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	<title>Arquivos Divaldo - O Mensageiro da Paz - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Divaldo - O Mensageiro da Paz - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz é o destaque nas estreias de cinema esta semana (12/09). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 01:13:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz Direção: Clovis Mello Elenco: Bruno Garcia, Regiane Alves, Ghilherme Lobo Divaldo – O Mensageiro da Paz traz para cinema a biografia do líder humanitário brasileiro Divaldo Franco, desde sua infância no interior da Bahia até sua consagração como filantropo, fundador da Mansão do Caminho, em Salvador, e orador em prol da divulgação da doutrina espírita no Brasil e no mundo. O filme começa na infância de Divaldo, quando ele descobre que consegue conversar com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/divaldo-o-mensageiro-da-paz-e-o-destaque-nas-estreias-de-cinema-esta-semana-12-09-confira-o-que-entra-em-cartaz/">Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz é o destaque nas estreias de cinema esta semana (12/09). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Clovis Mello<br />
<strong>Elenco:</strong> Bruno Garcia, Regiane Alves, Ghilherme Lobo</p>
<p>Divaldo – O Mensageiro da Paz traz para cinema a biografia do líder humanitário brasileiro Divaldo Franco, desde sua infância no interior da Bahia até sua consagração como filantropo, fundador da Mansão do Caminho, em Salvador, e orador em prol da divulgação da doutrina espírita no Brasil e no mundo. O filme começa na infância de Divaldo, quando ele descobre que consegue conversar com os mortos e, por isso, sofre com a rejeição dos colegas de escola, da igreja e do próprio pai. Na adolescência, ele se muda para Salvador, onde aprende a lidar com sua mediunidade. Ao longo de sua jornada, descobre sua vocação filantrópica e passa a auxiliar os necessitados de modo cada vez mais consistente, até abrir a Mansão do Caminho &#8211; obra social que há 67 anos presta diversos serviços voltados à saúde e à educação. Confira a nossa crítica<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-divaldo-o-mensageiro-da-paz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong> clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_qG9mwlf5zY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11246" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0363806.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0363806.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0363806.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0363806.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Vai Que Cola 2 &#8211; O Começo</strong><br />
<strong>Direção:</strong> César Rodrigues<br />
<strong>Elenco:</strong> Samantha Schmütz, Marcus Majella, Emiliano D&#8217;Ávila</p>
<p>Muito antes de socializarem quase todos os dias na pensão da Dona Jô (Catarina Abdala), Jéssica (Samantha Schmütz), Ferdinando (Marcus Majella), Máicol (Emiliano D&#8217;Ávila) sequer se conheciam. Mas Terezinha (Cacau Protásio) decide organizar uma grande feijoada no Morro do Cerol, todos eles se encontram pela primeira vez, da maneira mais inusitada possível.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9S-kBJEsVmQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11233" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1298325.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1298325.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1298325.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/1298325.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Legalidade</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Zeca Brito<br />
<strong>Elenco:</strong> Leonardo Machado, Cleo Pires, Fernando Alves Pinto</p>
<p>Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-legalidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vhNpB9fMCa0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10721" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2348066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2348066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2348066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2348066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Quem Você Pensa Que Sou</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Safy Nebbou<br />
<strong>Elenco:</strong> Juliette Binoche, François Civil, Nicole Garcia</p>
