<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Desenho Animado - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/desenho-animado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/desenho-animado/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 Mar 2019 20:12:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Desenho Animado - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/desenho-animado/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: WiFi Ralph: Quebrando a Internet</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-wifi-ralph-quebrando-a-internet/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-wifi-ralph-quebrando-a-internet/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 18:41:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[WiFi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9743</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Walt Disney Animation é um estúdio que move e molda o mercado de animações. É inevitável pensar no império do Mickey sem associa-lo ao comando da rentável indústria de filmes infantis. É impossível esperar de um novo produto animado algo diferente do sucesso. A chancela Disney (ou Disney/Pixar) tende a gerar um turbilhão de emoções e expectativas no público. Diante disso, qualquer piso fora de lugar, qualquer tropeço, mesmo que mínimo, pode gerar um tumulto absurdo. Com a estreia [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-wifi-ralph-quebrando-a-internet/">Crítica: WiFi Ralph: Quebrando a Internet</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Walt Disney Animation</em> é um estúdio que move e molda o mercado de animações. É inevitável pensar no império do Mickey sem associa-lo ao comando da rentável indústria de filmes infantis. É impossível esperar de um novo produto animado algo diferente do sucesso. A chancela Disney (ou Disney/Pixar) tende a gerar um turbilhão de emoções e expectativas no público. Diante disso, qualquer piso fora de lugar, qualquer tropeço, mesmo que mínimo, pode gerar um tumulto absurdo.</p>
<p>Com a estreia de qualquer longa animado, o mercado imediatamente se prepara para o melhor resultado possível – e não seria diferente com <em><strong>WiFi Ralph: Quebrando a Internet</strong></em>. A película estreou nessa última quinta-feira (3) nos cinemas brasileiros. O longa-metragem já chegou ao circuito comercial com elogios, indicações como Melhor Animação em algumas premiações e uma bilheteria que já supera seu orçamento. Ou seja, <em>Ralph Breaks the Internet</em> (título original) tinha tudo para ser mais um sucesso indiscutível da Walt Disney, contudo, ele tem suas falhas.</p>
<p>O vilão mais heroico do fliperama e a campeã das corridas do Litwak Arcade estão de volta para mais uma aventura. Ralph (John C. Reilly) e Vanellope (Sarah Silverman) precisam salvar a Corrida Doce. Desde que o jogo acidentalmente quebrou, a rainha das corridas e todos os outros habitantes do Sugar Rush estão sem um lar. Para isso, os dois decidem embarcar numa jornada pela internet para achar a peça que vai consertar o jogo e salvar todas as personagens da Corrida Doce. Nesse caminho, contudo, eles terão que enfrentar o mundo desconhecido da internet, achar o que precisam e voltar para casa a tempo de salvar a vida de todos.</p>
<p><em>WiFi Ralph</em> parece viver a velha maldição das sequências. A dificuldade de dar continuação a uma história sempre foi um problema para as produções cinematográficas. A questão sobre nesse filme está na força dele quando comparado ao seu antecessor. <em>Detona Ralph</em> (2012) fez sucesso quando lançado, em especial pela sua mensagem por trás da história. As animações da Disney conquistam o espectador, principalmente, por se construírem como um conto de fadas, sempre com uma moral da história ao final. É aí que está a questão de <em>WiFi Ralph</em>. O problema não está no conteúdo da nova mensagem, mas na maneira como ela é elaborada no decorrer do roteiro. É bonita, mas solta. A beleza da ideia é quase que totalmente desperdiçada.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9754" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/3991052.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="WiFi Ralph: Quebrando a Internet" width="610" height="348" /></p>
<p>O problema de <strong><em>WiFi Ralph: Quebrando a Internet</em> </strong>é a comparação. É inevitável que o público relacione os dois filmes e é nessa análise que o segundo longa vai perder. Não existe mais o fator novidade para o universo. Já conhecemos o Ralph e a Vanellope. Já entendemos como funciona a beleza do universo idealizado por Rich Moore, Phil Johnston e Jim Reardon. As coisas se tornam previsíveis. O encanto se perde um pouco e acaba dando espaço para o incômodo com a repetição e as pequenas falhas.</p>
<p>A dinâmica das personagens principais tem dois momentos. O primeiro se assemelha muito a narrativa de <em>Detona Ralph</em>, o que, consequentemente, capta a atenção do espectador apesar do seu caráter óbvio. Já o segundo carrega a quebra da expectativa com o que estava proposto – o que seria bom se não fosse tão truncado. É aqui que estão as falhas. É nesse segundo momento que o público, ainda na sessão, começa a questionar a clareza da mensagem do filme e passa a fazer o destrutivo comparativo.</p>
