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	<title>Arquivos Liga da Justiça - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Liga da Justiça - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial: Universo Estendido DC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 18:26:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A caminhada do Universo Estendido DC (DCEU) não foi fácil. O novo projeto do estúdio luta para se provar digno da atenção do público e crítica desde seu início com o lançamento de O Homem de Aço (2013). O estúdio precisou (e ainda precisa) enfrentar grandes obstáculos. O curioso é que eles foram criados antes mesmo de seu surgimento. Logo no início dos anos 2000, as adaptações de histórias em quadrinhos explodiram. A DC logo começou a investir em live [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada do Universo Estendido DC (DCEU) não foi fácil. O novo projeto do estúdio luta para se provar digno da atenção do público e crítica desde seu início com o lançamento de <i>O Homem de Aço</i> (2013). O estúdio precisou (e ainda precisa) enfrentar grandes obstáculos. O curioso é que eles foram criados antes mesmo de seu surgimento.</p>
<p>Logo no início dos anos 2000, as adaptações de histórias em quadrinhos explodiram. A DC logo começou a investir em<em> live actions</em> de suas hqs mais conhecidas. O estúdio também passou a desenvolver ainda mais animações. O problema é que nem todas as adaptações tiveram uma resposta tão positiva.</p>
<h5><b>CAMINHADA DAS ADAPTAÇÕES</b></h5>
<p>Depois de 7 anos do lançamento de <i>Batman &amp; Robin</i> &#8211; o qual é altamente desaprovado pela crítica &#8211; chega aos cinemas o filme solo da <i>Mulher Gato</i> (2004). Estrelado pela extraordinária Halle Berry (<i>X-Men: Dias de um Futuro Esquecido</i>, de 2014, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-3-parabellum/"><i>John Wick 3: Parabellum</i></a>, de 2019), o longa-metragem foi um fracasso que passou a assombrar a memória dos fãs. O projeto passou a ser um exemplo escrachado do que não se fazer numa obra audiovisual.</p>
<p>Apesar dessa derrota, os <em>live actions</em> continuaram a surgir. Estrelando Keanu Reeves (<i>Matrix</i>, de 1999, e <i>Bill &amp; Ted: Encare a Música</i>, de 2020) como o famoso demonologista Constantine, a adaptação dos quadrinhos Hellblazer foi o projeto seguinte. O longa de mesmo nome foi bem recebido pelo público e gerou uma bilheteria duas vezes maior que seu orçamento. A história de horror, apesar do sucesso, nunca se propôs a ter um desenvolvimento para além do primeiro projeto.</p>
<p>E aí veio o maior ouro da DC antes do Universo Estendido. No mesmo ano, a Warner Bros. iniciou o projeto do Christopher Nolan que viria a ser uma trilogia sobre o Cavaleiro das Trevas de Gotham City. <i>Batman Begins</i> (2005) foi a primeira mega produção da DC/Warner a alcançar aclamação entre crítica e público. A partir deste momento, as adaptações passaram a serem vistas com olhos mais atenciosos para suas futuras obras.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-13956 size-full" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/batman-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em seguida, em 2006, <i>Superman, o Retorno</i> procurou trazer o maior defensor do universo para as telonas. O filme, apesar de ter um resultado positivo, não alcançou a bilheteria esperada. Esse desempenho financeiro decepcionou a Warner, que acabou abandonando a sequência que estava planejada. Depois disso, projetos sobre o Homem de Aço ficaram sendo postergados até o surgimento do DCEU.</p>
<p>Após a história sobre o kryptoniano, restavam 5 longas antes do desenvolvimento do Universo Estendido. Primeiro veio a segunda parte da trilogia do Nolan,  momento este que representou o ápice das adaptações. O longa foi tão bem recebido que ainda garantiu um Oscar póstumo para Heath Ledger (<i>10 Coisas que Eu Odeio em Você</i>, de 1999, e <i>O Segredo de Brokeback Mountain</i>, de 2005) em sua performance deslumbrante do Coringa. Após o lançamento de <i>O Cavaleiro das Trevas</i> (2008), os problemas voltaram à tona.</p>
<p>Fosse pela crítica ou pelo público, os projetos seguintes não vingaram. <i>Watchmen</i> (2009) traz um olhar para outro universo dentro dos quadrinhos da DC. Com uma perspectiva um tanto pretensiosa, Zack Snyder estreou à frente de uma produção que tinha tudo para vingar, mas não deu certo. Mesmo dividindo a crítica na época, o longa saiu como um delírio visual do diretor que não conseguia captar a atenção daqueles que desconheciam as hqs. E isso, evidentemente, refletiu na bilheteria.</p>
<p>Nos anos seguintes, estrearam dois filmes que, ao lado de <i>Mulher-Gato</i>, representam o que há de mais tosco e bizarro nas adaptações da DC. Em 2010, o público conheceu <i>Jonah Hex</i>. Interpretado por Josh Brolin (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sicario-dia-do-soldado/"><i>Sicário: Dia do Soldado</i></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><i>Vingadores: Ultimato</i></a>, de 2019), o personagem que dá nome à história traz uma narrativa de vingança num cenário faroeste. Para resumir o resultado da recepção do projeto, ele levou o título de pior filme do ano pelo <em>Houston Film Critics Society</em>.</p>
<p>E depois desse fracasso, a Warner conseguiu o feito de apresentar mais um. Desta vez, ainda mais doloroso financeiramente. <i>Lanterna Verde</i> (2011) foi uma tentativa de introduzir um dos mais conhecidos personagens da Liga da Justiça. Escolhas equivocadas, um roteiro confuso e um CGI estranhíssimo fizeram do projeto um pesadelo. Ryan Reynolds deu vida ao Hal Jordan e, a decepção foi tamanha com o resultado da produção, que o ator demorou 10 anos para assistir ao filme. Ele publicou em suas redes sociais que decidiu entrar na onda da DC, após a estreia do <i><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/">Snyder Cut</a>,</i> e resolveu assistir o longa.</p>
<p>O último título a ser lançado antes da Warner caminhar para seu Universo Estendido foi o terceiro capítulo da trilogia de Nolan. O público chegou aos cinemas com altas expectativas para finalmente assistir um bom filme de super-herói. Infelizmente, para aquelas pessoas que esperavam outra obra-prima, a decepção foi imediata.</p>
<p>Em <i>O Cavaleiro das Trevas Ressurge</i> (2012), Nolan continua a acertar com a sua fórmula pronta para criar bons resultados, mas o filme falta alma. Não existe mais o brilho do seu antecessor e nem as possibilidades instigantes da primeira história. Diante do fim, o que o público recebeu foi um produto que não tem falhas narrativas ou de produção, mas que pode ser facilmente esquecido.</p>
<h5><b>O UNIVERSO ESTENDIDO</b></h5>
<p>No entanto, os fãs dos quadrinhos tiveram pouco tempo para se lamentar pelo fraco encerramento da trilogia do Batman. Em junho de 2013, <i>O Homem de Aço</i> chegou aos cinemas. O novo trabalho de Zack Snyder para a DC inaugurou a narrativa do Universo Estendido. Mas a performance do longa-metragem não deu o melhor início possível para o DCEU.</p>
