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	<title>Arquivos Colin Firth - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Colin Firth - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: 1917</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 17:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entra ano, sai ano e o Oscar indica filmes de guerra para concorrer nas principais categorias. Nos últimos anos, tivemos Dunkirk e Até o Último Homem, por exemplo, que concorreram em oito e seis categorias, respectivamente. E sempre que surge um novo longa, nos questionamos qual o diferencial desse em relação aos demais, que faz o público querer acompanhar a história. 1917 entra justamente neste âmbito, com uma produção diferente do que estamos acostumados. A história simples e objetiva de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entra ano, sai ano e o Oscar indica filmes de guerra para concorrer nas principais categorias. Nos últimos anos, tivemos <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dunkirk/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Dunkirk</em></a> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/"><em>Até o Último Homem</em></a>, por exemplo, que concorreram em oito e seis categorias, respectivamente. E sempre que surge um novo longa, nos questionamos qual o diferencial desse em relação aos demais, que faz o público querer acompanhar a história. <strong><em>1917</em> </strong>entra justamente neste âmbito, com uma produção diferente do que estamos acostumados.</p>
<p>A história simples e objetiva de dois soldados da 1ª Guerra Mundial que são designados a levar uma mensagem para outra tropa e evitar um ataque que será catastrófico, podendo matar mais de 1.600 militares. Esse é o enredo que desperta a trajetória de Schofield (George MacKay, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-fantastico/"><em>Capitão Fantástico</em></a>) e Blake (Dean-Charles Chapman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-rei/"><em>O Rei</em></a>), parceiros que se apoiam nesta caminhada que parece simples, mas é extremamente perigosa.</p>
<p>É difícil falar desse filme sem querer enaltecer o trabalho do diretor Sam Mendes (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-contra-spectre/"><em>007 Contra Spectre</em></a>) o tempo inteiro. E isso se deve ao fato que o longa é o mais puro resultado de uma excelente direção. Desde o início, a decisão de utilizar a câmera em movimento acompanhando os protagonistas já nos proporciona uma experiência de imersão na guerra. Imersão esta que vai ficando cada vez mais real a medida que elementos em cena vão surgindo, nos permitindo a sensação de quase sentir os odores, temperaturas e etc.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12247" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0813151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="1917" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0813151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0813151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0813151.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mendes consegue fazer tudo isso sem parecer descuidado nos <em>takes</em>. Acompanhamos a dupla sem descanso, já que é como se fosse uma cena sem cortes, gravada de uma única vez. Existe apenas um ou dois momentos em <strong><em>1917</em> </strong>que são de interferências no tempo. Fora isso, o espectador respira e caminha junto com Scho e Blake, na tentativa de chegar no local onde está a outra tropa.</p>
<p>As mazelas da guerra são jogadas na nossa cara o tempo todo, dando a real sensação de que não há vitoriosos. É como se tudo aquilo acontecesse por um motivo que não vai beneficiar alguém. O espectador tem poucos momentos de alívio, já que até mesmo quando as coisas parecem estar calmas, as cores são desbotadas e sem vida. Como se nada fizesse sentido, mesmo na calmaria.</p>
<p>Tudo isso infringe uma tensão constante, que também faz parte da experiência de imersão pensada por Mendes. Mas ele faz isso com objetivo claro, sem cansar o espectador. O que justifica a excelente escolha de tempo do filme, que tem pouco menos de 2h. Filmes de guerra costumam ter perto de 3h ou às vezes mais. <strong><em>1917</em> </strong>é na medida certa para mostrar esta história tensa e angustiante, sem se perder no meio do caminho.</p>
<p>Utilizo esses argumentos para justificar o porquê eu realmente acredito que Sam Mendes é um dos nomes mais fortes para levar o Oscar de Melhor Direção deste ano. O filme é um trabalho puramente de direção e isso se mostra em absolutamente todas as cenas. O elenco é excelente, sim, mas não é o foco. Não é à toa que das 9 indicações ao prêmio, nenhuma é para as categorias de atuação.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12246" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="1917" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/0746070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Tocando neste assunto, é preciso pontuar que temos ótimas atuações em cena. George MacKay, que já nos apresentou um ótimo trabalho em <em>Capitão Fantástico</em>, guia as cenas com toda a tensão e naturalidade que o personagem exige. O mesmo vale para seu parceiro, Dean-Charles Chapman. Como um filme de poucos personagens, ao longo do extenso caminho dos protagonistas, somos surpreendidos por grandes atores, como Mark Strong, Colin Firth, Benedict Cumberbatch, Andrew Scott e Richard Madden.</p>
