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	<title>Arquivos Jason Bateman - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Jason Bateman - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Diretor e produtora de Zootopia 2 revelam detalhes sobre a animação, em entrevista exclusiva para o Coisa de Cinéfilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 18:46:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em cartaz nos cinemas de Salvador, Zootopia 2 traz a continuação das aventuras da coelha Judy Hopps e da raposa Nick Wilde. As dublagens em inglês possuem nomes como os de Ginnifer Goodwin, Jason Bateman e Ke Huy Quan. Já em português, intérpretes como Monica Iozzi, Rodrigo Lombardi e Danton Mello compõem o elenco.  Na continuação da animação, o público se depara com um novo mundo animal e a presença dos répteis. De acordo com o diretor Byron Howard, ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em cartaz nos cinemas de Salvador, Zootopia 2 traz a continuação das aventuras da coelha Judy Hopps e da raposa Nick Wilde. As dublagens em inglês possuem nomes como os de Ginnifer Goodwin, Jason Bateman e Ke Huy Quan. Já em português, intérpretes como Monica Iozzi, Rodrigo Lombardi e Danton Mello compõem o elenco. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na continuação da animação, o público se depara com um novo mundo animal e a presença dos répteis. De acordo com o diretor Byron Howard, ele e Jared Bush – diretor e roteirista da obra –, estudaram por mais de uma década sobre o comportamento de bichos. Para o cineasta, este mergulho teórico foi essencial para a construção das personagens e da narrativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Foi assim que Nick e Hopps começaram, como a raposa e o coelho, inimigos naturais, mas que formam a dupla perfeita, sabe, justamente por serem tão diferentes”, revela Byron. Para ele, a dinâmica da dupla funcionou tão apropriadamente na primeira história da saga, que havia uma certeza que Nick e Hopps continuariam a ser o foco da nova história.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro desta lógica, a produtora Yvett Merino ressalta o desafio de continuar uma produção tão famosa quanto Zootopia. Anteriormente, o longa-metragem faturou mais de 1 bilhão de dólares mundialmente e conquistou o Oscar de melhor animação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo com toda a sua experiência na área e participação em sequências como <em>Moana 2</em> e Frozen 2, com este cenário, Yvett relata que sua entrada na equipe a deixou preocupada. Ainda assim, ela afirma que se tornou focada em entregar um material com um nível semelhante ao do seu antecessor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Merino elucida ainda que o seu maior objetivo, e de todos que integraram o projeto, era o de conseguir misturar surpresas para a plateia com a qualidade do longa antecessor. A produtora ainda ressalta que, para alcançar esse objetivo, foi fundamental mirar no relacionamento de Nick e Hopps.</span></p>
<p><b>ENTREVISTA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Enoe Lopes Pontes</strong> – Como foi o processo de criação dessa decupagem, onde mantemos a essência dos personagens originais, mas também abrimos muitos novos horizontes com os novos personagens?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Byron Howard</strong> – Essa é uma ótima pergunta, na verdade. É engraçado, porque acho que Jared e eu começamos a explorar esse mundo há quase 15 anos, quando nos juntamos pela primeira vez. E muito do que este universo é e o que filme representa vem das pesquisas que fizemos. Fizemos quase dois anos de pesquisa sobre animais. Então, tivemos muitos especialistas em animais do mundo todo. E havia um especialista em animais, que realmente falava sobre eles como se fossem personagens, como, por exemplo, os gnus são os animais mais estúpidos do mundo. As raposas são solitárias, mas na verdade são ótimas companheiras de suas família. Os coelhos têm comportamentos muito específicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>ELP</strong> – Sim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>BH</strong> – E tudo começou daí. Acho que quando realmente mergulhamos de cabeça e pensamos: o que há de especial no animal real? Isso nos dá o ponto de partida para explorar diferentes espécies. Foi assim que Nick e Hopps começaram, como a raposa e o coelho, inimigos naturais, mas que formam a dupla perfeita, justamente por serem tão diferentes. E o fato de o filme ser todo sobre diferenças foi incrível, porque estamos entrando no mundo dos répteis pela primeira vez. Então, temos Gary, a cobra, como o primeiro réptil que encontramos no mundo de <em>Zootopia</em>. Completamente diferente de tudo que alguém já viu no mundo de <em>Zootopia</em>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>ELP</strong> – Entendi.