<p>Apesar de ser um projeto correto e bem elaborado, falta a magia de se assistir um filme deste grande super herói. Falta o arrepio de vislumbrar o primeiro herói das histórias em quadrinhos na telona. E isso foi sentido pela crítica e pelos fãs. Seguindo este começo pouco memorável, os lançamentos de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/o-pior-e-o-melhor-de-batman-vs-superman/"><i>Batman vs Superman: A Origem da Justiça</i></a> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/"><i>Esquadrão Suicida</i></a>, ambos em 2016,  não colaboraram muito para vender o DCEU ao público.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13953" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094.jpg" alt="Universo Estendido DC" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1368094-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O confronto entre o Homem-Morcego e o Super Homem foi apresentado ao espectador de uma forma difícil. <i>Batman vs Superman</i> não é um resultado ruim. No entanto, a sua construção extrapola as possibilidades que o filme podia abarcar. Reassistindo a obra, fui capaz de perceber os seus méritos, mas isso só foi possível depois do susto inicial. Snyder descarrega muito conteúdo narrativo e <i>easter eggs</i> para o público a ponto da história ficar confusa e incômoda.</p>
<p>Para a tristeza da Warner, o filme seguinte teve um resultado ainda pior. <i>Esquadrão Suicida</i> é um colcha de retalhos de cores, loucuras e falhas. Talvez este tenha sido um dos projetos mais decepcionantes do DCEU. A adaptação da hq sobre o grupo de vilões foi apresentada como uma grande promessa, mas o que chegou para o espectador foi um resultado grotesco.</p>
<p>A narrativa é desconexa, os personagens são mal aproveitados e o cerne do problema que move a história é fraco demais &#8211; sem falar na vilã da Cara Delevingne que é pavorosa. Essa performance decepcionante é resultado das inúmeras refilmagens que o longa passou. A única vitória dessa produção foi a sua bilheteria que, apesar da má qualidade do filme, conseguiu arrecadar quatro vezes mais que seu orçamento.</p>
<p>Para os fãs mais desacreditados, eis que, em 2017, surge a história da famosa amazona. O lançamento de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><i>Mulher-Maravilha</i></a> foi o primeiro sucesso unânime do Universo Estendido. Gal Gadot conquistou o coração do público com a sua performance solo logo nos primeiros minutos como Diana Prince. Através da visão de Patty Jenkins, a DC entregou uma obra completa e de qualidade que conseguiu agradar gregos e troianos.</p>
<p>Após a apresentação dos três principais personagens da DC, o estúdio trouxe o primeiro momento da famosa Liga da Justiça. E aqui reside um dos resultados mais problemáticos da DC/Warner. A produção teve troca de diretores, refilmagens e muitas polêmicas envolvidas. Por conta desse cenário caótico, o resultado deixa muito a desejar. Na verdade, quando analisado de perto, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><i>Liga da Justiça</i></a> (2017) é uma cópia mal feita e incoerente de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-era-de-ultron/"><i>Vingadores: Era de Ultron</i></a> (2015) &#8211; que, por si só, já é falho o suficiente.</p>
<p>Os quatro filmes que sucederam o crossover dos heróis foram bem recebidos pelos fãs e, de forma geral, bem aceitos pela crítica. O primeiro foi a jornada solo do rei dos oceanos, Arthur Curry. <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><i>Aquaman</i> </a>(2018) acumulou uma arrecadação absurda, seis vezes maior que seu orçamento &#8211; quase 1.15 bilhões de dólares, se tornando a maior arrecadação da DC. E, apesar de ter recebido críticas que afirmavam uma atenção excessiva no visual em detrimento da narrativa, o longa cumpre muito bem a sua função.</p>
<p>Em 2019, chegava aos cinemas <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><i>Shazam!</i></a>, uma das aventuras mais brilhantes do estúdio. O longa-metragem é uma adaptação primorosa da hq inicial do herói, além de ter um timing cômico perfeito. Apesar de não ser um dos mais conhecidos da Liga, o filme foi bem aceito pelo público e crítica. Talvez a melhor produção depois do longa estrelado por Gal Gadot.</p>
<p>Em 2020, o espectador teve duas estreias do estúdio. A primeira foi <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aves-de-rapina-arlequina-e-sua-emancipacao-fantabulosa/"><i>Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa</i></a>. Um primeiro ponto positivo para a produção é que ela consegue superar as memórias tenebrosas da aparição anterior da Arlequina. O projeto, apesar de cometer alguns deslizes, consegue também cumprir seu papel dentro do universo, da mesma forma que é capaz de contar a história das Aves de Rapina e entreter o público.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13955" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers.jpg" alt="Universo Estendido DC" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mulher-Maravilha-1984-Com-Spoilers-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A seguida estreia foi <i>Mulher-Maravilha 1984</i>. Esta penou para ser lançada por conta da pandemia do coronavírus. A sequência só chegou aos cinemas e ao HBO Max no dia 25 de dezembro. Desta vez, a resposta dos espectadores foi um tanto diferente. De forma geral, a crítica aprovou o filme &#8211; mesmo com seus pequenos deslizes -, mas os fãs não se mostraram muito satisfeitos. Os maiores comentários negativos rondam o vilão interpretado por Pedro Pascal (<i>Game of Thrones</i>, em 2014,  e <i>The Mandalorian</i>, de 2019 até o presente) e a potência da narrativa. Em comparação com o primeiro filme solo da heroína, sua sequência fica um pouco atrás em qualidade, mas nada que atrapalhe a experiência.</p>
<h5><b>SNYDER CUT, O DIVISOR DE ÁGUAS</b></h5>
<p>Após a segunda narrativa sobre a deusa amazona, o público pôde finalmente assistir ao tão esperado <i>Snyder Cut</i>. Após uma intensa campanha virtual, os fãs conseguiram convencer a Warner a dar o sinal verde para que Zack Snyder voltasse para concluir seu projeto inicial sobre a Liga da Justiça. E, duas semanas após seu lançamento na plataforma HBO Max, é possível perceber que o estúdio fez a escolha certa.</p>
<p>O longa-metragem está sendo um dos assuntos mais comentados nas redes sociais desde que foi lançado. Aqui no Brasil, os colecionadores de mídia física já fizeram campanha e conseguiram tornar real um futuro lançamento em <i>Blu-Ray Disc</i> do <i>Snyder Cut</i>. Mas o que fez o longa gerar tamanha comoção? O fator principal foi a curiosidade. A possibilidade de vislumbrar uma história pensada por Zack Snyder, o qual, apesar de suas excentricidades, se mostrou visionário ao apostar numa perspectiva correta para o DCEU desde o início.</p>
