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	<title>Arquivos Eddie Redmayne - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Eddie Redmayne - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Enfermeiro da Noite (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baseado no livro homônimo de Charles Graeber e em fatos reais, O Enfermeiro da Noite, novo drama policial da Netflix, tenta trazer para sua narrativa uma empatia profunda com sua protagonista e elevar a tensão durante a projeção, através de uma relação próxima com a personagem principal, a Amy Loughren (Jessica Chastain). Ao mesmo tempo, a narrativa tenta desenvolver a relação dela com seu novo colega de trabalho, Charlie Cullen (Eddie Redmayne) que, para ela, inicialmente, seria um homem bom, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Baseado no livro homônimo de Charles Graeber e em fatos reais, <strong><em>O Enfermeiro da Noite</em></strong>, novo drama policial da Netflix, tenta trazer para sua narrativa uma empatia profunda com sua protagonista e elevar a tensão durante a projeção, através de uma relação próxima com a personagem principal, a Amy Loughren (Jessica Chastain). Ao mesmo tempo, a narrativa tenta desenvolver a relação dela com seu novo colega de trabalho, Charlie Cullen (Eddie Redmayne) que, para ela, inicialmente, seria um homem bom, que a ajuda a enfrentar longos turnos de trabalho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos são enfermeiros e Amy possui uma doença cardíaca grave e é ajudada por Charlie a esconder sua condição e a conseguir dar conta de seu trabalho, até que seu plano de saúde entre em ativa e ela possa fazer sua cirurgia. Todavia, a moça vai descobrindo que Charlie não é quem ela pensa. Ao invés de ser um rapaz generoso e bondoso, ele é um assassino, que mata já matou não apenas os pacientes de onde ela trabalha, mas de vários outros hospitais também. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, entre construir a imagem de Amy como uma mocinha quase perfeita, em explorar o desenvolvimento de sua amizade com Charlie e inserir o suspense vindo do fato que <em><strong>O Enfermeiro da Noite</strong></em> também é um filme criminal, o roteiro se perde, cortando e pulando momentos de tensão e intensidade e se alongando em detalhes menos necessários. </span>Até o primeiro ato, há espaço para que o público conheça Amy e sua rotina, o que é positivo, porque é possível se criar uma relação com a boa enfermeira (como se é dito no título original), o que gera uma torcida por ela.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16044" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Enfermeiro da Noite" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/5036438.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Todavia, a partir do segundo ato, não há mais espaço para se olhar para Amy e os crimes de Charlie precisam ser inseridos no enredo, bem como a investigação destes assassinatos e a sua resolução. É por isso que o longa-metragem não funciona como deveria. <span style="font-weight: 400;">O espectador é empurrado abruptamente para o clima de suspense, enquanto as tramas particulares de Amy são deixadas de lado. Para conseguir dar conta de todos os subplots inseridos ali, é preciso recorrer ao uso da cartela no final da sessão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O recurso em si não é equivocado, mas neste caso, ele vem para reparar a falta de espaço para solucionar todas os nós da narrativa. </span><span style="font-weight: 400;">Por fim, é possível falar também sobre a fotografia e da direção. Em termos de temperatura, os tons azulados/esverdeados funcionam aqui.</span><span style="font-weight: 400;"> Eles deixam uma sensação de permanência da melancolia e criam uma atmosfera de ambiente hospitalar. Mas, o jogo de luz e sombra compromete a fruição da atuação dos intérpretes em diversas sequências, como na conversa que Amy tem com Charlie sobre seu estado de saúde. Quem assiste não consegue ver todas as expressões faciais de Chastain e Redmayne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quando se observa a decupagem, o cineasta Tobias Lindholm (<em>Sequestro</em>) parece um tanto contido. </span><span style="font-weight: 400;">Enquadramentos muito fechados, durante a maioria da projeção fazem com que a tensão fique diluída. </span>Os closes são certeiros nos instantes de troca e de construção de amizade entre Amy e Charlie, porém, não há muita distinção dos momentos de drama &#8211; no sentido do gênero cinematográfico -, com os de ação/crime. Essa falta de diferenciação, deixa a obra monocórdica, o que pode gerar tédio. Talvez, a maior questão de <strong><em>O Enfermeiro da Noite</em></strong> seja a tentativa desesperada de criar um grande contraponto entre Amy, a boazinha e Charlie, o super vilão. No final das contas, este caminho deixa o filme raso.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tobias Lindholm</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jessica Chastain, Eddie Redmayne, Judith Delgado</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/LvGSlwdulwE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 23:57:05 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um longa do universo Harry Potter chega aos cinemas se fiando especialmente na base fervorosa de fãs que vai lotar as salas de exibição pelo simples fato de que faz parte da história dos bruxos que amamos. <strong><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></strong> é um filme cujo roteiro é tão questionável quanto o seu antecessor, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-crimes-de-grindelwald/"><em>Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald</em></a>. No entanto, aqui já temos uma exaustão por parte do espectador que a cada filme que passa se contenta menos com o que o universo bruxo está oferecendo. E quem está falando aqui é uma crítica de cinema que tem uma tatuagem de Harry Potter no braço. Só para vocês entenderem o meu nível de fã.</p>