<p>Outro ponto alto de <strong><em>1917</em> </strong>é a fotografia impecável, que funciona como mais um personagem na trama. A profundidade, quando é necessária, ou o <em>close</em> quando precisamos sentir ainda mais a emoção dos protagonistas. Além disso, o jogo de cores que mostram o quanto aquele momento é privado de emoções positivas e como a guerra pode sugar a vitalidade de qualquer pessoa.</p>
<p><strong><em>1917</em> </strong>é um longa que vai muito além de ser apenas um filme de guerra. Ele é um material primoroso de trabalho de direção intenso e dedicado, um roteiro sem excessos e um elenco que funciona como aporte necessário para execução do projeto. É realmente um grande concorrente do Oscar, que contará com meu apoio na torcida.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Sam Mendes<br />
<strong>Elenco:</strong> George MacKay, Dean-Charles Chapman, Mark Strong, Andrew Scott, Richard Madden, Colin Firth, Benedict Cumberbatch</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vck9nCM71J0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Kursk &#8211; A Última Missão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2020 17:40:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Kursk &#8211; A Última Missão narra os eventos que aconteceram com as famílias de um grupo de marinheiros vítima de uma tragédia no mar de Barents. Em 2000, um submarino para o qual trabalhavam chamado Kursk afundou e levou todos a uma situação de grande risco. A produção conta com a direção do premiado Thomas Vinterberg, de Festa de Família e A Caça. É preciso frisar, entretanto, que Kursk &#8211; A Última Missão está longe de ser um exemplar autêntico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Kursk &#8211; A Última Missão</strong> </em>narra os eventos que aconteceram com as famílias de um grupo de marinheiros vítima de uma tragédia no mar de Barents. Em 2000, um submarino para o qual trabalhavam chamado Kursk afundou e levou todos a uma situação de grande risco. A produção conta com a direção do premiado Thomas Vinterberg, de <em>Festa de Família</em> e <em>A Caça</em>.</p>
<p>É preciso frisar, entretanto, que <em><strong>Kursk &#8211; A Última Missão</strong></em> está longe de ser um exemplar autêntico da carreira do cineasta, apesar de que sem a presença dele por trás do projeto, possivelmente o resultado seria ainda mais enfadonho ou até desastroso. O projeto parece um daqueles títulos comerciais que buscam realizadores como Vinterberg apenas para trazer algum tipo de &#8220;grife&#8221; ao produto.</p>
<p>O drama é o mais estandardizado possível. Ao longo das suas duas horas de projeção, o espectador acompanhará o drama dos marinheiros presos no submarino no fundo do mar, a dor das suas famílias e as tentativas delas buscarem algum tipo de suporte no resgate de passivas e frias autoridades. Como trama, <em><strong>Kursk &#8211; A Última Missão</strong></em> é extremamente burocrático e segue os passos da maioria dos seus similares.</p>
<p>Vinterberg intervém pouco nessa rigidez e inflexibilidade do projeto a qualquer ideia que fuja um pouco do protocolo. A ação em <em>Kursk</em> é bem mais interessante fora do submarino do que dentro dele. Nesse sentido, o trabalho do diretor ganha destaque quando dá suporte aos momentos de atrito entre as esposas das vítimas do naufrágio, representadas pela excelente Léa Seydoux (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-contra-spectre/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>007 Contra Spectre</em></a>), e a autoridade representada pelo personagem de Max von Sydow. No mais, <strong><em>Kursk &#8211; A Última Missão</em></strong> acaba se revelando um projeto tolhido por cartilhas comerciais que não trazem absolutamente nenhum novo sabor para esse tipo de narrativa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Thomas Vinterberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Matthias Schoenaerts, Léa Seydoux, Colin Firth</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Nu9FVb7c_5M" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-mamma-mia-la-vamos-nos-de-novo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2018 23:07:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fugindo do padrão, o anúncio da sequência de um musical criou um rebuliço no público. Com o início do mês de agosto, os fãs de cinema recebem um presente belíssimo: a sequência de Mamma Mia!, de 2008. Com uma nova trilha sonora empolgante, um enredo cativante e um trabalho técnico incrível, o universo dos musicais ganha mais uma pérola. Mamma Mia! Lá vamos nós de novo chega aos cinemas nessa quinta-feira (2) para fazer com que o espectador relembre o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fugindo do padrão, o anúncio da sequência de um musical criou um rebuliço no público. Com o início do mês de agosto, os fãs de cinema recebem um presente belíssimo: a sequência de <em>Mamma Mia!</em>, de 2008. Com uma nova trilha sonora empolgante, um enredo cativante e um trabalho técnico incrível, o universo dos musicais ganha mais uma pérola. <em>Mamma Mia! Lá vamos nós de novo</em> chega aos cinemas nessa quinta-feira (2) para fazer com que o espectador relembre o sentimento puro de diversão de quando se é criança.</p>
