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	<title>Arquivos Lupita Nyong&#039;o - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Lupita Nyong&#039;o - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Robô Selvagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 22:25:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dos estúdios DreamWorks, a animação Robô Selvagem é dirigida por Chris Sanders, o mesmo que foi responsável por um dos melhores exemplares da casa, o primeiro Como treinar o seu dragão, e na  Disney pelo sucesso Lilo &#38; Stitch. A nova produção do estúdio tem o punch emocional que falta a boa parte das produções recentes da Pixar/Disney, conhecida em seus primeiros anos por esta característica, mas que está imersa na última década em roteiros formulaicos e anseios para estabelecer franquias. Ainda que pareça um pouco dispersa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dos estúdios DreamWorks, a animação <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é dirigida por Chris Sanders, o mesmo que foi responsável por um dos melhores exemplares da casa, o primeiro Como treinar o seu dragão, e na  Disney pelo sucesso Lilo &amp; Stitch. A nova produção do estúdio tem o punch emocional que falta a boa parte das produções recentes da Pixar/Disney, conhecida em seus primeiros anos por esta característica, mas que está imersa na última década em roteiros formulaicos e anseios para estabelecer franquias. Ainda que pareça um pouco dispersa nas diversas frentes temáticas que sua fábula abre, <em>Robô Selvage</em>m emociona e constrói de forma exemplar a sua trama central.</p>
<p><strong><em>Robô Selvagem</em></strong> conta a história de Roz, uma robô extremamente inteligente perdida em uma ilha selvagem habitada por diversas espécies de animais. Ela acaba estabelecendo uma relação maternal com um filhote de ganso hostilizado pelos demais da sua própria espécie. Junto com uma raposa solitária, Roz acaba transmitindo ensinamentos e valores para o filhote órfão, preparando-o para as responsabilidades da vida adulta.</p>
<p>Com este filme, o diretor e roteirista Chris Sanders constrói um conto terno a partir de duas perspectivas: a dos pais e dos filhos. Por um lado, <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é um longa sobre o processo da criação de um filho, sobretudo o equilíbrio necessário entre proteção e a preparação para a vida. Isso acontece na medida em que Roz, com os recursos que estão à sua disposição (afinal, ela é uma robô) ensina seu filhote a voar e juntar-se aos seus naquilo que lhe é predestinado. Também é uma narrativa com uma abordagem sobre o duro processo de acompanhar a passagem do tempo a partir do envelhecimento dos nossos pais. Conforme o gansinho criado por Roz constrói sua autonomia, a robô atravessa um processo de desgaste das suas peças, sinalizando uma inevitável perda da sua capacidade de funcionamento. É nesse momento que a pequena ave constata que a mãe adotiva pode não estar ali para sempre para ampará-lo e a robô também percebe que é necessário criar uma autonomia maior no seu filhote.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18825" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4.png" alt="Robô Selvagem" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-4-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em meio a toda a beleza dessa construção sobre a relação entre pais e filhos do roteiro de Sanders, <strong><em>Robô Selvagem</em></strong> acaba se dispersando em temáticas paralelas, como preocupações ambientais frente aos avanços tecnológicos ou mesmo a urgência de entendimento entre diferentes grupos sociais representados pelos animais da ilha. Aquele coletivo não se entende, cada um possui seus próprios interesses e pontos de vista, desejando impô-los aos demais, mas só chegam a um consenso pelas ações conciliadoras da robô Roz. Aqui, <em>Robô Selvagem</em> acaba inflando suas demandas e perde um pouquinho do seu poderoso e emocionante plot central familiar, mas ainda consegue proporcionar momentos igualmente pulsantes no tratamento desses temas transversais, não prejudicando muito a experiência com a obra como um todo.</p>
<p><strong><em>Robô Selvagem</em></strong> é marcado por uma narrativa cheia de humanidade e por aquilo que os melhores contos infantis conseguem fazer, estabelecer paralelos entre suas tramas lúdicas e situações inerentes ao nosso processo de formação, algo que é extremamente valioso como experiência cinematográfica que os pais podem proporcionar a seus filhos. Mesmo disperso em demandas a mais que não precisariam ser assumidas, o filme é exitoso pela sensibilidade com a qual aborda seus personagens e suas relações e pela organicidade com a qual conduz tudo isso em uma trama original (é impossível conter as emoções em determinados momentos, para citar um dos mais memoráveis, destacamos a cena em que a robô Roz despede-se do filho em seu primeiro voo com o grupo de gansos. Enfim, levem os lencinhos e preparem os corações.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Sanders</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Lupita Nyong&#8217;o, Pedro Pascal, Kit Connor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TbLVc8fnw7c?si=UHise_rYRtyz4qOo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Pequenos Monstros (Telecine Play)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 23:58:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas das melhores histórias de apocalipse zumbi são aquelas que compreendem o teor absurdo da mitologia e utilizam o humor como chave de comunicação com o público. Pequenos Monstros é um &#8220;filme zumbi&#8221; que consegue capturar esse espírito da coisa ao narrar a aventura de uma professora do Jardim de Infância, sua turma de alunos e o tio abobalhado de uma dessas crianças que tentam se desvencilhar de uma horda de mortos vivos que os encurralam durante uma excursão a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas das melhores histórias de apocalipse zumbi são aquelas que compreendem o teor absurdo da mitologia e utilizam o humor como chave de comunicação com o público. <em><strong>Pequenos Monstros</strong></em> é um &#8220;filme zumbi&#8221; que consegue capturar esse espírito da coisa ao narrar a aventura de uma professora do Jardim de Infância, sua turma de alunos e o tio abobalhado de uma dessas crianças que tentam se desvencilhar de uma horda de mortos vivos que os encurralam durante uma excursão a um parque florestal.</p>