<p>Não há o que minuciar muito aqui sobre a sinopse pois além de confusa, pode dar spoilers. Mas já toco aqui no ponto principal de problema do filme: ele é tão confuso quanto o anterior. O roteiro parece ter dificuldade de definir qual o seu foco principal, qual arco narrativo será levado em conta e até mesmo em definir o protagonista. Sim, o título carrega o nome de Dumbledore (Jude Law, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capita-marvel/"><em>Capitã Marvel</em></a>), mas ele divide o protagonismo com Newt Scamander (Eddie Redmayne, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-7-de-chicago-netflix/"><em>Os 7 de Chicago</em></a>). Essa enxurrada de informações em cima do espectador faz com que ele não se apegue a nenhuma causa que é apresentada, deixando o envolvimento com a trama apenas a cargo do cenário e universo onde a história está inserida. O que é até meio desrespeitoso com os fãs, para falar a verdade.</p>
<p>O romance entre Alvo e Grindelwald é algo muito mais martelado neste longa, mas sem justificar o vínculo para o espectador. Fala-se muito sobre o amor dos dois, mas sem mostrar nenhuma cena do passado que justifique. O que fica então são apenas palavras que não envolvem quem assiste, o que faz parecer que o envolvimento homossexual foi, de fato, apenas uma jogada de marketing de J.K Rowling para abarcar este público.</p>
<p>Para além disso, é decepcionante ver o que fizeram com Credence (Ezra Miller, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Liga da Justiça</em></a>). A grande promessa de que ele seria um vilão obscuro e temido, como surgiu ainda no primeiro filme, simplesmente é deixada de lado para mostrar um personagem apático, sem forças e sem representatividade. Ele não serve para quase nada na trama. Assim como ele, temos Teseus (Callum Turner, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-emma-now/"><em>Emma</em></a>), irmão de Newt, que também tem um arco narrativo tão inútil que poderia ser cortado do roteiro sem que dessem a menor falta.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15392" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore " width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/2179651.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O personagem que tem um destaque melhor nessa salada de frutas é Jacob Kowalski (Dan Fogler, A Discussão), cuja história é melhor desenvolvida e tem um carisma único. É uma delícia acompanhar seus momentos e dar risada com suas trapalhadas. Carisma que falta, por exemplo, ao tido protagonista Eddie Redmayne. Tenho minhas restrições porque, apesar de considerá-lo um bom ator, acho que seu maior traço de personalidade é ser estranho. E não acho que isso seja suficiente para sustentar esta demanda.</p>
<p>Mas me entendam. Não é que <em><strong>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore </strong></em>seja ruim. Tem lá seu entretenimento, bons momentos. As atuações são muito boas, o elenco é integrado, os efeitos especiais excelentes e a trilha sonora nos faz memorar Harry Potter, especialmente ao entrar novamente em Hogwarts. No entanto, nem tudo isso é capaz de nos fazer esquecer um roteiro ruim. Dado que o livro original no qual essa franquia é baseada é bem pequeno e sem grandes histórias, tudo vem sendo criado por J.K Rowling durante a produção. Isso me leva a crer que ela tem perdido completamente a mão na necessidade de &#8220;encher linguiça&#8221;.</p>
<p>A medida que chegamos ao final do longa, aí é que os arcos narrativos pobres são revelados de fato. Várias ações que sustentam as quase 2h30 de filme são invalidadas com decisões aleatórias. A prisão do irmão de Newt é completamente sem sentido, assim como a acusação de que Jacob era assassino. Queenie vai e volta do fascismo com a mesma facilidade que andamos na rua. Até o pacto de sangue entre Grindelwald e Dumbledore, o roteiro encontra um jeito de ignorar.</p>
<p>O que me deixa triste com <em><strong>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</strong></em> é ver um ótimo potencial perdido. São grandes atores com um universo pronto e que já possui uma legião fiel de fãs. Não precisava tanto esforço para entregar um material de qualidade e que agradasse a todos. No entanto, a opção de querer encher o roteiro de fios que nunca são conectados transformaram o filme em uma produção confusão, sem grande impacto e um tanto decepcionante.</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Yates</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Eddie Redmayne, Jude Law, Mads Mikkelsen, Ezra Miller, Dan Fogler, Alison Sudol, William Nadylam, Callum Turner</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5SjYFF2g35c" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Os 7 de Chicago (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 19:32:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Indicado ao Oscar 2021 em 6 categorias (Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Montagem e Melhor Canção Original), Os 7 de Chicago é uma apurada recriação do julgamento resultante de uma manifestação contra a guerra do Vietnã que interrompeu o congresso do partido Democrata em 1968. Tiveram vários confrontos, que resultaram no indiciamento de 16 pessoas. Com direção de Aaron Sorkin (Steve Jobs), o filme conta com Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman), Sacha Baron Cohen (Borat: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Indicado ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-a-lista-completa-de-indicados-ao-oscar-2021/"><em>Oscar 2021</em></a> em 6 categorias (Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Montagem e Melhor Canção Original), <strong><em>Os 7 de Chicago</em></strong> é uma apurada recriação do julgamento resultante de uma manifestação contra a guerra do Vietnã que interrompeu o congresso do partido Democrata em 1968. Tiveram vários confrontos, que resultaram no indiciamento de 16 pessoas. Com direção de Aaron Sorkin (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-steve-jobs/"><em>Steve Jobs</em></a>), o filme conta com Yahya Abdul-Mateen II (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>), Sacha Baron Cohen (Borat: Fita de Cinema Seguinte), Joseph Gordon-Levitt (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-entre-facas-e-segredos/"><em>Entre Facas e Segredos</em></a>), Eddie Redmayne (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-e-onde-habitam/"><em>Animais Fantásticos e Onde Habitam</em></a>), John Carroll Lynch (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jackie/"><em>Jackie</em></a>), Alex Sharp (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-trapaceiras/"><em>As Trapaceiras</em></a>) e Mark Rylance (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/"><em>Dunkirk</em></a>) no elenco.</p>
