<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Connie Nielsen - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/connie-nielsen/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/connie-nielsen/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 May 2025 21:17:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Connie Nielsen - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/connie-nielsen/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Gladiador II</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-gladiador-ii/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-gladiador-ii/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 12:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[David Scarpa]]></category>
		<category><![CDATA[Denzel Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Derek Jacobi]]></category>
		<category><![CDATA[Fred Hechinger]]></category>
		<category><![CDATA[Gladiador]]></category>
		<category><![CDATA[Gladiador 2]]></category>
		<category><![CDATA[Gladiador II]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Quinn]]></category>
		<category><![CDATA[Lior Raz]]></category>
		<category><![CDATA[Paramount Pictures]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Mescal]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Pascal]]></category>
		<category><![CDATA[Ridley Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Russell Crowe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18896</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cinema, desde seu início, sempre respondeu bem a grandes épicos. Spartacus (1960), Lawrence da Arábia (1962) e Cleopatra (1963) são exemplos de uma década onde os longas-metragens desse subgênero faziam um sucesso estrondoso. O tempo passou e a quantidade de lançamentos de dramas épicos diminuiu &#8211; como ocorreu com subgêneros anteriores e posteriores à ele -, mas sempre existiu um lugar para tais filmes, principalmente em Hollywood. Existe um lugar especial para esse formato fílmico e suas contações de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-gladiador-ii/">Crítica: Gladiador II</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema, desde seu início, sempre respondeu bem a grandes épicos. <em>Spartacus (1960)</em>, <em>Lawrence da Arábia (1962)</em> e <em>Cleopatra (1963)</em> são exemplos de uma década onde os longas-metragens desse subgênero faziam um sucesso estrondoso. O tempo passou e a quantidade de lançamentos de dramas épicos diminuiu &#8211; como ocorreu com subgêneros anteriores e posteriores à ele -, mas sempre existiu um lugar para tais filmes, principalmente em Hollywood. Existe um lugar especial para esse formato fílmico e suas contações de jornadas e vitórias epopeicas. Lá no início dos anos 2000, por exemplo, o diretor Ridley Scott (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casa-gucci/"><em>Casa Gucci</em></a>, de 2021) trouxe essa fagulha consigo em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-catalogo-gladiador/"><em>Gladiador</em></a>. Agora, 24 anos depois, o diretor tenta acender novamente essa fagulha com <em><strong>Gladiador II</strong></em>.</p>
<p><em><strong>Gladiador II</strong></em> marca dois momentos importantes na carreira do diretor Ridley Scott. O primeiro é a sua nova tentativa de produzir um drama épico nos moldes clássicos &#8211; coisa que veio tentando fazer nos últimos anos com <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ultimo-duelo/"><em>O Último Duelo (2021)</em></a> e <em>Napoleão (2023)</em>, mas falhou. O segundo marco é o retorno de Scott com uma de suas histórias de maior sucesso sendo continuada por ele próprio, diferente do que vimos em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><em>Blade Runner 2049 (2017)</em></a> ou de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alien-romulus/"><em>Alien &#8211; Romulus (2024)</em></a>. Essa união de fatores colocou o cineasta numa posição de acertos que geraram resultados positivos que há muito não ocorriam em sua carreira.</p>
<p>Ainda que a existência de sua narrativa não se justifique, <strong><em>Gladiador II</em></strong> não vive única e exclusivamente por conta de seu antecessor. Na verdade, ele funciona perfeitamente dentro da lógica de um épico clássico &#8211; inclusive por certas obviedades narrativas tanto da tragédia, quanto do melodrama -, e isso faz com que o filme não tenha apenas uma sobrevida. Mesmo que possa se questionar a razão de fazer uma continuação agora, tantos anos depois, o resultado fílmico acerta onde precisa e entrega uma narrativa coesa e grandiosa como seu antecessor.</p>
