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	<title>Arquivos Gal Gadot - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Gal Gadot - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Morte no Nilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 21:37:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um livro da aclamada escritora Agatha Christie chega aos cinemas prometendo deixar os fãs de mistério em polvorosa. O remake Morte no Nilo (o primeiro foi em 1978) traz um elenco de peso para contar a história de uma rica herdeira que é morta no cruzeiro de sua lua de mel, onde foi com a família. Claro que o grande detetive Hercule Poirot pega o caso para desvendar responsável pelo assassinato frio e vil da bonita jovem. Gal Gadot [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um livro da aclamada escritora Agatha Christie chega aos cinemas prometendo deixar os fãs de mistério em polvorosa. O remake <strong><em>Morte no Nilo</em></strong> (o primeiro foi em 1978) traz um elenco de peso para contar a história de uma rica herdeira que é morta no cruzeiro de sua lua de mel, onde foi com a família. Claro que o grande detetive Hercule Poirot pega o caso para desvendar responsável pelo assassinato frio e vil da bonita jovem.</p>
<p>Gal Gadot (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>) faz o papel principal de Linnet Ridgeway. Logo no início da exibição ela rouba o então noivo da melhor amiga, vivida por Emma Mackey (<em>Sex Education</em>). Já começamos aí com um grande motivo para desconfiar da moça, já que ela fica visivelmente transtornada com a rasteira que levou. Paralelo a isso, conhecemos um pouco mais da história de Poirot, interpretado mais uma vez pelo próprio diretor do filme, Kenneth Branagh (<em>Belfast</em>).</p>
<p>Branagh acerta nas duas funções, ao tomar decisões inteligentes com relação a condução da direção e ao humanizar mais o detetive. Ainda que ele mantenha aquele ar de invencibilidade nato de Poirot, conseguimos ver mais camadas, como um sofrimento constante dentro de si por amores não vividos o suficiente.</p>
<p>Temos a oportunidade aqui de ver Russel Brand no papel de uma pessoa normal. É chocante vê-lo de cabelo cortado e barba feita, como um ser humano comum. E ele o faz muito bem e de maneira convincente, mostrando seu potencial como ator. Ele interpreta o papel do antigo amor de Linnet, que amargura o término até hoje, tornando-o mais um forte suspeito.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15247" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049.jpg" alt="Morte no Nilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Aliás, como é um clássico de Christie, todos se tornam suspeitos em algum momento. As motivações vão aparecendo aos poucos e se revelando para o detetive. <em><strong>Morte no Nilo</strong></em> poderia, porém, ter dedicado mais tempo à parte da investigação e menos tempo a construção daquele cenário como um todo. Embora seja importante acompanhar a conexão dos personagens e como eles vão parar no cruzeiro, quando chegamos na morte em si, metade do filme já passou e o restante é muito corrido.</p>
<p>O roteiro poderia, por exemplo, ser um pouco menos caótico na parte em que os mistérios são investigados. Mais conexão entre os fios tornariam as coisas mais tensas para o espectador, assim como um estilo de filmagem menos confuso. É sabido que essa é uma estratégia de tornar a situação mais excitante, mas, neste caso, o tiro saiu pela culatra, já que acabou prejudicando o ritmo da projeção.</p>
<p>A edição do filme foi sábia ao não explorar demais a figura de Armie Hammer (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/"><em>Me Chame Pelo Seu Nome</em></a>), principalmente depois dos escândalos de estupro e canibalismo envolvendo o nome dele. O mesmo vale para o marketing quase inexistente em cima da figura de Letitia Wright (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/"><em>Pantera Negra</em></a>), depois que ela se mostrou antivacina e está atrasando até hoje as gravações de <em>Pantera Negra 2</em>. Se você não tem mais como cortar as pessoas dos filmes, ao menos não dê tanto ibope para elas. E foi isso que foi feito aqui.</p>
<p><strong>Morte no Nilo</strong> é um longa de mistério eficiente e até melhor que <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinato-no-expresso-do-oriente/"><em>Assassinato no Expresso do Oriente</em></a>, que tinha muito mais falhas. Porém ficamos com a sensação de que falta algo e acredito que seria um pouco mais de tensão para o espectador. Falta ansiedade e agonia no filme. Ainda assim, vale muito a pena conferir no cinema.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kenneth Branagh</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Kenneth Branagh, Gal Gadot, Emma Mackey, Armie Hammer, Annette Bening, Tom Bateman, Rose Leslie, Sophie Okonedo, Letitia Wright, Russell Brand</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/aatVI5h1cbI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Alerta Vermelho (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 15:57:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Misturando comédia, ação e aventura, Alerta Vermelho é um típico filme desta leva de misturebas de gêneros, que caminha e caminha, mas não alcança  lugar algum. No entanto, apesar de toda a sua enrolação para chegar ao ponto certo de sua linha narrativa, esta é uma obra que consegue, em partes, cumprir sua função. Isto porque o longa-metragem diverte tanto que suas quase 2 horas de duração são imperceptíveis. Em seus pontos positivos é possível destacar a boa dinâmica entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Misturando comédia, ação e aventura, <strong><em>Alerta Vermelho</em></strong> é um típico filme desta leva de misturebas de gêneros, que caminha e caminha, mas não alcança  lugar algum. No entanto, apesar de toda a sua enrolação para chegar ao ponto certo de sua linha narrativa, esta é uma obra que consegue, em partes, cumprir sua função. Isto porque o longa-metragem diverte tanto que suas quase 2 horas de duração são imperceptíveis.</p>