<p>A história verídica é exposta pelo foco que explora os personagens e suas minúcias de comportamento, com o objetivo de atrair o espectador a defender a causa que está sendo colocada em pauta. O perfil de <em><strong>Os 7 de Chicago</strong></em> é de um filme com roteiro predominantemente lento, que tem uma leve pressa no começo, mas que segue constante logo a seguir. Com isso, o espectador consegue compreender de maneira mais ampla as discussões que vão acontecendo, tal qual acontece com os jurados em cena.</p>
<p>Isso acaba levando a uma quebra de ritmo que poderia ser evitada com mais cenas expositivas e mais conteúdo de fato que fosse trazido. No entanto, é compreensível imaginar o quão complexa é a temática para colocar em 130 minutos de exibição. Os pontos mais importantes são destacados. Em especial, temos o contra ponto dos advogados de acusação, que pairam na berlinda da dúvida e objeção do tratamento dado pelo juiz responsável ao caso.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13862" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7-de-Chicago-Facebook-Netflix-Divulgacao.jpg" alt="Os 7 de Chicago" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7-de-Chicago-Facebook-Netflix-Divulgacao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7-de-Chicago-Facebook-Netflix-Divulgacao-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7-de-Chicago-Facebook-Netflix-Divulgacao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/7-de-Chicago-Facebook-Netflix-Divulgacao-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Várias demandas são debatidas e resolvidas em cena, sem beirar o excesso que poderia ocasionar em um roteiro como esse. O constante retorno aos tribunais &#8211; são dezenas de dias que vão sendo contados ao espectador &#8211; seria exaustivo e deveras monótono caso esses pequenos fios não fossem inseridos na trama, como o racismo com o personagem Bobby Seale.</p>
<p>O que eleva a produção a um nível ainda maior é a escolha acertada de elenco, especialmente no caso de Sacha Baron Cohen, que está excepcional no papel de Abbie Hoffman. É muito interessante ver o quão camaleão ele consegue ser em cena, sem deixar rastros de personagens passados ou que marcaram sua carreira. Eddie Redmayne também tem seu destaque merecido. O elenco, como um todo, demonstra muita unicidade e química, o que consegue encobrir alguns calos do roteiro.</p>
<p>Com uma história importante e de força, <em><strong>Os 7 de Chicago</strong></em> não recorre aos excessos para trazer importância à sua trama. É um filme com bom embasamento e trabalho dedicado de roteiro, atuação e direção, que rendeu merecidas indicações ao Oscar 2021. Ele tem potencial real de levar estatuetas, especialmente na categoria Melhor Ator Coadjuvante.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Aaron Sorkin<br />
<strong>Elenco:</strong> Yahya Abdul-Mateen II, Sacha Baron Cohen, Joseph Gordon-Levitt, Eddie Redmayne, John Carroll Lynch, Alex Sharp, Mark Rylance</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hunYgcovmjQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Animais Fantásticos e Onde Habitam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2016 04:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[J. K. Rowling]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Só quem é fã de Harry Potter sabe a emoção de entrar em uma sala de cinema tendo consciência que a temática será aquela trabalhada com tanto amor por nossa querida J. K. Rowling. Difícil controlar a ansiedade e mais difícil ainda é escrever um texto falando de tal película tentando ser o mais imparcial possível. Se eu falhar, meu mais sincero perdão. Nesta nova série que se inicia, o magizoologista Newton Scamander chega em Nova York com a missão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Só quem é fã de Harry Potter sabe a emoção de entrar em uma sala de cinema tendo consciência que a temática será aquela trabalhada com tanto amor por nossa querida J. K. Rowling. Difícil controlar a ansiedade e mais difícil ainda é escrever um texto falando de tal película tentando ser o mais imparcial possível. Se eu falhar, meu mais sincero perdão.</p>
<p>Nesta nova série que se inicia, o magizoologista Newton Scamander chega em Nova York com a missão de adquirir mais um animal exótico para sua coleção, que guarda com tanto apreço em sua maleta. No entanto, ao chegar em terras americanas, bate de frente com uma guerra iminente entre bruxos e trouxas, já que eventos sobrenaturais têm ameaçado a discrição do mundo mágico.</p>
<p>Depois de 15 anos do lançamento do primeiro filme da saga de Harry Potter, J. K. Rowling se arrisca voltando como produtora de um longa baseado em um livro que é mais um guia subsequente de sua obra original. Cuidadosa como sempre, desta vez ela aposta em uma temática mais adulta e voltada para aquele público juvenil que cresceu com Harry Potter, e que agora está beirando os 30 anos. Ainda assim, sem perder a essência da magia e do encanto. É como uma reverência à todo o público que a acompanhou durante todos esses anos.</p>
<p>Com a mesma roupagem dos oito filmes anteriores, Rowling consegue, junto com o diretor David Yates (o mesmo responsável pelos quatro últimos filmes da franquia original), trazer um universo completamente novo e atraente para o espectador, mesmo aquele que não leu o livro ou não acompanhou completamente a história anterior. Não há mesmice alguma, nem repetição de informações que já foram passadas. Embora o longa apresente muitos elementos novos, ele não soa como a introdução de um novo universo completamente do zero. Então não fica cansativo. Vai direto ao ponto.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6926" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/11/Animais-01.jpg" alt="FANTASTIC BEASTS AND WHERE TO FIND THEM" width="610" height="348" /></p>