<p>O roteiro de David Scarpa (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-todo-o-dinheiro-do-mundo/"><em>Todo o Dinheiro do Mundo</em></a>, de 2017) permite que a história tenha três frentes narrativas principais e, com isso, dá oportunidade para que boa parte do elenco central tenha momentos de destaque e entregue performances poderosas. Esse é um dos pontos altos do filme. <strong><em>Gladiador II</em></strong> é um drama épico que se constroi a partir de uma teia estelar de intérpretes. E são essas performances e seus arcos narrativos que conduzem a atenção do espectador do início ao fim do longa. Com todas as suas liberdades históricas que considero desimportantes, Scarpa entrega um roteiro amarrado e bem conduzido para boas performances.</p>
<figure id="attachment_18898" aria-describedby="caption-attachment-18898" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-18898" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Gladiador-II-2-750x500.jpg" alt="Gladiator II (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Gladiador-II-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Gladiador-II-2-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18898" class="wp-caption-text">Denzel Washington, Pedro Pascal e Connie Nielsen em cena de divulgação de Gladiator II (2024)</figcaption></figure>
<p>Quando se fala das três frentes narrativas de <strong><em>Gladiador II</em></strong>, em primeiro lugar está Paul Mescal (<em>Desconhecidos</em>, de 2023). Ele comanda o eixo principal da história com sua jornada de vingança pela morte da esposa e de confronto com o seu passado. Do outro lado, Connie Nielsen (<em>Mulher-Maravilha 1984</em>, de 2020) e Pedro Pascal (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-robo-selvagem/"><em>Robô Selvagem</em></a>, de 2024) embarcam numa busca pela mudança política de Roma, enquanto a personagem de Connie ainda precisa também se confrontar com seu passado.</p>
<p>A terceira frente é &#8211; e essa merece um destaque especial &#8211; a linha narrativa de Denzel Washington (<em>O Protetor: Capítulo Final</em>, de 2023) com sua ascensão e desejo de poder. Denzel é um show à parte. Ele está claramente usando sua experiência com o teatro shakespeariano para dar vida a sua tragédia particular dentro da narrativa macro de <strong><em>Gladiador II</em></strong>. E é com isso que o ator entrega uma das melhores performances masculinas do ano, até então &#8211; ao lado de Nicolas Cage em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-longlegs-vinculo-mortal/"><em>Longlegs &#8211; Vínculo Mortal (2024)</em></a>.</p>
<p><strong><em>Gladiador II</em></strong> é uma surpresa positiva tanto para os fãs do original como do diretor. Esse longa foi feito para agradar gregos e troianos por carregar em si uma estrutura e narrativa bem definidas e amarradas, ao mesmo tempo que agrada com o entretenimento do <em>star system</em> e a escolha do elenco. Ao final da sessão, a pergunta sobre a necessidade ou não de uma continuação do filme de Scott de 2000 passa a ser desimportante. O que fica e se torna relevante é que o cineasta foi capaz de entregar uma continuação à altura do original e do subgênero.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ridley Scott</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Paul Mescal, Pedro Pascal, Joseph Quinn, Fred Hechinger, Lior Raz, Derek Jacobi, Connie Nielsen e Denzel Washington</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tRLyeDklHx4?si=-j469S0ivdreb6Rb" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-gladiador-ii/">Crítica: Gladiador II</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-gladiador-ii/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 22:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Amber Heard]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Aquaman]]></category>
		<category><![CDATA[Batman vs. Superman - A Origem da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Ciarán Hinds]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[DC Films]]></category>
		<category><![CDATA[Diane Lane]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Ezra Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Cavill]]></category>
		<category><![CDATA[J.K. Simmons]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Leto]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Momoa]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Irons]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Manganiello]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Morton]]></category>
		<category><![CDATA[Liga da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Ray Fisher]]></category>
		<category><![CDATA[Ray Porter]]></category>
		<category><![CDATA[Robin Wright]]></category>
		<category><![CDATA[Shazam]]></category>
		<category><![CDATA[Snyder Cut]]></category>
		<category><![CDATA[Super-herói]]></category>
		<category><![CDATA[Willem Dafoe]]></category>