<p>Atrelado a isso, o maior guia foi o desejo dos fãs de finalmente assistir um filme que honrasse o encontro da Liga da Justiça. E o que seria melhor para esta narrativa do que a presença do maior vilão da DC Comics? Saber que Darkseid estaria por trás de todo o caos que os heróis enfrentam, é algo indescritível para quem acompanha as hqs ou desenhos há anos.</p>
<p>Então, a materialização da versão de Snyder da <i>Liga da Justiça</i> já anunciava um possível sucesso. No entanto, o público, que andava muito calejado pelas falhas e fracassos do estúdio, precisou aguardar para ver se o sonho seria realizado ou se viveriam outro pesadelo. Para a felicidade dos fãs, o <i>Snyder Cut</i> é uma obra muito boa. O diretor conseguiu ajeitar as pontas soltas que ele mesmo deixou em <i>Batman vs Superman</i> e mostrou ainda mais.</p>
<h5><b>FUTURO PÓS SNYDER CUT</b></h5>
<p>Na verdade, a versão de Snyder é um prenúncio para um futuro maior que ele havia planejado para o DCEU. O problema é que talvez essa visão não seja mais explorada. Por ter sido um projeto resgatado e pela parceria Snyder/DC Films estar, em teoria, suspensa, os fãs ficam com a dúvida sobre o que acontecerá daqui para frente.</p>
<p>Como já se imaginava, uma campanha nas redes sociais para que o SnyderVerse seja restaurado já começou. A tag “RestoreTheSnyderVerse” já foi usada até por um dos atores do universo. Ator esse cujo papel tem um futuro incerto. Joe Manganiello postou recentemente em seu Instagram uma foto dele caracterizado como Exterminador em sua versão do futuro, mostrada no epílogo do <i>Snyder Cut</i>.</p>
<p>Apesar do clamor dos fãs pela volta de Snyder e da boa recepção do novo <i>Liga da Justiça</i>, nada está certo. Pelo contrário. A presidente e CEO da Warner Bros, Ann Sarnoff, afirmou que não existem planos para trazer Zack de volta ao DCEU. Logo, o que se sabe no momento são os projetos anunciados e encaminhados. O futuro certo da DC/Warner está nas mãos do Flash, Shazam, Aquaman e, por incrível que pareça, do Esquadrão Suicida.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13954" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Universo Estendido DC" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/1353219.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os próximos projetos são <em>O Esquadrão Suicida</em> (2021), de James Gunn, <em>Adão Negro</em> (2022), o filme solo do <em>Flash</em> (2022), a sequência do rei dos oceanos, <em>Aquaman 2</em> (2022), e <em>Shazam! Fury of the Gods</em> (2023). Todos já com datas marcadas, mas poucas informações sobre suas histórias.</p>
<p>Até mesmo o longa de James Gunn ainda guarda seus segredos, apesar da proximidade da estreia. O projeto pretende ser uma sequência da história anterior do grupo de vilões. A aparente diferença é que agora o estúdio parece saber o que está acontecendo. Além do mais, o fato da produção não ter nenhuma polêmica ou problemática envolvida já é uma vitória.</p>
<p>Depois do trabalho de Gunn, o filme que mais se fala sobre &#8211; e, consequentemente, se teoriza &#8211; é <em>The Flash</em>. As apostas estão numa adaptação do quadrinho Flashpoint, onde o herói resolve voltar no tempo para salvar sua mãe e acaba criando uma realidade alternativa onde as amazonas estão em guerra com os atlantes. O público poderá vislumbrar as possibilidades do multiverso em breve caso esta seja a narrativa a ser lançada.</p>
<p>Além desses projetos, o futuro das adaptações da DC também guardam possibilidades para além do Universo Estendido. O mais novo longa-metragem do Homem-Morcego também será lançado em 2022. De acordo com declarações da Warner, a aventura do Cavaleiro das Trevas não faz parte do DCEU. Outro projeto que não faz parte do Universo Estendido é <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/"><i>Coringa</i> </a>(2019), de Todd Phillips.</p>
<p>Essas produções desconectadas se mantêm como uma realidade e, por ora, podem continuar presentes no futuro das adaptações dos quadrinhos. Seja dentro ou fora do DCEU, o que os fãs querem são bons resultados. Filmes que mexam com suas memórias e empolguem seus corações. E enquanto a DC/Warner se mantiver atenta e cuidadosa em suas decisões, os projetos têm tudo para dar certo e prometem bons frutos.</p>
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		<title>Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 22:16:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (Aquaman) sobre a famosa Liga da Justiça. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (Os Vingadores, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que Liga da Justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>) sobre a famosa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (<i>Os Vingadores</i>, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> (2021) emerge e traz um novo olhar para o Universo Estendido DC (DCEU).</p>
<p>Após a perda do guardião da Terra, Batman (Ben Affleck, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>) precisará, ao lado da Mulher Maravilha (Gal Gadot, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>), reunir os maiores super-heróis do planeta para deter um desastre iminente. Além da jornada para juntar esta liga de heróis composta pelo Aquaman (Jason Momoa, <em>Game of Thrones</em>), Flash (Ezra Miller, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-e-onde-habitam/"><em>Animais Fantásticos e Onde Habitam</em></a>) e Ciborgue (Ray Fisher, True Detective), eles precisarão se preparar para deter Darkseid, o conquistador de mundos, e seu exército de parademônios comandados por Lobo da Estepe.</p>
<p>A estreia do filme é uma vitória para os fãs da DC que são os responsáveis por cobrar o lançamento do longa-metragem. Após uma extensa campanha online para liberação do que viria a ser o <b><i>Snyder Cut</i></b> &#8211; como é conhecida a produção por ser o corte do diretor &#8211; a Warner se rendeu ao desejo do público e criou os caminhos para fazer deste filme uma realidade.</p>
<p>O primeiro ponto positivo do <b><i>Snyder Cut</i></b> é seu poder de comprovação de qualidade. As produções da DCEU vaguearam, durante um bom tempo, entre ótimos filmes e outros bem problemáticos &#8211; a exemplo de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/"><i>Batman vs Superman: A Origem da Justiça</i></a> (2016) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/"><i>Esquadrão Suicida</i></a> (2016). Desta vez, o clamor dos espectadores trouxe o filme para as telas. Sem amarras, da forma que foi pensado (e ainda mais). Com isso, a estreia do HBO Max comprovou novamente que a DC é capaz de realizar produções de qualidade dentro de um arco maior e interativo de filmes.</p>