<p>Em seus pontos positivos é possível destacar a boa dinâmica entre Dwayne Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jumanji-bem-vindo-a-selva/"><em>Jumanji: Bem-vindo à Selva</em></a>), Ryan Reynolds (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool/"><em>Deadpool</em></a>) e Gal Gadot (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>). Os três atores são marcados por filmes de heróis e super produções aventureiras, o que contribui para a experiência deles em sequência de luta. Há também uma boa orquestração dos golpes, que empolgam, e uma decupagem que deixa o espectador acompanhar cada movimentação do trio.</p>
<p>Obviamente, a duração dos planos não é tão extensa assim, como se é de costume em obras deste tipo, porém o diretor Rawson Marshall Thurber (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/"><em>Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</em></a>) emprega tempo suficiente de tela para as relações de disputa de poder das personagens e suas habilidades corporais – ou falta delas – sejam vistas. Além disto, Johnson, Reynolds e, surpreendentemente, Gadot conseguem trabalhar o timing cômico em cada cena, elevando o potencial de um texto um tanto fraco e que procura saídas fáceis para provocar o riso.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14777" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho.jpg" alt="Alerta Vermelho" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Já em seu lado negativo, o longa peca, principalmente, pela demora de engatar a trama. Como também tem sido bastante recorrente em Hollywood, muitas produções apresentam múltiplos cenários, espalhados pelo mundo inteiro. Com diversos países colocados aqui, resta uma sensação de que a história está sempre começando, o que empaca o seu andamento. A partir do segundo ato, no entanto, o enredo parece deslanchar. Os conflitos passam a ser progressivos e há uma boa dinâmica rítmica, que intercala os momentos engraçados com os de ação e, ainda, consegue investigar um pouco dos relacionamentos entre as personagens principais.</p>
<p>Ainda assim, este ganho qualitativo é irregular e algumas cenas ou diálogos parecem sobrar dentro do contexto geral, como é o caso das longas explicações de Gadot sobre a execução de cada um de seus planos. Estes instantes apenas subestimam o público e não contribuem para o que está sendo contado. Além disso, o desfecho de <strong><em>Alerta Vermelho</em></strong> é um tanto embaraçoso. Os hollywoodianos têm dificuldade em saber como encerrar seus produtos, porém o mais doloroso é quando eles utilizam reviravoltas em seus finais, causando desconforto em quem assiste e uma aguardo infinito para que a sessão termine.</p>
<p>Aqui é exatamente isso que ocorre. Existem, pelo menos, três finalizações do longa, sendo uma delas um gancho para uma possível continuação. Desta maneira, com irregularidades, esta é uma obra que distrai e até faz rir, porém que poderia ter sido melhor executada. Com textos revisados e mais elaborados e uma conclusão menos boba, talvez, houvesse um resultado geral melhor e mais efetivo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rawson Marshall Thurber</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Gal Gadot, Dwayne Johnson, Ryan Reynolds</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5JQuYpBZarc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 22:16:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (Aquaman) sobre a famosa Liga da Justiça. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (Os Vingadores, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que Liga da Justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>) sobre a famosa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (<i>Os Vingadores</i>, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> (2021) emerge e traz um novo olhar para o Universo Estendido DC (DCEU).</p>
<p>Após a perda do guardião da Terra, Batman (Ben Affleck, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>) precisará, ao lado da Mulher Maravilha (Gal Gadot, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>), reunir os maiores super-heróis do planeta para deter um desastre iminente. Além da jornada para juntar esta liga de heróis composta pelo Aquaman (Jason Momoa, <em>Game of Thrones</em>), Flash (Ezra Miller, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-e-onde-habitam/"><em>Animais Fantásticos e Onde Habitam</em></a>) e Ciborgue (Ray Fisher, True Detective), eles precisarão se preparar para deter Darkseid, o conquistador de mundos, e seu exército de parademônios comandados por Lobo da Estepe.</p>
<p>A estreia do filme é uma vitória para os fãs da DC que são os responsáveis por cobrar o lançamento do longa-metragem. Após uma extensa campanha online para liberação do que viria a ser o <b><i>Snyder Cut</i></b> &#8211; como é conhecida a produção por ser o corte do diretor &#8211; a Warner se rendeu ao desejo do público e criou os caminhos para fazer deste filme uma realidade.</p>
<p>O primeiro ponto positivo do <b><i>Snyder Cut</i></b> é seu poder de comprovação de qualidade. As produções da DCEU vaguearam, durante um bom tempo, entre ótimos filmes e outros bem problemáticos &#8211; a exemplo de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/"><i>Batman vs Superman: A Origem da Justiça</i></a> (2016) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/"><i>Esquadrão Suicida</i></a> (2016). Desta vez, o clamor dos espectadores trouxe o filme para as telas. Sem amarras, da forma que foi pensado (e ainda mais). Com isso, a estreia do HBO Max comprovou novamente que a DC é capaz de realizar produções de qualidade dentro de um arco maior e interativo de filmes.</p>