<p>Existem claros artifícios que foram usados no novo longa para desviar a atenção do público e envolve-lo numa história secundária. A ida à world wide web é uma enorme referência ao cotidiano de qualquer pessoa. É indescritível a forma divertida e lúdica como a produção traduz alguns dos mais populares espaços da internet. O espectador fica sem fôlego tentando aproveitar todos os detalhes. Outro momento que demanda muita atenção do público é quando Vanellope vai parar no mundo digital da Disney. As pessoas se veem perdidas em um oceano vasto de auto referências. São tantas figuras conhecidas, detalhes escondidos e sutilezas que faz o espectador se perder. Todos esses artifícios são divertidos e interessantes, mas eles acabam tomando um espaço maior do que deveria.</p>
<p>A cena da Vanellope com as princesas, por exemplo, se tornou o maior divulgador dessa produção. Tendo isso em vista, a sequência perdeu seu lugar inúmeras vezes para outros elementos – sejam cenas, referências e ou até mesmo o comparativo com o antecessor. Essa é a falha maior de <em>Ralph Breaks the Internet</em>. Ele cumpre seu papel de animação divertida e esteticamente perfeita, mas peca no enredo e em seus acessórios de referência. O público consegue sair satisfeito ao final da sessão – em especial pela música final do Imagine Dragons feita para a película –, mas sai, também, com o sentimento de que a sequência poderia ter sido melhor.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/my7Q51ZF6IE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-wifi-ralph-quebrando-a-internet/">Crítica: WiFi Ralph: Quebrando a Internet</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-wifi-ralph-quebrando-a-internet/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Dragon Ball Super Broly</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dragon-ball-super-broly/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dragon-ball-super-broly/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 18:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Dragon Ball Super Broly]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9739</guid>

					<description><![CDATA[<p>Distribuído mundialmente pela 20th Century Fox, Dragon Ball Super Broly marca a vigésima aparição das histórias dos saiyajin no cinema. Supervisionado pelo criador do universo, Akira Toriyama, o longa é a primeira aparição oficial do lendário super saiyajin Broly – além de ser o terceiro longa-metragem cujo criador acompanhou o processo de criação. Ou seja, a narrativa carrega altas expectativas por parte dos fãs e do estúdio. Dragon Ball Super estreia nessa quinta-feira (3) com o objetivo de ser um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dragon-ball-super-broly/">Crítica: Dragon Ball Super Broly</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Distribuído mundialmente pela 20th Century Fox, <em><strong>Dragon Ball Super Broly</strong></em> marca a vigésima aparição das histórias dos saiyajin no cinema. Supervisionado pelo criador do universo, Akira Toriyama, o longa é a primeira aparição oficial do lendário super saiyajin Broly – além de ser o terceiro longa-metragem cujo criador acompanhou o processo de criação. Ou seja, a narrativa carrega altas expectativas por parte dos fãs e do estúdio.</p>
<p><em>Dragon Ball Super</em> estreia nessa quinta-feira (3) com o objetivo de ser um sucesso. Apesar de estar dividindo o espaço no circuito comercial com a nova animação da Disney (<em>WiFi Ralph: Quebrando a Internet</em>), o estúdio espera bons resultados devido ao teor canônico da história dentro do mundo saiyajin. A assinatura de Toriyama é um outro fator que dará credibilidade ao longa e, consequentemente, fará com que os fãs comprem ainda mais a ideia da história de Broly.</p>
<p>A Terra vive em paz. Os remanescentes saiyajins, Goku (Masako Nozawa) e Vegeta (Ryō Horikawa), seguem, contudo, em seus treinos constantes preocupados com a volta de Frieza (Ryūsei Nakao) e a ameaça que isso pode representar para a Terra. No entanto, Broly (Bin Shimada) é o inimigo da vez. A nova ameaça é, na verdade, um super saiyajin que cresceu isolado num planeta inóspita e foi nutrido pelo sentimento de vingança do seu pai, Bardock (Masako Nozawa). Agora Goku e Vegeta terão de unir forças para pôr um fim ao descontrole representado por Broly e seus poderes.</p>
<p>A experiência de reviver as histórias dos saiyajins no cinema é encantadora. Uma série de filmes e desenhos animados que comandavam a década de 1990 retoma o seu lugar com uma produção completa e bem representativa. Mesmo que o fã esteja afastado do universo, o decorrer da narrativa fará com que ele reviva os momentos da vida conectados com as histórias saiyajins. É transcendental reacender sentimentos infanto-juvenis através dessa viagem no tempo. O resultado do filme é a satisfação por uma história redonda e coerente com o universo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9748" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/0265349.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Dragon Ball Super Broly" width="610" height="348" /></p>
<p>A participação de Toriyama como roteiristas é fundamental para compor a produção. Tanto através de fatores comerciais como por meio de características emotivas, o novo filme do universo <em>Dragon Ball</em> clama por um resultado que deve ser inevitavelmente bom. É nesse sentido que a presença de Toriyama interfere. Como criador do universo, a sua supervisão chancela o produto com um olhar qualitativo e compromissado com as histórias já existentes. É essa presença que move os fãs e lança o filme para um lugar de altas expectativas – as quais provavelmente serão alcançadas nas sessões ao redor do mundo.</p>