<p>Ou seja, a construção narrativa da nova <b><i>Liga da Justiça</i></b> traz o universo de volta aos trilhos. No entanto, é importante pensar que esta alusão ao trem descarrilhado existe a partir de uma perspectiva mercadológica e competitiva &#8211; uma vez que <i>Mulher-Maravilha</i> (2017), <i>Aquaman</i> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><i>Shazam!</i></a> (2019) foram filmes que funcionaram, tem qualidade e são bem amarrados.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13905" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A necessidade de mega bilheterias e a inevitável comparação entre a DC e Marvel e seus universos estendidos são os fatores que regem essa competitividade alucinante. E ela é uma das principais razões que causaram diversos tropeços do DCEU ao longo de sua existência &#8211; seja por falta de planejamento do estúdio ou por uma comparação infundada por parte do público.</p>
<p>Nesta nova versão, existe a profundidade necessária para guiar as motivações das personagens, elas são bem trabalhadas e mostram quem são de verdade. Da mesma forma são os vilões do filme, os quais, desta vez, se sustentam e se mostram capazes de carregar o peso de suas ações e do papel que representam para o Universo Estendido. Esses são os principais elementos narrativos que conseguem, de longe, fazer deste longa-metragem uma produção melhor para inaugurar a jornada da Liga da Justiça nos cinemas.</p>
<p>É inegável dar os louros ao Snyder pelo seu olhar macro da história &#8211; coisa que ele não conseguiu imprimir em <i>Batman vs Superman</i>. E, quando analisado, é interessante pensar que o projeto inicial se propôs a abrir essa nova página da história com um dos maiores vilões do universo. Além de arriscada, foi uma escolha corajosa introduzir Darkseid de logo cara. Só que isso é feito de forma tão sutil e cuidadosa, que não criou conflitos narrativos; apenas possibilitou diversos caminhos para o DCEU seguir.</p>
<p>No entanto, isto só foi possível porque o <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> tem 4h de duração. E aqui mora o primeiro problema &#8211; quando pensamos na obra dentro do formato de narrativa cinematográfica. Mesmo com a divisão da história em capítulos &#8211; o que permite uma flexibilidade maior na hora de assistir ao filme &#8211; é exaustivo para quem decide encará-lo como um longa-metragem. São 4h que valem a pena pelo resultado, mas existem excessos que são evidentes. Ainda que seja interessante o longa tirar o tempo necessário para estabelecer o contato inicial entre o público e os heróis que ainda não haviam sido mostrados nas telas, a duração cansa o espectador.</p>
<p>Outro fator relacionado aos excessos está na aparição de várias figuras conhecidas que abrem muitas portas para o futuro narrativo. Neste caso, esses caminhos podem levar a mais um momento de desencontro da produção. Fica claro que Zack Snyder quis apresentar a Liga da forma mais completa possível.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13904" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Também é compreensível que a escolha foi feita para dar brecha a novos filmes solo e outras interações com referências em quadrinhos diversos, mas isso precisaria ser conduzido de forma cuidadosa. E, ainda assim, existem inserções que extrapolam a narrativa contada pelo Snyder e se tornam mais interrogações na cabeça do espectador, além de ter feito o filme se estender ainda mais, a exemplo de quase todo o epílogo.</p>
<p>É pensando também nesse futuro um tanto incerto que moram os maiores questionamentos sobre o DCEU. A chegada de <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut </i></b>não mudou os caminhos trilhados pelo universo e, até então, não afetou projetos em andamento. A Warner e o próprio diretor também já se pronunciaram alegando que ele não estará mais à frente de projetos do Universo Estendido. Mas isso significa que o conteúdo narrativo do <b><i>Snyder Cut</i></b> será ignorado, como se nunca tivesse sido lançado? Será que outra petição virtual será feita para tornar canônica essa versão e seguir a partir dela? Ou até mesmo, será que outra comoção trará o diretor de volta?</p>
<p>Além disso, não está claro ainda onde o novo Batman se encaixa, da mesma forma que o enredo de <i>The Flash</i> (2022) não foi divulgado e existem apenas rumores sobre o conteúdo do longa. Outras dúvidas são sobre a saída de Ben Affleck e Henry Cavill e o <i>reboot</i> do <em>Superman</em> no universo. As polêmicas envolvendo Ray Fisher e a investigação sobre a conduta abusiva de Joss Whedon durante as gravações de <i>Liga da Justiça</i> (2017) também tiveram efeitos. O planejamento do filme solo do Ciborgue parou e talvez ele tenha sido cortado do filme do Flash.</p>
<p>Seja quais caminhos a Warner deseje seguir, duas coisas são esperadas: que haja um planejamento a longo prazo e que o resultado das produções mantenha a qualidade de filmes como <i>Wonder Woman</i>, <i>Aquaman</i>, <i>Shazam!</i> e o <b><i>Snyder Cut</i></b>. É impossível negar a qualidade do que foi visto com a versão de Zack e isso precisa ser respeitado. O trabalho do diretor, produtor e roteirista não é livre de julgamentos e, muito menos, de erros. Há escolhas que poderiam ter sido diferentes, mas o conjunto da obra é satisfatório, não há como negar.</p>
<p>Sem exageros e firulas, Snyder conseguiu demonstrar o seu cinema. E, apesar de ter feito dois filmes no DCEU anteriormente, é em <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> que se vê as marcas do diretor com clareza &#8211; tanto os acertos quanto os erros. Agora os <i>crossovers</i> da DC têm uma cara e ela é madura e sombria. É uma linguagem e arte que descrevem a essência das histórias em quadrinhos da DC Comics. Com o <b><i>Snyder Cut</i></b>, o público e, principalmente, os fãs puderam vislumbrar tudo o que pode acontecer quando um projeto dá liberdade criativa e artística para a equipe. E quem sabe, ao menos o resultado deste filme não impulsione um novo recomeço para a DC nos olhos do público e da própria indústria.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Zack Snyder<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Ray Fisher, Amy Adams, Amber Heard, Jeremy Irons, Ciarán Hinds, Diane Lane, Joe Morton, J. K. Simmons, Jared Leto, Joe Manganiello, Robin Wright, Ray Porter, Connie Nielsen, Willem Dafoe, Jesse Eisenberg</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/sdvBf9XiJnA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Especial: TOP 5 – Personagens de Liga da Justiça</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-top-5-personagens-de-liga-da-justica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 21:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liga da Justiça já está em cartaz nos cinemas mundiais. Com alguns dos super-heróis mais queridos das HQs da DC Comics, o filme chega às telas com uma história mais envolvente e dinâmica que as anteriores, por apresentar cenas de ação com ritmo, mesclado a um tom cômico que equilibra as sequências. Apesar de demonstrar um nível maior do que as produções da DC dos últimos cinco anos, Liga apresenta algumas confusões narrativas. Para saber mais, confira a crítica aqui. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Liga da Justiça</em> já está em cartaz nos cinemas mundiais. Com alguns dos super-heróis mais queridos das HQs da DC Comics, o filme chega às telas com uma história mais envolvente e dinâmica que as anteriores, por apresentar cenas de ação com ritmo, mesclado a um tom cômico que equilibra as sequências. Apesar de demonstrar um nível maior do que as produções da DC dos últimos cinco anos, <em>Liga</em> apresenta algumas confusões narrativas. Para saber mais, confira a <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>crítica aqui</strong></em></a>.</p>
