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	<title>Arquivos Jeff Goldblum - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jeff Goldblum - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Wicked</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 00:56:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sucesso na Broadway desde 2003 quando teve a sua primeira montagem, o musical Wicked conta a história dos anos que antecederam os eventos do clássico O Mágico de Oz de 1939, quando a Bruxa Má do Oeste e a Bruxa Boa do Sul, Elphaba e Glinda, respectivamente, eram grandes amigas de juventude. O musical é uma das maiores bilheterias da Broadway até hoje e já ganhou versões nos palcos mundo afora, inclusive no Brasil. Em Wicked, Elphaba é rejeitada pela cor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sucesso na Broadway desde 2003 quando teve a sua primeira montagem, o musical <strong><em>Wicked</em> </strong>conta a história dos anos que antecederam os eventos do clássico O Mágico de Oz de 1939, quando a Bruxa Má do Oeste e a Bruxa Boa do Sul, Elphaba e Glinda, respectivamente, eram grandes amigas de juventude. O musical é uma das maiores bilheterias da Broadway até hoje e já ganhou versões nos palcos mundo afora, inclusive no Brasil.</p>
<p>Em <strong><em>Wicked</em></strong>, Elphaba é rejeitada pela cor verde da sua pele e Glinda é uma jovem popular um tanto quanto narcisista. A princípio, a personalidade distinta das duas personagens cria uma certa animosidade entre elas, mas logo elas criam um laço muito forte na universidade quando viram colegas de quarto. Nessa primeira parte do musical, a segunda parte só será lançada nos cinemas no ano que vem, a gente acompanha o desabrochar de Elphaba. A bruxa verde tem o arco que é o grande destaque do filme. <strong><em>Wicked</em></strong>: Parte 1 é uma história sobre a sua ascensão e amadurecimento.</p>
<p>A adaptação cinematográfica de <strong><em>Wicked</em> </strong>esteve em desenvolvimento desde 2012 em Hollywood. Inicialmente, Stephen Daldry assumiria a direção Depois da pandemia, Jon M Chu, diretor de Podres de Ricos e do musical Em um Bairro de Nova York, passa a ser o grande chefe do projeto que enfim vemos nas telas.</p>
<p>A primeira parte de <strong><em>Wicked</em> </strong>é um deleite. Centrado em duas personagens femininas muito bem construídas, com jornadas envolventes, o longa é uma experiência narrativa e visual muito satisfatória. Jon M. Chu tem em mãos um material riquíssimo a ser explorado, ampliando o universo de Oz sem soar como um produto derivativo barato de um clássico do cinema. <strong><em>Wicked</em> </strong>tem relevância própria.</p>
<p>Os números musicais são muito bem executados, com coreografias desafiadoras para o elenco e canções que fazem a história caminhar, além de explorar a psicologia das suas personagens. <strong><em>Wicked</em> </strong>também tem ótimos cenários. Eficientes na composição de um universo com uma arquitetura muito singular, cada ambiente é muito bonito e muito crível, com pouquíssimo uso de CGI, contribuindo na imersão do espectador em toda a sua mitologia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18941" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-1-3.png" alt="Wicked" width="751" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-1-3.png 751w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-1-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/image-1-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></p>
<p>Para quem está preocupado com o gênero. Sim, <strong><em>Wicked</em> </strong>é muito musical, mas acredito que dá para ter uma apreciação do filme superando qualquer desdém que parte do público costuma ter com o gênero porque nesse caso o longa flerta bastante com a fantasia.</p>
<p>O elenco do longa é um dos maiores acertos do projeto. Cynthia Erivo é espetacular como Elphaba, dando a densidade necessária para uma heroína que tem um background bastante triste e que atravessa muitas mudanças ao longo da história. O grande acerto da atriz, no entanto, é  dar credibilidade a esta jornada e evitar que o drama da personagem confira um tom melancólico a um material que é essencialmente solar. Erivo é a protagonista absoluta dessa primeira parte. Todo o plot gira em torno da jornada dessa personagem e a atriz tem muitas oportunidades para explorar a dramaticidade da história de Elphaba, alguém que é rejeitada em Oz pelas suas características físicas e que acabou encontrando suas próprias estratégias para lidar com isso, a principal delas é controlar os seus poderes, reprimindo sua própria expressão. Há momentos comoventes no desempenho de Erivo como a apresentação da sua personagem em um baile enquanto é caçoada pelos colegas.</p>