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>BH</strong> –  E, novamente, tudo começou com um desenho conceitual incrível que Cory Loftis fez de uma linda víbora-arborícola tailandesa azul, com escamas impressionantes. E com a voz de Ke Huy Quan, na versão em inglês, que realmente transmite as emoções da personagem, a história foi se construindo. Acho que você começa com algo que seja realista, algo que faça sentido para o animal, e então deixa que ele meio que te diga qual será a história. E até mesmo com Gary, a cobra Gary, ele é tão doce e emotivo. Ele realmente se tornou um ponto central do filme, mas tudo acontece de forma muito orgânica. Essa é uma ótima pergunta. Obrigado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>ELP</strong> – Yvette, você tem tanta experiência em produzir sequências como <em>Moana</em> e <em>Frozen</em>, por exemplo, mas qual foi o desafio específico de produzir a sequência de um filme tão importante e grandioso como Zootopia?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Yvett Merino</strong> – Sim, eu acho que quando queremos continuar as histórias é sempre um desafio. Esses filmes em geral são enormes. <em>Zootopia</em>, em particular é o maior. Ele é o filme mais ambicioso que já fizemos aqui na Disney Animation, em termos de construção de universo e de personagens. E então, ao entrar nesse universo, eu não trabalhei no primeiro <em>Zootopia</em>, mas era um grande fã. Então, ao entrar neste universo, fiquei muito animado por ter a oportunidade de participar e simplesmente fazer parte dele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>ELP</strong> – Imagino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>YM</strong> –  Mas eu também não queria estragar tudo porque eu realmente amo o filme e sei que muitas pessoas também amaram. Então, quando continuamos a história, nosso objetivo final era focar em Judy e Nick. Todos nós amamos muitos personagens do primeiro filme, mas Judy e Nick são aqueles em que realmente nos concentramos. Então, conversamos muito no início sobre o que queríamos que o filme fosse e qual seria a história, mas quando escolhemos focar no relacionamento deles, as coisas começaram a se encaixar.Fazer uma sequência é &#8211; e eu sei que algumas pessoas podem achar mais fácil-, mas para mim, é mais difícil, porque é um universo já conhecido e amado no mundo todo e há muitas expectativas em torno dele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>ELP</strong> – Ah, sim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>YM</strong> – Então, nos esforçamos muito para tentar que o filme não se parecesse apenas uma continuação da história deles, mas queríamos surpreender as pessoas e trazer de volta os personagens que amamos, mas de uma forma que a plateia não diga simplesmente: &#8220;Ah, fizemos a mesma coisa que fizemos no primeiro filme&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>ELP</strong> – Gostaria de saber como foi o processo de construção dessa geografia da cena.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>BH</strong> – O Mercado Marsh é um ótimo exemplo aqui. Aquele ambiente levou mais de um ano para ser projetado. E é tão imersivo, mas eu adoro que tenha surgido da ideia de pessoas pensando no que os animais construiriam. Tipo, tem esteiras rolantes e tubos de transporte, porque os animais daquela área vivem dentro e fora da água. Então, a gente pensou: do que eles precisariam? Isso realmente enriquece o ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>ELP</strong> – Sim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>BH</strong> – E também, vendo onde a família de linces vive, em partes de Tundratown, os linces são muito ligados à neve. E isso é um ótimo comentário sobre suas personalidades e o papel que desempenham no filme. Então, sempre que criamos um ambiente novo, nossas equipes adoram. Eles sempre arrasavam e entregavam muito mais do que esperávamos. Então, mais uma vez, nossas equipes são incríveis. Todos são os storytellers, por conta própria, faziam muito mais do que pedimos para contar a história.</span></p>