<p>A nova película distribuída pela Universal Pictures segue os passos de sua história antecessora sem perder seu caráter próprio. Com sua narrativa dividida entre passado e presente, o elenco espetacular de <em>Mamma Mia!</em> levará o público a mais uma jornada encantadora e divertida pelo mundo da música. A partir das novas interpretações das músicas do ABBA, todo o cenário da juventude de Donna é apresentado para o público, mostrando em detalhes os fatos mencionados na produção de 2008.</p>
<p>Para homenagear sua falecida mãe, Sophie (Amanda Seyfried) reforma todo o hotel e o transforma no verdadeiro paraíso que Donna (Meryl Streep) sempre sonhou. Para a grande reinauguração que está se aproximando, Sophie convida as melhores amigas de mãe, Rosie (Julie Walters) e Tanya (Christine Baranski), e seus três pais, Sam (Pierce Brosnan), Bill (Stellan Skarsgård) e Harry (Colin Firth). Motivada por esse reencontro e por uma feliz surpresa – ela está grávida – Sophie irá mergulhar nas memórias e aventuras da juventude de sua mãe, período no qual Donna (Lily James) conheceu os três pais de sua filha, se estabeleceu na ilha Kalokairi e engravidou.</p>
<p>A primeira coisa que deve ser falada sobre <em>Mamma Mia! 2</em> é o cuidado da produção. Cuidado em respeitar a ideia original do projeto, cuidado ao escolher as novas músicas e atores e, principalmente, cuidado ao dar continuidade ao trabalho feito por Phyllida Lloyd e Catherine Johnson, que fez a história dessa sequência em parceria com Richard Curtis (roteirista dos dois primeiros <em>Bridget Jones</em>). Ao lado desse esmero com a lealdade e respeito ao ideal da narrativa, o desempenho do diretor Ol Parker (<em>Agora e para sempre</em>, de 2012) é merecedor de aplausos. O trabalho de Parker não envolve nada impensado ou inédito, mas a fidelidade presente no produto final e, ao mesmo tempo, a existência de sua assinatura própria são qualidades admiráveis que merecem ser parabenizadas. Além de ter posto tudo isso em prática na direção, Parker segue a mesma linha de trabalho como roteirista da película.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9189" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/08/5751633.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Cena do Filme Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo" width="610" height="348" /></p>
<p>Ao lado desse trabalho técnico incrível e de uma produção dessa magnitude, nada mais justo do que ter um elenco  tão extraordinário. E é justamente isso que a produtora Legendary Entertainment entrega. Com o retorno dos queridos atores do primeiro longa-metragem e a participação dos novos integrantes, a Legendary forma um elenco completamente coeso que dá vida da melhor forma possível a mais uma aventura inspirada pelas músicas do grupo ABBA. É preciso destacar as performances de Lily James (<em>Em ritmo de fuga</em>, de 2017) e Amanda Seyfried (<em>Os miseráveis</em>, de 2012) que vão além e tornam a experiência do longa ainda melhor. Seyfried, com toda a sua maturidade artística, volta a interpretar Sophie com uma carga dramática aprofundada e presenteia o público mais uma vez com sua belíssima voz. Por outro lado, James se une ao filme para tomar o cativante lugar da magnífica Meryl Streep – o que não é uma tarefa fácil. O talento já provado pela atriz em seus últimos trabalhos – como o recente <em>A hora mais escura</em>, de 2017 – mostra que a jovem inglesa é capaz de ir bem longe.</p>
<p>Como um dos fatores principais da película, a trilha sonora fala por si só. Já disponível nas plataformas digitais desde o dia 13 de julho, o álbum de <em>Mamma Mia! Here we go again</em> (título original) é uma amostra do quão sensacional é o produto final e também é um lembrete do quão fantástico e marcante foi a história do ABBA. Mesclando algumas músicas já conhecidas pelos fãs do musical e interpretações inéditas, o público sairá das sessões cantando sem parar uma playlist tão marcante quanto a do primeiro longa-metragem.</p>