<p>Do outro lado, Ariana Grande tem uma interpretação solar como Glinda. Particularmente, explorando de forma impecável seu timing cômico e trafegando por uma vilania sem colocar o público contra sua personagem, ainda que Glinda seja capaz de atos bem questionáveis em virtude do seu narcisismo.  Ariana enche esta interpretação de detalhes, como o trejeito da Glinda com seus cabelo e executa de forma excepcional coreografias muito complexas. Além das duas, o filme conta com a presença de Jonathan Bailey, capaz de seduzir uma pedra se ele quiser como um príncipe e também impecável no número musical que protagoniza, tão complexo coreograficamente quanto o de Grande. Michelle Yeoh e Jeff Goldblum tem seus momentos como a diretora da universidade e o mágico de Oz, respectivamente, mas não tem material o suficiente para entregar, ao menos nessa primeira parte do musical, ainda que ambos tenham bons momentos aqui e ali.</p>
<p><strong><em>Wicked</em></strong>: Parte 1 é um deleite: enche os olhos, entretém, emociona e conta com duas forças dramáticas nas performances de Cynthia Erivo e Ariana Grande. Jon M. Chu dá vida a um universo fascinante cumprindo com êxito a difícil missão de levar para as telas algo que já vinha coberto de expectativas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jon M. Chu</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Cynthia Erivo, Ariana Grande, Jonathan Bailey, Ethan Slater, Bowen Yang, Marissa Bode, Michelle Yeoh, Jeff Goldblum</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/T4h72s490HU?si=A55FpRj7gf_NfFN4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Asteroid City</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 21:06:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Asteroid City é o mais novo longa do cineasta Wes Anderson (Ilha dos Cachorros), que cada dia conquista mais fãs com seu estilo bem característico de roteiro e direção. Neste longa, que se passa nos anos 1950, acompanhamos a cidade fictícia de Asteroid City, que recebe pais e alunos para uma convenção, que acaba dando muito errado, levando todos à uma quarentena forçada. Mesclando cenas bem coloridas em tons pastéis agradáveis com o preto e branco da narração, o longo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Asteroid City</em> </strong>é o mais novo longa do cineasta Wes Anderson (<em>Ilha dos Cachorros</em>), que cada dia conquista mais fãs com seu estilo bem característico de roteiro e direção. Neste longa, que se passa nos anos 1950, acompanhamos a cidade fictícia de Asteroid City, que recebe pais e alunos para uma convenção, que acaba dando muito errado, levando todos à uma quarentena forçada.</p>
<p>Mesclando cenas bem coloridas em tons pastéis agradáveis com o preto e branco da narração, o longo se desenrola como uma peça teatral que é explicada pelo personagem de Bryan Cranston (<em>Breaking Bad</em>). É um modo de construção de enredo bem específico, que pode deixar alguns espectadores incomodados. É cult demais e de nicho (não que ele não possa agradar o grande público). Dito isso, é preciso apreciar o estilo de Wes para seguir na lógico distópica que mistura os dois mundos &#8211; fictício e &#8220;real&#8221;.</p>
<p>Augie (Jason Schwartzman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></a>) é um homem que vive o luto da perda recente da esposa. Ele não havia contado o evento para os quatro filhos e resolve fazer isso quando está à caminho da casa do avô das crianças e seu carro quebra. Justamente em Asteroid City. Logo na sequência, vários grupos vão chegando por conta da convenção, que é um grande mistério para todos.</p>
<p>O longa é agradável e confortável de assistir. Requer atenção do espectador, mas não exige uma dedicação intensa por parte dele. Flui com muita tranquilidade, nos mantendo atentos e interessados a todo momento. E isso se deve tanto ao estilo de gravação e fotografia, quanto à história em si, que é bem interessante.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16986" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319.jpg" alt="Asteroid City" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Logo somos apresentados ao personagem de Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-viuva-negra/"><em>Viúva Negra</em></a>), uma jovem artista que vive pelo holofote e tem um lado dramático bem acentuado. Com trejeitos de Marylin Monroe, ela começa a flertar com o protagonista, o deixando curioso e incomodado ao mesmo tempo. A atriz conta ainda com a companhia de sua filha, que claramente é fruto de uma gravidez na adolescência e se envolve com o filho mais velho de Augie.</p>
<p>A capacidade que Anderson tem de reunir grandes nomes de Hollywood e ainda gerir todos de maneira equilibrada é impressionante. Temos artistas de peso como Tom Hanks (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/"><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></a>), Tilda Swinton (<em>Joias Brutas</em>), Steve Carrell (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-querido-menino/"><em>Querido Menino</em></a>), que fazem suas participações (pequenas ou grandes) sem que ninguém tente roubar o holofote. Afinal, o foco ali é a história mais que curiosa daquela cidade. Temos até uma breve aparição do cantor brasileiro Seu Jorge, que surge para dar a &#8220;carteirada&#8221; da sua voz espetacular e marcante.</p>