<p>Por mais simplório que o roteiro pareça à primeira vista, ele tem muito espaço para desmembramentos e novas histórias. A introdução da magia em outro país é de grande sagacidade, mostrando as diferenças com o Reino Unido e trazendo o espectador ainda mais para perto. Por não se passar dentro de Hogwarts, como é o caso de quase todos os filmes da outra franquia, a sensação de magia é ainda mais próxima, mais real. E é simplesmente encantador.</p>
<p>A escolha de elenco também foi cuidadosa. Tenho minhas ressalvas quanto à Eddie Redmayne (mas quem não tem, não é verdade?). Ele é careteiro demais, cheio de expressões exageradas e trejeitos. Mas, como o personagem tem um quê de loucura e desleixo, combinou e funcionou particularmente bem, no final das contas. Sua parceira, Katherine Waterston se encaixa muito bem no papel de bruxa assustada e perdida. Mas o casal mais fofo e coerente do filme é protagonizado por Alison Sudol e Dan Fogler. Não tecerei maiores detalhes em respeito aos spoilers. Mas adianto que funcionam tão bem que conseguem brilhar mais que o casal principal.</p>
<p>A polêmica participação de Johnny Depp (que neste filme ainda é bem pequena) é bem coerente. Deixando de lado a questão pessoal dele como homem, artisticamente falando, ele foi uma boa escolha. Assim como Colin Farrel e Ezra Miller. Aliás, o elenco como um todo é brilhante e um deleite à parte.</p>
<p>Tentando manter a imparcialidade prometida no início do texto, devo confessar que o tom sombrio que perpassa todo o filme é, por vezes, desnecessário. A montagem também prejudica alguns momentos, cansando o espectador logo no finalzinho do filme (confere um ritmo disperso). Mas nada que chame a atenção ou que faça o filme perder o brilho. São meros detalhes.</p>
<p>Ao final, J. K. Rowling conseguiu trazer de volta o universo mágico de bruxos e trouxas com tamanha sabedoria que terá espaço de sobra para criar as histórias que quiser nos próximos quatro filmes já confirmados e anunciados desta franquia. Ela consegue honrar sua própria obra, mas, principalmente, honrar seus leitores. Uma excelente e reconfortante notícia para qualquer fã de Harry Potter.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/2yRn-FN2Tdg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Garota Dinamarquesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2016 19:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Garota Dinamarquesa]]></category>
		<category><![CDATA[Alicia Vikander]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Redmayne]]></category>
		<category><![CDATA[Einar Wegener]]></category>
		<category><![CDATA[Gerda Wegener]]></category>
		<category><![CDATA[Lili Elbe]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hooper]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A identidade de gênero é um tema que está na ordem do dia e talvez por isso mesmo somente agora a história de Lili Elbe, primeira transsexual a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo, finalmente tenha conseguido sair das páginas do livro de David Ebershoff e ganhar a tela grande nessa adaptação cinematográfica dirigida por Tom Hopper (O Discurso do Rei e Os Miseráveis) intitulada A Garota Dinamarquesa. Para quem não está por dentro da trajetória desse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4500" aria-describedby="caption-attachment-4500" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4500 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/r-1-620x319.jpg" alt="r-1" width="620" height="319" /><figcaption id="caption-attachment-4500" class="wp-caption-text">Ficção salva pela realidade: Graças à interessante história de vida dos seus biografados, longa de Tom Hooper salva-se do completo fiasco.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>A identidade de gênero é um tema que está na ordem do dia e talvez por isso mesmo somente agora a história de Lili Elbe, primeira transsexual a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo,<i> </i>finalmente tenha conseguido sair das páginas do livro de David Ebershoff e ganhar a tela grande nessa adaptação cinematográfica dirigida por Tom Hopper (<i>O Discurso do Rei </i>e <i>Os Miseráveis</i>) intitulada <i>A Garota Dinamarquesa</i>. Para quem não está por dentro da trajetória desse filme, ele foi durante anos um dos projetos mais desejados de Nicole Kidman, que queria não apenas estrelar o longa como Einar Wegener/Lili Elbe como produzir a obra, tendo Charlize Theron como sua colega de cena na pele de Gerda Wegener e o diretor Tomas Alfredson (<i>Deixe Ela Entrar </i>e <i>O Espião que sabia Demais</i>) na condução. A tentativa de financiamento do filme não deu certo e Kidman cedeu  a oportunidade para Tom Hooper e companhia subirem a bordo da delicada história por trás da transformação de Einar Wegener em Lili Elbe. O resultado não é dos mais satisfatórios, pois além de Hooper entregar um filme repleto de artificialidades e maneirismos, ainda não consegue lidar com um tema tão delicado quanto a identidade de gênero.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Para quem não está familiarizado com a trama do filme, <i>A Garota Dinamarquesa </i>conta a história real do pintor dinamarquês Einar Wegener que descobre sua identidade feminina quando começa a se vestir como mulher para que sua esposa Gerda Wegener pintasse os seus primeiros quadros. Ao transformar-se em Lili Elbe, Wegener torna-se a primeira transsexual a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo em uma época na qual o procedimento era extremamente arriscado e a transsexualidade começava a ser entendida pela medicina e pela psiquiatria em meio aos inerentes preconceitos sociais da sociedade da época, que, por sinal, não eram muito diferentes dos de hoje, apenas eram mais escancarados.</p>
</div>