<p>Além da composição narrativa, o longa acerta nas outras características mais marcantes e específicas das histórias como o desenho, as cores e a trilha. Apesar dos anos de distância desde a criação do desenho até os dias de hoje, a produção mantém as raízes no design de produção e na palheta de coras. Vivo, forte e bem colorido. Três palavras que descrevem perfeitamente a presença visual tão característica de Dragon Ball. Como também não poderia ser diferente, a produção está sempre acompanhada da trilha que lhe é tão presente nas cenas de luta, por exemplo.</p>
<p>O somatório da produção é positivo. <em><strong>Dragon Ball Super Broly</strong> </em>chega as telonas para trazer um gosto de nostalgia aos fãs. O cuidado na criação e no desenvolver dessa produção comprovam o seu real objetivo: levar os amantes do universo saiyajin aos cinemas para uma experiência de retorno a infância. A história prende e conduz o público as memórias afetivas da série. Basta se concentrar por um segundo que o espectador já estará imerso na narrativa e completamente encantado pelo filme.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0LQugSRGno0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dragon-ball-super-broly/">Crítica: Dragon Ball Super Broly</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-dragon-ball-super-broly/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Grinch</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-grinch/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-grinch/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 20:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[O Grinch]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9520</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 08 de novembro, a animação O Grinch. A história baseada no livro infantil de Dr. Seuss já foi contada algumas vezes no cinema e teve grande sucesso na versão live-action com Jim Carrey no papel principal. Agora como desenho animado, a narrativa ganha uma nova roupagem e promete agradar a toda família. Particularmente, eu adoro a versão com Carrey dirigida por Ron Howard. Então fui um pouco apreensiva para a sessão, pensando que talvez [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-grinch/">Crítica: O Grinch</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 08 de novembro, a animação O Grinch. A história baseada no livro infantil de Dr. Seuss já foi contada algumas vezes no cinema e teve grande sucesso na versão live-action com Jim Carrey no papel principal. Agora como desenho animado, a narrativa ganha uma nova roupagem e promete agradar a toda família.</p>
<p>Particularmente, eu adoro a versão com Carrey dirigida por Ron Howard. Então fui um pouco apreensiva para a sessão, pensando que talvez eu pudesse exigir demais. Mas essa animação conseguiu me conquistar e acredito que o fará com você também.</p>
<p>O enredo traz uma versão um pouco mais humanizada do Grinch. Embora ele ainda seja aquele vilão sem escrúpulos e que destila ódio por onde passa, conseguimos ver uns lampejos de sentimentos ao longo das cenas. Isso dá mais humanidade ao personagem, trazendo uma conotação mais infantil.</p>
<p>Ele precisa ir na cidade de Quemlândia sempre que acaba a comida e isso o deixa indignado, já que odeia o Natal e a decoração já está a todo vapor. É então que surge a incrível ideia de acabar com o Natal, roubando todos os presentes e decoração na véspera da chegada do Papai Noel.</p>
<p>Esta versão traz algumas diferenças da anterior e acréscimos de personagens interessantes. Vemos uma exploração maior do papel de Max, o cachorro companheiro do vilão, assim como o surgimento de amigos fiéis para Cindy Lou, que antes era mais solitária. Tudo isso dá um tom mais familiar a trama, que além de fofa, é engraçada.</p>
<p>A simplicidade da história ganha um ar animador nesta versão, que é bem dedicada às crianças. Ainda assim, os adultos vão adorar e dar muita risada com as trapalhadas (destaque especial para a cabra). O estilo de roteiro traz uma aura lúdica, com rimas na narração e muitas cores nos cenários. Vale muito a pena conferir essa gracinha de filme.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3Jp837v4bRw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-grinch/">Crítica: O Grinch</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-grinch/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-hotel-transilvania-3-ferias-monstruosas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-hotel-transilvania-3-ferias-monstruosas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 20:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel Transilvânia]]></category>
		<category><![CDATA[Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=9119</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas esta semana a animação Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas. Continuação de longas que fizeram sucesso, este aqui tem uma estrutura um pouco diferente, levando os personagens para fora do convívio do hotel, em férias programadas pela filha de Drácula. Tudo cai por terra quando a bisneta do grande vilão Van Helsing chega no cruzeiro e começar a tramar a vingança de sua família. O roteiro é interessante e consegue tirar os personagens do lugar comum, mas mantendo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-hotel-transilvania-3-ferias-monstruosas/">Crítica: Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas esta semana a animação <em>Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas</em>. Continuação de longas que fizeram sucesso, este aqui tem uma estrutura um pouco diferente, levando os personagens para fora do convívio do hotel, em férias programadas pela filha de Drácula. Tudo cai por terra quando a bisneta do grande vilão Van Helsing chega no cruzeiro e começar a tramar a vingança de sua família.</p>