<p>O longa dirigido e roteirizado pelo australiano Abe Forsythe explora essa vertente irreverente do gênero contando com um primeiro ato bastante interessante que nos apresentar gradualmente o panorama da história. Tanto que, a princípio, não há vestígio na narrativa que nos leve a supor que o que será visto a seguir será uma clássica história de zumbis.</p>
<p><em><strong>Pequenos Monstros</strong></em> nos apresenta Dave, o carismático Alexander England, um rapaz completamente desajustado cujo rompimento com a namorada o faz perceber a sua própria imaturidade emocional. Ele vai morar com a irmã mais velha e se transforma numa espécie de tutor do sobrinho, conhecendo e se apaixonando pela professora do garoto, Miss Caroline, interpretada por Lupita Nyong&#8217;o. Ao se oferecer para ajudar Miss Caroline em uma excursão, Dave e o restante dos personagens se deparam com um ataque zumbi, o grande mote do filme.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12629" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/5925737.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Pequenos Monstros" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/5925737.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/5925737.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/5925737.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A história de Forsythe é conduzida com bastante ironia e com uma certa ludicidade que a situação requer. A junção entre o universo infantil e um certo flerte calculado com o &#8220;filme B&#8221; faz muito bem ao projeto.</p>
<p>É interessante observar o filme pela perspectiva da personagem de Lupita Nyong&#8217;o, brilhando no gênero logo após <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Nós</em> </a>de Jordan Peele. Assumindo com afinco sua responsabilidade com aquele grupo de crianças, a Miss Caroline de Nyong&#8217;o procura amortecer qualquer possível trauma que a situação possa proporcionar a seus alunos. A personagem vive uma experiência crua e brutal de horror, mas também mantém os pequenos levemente alheios à realidade interpretando canções e criando histórias como recurso de sobrevivência. O tempo inteiro a personagem parece estar na linha tênue entre esses dois tons e a maneira como Nyong&#8217;o trafega por eles é um dos grandes achados do filme. A interpretação da atriz é certeira, exibindo o o vigor e a força típicas de uma heroína do gênero, mas também uma doçura angelical que acaba encantando o personagem de England e justificando o carinho e a confiança que aquelas crianças nutrem por ela.</p>
<p>Com uma estrela do porte, do carisma e do talento de Lupita, <strong><em>Pequenos Monstros</em></strong> &#8220;abraça&#8221; a ironia da junção de todo esse universo do jardim de infância com o gore zumbi. Em muitos momentos, o filme do diretor lembra a irreverência do recente <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/"><em>Zumbilândia</em></a>. É dos melhores e mais genuínos entretenimento firmando o potencial e a versatilidade de Lupita como estrela e intérprete, algo que, sabe-se lá porque, demorou muito para se concretizar depois do seu Oscar por <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-12-anos-de-escravidao-e-um-filme-que-ultrapassa-as-fronteiras-estabelecidas-pela-propria-tela/"><em>12 Anos de Escravidão</em></a> em 2013.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Abe Forsythe<br />
<strong>Elenco:</strong> Lupita Nyong&#8217;o, Alexander England, Josh Gad, Kat Stewart, Diesel La Torraca, Nadia Townsend, Marshall Napier, Glenn Hazeldine, Ava Caryofyllis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9m1ddih2XpQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Star Wars: A Ascensão Skywalker</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2019 18:36:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Afinal, qual a relação entre cinema e público? Se falarmos que a demanda popular gera um filme, estaríamos assumindo que o cinema é um produto comercial? Ou se é o cinema que gera a demanda, aí estaríamos falando de uma entidade própria que orienta os valores da sociedade? Aliás, será que sequer existe alguma relação hierárquica entre cinema e público? Um precisa ditar como vai ser o funcionamento do outro? Ou são apenas conjuntos diferentes que habitam o mesmo universo? [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Afinal, qual a relação entre cinema e público? Se falarmos que a demanda popular gera um filme, estaríamos assumindo que o cinema é um produto comercial? Ou se é o cinema que gera a demanda, aí estaríamos falando de uma entidade própria que orienta os valores da sociedade? Aliás, será que sequer existe alguma relação hierárquica entre cinema e público? Um precisa ditar como vai ser o funcionamento do outro? Ou são apenas conjuntos diferentes que habitam o mesmo universo? Peço perdão por tantas dúvidas, mas <strong><em>Star Wars: A Ascensão Skywalker</em></strong> me fez questionar bastante a função do cinema.</p>
<p>Quando Martin Scorsese (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-irlandes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Irlandês</em></a>) afirmou que os filmes da Marvel não eram verdadeiramente cinema e mais como uma montanha-russa, o cineasta não mentiu em sua argumentação. Apesar disso, acredito que mesmo um gênio da sétima arte não tem poder para ditar o que deve ser ou não cinema. Todavia, o que é inegável é o quanto ele foi preciso em suas palavras — e aqui peço paciência do leitor, pois vou parafrasear o mestre:</p>