<p><strong>Assista a entrevista completa:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Zootopia 2 - entrevista com Byron Howard e Yvett Merino" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/pc_TDqnAkrM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Air &#8211; A História Por Trás do Logo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 22:45:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Air &#8211; A História Por Trás do Logo conta a história da Nike, que na década de 1980 queria entrar para o mercado de calçados de basquete, mas enfrentava grande dificuldade no meio, que era dominado por Adidas e Converse. Com o surgimento da promessa do esporte Michael Jordan, na época apenas um garoto, o chefe Sonny Vaccaro (Matt Damon, O Último Duelo) viu a oportunidade que precisava para alavancar a marca. Naquela vibe de filme em que os personagens [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo</strong></em> conta a história da Nike, que na década de 1980 queria entrar para o mercado de calçados de basquete, mas enfrentava grande dificuldade no meio, que era dominado por Adidas e Converse. Com o surgimento da promessa do esporte Michael Jordan, na época apenas um garoto, o chefe Sonny Vaccaro (Matt Damon, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo</em></a>) viu a oportunidade que precisava para alavancar a marca.</p>
<p>Naquela vibe de filme em que os personagens estão constantemente correndo, este longa consegue fazer vários acertos que o tornam melhor do que a promessa. Ainda que o ritmo seja acelerado, os diálogos são bem construídos e pausados, deixando o espectador entender exatamente o que está acontecendo e qual a dinâmica. Acho problemático filmes que se valem de conversas aceleradas para tentar passar uma sensação de que o roteiro é mais inteligente que o espectador, quando na maior parte das vezes, não é.</p>
<p>Sonny está sem moral na Nike, depois de um bom tempo sem oferecer vitórias dentro de sua área. Phil Knight (Ben Affleck, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</em></a>), fundador da marca, está decepcionado e cobrando um retorno financeiro de todo o investimento que é feito. Com isso, eles precisam saber dosar a vontade de vencer com o desespero de suas ações, algo bem difícil para quem tem concorrentes tão fortes.</p>
<p>É então que surge a promessa de Michael Jordan. O personagem que faz o atleta famoso não aparece de frente em momento algum, algo que considero assertivo, já que o roteiro escolhe pincelar com imagens do personagem da vida real, especialmente no final de <em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo</strong></em>. Essa dinâmica vai sendo costurada com a expectativa do resultado final de toda aquela investida: Jordan vai ou não assinar contrato com a Nike?</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16593" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3.jpg" alt="AIR: A HISTÓRIA POR TRÁS DO LOGO" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/03/air_3-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O fato de ser uma história real torna tudo mais empolgante. Sou grande fã de longas baseados em fatos verídicos, especialmente quando é bem explorado, como o caso aqui. Temos um foco grande na mãe do jogador, Deloris (Viola Davis, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-mulher-rei/"><em>A Mulher Rei</em></a>), que segura emocionalmente a família e toma as decisões mais importantes. Ela é quem deve ser escutada, paparicada e agraciada, e logo Sonny percebe isso.</p>
<p>A medida que avançamos nas negociações, o longa vai trilhando um caminho de conhecimento do atleta, enquanto nos encaminha para o <em>grand finale</em>. Mesmo para quem sabe do resultado, a expectativa cria uma vontade real de entender como tudo aconteceu. E, de fato, é uma história e tanto.</p>
<p>Ben Affleck assume também a cadeira de diretor e mostra mais uma vez, depois de ótimos longas como <em>Atração Perigosa</em> e <em>Argo</em>, que esse é um papel que ele executa com facilidade e excelência. <em><strong>Air &#8211; A História Por Trás do Logo </strong></em>tinha um grande potencial de ficar chato e entediante, mas foi a condução de direção dele que fez com que o resultado fosse muito bom.</p>