<p>O roteiro é interessante e consegue tirar os personagens do lugar comum, mas mantendo a essência do que o espectador já está acostumado. Mesmo fora do hotel, o clima de &#8220;hotel&#8221; continua no cruzeiro, trazendo elementos novos e interessantes para acrescentar à narrativa. Drácula e sua família tem uma unidade muito particular e fofinha de assistir.</p>
<p>Isso tudo se deve, em especial, ao equilíbrio dos personagens. Equilíbrio esse que traz prós e contras. Todos têm sua simpatia única e particular, trazendo alguma graça para a cena. O pecado, por assim dizer, é que nenhum se destaca dos demais. É tão equilibrado, que perde um pouco o interesse. Algo como se não tivesse um protagonista forte o suficiente, o que é necessariamente um problema, ao meu ver.</p>
<p>O que incomoda, no entanto, é a falta completa de originalidade do roteiro, que segue clichê após clichê não surpreendendo o público. Com 20 minutos de filme, nós já sabemos como ele vai acabar e isso cansa um pouco. Algo como se os roteiristas não quisessem se esforçar em trazer um material mais inovador, porque a franquia já faz sucesso por si só. Uma pena, pois o potencial seria imenso!</p>
<p><em>Hotel Transilvânia</em> é claramente uma franquia de filmes infantis para crianças pequenas. Não tem propósito algum de se estender aos mais velhos, mas até que cumpre esse papel, mesmo que não seja o objetivo. Os pais certamente se sentem abraçados pelos personagens fofinhos e momentos de risada. Acredito que é por isso que faz tanto sucesso e já chega ao terceiro filme.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ADjK_GiY9EE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-hotel-transilvania-3-ferias-monstruosas/">Crítica: Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-hotel-transilvania-3-ferias-monstruosas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Os Incríveis 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-incriveis-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-incriveis-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jul 2018 20:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Os Incríveis]]></category>
		<category><![CDATA[Os Incríveis 2]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=9085</guid>

					<description><![CDATA[<p>A arte tem um dos papéis sociais mais diversificados. Ela aproxima, inspira e emociona as pessoas; move economias; desenvolve mentes e expande repertórios; além de ser o meio de vida de milhares. Dentre as mais belas artes está o cinema, a amada sétima arte. Capaz de alcançar as mais distintas gerações, a 7ª arte cativa mais e mais espectadores com seus encantadores, marcantes e brilhantes filmes. Vínculos de fidelidade são feitos por meio de sagas, franquias e películas relacionadas ao [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-incriveis-2/">Crítica: Os Incríveis 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A arte tem um dos papéis sociais mais diversificados. Ela aproxima, inspira e emociona as pessoas; move economias; desenvolve mentes e expande repertórios; além de ser o meio de vida de milhares. Dentre as mais belas artes está o cinema, a amada sétima arte. Capaz de alcançar as mais distintas gerações, a 7ª arte cativa mais e mais espectadores com seus encantadores, marcantes e brilhantes filmes. Vínculos de fidelidade são feitos por meio de sagas, franquias e películas relacionadas ao universo compartilhado de dado fã. Essa semana o público brasileiro pôde vivenciar isso com a estreia do tão aguardado Os Incríveis 2.</p>
<p>Após 14 anos de espera, todo o mundo finalmente poderá conferir a nova aventura da família Pêra. Repleta de ação, momentos hilários e uma discussão social muito madura, a sequência dos heróis mais queridos da Pixar chega aos cinemas do mundo quebrando recordes. Com apenas duas semanas que estreou nos Estados Unidos, <em>Incredibles 2</em> (título original) teve a maior bilheteria de abertura da história da produtora de animações e já arrecadou quase que o mesmo valor mundial do longa-metragem anterior.</p>
<p>Três meses após derrotarem o Syndrome, a família Pêra continua atuando sob suas identidades secretas. Quando a tentativa de impedir o Escavador de atacar Metroville falha, os Incríveis se veem mais uma vez obrigados a esconderem os seus poderes permanentemente. No entanto, o magnata das comunicações, Winston Deavor (Bob Odenkirk), está disposto a reconquistar o apoio e a confiança do público para mudar a lei contra os super. Para isso, os papéis dentro da família Pêra vão precisar se inverter. Helena/Mulher Elástica (Holly Hunter) terá que assumir o papel de símbolo do movimento enquanto seu marido, Beto/Senhor Incrível (Craig T. Nelson), enfrentará o desafio que é cuidar de sua super família.</p>