<p>Ou seja, a construção narrativa da nova <b><i>Liga da Justiça</i></b> traz o universo de volta aos trilhos. No entanto, é importante pensar que esta alusão ao trem descarrilhado existe a partir de uma perspectiva mercadológica e competitiva &#8211; uma vez que <i>Mulher-Maravilha</i> (2017), <i>Aquaman</i> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><i>Shazam!</i></a> (2019) foram filmes que funcionaram, tem qualidade e são bem amarrados.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13905" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A necessidade de mega bilheterias e a inevitável comparação entre a DC e Marvel e seus universos estendidos são os fatores que regem essa competitividade alucinante. E ela é uma das principais razões que causaram diversos tropeços do DCEU ao longo de sua existência &#8211; seja por falta de planejamento do estúdio ou por uma comparação infundada por parte do público.</p>
<p>Nesta nova versão, existe a profundidade necessária para guiar as motivações das personagens, elas são bem trabalhadas e mostram quem são de verdade. Da mesma forma são os vilões do filme, os quais, desta vez, se sustentam e se mostram capazes de carregar o peso de suas ações e do papel que representam para o Universo Estendido. Esses são os principais elementos narrativos que conseguem, de longe, fazer deste longa-metragem uma produção melhor para inaugurar a jornada da Liga da Justiça nos cinemas.</p>
<p>É inegável dar os louros ao Snyder pelo seu olhar macro da história &#8211; coisa que ele não conseguiu imprimir em <i>Batman vs Superman</i>. E, quando analisado, é interessante pensar que o projeto inicial se propôs a abrir essa nova página da história com um dos maiores vilões do universo. Além de arriscada, foi uma escolha corajosa introduzir Darkseid de logo cara. Só que isso é feito de forma tão sutil e cuidadosa, que não criou conflitos narrativos; apenas possibilitou diversos caminhos para o DCEU seguir.</p>
<p>No entanto, isto só foi possível porque o <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> tem 4h de duração. E aqui mora o primeiro problema &#8211; quando pensamos na obra dentro do formato de narrativa cinematográfica. Mesmo com a divisão da história em capítulos &#8211; o que permite uma flexibilidade maior na hora de assistir ao filme &#8211; é exaustivo para quem decide encará-lo como um longa-metragem. São 4h que valem a pena pelo resultado, mas existem excessos que são evidentes. Ainda que seja interessante o longa tirar o tempo necessário para estabelecer o contato inicial entre o público e os heróis que ainda não haviam sido mostrados nas telas, a duração cansa o espectador.</p>
<p>Outro fator relacionado aos excessos está na aparição de várias figuras conhecidas que abrem muitas portas para o futuro narrativo. Neste caso, esses caminhos podem levar a mais um momento de desencontro da produção. Fica claro que Zack Snyder quis apresentar a Liga da forma mais completa possível.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13904" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Também é compreensível que a escolha foi feita para dar brecha a novos filmes solo e outras interações com referências em quadrinhos diversos, mas isso precisaria ser conduzido de forma cuidadosa. E, ainda assim, existem inserções que extrapolam a narrativa contada pelo Snyder e se tornam mais interrogações na cabeça do espectador, além de ter feito o filme se estender ainda mais, a exemplo de quase todo o epílogo.</p>
<p>É pensando também nesse futuro um tanto incerto que moram os maiores questionamentos sobre o DCEU. A chegada de <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut </i></b>não mudou os caminhos trilhados pelo universo e, até então, não afetou projetos em andamento. A Warner e o próprio diretor também já se pronunciaram alegando que ele não estará mais à frente de projetos do Universo Estendido. Mas isso significa que o conteúdo narrativo do <b><i>Snyder Cut</i></b> será ignorado, como se nunca tivesse sido lançado? Será que outra petição virtual será feita para tornar canônica essa versão e seguir a partir dela? Ou até mesmo, será que outra comoção trará o diretor de volta?</p>
<p>Além disso, não está claro ainda onde o novo Batman se encaixa, da mesma forma que o enredo de <i>The Flash</i> (2022) não foi divulgado e existem apenas rumores sobre o conteúdo do longa. Outras dúvidas são sobre a saída de Ben Affleck e Henry Cavill e o <i>reboot</i> do <em>Superman</em> no universo. As polêmicas envolvendo Ray Fisher e a investigação sobre a conduta abusiva de Joss Whedon durante as gravações de <i>Liga da Justiça</i> (2017) também tiveram efeitos. O planejamento do filme solo do Ciborgue parou e talvez ele tenha sido cortado do filme do Flash.</p>
<p>Seja quais caminhos a Warner deseje seguir, duas coisas são esperadas: que haja um planejamento a longo prazo e que o resultado das produções mantenha a qualidade de filmes como <i>Wonder Woman</i>, <i>Aquaman</i>, <i>Shazam!</i> e o <b><i>Snyder Cut</i></b>. É impossível negar a qualidade do que foi visto com a versão de Zack e isso precisa ser respeitado. O trabalho do diretor, produtor e roteirista não é livre de julgamentos e, muito menos, de erros. Há escolhas que poderiam ter sido diferentes, mas o conjunto da obra é satisfatório, não há como negar.</p>
<p>Sem exageros e firulas, Snyder conseguiu demonstrar o seu cinema. E, apesar de ter feito dois filmes no DCEU anteriormente, é em <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> que se vê as marcas do diretor com clareza &#8211; tanto os acertos quanto os erros. Agora os <i>crossovers</i> da DC têm uma cara e ela é madura e sombria. É uma linguagem e arte que descrevem a essência das histórias em quadrinhos da DC Comics. Com o <b><i>Snyder Cut</i></b>, o público e, principalmente, os fãs puderam vislumbrar tudo o que pode acontecer quando um projeto dá liberdade criativa e artística para a equipe. E quem sabe, ao menos o resultado deste filme não impulsione um novo recomeço para a DC nos olhos do público e da própria indústria.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Zack Snyder<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Ray Fisher, Amy Adams, Amber Heard, Jeremy Irons, Ciarán Hinds, Diane Lane, Joe Morton, J. K. Simmons, Jared Leto, Joe Manganiello, Robin Wright, Ray Porter, Connie Nielsen, Willem Dafoe, Jesse Eisenberg</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/sdvBf9XiJnA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>TOP 5 &#8211; Melhores Personagens Femininas em Mulher-Maravilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jun 2017 15:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Elena Anaya]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy Davies]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Patty Jenkins]]></category>