<p>É curioso como o diretor e roteirista consegue trabalhar temáticas complicadas dentro de uma escala de &#8220;fofura&#8221;. O luto pela perda da esposa e mãe é pautado em vários momentos e representa apenas um dos diversos dilemas existenciais que são apresentados ao espectador. É uma melancolia constante, especialmente quando percebemos que temos um sorriso no rosto e um lamentar constante. E isso se vale pois ele intercala com coisas mais leves, como o amor na adolescência, a pureza infantil e as trapalhadas do governo.</p>
<p><em><strong>Asteroid City</strong></em> é mais um acerto de Wes Anderson, ainda que não seja sua obra suprema. Tem algumas questões em termos de ritmo, especialmente por conta deste vai e vem que representa a narrativa contada de uma peça teatral. Ainda que eu particularmente goste do modelo, é algo que pode trazer inquietação aos espectadores, mesmo os mais fãs. Ainda assim, é uma grata experiência cinematográfica, que merece a sua atenção.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Wes Anderson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jason Schwartzman, Scarlett Johansson, Tom Hanks, Jeffrey Wright, Tilda Swinton, Bryan Cranston, Edward Norton, Adrien Brody, Liev Schreiber, Hope Davis, Rupert Friend, Stephen Park, Matt Dillon, Willem Dafoe, Margot Robbie, Steve Carell, Jeff Goldblum, Seu Jorge</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wDuQokhnLM4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jurassic World &#8211; Domínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 18:22:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jurassic World &#8211; Domínio chega aos cinemas para deixar os fãs de dinossauros em polvorosa. Isso porque este longa consegue unir as duas franquias, Jurassic World e a saudosa Jurassic Park. Por si só, isso já seria motivo o suficiente para ficarmos bastante empolgados com a trama. Indo além, o longa nos oferece um toque de nostalgia na medida, nos fazendo envolver novamente com a história. O mundo agora convive diariamente com os dinossauros, depois que a Ilha Nublar foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong> </em>chega aos cinemas para deixar os fãs de dinossauros em polvorosa. Isso porque este longa consegue unir as duas franquias, <em>Jurassic World</em> e a saudosa <em>Jurassic Park</em>. Por si só, isso já seria motivo o suficiente para ficarmos bastante empolgados com a trama. Indo além, o longa nos oferece um toque de nostalgia na medida, nos fazendo envolver novamente com a história.</p>
<p>O mundo agora convive diariamente com os dinossauros, depois que a Ilha Nublar foi destruída. É algo como andar na rua e se deparar com algum desses bichos. Ainda assim, os cientistas estudam os impactos que isso pode ter na ordem da Terra, nas cadeias alimentares e tudo mais. Enquanto isso, Claire (Bryce Dallas Howard, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rocketman/"><em>Rocketman</em></a>) e Owen (Chris Pratt, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/"><em>Vingadores: Ultimato</em></a>) lidam com a presença de Maisie (Isabella Sermon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jurassic-world-reino-ameacado/"><em>Jurassic World: Reino Ameaçado</em></a>), a garota que foi clonada pela filha do dono do Jurassic Park e agora é perseguida por uma grande corporação.</p>
<p>Ellie Sattler (Laura Dern, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>) ressurge incrível e maravilhosa para investigar o aparecimento de insetos gigantes que estão devastando plantações inteiras e aterrorizando as pessoas. Ela pede a ajuda, então, de seu grande amigo das antigas Alan Grant (Sam Neil, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-thor-ragnarok/"><em>Thor: Ragnarok</em></a>) já que tem uma suspeita de que uma grande corporação está fazendo uma mutação genética.</p>
<p><em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong></em> é um grande serviço aos fãs, pois toca em todos os pontos de memória afetiva que podemos ter. Eles relembram cenas e personagens a todo momento, mas de maneira sutil para não perder a personalidade do longa em questão. São animais que surgem, reencontros carinhos, personagens fisicamente parecidos com anteriores e por aí vai. Cena após cena, somos imersos mais uma vez neste universo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15559" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster.jpg" alt="Jurassic World - Domínio" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1651181019_Jurassic-World-Dominion-IMAX-Poster-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>E é justamente essa imersão que faz o filme funcionar muito bem. Eu particularmente sempre critiquei <em>Jurassic World</em> por não conseguir fazer o espectador se envolver tanto quanto Jurassic Park. E esse filme corrige muito bem este problema. Não sei se apenas pela retomada de personagens principais da trilogia anterior ou pelo próprio roteiro que adota estratégias inteligentes.</p>
