<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Dwayne Johnson - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/dwayne-johnson/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/dwayne-johnson/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 Oct 2022 18:08:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Dwayne Johnson - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/dwayne-johnson/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Adão Negro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 11:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Sztykiel]]></category>
		<category><![CDATA[Adão Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Aldis Hodge]]></category>
		<category><![CDATA[Black Adam]]></category>
		<category><![CDATA[Bodhi Sabongui]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[DC]]></category>
		<category><![CDATA[DC Films]]></category>
		<category><![CDATA[DCEU]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[Jaume Collet-Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Marwan Kenzari]]></category>
		<category><![CDATA[Mohammed Amer]]></category>
		<category><![CDATA[New Line Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Noah Centineo]]></category>
		<category><![CDATA[Pierce Brosnan]]></category>
		<category><![CDATA[Quintessa Swindell]]></category>
		<category><![CDATA[Rory Haines]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Shahi]]></category>
		<category><![CDATA[Sohrab Noshirvani]]></category>
		<category><![CDATA[Universo Estendido DC]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros Pictures]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15988</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após a pandemia de covid-19 ter interferido em diversas produções da DC Films dos últimos anos, Adão Negro chega com pré estreias nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (20) com o objetivo de ser um recomeço para o Universo Estendido da DC. Além dos atrasos causados pelo coronavírus, questões institucionais da Warner Bros. Pictures vêm interferindo no processo criativo e na unidade dos filmes do DCEU. No entanto, o novo longa-metragem inspirado nas hqs da DC parece colocar o universo de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/">Crítica: Adão Negro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a pandemia de covid-19 ter interferido em diversas produções da DC Films dos últimos anos, <em><strong>Adão Negro</strong></em> chega com pré estreias nos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (20) com o objetivo de ser um recomeço para o Universo Estendido da DC. Além dos atrasos causados pelo coronavírus, questões institucionais da Warner Bros. Pictures vêm interferindo no processo criativo e na unidade dos filmes do DCEU. No entanto, o novo longa-metragem inspirado nas hqs da DC parece colocar o universo de volta nos trilhos.</p>
<p>As incertezas que envolviam o Universo Estendido começam a diminuir com a manutenção de Ben Affleck (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo</em></a>, de 2021, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bar-doce-lar-prime-video/"><em>Bar Doce Lar</em></a>, de 2022) como o Cavaleiro das Trevas e o retorno de Henry Cavill (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-efeito-fallout/"><em>Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</em></a>, de 2018, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-enola-holmes-netflix/"><em>Enola Holmes</em></a>, de 2020) ao seu papel de Super Homem, confirmado pelo Dwayne &#8220;The Rock&#8221; Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/"><em>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</em></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/"><em>Alerta Vermelho</em></a>, de 2021) numa premiere de <strong><em>Adão Negro</em></strong>.  Apesar do cancelamento de <em>Batgirl</em>, das polêmicas envolvendo Ezra Miller (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>, de 2017, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-segredos-de-dumbledore/"><em>Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore</em></a>, de 2022) e do lançamento do <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/"><em>Snyder Cut</em></a>, o novo longa, estrelado por The Rock, traz bons ventos para o futuro do DCEU com uma narrativa redonda, divertida e com cenas de ação surpreendentes.</p>
<p>Quando a cidade de Kahndaq está sob uma ameaça moderna, Adão Negro, antes conhecido como Teth-Adam (Dwayne Johnson), é despertado após 5000 anos de sua última aparição. Enquanto tenta salvar a sua terra natal da única forma que sabe &#8211; com fúria e vingança -, a Sociedade da Justiça é convocada para intervir na forma que o suposto vilão está tentando salvar Kahndaq. O encontro não sai como o planejado e os heróis terão que encontrar uma forma de fazer com que Adão Negro entenda o seu papel no mundo e a responsabilidade de seus poderes.</p>
<figure id="attachment_15990" aria-describedby="caption-attachment-15990" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-15990" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-750x500.jpg" alt="Adão Negro (2022)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Adao-Negro-1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-15990" class="wp-caption-text">Dwayne Johnson em cena de &#8220;Adão Negro&#8221; (2022)</figcaption></figure>
<p>Um dos principais acertos da produção é o roteiro. Com uma adaptação inteligente e interessante da origem do arqui-inimigo do Shazam, <strong><em>Adão Negro</em></strong> entrega uma narrativa que discute a relação entre neoimperialismo no Oriente Médio e o esvaziamento da dicotomia bem versus mal. Infelizmente a discussão social e histórica sobre as ocupações em países do oriente por nações ocidentais acaba ficando em segundo plano, mas nada que atrapalhe a história. Pelo contrário, é uma grata surpresa perceber que o subgênero esteja se preocupando cada vez mais em trazer discussões atuais e relevantes para suas tramas heroicas.</p>