<p>Há mais de dez anos, o diretor e roteirista Brad Bird (<em>O Gigante de Ferro</em>, de 1999, <em>Os Incríveis</em>, de 2004, e <em>Ratatouille</em>, de 2007) disse em entrevista que ele tinha uma missão com os fãs de seu trabalho e, por isso, que só faria uma continuação da história da família Pêra se fosse possível entregar um trabalho melhor do que o anterior. Hoje o público tem a certeza de que Bird cumpriu com sua palavra e entregou um longa mais incrível que sua primeira história. O talentoso diretor – cujo também é o dublador que dá voz a fantástica Edna Moda – se mostrou mais uma vez um artista inteligentíssimo e sensível.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9077" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/3297382.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Tendo em sua essência a obrigação de cativar todas as idades, fazer uma animação é bastante desafiador no quesito enredo. A necessidade de prender a atenção do público infantil ao mesmo tempo que entretém os espectadores mais maduros é a parte mais difícil do gênero. E é por essa razão que Brad Bird é inigualável. Sua narrativa diverte a mente infantil enquanto faz com que mentes maduras discutam sobre problemáticas pós-modernas. Na sequência sobre a super família, Bird continua a tratar problemáticas cotidianas do século XXI – como o papel dos pais no desenvolvimento dos filhos, o heroísmo por trás das funções do lar, relacionamentos familiares e amorosos, empoderamento feminino etc – de uma forma ainda mais profunda.</p>
<p>O roteiro de Brad Bird precisa ser parabenizado em diversos aspectos – como a coerência com a primeira história e seus personagens e o desenvolvimento harmonioso de cada um dos integrantes da família Pêra – contudo o destaque maior vai para a metáfora por trás de toda a história. Desde o primeiro longa-metragem, Bird tenta levar para as telonas uma discussão sobre vida adulta e responsabilidades. Com os dois opostos, Helena e Beto, o diretor mostra que amadurecer é uma difícil tarefa e que acontece de formas diferentes para cada pessoa. Em sua nova história, o foco será na importância de um amadurecimento das relações. Numa família, todos precisam passar pelas mais variadas funções para que desempenhem o seu melhor papel, seja esse de pai, mãe ou filho(a). E é justamente por isso que aconteceu a inversão dos papéis familiares propostos pelo primeiro longa. A Mulher Elástica passará a prover a família – e ainda terá o seu momento de glória, mostrando sua força como mulher – e o Senhor Incrível terá que a aprender uma das maiores lições de sua vida: Ser um bom pai é um dos atos mais heroicos que alguém pode fazer; como a própria Edna Moda diz em um dos trailers liberados pela Disney/Pixar. Portanto, a nova (e brilhante) proposta do diretor e roteirista é fazer uma reflexão sobre amadurecimento a partir de cada um dos personagens conhecidos pelo público, dando um destaque para Helena e Roberto.</p>
<p>Para potencializar o brilhantismo desse roteiro, a parte técnica do longa é impecável. Como jogada muito inteligente da produção, foi mantida quase que em completude a equipe técnica do primeiro filme, ocorrendo apenas uma mudança com a entrada de Mahyar Abousaeedi (<em>O Bom Dinossauro</em>, de 2015) como novo diretor de fotografia. As imagens do longa são pura perfeição. O detalhamento nos desenhos e a verossimilhança com a realidade são impressionantes. O premiado Michael Giacchino (<em>Up &#8211; Altas Aventuras</em>, de 2010) traz para a narrativa a nostalgia do passado e a força renovadora do presente através de sua composição. A trilha sonora leva o espectador às suas memórias da infância, diretamente para o momento no qual assistiu Os Incríveis pela primeira vez. Para completar a maestria técnica ainda tem o trabalho excepcional de Stephen Schaffer (<em>WALL-E</em>, de 2008) e a sua montagem extraordinária que traz o equilíbrio perfeito para esse filme de super heróis.</p>
<p>A beleza d&#8217;<em>Os Incríveis 2</em> está no cuidado com o qual o longa foi elaborado. Uma produção repleta de planejamento desde a concepção da ideia de uma sequência até a sua execução fazem dessa obra um produto diferenciado. A delicadeza de Brad Bird ao dar continuidade as personagens amadas por milhões de pessoas fez a diferença no resultado desse filme. A continuação da vida da família Pêra foi feita com muito carinho. Carinho esse que resultou em uma narrativa inteligente, madura e harmoniosa. O ponto-chave que transformará essa obra em um marco na história da Disney/Pixar é justamente a profundidade de tudo que rodeia a trama e a elaboração dela. Esta é uma película que faz jus aos quatorze de espera. E o resultado final é um largo sorriso no rosto de cada uma das crianças – sejam elas crianças de alma ou no sentido literal da palavra – que deixam a sessão completamente extasiadas com o resultado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8NURuV5GmPY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-incriveis-2/">Crítica: Os Incríveis 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-os-incriveis-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Touro Ferdinando</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-touro-ferdinando/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-touro-ferdinando/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2018 21:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[O Touro Ferdinando]]></category>