		<category><![CDATA[Zack Snyder]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13901</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (Aquaman) sobre a famosa Liga da Justiça. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (Os Vingadores, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que Liga da Justiça [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/">Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (18), o mundo finalmente pôde assistir à visão do diretor Zack Snyder (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aquaman/"><em>Aquaman</em></a>) sobre a famosa <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/"><em>Liga da Justiça</em></a>. O projeto, que inicialmente esteve sob o comando do diretor americano, foi passado para Joss Whedon (<i>Os Vingadores</i>, de 2012) por desentendimentos entre o chefe da Warner e Snyder e questões pessoais do diretor. Mais uma vez, problemas internos de produção afetaram outra obra cinematográfica do estúdio. E é em meio a este embate que <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> (2021) emerge e traz um novo olhar para o Universo Estendido DC (DCEU).</p>
<p>Após a perda do guardião da Terra, Batman (Ben Affleck, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>) precisará, ao lado da Mulher Maravilha (Gal Gadot, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>), reunir os maiores super-heróis do planeta para deter um desastre iminente. Além da jornada para juntar esta liga de heróis composta pelo Aquaman (Jason Momoa, <em>Game of Thrones</em>), Flash (Ezra Miller, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-e-onde-habitam/"><em>Animais Fantásticos e Onde Habitam</em></a>) e Ciborgue (Ray Fisher, True Detective), eles precisarão se preparar para deter Darkseid, o conquistador de mundos, e seu exército de parademônios comandados por Lobo da Estepe.</p>
<p>A estreia do filme é uma vitória para os fãs da DC que são os responsáveis por cobrar o lançamento do longa-metragem. Após uma extensa campanha online para liberação do que viria a ser o <b><i>Snyder Cut</i></b> &#8211; como é conhecida a produção por ser o corte do diretor &#8211; a Warner se rendeu ao desejo do público e criou os caminhos para fazer deste filme uma realidade.</p>
<p>O primeiro ponto positivo do <b><i>Snyder Cut</i></b> é seu poder de comprovação de qualidade. As produções da DCEU vaguearam, durante um bom tempo, entre ótimos filmes e outros bem problemáticos &#8211; a exemplo de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/"><i>Batman vs Superman: A Origem da Justiça</i></a> (2016) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-esquadrao-suicida/"><i>Esquadrão Suicida</i></a> (2016). Desta vez, o clamor dos espectadores trouxe o filme para as telas. Sem amarras, da forma que foi pensado (e ainda mais). Com isso, a estreia do HBO Max comprovou novamente que a DC é capaz de realizar produções de qualidade dentro de um arco maior e interativo de filmes.</p>
<p>Ou seja, a construção narrativa da nova <b><i>Liga da Justiça</i></b> traz o universo de volta aos trilhos. No entanto, é importante pensar que esta alusão ao trem descarrilhado existe a partir de uma perspectiva mercadológica e competitiva &#8211; uma vez que <i>Mulher-Maravilha</i> (2017), <i>Aquaman</i> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-shazam/"><i>Shazam!</i></a> (2019) foram filmes que funcionaram, tem qualidade e são bem amarrados.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13905" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/liga-da-justica-snyder-cut-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A necessidade de mega bilheterias e a inevitável comparação entre a DC e Marvel e seus universos estendidos são os fatores que regem essa competitividade alucinante. E ela é uma das principais razões que causaram diversos tropeços do DCEU ao longo de sua existência &#8211; seja por falta de planejamento do estúdio ou por uma comparação infundada por parte do público.</p>
<p>Nesta nova versão, existe a profundidade necessária para guiar as motivações das personagens, elas são bem trabalhadas e mostram quem são de verdade. Da mesma forma são os vilões do filme, os quais, desta vez, se sustentam e se mostram capazes de carregar o peso de suas ações e do papel que representam para o Universo Estendido. Esses são os principais elementos narrativos que conseguem, de longe, fazer deste longa-metragem uma produção melhor para inaugurar a jornada da Liga da Justiça nos cinemas.</p>
<p>É inegável dar os louros ao Snyder pelo seu olhar macro da história &#8211; coisa que ele não conseguiu imprimir em <i>Batman vs Superman</i>. E, quando analisado, é interessante pensar que o projeto inicial se propôs a abrir essa nova página da história com um dos maiores vilões do universo. Além de arriscada, foi uma escolha corajosa introduzir Darkseid de logo cara. Só que isso é feito de forma tão sutil e cuidadosa, que não criou conflitos narrativos; apenas possibilitou diversos caminhos para o DCEU seguir.</p>
