narrativa singular, parece ser um sinal de que ainda há esperanças para o futuro do DCEU. Para os fãs do personagem título e da DC, o longa é um presente que há muito não se via &#8211; inclusive por sua única cena pós créditos. Para os amantes do subgênero, a diversão é garantida do início ao fim, com uma história que consegue se sustentar sozinha, não tem amarras e nem se faz dependente de nenhuma produção prévia. O carisma e a influência de Dwayne Johnson conseguiram fazer com que um filme pandêmico, que passou por refilmagens, se tornasse um farol de esperança.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jaume Collet-Serra</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Aldis Hodge, Noah Centineo, Sarah Shahi, Marwan Kenzari, Quintessa Swindell, Bodhi Sabongui, Viola Davis e Pierce Brosnan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lROrY_3PmQA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/">Crítica: Adão Negro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Aladdin</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Aladdin]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Marwan Kenzari]]></category>
		<category><![CDATA[Mena Massoud]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Nasim Pedrad]]></category>
		<category><![CDATA[Navid Negahban]]></category>
		<category><![CDATA[Numan Acar]]></category>
		<category><![CDATA[Will Smith]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10608</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este é o ano das produções da Disney, principalmente no quesito live-action. Temos a grande expectativa por O Rei Leão, que estreia em 18 de julho, e agora é a vez de Aladdin. A animação de 1992 foi o maior sucesso e rendeu milhões em bilheteria. Sendo assim, as crianças daquela época que agora são adultos, tendem a correr para os cinemas para conferir o resultado. A promessa me pareceu animadora desde o começo. Aladdin é um dos longas mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/">Crítica: Aladdin</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o ano das produções da Disney, principalmente no quesito <em>live-actio</em>n. Temos a grande expectativa por <em>O Rei Leão</em>, que estreia em 18 de julho, e agora é a vez de <em><strong>Aladdin</strong></em>. A animação de 1992 foi o maior sucesso e rendeu milhões em bilheteria. Sendo assim, as crianças daquela época que agora são adultos, tendem a correr para os cinemas para conferir o resultado.</p>
<p>A promessa me pareceu animadora desde o começo. <strong><em>Aladdin</em> </strong>é um dos longas mais simpáticos da Disney, não só pelos personagens carismáticos, como pela história envolvente dos protagonistas e a representatividade deles. Temos amizade, romance, ação, comédia, tudo isso em um único filme. Então, por que não se empolgar pelo <em>live-actio</em>n, não é mesmo?</p>
<p>Para a minha grata surpresa, o resultado é bastante positivo. A começar pela escolha de elenco que foi bem acertada. Mena Massoud (<em>Jack Rya</em>n) interpreta Aladdin e era uma de minhas maiores preocupações. No desenho, o personagem tem aquela pinta de malandro do bem, meio sedutor e gentil ao mesmo tempo. É um tom difícil de alcançar, mas que Massoud conseguiu com maestria. O mesmo podemos dizer de Naomi Scott (<em>Power Rangers</em>), no papel de Jasmine. Ela passeia pela personagem com muita suavidade e naturalidade.</p>
<p>Aliás, todo o elenco está incorporado. A maioria dos atores tem alguma estrada na carreira, mas com papéis secundários e pouco conhecidos. Então é praticamente uma surpresa atrás da outa quando vemos os momentos de cada um. Tudo isso guiado muito bem por Will Smith (<em>Eu Sou a Lenda</em>), que faz o melhor Gênio que poderíamos imaginar. Ele literalmente colocou no bolso toda a polêmica em torno da sua escolha para o personagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10610" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além deste ponto alto do filme com relação ao elenco, temos o universo criado, em cada detalhe. São cores e mais cores, tecidos, decoração, texturas. Tudo pensado para criar o ambiente real de Agrabah, seja no meio do povo ou no palácio. Uma das cenas mais bonitas e divertidas de se ver é a que o Gênio apresenta o Príncipe Ali ao Sultão, dançando e cantando no meio do povo, fazendo uma performance digna de escola de samba.</p>
<p>E sim, temos muita música. Não tinha como ser diferente e era isso que queríamos. O longa original é completamente cantado e com lindas canções originais. Eles mantiveram todo este encanto no filme e ainda acrescentaram algumas poucas músicas para dar um clima mais atual. A cena da música &#8220;O Mundo Ideal&#8221;, em que o casal principal se apaixona cantando no tapete mágico, é primorosa e emocionante.</p>
<p><em><strong>Aladdin</strong> </em>poderia ter mais elementos atuais e que o diferenciassem mais da animação. Até para que ele tivesse uma personalidade própria e não dependesse tanto do primeiro. No entanto, o resultado é tão bom que serve como um acalento ao coração daqueles que curtiam o filme na infância. Sim, é positivo que ele respeite a história do original e seja praticamente igual.</p>
<p>O diretor Guy Ritchie não possuía muita experiência neste tipo de produção, sendo mais voltado para ação. No entanto, ele se livrou de qualquer premissa que tivesse e nos apresentou um trabalho incrível, divertido e simpático. Tudo aquilo que <strong><em>Aladdin</em> </strong>era na animação e continua sendo neste <em>live-action</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Guy Ritchie<br />
<strong>Elenco:</strong> Will Smith, Mena Massoud, Naomi Scott, Marwan Kenzari, Numan Acar, Nasim Pedrad, Navid Negahban</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vPmSpAz1ZIA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/">Crítica: Aladdin</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