<p><em>“Muitos dos elementos que definem o cinema como eu conheço estão ali nos filmes da Marvel. O que não está é a revelação, o mistério ou o perigo emocional genuíno. Nada está em risco. Os filmes são feitos para satisfazer uma leva específica de demandas, e são desenhados como variações em um número finito de temas.</em></p>
<p><em>Eles são sequências no nome mas refilmagens em espírito, e tudo neles é oficialmente sancionado porque não tem como ser de outra forma. Essa é a natureza das franquias cinematográficas modernas: com pesquisas de mercado, testadas pelo público, vetadas, modificadas, vetadas mais uma vez e novamente modificadas, até que estejam próprias para o consumo.”</em> (tradução retirada do <a href="http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-151596/">AdoroCinema</a>).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12108" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/4523692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Star Wars: A Ascensão Skywalker" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/4523692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/4523692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/4523692.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Bem, e o que <strong><em>Star Wars: A Ascensão Skywalker</em></strong> tem a ver com a Marvel? Primeiramente, não podemos esquecer que todos fazem parte de uma mesma companhia (Disney), preocupada em monopolizar o mercado de maneira que mais gere lucros e menos riscos possíveis.</p>
<p>Por outro lado, a diferença entre o universo de Kevin Feige e o filme de J.J. Abrams fica gritante quando vemos que, mesmo quando os dois fazem a mesma coisa — entregar fan service —, há uma diferença gritante entre os  resultados. E qual o motivo? Primordialmente, <em>Ultimato</em> é um amálgama de mais de 20 filmes que foram construídos dentro de uma unidade, apesar de cada aventura ter sua particularidade.</p>
<p>De maneira oposta, há um certo momento de <strong><em>A Ascensão Skywalker</em> </strong>que C3PO tem sua memória apagada. Logo depois, o robô consegue recuperá-las parcialmente, com exceção de todas as suas aventuras mais recentes. Não há cena que melhor o que é esse filme. Ao estar mais preocupado em anular o legado vanguardista deixado por Rian Johnson em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-os-ultimos-jedi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Os Último Jedi</em></a>, o último capítulo da Saga Skywalker se torna um gigante <em>retcom</em> e esquece que apenas a negação do passado não basta.</p>
<p>O roteiro de J.J. Abrams e Chris Terrio (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/"><em>Batman vs. Superman</em></a>, o que explica muita coisa) assume tanto seu caráter mercadológico que chega a “matar” CINCO personagens, apenas para desfazer essa ilusão instantes depois. É, literalmente, como uma montanha-russa. Afinal, o filme manipula momentaneamente as emoções do público, apenas para no final desfazer suas ações, mostrando que nunca houve um verdadeiro risco.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12109" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3917203.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Star Wars: A Ascensão Skywalker" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3917203.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3917203.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3917203.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda em roteiro — e aqui abro uma grande aspas para falar de temas sociais e não fílmicos — me incomoda profundamente o quanto este filme é conservador, retrógrado e conveniente com uma parte preconceituosa dos fãs de Star Wars. Desde o <em>Despertar da Força</em>, há uma brincadeira na internet falando que o Finn (John Boyega) e Poe (Oscar Isaac) são um casal. Assim, o filme, como uma criança de 10 anos que precisa auto afirmar sua masculinidade diante dos coleguinhas de classe, vai enfiando goela abaixo diversas situações sem nexo apenas para responder a audiência que os dois protagonistas são héteros. Essa é, literalmente, a única justificativa para a existência das as novas personagens femininas, vividas por Keri Russell e Naomie Ackie.</p>
<p>Similarmente, outra covardia que não pode ser omitida é o que <strong><em>Star Wars: A Ascensão Skywalker</em></strong><em> </em>faz com Rose. Para quem não sabe, a atriz Kelly Marie Tran sofreu um grande assédio moral e ataques xenofóbicos após o filme, a ponto de apagar suas redes sociais. Por isso, é um golpe baixo colocar a personagem quase como uma figurante, mostrando uma subserviência de Abrams aos <em>trolls</em> de internet. Mas <em>ok</em>, vamos botar um beijo entre duas figurantes para fingirmos que nos importamos com essas causas? Tenta outra, J.J.</p>
<p>Bem, e se a gente ignorar todas as decisões arbitrárias, visto que mesmo péssimo roteiro nas mãos de uma boa direção pode resultar em um grande filme? Honestamente, não entendo o que aconteceu com Abrams aqui. Revendo a morte de Han Solo em <em>O Despertar da Força</em>, percebe-se como o <em>timing</em> daquela cena permite que ela seja sentida. Já no filme de 2019, é o inverso. Uma montagem frenética impede a formação de qualquer catarse ou potencialidade dramática. Em particular, há um(a) protagonista importante que se vai e o longa não deixa que o espectador senta aquele momento, já seguindo em frente, como estivesse mais preocupado em encerrar todas as pontas soltas do que criar um vínculo emocional.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12102" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Star Wars: A Ascensão Skywalker" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/12/3753914.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda nesta lógica mercadológica de filme como um produto, o terceiro ato de <em><strong>A Ascensão Skywalker</strong> </em>reafirma a questão. Desse modo, qualquer pessoa que tenha visto <em>Vingadores Ultimato</em> poderá notar duas gigantes similaridades com ele: a abertura dos portais e frase épica de Tony Stark. Nada mais revelador do que uma empresa bilionária tentar emular os acertos de uma franquia em outra. Mesmo que a gente ignore que <em>Star Wars</em> é cinema, pensando apenas um entretenimento, até nisso ele falha. Em um total anticlímax, sua cena de ação mais original ocorre no segundo ato, justamente por explorar diferentes cenários com a ligação telepática entre Rey (Daisy Ridley) e Kylo (Adam Driver).</p>