<p>Entre qualidades e defeitos, algo que se destaca dentro da trama são algumas personagens emblemáticas. Pensando nisso, o Coisa de Cinéfilo traz para vocês, uma lista com os maiores destaque do longa.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8460" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/5916120.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 5 – Martha Kent</strong></p>
<p>Cheia de carisma e personalidade, Martha conecta o espectador com o lado mais sensível e humano de Clark Kent. Durante suas breves aparições em <em>Liga da Justiça</em>, ela salta aos olhos do público por trazer não apenas a maternidade carinhosa da personagem, já vista desde os HQs, como uma força e atenção aos acontecimentos da trama. Diane Lane não interpreta uma mãe alheia aos fatos das aventuras, seja fisicamente, como em <em>Batman VS Superman</em>, ou emocionalmente, como em <em>Liga</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8459" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/5329947.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 4 – Barry Allen</strong></p>
<p>Ezra Miller chega aos cinemas com uma nova caracterização de Barry Allen, o Flash. Miller consegue capturar a essência um tanto atrapalhada e juvenil do personagem. Outro ponto positivo é a transição dele para herói. O longa não explora profundamente a jornada de Barry, pois o foco fica mais no coletivo, porém o Flash tem um ciclo redondo na narrativa, mostrando um pouco de seu amadurecimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8458" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/5958308.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 3 – Lois Lane</strong></p>
<p>Interpretada por Amy Adams desde <em>O Homem de Aço</em> (2013), em<em> Liga da Justiça</em> o espectador encontra uma Lois diferente. Melancólica e de luto em quase toda a projeção, Adams traz uma Lane cheia de alma, ainda que ela pareça distante dentro da história. Quando acontece certo <em>plot twist</em> na narrativa, a atriz traz de volta o entusiasmo e energia positiva tão familiar à personagem. O mais bacana de sua Lois Lane é o equilíbrio entre o tom correto da personagem, sem parecer tão frágil quanto nas histórias em quadrinhos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8457" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/2042221.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 2 – Diana Prince</strong></p>
<p style="text-align: left;">Firme, leal e sagaz. A Diana de Gal Gadot está de volta em<em> Liga da Justiça</em> e conquista o espectador em todas as suas cenas. Fundamental para a batalha travada com o vilão do filme, Diana está atenta não apenas para os acontecimentos da luta em si, mas também em relação aos colegas heróis, às Amazonas e aos cidadãos comuns. É na sua forma de enxergar as pessoas e o mundo que está o ganho da personagem, juntamente com o carisma de Gadot que ilumina a tela em cada aparição!</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>SPOILER ALERT!!!!!!</strong></span></h3>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8456" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/justice_league__superman_by_goxiii-dabxjxs.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 1 – Clark Kent</strong></p>
<p>Obviamente, sem Clark Kent a batalha jamais seria vencida! Após um tempo – considerável – de seu falecimento, o herói é trazido de volta à vida e se junta à equipe para derrotar o vilão do longa. Ainda que Henry Cavill não seja um ator muito expressivo, seu Clark tem certo carisma. A questão chave para o Super-Homem ocupar o primeiro lugar é a sua importância na narrativa e o fato de ele ser praticamente invencível! Em seu retorno, ele consegue vencer qualquer um que esteja em seu caminho e ser peça essencial para salvar o dia!</p>
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		<title>Liga da Justiça é o destaque nas estreias desta semana (16/11). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 15:56:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Human Flow]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[Uma Razão Para Viver]]></category>
		<category><![CDATA[Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de metahumanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis &#8211; Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash &#8211; talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de metahumanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis &#8211; Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash &#8211; talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H0Z7ewOXCKw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8423" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/320321.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Stephen Frears<br />
<strong>Elenco:</strong> Judi Dench, Ali Fazal, Eddie Izzard</p>
<p>Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha conta a extraordinária história verídica da incrível e improvável amizade entre a Rainha Victoria (interpretada por Judi Dench) e um jovem secretário, Abdul Karim (interpretado por Ali Fazal), que passa a ser seu professor, conselheiro espiritual e amigo devoto. Em 1887, Abdul parte da Índia para entregar uma medalha cerimonial como parte do Jubileu de puro da Rainha, mas, surpreendentemente, conquista a amizade da velha Rainha. O relacionamento inédito e improvável causa uma briga entre a Rainha e o resto da realeza. Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha usa de humor para explorar questões de raça, religião, poder e a farsa do Império pelo ponto de vista de uma amizade extremamente incomum e profundamente tocante. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-victoria-e-abdul-o-confidente-da-rainha/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/S4a7zu8htjc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8424" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/1226809.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Uma Razão Para Viver</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Andy Serkis<br />
<strong>Elenco:</strong> Andrew Garfield, Claire Foy, Diana Rigg</p>