		<category><![CDATA[Sinopse]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8594</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Touro Ferdinando chega aos cinemas nesta quinta-feira, 11 de janeiro, e promete encantar os corações de adultos e crianças. Aliás, que bom período para animação, hein?! Saiba mais do que eu estou falando lendo a crítica do longa da Disney Viva &#8211; A Vida é Uma Festa. Fofinhos e cheios de mensagens para o espectador. Em O Touro Ferdinando, o protagonista é um tourinho carinhoso e gentil que vive na Espanha, onde o animal é criado para participar das [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-touro-ferdinando/">Crítica: O Touro Ferdinando</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Touro Ferdinando</em> chega aos cinemas nesta quinta-feira, 11 de janeiro, e promete encantar os corações de adultos e crianças. Aliás, que bom período para animação, hein?! Saiba mais do que eu estou falando lendo a crítica do longa da Disney <em>Viva &#8211; A Vida é Uma Festa</em>. Fofinhos e cheios de mensagens para o espectador.</p>
<p>Em <em>O Touro Ferdinando</em>, o protagonista é um tourinho carinhoso e gentil que vive na Espanha, onde o animal é criado para participar das violentas touradas. Todos no rancho em que ele vive almejam ser escolhidos, menos Ferdinando que prefere ficar se encantando com as flores do jardim. Ao fugir do local, ele descobre um universo de possibilidades e perigos.</p>
<p>A história já começa emocionando o espectador ao tratar do pai do protagonista de uma forma carinhosa, porém objetiva. Eles deixam claro desde o início que os touros raramente voltam das touradas e que o destino é o pior possível. Aliás, o filme faz uma crítica ao estilo de evento tradicional na Espanha, chamando para a reflexão a necessidade de infringir tamanho sofrimento ao animal, resultando normalmente em sua morte, apenas para entretenimento das pessoas.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8595" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/0523997.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Com personagens engraçadinhos e espertos, o filme vai traçado toda a trajetória de superação de Ferdinando e como ele consegue influenciar o mundo com sua doçura. Ele acredita que é dando amor que a vida funciona melhor e deixa isso claro em todas as cenas. Um belo recado para a criançada que vai assistir o longa no cinema. Aliás, para os adultos também.</p>
<p>O diretor brasileiro Carlos Saldanha cria um universo mágico e colorido, onde os personagens coadjuvantes funcionam como apoio fundamental ao principal. A cabra meio louquinha e os porcos-espinhos dramáticos fazem com que cada cena seja um riso diferente, sem forçar a barra. O roteiro discute a importância de respeitar as diferenças e aceitar o outro como ele é. Que todos temos estilos diferentes e que não é por isso que somos melhores ou piores que alguém.</p>
<p>Sim, tem muitos clichês, é bem verdade. Algumas partes da história são previsíveis demais e poderiam ter sido tratadas de uma maneira mais autêntica pelo diretor. Ainda assim, não invalida o fato de que a história é um fofura e o espectador se apaixona a cada momento pelos personagens. Vale a pena conferir com a família toda!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/o5SIUuIVuZU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-touro-ferdinando/">Crítica: O Touro Ferdinando</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-touro-ferdinando/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Viva &#8211; A Vida é Uma Festa</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-viva-a-vida-e-uma-festa/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-viva-a-vida-e-uma-festa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 16:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Viva - A Vida é Uma Festa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8579</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Pixar retorna mais uma vez às telonas com um filme que vai deixar adultos e crianças completamente encantados. Viva &#8211; A Vida é Uma Festa não é apenas um desenho animado super colorido e com personagens envolventes. É uma aula de como lidar com as adversidades da vida e da morte. Aliás, é lindo de ver o estúdio tratando a temática &#8220;morte&#8221; com tamanha naturalidade e cuidado. A narrativa gira em torno de Miguel, um menino que ama música [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-viva-a-vida-e-uma-festa/">Crítica: Viva &#8211; A Vida é Uma Festa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Pixar retorna mais uma vez às telonas com um filme que vai deixar adultos e crianças completamente encantados. <em>Viva &#8211; A Vida é Uma Festa</em> não é apenas um desenho animado super colorido e com personagens envolventes. É uma aula de como lidar com as adversidades da vida e da morte. Aliás, é lindo de ver o estúdio tratando a temática &#8220;morte&#8221; com tamanha naturalidade e cuidado.</p>
<p>A narrativa gira em torno de Miguel, um menino que ama música mas sofre com a família que simplesmente repudia qualquer canção. Tudo isso por conta de um trauma familiar, quando a tataravó do garoto foi abandonada pelo marido, que caiu na estrada para ser músico. No Dia dos Mortos no México, quando os antepassados são festejados, o menino acaba cruzando para o mundo dos que já foram e encontra com seus familiares falecidos.</p>
<p>O filme tem personagens muito envolventes, que vão desde o protagonista simpático até o cachorro de rua que se relaciona com ele. A história vai sendo construída e envolvendo todos os familiares do garoto, explicando como tudo aconteceu e porque as pessoas agem daquela forma. É um cuidado narrativo muito grande, que faz toda a diferença na hora de envolver o espectador.</p>