<p>Quanto ao quesito do bem contra o mal, esse acaba sendo o foco central do roteiro de Adam Sztykiel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/"><em>Rampage &#8211; Destruição Total</em></a>, de 2018), Rory Haines e  Sohrab Noshirvani. A escolha, apesar de ser comum a diversos filmes de super heróis, é trabalhada de uma forma criativa, graças a presença da Sociedade da Justiça. A interação entre o personagem título e os componentes da Sociedade &#8211; em especial com o Doutor Destino (Pierce Brosnan) e o Gavião Negro (Aldis Hodge) &#8211; cria uma fluidez no roteiro que conduz o espectador numa jornada intrigante. E, apesar de ser um único longa trazendo duas frentes de apresentação de personagens relevantes para as hqs e para o futuro do DCEU, <strong><em>Adão Negro</em></strong> consegue fazer isso de forma cuidadosa e equilibrada.</p>
<p>Além do elenco coeso e das apresentações do personagens serem agradáveis, as cenas de ação são outro ponto forte de <strong><em>Adão Negro</em></strong>. Apesar do uso um tanto exagerado de <em>slow-motion</em> para impactar o público, a ira do personagem de The Rock é mostrada em cada ataque dele. É importante perceber o cuidado (e a corajosa escolha de subir a faixa etária do filme) ao colocar cenas de luta e mortes mais gráficas. Ao fazer isso, a produção se mostra atenta ao cerne do seu personagem principal e decide priorizar isso, uma vez que a violência define o interior de Teth-Adam. Escolha essa que pode ter sido facilitada pela experiência de Jaume Collet-Serra (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/"><em>Águas Rasas</em></a>, de 2016, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-passageiro/"><em>O Passageiro</em></a>, de 2018) em trabalhos prévios de terror e suspense.</p>
<p><em><strong>Adão Negro</strong></em>, com sua trajetória e narrativa singular, parece ser um sinal de que ainda há esperanças para o futuro do DCEU. Para os fãs do personagem título e da DC, o longa é um presente que há muito não se via &#8211; inclusive por sua única cena pós créditos. Para os amantes do subgênero, a diversão é garantida do início ao fim, com uma história que consegue se sustentar sozinha, não tem amarras e nem se faz dependente de nenhuma produção prévia. O carisma e a influência de Dwayne Johnson conseguiram fazer com que um filme pandêmico, que passou por refilmagens, se tornasse um farol de esperança.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jaume Collet-Serra</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Aldis Hodge, Noah Centineo, Sarah Shahi, Marwan Kenzari, Quintessa Swindell, Bodhi Sabongui, Viola Davis e Pierce Brosnan</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/lROrY_3PmQA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/">Crítica: Adão Negro</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-adao-negro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Alerta Vermelho (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 15:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Red Notice]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Reynolds]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=14769</guid>

					<description><![CDATA[<p>Misturando comédia, ação e aventura, Alerta Vermelho é um típico filme desta leva de misturebas de gêneros, que caminha e caminha, mas não alcança  lugar algum. No entanto, apesar de toda a sua enrolação para chegar ao ponto certo de sua linha narrativa, esta é uma obra que consegue, em partes, cumprir sua função. Isto porque o longa-metragem diverte tanto que suas quase 2 horas de duração são imperceptíveis. Em seus pontos positivos é possível destacar a boa dinâmica entre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/">Crítica: Alerta Vermelho (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Misturando comédia, ação e aventura, <strong><em>Alerta Vermelho</em></strong> é um típico filme desta leva de misturebas de gêneros, que caminha e caminha, mas não alcança  lugar algum. No entanto, apesar de toda a sua enrolação para chegar ao ponto certo de sua linha narrativa, esta é uma obra que consegue, em partes, cumprir sua função. Isto porque o longa-metragem diverte tanto que suas quase 2 horas de duração são imperceptíveis.</p>
<p>Em seus pontos positivos é possível destacar a boa dinâmica entre Dwayne Johnson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jumanji-bem-vindo-a-selva/"><em>Jumanji: Bem-vindo à Selva</em></a>), Ryan Reynolds (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool/"><em>Deadpool</em></a>) e Gal Gadot (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>). Os três atores são marcados por filmes de heróis e super produções aventureiras, o que contribui para a experiência deles em sequência de luta. Há também uma boa orquestração dos golpes, que empolgam, e uma decupagem que deixa o espectador acompanhar cada movimentação do trio.</p>