<p>No entanto, isto só foi possível porque o <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> tem 4h de duração. E aqui mora o primeiro problema &#8211; quando pensamos na obra dentro do formato de narrativa cinematográfica. Mesmo com a divisão da história em capítulos &#8211; o que permite uma flexibilidade maior na hora de assistir ao filme &#8211; é exaustivo para quem decide encará-lo como um longa-metragem. São 4h que valem a pena pelo resultado, mas existem excessos que são evidentes. Ainda que seja interessante o longa tirar o tempo necessário para estabelecer o contato inicial entre o público e os heróis que ainda não haviam sido mostrados nas telas, a duração cansa o espectador.</p>
<p>Outro fator relacionado aos excessos está na aparição de várias figuras conhecidas que abrem muitas portas para o futuro narrativo. Neste caso, esses caminhos podem levar a mais um momento de desencontro da produção. Fica claro que Zack Snyder quis apresentar a Liga da forma mais completa possível.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13904" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg" alt="Liga da Justiça - Snyder Cut" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/sc001-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Também é compreensível que a escolha foi feita para dar brecha a novos filmes solo e outras interações com referências em quadrinhos diversos, mas isso precisaria ser conduzido de forma cuidadosa. E, ainda assim, existem inserções que extrapolam a narrativa contada pelo Snyder e se tornam mais interrogações na cabeça do espectador, além de ter feito o filme se estender ainda mais, a exemplo de quase todo o epílogo.</p>
<p>É pensando também nesse futuro um tanto incerto que moram os maiores questionamentos sobre o DCEU. A chegada de <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut </i></b>não mudou os caminhos trilhados pelo universo e, até então, não afetou projetos em andamento. A Warner e o próprio diretor também já se pronunciaram alegando que ele não estará mais à frente de projetos do Universo Estendido. Mas isso significa que o conteúdo narrativo do <b><i>Snyder Cut</i></b> será ignorado, como se nunca tivesse sido lançado? Será que outra petição virtual será feita para tornar canônica essa versão e seguir a partir dela? Ou até mesmo, será que outra comoção trará o diretor de volta?</p>
<p>Além disso, não está claro ainda onde o novo Batman se encaixa, da mesma forma que o enredo de <i>The Flash</i> (2022) não foi divulgado e existem apenas rumores sobre o conteúdo do longa. Outras dúvidas são sobre a saída de Ben Affleck e Henry Cavill e o <i>reboot</i> do <em>Superman</em> no universo. As polêmicas envolvendo Ray Fisher e a investigação sobre a conduta abusiva de Joss Whedon durante as gravações de <i>Liga da Justiça</i> (2017) também tiveram efeitos. O planejamento do filme solo do Ciborgue parou e talvez ele tenha sido cortado do filme do Flash.</p>
<p>Seja quais caminhos a Warner deseje seguir, duas coisas são esperadas: que haja um planejamento a longo prazo e que o resultado das produções mantenha a qualidade de filmes como <i>Wonder Woman</i>, <i>Aquaman</i>, <i>Shazam!</i> e o <b><i>Snyder Cut</i></b>. É impossível negar a qualidade do que foi visto com a versão de Zack e isso precisa ser respeitado. O trabalho do diretor, produtor e roteirista não é livre de julgamentos e, muito menos, de erros. Há escolhas que poderiam ter sido diferentes, mas o conjunto da obra é satisfatório, não há como negar.</p>
<p>Sem exageros e firulas, Snyder conseguiu demonstrar o seu cinema. E, apesar de ter feito dois filmes no DCEU anteriormente, é em <b><i>Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</i></b> que se vê as marcas do diretor com clareza &#8211; tanto os acertos quanto os erros. Agora os <i>crossovers</i> da DC têm uma cara e ela é madura e sombria. É uma linguagem e arte que descrevem a essência das histórias em quadrinhos da DC Comics. Com o <b><i>Snyder Cut</i></b>, o público e, principalmente, os fãs puderam vislumbrar tudo o que pode acontecer quando um projeto dá liberdade criativa e artística para a equipe. E quem sabe, ao menos o resultado deste filme não impulsione um novo recomeço para a DC nos olhos do público e da própria indústria.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Zack Snyder<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Ray Fisher, Amy Adams, Amber Heard, Jeremy Irons, Ciarán Hinds, Diane Lane, Joe Morton, J. K. Simmons, Jared Leto, Joe Manganiello, Robin Wright, Ray Porter, Connie Nielsen, Willem Dafoe, Jesse Eisenberg</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/sdvBf9XiJnA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/">Crítica: Liga da Justiça &#8211; Snyder Cut</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica-snyder-cut/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial Catálogo: Gladiador</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-catalogo-gladiador/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-catalogo-gladiador/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2019 15:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David Hemmings]]></category>