<p>Além de ser bem colorido, o filme tem muita música (como os clássicos Disney) e muita animação. Embora seja um longa que o espectador ri bastante, é uma emoção atrás da outra. A relação de Miguel com seus parentes, com os mortos. Aliás, essa relação com a morte é tratada de maneira fantástica. A Pixar ousa falar com crianças sobre os diversos tipos de morte, seja por velhice, por doença, acidentes e até assassinatos. Ainda que trate de temas mais &#8220;pesados&#8221;, o estúdio consegue fazer isso da forma mais leve possível, sem criação de céu e inferno ou sem aquele ar tenebroso em torno dos mortos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8582" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cinema-viva-a-vida-e-uma-festa-20170309-006.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>A estrutura familiar e o núcleo criado é que dá o tom do filme. Trata-se de uma história amorosa, carinhosa e amigável. Todos podem se identificar em muitos momentos. E é inevitável o choro que vem nas diversas cenas de emoção natural. Sim, o filme consegue nos fazer rir e chorar sem precisar se esforçar para isso. Ele fala, especialmente, da relação com nossos antepassados e como é importante manter viva a memória dos que já se foram.</p>
<p>Além disso, ele consegue tratar de toda essa temática sem envolver nenhum tipo de religião, fazendo com que ainda mais pessoas se sintam representadas. Fala de crença e fé, mas não especifica nada, deixando para o espectador a tarefa de criar esse universo religioso.</p>
<p><em>Viva &#8211; A Vida é Uma Festa</em> é um presente de início de ano para todos, com várias lições sobre relações afetivas, sentimentos, crenças e persistência. Mas principalmente, ele fala de lembrança, de recordação, da importância de saber a história de sua família. Lindo e emocionante, o filme é tudo aquilo que se esperava e muito mais.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/K3cL-o73GPU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-viva-a-vida-e-uma-festa/">Crítica: Viva &#8211; A Vida é Uma Festa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-viva-a-vida-e-uma-festa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: As Aventuras do Capitão Cueca &#8211; O Filme</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-aventuras-do-capitao-cueca-o-filme/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-aventuras-do-capitao-cueca-o-filme/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 01:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[As Aventuras do Capitão Cueca - O Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8287</guid>

					<description><![CDATA[<p>Baseado no livro homônimo, As Aventuras do Capitão Cueca &#8211; O Filme conta a história de Jorge e Haroldo, dois garotinhos espertos e brincalhões que adoram pregar peças nos coleguinhas e professores da escola. O desenho animado tem um tom bem infantil e certamente vai agradar a meninada nesse Dia das Crianças. Lúdico, o filme traz um enredo imaginativo forte e fala muito da relação entre os dois melhores amigos. Eles ficam preocupados quando descobrem que podem ser separados de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-aventuras-do-capitao-cueca-o-filme/">Crítica: As Aventuras do Capitão Cueca &#8211; O Filme</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado no livro homônimo, <em>As Aventuras do Capitão Cueca &#8211; O Filme</em> conta a história de Jorge e Haroldo, dois garotinhos espertos e brincalhões que adoram pregar peças nos coleguinhas e professores da escola. O desenho animado tem um tom bem infantil e certamente vai agradar a meninada nesse Dia das Crianças.</p>
<p>Lúdico, o filme traz um enredo imaginativo forte e fala muito da relação entre os dois melhores amigos. Eles ficam preocupados quando descobrem que podem ser separados de turma por conta do mal comportamento. Ambos ficam desesperados porque acreditam que a amizade vai acabar.</p>
<p>A realidade das crianças é comprometida quando um suposto novo professor é contratado pela escola e quer, na verdade, destruir a alegria de todos, para que ninguém possa rir nunca mais. É uma história bem imaginativa mesmo, mas que tem um enredo concreto. As crianças vão se divertir e dar muita risada com as confusões desta duplinha do barulho.</p>
<p>Eles são muito criativos e adoram escrever historinhas e contos. O favorito é o Capitão Cueca, herói que salva o dia com as roupas íntimas e seu poder divertido. E é isso que dá o tom ao longa. Mostra o quanto que a imaginação fértil das crianças pode criar uma realidade paralela divertida e incrível.</p>
<p>Não tem lá uma narrativa muito profunda e coloca a escola como um lugar terrível, o que é levemente preocupante. Mas como tudo é muito lúdico, colorido e engraçadinho, acredito que não terá uma influência negativa na criançada. O resultado é positivo e bem fofinho.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/j9octn8jaCA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-aventuras-do-capitao-cueca-o-filme/">Crítica: As Aventuras do Capitão Cueca &#8211; O Filme</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-aventuras-do-capitao-cueca-o-filme/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Uma Família Feliz</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-familia-feliz/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-familia-feliz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 23:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Família Feliz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8101</guid>