<p>Desconfiada de seu marido Ludo, Claire Millaud (Juliette Binoche), de 50 anos, decide criar um perfil falso em uma rede social. Lá, ela atende por Clara, uma bela jovem de 24 anos. Alex, amigo do seu marido, é uma das pessoas com a qual o avatar interage. O homem acaba se apaixonando por Clara, enquanto Claire, por trás das telas, também nutre um sentimento de amor por Alex. Apesar de tudo se desenrolar no mundo virtual, as emoções evocadas são bastante reais, e podem trazer complicações para ambos. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-quem-voce-pensa-que-sou-festival-varilux-de-cinema-frances/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wGmANfjk5mQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11247" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/dd-2-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/dd-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/dd-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/dd-2-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Abigail e a Cidade Proibida</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Aleksandr Boguslavskiy<br />
<strong>Elenco:</strong> Tinatin Dalakishvili, Eddie Marsan, Rinal Mukhametov</p>
<p>Uma cidade teve suas fronteiras fechadas após uma epidemia tomar conta de grande parte do local. Lá, vive uma jovem chamada Abigail (Tinatin Dalakishvili), que, ainda criança, teve seu pai levado da cidade onde moravam por ter sido afetado por essa doença misteriosa. Mais velha, Abigail decide quebrar as regras e passar por cima das autoridades da região para ir à procura de seu pai. Nessa jornada, ela descobre que ela e a cidade têm poderes mágicos</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8dihJxQhPdo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11245" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/4930691.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/4930691.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/4930691.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/4930691.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Peterloo</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Mike Leigh<br />
<strong>Elenco:</strong> Rory Kinnear, Maxine Peake, Paul Bown</p>
<p>O Massacre de Peterloo, também conhecido mundialmente como Massacre de Manchester, foi um dos acontecimentos mais abomináveis da história da Inglaterra. Manifestantes foram às ruas protestar por uma reforma e foram cruelmente atacados pelas forças britânicas, por ordens do próprio governo. A sede quase visceral de alcançar justiça e a inconformação com o governo do Reino Unido tomaram conta de grande parte da população inglesa. Com informações do Adoro Cinema!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/pEtm2xgRY2Y" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Entrevista: Diretor e ator de Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz falam sobre desafios do roteiro</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/entrevista-diretor-e-ator-de-divaldo-o-mensageiro-da-paz-falam-sobre-desafios-do-roteiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 20:10:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O longa nacional Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 12 de setembro, e conta a história do médium baiano Divaldo Franco. Em exibição de pré-estreia em Salvador, o Coisa de Cinéfilo conversou com o diretor do filme, Clovis Mello, e com o ator que interpreta Divaldo na juventude, Ghilherme Lobo. Você pode aproveitar e conferir a crítica do filme clicando aqui! Confira o bate-papo! Vocês tiveram o cuidado de explicar a doutrina de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa nacional <em><strong>Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz</strong> </em>chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, dia 12 de setembro, e conta a história do médium baiano Divaldo Franco. Em exibição de pré-estreia em Salvador, o <a href="https://coisadecinefilo.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Coisa de Cinéfilo</strong></em></a> conversou com o diretor do filme, Clovis Mello, e com o ator que interpreta Divaldo na juventude, Ghilherme Lobo.</p>
<p>Você pode aproveitar e conferir a crítica do filme <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-divaldo-o-mensageiro-da-paz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p><strong>Confira o bate-papo!</strong></p>
<h5>Vocês tiveram o cuidado de explicar a doutrina de maneira mais didática. Você acredita que o público espírita vai ter orgulho do roteiro do longa?</h5>
<p><strong>Clovis:</strong> Sim, com certeza. Uma coisa que me incomoda um pouco é que os palestrantes espíritas já estão naturalmente mais velhos, assim como seus frequentadores. E a maior preocupação que o Divaldo tem com os próximos acontecimentos da humanidade é que nos próximos anos a maior causa de morte será por suicídio, fruto especialmente da depressão. E isso atinge muito o público jovem. Então esse filme é para esse público.</p>
<p>Quando ele explica a doutrina espírita é muito mais no intuito de tirar o preconceito. Porque tem muitas pessoas que acreditam que o espírita não é cristão. E o espiritismo é, sim, uma doutrina cristã. Não é bruxaria nem nenhuma das histórias que as pessoas imaginam.</p>