<p>Neste sentido, lamento que <em><strong>A Ascensão Skywalker</strong></em> não trabalhe mais a fundo o único elemento que J.J. recicla de Rian Johnson: a tensão sexual entre os dois protagonistas. Curioso que provavelmente a cena que mais incomodou a todos no cinema é a que mais me agrada. Enxergo a trilogia <em>sequel</em> não como uma simples dualidade maniqueísta entre bem e mal, como as duas anteriores, mas como uma grande tragédia grega de amor. Da mesma forma, até enxergo algumas coisas <em>shakespearianas</em> nesta lógica de uma alma se sacrificando pelo outra.</p>
<p>No fim, o novo (e, certamente, não o último) fim da saga Star Wars é como uma montanha russa sem <em>looping</em>. Retomando os questionamentos do primeiro parágrafo, nada mais significativo do que um <em>blockbuster</em> encerrar os anos 2010-2019 se mostrando totalmente refém de executivos engravatados e sua própria fan base tóxica. Pelo menos os bonecos do Baby Yoda vão vender muito, não é?</p>
<p><strong>Direção:</strong> J.J. Abrams<br />
<strong>Elenco:</strong> Carrie Fisher, Mark Hamill, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Anthony Daniels, Naomi Ackie, Domhnall Gleeson, Richard E. Grant, Lupita Nyong&#8217;o, Keri Russell, Joonas Suotamo, Kelly Marie Tran, Ian McDiarmid</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=W0squnw6Jp8]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-a-ascensao-skywalker/">Crítica: Star Wars: A Ascensão Skywalker</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 21:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mistério do desconhecido é pauta para muitos filmes, em especial os de terror. Mas este fato por si só não rende uma grande película. É preciso saber traçar um bom caminho no roteiro para que a trama não caia na falta de imaginação. Nós consegue cumprir este propósito de maneira exemplar, nos oferecendo um thriller completamente tenso e verdadeiramente assustador. O diretor Jordan Peele retorna com mais um filme de terror, depois do sucesso de Corra! (2017), longa que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mistério do desconhecido é pauta para muitos filmes, em especial os de terror. Mas este fato por si só não rende uma grande película. É preciso saber traçar um bom caminho no roteiro para que a trama não caia na falta de imaginação. <em><strong>Nós</strong></em> consegue cumprir este propósito de maneira exemplar, nos oferecendo um <em>thriller</em> completamente tenso e verdadeiramente assustador.</p>
<p>O diretor Jordan Peele retorna com mais um filme de terror, depois do sucesso de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Corra!</em></strong></a> (2017), longa que fala muito sobre o racismo e a ideia de supremacia de raças, associado ao medo. Naquele longa, o cineasta já nos mostrou o quanto de potencial tem para dirigir este modelo de trama, onde criou uma tensão constante no espectador, tanto a partir da construção da narrativa, quanto no uso de recursos técnicos como enquadramentos de câmeras, trilha sonora, fotografia e figurino.</p>
<p>Em <strong><em>Nós</em></strong> a situação não foi diferente. Peele, que assina como roteirista, produtor e diretor, traz uma família comum composta pelos pais, um filho e uma filha, todos negros de classe média, curtindo o verão na casa de praia. Mas isso só é feito depois que um elemento aterrorizante é introduzido na trama. A garotinha que se perde dos pais no começo do filme e se vê assustada ao entrar em uma sala de espelhos num parque de diversões.</p>
<p>O filme logo nos mostra que Adelaide é a menina que cresceu e viveu ao longo de tantos anos com o trama causado naquele dia. Ela desconfia de tudo que acontece ao seu redor e não ignora as coincidências dos fatos, como números e pessoas aleatórias que surgem no seu caminho. A complexidade de sua personagem vai sendo desvendada aos poucos, mas de maneira contundente. Ela é determinada em tudo o que faz, principalmente no papel de salvar sua família.</p>
<p>Vale ressaltar, inclusive, que o elemento feminino é valorizado na construção da trama de <strong><em>Nós</em></strong>. Os homens que surgem ao longo da história, sejam eles o pai da menina, o marido ou o amigo, são completamente dispensáveis. Não no quesito de construção de enredo, mas no sentido de cooperação com o que acontece. Quem decide tudo, quem se defende, quem toma as decisões e as rédeas da situação são as mulheres, em absolutamente todos os momentos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10323" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2485565.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2485565.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2485565.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/2485565.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Tudo isso faz parte de uma imensa colcha de retalhos que vai sendo construída muito sabiamente por Peele. O filme dá margem a interpretações, mas deixa muito claro seu raciocínio e objetivo. Ele faz uso do cinema de horror e absurdo, choca o espectador com as cenas de violência e perseguição. Tudo isso muito bem orquestrado com a trilha sonora marcante e a fotografia cuidada com esmero. Vale aqui o destaque à paleta de cores claras que é utilizada por Lupita. Isso reforça visualmente todo o sangue que surge ao longo da trama, além de fazer uma referência ao lado bom da protagonista.</p>
<p>Falando em atores, temos uma excelente escolha de elenco, principalmente os coadjuvantes. Elizabeth Moss (<em>The Handmaid&#8217;s Tale</em>) tem uma breve participação com uma personagem afetada, mas o faz com maestria, se destacando nas cenas em que aparece. O mesmo vale para a novata Shahadi Wright Joseph, que interpreta a filha da protagonista. A garota vai evoluindo na trama, passando de assustada à determinada em salvar a própria vida, independente dos traumas que estão surgindo.</p>