<p>Por fim – e para fugir do habitual – preciso sair da tentativa de objetividade para entrar na esfera pessoal. Por mais que esse seja um tipo de texto opinativo, sempre tento expressar minhas percepções da maneira menos parcial possível, para que não estrague nenhuma experiência cinematográfica. Hoje, contudo, me deparo com a necessidade de tentar descrever o indescritível. De um fã declarado e absoluto de musicais &#8211; em especial de <em>Mamma Mia! </em>que marcou a minha infância &#8211; para você que tem a mínima intenção de ir aos cinemas para ver essa obra, só posso te dizer uma coisa: vá! Não pense duas vezes, apenas se dirija até um caixa e compre o seu ingresso. A experiência de assistir esse filme foi uma mistura de nostalgia, orgulho e alegria. E este último sentimento é o resultado final da sessão, uma alegria infinita e pura. A leveza da história unida às músicas e seus respectivos números musicais fazem com que você sinta uma alegria genuína que se tem na infância e que me levou para os meus dez anos, quando assistia sem parar ao primeiro longa. Se você quer sentir essa sensação pura e única que só trabalhos especiais como este podem lhe proporcionar, corra já para o cinema mais próximo e se permita ser criança mais uma vez.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YClcvscKf3w" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Somente o Mar Sabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2018 16:24:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Somente o Mar Sabe traz a história verídica de Donald Crowhurst, um homem que resolveu desafiar a lógica e a própria experiência para se tornar o homem mais rápido em uma volta ao mundo num veleiro. Para isso, ele envolve a família e empresários que apostam na sua empreitada, que vem a se tornar um desafio muito mais emocional do que físico. O filme possui um ritmo mais lento, mas ainda assim não se demora para apresentar os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Somente o Mar Sabe</em> traz a história verídica de Donald Crowhurst, um homem que resolveu desafiar a lógica e a própria experiência para se tornar o homem mais rápido em uma volta ao mundo num veleiro. Para isso, ele envolve a família e empresários que apostam na sua empreitada, que vem a se tornar um desafio muito mais emocional do que físico.</p>
<p>O filme possui um ritmo mais lento, mas ainda assim não se demora para apresentar os fatos. Como uma descoberta muito repentina, Donald, que é vendedor de produtos náuticos, decide se meter na empreitada de dar a volta ao mundo em um veleiro e sem fazer nenhuma parada. Ele é amador e possui pouquíssima experiência em navegação, o que torna tudo uma loucura desde o começo. Além disso, o personagem decide que será uma boa ideia criar um barco novo e mais rápido, para que ele possa vencer a corrida.</p>
<p>Fica muito claro desde o começo que aquilo não vai dar certo. São tantos fatores que depõem contra, que seria uma imensa surpresa se qualquer coisa tivesse um resultado positivo. Então não é nenhum choque quando o protagonista vai se perdendo no meio do caminho, em devaneios e dificuldades que o mar apresenta. Colin Firth faz essa performance com maestria, transitando entre um empresário empolgado com a possibilidade de ter algum destaque na vida e um velejador completamente sem esperança e com medo do que o mar pode apresentar.</p>
<p>No papel da esposa apreensiva e apoiadora, temos Rachel Weisz, que não está lá na sua melhor performance, mas completa um casal harmonioso e convincente com Firth. Ela fica na berlinda de apoiar a decisão do marido e sofrer com essa escolha, que vai refletir na família inteira.</p>
<p>A medida que o filme evolui, no entanto, vai perdendo o eixo e as possibilidades. As coisas se tornam muito absurdas e o protagonista é deveras incoerente na maior parte do tempo. Além disso, tudo é feito de uma maneira tão rápida que não dá tempo de criar empatia com a causa do personagem. O espectador não se identifica e fica muito difícil torcer para o absurdo que está acontecendo.</p>
<p>O filme tem um final redondo e lógico, dando ao espectador aquilo que ele precisa para confiar na história. Claro que o fato de ser uma história real torna tudo mais interessante. Mas ainda assim, a condução do roteiro deixa muito a desejar.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hkb-bZKI2xY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Kingsman &#8211; O Círculo Dourado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 12:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Channing Tatum]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Halle Berry]]></category>
		<category><![CDATA[Julianne Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Kingsman - O Círculo Dourado]]></category>