<h5>Como foi fazer o filme que traz a biografia de uma pessoa que está viva? Quais os desafios?</h5>
<p><strong>Clovis:</strong> É uma loucura! Divaldo me pediu, desde o começo, para não colocar o nome de ninguém, senão seria uma ciumeira danada (risos). É muito difícil. O amigo do Divaldo que é historiador, por exemplo, diria que tem detalhes que não são exatos na história. Eu preferi misturar vários personagens em um só para dar mais unidade e condensar a história, que é grande. Além disso, evita que as pessoas representadas se identifiquem tanto e possam vir a sentir ciúmes. (risos).</p>
<h5>E você teve muito contato com o próprio Divaldo?</h5>
<p><strong>Clovis:</strong> Sim, sim. Tive muito contato até porque chega um momento que eu comecei a escrever por ele. Os próprios personagens vão falando por si só. Mas eu submeti a escrita ao Divaldo para que ele pudesse ver se estava tudo de acordo com a história e se eu estaria sendo crítico demais. Fiquei com medo de estar passando do ponto. E ele me disse: &#8220;Fica tranquilo que se tivesse alguma coisa errada, a Joanna já teria me dito&#8221; (risos).</p>
<h5>Como foi para você interpretar o Divaldo?</h5>
<p><strong>Ghilherme:</strong> É muito legal pegar essa fase da juventude de Divaldo. Foi um momento da vida dele que é equivalente ao que eu estou vivendo agora, de 20 e poucos anos. Por mais que tenha a diferença de época e a influência da tecnologia atualmente &#8211; o que faz com que os conflitos possam chegar mais cedo, o jovem se desenvolver mais rápido ou não. Foi um encontro muito importante que eu tive com Divaldo. Tivemos a preparação para incorporar no personagem.</p>
<p>E eu acabei me questionando sobre o por quê de estar ali. Qual a importância, mesmo depois de fazer um trabalho que eu me orgulho muito, que é o <em>Hoje Eu Quero Voltar Sozinho</em>. Então esse filme veio para mim em um momento que me era proposto uma reflexão sobre tudo ao nosso redor. Sobre estar em constante evolução, entender que nem tudo é definitivo. E isso é muito importante para as pessoas da minha idade.</p>
<p>Foi fácil para mim acessar essa incerteza e insegurança de Divaldo na fase jovem porque eu vivo isso pessoalmente na minha vida. Como o roteiro estava muito bem trabalhado em sentido de inserção de humor e tudo o mais, foi muito tranquilo encontrar esse equilíbrio entre a experiência de Ghilherme e o Divaldo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11239" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019-08-26-16.03.05-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019-08-26-16.03.05.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019-08-26-16.03.05-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/2019-08-26-16.03.05-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5>Vocês tiveram alguma experiência sobrenatural durante a gravação do filme?</h5>
<p><strong>Ghilherme:</strong> Não de ver, mas de ouvir, sim. De estar gravando uma cena e pedir para fazer silêncio e não tinha ninguém fazendo barulho.</p>
<p><strong>Clovis:</strong> Nossa ideia era gravar em Salvador e Feira de Santana, apenas. Mas do ponto de vista histórico, alguns prédios estão bem conservados na parte de fora e bem acabados por dentro. Ou modificados com peças modernas. Então, gravamos algumas cenas em São Paulo numas residências histórias que eram de Seminário, com padres enterrados. E ali foi bem diferente a experiência. Teve uma cena que deixamos uma mesa preparada para o dia seguinte de gravação. Quando chegamos no outro dia, tinha uma poça de água em cima da mesa. Estava tudo molhado. E não tinha vazamento e nem nada que justificasse aquela água. Quando fomos no segundo andar, percebemos que exatamente em cima de onde estava a mesa, ficava o caixão do irmão de Divaldo, da cena do velório. Não sei se teve relação, mas que é esquisito, com certeza é. (risos)</p>
<h5>Um detalhe bem forte no filme é a tentativa bem sucedida de humanizar Divaldo, tanto da parte da direção quanto da parte da atuação. De mostrar que mesmo com todo o seu lado espiritual evoluído e sua importância no cenário, ele continua sendo um ser humano comum. Foi um cuidado que você teve na produção?</h5>
<p><strong>Clovis:</strong> Sim, com certeza. Imagina um cara de 22 anos com todo aquele discurso espírita. Quem é esse garoto para me dizer alguma coisa? O que esse cara viveu para me falar tudo isso? Então foi uma escolha tirar esse discurso mais doutrinário da boca de Divaldo e colocar nos espíritos. Foi uma decisão consciente. E eu vejo isso no Divaldo pessoalmente. Ele evoluiu demais, mas continua ser humano. Ele procura manter a discrição, o controle do ego, a vaidade. Ele domina muito bem o orgulho, para que isso não venha a atrapalhar o trabalho dele. Ele acessa constantemente a humildade.</p>