<p>A história real de Robin, um homem brilhante e aventureiro, que ficou paralisado por conta da poliomelite. Mas, ele e sua esposa, Diana, contra todos os conselhos, e se recusam a ser aprisionados pelo sofrimento. Diana leva Robin para casa e os dois decidem viver uma história de amor, com cada respiração como se fosse a última. Como o seu comportamento em relaçao à doença foi importante no impacto sobre a mobilidade e acessibilidade para os deficientes. Confira a nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-razao-para-viver/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JxHAQBUNvrs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8409" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/5514691.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Human Flow: Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Ai Weiwei</p>
<p>Mais de 65 milhões de pessoas em todo o mundo foram forçadas a sair de suas casas para escapar da fome, das mudanças climáticas e da guerra no maior deslocamento humano desde a Segunda Guerra Mundial. Human Flow, uma jornada épica conduzida pelo artista de renome internacional Ai Weiwei, dá uma expressão visual poderosa a esta migração humana maciça. O documentário elucida tanto a escala surpreendente da crise dos refugiados como o impacto humano profundamente pessoal. Confira a nossa crítica<a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-human-flow-nao-existe-lar-se-nao-ha-para-onde-ir/"><em><strong> clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_jO9DqVztLQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/liga-da-justica-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-1611-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/">Liga da Justiça é o destaque nas estreias desta semana (16/11). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Liga da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 13:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liga da Justiça é o quinto filme do Universo Estendido DC e traz a busca de Bruce Wayne por justiça e restituição da paz na humanidade. Ele se une à Diana Prince para recrutar um time de heróis que poderá ajudar na luta contra uma nova ameaça que surge aos poucos. Novos personagens são apresentados, com foco em um objetivo comum. Quem é fã de super-heróis no melhor estilo de &#8220;super-heróis&#8221; vai ficar muito satisfeito com o resultado do longa. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Liga da Justiça</em> é o quinto filme do Universo Estendido DC e traz a busca de Bruce Wayne por justiça e restituição da paz na humanidade. Ele se une à Diana Prince para recrutar um time de heróis que poderá ajudar na luta contra uma nova ameaça que surge aos poucos. Novos personagens são apresentados, com foco em um objetivo comum.</p>
<p>Quem é fã de super-heróis no melhor estilo de &#8220;super-heróis&#8221; vai ficar muito satisfeito com o resultado do longa. São boas cenas de ação, onde os heróis mostram suas habilidades e ainda intercalam com momentos de diversão. A excelente química do elenco é o ponto mais alto do filme e com certeza fez toda a diferença.</p>
<p>O roteiro tem certa linearidade na história, que vai sendo contada e construída aos poucos. Talvez o problema resida, no entanto, no fato de que fica um pouco confuso. Muitas narrativas paralelas, muitos personagens. Não chega a prejudicar o andamento do enredo, mas definitivamente poderia ter sido apresentado de uma forma melhor.</p>
<p><em>Liga da Justiça</em> é um filme leve e divertido, mostrando que a interação super acertada do elenco é seu ponto forte. Gal Gadot retorna no papel de Mulher-Maravilha, mostrando que ela é, com absoluta certeza, a melhor heroína adaptada ao cinema. Ela é natural e incorpora com facilidade a personagem. O próprio Ben Affleck, que foi tão escorraçado pelos fãs quando o escolheram para interpretar Batman na primeira vez, já veste melhor o papel e está visivelmente mais à vontade.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8418" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/1956283.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O acréscimo de novos protagonistas, como Aquaman, vivido por Jason Momoa, Flash, interpretado por Ezra Miller e Ray Fisher na pele de Cyborg, também trouxe um elemento além para <em>Liga da Justiça</em>. Eles têm química entre si, dando uma sensação ainda maior de parceria ao novo grupo que está se formando.</p>
<p>Como aconteceu em outros filmes da DC, como é o caso de <em>Esquadrão Suicida</em>, o vilão é um dos pontos mais fracos do longa. Assim, não é como se ele fosse inexpressivo como foi o caso de Cara Delevingne na película citada, mas também não é tão marcante. Ele deixa claro o perigo real que a sociedade vive, mas não infringe exatamente desespero no espectador. Sendo assim, esse antagonismo deixou bem a desejar.</p>
<p>No entanto, como de forma geral o filme é bem equilibrado, a fraqueza do vilão pode ser relevada com prazer. <em>Liga da Justiça</em> tem muitos momentos de diversão, risadas, mas não chega a ser escrachado como <em>Thor: Ragnarok</em>. Esses momentos são intercalados com lutas e emoção, como é o caso da principal cena em que Lois Lane aparece. Por sinal, deixo aqui meu apreço à Amy Adams neste papel.</p>
<p>Dos filmes da DC, <em>Mulher-Maravilha</em> continua sendo o melhor de todos e mais redondinho, sem discrepância e desequilíbrio. No entanto, <em>Liga da Justiça</em> nos apresenta novas possibilidades e de uma forma leve e fluida. Criou-se um universo harmonioso e parceiro, deixando o espectador com vontade de ver novos capítulos. Vale a pena conferir!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H0Z7ewOXCKw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2016 00:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Batman vs. Superman - A Origem da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não foi uma jornada fácil para a Warner concretizar o sonho de muitos fãs de ver nos cinemas um filme sobre a Liga da Justiça ou, pelo menos, o aguardado encontro entre Batman e Superman, dois dos mais icônicos personagens das HQs. É verdade que essas dificuldades, em parte, podem ser creditadas a problemas de gestão do projeto pela própria empresa, que está longe de ter a mesma organização e logística da sua rival alçada ao status de estúdio, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não foi uma jornada fácil para a Warner concretizar o sonho de muitos fãs de ver nos cinemas um filme sobre a Liga da Justiça ou, pelo menos, o aguardado encontro entre Batman e Superman, dois dos mais icônicos personagens das HQs. É verdade que essas dificuldades, em parte, podem ser creditadas a problemas de gestão do projeto pela própria empresa, que está longe de ter a mesma organização e logística da sua rival alçada ao <i>status </i>de estúdio, a Marvel, na construção do seu universo em <i>Os Vingadores</i>.  