<figure id="attachment_4501" aria-describedby="caption-attachment-4501" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4501 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/thedanishgirl2-620x319.jpg" alt="" width="620" height="319" /><figcaption id="caption-attachment-4501" class="wp-caption-text">Atores: Eddie Redmayne e Alicia Vikander cumprem funções que não conseguem ser cumpridas pelo diretor e pela roteirista Lucinda Coxon.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><i>A Garota Dinamarquesa </i>é o tipo de filme que beneficia-se pela história dos personagens reais que biografa. Assim, ainda que a falta de traquejo de Tom Hooper com a câmera que era visível em <i>O Discurso do Rei </i>e <i>Os Miseráveis </i>(ângulos e movimentos aleatórios, por exemplo) persista em <i>A Garota Dinamarquesa </i>(em menor grau, é verdade), a admirável relação do casal Wegener e o pioneirismo de Lili Elbe em sua luta para simplesmente ser o que é se sobrepõem à própria obra cinematográfica. Assim, por mais que <i>A Garota Dinamarquesa </i>possua inúmeras falhas como peça cinematográfica, existe um personagem cuja história de vida está acima de qualquer filme e isso acaba engrandecendo de certa maneira o longa de Tom Hooper. Dessa forma, ainda que o diretor continue com uma direção de pouco pulso marcada por decisões nada inspiradas, apelando para um certo conservadorismo na maneira como aborda a história, e o roteiro explore muito menos do que deveria os meandros do conflito de identidade de gênero vivido por Einar/Lili, existe uma trama em pauta no momento e que pulsa sua urgência em ser conhecida que acaba colocando os equívocos estéticos e narrativos do filme no segundo plano.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Nesse sentido, é preciso reconhecer que o desempenho de Eddie Redmayne como Einar/Lili é fundamental para suprir as lacunas deixadas pelo roteiro e pela direção do longa. É a partir da interpretação de Redmayne que o público consegue ter uma dimensão do sofrimento de Lili Elbe por não encontrar uma resposta convincente a respeito do conflito de identidade que vive. Ao lado dele está Alicia Vikander que expõe para o público o outro lado da história, o da esposa de Einar/Lili, Gerda Wegener, que também vive o seu próprio conflito. Vikander interpreta com muita delicadeza uma mulher que vê gradualmente o homem que pensava conhecer desaparecer da sua vida para dar lugar a outra pessoa. Ainda assim, entre Lili e Gerda sobrevive o respeito e o amor que nutrem uma pela outra e Redmayne e Vikander conseguem conduzir tudo isso com muita delicadeza.</p>
</div>
<figure id="attachment_4502" aria-describedby="caption-attachment-4502" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4502 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/the-danish-girl-620x344.jpg" alt="the-danish-girl" width="620" height="344" /><figcaption id="caption-attachment-4502" class="wp-caption-text">Favorita: Alicia Vikander é apontada como candidata em potencial ao Oscar de melhor atriz coadjuvante ao viver a esposa da transsexual vivida por Eddie Redmayne.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com todas as suas falhas e sua abordagem &#8220;quadradona&#8221; para um tema que merecia um pouco mais de profundidade e ousadia, <i>A Garota Dinamarquesa </i>tem sua &#8220;tábua de salvação&#8221; na rica e interessante relação dos seus personagens biografados. Ainda que mostre-se muito mais comedido em seus deslizes visuais do que em <i>O Discurso do Rei </i>e <i>Os Miseráveis</i>, Tom Hooper, ao lado da roteirista Lucinda Coxon, faz um filme que não faz jus por completo à história que o inspirou, restando aos atores Eddie Redmayne e Alicia Vikander suprirem as suas próprias faltas com a trama. Lili Elbe e Gerda Wegener mereciam um filme melhor, é verdade, mas <i>A Garota Dinamarquesa </i>expõe questões e vidas que são muito mais importantes do que o próprio cinema. E como é bom que histórias como as do casal Wegener sejam conhecidas cada vez mais pela sociedade. Ao menos esse serviço o filme faz.</p>
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		<title>Animais Fantásticos e Onde Habitam: Eddie Redmayne fala de seu encontro com J.K. Rowling</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 13:44:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Animais Fantásticos e Onde Habitam]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Redmayne]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Potter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ator Eddie Redmayne falou em recente entrevista que se encontrou com a escritora J.K. Rowling, antes das filmagens do longa Animais Fantásticos e Onde Habitam, que faz parte do mesmo mundo da série Harry Potter. Redmayne vai interpretar o protagonista do filme dirigido por David Yates, responsável também pelos últimos filmes da franquia. “Enquanto estava me preparando, eu conheci J.K. Rowling e é incrível que a imaginação dela é tão completa e cuidadosa – é uma enciclopédia do seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/b81f89_f26a50f649e84c5da069ed77883950b6.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-3874" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/b81f89_f26a50f649e84c5da069ed77883950b6-544x400.jpg" alt="b81f89_f26a50f649e84c5da069ed77883950b6" width="544" height="400" /></a></p>
<p>O ator Eddie Redmayne falou em recente entrevista que se encontrou com a escritora J.K. Rowling, antes das filmagens do longa <strong><em>Animais Fantásticos e Onde Habitam</em></strong>, que faz parte do mesmo mundo da série <em>Harry Potter</em>. Redmayne vai interpretar o protagonista do filme dirigido por David Yates, responsável também pelos últimos filmes da franquia.</p>
<p style="padding-left: 30px;">“Enquanto estava me preparando, eu conheci J.K. Rowling e é incrível que a imaginação dela é tão completa e cuidadosa – é uma enciclopédia do seu mundo. Nós tivemos uma hora juntos e eu meio que fiz a ela umas 800 perguntas, então isso foi grande parte da minha maravilhosa pesquisa”, afirmou Eddie.</p>
<p>O elenco conta ainda com Katherine Waterston (Tina), Ezra Miller (Kredan), Alison Sudol (Queenie), Colin Farrell (Graves), Dan Fogler (Jacob), Gemma Chan, Jon Voight e o recém-confirmado Ron Perlman. O filme adaptará o livro didático no mundo de Harry Potter que cataloga 75 espécies de criaturas mágicas pelos cinco continentes. Os filmes contarão as viagens do autor do livro, Newt Scamander (Redmayne), 70 anos antes do início da jornada de Harry Potter.</p>