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		<title>Crítica: Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2019 19:29:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema nacional tem uma vertente religiosa forte, uma característica que faz sentido, já que o país tem grande sincretismo e a fé como elemento central em diversos debates. No âmbito do espiritismo, já vivenciamos algumas experiências como Nosso Lar (2010), Chico Xavier (2010) e Bezerra de Menezes &#8211; O Diário de um Espírito (2008). Agora é a vez de Divaldo Franco, um médium baiano que ainda está vivo, ser representado nas telonas. Tido como o maior doutrinador espírita da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema nacional tem uma vertente religiosa forte, uma característica que faz sentido, já que o país tem grande sincretismo e a fé como elemento central em diversos debates. No âmbito do espiritismo, já vivenciamos algumas experiências como <em>Nosso Lar</em> (2010), <em>Chico Xavier</em> (2010) e <em>Bezerra de Menezes &#8211; O Diário de um Espírito</em> (2008). Agora é a vez de Divaldo Franco, um médium baiano que ainda está vivo, ser representado nas telonas.</p>
<p>Tido como o maior doutrinador espírita da atualidade, Divaldo tem diversas obras sociais, como a Mansão do Caminho, que acolhe crianças carentes, tem centro de estudo e é uma referência em parto humanizado no Estado. O filme busca contar a história dele, como pessoa e como representante da causa espírita.</p>
<p>Um dos grandes problemas de diversos filmes de cunho religioso é a tendência ao enaltecimento exacerbado da figura ali representada ou até mesmo da religião em questão. Os roteiros tendem a colocar tudo no mundo do fantástico, afastando o espectador do conteúdo e aproximando apenas aqueles que já possuem alguma identificação com o tema.</p>
<p><em><strong>Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz</strong></em> tem o cuidado de falar sobre a história do médium, mas de maneira humanizada. Ele é retratado de forma crua e verdadeira, sem flores desnecessárias e sem ocultar suas fragilidades. É posto em foco, por exemplo, a sua dificuldade em lidar com a fama e a tendência a ceder aos caprichos do ego. Uma batalha que ele travou a vida inteira para conseguir aprender.</p>
<p>O roteiro divide a história em três momentos principais: a infância, juventude e fase adulta. Todas as descobertas de Divaldo, desde as visões de quando era criança até a sua consagração como médium importante no cenário nacional, são expressadas em tela. O diretor Clovis Mello, mais conhecido pelos trabalhos em propaganda e marketing, conseguiu dar uma fluidez na história, que atrai a maioria dos espectadores.</p>
<p style="text-align: left;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11219" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0731739.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0731739.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0731739.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/0731739.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Enquanto tenta descobrir quem é o espírito de luz que se mostra para ele desde pequeno, Divaldo tem que lidar com as influências de um obsessor. Marcos Veras (<em>O Filho Eterno</em>) interpreta o personagem e é importante para explicar ainda mais a doutrina espírita. O filme acaba sendo muito mais sobre o espiritismo do que sobre a figura de Divaldo.</p>
<p>A escolha de elenco também foi acertada, trazendo ótimos nomes como Laila Garin (<em>Sob Pressão</em>) na pele da mãe do médium e Ghilherme Lobo (<em>Hoje Eu Quero Voltar Sozinho</em>), que vive Divaldo na fase jovem. Bruno Garcia <em>(Sob Pressão</em>) tem breve aparição no terceiro ato e consegue fazer a transição de personagens com muita fluidez.</p>
<p>Pincelado com risos, o filme mostra ainda mais da personalidade brincalhona de Divaldo, fato conhecido dos seguidores da crença espírita. O filme o coloca, em especial, como humano em constante aprendizado. E mesmo quando mostra seus dons, é de forma realista e sem exageros.</p>
<p><em><strong>Divaldo &#8211; O Mensageiro da Paz</strong></em> é um filme correto e uma grata surpresa em um mar de longas religiosos que estão mais preocupados em catequizar o espectador do que efetivamente falar sobre a fé. Vale a atenção, especialmente dos baianos que vão se identificar ainda mais com a história.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Clovis Mello<br />
<strong>Elenco:</strong> Bruno Garcia, Regiane Alves, Ghilherme Lobo, Laila Garin, Marcos Veras, Caco Monteiro, Ana Cecília Costa, Bruno Suzano</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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