		<category><![CDATA[Derek Jacobi]]></category>
		<category><![CDATA[Djimon Hounsou]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gladiador]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquin Phoenix]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Oliver Reed]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Ridley Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Russell Crowe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11931</guid>

					<description><![CDATA[<p>A tradição dos filmes épicos teve seu início com a obra italiana Cabiria, de 1914. Desde sua estreia, o cinema épico viveu por muito tempo dos louros de produções monumentais desse subgênero como O Nascimento de Uma Nação (1915) – dirigido pelo controverso D. W. Griffith – e a obra francesa sobre um dos maiores conquistadores da história, Napoleão (1927). Apesar da decaída nas produções, a febre dos épicos ainda persistiu até meados do século XX, com trabalhos como o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-catalogo-gladiador/">Especial Catálogo: Gladiador</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tradição dos filmes épicos teve seu início com a obra italiana <em>Cabiria</em>, de 1914. Desde sua estreia, o cinema épico viveu por muito tempo dos louros de produções monumentais desse subgênero como <em>O Nascimento de Uma Nação</em> (1915) – dirigido pelo controverso D. W. Griffith – e a obra francesa sobre um dos maiores conquistadores da história, <em>Napoleão</em> (1927). Apesar da decaída nas produções, a febre dos épicos ainda persistiu até meados do século XX, com trabalhos como o premiado <em>Spartacus</em> (1960), de Stanley Kubrick. Contudo, o último ano antes do novo milênio foi contemplado com o filme <em><strong>Gladiador</strong></em>, que se tornaria um ponto de recomeço para que esse segmento cinematográfico se reinventasse.</p>
<p>A história ambientada na Roma Antiga tem como herói o general Maximus (Russell Crowe, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dois-caras-legais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Dois Caras Legais</em></a>) e para contrapô-lo, a figura do corrupto e incestuoso Commodus (Joaquin Phoenix, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-coringa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Coringa</em></a>). O conflito entre essas personagens é estabelecido a partir da morte do Imperador Marcus Aurelius (Richard Harris, <em>Harry Potter e a Pedra Filosofal</em>), pai de Commodus.</p>
<p>Em segredo, o então falecido Imperador deixou para Maximus, como última missão, restabelecer o poder político total do Senado romano. Assim, a prosperidade voltaria a reinar no grande Império. Commodus, ao perceber que o general lhe seria uma ameaça, manda que seus guardas matem-no por trair os desejos do novo Imperador. Após fugir de sua sentença mortal,  Maximus transfigura-se no famoso e implacável gladiador de Proximus (Oliver Reed, <em>O Povo Contra Larry Flynt</em>). Sua notoriedade leva-o até o despótico Commodus e o reencontro dos dois promete revelações, tramas políticas e a ira de um tirano que luta para manter-se no poder.</p>
<p>Realizando o seu segundo épico da carreira, o diretor Ridley Scott (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alien-covenant/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Alien: Covenant</em></a>) emplaca um filme de sucesso. Com direito a uma bilheteria invejável e críticas bem positivas, o longa-metragem ainda teve 119 indicações &#8211; das quais foi vitorioso em 48 prêmios. Os pontos mais fortes na produção estão no conjunto técnico e artístico que rodeou Scott. Os roteiristas David Franzoni (<em>Amistad</em>, 1997), John Logan (<em>O Aviador</em>, 2004) e William Nicholson (<em>Os Miseráveis</em>, 2012), por exemplo, foram indicados ao Oscar de &#8220;Melhor Roteiro Original&#8221;.</p>