<p>Temos aqui um filme que facilmente pode ser indicado em premiações futuras, não apenas pelas atuações excelentes, como pela combinação de roteiro e direção. Além disso, não é daqueles longas que se demoram e enrolam o espectador. Ele mostra logo para o que veio e não se estende no tempo, nos deixando com a sensação de que não existem excessos nem faltas.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ben Affleck</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Matt Damon, Ben Affleck, Viola Davis, Jason Bateman, Chris Messina, Gustaf Skarsgård, Barbara Sukowa, Marlon Wayans</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/evFdZeEbij4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Sete Dias Sem Fim (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 23:08:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal uma série de dicas de filmes para você assistir no conforto de sua casa durante este período em que é fundamental respeitar o isolamento? O Coisa de Cinéfilo vai falar diariamente (ou quase isso) sobre longas de fácil acesso para você curtir e alimentar essa necessidade de um filminho bom. Prepare a pipoca e vamos lá! Vamos começar com Sete Dias Sem Fim. Esta comédia dramática reúne um elenco sensacional, com Jason Bateman (série Ozark), Tina Fey (série [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal uma série de dicas de filmes para você assistir no conforto de sua casa durante este período em que é fundamental respeitar o isolamento? O Coisa de Cinéfilo vai falar diariamente (ou quase isso) sobre longas de fácil acesso para você curtir e alimentar essa necessidade de um filminho bom. Prepare a pipoca e vamos lá!</p>
<p>Vamos começar com <em><strong>Sete Dias Sem Fim</strong></em>. Esta comédia dramática reúne um elenco sensacional, com Jason Bateman (série <em>Ozark</em>), Tina Fey (série <em>30 Rock</em>), Jane Fonda (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-do-jeito-que-elas-querem/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Do Jeito Que Elas Querem</em></a>), Adam Driver (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de Um Casamento</em></a>), Rose Byrne (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-repente-uma-familia/"><em>De Repente Uma Família</em></a>), Corey Stoll (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-primeiro-homem/"><em>O Primeiro Homem</em></a>), Kathryn Hahn (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-perfeita-e-a-mae/"><em>Perfeita é a Mãe</em></a>), Timothy Olyphant (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era Uma Vez Em&#8230; Hollywood</em></a>), etc. Ufa! É muito ator de qualidade e isso se reflete 100% no andamento do roteiro.</p>
<p>A história traz Judd, um homem que é bombardeado com eventos ruins, como a descoberta ao vivo da traição da esposa com seu chefe. Na sequência, seu pai morre e ele precisa viajar para o funeral. Ao chegar na sua cidade natal e encontrar com a mãe e três irmãos, ele descobre que era da vontade de seu pai que eles fizessem uma cerimônia judia que exige que o núcleo familiar fique em vigília, na mesma casa, por 7 dias. Claro que isso vai render diversos problemas de relacionamento e convivência.</p>
<p>O gênero de comédia dramática é algo que me atrai pela simples premissa de rir das desgraças da vida. Não me soa como desistência, mas como uma resiliência de que tem certas coisas que realmente não têm resolução. Judd vive muitas emoções negativas ao mesmo tempo e é obrigado a lidar com monstros antigos que ele empurrava para debaixo do tapete. Os quatro filhos do falecido são completamente diferentes em personalidade e trazem abordagens diferentes para uma mesma questão: o luto.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12554" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Sete Dias Sem Fim" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/03/465624.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas <strong><em>Sete Dias Sem Fim</em></strong> não é apenas um filme sobre luto. Ele vai além e fala sobre questões emocionais. Sobre se sentir um perdedor quando as coisas dão errado. Sobre ter medo da mudança. Sobre o inesperado. Não é um filme tão profundo, mas ele consegue passear por esses assuntos de uma maneira muito correta e pertinente.</p>
<p>E claro, o ponto mais alto é que este roteiro interessante é ser liderado por um elenco fantástico. A dinâmica dos artistas é o que torna o filme ainda melhor. Embora tenham muitos atores, a unicidade da equipe dá um tom a mais. Estão todos organicamente conectados e com a química alinhada. Não há excessos e nem tentativas de parecer mais que o outro. E este equilíbrio é que garante um bom filme.</p>