<p>No entanto, é Lupita Nyong&#8217;o (<em>12 Anos de Escravidão</em>) que conduz toda a trama e nos presenteia com uma atuação impecável. Ela consegue variar entre tantas emoções e perfis, passeando pela dor, amor, medo, sofrimento e determinação em segundos. Isso sem falar na personagem Red, que deixa qualquer espectador acuado na poltrona do cinema. Verdadeiramente assustadora.</p>
<p><strong><em>Nós</em></strong> é um filme que transita pela arte e pelo comercial com equilíbrio. Acompanhamos o desenvolver da trama que vai muito além do ápice de encontro dos duplos. Ele brinca com a ideia de que tudo aquilo se trata da mesma pessoa e as personalidades boa e ruim que vivem dentro dela. Peele faz isso com pinceladas de humor macabro, onde efetivamente rimos de nervoso do que está acontecendo. São respiros necessários para a trama, que deixa o espectador efetivamente sem ar.</p>
<p>Alguns elementos tornam-se desnecessários, principalmente na segunda metade da trama. Explicações que não precisavam ser dadas e que poderiam ser conferidas a imaginação do espectador. Tanto que a revelação ao final do filme não chega a ser tão surpreendente. Ela funciona muito mais para bagunçar a história (de maneira positiva e acertada). <em><strong>Nós</strong></em> é um verdadeiro filme de terror, na melhor definição do gênero.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jordan Peele<br />
<strong>Elenco:</strong> Lupita Nyong&#8217;o, Winston Duke, Elisabeth Moss, Shahadi Wright Joseph</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fQ19DupGfzk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Pantera Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2018 20:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Basset]]></category>
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		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pantera Negra é um dos melhores filmes da Marvel, definitivamente. E isso se apresenta muito cedo, de maneira bem clara. Elenco, roteiro, trilha sonora. Tudo isso funciona como uma orquestra bem ensaiada. Sendo assim, qualquer clichê que possa, porventura, surgir, é rapidamente esquecido, já que o produto final é excelente. Diferente dos últimos filmes da Marvel, este é mais maduro e bem construído. O enredo é muito interessante e atrai o espectador, indo muito além de tiros e explosões. Existe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pantera Negra</em> é um dos melhores filmes da Marvel, definitivamente. E isso se apresenta muito cedo, de maneira bem clara. Elenco, roteiro, trilha sonora. Tudo isso funciona como uma orquestra bem ensaiada. Sendo assim, qualquer clichê que possa, porventura, surgir, é rapidamente esquecido, já que o produto final é excelente.</p>
<p>Diferente dos últimos filmes da Marvel, este é mais maduro e bem construído. O enredo é muito interessante e atrai o espectador, indo muito além de tiros e explosões. Existe uma construção de narrativa coesa, que dá ao protagonista a força que ele precisa na história. Além disso, os coadjuvantes são muito bem explorados, tornando o todo ainda melhor.</p>
<p>O elenco é um ponto muito forte do longa. No protagonista temos Chadwick Boseman que traz muita força ao personagem e sua história. É como se ele tivesse nascido para esse papel. Mas maravilhoso mesmo é o elenco feminino agregado que se destaca mais que o principal em diversos momentos. Lupita Nyong&#8217;o está excelente no papel, mas quem rouba a cena é Danai Gurira com uma personagem forte, marcante e cheia de representatividade feminina. Ela brilha em todas as cenas e o espectador fica torcendo para que ela apareça cada vez mais. Destaque importante também para Letitia Wright que faz a irmã do protagonista e é de uma naturalidade tão grande e divertida, que se torna apaixonante.</p>
<p>Temos ainda os veteranos Angela Basset e Forest Whitaker que funcionam como uma base de apoio para o elenco principal e mais composto por novatos. Eles aparecem em poucos momentos, mas em cenas importantes para compor a história e dar ainda mais força ao filme.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8690" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/298494.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Especialmente por isso, <em>Pantera Negra</em> tem uma representatividade muito forte. Mais de 90% do elenco e produção é composto por negros, além de um discurso de personificação cultural marcante. É preciso ter espaço para todos no cinema, em papéis importantes e não apenas secundários. É fundamental ter negros fazendo papéis de heróis e não apenas de escravos. É como disse Viola Davis certa feita: &#8220;é preciso ter papéis escritos para negros para que nós possamos nos destacar&#8221;. E esse filme é a tradução desta necessidade e o resultado não poderia ser mais maravilhoso.</p>
<p>O roteiro é muito bem escrito e conduzido. Tem alguns clichês, é bem verdade, mas como disse inicialmente, esse detalhe é esquecido. As construções narrativas são bem feitas e compostas de maneira a levar o espectador para a próxima cena. Tudo muito bem conectado, sem deixar nenhum fio solto. Além disso, o vilão é interessante e bem trabalhado. Ele não é apenas mau. Ele tem todo um histórico por trás que &#8220;justifica&#8221; suas ações e tentativas de frustrar o sucesso do mocinho.</p>
<p>As músicas da trilha sonora, por parte do artista Kendrick Lamar, também complementam muito bem o contexto do enredo, tornando o produto final ainda mais empolgante. Aliás, esse é um adjetivo que cabe muito bem ao longa. Empolgante!</p>