<p><strong><em>Gladiator</em></strong> (título original) é estruturado por uma narrativa que mescla figuras reais com uma criação totalmente livre em cima de um período histórico. Apesar de algumas questões dessa liberdade em cima da realidade, a profusão de acontecimentos marcantes e embates poderosos levanta o roteiro, o concedendo diversas indicações.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11954" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Gladiador" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/1171525.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como todo bom épico, <strong><em>Gladiador</em></strong> traz a velha oposição entre o povo e o poder tirânico. Dessa forma, o filme carrega uma crítica social que retrata situações atemporais como abuso de poder, corrupção e a famosa &#8220;política do pão e circo&#8221;. Além da originalidade existente no roteiro, a presença marcante do imponente Russell Crowe faz da simples personagem uma merecedora do <em>Academy Awards</em> de &#8220;Melhor Ator&#8221;. Somando a qualidade do protagonista, Joaquin Phoenix apresenta uma criatura digna de repulsa que conquista os piores sentimentos do espectador. O que acabou lhe proporcionando três indicações como &#8220;Melhor Ator Coadjuvante&#8221; no Oscar, Globo de Ouro e BAFTA.</p>
<p>O vencedor do <em>Academy Awards</em>, todavia, incomoda o público em alguns aspectos. As principais críticas são a quebra com a realidade histórica e a falta de liga sentimental no épico. Esperava-se que o filme apelasse para as emoções do espectador uma vez que o longa estabelece uma identificação com revoluções contra um dominador despótico. Entretanto, a linha fílmica de Ridley Scott não comporta sentimentalismos. Os filmes de Scott expressam um alto teor de razão tornando o fator emotivo algo mais do que secundário, o que se repete em <strong><em>Gladiador</em></strong>. A tentativa exagerada de tocar o público é atribuída ao excesso de artifícios sonoros – ato falho, mesmo com trilha sonora composta pelo excelente Hans Zimmer (<em>O Rei Leão</em>, 1995).</p>
<p>O triunfo de <strong><em>Gladiator</em></strong> está em sua tática interna de compensação. A infertilidade emocional característica de Scott é esquecida graças à montagem fílmica de alta qualidade feita pelo premiado Pedro Scalia (<em>JFK: A Pergunta Que Não Quer Calar</em>, de 1991). O descontentamento relacionado à infidelidade com os fatos reais é vencido pela fascinação do público com histórias de heróis. Tudo isso guiado pelas belas batalhas coreografadas por Nicholas Powell (<em>Coração Valente</em>, de 1995). Além desses, outros setores da produção são notáveis e foram indicados em inúmeras premiações &#8211; como a direção de arte, composição musical, montagem, efeitos especiais etc.</p>
<p>O conjunto cinematográfico do longa levou diversas pessoas a se encantarem com a fotografia, edição, roteiro e atuações magistrais que compõem a beleza do filme. Ademais, Ridley Scott merece louros por ter reapresentado ao público &#8211; já que esse não via nada com tamanha qualidade há décadas &#8211; um épico que honra os seus antecessores e o próprio subgênero.</p>
<p>Você pode conferir esse premiado marco do cinema no catálogo da <a href="https://www.netflix.com/watch/60000929?trackId=13752289&amp;tctx=0%2C0%2C6693b9eba1cd98cf69bec410b01a46edb212a2d6%3A2e4ec8a66f17c36c3507f58ee9d6175f07a1fd4c%2C%2C"><em><strong>Netflix</strong></em></a>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ridley Scott<br />
<strong>Elenco:</strong> Russell Crowe, Joaquin Phoenix, Connie Nielsen, Oliver Reed, Richard Harris, Derek Jacobi, David Hemmings, Djimon Hounsou</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-catalogo-gladiador/">Especial Catálogo: Gladiador</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-catalogo-gladiador/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TOP 5 &#8211; Melhores Personagens Femininas em Mulher-Maravilha</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/top-5-melhores-personagens-femininas-em-mulher-maravilha/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/top-5-melhores-personagens-femininas-em-mulher-maravilha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jun 2017 15:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Elena Anaya]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Gal Gadot]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy Davies]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher-Maravilha]]></category>
		<category><![CDATA[Patty Jenkins]]></category>
		<category><![CDATA[Robin Wright]]></category>
		<category><![CDATA[TOP 5]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7717</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mulher-Maravilha já está em cartaz e exala o poder feminino nas telas. As personagens mulheres não são muitas em números, mas possuem um destaque forte em seus diálogos e ações dentro da narrativa, a começar, obviamente, pela protagonista. O filme, dirigido por Patty Jenkins (Monster- Desejo Assassino), possui inúmeras qualidades técnicas. Você pode conferir a nossa crítica clicando aqui! Pensando na representatividade feminina presente em Mulher-Maravilha, com diferentes tipos de representação, o Coisa de Cinéfilo traz agora um TOP 5 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/top-5-melhores-personagens-femininas-em-mulher-maravilha/">TOP 5 &#8211; Melhores Personagens Femininas em Mulher-Maravilha</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mulher-Maravilha</em> já está em cartaz e exala o poder feminino nas telas. As personagens mulheres não são muitas em números, mas possuem um destaque forte em seus diálogos e ações dentro da narrativa, a começar, obviamente, pela protagonista. O filme, dirigido por Patty Jenkins (<em>Monster- Desejo Assassino</em>), possui inúmeras qualidades técnicas. Você pode conferir a nossa crítica <em><strong><a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a></strong></em>!</p>