		<category><![CDATA[Robin Wright]]></category>
		<category><![CDATA[TOP 5]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulher-Maravilha já está em cartaz e exala o poder feminino nas telas. As personagens mulheres não são muitas em números, mas possuem um destaque forte em seus diálogos e ações dentro da narrativa, a começar, obviamente, pela protagonista. O filme, dirigido por Patty Jenkins (Monster- Desejo Assassino), possui inúmeras qualidades técnicas. Você pode conferir a nossa crítica clicando aqui! Pensando na representatividade feminina presente em Mulher-Maravilha, com diferentes tipos de representação, o Coisa de Cinéfilo traz agora um TOP 5 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mulher-Maravilha</em> já está em cartaz e exala o poder feminino nas telas. As personagens mulheres não são muitas em números, mas possuem um destaque forte em seus diálogos e ações dentro da narrativa, a começar, obviamente, pela protagonista. O filme, dirigido por Patty Jenkins (<em>Monster- Desejo Assassino</em>), possui inúmeras qualidades técnicas. Você pode conferir a nossa crítica <em><strong><a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a></strong></em>!</p>
<p>Pensando na representatividade feminina presente em <em>Mulher-Maravilha</em>, com diferentes tipos de representação, o Coisa de Cinéfilo traz agora um TOP 5 das mulheres mais marcantes do longa. Confiram!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7730" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/444058.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="349" /><br />
<strong> 5) Etta Candy – Interpretada por Lucy Davies (<em>Todo Mundo Quase Morto</em>)</strong></p>
<p>Etta é a secretária de Steve Trevor. Ela ajuda o rapaz e Diana a cumprirem a missão que precisam realizar no filme. Nos quadrinhos, Candy é amiga da Mulher-Maravilha e, nas versões mais recentes, também possui esta personalidade agitada e meio atrapalhada. Ainda que a moça pareça se encaixar com as “regras” de comportamento das mulheres na década de 1940, Etta está inserida no mundo do trabalho e em algumas situações se demonstra firme e focada em seu trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7731" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/doutora-veneno-1496330571437_v2_1200x667.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 4) Dra. Maru – Também conhecida como Dra. Veneno e vivida por Elena Anaya (<em>A Pele Que Habito</em>)</strong></p>
<p>Maru é uma das vilãs do filme <em>Mulher-Maravilha</em> e também faz parte do universo de quadrinhos da <em>DC Comics</em>. No longa, a doutora é uma cientista alemã que busca a fórmula perfeita para um gás letal, a fim de trazer a vitória da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. A história assemelha-se com o período da Era de Ouro da<em> Mulher-Maravilha</em>. A personagem  mostra-se uma mulher forte, focada e de muita resiliência.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7732" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/robin-wright-em-mulher-maravilha.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 3) Antíope – Interpretada por Robin Wright (<em>Corpo Fechado, House of Cards</em>)</strong></p>
<p>Existem muitas coisas fantásticas sobre essa personagem, tanto nos quadrinhos como no novo filme da DC. Baseada na mitologia grega, ela é forte, independente, uma verdadeira guerreira. A Amazona treina Diana desde criança e ensina para a jovem heroína muitas de suas habilidades.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7733" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/MV5BMjQwNTQ3MjYxMF5BMl5BanBnXkFtZTgwMjMyOTYzMjI@._V1_SY1000_CR0015041000_AL_.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 2) Hipólita – Rainha da Ilha de Temiscira, interpretada por Connie Nielsen (<em>Advogado do Diabo</em>)</strong></p>
<p>Hipólita é uma criação dos deuses do Olimpo, mãe da Mulher-Maravilha. No filme, a líder se mostra cuidadosa, serena e paciente. No passado, ela precisou lutar para salvar todas as amazonas da fúria de Ares. Por isso, ela está sempre pensando em formas de manter a paz e ficar longe da ira do deus.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7734" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/371841.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 1) Diana Prince – A Mulher-Maravilha, interpretada por Gal Gadot</strong></p>
<p>A heroína mais famosa da <em>DC</em> possui diversas trajetórias dentro do universo dos quadrinhos e suas ramificações, incluindo algumas sucessoras. A Diana do novo filme da <em>DC</em> tem um carisma profundo, muita integridade e a força de uma verdadeira heroína. O longa leva o espectador ao passado, desde a infância de princesa até o primeiro contato que ela tem com a realidade dos seres humanos. Quando a moça, ao lado de Steve Trevor (Chris Pine), chega á Inglaterra e descobre um novo mundo, utiliza tudo que pode para salvar o planeta e acabar com a Primeira Guerra Mundial. Para além da narrativa em si, a <em>Mulher-Maravilha</em> é um símbolo de empoderamento feminino, sempre foi. A importância do longa é trazer esta personagem para os cinemas e da melhor maneira possível. Com garra, personalidade, enchendo a plateia de inspiração, de força e crença em si mesma. Diana Prince luta e ainda utiliza o amor como lema principal, sem ser piegas, sem diminuir suas habilidades e certezas.</p>