<p><em><strong>Sete Dias Sem Fim</strong> </em>é um filme que passa rápido, que flui com muita facilidade e atrai a nossa atenção a todo momento. Uma excelente pedida para quem quer curtir um longa mais leve nesse tempo de notícias tão pesadas. Ah, e está facilmente disponível na Netflix, facilitando ainda mais a nossa vida.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy<br />
<strong>Elenco:</strong> Jason Bateman, Tina Fey, Jane Fonda, Adam Driver, Rose Byrne, Corey Stoll, Kathryn Hahn, Timothy Olyphant</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Glav2KqknV8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Última Ressaca do Ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2016 03:31:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em A Última Ressaca do Ano, um escritório de tecnologia decide proporcionar uma mega festa de fim de ano com o objetivo de conseguir fechar contrato com um cliente super difícil e caro, que garantirá que a atual dona da empresa e irmã do diretor não encerre aquela filial por questões financeiras. A proposta é simples, objetiva, sem propósito e um pouco sem graça. Mas até que o resultado é melhor que a encomenda. O longa faz parte daquela temporada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>A Última Ressaca do Ano</em>, um escritório de tecnologia decide proporcionar uma mega festa de fim de ano com o objetivo de conseguir fechar contrato com um cliente super difícil e caro, que garantirá que a atual dona da empresa e irmã do diretor não encerre aquela filial por questões financeiras. A proposta é simples, objetiva, sem propósito e um pouco sem graça. Mas até que o resultado é melhor que a encomenda.</p>
<p>O longa faz parte daquela temporada de roteiros de fim de ano que utiliza as festas de Natal e Ano Novo como <em>plot</em> principal. O problema é que isso vem se tornando tão comum e batido que inovar é cada vez mais difícil. O filme possui personagens bem óbvios e caricatos, como o chefe tranquilo e amigo de todos, a colega de trabalho que é recatada e caxias, a manda-chuva que mais parece o demônio encarnado, o tarado, e por aí vai.</p>
<p>Diferente da maioria dos roteiros de comédia<em> fast-food</em>, no entanto, neste longa as peças se encaixam com certa destreza e cuidado. Os personagens são desenvolvidos razoavelmente, como o próprio protagonista vivido por T. J. Miller, que sofre a perda do pai e os tormentos da irmã megera. Isso faz com que o espectador crie mais empatia pelo elenco como um todo.</p>
<p>É uma comédia em que o espectador ri bastante, mas também não chega a ser forçado. É algo equilibrado, um riso comedido. Mas entenda, não é a sensação de que é um longa de sessão da tarde. Não chega a ser algo memorável, mas cumpre seu objetivo de entreter e divertir. O problema, no entanto, é que faz isso de forma rasa e superficial. Tem um potencial superior ao que é explorado.</p>
<p>Apesar disso, não consegue fugir do óbvio que é o final clichê, com desfechos comuns de situações que se resolvem nos últimos segundos, como que por um toque de mágica. É triste, principalmente para uma fã do seriado Friends que sou, ver Jennifer Aniston, uma boa atriz repetindo personagens filme após filme, sem inovar. O mesmo acontece com Jason Bateman.</p>
<p>Por mais complexo que isso possa soar, talvez até mesmo para mim, o filme é superficial, mas funciona relativamente bem, se é que isso é possível. Bem, ao menos o espectador consegue rir genuinamente.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/5IPhvLexI40" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>DVD/Blu-Ray: Desafiando a Arte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2016 11:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Walken]]></category>
		<category><![CDATA[Desafiando a Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Bateman]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma pena que Desafiando a Arte seja um desses filmes que teve como destino o limbo cinéfilo. Em tempos de extinção das videolocadoras e da ascensão dos serviços de streaming como o Netflix, o segundo longa-metragem de Jason Bateman (que havia dirigido e protagonizado Palavrões, já no catálogo Netflix) é lançado diretamente em DVD no Brasil, o que não significa muito. Ou seja, se ele fora lançado nos cinemas norte-americanos timidamente, encaixando-se no ingrato circuito de exibição do mês [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É uma