<p>O filme <em>Animais Fantásticos e Onde Habitam</em> está previsto para chegar aos cinemas em 18 de novembro de 2016.</p>
<p><span style="color: #999999;">(Com informações do site Omelete)</span></p>
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		<title>Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2015 21:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques: 01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por Aliança do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros festivais internacionais de maior visibilidade desse segundo semestre encerraram suas atividades esta semana e, como é tradição, a repercussão de alguns dos títulos exibidos nesses eventos surge atrelada a temporada de premiações do cinema. De olho no Oscar e cia., os veículos especializados já apontam os nomes desses festivais que podem pintar com fortes chances nos prêmios do início do ano que vem. Confira abaixo os destaques:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3527" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236-620x372.jpeg" alt="4bb9b3af-24ea-44a1-adef-fe96fff52749-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>01. Johnny Depp favorito aos prêmios de melhor ator por <em>Aliança do Crime</em></strong></p>
<p>Ao que tudo indica, Johnny Depp é o candidato a ser batido nas categorias de melhor ator. Depp deixou todos estarrecidos com sua interpretação no longa <strong><em>Aliança do Crime</em> </strong>(no original, <em>Black Mass</em>), de Scott Cooper (<em>Coração Louco</em>). O filme saiu do Festival de Veneza com ótimas cotações para o desempenho do ator, tido por alguns como um dos melhores da sua carreira em anos.</p>
<p>Ao lado de um elenco formado por Benedict Cumberbatch, Dakota Johnson, Joel Edgerton e Kevin Bacon, Johnny Depp interpreta um violento criminoso de Boston que era irmão de um senador e tornou-se informante do FBI.</p>
<p>Depp promete enfrentar pela frente Eddie Redmayne, de <em>A Garota Dinamarquesa</em>, e Leonardo DiCaprio, de<i> O Regresso</i>, novo filme de Alejandro Gonzalez-Iñarritu, que sequer foi visto ainda. Como a vitória de Redmayne surge com uma certa dúvida, tendo em vista que o ator ganhou vários prêmios na temporada passada com <em>A Teoria de Tudo, </em>e Depp é um dos atores mais celebrados da indústria que ainda não tem uma estatueta, o protagonista de <em>Aliança do Crime </em>tem tudo para levar alguns prêmios.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WPOcBiymuu0" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3218" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/spotlight1-620x349.jpg" alt="spotlight" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>02.<em> Spotlight</em> é comparado a<em> Todos os Homens do Presidente</em></strong></p>
<p>O filme sobre um grupo de jornalistas de Boston que investigaram um caso envolvendo padres pedófilos foi comparado a um dos maiores filmes do gênero, <em>Todos os homens do presidente. <strong>Spotlight</strong></em> pode ser um novo <em>Zodíaco </em>ou<em> Os Suspeitos (2013) </em>e ser cultuado apenas pela crítica e por cinéfilos, mas pode também ser uma espécie de <em>Sobre Meninos e Lobos </em>e conquistar alguns prêmios.</p>
<p>No trabalho do diretor Tom McCarthy (<em>O Visitante</em>), as performances de Michael Keaton, Mark Ruffalo e Rachel McAdams foram exaltadas. É possível que, por ser um &#8220;filme de elenco&#8221;, eles concorram como coadjuvantes, o que será ótimo. McAdams pode conseguir fazer sua carreira cinematográfica finalmente decolar (merecidamente, diga-se de passagem) e Keaton não teria a sombra da concorrência de Eddie Redmayne pelo segundo ano consecutivo, tendo até mesmo chances de vencer um Oscar como coadjuvante.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/I7TYGRwZbE4" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3528" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236-620x372.jpeg" alt="7dabf8d9-ba34-4ce4-9934-a668bbcb883b-2060x1236" width="620" height="372" /></a></p>
<p><strong>03. Eddie Redmayne transforma <em>A Garota Dinamarquesa </em>em material para Oscar</strong></p>
<p><strong><em>A Garota Dinamarquesa</em></strong>, como os filmes anteriores de Tom Hooper (<em>O Discurso do Rei </em>e <em>Os Miseráveis</em>) não foi uma unanimidade da crítica. Ao ser exibido em Veneza, o filme foi questionado por um certo excesso de didatismo ao trazer para o público as questões de gênero.</p>
<p>O longa que traz a história da primeira mulher trans que se submeteu a uma cirurgia tem o vencedor do Oscar do ano passado Eddie Redmayne no papel principal. Ao contrário do filme em si, os seus atores saíram ilesos. As performances de Redmayne e Alicia Vinkander foram bastante elogiadas. A dúvida é se Vinkander concorreria como coadjuvante ou atriz.</p>
<p>Como o gosto do Oscar muitas vezes não coincide com as escolhas da crítica é bem possível que ele figure nas categorias principais como filme e por ai vai, afinal a Academia adora filmes com fortes desempenhos por ter muitos atores no seu quadro de votantes.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XrVMJ6myjTQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3529" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/suffragette-605x400.jpg" alt="suffragette" width="605" height="400" /></a></p>
<p><strong>04. <i>Suffragette </i>torna Carey Mulligan favorita aos prêmios de melhor atriz</strong></p>
<p>Em Telluride, a primeira exibição de <em><strong>Suffragette</strong> </em>trouxe muitos elogios à performance de Carey Mulligan, que desponta, até o momento, como uma grande favorita aos prêmios de melhor atriz. Nem mesmo a presença de Helena Bonham Carter e Meryl Streep no elenco ofuscou o brilho da performance de Mulligan, dizem os críticos. Sobre la Streep, todos afirmam que a participação dela na história é muito pequena e praticamente se resume ao que pode ser visto no trailer da produção. Ainda assim, não está descartada uma possível indicação para elas como coadjuvantes.</p>