<p>Tratando tudo com mais objetividade, o longa não tem um grande <em>plot twist</em> ou milhares de inimigos que vão surgindo tal qual ratos do bueiro. Ele segue uma linha mais dos anos 1990 (que muito me agrada), onde não se tinha tanta pressa em contar a história, pois se criavam menos arcos narrativos. Desta forma, conseguimos nos envolver mais e comprar a ideia que está sendo vendida ali.</p>
<p>A relação de Claire e Owen tem esse adicional de ter uma filha na personagem de Maisie e como o casal se une para defender aquilo que ama e acredita. Eles não são o grande foco deste filme (e com razão), mas ainda assim seguem como protagonistas. Temos ainda a adição simpática de Kayla (DeWanda Wise, <em>Paternidade</em>) que funciona com uma ótima coadjuvante na história.</p>
<p>O grande trunfo de <em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio</strong></em>, no entanto, é retomar a dinâmica de Ellie e Alan. E como é bom relembrar o quanto eles eram ótimos em cena. Uma parceria que deu certo lá atrás e só reforçou aqui. Os dois se reencontram depois de anos de falta de contato e a chama de uma possível relação amorosa ressurge, deixando o espectador ansioso com essa possibilidade. Mesmo sem ter muitas informações sobre a missão, Alan rapidamente topa a proposta de Ellie pois sabe que vai sair daquela fase de inércia e solidão em que se encontra.</p>
<p>Não acho que ser um serviço aos fãs seja um demérito, principalmente quando temos equilíbrio e um roteiro bem trabalho. E é justamente isso que acontece aqui em <em><strong>Jurassic World &#8211; Domínio. </strong></em>Ainda que tenham algumas falhas de ritmo no meio do caminho, o filme funciona muito bem e é um ótimo entretenimento, até mesmo para aqueles que não são fãs assíduos do parque dos dinossauros.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Colin Trevorrow</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Jeff Goldblum, Laura Dern, Sam Neil, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Isabella Sermon</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kATdt-lCnU8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Independence Day &#8211; O Ressurgimento</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-independence-day-o-ressurgimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2016 23:15:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Liam Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Roland Emmerich]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos combinar que Independence Day, de 1996, não era grande coisa. Produto do seu tempo, no qual a oferta de blockbusters não era a mesma de hoje e determinadas marcas narrativas dos filmes catástrofe eram digeridas com menos resistência pelo público, o longa de Roland Emmerich é um título que tem lá a sua parcela de diversão, mas é irremediavelmente datado. Vinte anos após o lançamento do primeiro filme, Independence Day &#8211; O Ressurgimento pretende ampliar os tentáculos da franquia, mas falha ao não atualizar a contento a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos combinar que <i>Independence Day</i>, de 1996, não era grande coisa. Produto do seu tempo, no qual a oferta de <i>blockbusters </i>não era a mesma de hoje e determinadas marcas narrativas dos filmes catástrofe eram digeridas com menos resistência pelo público, o longa de Roland Emmerich é um título que tem lá a sua parcela de diversão, mas é irremediavelmente datado. Vinte anos após o lançamento do primeiro filme, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento</i> pretende ampliar os tentáculos da franquia, mas falha ao não atualizar a contento a sua lógica interna de entretenimento. Assim, no lugar do tom reverencial e nostálgico que tão bem fizera a <i>Jurassic World</i>, só para citar um exemplo recente, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>apresenta-se ao seu público como uma cópia dos antiquados esquemas do filme de 1996, a maioria deles camuflados, é verdade. Retornando à direção da continuação,  Emmerich parece querer vender o seu <i>blockbuster </i>como uma repaginação do &#8220;antigo&#8221;, algo que, curiosamente, o título jamais faz.</p>