pena que <i>Desafiando a Arte </i>seja um desses filmes que teve como destino o limbo cinéfilo. Em tempos de extinção das videolocadoras e da ascensão dos serviços de <i>streaming</i> como o Netflix, o segundo longa-metragem de Jason Bateman (que havia dirigido e protagonizado <i>Palavrões</i>, já no catálogo Netflix) é lançado diretamente em DVD no Brasil, o que não significa muito. Ou seja, se ele fora lançado nos cinemas norte-americanos timidamente, encaixando-se no ingrato circuito de exibição do mês de abril, por aqui, pouca gente terá ciência da sua existência. O filme merece descoberto pois não só é melhor que o longa anterior de Bateman como diretor, como também um dos mais interessantes títulos norte-americanos lançados em 2016.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa, Bateman e Nicole Kidman (<i>Terra Estranha</i>) interpretam os irmãos Baxter e Annie Fang, um escritor e uma atriz que convivem com a sombra de seus pais Caleb e Camille (Christopher Walken e Maryann Plunkett), dois famosos artistas performáticos. Baxter e Annie faziam parte das intervenções e performances artísticas de rua dos seus pais quando crianças e agora têm que confrontar uma severa crise profissional já adultos. Tudo se agrava quando os progenitores são dados como desaparecidos e os irmãos têm que encontrar uma maneira de expurgar os seus próprios problemas.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Baseado no romance <i>Caninos em Família </i>do escritor Kevin Wilson, lançado no Brasil pela Companhia das Letras, <i>Desafiando a Arte </i>é um filme que tem como um dos seus temas centrais a busca por uma integridade artística. Entendendo a arte como agente transformador e vivo no mundo e a partir de ações e não de objetos estáticos e imutáveis, <i>Desafiando a Arte </i>traz como questão palpitante, despertada no acerto de contas entre Annie, Baxter e seus pais, o encontro da identidade pessoal e profissional dos seus protagonistas. Annie está em conflito com seu reconhecido trabalho como atriz do circuito <i>indie </i>de cinema, já Baxter vive os louros do seu livro &#8220;autobiográfico&#8221; com pouquíssima empolgação. Ambos estão inquietos com algo, mas não sabem exatamente com o que. Em meio às recordações das performances que faziam quando crianças sob as orientações dos pais passam a viver à sombra dos artistas que foram por influência dos mesmos, ao mesmo tempo em que não desejam retornar àquele lugar da infância. O conflito está instaurado na casa dos Fang.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6988" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/11/desafiandoaarte3.jpg" alt="desafiandoaarte3" width="610" height="348" /></p>
<p>Marcados por uma interseção muito forte entre a família e o próprio ofício desde pequenos, Annie e Baxter são peças fundamentais da maior obra-prima dos seus pais Caleb e Camille que, a partir do seu trabalho, conseguem exorcizar os filhos dos seus grandes conflitos, ainda que tudo isso seja às custas de muita dor. Em linhas gerais, <i>Desafiando a Arte </i>também<i> </i>trata da difícil tarefa de ser pai e mãe e a inegável influência que o repertório familiar tem em nossas vidas. Para Annie e Baxter, a convivência com artistas de vanguarda como Caleb e Camille ao mesmo tempo que foi definidora dos adultos que são, levando-os, inclusive, às suas escolhas profissionais, tornou-se um fardo pelo peso da responsabilidade de superá-los e de não repetir aquilo que consideraram como seus erros.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Conseguindo conduzir suas emoções de maneira orgânica e com nenhuma estridência, Jason Bateman traz o seu elenco em grandes momentos, sobretudo Nicole Kidman e Christopher Walken (<i>Sete Psicopatas e um Shih Tzu</i>). O roteiro de David Lindsay-Abaire (o mesmo que fora responsável por <i>Reencontrando a Felicidade</i>, que, assim como esse, era produção de Kidman) apresenta um equilíbrio pertinente entre sensibilidade, inteligência e humor. A estrutura do filme também é um ponto forte da obra lidando com elementos difíceis como o <i>flashback </i>e depoimentos dos personagens para um documentário de forma orgânica e auxiliado por uma composição primorosa de Carter Burwell, que faz da trilha do filme um recurso de potente carga emotiva, evocando a presença de Caleb e Camille na vida dos filhos e na própria obra, mesmo quando esses personagens não estão em cena.