<p>Obviamente, a duração dos planos não é tão extensa assim, como se é de costume em obras deste tipo, porém o diretor Rawson Marshall Thurber (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/"><em>Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</em></a>) emprega tempo suficiente de tela para as relações de disputa de poder das personagens e suas habilidades corporais – ou falta delas – sejam vistas. Além disto, Johnson, Reynolds e, surpreendentemente, Gadot conseguem trabalhar o timing cômico em cada cena, elevando o potencial de um texto um tanto fraco e que procura saídas fáceis para provocar o riso.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14777" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho.jpg" alt="Alerta Vermelho" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/alerta-vermelho-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Já em seu lado negativo, o longa peca, principalmente, pela demora de engatar a trama. Como também tem sido bastante recorrente em Hollywood, muitas produções apresentam múltiplos cenários, espalhados pelo mundo inteiro. Com diversos países colocados aqui, resta uma sensação de que a história está sempre começando, o que empaca o seu andamento. A partir do segundo ato, no entanto, o enredo parece deslanchar. Os conflitos passam a ser progressivos e há uma boa dinâmica rítmica, que intercala os momentos engraçados com os de ação e, ainda, consegue investigar um pouco dos relacionamentos entre as personagens principais.</p>
<p>Ainda assim, este ganho qualitativo é irregular e algumas cenas ou diálogos parecem sobrar dentro do contexto geral, como é o caso das longas explicações de Gadot sobre a execução de cada um de seus planos. Estes instantes apenas subestimam o público e não contribuem para o que está sendo contado. Além disso, o desfecho de <strong><em>Alerta Vermelho</em></strong> é um tanto embaraçoso. Os hollywoodianos têm dificuldade em saber como encerrar seus produtos, porém o mais doloroso é quando eles utilizam reviravoltas em seus finais, causando desconforto em quem assiste e uma aguardo infinito para que a sessão termine.</p>
<p>Aqui é exatamente isso que ocorre. Existem, pelo menos, três finalizações do longa, sendo uma delas um gancho para uma possível continuação. Desta maneira, com irregularidades, esta é uma obra que distrai e até faz rir, porém que poderia ter sido melhor executada. Com textos revisados e mais elaborados e uma conclusão menos boba, talvez, houvesse um resultado geral melhor e mais efetivo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Rawson Marshall Thurber</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Gal Gadot, Dwayne Johnson, Ryan Reynolds</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/5JQuYpBZarc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/">Crítica: Alerta Vermelho (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alerta-vermelho-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:43:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cliff Curtis]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David Leitch]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie Marsan]]></category>
		<category><![CDATA[Eiza Gonzalez]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Mirren]]></category>
		<category><![CDATA[Idris Elba]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Statham]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Vanessa Kirby]]></category>
		<category><![CDATA[Velozes e Furiosos]]></category>
		<category><![CDATA[Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10977</guid>

					<description><![CDATA[<p>Derivado da franquia Velozes e Furiosos, Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos blockbusters de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em Velozes e Furiosos pelo contraste entre seus estilos de ação. Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw segue a linha da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/">Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator">Derivado da franquia <i>Velozes e Furiosos</i>, <i><b>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</b> </i>transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos <i>blockbusters </i>de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em <i>Velozes e Furiosos</i> pelo contraste entre seus estilos de ação.</div>
<div class="separator"></div>
<div class="separator"><i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>segue a linha da ação e do humor autoconscientes dos filmes da franquia, funcionando em certa medida como uma espécie de paródia. Entretanto, o que era usado como um recurso eventual dos demais longas aqui toma a trama de maneira totalizante e daí fica difícil agradar totalmente quando seus recursos se restringem a piadas sobre músculos, tamanhos de pênis e a participação especial de um ator canastrão que anda supervalorizado.</div>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10979" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<div>É óbvio que <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>dispensa a seriedade no tratamento da sua história e, nesse sentido, o filme até que cumpre o seu objetivo contando uma história genérica e absurda que envolve um vírus e o aperfeiçoamento do ser humano através da tecnologia. Sob a direção de David Leitch ( o mesmo de <i>Deadpool 2 </i>e <i>Atômica</i>), o filme compreende como seus dois protagonistas servem à história, mas nem sempre isso é o suficiente quando as piadas são tão limitadas, soando repetitivas em dado momento.</div>
<div></div>
<div>De maneira geral, os dois personagens funcionavam mais como presença pontual nos outros <i>Velozes e Furiosos</i>. Dominantes em <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</i>, The Rock e Statham<i> </i>surgem como uma piada batida que é apenas contada de diferentes maneiras ao longo de mais de duas horas de projeção. O longa aparenta tirar um sarro do seu próprio sexismo e da sua cultura <i>crossfiteira </i>quando na verdade carrega consigo uma série de traços de um cinema de ação meio <i>démodé</i>.</div>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch<br />
<strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Jason Statham, Idris Elba, Vanessa Kirby, Helen Mirren, Eddie Marsan, Eiza Gonzalez, Cliff Curtis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/V4nxGVgDPEw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/">Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 20:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Arranha-Céu: Coragem Sem Limite]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[The Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=9114</guid>

					<description><![CDATA[<p>O longa Arranha-Céu: Coragem Sem Limite estreia amanhã (12) nos cinemas e traz muita ação e tensão para os espectadores. Como é de se esperar do seu perfil de filme, Dwayne Johnson precisa resgatar sua família em perigo no maior prédio do mundo que foi construído em Hong Kong, com mais de 200 andares. Para isso, ele definitivamente aposta todas as fichas. A história por si só não traz muita novidade. Um magnata rico construiu um arranha-céu com 220 andares [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/">Crítica: Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</em> estreia amanhã (12) nos cinemas e traz muita ação e tensão para os espectadores. Como é de se esperar do seu perfil de filme, Dwayne Johnson precisa resgatar sua família em perigo no maior prédio do mundo que foi construído em Hong Kong, com mais de 200 andares. Para isso, ele definitivamente aposta todas as fichas.</p>
<p>A história por si só não traz muita novidade. Um magnata rico construiu um arranha-céu com 220 andares em Hong Kong. O diferencial é que esse edifício possui uma dinâmica própria, com parques, comércio, empresas e moradias, tornando-se uma espécie de cidade verticalizada e autossuficiente. Ele contrata o personagem de The Rock para verificar os itens de segurança da construção e poder lançar a segunda etapa que ainda está sem funcionamento. No entanto, tudo começa a dar errado quando um incêndio criminal acomete um dos andares.</p>
<p>Vamos lá que não podemos esperar tanto de um filme desses, afinal, são tantos similares que dificilmente ele trará algum elemento de novidade e surpresa para o espectador. O interessante de <em>Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</em> é que ele consegue manter um ritmo muito bom de ação e tensão. Aliás, tensão essa que faz qualquer um ficar sem piscar os olhos por muito tempo.</p>
<p>Johnson é, naturalmente, um cara fortão e corajoso. Embora ele tente parecer um pouco mais &#8220;comum&#8221; e sem essa coragem toda, esse perfil cai por terra quando ele simplesmente pula de um guindaste em cima de um prédio em direção ao arranha-céu. Sim, você leu certo. Ele se joga de um lado a outro numa altura sem precedentes (ele está mais ou menos no 100º andar , o que deve dar pelo menos uns 300 metros de altura) e consegue. Ali ficou muito claro o propósito do filme: não ter compromisso com a verdade. Mas ouso dizer que é isso que o faz divertido e pertinente, pois não acredito que alguém assista esse tipo de longa esperando que não tenha umas boas mentiras.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9116" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/07/0139426.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>De maneira geral, o roteiro é atraente, mesmo que sem novidades. Novamente, afirmo que isso se deve ao ritmo constante e coerência do elenco. Equipe essa que é composta ainda por Neve Campbell, nossa eterna Sidney de <em>Pânico</em>, e Chin Han, ótimo ator cingapuriano. Na direção, o relativamente novato Rawson Marshall Thurber, que traz um tom interessante e mostra seu apreço por Dwayne (segundo filme de três que eles trabalharam juntos).</p>
<p>O filme tem um 3D completamente dispensável que não favorece em nada toda a dinâmica do filme. Aliás, uma oportunidade perdida, já que, como o roteiro se passa em grande parte no alto, poderiam ter explorado toda essa questão da vertigem e medo de altura. Ainda, a computação gráfica deixa muito a desejar em algumas cenas, que claramente não se esforçaram para causar confusão na cabeça do espectador.</p>
<p>No entanto, com prós e contras,<em> Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</em> é um filme que entrega o que promete. Um entretenimento de ação e tensão, com boa dose de mentiras e, efetivamente, uma coragem sem limites do protagonista. Não tem tanta personalidade como Missão Impossível ou Duro de Matar, mas com certeza tem seu charme.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fE-PxpL7fxk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/">Crítica: Arranha-Céu: Coragem Sem Limite</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-arranha-ceu-coragem-sem-limite/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Rampage &#8211; Destruição Total</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 20:24:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Naomie Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Rampage - Destruição Total]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8869</guid>