<p><em>Pantera Negra</em> é um filme muito bom e necessário, que veio para marcar uma fase importante de representatividade no cinema e no mundo. Com certeza ficará na história e isso é fundamental. É um presente para o espectador e fã dos longas da Marvel.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wL4a4MafSjQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Star Wars &#8211; O Despertar da Força (COM SPOILERS)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-star-wars-o-despertar-da-forca-com-spoilers/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2015 20:48:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>ATENÇÃO SPOILERS!!! NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO) Indubitavelmente, Star Wars &#8211; O Despertar da Força é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de Lost e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo Star Trek, um capítulo importante da sua trajetória. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4195" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/star-wars-kylo-158800-620x331.jpg" alt="star-wars-kylo-158800" width="620" height="331" /></p>
<div>
<p><span style="font-size: xx-large;">ATENÇÃO SPOILERS!!! </span><span style="font-size: x-large;">NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO)</span></p>
</div>
<div>
<p>Indubitavelmente, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de <i>Lost </i>e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo <i>Star Trek,</i> um capítulo importante da sua trajetória. O lançamento era aguardado com expectativas pelo simples motivo de ser <i>Star Wars</i>, praticamente um embrião do <i>blockbuster </i>norte-americano, mas porque <i>O Despertar da Força </i>representava um recomeço para a saga, cuja última trilogia, prequelas conduzidas pessoalmente por George Lucas, resultara em filmes mornos, com histórias previsíveis (afinal, todo mundo que havia assistido <i>Uma Nova Esperança</i>, <i>O Império contra-ataca </i>e <i>O Retorno de Jedi</i> sabia exatamente o destino de Anakin Skywalker). Ambientado 30 anos após o <i>O Retorno de Jedi</i>, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>dialoga muito mais com a vivacidade da trilogia de 1977-1983  do que com a esquecível de 1999-2005 e apresenta uma história nova com elementos e personagens representando trajetórias conhecidas que moldaram as marcas da própria franquia.</p>
</div>
<div> O filme traz o surgimento de uma nova ameaça, a Primeira Ordem, uma organização que visa destruir a República e estabelecer um novo caos na galáxia. Orquestrada pelo Líder Supremo Snooke e por seus comandados diretos Kylo Ren e General Hux, a Primeira Ordem está em busca de um mapa que os levará a localização de Luke Skywalker, considerado uma ameaça por ser o último Jedi vivo que se tem notícia. O paradeiro de Skywalker é mantido em segredo pelo robô BB-8, que por sua vez conta com a ajuda de uma jovem sucateira do planeta Jaku,  a catadora de sucatas Rey. Com a ajuda de um stormtrooper desertor da Primeira Ordem chamado Finn, Rey assumirá a missão de levar BB-8 de volta para a República antes que ele caia nas mãos de Snooke e companhia.</div>
<div></div>
<div></div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4196" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/swtfareybb8_large-620x329.jpg" alt="swtfareybb8_large" width="620" height="329" /></p>
<div>
<p>Não existe grandes rupturas com o tom e a trajetória da primeira trilogia <i>Star Wars </i>em <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</i>. A jornada e a função dos seus novos personagens são basicamente as mesmas daquelas exercidas por Luke Skywalker, Princesa Leia, Han Solo e Darth Vader na trilogia de 1977-1983, o que não é um demérito para o novo filme da saga, pelo contrário. Firmando <i>Star Wars </i>como uma grande saga familiar lastreada basicamente pela mitológica disputa entre o bem e o mal e pela ascensão da figura de um herói vindo do lugar mais improvável, <i>O Despertar da Força </i>revive os passos que fizeram George Lucas cimentar a saga como um fenômeno da cultura pop de maneira muito mais eficiente e vibrante do que o próprio criador da franquia no pálido <i>prequel</i> de 1999-2005, composto por <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>, que se enquadram muito mais como um mimo de Lucas e cia. aos fãs ardorosos da série cinematográfica do que uma história com urgência de ser contada. Tudo em <i>O Despertar da Força </i>é crível, tem textura, forma, dimensão e emoções reais &#8211; em oposição ao <i>prequel </i>de <i>Star Wars </i>sufocado por dezenas de efeitos especiais que deram um tom cartunesco à trilogia dos anos 2000 &#8211; , o que comprova que, talvez, curiosamente, a franquia sempre esteja em boas mãos quando está longe das decisões diretas do seu próprio criador. A exceção de <i>Uma Nova Esperança </i>de 1977, todos os melhores filmes <i>Star Wars </i>não tiveram a direção de George Lucas.</p>
</div>
<div>
<p>Um dos grandes acertos de <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>está em conseguir equilibrar a reverência ao passado da franquia com situações e dinâmicas que nos remetem a <i>Uma Nova Esperança </i>e <i>O Império contra-ataca </i> e estabelecer novos rumos para o seu universo. Assim, J.J. Abrams consegue agradar antigos fãs de <i>Star Wars </i>e fidelizar uma nova leva de aficionados pela saga, afinal nos são apresentados personagens que, a despeito de &#8220;respirarem&#8221; as motivações e os &#8220;lugares&#8221; ocupados pelos seus antecessores naquele universo, possuem identidade própria e fôlego para empreender uma nova e intensa jornada pelos próximos anos.</p>
</div>
<div>
<p>Diversas decisões tomadas por J.J. Abrams, Lawrence Kasdan e Michael Arndt no roteiro de <i>O Despertar da Força </i>evidenciam os esforços do trio em promover novos rumos para a saga preservando as marcas da trilogia de 1977-1983, o que é bastante interessante. É como se o trio de roteiristas repaginasse a série cinematográfica conservando elementos vitais e que assumem a identidade de <i>Star Wars</i>. Nesse sentido, entender como centro de suas preocupações a jornada de dois desses personagens, a heroína Rey e o vilão Kylo Ren rumo a construção dos seus respectivos mitos, e trazer novamente uma tragédia familiar como elemento propulsor das suas ações e decisões traz para <i>O Despertar da Força </i>um caráter cíclico, ou seja, a noção de que as histórias se repetem pelas gerações.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4217" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens.jpg" alt="han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens" width="600" height="373" /></p>