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Desafiando a Arte </i>é um filme que leva ao pé da letra a máxima de que a arte é transformadora, questionadora, quebra paradigmas, transforma pela inquietação e por subverter a ordem das coisas, mas também um longa sobre a conciliação com nossos pais na vida adulta. Annie e Baxter tiveram que passar por maus bocados até entenderem que tudo o que Caleb e Camille queriam, muitas vezes de maneira contraditória e questionável para os filhos, era que seus descendentes se tornassem adultos preparados para a vida que queriam assumir. É tocante perceber, ao final do filme, como Caleb e Camille fizeram isso através da sua criação artística mais poderosa, que, na verdade, nem vem a ser a performance final do casal mas a própria criação dos filhos. Vida e arte são uma só.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uUms5EMr-Bs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Um Espião e Meio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2016 14:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aarol Paul]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Bateman]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Hart]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa McCarthy]]></category>
		<category><![CDATA[The Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Um Espião e Meio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de entrar numa sala de cinema, é muito importante se informar sobre o propósito daquele filme que vai assistir. Isso faz toda a diferença na expectativa que é criada e na análise do resultado. Sabendo que Um Espião e Meio era uma proposta de comédia sem grande aprofundamento de roteiro e risos mais leves, definitivamente não houve decepção quanto ao resultado. Dwayne Johnson faz o papel de Bob, um jovem que sofre bullying no colégio e tem um episódio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de entrar numa sala de cinema, é muito importante se informar sobre o propósito daquele filme que vai assistir. Isso faz toda a diferença na expectativa que é criada e na análise do resultado. Sabendo que <em>Um Espião e Meio</em> era uma proposta de comédia sem grande aprofundamento de roteiro e risos mais leves, definitivamente não houve decepção quanto ao resultado.</p>
<p>Dwayne Johnson faz o papel de Bob, um jovem que sofre bullying no colégio e tem um episódio de vergolha na frente de todos os alunos na festa de fim de ano. Já Calvin (Kevin Hart) é o popular e querido por todos, a promessa de futuro da escola. Anos depois, as coisas estão um pouco diferentes. Bob está lindo, forte e rico, enquanto Calvin não teve tanto sucesso assim. Eles acabam se encontrando e vivendo momentos de pura adrenalina em uma corrida para descobrir quem está falando a verdade.</p>
<p>Partindo do pressuposto que eu falei acima, ele cumpre muito bem o objetivo de ser uma comédia apenas para rir, sem grandes enredos. E olha que este até possui uma história interessante por trás. Um tanto instigante, até. Dwayne mostra mais uma vez seu lado cômico, provando que vai além dos músculos. Neste filme especificamente, ele até meio que tira sarro disso, protagonizando um personagem com gosto de moda bastante duvidoso e que não tem consciência da sua sexualidade.</p>
<p>Já Hart tenta sair do esterótipo de baixinho engraçado para ser o importante da história, mas não consegue este sucesso todo. Ele navega entre o protagonista e coadjuvante, mas acaba sempre na última opção. Uma tentativa um pouco frustrada de reverter as situações.</p>
<p>No mais, o longa é bastante divertido e faz o espectador rir em diversos momentos. Tem uma escolha de elenco que tem sintonia, o que favorece bastante o resultado. Gratas surpresas como Aaron Paul, que poderia ter um pouco mais de destaque, mas se apresenta bem no papel de vilão, Jason Bateman, que faz o papel de babaca da escola e Melissa McCarthy, que aparece tão rápido que não se deram nem o trabalho de creditar.</p>
<p>Para divertir o fim de semana, é sim uma boa pedida. Apenas vá assistir consciente do estilo de filme que te aguarda</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/USbqQ99qoBM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Presente</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-presente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 00:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Bateman]]></category>
		<category><![CDATA[Joel Edgerton]]></category>
		<category><![CDATA[O Presente]]></category>