Em outro ponto, sejamos sinceros, em razão da própria concorrência, desde a sua formação a partir de <i>O Homem de Aço </i>de 2013, essa empreitada da Warner/DC Comics sofre com a própria descrença do seu público com a construção desse universo de Liga da Justiça. Parte por uma idolatria exagerada em torno dos filmes da Marvel vinculados a <i>Os Vingadores </i>(me refiro assim porque fora os longas do Capitão América, de <i>Homem de Ferro </i>a <i>Os Vingadores</i> os filmes não são tudo isso que anunciam, deixo claro que é uma perspectiva particular da coisa). O outro elemento fundador dessa descrença está na &#8220;birra&#8221; (por vezes justificada) que parte do público tem no diretor escolhido para ser a mente por trás desse universo, o cineasta Zack Snyder de <i>300 </i>e <i>Watchmen</i>, vendido pelo estúdio como um visionário, mas visto por muitos como uma verdadeira fraude pela direção trôpega que costuma dar a seus trabalhos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No final das contas, todo esse &#8220;agouro&#8221; não deve afetar financeiramente <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>filme que ao mesmo tempo que serve como continuação de <i>O Homem de Aço</i> de 2013, começa a construir o terreno para a formação de toda uma série de filmes de super-heróis que promete girar na órbita do aguardado longa sobre a Liga da Justiça. Contudo, entre os críticos especializados e para um grupo de fãs dos quadrinhos, Zack Snyder e companhia, enfrentará ainda mais resistência já que o longa não anda sendo muito bem recebido por esse grupo. Às vésperas da sua estreia mundial, <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>não anda recebendo críticas tão favoráveis e ainda que seja dito que isso não vai afetar o futuro da Warner/DC Comics nos cinemas, já que parte dos projetos estão encaminhados (como <i>Mulher &#8211; Maravilha </i>e <i>Liga da Justiça</i>, previstos para estrearem ano que vem), de alguma maneira isso afeta os envolvidos. Até quando o apelo desse universo com o público será suficiente diante da má impressão causada pelos filmes da Warner/DC Comics que só anda piorando?</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<figure id="attachment_5730" aria-describedby="caption-attachment-5730" style="width: 658px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5730" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7-750x422.jpg" alt="batmanvsuperman7" width="658" height="370" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7.jpg 980w" sizes="(max-width: 658px) 100vw, 658px" /><figcaption id="caption-attachment-5730" class="wp-caption-text">Novo Bruce: Ben Affleck consegue se sair bem na sua versão do Batman, apesar de não ser o centro dramático do filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
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<p><i>Batman vs. Superman </i>é o típico caso no qual o filme será abraçado pelo grande público, mas até quando o mesmo será condescendente com os deslizes do grupo? Ainda que defenda <i>O Homem de Aço </i>(não o considero tenebroso como alguns colegas, acho que é um filme eficiente que consegue lidar bem com os elementos da mitologia do Superman), o longa de Snyder sobre o filho de Krypton tinha seus tropeços, implacavelmente atacados por alguns. Declarado como o grande &#8220;engenheiro&#8221; por trás do universo DC Comics no cinema e diretor de <i>Liga da Justiça</i>, Snyder agora enfrenta um  &#8220;abacaxi&#8221; muito mais espinhoso já que o retorno das críticas a <i>Batman vs. Superman </i>tem sido bem mais ruidoso do que o caso <i>O Homem de Aço</i>.</p>
<p>Antes de mais nada, preciso deixar claro que <i>Batman vs. Superman</i> não é &#8220;a&#8221; obra-prima do seu nicho cinematográfico, porém mantém-se firme como um entretenimento bem orquestrado durante boa parte da projeção. É um filme que tem suas falta graves, mas consegue impor-se como uma experiência divertida durante parte da sua projeção, basta que o espectador consiga conviver com os seus equívocos e tropeços. Particularmente, uma das falhas mais severas do longa está fora da própria obra, me refiro a sua agressiva campanha de marketing que não fez questão alguma de &#8220;esconder&#8221; a maioria dos detalhes do longa, o que abordarei mais adiante, algo que pode parecer um detalhe, mas impõe-se como um grande problema considerando que os melhores momentos e diálogos da obra chegaram ao público com seu impacto sensivelmente reduzido. No mais, Snyder não economiza em seus excessos, há soluções simplistas, um amontoado de momentos que existem apenas para satisfazer os fãs e não estão em momento algum à serviço da sua história. Em contrapartida, percebe-se um esboço de ideias interessantes, há a introdução de personagens promissores e o filme funciona melhor como continuação de <i>O Homem de Aço </i>do que como prefácio de <i>Liga da Justiça </i>ou introdução do novo Batman, diga-se de passagem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
</div>
<figure id="attachment_5731" aria-describedby="caption-attachment-5731" style="width: 672px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5731" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman3.jpg" alt="batmanvsuperman3" width="672" height="353" /><figcaption id="caption-attachment-5731" class="wp-caption-text">Mais Planeta Diário: Lois Lane e Perry White, personagens de Amy Adams e Laurence Fishburne, têm mais momentos nesse filme.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>tem início com a perspectiva de Bruce Wayne sobre os eventos que levaram Metrópolis a uma destruição em massa ao final de <i>O Homem de Aço</i>, a batalha entre Superman e o vilão Zod. No longa, Superman começa a ser alvo de intensas discussões públicas a respeito da natureza dos seus atos na Terra: o Homem de Aço é de fato um herói, um Deus como muitos fazem questão de afirmar, ou não passa de uma grande ameaça para a humanidade já que suas ações sempre resultam em mortes e quebras de normas sociais? Nesse ambiente, não apenas Wayne começa a alimentar uma vontade de pôr fim às interferências do Superman como também uma grande ameaça a todos os cidadãos de Metrópolis começa a dar as suas primeiras cartadas contra o Homem de Aço, o inescrupuloso empresário Lex Luthor.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Diferente de <i>O Homem de Aço</i>, em <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</i>, o diretor Zack Snyder não economiza em suas excessivas e por vezes aborrecidas e aleatórias marcas estilísticas. Assim, há inúmeros planos que evidenciam os apelos do diretor em transformar qualquer sequência em um grande momento de fotografia cinemagráfica, Snyder também usa a exaustão o <i>slow motion</i>, algo que foi muito mais contido no filme anterior com o Superman dirigido pelo realizador, mas que aqui é usado como &#8220;desculpa&#8221; mais uma vez pelo diretor, que insiste na ideia de emular a linguagem dos quadrinhos nas telonas. Se por um lado não deixa de ser louvável a coragem do diretor, por outro soa como uma insistência tola, já que, diferente de filmes como <i>300 </i>e <i>Watchmen</i>, que funcionavam muito bem sob essa logística<i>, </i>todos esses recursos não prestam serviço algum à trama de <i>Batman vs. Superman</i>. O diretor ainda insiste na produção de sequências que nos remetem a sonhos, delírios ou pesadelos dos seus protagonistas como mecanismos de desenlaces para os nós da sua história, o que não funciona e só serve para tornar a experiência de assistir ao filme um pouco massante. Portanto, se em <i>O Homem de Aço, </i>Snyder mostrou-se controlado em seu &#8220;gênio-criativo&#8221;, o que foi um ganho tremendo para o longa de 2013, aqui ele usa e abusa das ferramentas narrativas e estéticas pelas quais ficou conhecido. Assim,  caso tenham implicâncias por esses arroubos visuais do realizador, estejam preparados, <i>Batman vs. Superman </i>os<i> </i>apresenta em grande volume.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