					<description><![CDATA[<p>O longa Uma Família Feliz traz a história de uma família que está passando por uma fase muito complicada no relacionamento dos membros, onde ninguém se comunica direito e as coisas simplesmente não dão certo. A matriarca acaba se comunicando com um vampiro, que se apaixona repentinamente por ela e passa a querer torná-la sua esposa. Acredito que a grande falha do filme é a formação do roteiro. Além de extremamente superficial, ele deixa vários fios soltos, sem conexão. O [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-familia-feliz/">Crítica: Uma Família Feliz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Uma Família Feliz</em> traz a história de uma família que está passando por uma fase muito complicada no relacionamento dos membros, onde ninguém se comunica direito e as coisas simplesmente não dão certo. A matriarca acaba se comunicando com um vampiro, que se apaixona repentinamente por ela e passa a querer torná-la sua esposa.</p>
<p>Acredito que a grande falha do filme é a formação do roteiro. Além de extremamente superficial, ele deixa vários fios soltos, sem conexão. O primeiro fio é: &#8220;como a mãe da família conseguiu o telefone de um vampiro&#8221;? Pois é, isso não fica claro e mostra desde os primeiros minutos um problema que o espectador consegue ver ao londo de 90 minutos.</p>
<p>Vemos nele ainda, novamente, um problema de estereotipagem da mãe. Como na maioria dos filmes, a mãe é a chata, responsável, ranzinza, que quer controlar todos e trata o pai como mais um filho. Machismo claro. E assim, é ainda mais preocupante que o público principal do filme seja infantil, pois incute na cabeça dos pequenos que esse tipo de comportamento é normal por parte das mães.</p>
<p>Não há nada de inovador na narrativa, que se repete como uma colcha de retalhos de vários filmes. Não tem diferencial, nem nada específico que torna a história memorável.</p>
<p>O que ganha pontos no desenho animado é a personalidade e os gráficos dos personagens. Eles são interessantes e fofinhos, tornando tudo mais atraente para as crianças. É literalmente engraçadinho. Além disso, a boa e velha lição de moral do final do filme, onde a família unida consegue vencer qualquer adversidade e encontrar a felicidade, funciona razoavelmente. Ainda assim, não é um longa que valha à pena.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kIXpxfnzEY0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-familia-feliz/">Crítica: Uma Família Feliz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-familia-feliz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Meu Malvado Favorito 3</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-malvado-favorito-3/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-malvado-favorito-3/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2017 15:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Malvado Favorito 3]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7875</guid>

					<description><![CDATA[<p>Meu Malvado Favorito está se tornando uma franquia semelhante A Era do Gelo. Muitos filmes, histórias que vão evoluindo um pouco perdidas. Espero que diferente da Era do Gelo, Meu Malvado Favorito saiba o momento de parar. E ele é agora. A história foca no surgimento de um novo vilão que vem da década de 1980, onde fez muito sucesso na TV mas perdeu a fama quando ficou mais velho. Gru tenta deter o vilão, mas não consegue, sendo demitido do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-malvado-favorito-3/">Crítica: Meu Malvado Favorito 3</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Meu Malvado Favorito</em> está se tornando uma franquia semelhante <em>A Era do Gelo</em>. Muitos filmes, histórias que vão evoluindo um pouco perdidas. Espero que diferente da <em>Era do Gelo</em>, <em>Meu Malvado Favorito</em> saiba o momento de parar. E ele é agora.</p>
<p>A história foca no surgimento de um novo vilão que vem da década de 1980, onde fez muito sucesso na TV mas perdeu a fama quando ficou mais velho. Gru tenta deter o vilão, mas não consegue, sendo demitido do centro de espionagem. Tanto ele quanto Lucy. Neste meio tempo, ele acaba descobrindo que tem um gêmeo, o Dru, e segue para conhecer o irmão perdido.</p>
<p>A animação segue sendo muito bem articulada e com uma história boa e bem centrada. A narrativa vai evoluindo com cuidado e de forma consciente, tornando tudo ainda mais atrativo para o espectador. Além disso, mantém um humor sagaz e bem articulado, proporcionando um enredo definitivamente bom.</p>
<p>A inserção dos Minions também foi feita com cuidado. Talvez por conta do sucesso dos personagens, pensei que o estúdio pudesse querer explorar mais essa parte do longa. Mas não. Eles conseguiram equilibrar muito bem e deixar claro que o filme é de Gru e das meninas, e não dos Minions.</p>
<p>Meu Malvado Favorito 3 é divertido e coerente. Vale a pena conferir o resultado desta terceira parte.</p>
<p>Meu receio, no entanto, é que os diretores não saibam o momento de parar. Por necessidade de aproveitar esse momento financeiro que a série permite, o medo é que o estúdio queira continuar uma história que não tem mais para onde ir e tende a se tornar algo completamente desnecessário e chato.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/H4spA4JIVN4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-malvado-favorito-3/">Crítica: Meu Malvado Favorito 3</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-malvado-favorito-3/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