					<description><![CDATA[<p>Rampage: Destruição Total é uma grande &#8220;besteira&#8221; com o intuito único e exclusivo de fazer volume na carreira da &#8220;mina de ouro&#8221; do cinema de ação Dwayne &#8216;The Rock&#8217; Johnson. Ao longo do blockbuster baseado no game homônimo é provável que o espectador pare um instante e reflita: &#8220;Hollywood está mesmo disposta a transformar qualquer coisa em filme&#8221;. Na premissa, o astro vive um especialista em primatas que tem um vínculo muito forte com o gorila albino chamado George. Quando o macaco é vítima involuntária [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/">Crítica: Rampage &#8211; Destruição Total</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i>Rampage: Destruição Total </i>é uma grande &#8220;besteira&#8221; com o intuito único e exclusivo de fazer volume na carreira da &#8220;mina de ouro&#8221; do cinema de ação Dwayne &#8216;The Rock&#8217; Johnson. Ao longo do <i>blockbuster </i>baseado no <i>game </i>homônimo é provável que o espectador pare um instante e reflita: &#8220;Hollywood está mesmo disposta a transformar qualquer coisa em filme&#8221;. Na premissa, o astro vive um especialista em primatas que tem um vínculo muito forte com o gorila albino chamado George. Quando o macaco é vítima involuntária de um experimento científico que atinge ele e outros predadores o planeta fica à mercê de uma grande ameaça, já que isso acaba transformando-os em criaturas perigosíssimas.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">No fundo, o longa é uma grande desculpa para colocar essas criaturas feitas com efeitos de computação gráfica em confronto, destruindo cidades e colocando a população em perigo. Além disso, é um óbvio pretexto para dar palco a &#8216;The Rock&#8217;, pondo em ação a sua persona carismática de herói de ação que segura as pontas das demandas físicas do seu papel e ainda consegue adicionar algumas &#8220;pitadas&#8221; de auto-deboche em suas interpretações. No mais, não adianta o espectador tentar encontrar alguma densidade no material pois não encontrará, ainda que, incompreensivelmente, ele queira aqui e ali dar uma seriedade à trama, o que acaba fazendo com que o filme perca muitos pontos no final das contas.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8871" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/2293278.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Quando <i>Rampage </i>abraça o entretenimento descompromissado que ele é e assume a sua absurda premissa, bem como a total falta de substância dos elementos da sua história, o filme sai ganhando, especialmente no grande confronto protagonizado pelas criaturas e por &#8216;The Rock&#8217;. Uma pena que o longa perca tempo com sua trama científica estapafúrdia como se, em alguns momentos, desejasse tecer considerações críticas sobre ética no trato com os animais. Vindo numa roupagem tão esdrúxula, a seriedade no tom desse discurso soa muitas vezes inapropriada. Para completar, há elementos equivocados no seu elenco, como a dupla de vilões interpretada por Malin Akerman e Jake Lacy, sempre <i>over </i>como se tivessem saído de algum <i>cartoon</i>, ou ainda o subaproveitamento de atores do calibre de Naomie Harris e Jeffrey Dean Morgan.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No final das contas, <i>Rampage </i>é exemplo vivo de que, muitas vezes, quando as razões para a existência de um filme são inócuas e os estúdios visam apenas o lucro, é mais honesto e coerente levar até as últimas consequências o teor absurdo do seu material. Falta um pouquinho de autoconsciência sobre a sua própria premissa no <i>blockbuster</i> e nem mesmo o carisma de &#8216;The Rock&#8217;, um protagonismo muitas vezes supérfluo na história, é o suficiente para salvar o dia.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gqsSt2yAWnw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/">Crítica: Rampage &#8211; Destruição Total</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-rampage-destruicao-total/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Jumanji &#8211; Bem-Vindo à Selva</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jumanji-bem-vindo-a-selva/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jumanji-bem-vindo-a-selva/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2018 22:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Black]]></category>
		<category><![CDATA[Jumanji: Bem-Vindo à Selva]]></category>
		<category><![CDATA[Karen Gillian]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Hart]]></category>
		<category><![CDATA[Nick Jonas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8564</guid>

					<description><![CDATA[<p>Jumanji: Bem-Vindo à Selva, ao menos como ele é vendido, é uma versão dos nossos tempos do clássico Jumanji de 1995, dirigido por Joe Johnston. No entanto, na realidade, ele não é atual porque o filme comandado por Jake Kasdan (Sex Tape: Perdido na Nuvem) traduz a aventura da selva para o contexto de um game de RPG, até porque games não são coisa exclusiva da nossa época e jogos de tabuleiro não são relíquias do passado (ainda que o filme faça questão de frisar esta ideia, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jumanji-bem-vindo-a-selva/">Crítica: Jumanji &#8211; Bem-Vindo à Selva</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva</i>, ao menos como ele é vendido,<i> </i>é uma versão dos nossos tempos do clássico <i>Jumanji </i>de 1995, dirigido por Joe Johnston. No entanto, na realidade, ele não é atual porque o filme comandado por Jake Kasdan (<i>Sex Tape: Perdido na Nuvem</i>) traduz a aventura da selva para o contexto de um <i>game </i>de RPG, até porque <i>games </i>não são coisa exclusiva da nossa época e jogos de tabuleiro não são relíquias do passado (ainda que o filme faça questão de frisar esta ideia, em si já ultrapassada). O mais recente <i>Jumanji </i>é um filme dos nossos tempos porque adere à inesgotável sede da Hollywood atual pelo resgate de cultuados <i>blockbusters </i>de outrora, mas também porque se contenta com muito pouco se comparado ao filme protagonizado por Robin Williams nos anos de 1990. Se contenta com a piada momentânea, com o entretenimento fulgaz, não se preocupa com a longevidade da obra.  Não que <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>seja um desastre, ele não é. No entanto, o filme se conforma com uma zona de segurança típica do <i>blockbuster </i>contemporâneo.