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<figure id="attachment_5732" aria-describedby="caption-attachment-5732" style="width: 621px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5732 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Batman_vs_Superman_1_embed.jpg" alt="Batman_vs_Superman_1_embed" width="621" height="334" /><figcaption id="caption-attachment-5732" class="wp-caption-text">Mulher-Maravilha: Estreia da personagem de Gal Gadot deixa o público com um gostinho de &#8220;quero mais&#8221;.</figcaption></figure>
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<p>Zack Snyder à parte, o roteiro de Chris Terrio e Davis S. Goyer também não faz um grande serviço ao longa. Existe um esboço de ideias interessantes mal executadas não apenas pelo diretor, mas também pelos roteiristas. Há inúmeras concepções interessantes que são mal aproveitadas no filme. A ideia de ter um Batman mais experiente de um lado e um Superman inexperiente do outro tentando lidar com todas as demandas requeridas a um super-herói é muito interessante, mas nunca esgarçada pelos roteiristas, muito menos pelo diretor, que está mais preocupado com seus &#8220;arroubos&#8221; visuais. Operando em duas frentes, de um lado como continuação de <i>O Homem de Aço</i>, explorando com mais veemência relações que foram apenas introduzidas naquele longa, como é o caso da dinâmica entre Clark Kent e Lois Lane, mas também como um prefácio de <i>Liga da Justiça</i>, a <span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">verdade é que, na prática, o longa presta muito mais serviço a sua primeira função do que à segunda. Assim, </span><em data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px; text-align: start;">Batman vs. Superman </em><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">soa como um filme melhor quando pensado como uma continuação de </span><em data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px; text-align: start;">O Homem de Aço </em><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">do que como uma preparação para <i>Liga da Justiça</i></span></span><span style="color: #333333; font-family: times, 'times new roman', serif;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; font-family: &quot;times&quot; , &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 16px; line-height: 24px;">. O filme é mais eficiente ao lidar com as questões que envolvem o Superman (algumas bem interessantes, por sinal), do que quando prepara terreno para <i>Liga da Justiça</i>. </span> Quando o centro dramático de <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>volta-se para a história do Superman, o filme sempre parece fazer mais sentido.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> É verdade que, no conflito de percepções sobre modelos de heroísmo entre Batman e Superman, o longa tem em mãos uma munição que poderia render discussões muito mais profundas do que ele de fato promove. Em seu filme, Snyder opta por reflexões que são pertinentes e eficientes mas que ficam na superfície e abraça sem maiores problemas o puro e simples entretenimento, &#8220;jogando&#8221; sempre para o público, sobretudo os fãs mais ardorosos, com momentos e cenas que todos esperavam ver: o duelo dos protagonistas, a aparição da Mulher-Maravilha, a formação da Liga da Justiça (algo que a própria Marvel fez no primeiro <i>Os Vingadores</i> que, sejamos sinceros, não passa de um amontoado de sequências de lutas feitas para o único e exclusivo deleite dos fãs dos quadrinhos que aguardavam há anos o encontro entre os personagens icônicos da editora). Sinceramente, também não há problema algum nessa decisão de Snyder e da equipe de <i>Batman vs. Superman</i>. O filme tem a pretensão de privilegiar um nicho do público e segue coerente em todo o propósito traçado pelo realizador e pelo estúdio para os personagens da DC Comics, que possuem uma linha de ação e uma abordagem completamente diferente do tom da Marvel, diga-se de passagem.</p>
<p>Além de tudo isso, sejamos sinceros, no final das contas, entre os valores que filmes de super-heróis acabam adquirindo ao humanizar personagens que são mitos (a franquia <i>Homem-Aranha </i>de Sam Raimi), ao explorar o lado obscuro e violento deles (a versão de Christopher Nolan para o Batman desde <i>Batman Begins</i>), ao abordar discussões de importante cunho social (os filmes da série <i>X-Men</i>) ou fazer um exercício irônico de metalinguagem (<i>Deadpool</i>), o que importa mesmo é que estamos vendo um filme de super-heróis e o que a gente mais quer ver nesse caso específico é esse duelo de titãs, a primeira aparição da Mulher-Maravilha e por ai vai. Nesse sentido, e desde que você tenha consciência e consiga conviver com os problemas do longa, o primeiro encontro entre Batman e Superman cumpre os seus objetivos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>P.S.: Algo que me aborreceu bastante durante a sessão de <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</i>, como já antecipei, foi a massiva campanha de marketing feita em torno do filme com um ano e meio de antecedência. Entre diversas versões de trailers disponibilizadas pela Warner, imagens, pôsters, gifs e informações da internet, praticamente todo o filme foi revelado ao público antes mesmo dele ser lançado. Em diversos momentos, pensei se minha reação a determinadas cenas ou diálogos não seriam mais entusiasmadas caso não tivesse acesso a essas informações (e olha que evitei ao máximo, mas nos dias de hoje é praticamente impossível não se deparar com a oferta desses conteúdos). Diversas cenas marcantes e diálogos importantes do filme já haviam sido revelados antes mesmo dele chegar aos cinemas e isso foi uma grande mancada da Warner no que diz respeito a <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça. </i>Provavelmente, a maior delas.</p>
</div>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
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