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<p>A premissa do filme não merece muito floreio, então vamos direto ao ponto. Basicamente, em <i>Independende Day &#8211; O Ressurgimento</i>, após vinte anos dos eventos do primeiro filme, a Terra volta a ser objeto de cobiça de alienígenas. O longa e toda a sua trama gira em torno desse novo ataque e dos esforços empreendidos pela humanidade (leia-se os EUA) no combate à ameaça extraterrestre. No novo longa, Emmerich pensa reescrever determinados elementos de filmes catástrofe que ele mesmo ajudou a popularizar em <i>Independence Day</i>, tais como o exagero na ação, a composição preconceituosa de certos personagens e o patriotismo exacerbado do discurso.</p>
<p>Em <i>Ressurgimento</i>, temos uma mulher ocupando a cadeira da presidência e outra na Força Aérea americana. Balela, os personagens masculinos continuam sendo dominantes e mais eficientes no <i>front</i> do que suas parceiras de cena. Sob  uma lógica semelhante, Emmerich retira do seu filme determinados símbolos nacionais e suaviza os discursos inflados, mas de nada adianta porque <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>concentra todas as suas ações importantes e heroicas no quadro de personagens masculinos, brancos e norte-americanos. <i>Ressurgimento </i>tenta se vender como a atualização de um tipo de filme pelo qual Emmerich acabou ficando conhecido, mas, na verdade, é movido por ideias e esquemas do passado. A continuação é, portanto, pior que o antecessor, que, ao menos, era mais honesto em seus propósitos. <i>Ressurgimento </i>tenta camuflar todos os seus discursos equivocados, o que é bastante grave.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6287" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/independenceday.jpg" alt="independenceday" width="610" height="348" /></p>
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<p>Como espetáculo visual, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>também não se justifica. Diferente do filme de 1996, que, por sinal, tecnicamente, continua eficiente, <i>Ressurgimento </i>não impressiona a plateia nesse departamento. O longa não é um desastre na execução dos seus efeitos de computação gráfica, mas não traz nada que já não tenhamos visto ser aplicado de maneira mais interessante por outros títulos do gênero, inclusive pelo próprio Emmerich em <i>O Dia depois de Amanhã </i>e <i>2012</i>. Nada que possamos dizer, por exemplo, que torne imprescindível o 3D ou que traga algo de significativamente novo nesse formato de experiência espectatorial. Até mesmo o ataque alienígena dessa continuação não tem o mesmo efeito da destruição de Nova York no filme de 1996, uma sequência que segue melhor do que àquela que vemos nessa continuação.</p>
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<p>O tratamento que <i>Ressurgimento </i>reserva aos seus personagens também não é dos melhores. Semelhante ao que fazia no primeiro filme, Emmerich enche esta continuação de sujeitos que não são capazes de gerar empatia (mesmo os protagonistas da trama). O que é pior, o realizador tenta sugerir uma emoção, importância ou profundidade psicológica nessas figuras que jamais é perceptível na tela. Isso ocorre não apenas com os novatos (o jovem núcleo da Força Aérea e um grupo de crianças), mas também com os veteranos, como é o caso do presidente vivido por Bill Pullman, que, estranhamente, torna-se um homem afetado pelos eventos do primeiro filme (quando no longa de 1996 o personagem aparece do início ao fim como um sujeito cheio de vida, energia e até bom humor), e a ex-stripper e agora enfermeira interpretada por Vivica A. Fox, esposa do personagem de Will Smith no primeiro longa e que aqui é vítima de um súbito sumiço, o que só comprova a falta de apreço do realizador pelas personagens femininas, mesmo àquelas pelas quais poderia ter mais afeto.</p>
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<p>Jamais conseguindo justificar a sua realização vinte anos depois do lançamento do primeiro filme, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>é um híbrido esquisito que surge no circuito comercial em uma fase na qual o cinema <i>blockbuster </i>amadureceu muito em seus diferentes formatos e propostas.  Não servindo nem mesmo como um filme que inspire sentimentos nostálgicos, como aconteceu, por exemplo, em <i>Jurassic World</i>, que ainda que se apoie em elementos do passado consegue acenar muito bem para o futuro, <i>Independence Day &#8211; O Ressurgimento </i>é um filme supérfluo. Esta continuação, que sequer é tão aguardada pelo público assim, perdeu uma oportunidade de se revitalizar e apresentar uma releitura das suas próprias marcas. Seja lá quais forem as razões que expliquem o seu resultado, o novo filme de Roland Emmerich optou pela repetição do que é ultrapassado e, o que é pior, uma reiteração escondida sob discursos pretensamente revisionistas. Desperdício total.</p>
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<p><strong>Assista ao trailer: </strong></p>
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<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LwgF3bmQ1rE" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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