		<category><![CDATA[Rebecca Hall]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; De maneira bastante cautelosa e honesta, o ator australiano Joel Edgerton estreia na direção de longa-metragens com esse simples e eficiente suspense que teve uma aceitação muito positiva pela crítica nos EUA. Narrando em O Presente uma clássica história de obsessão protagonizada por um misterioso e sinistro personagem interpretado pelo próprio ator/diretor/roteirista, Edgerton oferece uma trama que ainda que seja previsível pelas suas reviravoltas e pelo seu desfecho, ao menos é conduzida com muita eficiência pelo realizador estreante. &#160; O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4041" aria-describedby="caption-attachment-4041" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/The-Gift-Movie-2015-Joel-Edgerton-Gordo.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-4041 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/The-Gift-Movie-2015-Joel-Edgerton-Gordo-620x310.jpg" alt="UNTITLED JOEL EDGERTON PROJECT" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-4041" class="wp-caption-text">Sujeito sinistro: Protagonista vivido pelo ator Joel Edgerton tem um comportamento bastante suspeito</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>De maneira bastante cautelosa e honesta, o ator australiano Joel Edgerton estreia na direção de longa-metragens com esse simples e eficiente suspense que teve uma aceitação muito positiva pela crítica nos EUA. Narrando em <i>O Presente</i> uma clássica história de obsessão protagonizada por um misterioso e sinistro personagem interpretado pelo próprio ator/diretor/roteirista, Edgerton oferece uma trama que ainda que seja previsível pelas suas reviravoltas e pelo seu desfecho, ao menos é conduzida com muita eficiência pelo realizador estreante.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<figure id="attachment_4042" aria-describedby="caption-attachment-4042" style="width: 617px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/the-gift-04-gift-sg-005-rgb.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-4042" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/the-gift-04-gift-sg-005-rgb.jpg" alt="the-gift-04-gift-sg-005-rgb" width="617" height="303" /></a><figcaption id="caption-attachment-4042" class="wp-caption-text">Casal modelo: Personagens de Jason Bateman e Rebecca Hall vivem um casamento aparentemente perfeito.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><i>O Presente </i>conta a história de um casal, Simon e Robyn, interpretados respectivamente pelos ótimos Jason Bateman e Rebecca Hall, que muda-se para uma nova vizinhança e acaba reencontrando um antigo colega de infância dele, Gordo, papel de Joel Edgerton. Logo Gordo começa a incomodar Simon pela sua forçada tentativa de fortalecer vínculos antigos e pelas suas constantes visitas a Robyn quando ele está no trabalho. À medida que o casal se aproxima de Gordo passa a ser envolvido em um jogo paranóico marcado pelo mistério em torno das reais pretensões do novo &#8220;amigo&#8221;.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Basta ter o mínimo de repertório cinéfilo para conseguir se antecipar a determinados movimentos da trama de <i>O Presente</i>: o cara bonzinho que não é tão bonzinho assim, o amigo psicótico que tem lá as suas razões para agir como age&#8230; Tudo em <i>O Presente </i>soa familiar, o suspense parece ser predestinado a se tornar um daqueles filmes exbidos na TV aberta sábado à noite. Esta familiaridade de <i>O Presente</i> contudo vai até certo ponto pois se os passos dos personagens podem ser antecipados pelo próprio espectador, o olhar de Edgerton para esta narrativa de gênero é singular e possui a sua própria força. A forma como o diretor costura a sua história e encerra o destino de seus personagens supera qualquer leitura do filme pela chave de um gênero, transformando-o em um entretenimento adulto com ritmo, inteligência e consciência cinematográfica.</p>
</div>
<p>Com interpretações marcantes do seu trio principal, dando um especial destaque ao próprio Edgerton que, acertadamente, pouco entrega do seu misterioso Gordo ao espectador, <i>O Presente </i>é uma excelente estreia para o diretor e roteirista. Atrás das câmeras, Edgerton demonstra a precisão narrativa necessária para tornar o pouco e o óbvio, já que o filme é narrativamente simples e tem os seus similares, em uma experiência cinematográfica muito eficiente.</p>
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