		<category><![CDATA[Taron Egerton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kingsman: O Círculo Dourado está longe de ser um desastre, mas também não repete o êxito do seu antecessor. Sendo bem honesto com vocês, a continuação de Kingsman: Serviço Secreto de 2014 rende um passatempo divertido na maior parte da sua projeção. No entanto, se pararmos para analisar seu contexto de realização, sobretudo o fato de ser uma sequência de um longa que sempre procurou na sua própria trama uma forma de comentar sarcasticamente o cinema de ação/espionagem, Kingsman: O Círculo Dourado está a léguas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i>Kingsman: O Círculo Dourado </i>está longe de ser um desastre, mas também não repete o êxito do seu antecessor. Sendo bem honesto com vocês, a continuação de <i>Kingsman: Serviço Secreto </i>de 2014 rende um passatempo divertido na maior parte da sua projeção. No entanto, se pararmos para analisar seu contexto de realização, sobretudo o fato de ser uma sequência de um longa que sempre procurou na sua própria trama uma forma de comentar sarcasticamente o cinema de ação/espionagem, <i>Kingsman: O Círculo Dourado </i>está a léguas de distância do projeto cinematográfico proposto pelo seu antecessor. Mais estranho ainda é que diferente, por exemplo, de <i>Kick-Ass 2</i>, que não contou com o retorno de Matthew Vaughn na direção, a continuação de <i>Kingsman </i>tem o diretor no seu quadro criativo e ainda assim soa por diversas vezes como um produto completamente diferente do primeiro longa. Isso certamente não afetará quem tiver uma relação descompromissada com a obra, mas pode incomodar seus fãs mais ardorosos. E com toda razão.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Em <i>O Círculo Dourado</i>, o Kingsman é exterminado por um ataque de mísseis, fazendo com que os únicos remanescentes da equipe sejam Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong). Em busca de ajuda, os dois chegam a Statesman, agência americana nos moldes da Kingsman, e descobrem que devem derrotar a traficante de drogas Poppy Adams (Julianne Moore), que vive numa espécie de exílio fabricando suas aparentemente inofesivas armas de destruição em massa.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8242" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/09/kingsman-golden-circle-20th-century-fox-final.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Matthew Vaughn usa nessa sequência elementos que garantiram o êxito do primeiro filme, entre eles os comentários à própria cultura britânica (desta vez em oposição a americana) e as sequências de ação engenhosas e milimetricamente coreografadas, com uma ajudinha de efeitos especiais, é claro. Em alguns momentos, esse compromisso relativo princípio de reverência formal que o realizador tem com o primeiro filme o faz realizar cenas bastante parecidas com o longa de 2014, porém ambientadas num contexto diferente, como aquela em que, novamente, Colin Firth tenta conter as investidas de um grupo nada amistoso num bar.</p>
<p>No entanto, a reverência ao original para por ai. O grande problema dessa continuação é que, diferente do primeiro, toda essa cartela de atrativos fica à serviço de uma trama que tem pouco compromisso com a premissa básica de <i>Kingsman: Serviço Secreto</i>, ser um comentário irônico das marcas de um gênero narrativo. Isso fica para trás e <i>O Círculo Dourado </i>praticamente se assume como um longa de ação como outro qualquer que tem chegado no circuito, inclusive ao abraçar escancaradamente essa verve <i>cool </i>que tem tomado conta dos <i>blockbusters </i>ultimamente (e nem vou me referir a origem de tudo isso para não gerar polêmica, mas vocês devem sacar que está numa gigante do cinema de super-heróis) dosando suas cenas de ação com piadas espertinhas, trama que não tem compromisso algum com uma atmosfera de urgência estabelecendo pouquíssimo laço afetivo entre o público e seus personagens e claro uma <i>playlist </i>que faz você até ficar convencido de que está assistindo a uma obra<i> </i>fora do comum. No final das contas, <i>O Círculo Dourado </i>acaba se tornando um basicão da Hollywood de hoje em dia.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O elenco continua sendo um grande atrativo, ainda que parte dele seja subaproveitado. Veteranos como Colin Firth (que, sim, retorna) e Mark Strong tem ótimos momentos, alguns deles são praticamente o coração de um filme que abre pouquíssimo espaço para a emoção, mas Julianne Moore se destaca como a chefe sociopata do cartel de drogas, talvez um dos poucos elementos da trama de <i>O Círculo Dourado </i>que preservam o tipo comentário irônico tão bem utilizado no primeiro. A personagem de Moore acaba se tornando uma investida do filme na maneira como as drogas são tratadas na sociedade, &#8220;demonizando&#8221; determinadas substâncias e dando passe livre a outras igualmente perigosas. Há ainda uma participação ilustre de Elton John que rende momentos divertidos. No mais, presenças estelares como as de Channing Tatum, Halle Berry e Jeff Bridges são figurativas na maior parte das vezes.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assim, <i>Kingsman: O Círculo Dourado </i>é uma &#8220;faca de dois gumes&#8221;. Se por um lado, pode render uma sessão razoavelmente divertida, por outro perde o fio da meada ao abandonar deliberadamente a proposta do seu antecessor. Não chega a representar horas desperdiçadas na poltrona de um cinema, mas evidencia o caráter efêmero do filme sobretudo tendo como comparativo um longa tão inventivo quanto o primeiro. No final das contas, <i>Kingsman: O Círculo Dourado </i>acaba entrando numa vala comum, ainda que tenha um momento ou outro mais inspirado.</p>