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa, um grupo de quatro adolescentes em castigo na detenção escolar descobrem um video game que os transporta para o jogo Jumanji com a missão de resgatar uma pedra mágica das mãos de um mercenário e devolver a paz à fictícia selva. Assumindo a identidade dos <i>avatars </i>que escolheram no jogo, os quatro protagonistas da história terão de enfrentar as fases impostas pelo <i>game </i>e aprenderão a se melhorar como pessoas a partir das características e poderes dos seus personagens no universo Jumanji. Ao fim, todos encontrarão a redenção ao superarem seus medos e encararem seus defeitos.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8566" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/jumanji001-copy.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>tem <i>insights </i>curiosos e que em alguns momentos oferecem lapsos genuinamente originais ao filme. A ideia de converter seu grupo de protagonistas em <i>avatares </i>de um <i>game </i>com características opostas às suas no mundo real, ocasionalmente, tecendo comentários sobre os estereótipos desse universo, é bem aproveitada, sobretudo quando utilizada para traçar uma jornada de amadurecimento para seus quatro protagonistas. Além disso, a troca de identidades fornece momentos bem engraçados quando se tem Dwayne &#8216;The Rock&#8217; Johnson interpretando um nerd e Jack Black vivendo uma patricinha fútil e egocêntrica popular no colégio. No entanto, chega um ponto que esse <i>modus operandi </i>na dinâmica dos personagens desse <i>Jumanji</i> perde o ineditismo e as piadas do filme, junto com seu senso de diversão, se esgota ou anda em círculos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É inevitável que as comparações com o longa de 1995 surjam porque o próprio <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>o convoca ao resgatar o jogo de tabuleiro do filme clássico e todos os elementos que o cercam. Assim, ao avaliar esse novo <i>Jumanji </i>é inevitável que ele não pareça supérfluo diante do filme de Joe Johnston que, para além da diversão, oferecia momentos genuinamente emocionantes na construção do arco do seu melancólico protagonista vivido com sensibilidade pelo inesquecível Robin Williams. O que <i>Jumanji: Bem-Vindo à Selva </i>acaba mostrando para o espectador é uma diversão descompromissada que entretém moderadamente, mas que também é muito repetitiva em suas piadas. Está longe de conseguir ser mais do que isso na nossa memória quando olharmos para ele daqui alguns anos. É possível até que tenhamos esquecido do próprio.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XhU_9m87rXM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jumanji-bem-vindo-a-selva/">Crítica: Jumanji &#8211; Bem-Vindo à Selva</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-jumanji-bem-vindo-a-selva/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Baywatch &#8211; S.O.S. Malibu</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2017 11:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Daddario]]></category>
		<category><![CDATA[Baywatch]]></category>
		<category><![CDATA[David Hasselhof]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Pamela Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Priyanka Chopra]]></category>
		<category><![CDATA[Zac Efron]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7761</guid>

					<description><![CDATA[<p>Antes de tratarmos de Baywatch é preciso que deixemos alguns parâmetros de nossa avaliação bem claros. Ninguém aqui está cobrando que Baywatch traga reflexões profundas sobre a existência humana ou sobre os atuais conflitos políticos e sociais do mundo, tampouco que seu diretor Seth Gordon (do irregular Quero Matar Meu Chefe) demonstre sinais em seu filme de que seu cinema possui paralelos com os de um Jean-Luc Godard ou Stanley Kubrick da vida. Olhamos para Baywatch a partir das demandas que o próprio filme acaba chamando para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/">Crítica: Baywatch &#8211; S.O.S. Malibu</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Antes de tratarmos de <i>Baywatch </i>é preciso que deixemos alguns parâmetros de nossa avaliação bem claros. Ninguém aqui está cobrando que <i>Baywatch </i>traga reflexões profundas sobre a existência humana ou sobre os atuais conflitos políticos e sociais do mundo, tampouco que seu diretor Seth Gordon (do irregular <i>Quero Matar Meu Chefe</i>) demonstre sinais em seu filme de que seu cinema possui paralelos com os de um Jean-Luc Godard ou Stanley Kubrick da vida. Olhamos para <i>Baywatch </i>a partir das demandas que o próprio filme acaba chamando para si.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A expectativa que tivemos desde os primeiros trailers era a de que <i>Baywatch </i>fizesse justiça aos predicados do tipo de cinema ao qual si vinculou, um tipo de comédia que, tal qual a série homônima dos anos de 1990, não tinha compromisso algum com a seriedade, oferecendo ao espectador um autêntico besteirol americano. Não que o diretor Seth Gordon, os roteiristas e seu elenco não nos consiga oferecer esse tipo de entretenimento, em partes localizadas da projeção eles conseguem, mas, por uma estranha razão, essa transposição &#8220;tardia&#8221; do seriado para as telonas em outros tantos momentos parece esquecer do seu pacto inicial com o espectador e assume contornos mais sisudos, transformando-se ocasionalmente em um filme de ação/ espionagem e não em uma comédia de ação, como seria mais apropriado.