<div>
<p>ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!</p>
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<p>Um dos momentos mais emblemáticos de <i>O Despertar da Força </i>que evidenciam esta oscilação sadia entre o nostálgico e o rejuvenescimento da franquia  é a corajosa decisão que os roteiristas tiveram ao matar um dos personagens mais emblemáticos e queridos de toda a franquia, o Han Solo de Harrison Ford, assassinado pelas mãos do seu próprio filho com Leia, o vilão Kylo Ren. A morte de Han Solo em <i>O Despertar da Força </i>remete à icônica cena em que Darth Vader revela a Luke Skywalker que é o seu pai em <i>O Império contra-ataca</i>, mas também mostra-se como um momento singular para a saga dali em diante e que, por sua gravidade, justifica a formação de conflitos ainda mais severos entre os seus personagens pelos próximos capítulos. A decisão drástica dos roteiristas de <i>O Despertar da Força</i> confirma a natureza perversa de Kylo Ren,  que durante todo o filme sempre esteve em conflito entre a luz e o lado negro da força e que, após o assassinato do pai, parece ter fincado de vez a sua posição no universo. Além disso, mexe drasticamente com a trajetória de diversos personagens traumatizados pelo acontecimento, como Chewbacca, Leia e até mesmo os novatos Finn e Rey, cuja verdadeira filiação não tivemos conhecimento em <i>O Despertar da Força</i>.</p>
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<p>Somado a uma direção eficiente e um primoroso trabalho em seus departamentos técnicos e artísticos, <i>Star Wars </i>conta com um elenco espetacular de jovens atores que se junta a uma velha-guarda encabeçada por Mark Hamill (em breve participação nesse episódio já que o desaparecimento do seu personagem é o mote do filme), Carrie Fisher e Harrison Ford, mais uma vez impagável como Han Solo. A protagonista da nova trilogia é a radiante Daisy Ridley, que consegue fazer de Rey uma jovem marcada pelas dificuldades da sua realidade, mas que não perde a doçura e até mesmo a ingenuidade diante da descoberta de um novo universo. Fica evidente também na performance de Ridley a transformação sofrida pela personagem que, na medida em que a história chega ao seu fim, amadurece e assume seu lugar e sua responsabilidade nesse universo. Na pele do ex-stormtrooper Finn, John Boyega transborda carisma e humanidade sem tornar o seu personagem uma caricatura ambulante. Ao mesmo tempo em que, por diversos momentos, Finn seja utilizado como um alívio cômico do novo filme, Boyega não se esquece que seu personagem possui traumas tão profundos quanto os de Rey a partir do momento em que todas as suas decisões na história são tomadas por um medo de ser punido pela Primeira Ordem, cujo <i>modus operandi </i>ele conhece como nenhum outro. Existem outros personagens interessantes ao longo de <i>O Despertar da Força</i> que podem ser explorados em maior profundidade nos próximos filmes, mas que aqui já demonstram seu potencial através do tom certeiro dos seus atores, como o piloto de X-Wing Poe Dameron do ator Oscar Isaac, a Capitã Phasma de Gwendoline Christie, o General Hux de Domhnall Gleeson e até mesmo os personagens construídos por captura de movimentos dos atores Lupita Nyong&#8217;o e Andy Serkis, Maz Kanata e o Líder Supremo Snooke, respectivamente.</p>
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<p>E a maior prova de que J.J. Abrams conseguiu conservar os já numerosos fãs da série e angariar um novo e jovem grupo de fanáticos por <i>Star Wars </i>está ao final das sessões de <i>O Despertar da Força </i>ou mesmo nas ruas. É perceptível a empolgação de pequenos de diversas faixas etárias quando os créditos finais do novo filme da franquia começam a aparecer. As crianças não param de falar da Rey, do Finn, do Kylo Ren, de Han Solo, do Chewbacca, do BB-8&#8230; Basta entrar também em qualquer loja de brinquedos e ver como meninos e meninas com menos de dez anos de idade estão loucos para ter o próprio sabre de luz, que, por sinal, andam esgotados. Enfim, J.J. Abrams conseguiu mesmo despertar a força de uma franquia que nem mesmo o seu criador foi capaz de respeitar nos monótonos <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>. Amigos e <i>haters</i>, gostem ou não, <i>Star Wars </i>está de volta!</p>
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		<title>Guia Oscar 2014: Atrizes Coadjuvantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 19:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Julia Roberts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jennifer Lawrence &#8211; Trapaça Atual queridinha de Hollywood, Jennifer Lawrence foi o grande nome da indústria em 2013: ganhou um Oscar de melhor atriz por O Lado Bom da Vida no início do ano e conseguiu levar Jogos Vorazes: Em Chamas ao topo das bilheterias como o primeiro filme em anos protagonizado por uma mulher a conseguir tal façanha. Trapaça foi a cereja do bolo de Jennifer no final do ano passado. Em um filme com uma constelação de estrelas e novamente dirigida por David O. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-jennifer-lawrence.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-213 aligncenter" alt="american-hustle-jennifer-lawrence" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/american-hustle-jennifer-lawrence-620x387.jpg" width="620" height="387" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Jennifer Lawrence &#8211; </strong><em>Trapaça</em></p>