<p>O filme conta a história do início do movimento feminista na Inglaterra e é dirigido por Sarah Gavron, de <em>Brick Lane</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GfeBC1WYLFw" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3530" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-2-620x349.jpg" alt="maxresdefault (2)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>05. Aaron Sorkin e o roteiro engenhoso de <em>Steve Jobs</em></strong></p>
<p>Biografias não têm tido muita sorte nos últimos anos, mas o roteiro de Aaron Sorkin (vencedor do Oscar por <em>A Rede Social </em>e criador de séries como <i>The West Wing </i>e <em>The Newsroom</em>) e a direção de Danny Boyle (<em>Quem quer ser um milionário?</em>) transformaram <em><strong>Steve Jobs</strong> </em>em material para Oscar, passando longe do péssimo <em>Jobs </em>com Ashton Kutcher.</p>
<p>Exibido em Telluride, <em>Steve Jobs </em>rendeu elogios à performance de Michael Fassbender, que pode ser indicado a prêmios na pele do protagonista, e Kate Winslet, séria candidata na categoria coadjuvante por interpretar Joanna Hoffman, integrante da equipe que criou o Macintosh.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/P2avRagAJK8" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3531" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/ROOM_Poster-816x460-620x350.jpg" alt="ROOM_Poster-816x460" width="620" height="350" /></a></p>
<p><strong>06.<em> </em><em>Room</em> é o <em>indie</em> do ano. Será que agora Brie Larson decola?</strong></p>
<p>Todo ano temos um <em>indie </em>que se destaca. Por enquanto, esse título é do drama<strong> <em>Room</em></strong>, de Lenny Abrahamson (diretor de <em>Frank</em>). No longa, a atriz Brie Larson vive uma mulher que cria o seu filho em um quarto, o que faz com que a única percepção que ele tenha do mundo seja a daquele cômodo.</p>
<p>Larson, que anos atrás surgiu como uma revelação em <em>Temporário 12</em>, mais uma vez desponta no circuito &#8220;alternativo&#8221; e recebeu algumas das mais calorosas críticas por seu desempenho nesse longa. Se o filme fizer uma boa campanha, é possível que ela seja indicada a prêmios de melhor atriz. O mesmo se aplica a Joan Allen, um forte palpite como atriz coadjuvante. William H. Macy também faz parte da produção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PPZqF_TPTGs" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3564" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/maxresdefault-3-620x349.jpg" alt="maxresdefault (3)" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong>07. </strong><strong>Netflix pode abocanhar o Oscar com </strong><strong><em>Beasts of no Nation</em></strong></p>
<p>A Netflix promete marcar presença na temporada com o primeiro filme produzido por eles,<strong> </strong><em><strong>Beasts of no Nation,</strong> </em>de Cary Fukunaga ( de <em>Jane Eyre </em>e da primeira temporada de <em>True Detective</em>). O longa conta a história de um jovem que luta durante a Guerra Civil em um país africano.</p>
<p>Idris Elba interpreta um militar e chamou a atenção por sua performance. O filme como um todo recebeu elogios rasgados em Telluride. O grande empecilho, dizem alguns, é a violência da história que pode afastar um setor mais conservador da Academia. No entanto, <em>Beasts of no Nation </em>é apontado por alguns críticos como um filme a ser superado na temporada. A questão é que nem sempre o gosto da crítica coincide com o gosto das comissões de votantes do Oscar, do Globo de Ouro, do SAG&#8230; É só ver o destino de <em>O Ano mais Violento </em>na temporada passada.</p>
<p>A Netflix pretende lançar o filme primeiro nos cinemas para somente depois de algum tempo disponibilizá-lo no site.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/D7gV-3PYxuM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/radar-do-oscar-destaques-dos-festivais-de-veneza-e-telluride-abrem-vantagem-na-temporada/">Radar do Oscar: Destaques dos festivais de Veneza e Telluride abrem vantagem na temporada</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Confira o primeiro trailer de A Garota Dinamarquesa, com Eddie Redmayne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 20:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[A Garota Dinamarquesa]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Redmayne]]></category>
		<category><![CDATA[The Danish Girl]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiu o primeiro trailer do longa A Garota Dinamarquesa, com o ator Eddie Redmayne como protagonista. O enredo traz a história real de Einar, o primeiro jovem a fazer cirurgia de mudança de sexo, nos anos 1920. O filme foca em seu relacionamento com sua esposa e como ele começa a descobrir e, então assumir, a identidade de Lili. No trailer é possível ver a transformação do personagem, não apenas fisicamente, mas emocionalmente, ao finalmente assumir para si mesmo que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/download.jpg"><img decoding="async" class=" size-full wp-image-3492 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/download.jpg" alt="download" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Saiu o primeiro trailer do longa <strong><em>A Garota Dinamarquesa</em></strong>, com o ator Eddie Redmayne como protagonista. O enredo traz a história real de Einar, o primeiro jovem a fazer cirurgia de mudança de sexo, nos anos 1920. O filme foca em seu relacionamento com sua esposa e como ele começa a descobrir e, então assumir, a identidade de Lili.</p>
<p>No trailer é possível ver a transformação do personagem, não apenas fisicamente, mas emocionalmente, ao finalmente assumir para si mesmo que é, na verdade, uma mulher. O vídeo traz também a relação com sua então esposa e como ela reagiu e deu suporte nesta transformação, até então inédita.</p>
<p>Quem assume a direção é Tom Hooper, o mesmo de <em>O Discurso do Rei</em> e <em>Os Miseráveis</em>. A atuação de Eddie já está cotada para um possível Oscar em 2016. Ainda não há previsão de estreia do longa no Brasil, mas nos EUA deve chegar aos cinemas no final de novembro.</p>