</div>
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		<title>Crítica: O Mestre dos Gênios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2016 17:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Jude Law]]></category>
		<category><![CDATA[Laura Linney]]></category>
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		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema já nos ofertou diversos filmes sobre o processo de criação pela perspectiva do escritor. Temos pouca lembrança de um longa que aborde a criação literária pelo ponto de vista do editor, figura importante para estabelecer a comunicação entre obra e público. O Mestre dos Gênios é um longa que tem como mérito e distinção o reconhecimento que dá a esse profissional ao contar a história da relação de cumplicidade entre o editor Max Perkins, interpretado por Colin Firth [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema já nos ofertou diversos filmes sobre o processo de criação pela perspectiva do escritor. Temos pouca lembrança de um longa que aborde a criação literária pelo ponto de vista do editor, figura importante para estabelecer a comunicação entre obra e público. <i>O Mestre dos Gênios </i>é um longa que tem como mérito e distinção o reconhecimento que dá a esse profissional ao contar a história da relação de cumplicidade entre o editor Max Perkins, interpretado por Colin Firth (<i>O Bebê de Bridget Jones</i>), e o escritor Thomas Wolfe, autor de livros como <i>Look Homeward, Angel </i>e <i>O Menino Perdido </i>vivido aqui por Jude Law (<i>A Espiã que Sabia de Menos</i>). O filme trata da descoberta de Wolfe por Perkins a partir de um manuscrito encaminhado para a editora Scribner pela namorada do escritor, a figurinista de teatro Aline Bernstein, papel de Nicole Kidman (<i>Olhos da Justiça</i>).</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Esse reconhecimento do lugar do editor presente em  <i>O Mestre dos Gênios</i> não é detectado pelo simples fato do filme ter como um de seus protagonistas Max Perkins, mas porque o longa de Michael Grandage, estreando no cinema após anos dedicados aos palcos, esmiúça de maneira delicada e respeitosa o processo da edição de uma obra literária, colocando-o ao lado da própria escrita. Ao longo do filme, Grandage e o roteirista John Logan (<i>A Invenção de Hugo Cabret</i>) costuram uma história de cumplicidade entre o escritor e seu editor a ponto dessa intimidade gerar um mal estar no reconhecimento do próprio mérito da autoria dos livros de Wolfe, tendo em vista a difícil escrita do autor contornada graças aos esforços de Perkins. Nesse momento, o longa acerta ao investir no seu olhar para o ofício da edição de um livro, reforçando como ele não deixa de ser um processo criativo tão árduo e valoroso quanto a própria escrita, mas também quando se dedica a examinar a relação profissional e de amizade estabelecida entre Wolfe e Perkins, proporcionando interpretações empenhadas de Jude Law e, sobretudo, Colin Firth.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6824" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/10/genius3.jpg" alt="genius3" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O longa também tenta discutir a interferência do processo na vida privada de Wolfe e Perkins, trazendo para a história a esposa do editor, interpretada por Laura Linney (de <i>Sr. Sherlock Holmes</i>), e, como antecipado, Aline Bernstein, namorada do escritor norte-americano. Nesse departamento, <i>O Mestre dos Gênios</i> tem uma execução mais vacilante já que, de um lado temos uma interessante dinâmica entre Jude Law e Nicole Kidman, que dá contornos dramáticos a sua Aline Bernstein e é beneficiada por um roteiro que lhe dá ótimos momentos, mas do outro nos deparamos com  a pálida relação dos Perkins através de uma parceria entre Colin Firth e Laura Linney, subaproveitada no papel da esposa devotada do editor da Scribner.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Evitando a pretensão que costuma dominar o trabalho de alguns diretores de primeira viagem, Michael Grandage torna <i>O Mestre dos Gênios </i>um filme sem firulas visuais, apoiado estritamente na relação das suas personagens e nos desempenhos dos seus atores. Portanto, o longa não possui grandes afetações e é respeitoso com os seus biografados, sem omitir sobre as ranhuras das suas próprias personalidades, como a natureza egocêntrica e estridente de Thomas Wolfe e o questionável tratamento que ele reserva a namorada. O filme pode não ter muitos picos, nem ser uma obra excepcional em todas as suas frentes, mas mantém a sua integridade e cumplicidade com a plateia através da sensibilidade com que constrói o seu elemento humanizador. O que <i>O Mestre dos Gênios </i>tem como brilho mesmo é o reconhecimento que dá a Max Perkins e a quem tem como ofício a generosa tarefa de tornar as obras passíveis de comunicação com o público.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1DwX4Fhvnzw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: O Bebê de Bridget Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 03:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bridget Jones]]></category>