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		<title>Crítica: Mulher-Maravilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2017 02:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pine]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Patty Jenkins]]></category>
		<category><![CDATA[Wonder Woman]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulher-Maravilha é um dos filmes mais aguardados do ano e não é por menos. Quem espera há tanto tempo pelo primeiro longa de uma super heroína sabe o significado de finalmente ter este filme nos cinemas. E que filme! Como uma reverência aos quadrinhos, aos fãs, à alma feminina e ao momento que vivemos, Mulher-Maravilha é tudo que poderíamos esperar e um tanto mais. O longa conta a história de como Diana, filha da Rainha das Amazonas da ilha paradisíaca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mulher-Maravilha</em> é um dos filmes mais aguardados do ano e não é por menos. Quem espera há tanto tempo pelo primeiro longa de uma super heroína sabe o significado de finalmente ter este filme nos cinemas. E que filme! Como uma reverência aos quadrinhos, aos fãs, à alma feminina e ao momento que vivemos, <em>Mulher-Maravilha</em> é tudo que poderíamos esperar e um tanto mais.</p>
<p>O longa conta a história de como Diana, filha da Rainha das Amazonas da ilha paradisíaca de Themyscira, e de como ela construiu sua vida até se tornar a Mulher-Maravilha de fato. O roteiro traz os detalhes desde quando ela era pequena e se espreitava no canto para admirar as amazonas em treinamento, e como sua mãe, Hipólita, tentava proteger ela o máximo possível de se envolver com batalhas.</p>
<p>A ilha Themyscira é um espetáculo à parte que foi milimetricamente pensado pelo diretor. Faz toda a referência à Grécia e seus deuses, com visuais paradisíacos, muita luz, cenários deslumbrantes e águas cristalinas. Eles seguem toda a especificação criada pelos quadrinhos e não fica devendo em nada à imaginação dos leitores.</p>
<p>A criação do perfil de Diana, desde a sua infância até o momento em que ela se torna a Mulher-Maravilha, é extremamente cuidadosa e detalhista. O espectador vai criando cada vez mais empatia pela personagem e se envolvendo com suas questões. É muito fácil torcer por ela e por suas causas de batalha.</p>
<p>Nada disso seria possível sem o talento e a simpatia de Gal Gadot. A atriz incorpora o espírito da protagonista com tamanha facilidade e naturalidade, que é impossível imaginar qualquer outra pessoa no lugar dela. Toda cena se torna um encantamento particular, prendendo a atenção do espectador cada segundo mais. Ao contracenar com Chris Pine, Gadot se fortalece ainda mais. Os dois possuem ótima química e sincronia importante, conferindo ao casal principal um carinho único.</p>
<p>A diretora é cuidadoso ao criar um relacionamento entre os protagonistas sem afetar a personalidade e a representatividade da Mulher-Maravilha. O foco não é o romance, claramente, mas ele tem o cuidado de conferir amorosidade às cenas dos dois. Aliás, o produtor Zack Snyder foi muito feliz ao deixar o seu lado sombrio um tanto de lado para dar mais leveza a alguns momentos importantes da trama. Na liderança, a diretora Patty Jenkins, que consegue dar ainda mais força e representatividade ao longa.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7707" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/05/314541.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O elenco é tão forte quanto o núcleo principal. Connie Nielsen faz o papel da Rainha das Amazonas e mãe de Diana, e o personifica muito bem. Mas o destaque mesmo vai para Antíope, a tia, protagonizada por Robin Wright, a nossa querida Claire Underwood da série <em>House of Cards</em>. A força que ela passa em cena é inebriante e confere à personagem ainda mais autenticidade.</p>
<p>A equipe de ensaio teve muito cuidado com as cenas de ação. Elas são sincronizadas e esteticamente bonitas. O que é super importante, uma vez que são várias cenas de ação. Jenkins consegue intercalar muito bem estes momentos de maior tensão com a leveza dos personagens agregados e até mesmo da protagonista. Agregado a isso, a inserção de vilões que efetivamente são fortes e oferecem risco à Mulher-Maravilha e à sociedade como um todo.</p>
<p>O maior ganho de todos com esse filme, no entanto, não é sua qualidade. É seu potencial de representatividade. Em um mundo onde as minorias se esforçam cada vez mais para ter seu lugar ao sol, um filme que reverencia a capacidade feminina, no maior estilo <em>girl power</em>, é no mínimo um deleite para nossas almas. O estranhamento de Diana ao adentrar numa sociedade onde há uma diferenciação muito clara de gênero é sutil e instigante. Ela não entende, por exemplo, porque um homem não pode dormir ao lado de uma mulher sem sexualizar ela. Aliás, a questão da sexualização da personagem foi muito bem cuidada. Gal Gadot é incrivelmente linda e não há como negar. Mas ainda assim, a diretora teve o cuidado de não explorar o lado sexual dela sem necessidade. Embora haja um deslumbramento com sua beleza, é uma percepção muito natural e comum, sem exageros.</p>
<p>Todo o filme, desde as cenas aos diálogos, é recheado de significados e mensagens ao telespectador. Este não é apenas mais um filme de super-herói. Não mesmo. É a consagração da representatividade da mulher no cinema. A aceitação de que somos fortes e poderosas, e que a sociedade pode e deve englobar as questões feministas nos seus diálogos diários. <em>Mulher-Maravilha</em> é um dos melhores filmes da <em>DC Comics</em> no últimos anos e dificilmente será superado tão cedo. É de uma importância singular para a sociedade. Ele ainda consegue, em meio a diálogos e ações de empoderamento feminino, tratar da questão racial, com uma pincelada que nos faz lembrar que &#8220;todos vivemos nossas próprias batalhas&#8221;.</p>