<p>Pensando na representatividade feminina presente em <em>Mulher-Maravilha</em>, com diferentes tipos de representação, o Coisa de Cinéfilo traz agora um TOP 5 das mulheres mais marcantes do longa. Confiram!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7730" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/444058.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="349" /><br />
<strong> 5) Etta Candy – Interpretada por Lucy Davies (<em>Todo Mundo Quase Morto</em>)</strong></p>
<p>Etta é a secretária de Steve Trevor. Ela ajuda o rapaz e Diana a cumprirem a missão que precisam realizar no filme. Nos quadrinhos, Candy é amiga da Mulher-Maravilha e, nas versões mais recentes, também possui esta personalidade agitada e meio atrapalhada. Ainda que a moça pareça se encaixar com as “regras” de comportamento das mulheres na década de 1940, Etta está inserida no mundo do trabalho e em algumas situações se demonstra firme e focada em seu trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7731" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/doutora-veneno-1496330571437_v2_1200x667.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 4) Dra. Maru – Também conhecida como Dra. Veneno e vivida por Elena Anaya (<em>A Pele Que Habito</em>)</strong></p>
<p>Maru é uma das vilãs do filme <em>Mulher-Maravilha</em> e também faz parte do universo de quadrinhos da <em>DC Comics</em>. No longa, a doutora é uma cientista alemã que busca a fórmula perfeita para um gás letal, a fim de trazer a vitória da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. A história assemelha-se com o período da Era de Ouro da<em> Mulher-Maravilha</em>. A personagem  mostra-se uma mulher forte, focada e de muita resiliência.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7732" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/robin-wright-em-mulher-maravilha.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 3) Antíope – Interpretada por Robin Wright (<em>Corpo Fechado, House of Cards</em>)</strong></p>
<p>Existem muitas coisas fantásticas sobre essa personagem, tanto nos quadrinhos como no novo filme da DC. Baseada na mitologia grega, ela é forte, independente, uma verdadeira guerreira. A Amazona treina Diana desde criança e ensina para a jovem heroína muitas de suas habilidades.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7733" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/MV5BMjQwNTQ3MjYxMF5BMl5BanBnXkFtZTgwMjMyOTYzMjI@._V1_SY1000_CR0015041000_AL_.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 2) Hipólita – Rainha da Ilha de Temiscira, interpretada por Connie Nielsen (<em>Advogado do Diabo</em>)</strong></p>
<p>Hipólita é uma criação dos deuses do Olimpo, mãe da Mulher-Maravilha. No filme, a líder se mostra cuidadosa, serena e paciente. No passado, ela precisou lutar para salvar todas as amazonas da fúria de Ares. Por isso, ela está sempre pensando em formas de manter a paz e ficar longe da ira do deus.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7734" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/371841.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong> 1) Diana Prince – A Mulher-Maravilha, interpretada por Gal Gadot</strong></p>
<p>A heroína mais famosa da <em>DC</em> possui diversas trajetórias dentro do universo dos quadrinhos e suas ramificações, incluindo algumas sucessoras. A Diana do novo filme da <em>DC</em> tem um carisma profundo, muita integridade e a força de uma verdadeira heroína. O longa leva o espectador ao passado, desde a infância de princesa até o primeiro contato que ela tem com a realidade dos seres humanos. Quando a moça, ao lado de Steve Trevor (Chris Pine), chega á Inglaterra e descobre um novo mundo, utiliza tudo que pode para salvar o planeta e acabar com a Primeira Guerra Mundial. Para além da narrativa em si, a <em>Mulher-Maravilha</em> é um símbolo de empoderamento feminino, sempre foi. A importância do longa é trazer esta personagem para os cinemas e da melhor maneira possível. Com garra, personalidade, enchendo a plateia de inspiração, de força e crença em si mesma. Diana Prince luta e ainda utiliza o amor como lema principal, sem ser piegas, sem diminuir suas habilidades e certezas.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/top-5-melhores-personagens-femininas-em-mulher-maravilha/">TOP 5 &#8211; Melhores Personagens Femininas em Mulher-Maravilha</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/top-5-melhores-personagens-femininas-em-mulher-maravilha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: 3 Dias Para Matar</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-3-dias-para-matar/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-3-dias-para-matar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2014 14:29:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[3 Dias Para Matar]]></category>