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		<category><![CDATA[Hugh Grant]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Dempsey]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Ze]]></category>
		<category><![CDATA[Sharon Maguire]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;When I was young, I never needed anyone, and making love was just for fun. Those days are gone&#8221;. Sim, sim, sim, é assim que o terceiro episódio de Bridget Jones nos cinemas começa, com muita Celine Dion tocando e nós já amamos desde o primeiro segundo de produção. Aliás, como não amar o retorno de uma das personagens mais icônicas de Hollywood, com todas as suas particularidades que fazem qualquer mulher ou homem se identificar? A produção de Sharon [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;"><em>&#8220;When I was young, I never needed anyone, and making love was just for fun. Those days are gone&#8221;</em></span>. Sim, sim, sim, é assim que o terceiro episódio de Bridget Jones nos cinemas começa, com muita Celine Dion tocando e nós já amamos desde o primeiro segundo de produção. Aliás, como não amar o retorno de uma das personagens mais icônicas de Hollywood, com todas as suas particularidades que fazem qualquer mulher ou homem se identificar? A produção de Sharon Maguire mostra logo para o que veio, sem fazer arrodeios e sem arriscar em novos estilos das comédias românticas atuais. Podemos perder um pouco no quesito inovação, talvez, mas à medida que a narrativa engrena, ninguém nem lembra disso.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser (aliás, poderia, mas ainda bem que não foi o caso), Maguire, que também foi diretora do primeiríssimo longa lá de 2001, retoma a essência da personagem, seu jeito desastrado, seus medos, suas falas inconvenientes. É como se a gente conseguisse reviver tudo outra vez, especialmente depois do segundo episódio, que, embora tenha agradado, foge um pouco à regra.</p>
<p>Falando um pouco da sinopse, Bridget Jones está na casa dos 40 anos e não alcançou o sucesso amoroso que esperava. Ela terminou com Mark há algum tempo e ele chegou a casar com outra mulher. Logo no início desta trama, ela ainda tem que lidar com a morte de Daniel, com quem também já não se envolvia há anos.</p>
<p>Nós precisamos falar muito sobre Renée Zellweger. Sim, é impossível imaginar uma Bridget melhor do que ela e, após um período um pouco afastada dos filmes, fiquei receosa do resultado deste longa. Mas acredito que uma vez Bridget, sempre Bridget. Ela encarna o personagem tão perfeitamente que parece que nem se passaram 15 anos desde o primeiro longa (sim, também fiquei chocada com tantos anos). E claro que os sinais da idade se mostram e isso apenas acrescenta mais charme à personagem e seu estilo confuso. A sua dualidade de sempre pode ser vista em tantos momentos que é como se você realmente conhecesse a personagem pessoalmente.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6737" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/053951.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="BRIDGET JONES' BABY" width="610" height="348" /></p>
<p>Sua relação com Mark consegue sustentar o cansaço de uma relação de vai-e-vem e o encanto do amor verdadeiro. E é possível imaginar o quão difícil é esta dinâmica. Contracenar com Colin Firth definitivamente ajuda, principalmente quando ele traz toda a elegância e frieza de um britânico típico. O tempo, por sinal, foi generoso com ele.</p>
<p>Se sentimos falta de Hugh Grant e seu inconstante Daniel Cleaver? Certamente! Mas a compensação foi justa e bem representada por Patrick Dempsey. E é aí que reside o diferencial deste longa. Bridget não briga mais entre um romântico frio e um safado apaixonado. Ela está entre dois homens românticos e apaixonados, tornando tudo ainda mais confuso para ela.</p>
<p>Um ponto muito importante do filme é que, assim como <em>Casamento Grego</em> conseguiu fazer com sua continuação 15 anos depois, <em>O Bebê de Bridget Jones</em> também reuniu o elenco original, desde os principais aos coadjuvantes, o que claramente favoreceu para a atmosfera e o clima do longa como um todo. É muito bom ver personagens divertidos como a mãe, o pai e os amigos, interagindo de forma memorável com a protagonista.</p>
<p>Claro que o filme tem altos e baixos. A barriga falsa da gravidez de Bridget certamente é um dos pontos baixos, de tão mal feita que é. Além disso, algumas repetições dispensáveis e alguns diálogos previsíveis. Mas como você pode imaginar, nada que tire o brilho e o glamour de uma das melhores personagens da ficção cinematográfica. (Sim, posso ter deixado minha paixão pelo longa falar mais alto, o que fez vista grossa em alguns defeitos).</p>