<p><em>Mulher-Maravilha</em> é um filme simplesmente espetacular.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/I6Gj8Fvukk4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2016 00:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Batman vs. Superman - A Origem da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
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		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não foi uma jornada fácil para a Warner concretizar o sonho de muitos fãs de ver nos cinemas um filme sobre a Liga da Justiça ou, pelo menos, o aguardado encontro entre Batman e Superman, dois dos mais icônicos personagens das HQs. É verdade que essas dificuldades, em parte, podem ser creditadas a problemas de gestão do projeto pela própria empresa, que está longe de ter a mesma organização e logística da sua rival alçada ao status de estúdio, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Não foi uma jornada fácil para a Warner concretizar o sonho de muitos fãs de ver nos cinemas um filme sobre a Liga da Justiça ou, pelo menos, o aguardado encontro entre Batman e Superman, dois dos mais icônicos personagens das HQs. É verdade que essas dificuldades, em parte, podem ser creditadas a problemas de gestão do projeto pela própria empresa, que está longe de ter a mesma organização e logística da sua rival alçada ao <i>status </i>de estúdio, a Marvel, na construção do seu universo em <i>Os Vingadores</i>.  Em outro ponto, sejamos sinceros, em razão da própria concorrência, desde a sua formação a partir de <i>O Homem de Aço </i>de 2013, essa empreitada da Warner/DC Comics sofre com a própria descrença do seu público com a construção desse universo de Liga da Justiça. Parte por uma idolatria exagerada em torno dos filmes da Marvel vinculados a <i>Os Vingadores </i>(me refiro assim porque fora os longas do Capitão América, de <i>Homem de Ferro </i>a <i>Os Vingadores</i> os filmes não são tudo isso que anunciam, deixo claro que é uma perspectiva particular da coisa). O outro elemento fundador dessa descrença está na &#8220;birra&#8221; (por vezes justificada) que parte do público tem no diretor escolhido para ser a mente por trás desse universo, o cineasta Zack Snyder de <i>300 </i>e <i>Watchmen</i>, vendido pelo estúdio como um visionário, mas visto por muitos como uma verdadeira fraude pela direção trôpega que costuma dar a seus trabalhos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No final das contas, todo esse &#8220;agouro&#8221; não deve afetar financeiramente <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>filme que ao mesmo tempo que serve como continuação de <i>O Homem de Aço</i> de 2013, começa a construir o terreno para a formação de toda uma série de filmes de super-heróis que promete girar na órbita do aguardado longa sobre a Liga da Justiça. Contudo, entre os críticos especializados e para um grupo de fãs dos quadrinhos, Zack Snyder e companhia, enfrentará ainda mais resistência já que o longa não anda sendo muito bem recebido por esse grupo. Às vésperas da sua estreia mundial, <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>não anda recebendo críticas tão favoráveis e ainda que seja dito que isso não vai afetar o futuro da Warner/DC Comics nos cinemas, já que parte dos projetos estão encaminhados (como <i>Mulher &#8211; Maravilha </i>e <i>Liga da Justiça</i>, previstos para estrearem ano que vem), de alguma maneira isso afeta os envolvidos. Até quando o apelo desse universo com o público será suficiente diante da má impressão causada pelos filmes da Warner/DC Comics que só anda piorando?</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<figure id="attachment_5730" aria-describedby="caption-attachment-5730" style="width: 658px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5730" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7-750x422.jpg" alt="batmanvsuperman7" width="658" height="370" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman7.jpg 980w" sizes="(max-width: 658px) 100vw, 658px" /><figcaption id="caption-attachment-5730" class="wp-caption-text">Novo Bruce: Ben Affleck consegue se sair bem na sua versão do Batman, apesar de não ser o centro dramático do filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Batman vs. Superman </i>é o típico caso no qual o filme será abraçado pelo grande público, mas até quando o mesmo será condescendente com os deslizes do grupo? Ainda que defenda <i>O Homem de Aço </i>(não o considero tenebroso como alguns colegas, acho que é um filme eficiente que consegue lidar bem com os elementos da mitologia do Superman), o longa de Snyder sobre o filho de Krypton tinha seus tropeços, implacavelmente atacados por alguns. Declarado como o grande &#8220;engenheiro&#8221; por trás do universo DC Comics no cinema e diretor de <i>Liga da Justiça</i>, Snyder agora enfrenta um  &#8220;abacaxi&#8221; muito mais espinhoso já que o retorno das críticas a <i>Batman vs. Superman </i>tem sido bem mais ruidoso do que o caso <i>O Homem de Aço</i>.</p>
<p>Antes de mais nada, preciso deixar claro que <i>Batman vs. Superman</i> não é &#8220;a&#8221; obra-prima do seu nicho cinematográfico, porém mantém-se firme como um entretenimento bem orquestrado durante boa parte da projeção. É um filme que tem suas falta graves, mas consegue impor-se como uma experiência divertida durante parte da sua projeção, basta que o espectador consiga conviver com os seus equívocos e tropeços. Particularmente, uma das falhas mais severas do longa está fora da própria obra, me refiro a sua agressiva campanha de marketing que não fez questão alguma de &#8220;esconder&#8221; a maioria dos detalhes do longa, o que abordarei mais adiante, algo que pode parecer um detalhe, mas impõe-se como um grande problema considerando que os melhores momentos e diálogos da obra chegaram ao público com seu impacto sensivelmente reduzido. No mais, Snyder não economiza em seus excessos, há soluções simplistas, um amontoado de momentos que existem apenas para satisfazer os fãs e não estão em momento algum à serviço da sua história. Em contrapartida, percebe-se um esboço de ideias interessantes, há a introdução de personagens promissores e o filme funciona melhor como continuação de <i>O Homem de Aço </i>do que como prefácio de <i>Liga da Justiça </i>ou introdução do novo Batman, diga-se de passagem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