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Baywatch</i>, Dwayne Johnson dá vida a Mitch um salva-vidas que se dedica ao seu trabalho em funções que vão além da sua obrigação. Além de ficar vigilante com as atividades dos banhistas, Mitch se preocupa em manter sua zona de atuação o mais afastada possível de atividades ilícitas. Em suas missões, o salva-vidas conta com uma equipe bem treinada e que se articula em diversas frentes para manter a ordem na baía (sério, não deveríamos encarar com seriedade uma premissa dessas). A rotina do grupo é abalada com a chegada de um novo salva-vidas, o ex-atleta olímpico Matt Brody, interpretado por Zac Efron. Mesmo com dificuldade para se adaptar à rotina do grupo, Brody acaba se tornando parceiro de Mitch na investigação de um esquema de tráfico de drogas que tem se proliferado na região.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7764" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Zack-Efron-Jon-Bass-Dwayne-Johnson-Baywatch-1.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A estranha execução de Gordon em <i>Baywatch </i>parece situá-lo num lugar de vacilação. A impressão que o filme por vezes nos dá é a de que o diretor não deixou o seu humor adolescente conduzir a história, tratando o besteirol com uma timidez. Oras, se <i>Baywatch </i>apela para a escatologia e muitas vezes para a autorreferência, fazendo piada das marcas esdrúxulas do seriado (da icônica câmera lenta para a C.J. de Pamela Anderson ao estranhamento causado pelo fato de uma equipe de salva-vidas se envolver em tramas policiais) não dá para entender as razões que fizeram Gordon deixar de investir de maneira mais extrema nesse caminho, reservando um espaço desnecessário ao desenrolar de uma trama investigativa que não acrescenta em nada à experiência do espectador.  Gordon desperdiça uma potencial química entre Dwayne Johnson e Zac Efron, que é perceptível e que em diversos momentos sustenta o filme, para desenvolver arcos narrativos de redenção para o segundo e neutralizar a veia cômica involuntária do primeiro.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assim, o que fica de <i>Baywatch </i>é a sensação de oportunidade desperdiçada. Todas as peças parecem estar no lugar para fazer uma engrenagem interessante funcionar, mas seu realizador tem receios e recua demais não percebendo a demanda real do projeto. Por não ter ido ao extremo na premissa que o próprio filme propõe, a de não ter compromisso algum com filtros e normas de &#8220;boa conduta&#8221; e rir dos seus próprios absurdos, <i>Baywatch </i>fica num meio termo que não lhe favorece. O filme é divertido e tem bons <i>insights </i>na sua adaptação, sobretudo quando investe no diálogo com as referências do seriado, mas insiste em uma timidez no tratamento desse tom que faz o espectador ficar completamente indiferente ao seu resultado final.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/h14Mhq_MZaI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/">Crítica: Baywatch &#8211; S.O.S. Malibu</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Velozes e Furiosos 8</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-8/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-8/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 15:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Helen Mirren]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Statham]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Rodriguez]]></category>
		<category><![CDATA[Velozes e Furiosos]]></category>
		<category><![CDATA[Velozes e Furiosos 8]]></category>
		<category><![CDATA[Vin Diesel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7564</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um filme que chega a seu oitavo episódio com certeza merece a atenção dos críticos e do público. O caso de Velozes e Furiosos é ainda mais especial quando se pensa que o sucesso só parece crescer com o tempo. O fôlego que se preserva é impressionante e consegue ser muito bem mostrado nesta versão atual, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (13). Dom está feliz com seu casamento e curtindo a lua de mel com Letty, quando é surpreendido [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-8/">Crítica: Velozes e Furiosos 8</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme que chega a seu oitavo episódio com certeza merece a atenção dos críticos e do público. O caso de <em>Velozes e Furiosos</em> é ainda mais especial quando se pensa que o sucesso só parece crescer com o tempo. O fôlego que se preserva é impressionante e consegue ser muito bem mostrado nesta versão atual, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (13).</p>
<p>Dom está feliz com seu casamento e curtindo a lua de mel com Letty, quando é surpreendido por Cipher, uma hacker que exige seus serviços ameaçando com algo misterioso. Ele, então, é forçado a trair seus amigos para cumprir a missão que lhe é dada.</p>
<p>Com o passar do tempo e dos filmes, o foco não ficou apenas nos carros e nas corridas, o que é muito bom. Não consigo imaginar uma série tão grande de filmes cujo único foco fosse correr e mostrar veículos caros e estonteantes. A adição de tramas paralelas, humor, muita ação e drama é fundamental para manter a força da história, que sempre atrai o público. Ainda assim, a essência não é perdida e o público não vai se decepcionar com as corridas e carros apresentados. É como uma evolução do roteiro mesmo.</p>
<p>Dom está castigado pelo tempo, amargurado, mas ainda consegue manter a força e a esperança por dias melhores. Vin Diesel consegue incorporar mais uma vez o protagonista com fluidez, sem cair na mesmice e perder o interesse do público. O seu envolvimento com Letty é verdadeiro e forte, dando apoio a ideia de união e família que a história propõe desde o primeiro filme. Dom sempre trata todos os amigos como uma família e essa sensação é muito bem passada para o público.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7566" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/04/129755.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="609" height="348" /></p>