		<category><![CDATA[Amber Heard]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Hailee Steinfeld]]></category>
		<category><![CDATA[Kevin Costner]]></category>
		<category><![CDATA[McG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=1964</guid>

					<description><![CDATA[<p>3 Dias para Matar é o tipo de filme que não se decide muito bem para onde vai e fica naquele limbo de ser bom ou ruim. Não compreenda mal, o filme diverte e deixa a sensação de “legal” quando acaba a sessão. Mas repito que isso não quer dizer uma coisa boa, necessariamente. A história mostra um agente da CIA que é super bem cotado para realizar os serviços, mas tem uma péssima relação com a família, por sempre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-3-dias-para-matar/">Crítica: 3 Dias Para Matar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/059931.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1965 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/059931.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="059931.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" width="610" height="348" /></a></p>
<p><em>3 Dias para Matar</em> é o tipo de filme que não se decide muito bem para onde vai e fica naquele limbo de ser bom ou ruim. Não compreenda mal, o filme diverte e deixa a sensação de “legal” quando acaba a sessão. Mas repito que isso não quer dizer uma coisa boa, necessariamente.</p>
<p>A história mostra um agente da CIA que é super bem cotado para realizar os serviços, mas tem uma péssima relação com a família, por sempre estar ausente. Ele acaba descobrindo que está com câncer no cérebro e que tem pouquíssimo tempo de vida. O agente então toma a decisão de largar o emprego e tentar retomar a relação perdida com a filha e com a ex-mulher. No entanto, neste meio tempo, ele conhece uma mulher misteriosa que faz uma proposta irrecusável: fazer um serviço e matar uma pessoa, em troca de um remédio experimental que promete prolongar a sua vida. Na tentativa de ter um pouco mais de tempo com a família, ele topa a proposta e tenta trabalhar escondido para que a filha e a ex não descubram.</p>
<p>Ok, este é um enredo sem grandes novidades. Mas não é por isso que não entretém. O filme é bem dinâmico e divertido. As cenas de ação são cortadas por momento de risada e piadas. O grande problema é que isso é feito de forma nem um pouco natural. Você consegue dividir perfeitamente qual cena se propõe ao humor e qual cena se propõe à ação. Então por mais que seja interessante, isso torna o filme nem um pouco fluido.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/071416.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1966 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/071416.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="071416.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" width="610" height="348" /></a></p>
<p>É estranho e engraçado ver como Kevin Costner parece com o personagem na vida real, no quesito idade. Ele sempre foi o bonitão que fazia papéis de ação incríveis e meio que continua sendo isso, sem contar a parte dos papéis incríveis. A brincadeira com a idade dele no longa remota a situações vividas em <em>Os Mercenários</em> por todos os atores, mas neste filme é feito de forma cansativa e mal explorada.</p>
<p>O que é impossível de compreender no filme é o estilo da personagem vivida por Amber Heard. Ela está no último nível de canastrice e incomoda demais a forma forçada com que ela se porta, se veste e até anda. É como se você pegasse um personagem de um filme estilo Sin City (e lá faz sentido) e jogasse na trama. Muito estranho mesmo e não faz o menor sentido. A ideia da personagem poderia ter sido executada de forma completamente diferente, para se encaixar no enredo, que vamos combinar, já é desencaixado o suficiente.</p>
<p>O diretor McG realmente perdeu a mão completamente neste filme, mas ainda assim consegue colocá-lo na categoria de legal. O longa é cortado por cenas bem feitas e interpretações legais, como da jovem Hailee Steinfeld. A química entre ela e Costner sustenta boa parte do enredo e salva o contexto.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-3-dias-para-matar/">Crítica: 3 Dias Para Matar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-3-dias-para-matar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