</div>
<figure id="attachment_5731" aria-describedby="caption-attachment-5731" style="width: 672px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5731" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/batmanvsuperman3.jpg" alt="batmanvsuperman3" width="672" height="353" /><figcaption id="caption-attachment-5731" class="wp-caption-text">Mais Planeta Diário: Lois Lane e Perry White, personagens de Amy Adams e Laurence Fishburne, têm mais momentos nesse filme.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>tem início com a perspectiva de Bruce Wayne sobre os eventos que levaram Metrópolis a uma destruição em massa ao final de <i>O Homem de Aço</i>, a batalha entre Superman e o vilão Zod. No longa, Superman começa a ser alvo de intensas discussões públicas a respeito da natureza dos seus atos na Terra: o Homem de Aço é de fato um herói, um Deus como muitos fazem questão de afirmar, ou não passa de uma grande ameaça para a humanidade já que suas ações sempre resultam em mortes e quebras de normas sociais? Nesse ambiente, não apenas Wayne começa a alimentar uma vontade de pôr fim às interferências do Superman como também uma grande ameaça a todos os cidadãos de Metrópolis começa a dar as suas primeiras cartadas contra o Homem de Aço, o inescrupuloso empresário Lex Luthor.</p>
</div>
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<p>Diferente de <i>O Homem de Aço</i>, em <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</i>, o diretor Zack Snyder não economiza em suas excessivas e por vezes aborrecidas e aleatórias marcas estilísticas. Assim, há inúmeros planos que evidenciam os apelos do diretor em transformar qualquer sequência em um grande momento de fotografia cinemagráfica, Snyder também usa a exaustão o <i>slow motion</i>, algo que foi muito mais contido no filme anterior com o Superman dirigido pelo realizador, mas que aqui é usado como &#8220;desculpa&#8221; mais uma vez pelo diretor, que insiste na ideia de emular a linguagem dos quadrinhos nas telonas. Se por um lado não deixa de ser louvável a coragem do diretor, por outro soa como uma insistência tola, já que, diferente de filmes como <i>300 </i>e <i>Watchmen</i>, que funcionavam muito bem sob essa logística<i>, </i>todos esses recursos não prestam serviço algum à trama de <i>Batman vs. Superman</i>. O diretor ainda insiste na produção de sequências que nos remetem a sonhos, delírios ou pesadelos dos seus protagonistas como mecanismos de desenlaces para os nós da sua história, o que não funciona e só serve para tornar a experiência de assistir ao filme um pouco massante. Portanto, se em <i>O Homem de Aço, </i>Snyder mostrou-se controlado em seu &#8220;gênio-criativo&#8221;, o que foi um ganho tremendo para o longa de 2013, aqui ele usa e abusa das ferramentas narrativas e estéticas pelas quais ficou conhecido. Assim,  caso tenham implicâncias por esses arroubos visuais do realizador, estejam preparados, <i>Batman vs. Superman </i>os<i> </i>apresenta em grande volume.</p>
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<figure id="attachment_5732" aria-describedby="caption-attachment-5732" style="width: 621px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5732 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/Batman_vs_Superman_1_embed.jpg" alt="Batman_vs_Superman_1_embed" width="621" height="334" /><figcaption id="caption-attachment-5732" class="wp-caption-text">Mulher-Maravilha: Estreia da personagem de Gal Gadot deixa o público com um gostinho de &#8220;quero mais&#8221;.</figcaption></figure>
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<p>Zack Snyder à parte, o roteiro de Chris Terrio e Davis S. Goyer também não faz um grande serviço ao longa. Existe um esboço de ideias interessantes mal executadas não apenas pelo diretor, mas também pelos roteiristas. Há inúmeras concepções interessantes que são mal aproveitadas no filme. A ideia de ter um Batman mais experiente de um lado e um Superman inexperiente do outro tentando lidar com todas as demandas requeridas a um super-herói é muito interessante, mas nunca esgarçada pelos roteiristas, muito menos pelo diretor, que está mais preocupado com seus &#8220;arroubos&#8221; visuais. Operando em duas frentes, de um lado como continuação de <i>O Homem de Aço</i>, explorando com mais veemência relações que foram apenas introduzidas naquele longa, como é o caso da dinâmica entre Clark Kent e Lois Lane, mas também como um prefácio de <i>Liga da Justiça</i>, a <span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">verdade é que, na prática, o longa presta muito mais serviço a sua primeira função do que à segunda. Assim, </span><em data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px; text-align: start;">Batman vs. Superman </em><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">soa como um filme melhor quando pensado como uma continuação de </span><em data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px; text-align: start;">O Homem de Aço </em><span style="color: #333333;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; line-height: 24px;">do que como uma preparação para <i>Liga da Justiça</i></span></span><span style="color: #333333; font-family: times, 'times new roman', serif;" data-blogger-escaped-style="background-color: white; color: #333333; font-family: &quot;times&quot; , &quot;times new roman&quot; , serif; font-size: 16px; line-height: 24px;">. O filme é mais eficiente ao lidar com as questões que envolvem o Superman (algumas bem interessantes, por sinal), do que quando prepara terreno para <i>Liga da Justiça</i>. </span> Quando o centro dramático de <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça </i>volta-se para a história do Superman, o filme sempre parece fazer mais sentido.</p>