<p><strong>Confira o trailer abaixo!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vjq2FgjpXow" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Teoria de Tudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2015 20:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Teoria de Tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Redmayne]]></category>
		<category><![CDATA[Felicity Jones]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O físico Stephen Hawking talvez seja uma das figuras mais conhecidas e respeitadas do círculo científico, não apenas pelo seu legado acadêmico, mas também por sua luta contra a esclerose lateral amiotrófica, doença que descobriu ser portador na década de 1960 e que paralisou os músculos do seu corpo. O diagnóstico dos médicos era que Hawking teria plena função cerebral, mas perderia sua capacidade de se movimentar gradativamente e conseguiria viver por apenas dois anos. Contudo, contrariando todas estas expectativas, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-teoria-de-tudo/">Crítica: A Teoria de Tudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/theory-of-everything.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2676" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/theory-of-everything-620x359.jpg" alt="theory-of-everything" width="620" height="359" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">
<p>O físico Stephen Hawking talvez seja uma das figuras mais conhecidas e respeitadas do círculo científico, não apenas pelo seu legado acadêmico, mas também por sua luta contra a esclerose lateral amiotrófica, doença que descobriu ser portador na década de 1960 e que paralisou os músculos do seu corpo. O diagnóstico dos médicos era que Hawking teria plena função cerebral, mas perderia sua capacidade de se movimentar gradativamente e conseguiria viver por apenas dois anos. Contudo, contrariando todas estas expectativas, o físico vive e continua atuante no meio até hoje.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Trata-se de uma grande história de vida e era esperado que alguém um dia a levasse para as telas seguindo à risca tudo o que se espera de uma cinebiografia, algo nos molde de <i>Uma Mente Brilhante</i>, de Ron Howard, por exemplo: um gênio &#8220;aprisionado&#8221; por uma enfermidade, sua esposa dedicada, grandes feitos para a humanidade etc. <i>A Teoria de Tudo</i>, filme que leva a trajetória de Hawking para as telas, segue todas essas regras mas guarda algumas pequenas subversões quando abandona o rótulo de cinebiografia e lança o seu olhar para o casamento do físico com Jane Hawking, de quem acabou se separando após 26 anos de relação.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Diretor mais conhecido pelos documentários <i>O Equilibrista </i>e <i>Projeto Nim</i>, James Marsh não se arrisca muito em <i>A Teoria de Tudo</i>, confere uma atmosfera romântica no início do relacionamento entre Stephen e Jane, cedendo espaço para a sobriedade no momento em que Hawking começa a apresentar os primeiros sinais da doença, tudo isso com o auxílio do tímido e pouco inspirado trabalho de fotografia de Benoit Delhomme (de <i>O Menino do Pijama Listrado</i>). Marsh também flerta muito com o melodrama, apela para recursos ingênuos como o flashback em <i>rewind</i> já no desfecho do filme e conta com a trilha sonora invasiva de Johan Johannsson, que jamais entra em harmonia com a própria história e parece querer arrancar emoções do espectador a todo custo.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/a-teoria-de-tudo.01.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2677" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/a-teoria-de-tudo.01-620x348.jpg" alt="a-teoria-de-tudo.01" width="620" height="348" /></a></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Em contrapartida, o diretor consegue êxito quando se apoia no forte desempenho de Eddie Redmayne na pele de Hawking. E por mais que saibamos que o Oscar pode premiá-lo porque este é o típico papel que chama a atenção da Academia e não por ser necessariamente o melhor do ano, não podemos negar que a performance dele é admirável, digna de qualquer honraria. Redmayne consegue ser suave e preciso fisicamente, tornando a piora do quadro clínico do seu personagem um percurso gradativo na história, ou seja, o ator evita transições muito bruscas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>No entanto, também é preciso reconhecer o discreto desempenho de Felicity Jones como Jane Hawking, a quem o filme deve toda a sua singularidade no terreno das biografias &#8220;oscarizáveis&#8221;. Quando <i>A Teoria de Tudo</i> torna-se um filme sobre o casal Hawking e volta-se para a difícil empreitada assumida por Jane ao levar a frente um casamento com um homem com as limitações de Stephen, deixando de lado suas ambições profissionais e pessoais, o longa se transforma em uma história ainda mais rica. Nesse momento, <i>A Teoria de Tudo </i>deixa de seguir o protocolo cumprido pela maioria das cinebiografias e passa a ser a um filme com uma perspectiva original sobre os seus protagonistas, especialmente sobre esta jovem mulher que, ainda que amasse Stephen, tinha toda uma vida pela frente.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>É uma pena que ao retornar suas atenções para a ascensão da carreira científica de Stephen Hawking, <i>A Teoria de Tudo</i> retorne a narrar a história do &#8220;admirável homem e da grande mulher que está por trás dos seus grandes feitos&#8221;. É um pouco ainda mais desanimador quando sabemos que o filme é baseado em um livro da própria Jane Hawking, que talvez tenha introjetado este conceito na sua própria biografia sem perceber. O resultado é que temos um filme muito mais inspirado e menos protocolar do que se esperava, mas que, no fundo repete, ainda que não tenha consciência disso, determinados tropeços. Existe timidamente em <i>A Teoria de Tudo</i> uma interessante trama de sentimentos complexos protagonizada por uma mulher sufocada pela trajetória inegavelmente admirável do grande Stephen Hawking. Mesmo que não caia no equívoco de simplificar as emoções de Jane e até mesmo vilanizá-la, é uma pena que o filme não tenha aproveitado mais o potencial de narrar a sua história.</p>
</div>
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