<p>Atual queridinha de Hollywood, Jennifer Lawrence foi o grande nome da indústria em 2013: ganhou um Oscar de melhor atriz por <em>O Lado Bom da Vida </em>no início do ano e conseguiu levar <em>Jogos Vorazes: Em Chamas </em>ao topo das bilheterias como o primeiro filme em anos protagonizado por uma mulher a conseguir tal façanha. <em>Trapaça</em> foi a cereja do bolo de Jennifer no final do ano passado. Em um filme com uma constelação de estrelas e novamente dirigida por David O. Russell (o diretor de <em>O Lado Bom da Vida</em>), Lawrence praticamente rouba a cena na pele da instável Rosalyn. Não fosse sua vitória no ano passado, talvez vencesse fácil a estatueta pelo filme. Contudo, não fiquem surpresos se Lawrence levar a melhor, esse é o momento dela.</p>
<p><strong>Vitórias anteriores:</strong> Melhor atriz por <em>O Lado Bom da Vida</em> (2013)</p>
<p><strong>Indicações anteriores: </strong>Melhor atriz por <em>Inverno da Alma </em>(2011)</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/HT_julia_roberts_august_osage_county_lpl_131129_16x9_992.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-214 aligncenter" alt="HT_julia_roberts_august_osage_county_lpl_131129_16x9_992" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/HT_julia_roberts_august_osage_county_lpl_131129_16x9_992-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Julia Roberts &#8211;</strong> <em>Álbum de Família</em></p>
<p style="text-align: left;">Desde sua vitória em 2001 como melhor atriz por <em>Erin Brokovich &#8211; Uma Mulher de Talento, </em>Julia Roberts não era lembrada pela Academia. Talvez não merecesse tanto assim por trabalhos como <em>Duplicidade </em>e <em>Jogos de Poder</em>. Já por seu desempenho em <em>Álbum de Família</em>, a <em>pretty woman </em>chega com autoridade na temporada. No entanto, por uma daquelas razões curiosas que só as campanhas para o Oscar nos rendem, a atriz foi indicada como coadjuvante quando o seu papel é o verdadeiro fio condutor de toda a trama. Tem boas chances já que sua performance tem rendido comentários mais elogiosos que aqueles conferidos a sua colega de cena, a &#8220;incontestável&#8221; Meryl Streep, mas terá que encontrar espaço no duelo Lawrence X Nyong&#8217;o, que polarizou as demais premiações da temporada.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Vitórias anteriores: </strong>Melhor atriz por <em>Erin Brokovich &#8211; Uma Mulher de Talento </em>(2001)</p>
<p><strong>Indicações anteriores: </strong>Melhor atriz por <em>Uma Linda Mulher </em>(1992), melhor atriz coadjuvante por <em>Flores de Aço </em>(1990)</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/june-squibb-nebraska.jpg-w620.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-215 aligncenter" alt="NEBRASKA" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/june-squibb-nebraska.jpg-w620-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>June Squibb</strong> &#8211; <em>Nebraska</em></p>
<p style="text-align: left;">Squibb é um daquelas veteranas que enfim ganham um reconhecimento em sua carreira com uma indicação ao Oscar. Cria do circuito off-Broadway, a atriz já esteve em filmes <em>A Época da Inocência</em>, <em>Perfume de Mulher </em>e <em>Encontro Marcado</em>. <em>Nebraska </em>é seu reencontro com o diretor Alexander Payne, que a dirigiu em <em>As Confissões de Schimidt</em>. A indicação em si já é um reconhecimento para Squibb, que vem conquistando a crítica desde o Festival de Cannes por sua interpretação nessa fita.  Tem poucas chances de levar o prêmios, mas está na disputa.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Vitórias anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Indicações anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Lupita-Nyong-o-12-Years-a-Slave-size-620.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-216 aligncenter" alt="Lupita-Nyong-o-12-Years-a-Slave-size-620" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Lupita-Nyong-o-12-Years-a-Slave-size-620.jpg" width="620" height="349" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lupita Nyong&#8217;o</strong> &#8211; <em>12 Anos de Escravidão</em></p>
<p style="text-align: left;">Na batalha travada entre <em>Gravidade</em>, <em>12 Anos de Escravidão </em>e <em>Trapaça </em>pelas principais estatuetas, Lupita Nyong&#8217;o é a voz do seu filme com seus discursos em  premiações prévias. Com as sucessivas derrotas de seus colegas de cena Chiwetel Ejiofor e Michael Fassbender , a atriz teve a oportunidade de emocionar muitos votantes com seus discursos sobre a experiência transformadora e única que foi participar de <em>12 Anos de Escravidão</em>.  Nyong&#8217;o é a grande a favorita ao prêmio em sua estreia em longa metragens e pode prenunciar uma &#8220;chuva&#8221; de prêmios para <em>12 Anos de Escravidão</em>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Vitórias anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Indicações anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/sally-hawkins-blue-jasmine.jpg-w1000h562crop1.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-217 aligncenter" alt="sally-hawkins-blue-jasmine.jpg w=1000&amp;h=562&amp;crop=1" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/sally-hawkins-blue-jasmine.jpg-w1000h562crop1-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sally Hawkins</strong> &#8211; <em>Blue Jasmine</em></p>
<p style="text-align: left;">A Academia deve uma indicação a Sally Hawkins desde <em>Simplesmente Feliz</em>, de 2008, pelo qual, contrariando expectativas, foi esnobada na lista final das melhores atrizes do ano. A participação de Hawkins no novo filme de Woody Allen não chegou nem a ser especulada como uma das favoritas a estarem presentes na relação de indicadas, sobretudo porque os holofotes estavam todos voltados para sua parceira de cena Cate Blanchett, indicada a melhor atriz, mas também porque existiam outras candidatas que pareciam mais fortes como Oprah Winfrey, de <em>O Mordomo da Casa Branca</em>. É provável que não vença, mas sua presença na lista como a desencanada Ginger de <em>Blue Jasmine </em>é um bônus e uma reparação na sua carreira.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Vitórias anteriores: </strong>&#8211;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Indicações anteriores: </strong>&#8211;</p>
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