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<p> É verdade que, no conflito de percepções sobre modelos de heroísmo entre Batman e Superman, o longa tem em mãos uma munição que poderia render discussões muito mais profundas do que ele de fato promove. Em seu filme, Snyder opta por reflexões que são pertinentes e eficientes mas que ficam na superfície e abraça sem maiores problemas o puro e simples entretenimento, &#8220;jogando&#8221; sempre para o público, sobretudo os fãs mais ardorosos, com momentos e cenas que todos esperavam ver: o duelo dos protagonistas, a aparição da Mulher-Maravilha, a formação da Liga da Justiça (algo que a própria Marvel fez no primeiro <i>Os Vingadores</i> que, sejamos sinceros, não passa de um amontoado de sequências de lutas feitas para o único e exclusivo deleite dos fãs dos quadrinhos que aguardavam há anos o encontro entre os personagens icônicos da editora). Sinceramente, também não há problema algum nessa decisão de Snyder e da equipe de <i>Batman vs. Superman</i>. O filme tem a pretensão de privilegiar um nicho do público e segue coerente em todo o propósito traçado pelo realizador e pelo estúdio para os personagens da DC Comics, que possuem uma linha de ação e uma abordagem completamente diferente do tom da Marvel, diga-se de passagem.</p>
<p>Além de tudo isso, sejamos sinceros, no final das contas, entre os valores que filmes de super-heróis acabam adquirindo ao humanizar personagens que são mitos (a franquia <i>Homem-Aranha </i>de Sam Raimi), ao explorar o lado obscuro e violento deles (a versão de Christopher Nolan para o Batman desde <i>Batman Begins</i>), ao abordar discussões de importante cunho social (os filmes da série <i>X-Men</i>) ou fazer um exercício irônico de metalinguagem (<i>Deadpool</i>), o que importa mesmo é que estamos vendo um filme de super-heróis e o que a gente mais quer ver nesse caso específico é esse duelo de titãs, a primeira aparição da Mulher-Maravilha e por ai vai. Nesse sentido, e desde que você tenha consciência e consiga conviver com os problemas do longa, o primeiro encontro entre Batman e Superman cumpre os seus objetivos.</p>
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<p>P.S.: Algo que me aborreceu bastante durante a sessão de <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça</i>, como já antecipei, foi a massiva campanha de marketing feita em torno do filme com um ano e meio de antecedência. Entre diversas versões de trailers disponibilizadas pela Warner, imagens, pôsters, gifs e informações da internet, praticamente todo o filme foi revelado ao público antes mesmo dele ser lançado. Em diversos momentos, pensei se minha reação a determinadas cenas ou diálogos não seriam mais entusiasmadas caso não tivesse acesso a essas informações (e olha que evitei ao máximo, mas nos dias de hoje é praticamente impossível não se deparar com a oferta desses conteúdos). Diversas cenas marcantes e diálogos importantes do filme já haviam sido revelados antes mesmo dele chegar aos cinemas e isso foi uma grande mancada da Warner no que diz respeito a <i>Batman vs. Superman &#8211; A Origem da Justiça. </i>Provavelmente, a maior delas.</p>
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		<title>Nicole Kidman é sondada pela Warner para interpretar papel importante em Mulher-Maravilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2015 00:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em cartaz no Brasil com a biografia Grace de Mônaco, a vencedora do Oscar Nicole Kidman pode estar prestes a se juntar ao elenco de Mulher-Maravilha.  Segundo informações do site Collider, Kidman está em negociações com a Warner para viver Hyppolytta, a rainha amazona que na HQ é a mãe da princesa Diana, a Mulher-Maravilha. Primeiro filme de super-herói protagonizado por uma personagem feminina, Mulher-Maravilha terá a direção de Patty Jenkins (Monster &#8211; Desejo Assassino) e Gal Gadot interpretará o papel da personagem-título. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648.png"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-3912" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648.png" alt="intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648" width="600" height="382" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648.png 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/intTD_FIF_2013_05_15_HC_JURY_Longs_Metrages_CALL_Nicole_KIDMAN_Steven_SPIELBERG_0648-100x65.png 100w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>Em cartaz no Brasil com a biografia <em>Grace de Mônaco</em>, a vencedora do Oscar Nicole Kidman pode estar prestes a se juntar ao elenco de <em>Mulher-Maravilha.  </em>Segundo informações do site <i>Collider</i>, Kidman está em negociações com a Warner para viver Hyppolytta, a rainha amazona que na HQ é a mãe da princesa Diana, a Mulher-Maravilha.</p>
<p>Primeiro filme de super-herói protagonizado por uma personagem feminina, <em>Mulher-Maravilha </em>terá a direção de Patty Jenkins (<em>Monster &#8211; Desejo Assassino</em>) e Gal Gadot interpretará o papel da personagem-título. O ator Chris Pine será o seu interesse amoroso, Steve Trenor. Segundo informações do <em>Collider</em>, Hyppolytta deve aparecer no filme em <em>flashbacks </em>da juventude de Diana.</p>
<p>As filmagens de <em>Mulher-Maravilha </em>começarão em 2016 e o filme tem estreia prevista para 2017, mesmo ano em que será lançado o filme <em>Liga da Justiça</em>, reunindo os principais super-heróis da DC Comics. O filme <i>Batman vs. Superman, </i>que estreia em março de 2016, será um primeiro capítulo desta reunião de personagens e, como muitos já sabem, a princesa Diana terá uma participação importante.</p>
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