<p>A adição de alguns personagens nesta trama, no entanto, foram fundamentais para o sucesso do filme. Temos Helen Mirren que está sensacional num papel sarcástico e durão. Mas a cereja do sorvete é, realmente, Dwayne Johnson, o eterno The Rock, que está incrível. Ele é forte, bruto, absurdo e sensível. Tudo isso junto e misturado, resultando em um combo maravilhoso que rende muitas risadas e &#8220;uau&#8221; do público. Na verdade, ele se encaixa tão bem no roteiro que fica o questionamento do por quê ele não entrou antes.</p>
<p>E sim, não podemos esquecer de Charlize Theron. Ela etá diferente de seu perfil costumeiro, mas sem perder a sua alma. A contradição de sua beleza inebriante com a ruindade da personagem faz com que o público fique na dúvida se torce ou não para ela. Não podemos deixar de valorizar o combo que já existia anteriormente, que traz muita graça e ação aos personagens principais.</p>
<p>As cenas de ação são um espetáculo à parte. Além de extremamente bem feitas e bem filmadas, contam com uma edição impecável e uma equipe de efeitos visuais afiada. Não é aquela confusão que alguns filmes propõem para esconder os erros de fluidez. É tudo muito bem encaixado e destacado, tornando as cenas ainda mais fortes e atrativas. O 3D, no entanto, é completamente dispensável. Dá apenas aquela velha sensação de profundidade e não acrescenta em nada a trama. Um pena, pois o potencial era grande.</p>
<p>Equilibrando ação com comédia, o filme consegue ser divertido, manter a essência da série e ainda apresentar elementos novos. É um grato resultado que certamente agradará gregos e troianos.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KvSlvtPnZTo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-8/">Crítica: Velozes e Furiosos 8</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-8/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Um Espião e Meio</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-espiao-e-meio/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-espiao-e-meio/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2016 14:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Aarol Paul]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Bateman]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Hart]]></category>
		<category><![CDATA[Melissa McCarthy]]></category>
		<category><![CDATA[The Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Um Espião e Meio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6548</guid>

					<description><![CDATA[<p>Antes de entrar numa sala de cinema, é muito importante se informar sobre o propósito daquele filme que vai assistir. Isso faz toda a diferença na expectativa que é criada e na análise do resultado. Sabendo que Um Espião e Meio era uma proposta de comédia sem grande aprofundamento de roteiro e risos mais leves, definitivamente não houve decepção quanto ao resultado. Dwayne Johnson faz o papel de Bob, um jovem que sofre bullying no colégio e tem um episódio [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-espiao-e-meio/">Crítica: Um Espião e Meio</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de entrar numa sala de cinema, é muito importante se informar sobre o propósito daquele filme que vai assistir. Isso faz toda a diferença na expectativa que é criada e na análise do resultado. Sabendo que <em>Um Espião e Meio</em> era uma proposta de comédia sem grande aprofundamento de roteiro e risos mais leves, definitivamente não houve decepção quanto ao resultado.</p>
<p>Dwayne Johnson faz o papel de Bob, um jovem que sofre bullying no colégio e tem um episódio de vergolha na frente de todos os alunos na festa de fim de ano. Já Calvin (Kevin Hart) é o popular e querido por todos, a promessa de futuro da escola. Anos depois, as coisas estão um pouco diferentes. Bob está lindo, forte e rico, enquanto Calvin não teve tanto sucesso assim. Eles acabam se encontrando e vivendo momentos de pura adrenalina em uma corrida para descobrir quem está falando a verdade.</p>
<p>Partindo do pressuposto que eu falei acima, ele cumpre muito bem o objetivo de ser uma comédia apenas para rir, sem grandes enredos. E olha que este até possui uma história interessante por trás. Um tanto instigante, até. Dwayne mostra mais uma vez seu lado cômico, provando que vai além dos músculos. Neste filme especificamente, ele até meio que tira sarro disso, protagonizando um personagem com gosto de moda bastante duvidoso e que não tem consciência da sua sexualidade.</p>
<p>Já Hart tenta sair do esterótipo de baixinho engraçado para ser o importante da história, mas não consegue este sucesso todo. Ele navega entre o protagonista e coadjuvante, mas acaba sempre na última opção. Uma tentativa um pouco frustrada de reverter as situações.</p>
<p>No mais, o longa é bastante divertido e faz o espectador rir em diversos momentos. Tem uma escolha de elenco que tem sintonia, o que favorece bastante o resultado. Gratas surpresas como Aaron Paul, que poderia ter um pouco mais de destaque, mas se apresenta bem no papel de vilão, Jason Bateman, que faz o papel de babaca da escola e Melissa McCarthy, que aparece tão rápido que não se deram nem o trabalho de creditar.</p>
<p>Para divertir o fim de semana, é sim uma boa pedida. Apenas vá assistir consciente do estilo de filme que te aguarda</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/USbqQ99qoBM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-espiao-e-meio/">Crítica: Um Espião e Meio</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-espiao-e-meio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