<p>Quando a sessão acabou e os sorrisos tomavam conta de todos os jornalistas da sessão, eu literalmente me senti de volta à minha pré-adolescência, com todas as confusões femininas e crises amorosas. E uma sensação dessa, definitivamente, só Bridget Jones pode nos oferecer.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZQtx7CE47oY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Esquenta: Veja entrevistas com o elenco de O Bebê de Bridget Jones!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 20:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Dempsey]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Completando 15 anos e com mais um título prestes a ser lançado, a franquia Bridget Jones conquistou fãs ao redor do mundo, que volta e meia relembra alguns dos melhores momentos dos filmes em vídeos, gifs e memes. Renée Zellweger e Colin Firth, protagonistas da série cinematográfica, também têm os seus momentos preferidos nos longas da jornalista inglesa criada pela autora Helen Fielding. Para ambos, as cenas de briga entre o advogado Mark Darcy e o cafajeste Daniel Cleaver estão entre os melhores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Completando 15 anos e com mais um título prestes a ser lançado, a franquia <em>Bridget Jones </em>conquistou fãs ao redor do mundo, que volta e meia relembra alguns dos melhores momentos dos filmes em vídeos, gifs e memes. Renée Zellweger e Colin Firth, protagonistas da série cinematográfica, também têm os seus momentos preferidos nos longas da jornalista inglesa criada pela autora Helen Fielding. Para ambos, as cenas de briga entre o advogado Mark Darcy e o cafajeste Daniel Cleaver estão entre os melhores momentos dos longas. Confira o que Renée e Colin falam sobre as cenas de briga:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IwvgJp_M9_k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em>O Bebê de Bridget Jones </em>estreia quinta-feira (29) em todo o país com Renée Zellweger e Colin Firth retornando a seus papeis originais e a adição de Patrick Dempsey e Emma Thompson ao elenco. A direção é de Sharon Maguire de <em>O Diário de Bridget Jones</em>, de 2001. Para uma conferida nos detalhes da nova produção, assista aos vídeos abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/byqU33_zcps" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WfQIbfvVyWE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Não perca! Em breve, nossa crítica sobre <em>O Bebê de Bridget Jones</em>!</p>
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		<title>Primeiras imagens do bebê de Bridget Jones no set de filmagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2015 19:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Filmagens]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Renée Zellweger]]></category>
		<category><![CDATA[Set]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As gravações de O Bebê de Bridget Jones estão a todo vapor! Como o próprio nome já revela, o longa vai mostrar uma nova fase da vida da personagem principal, interpretada por Renée Zellweger. Em imagens de bastidores, o casal principal que conta ainda com Colin Firth no papel de Mark Darcy, é flagrado gravando uma cena bem família, com um bebê, no set de filmagens do longa, em um belo local, ao ar livre, em Oxfordshire, na Inglaterra. Confira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/20544038.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3904" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/20544038.jpg" alt="20544038" width="610" height="348" /></a></p>
<p>As gravações de <strong><em>O Bebê de Bridget Jones</em></strong> estão a todo vapor! Como o próprio nome já revela, o longa vai mostrar uma nova fase da vida da personagem principal, interpretada por Renée Zellweger. Em imagens de bastidores, o casal principal que conta ainda com Colin Firth no papel de Mark Darcy, é flagrado gravando uma cena bem família, com um bebê, no set de filmagens do longa, em um belo local, ao ar livre, em Oxfordshire, na Inglaterra.<strong> Confira nas imagens abaixo!</strong></p>
<p>Com Patrick Dempsey no elenco, <em>O Bebê de Bridget Jones</em> está sob o comando de Sharon Maguire e foi escrito por Helen Fielding, criadora da personagem, David Nicholls e Emma Thompson.</p>
<p>O longa deve chegar aos cinemas em setembro de 2016.</p>
<p><span style="color: #999999;">(Com informações do Adoro Cinema)</span></p>

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		<title>Renée Zellweger surge na primeira imagem de O Bebê de Bridget Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 22:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem vezes que uma única foto é o suficiente para fazer bater um coração cinéfilo. Nesta sexta-feira (02) foi divulgada a primeira imagem oficial (acima) de O Bebê de Bridget Jones, filme que marca o retorno de Renée Zellweger ao icônico personagem que a lançou ao estrelado em O Diário de Bridget Jones de 2001. O filme é o terceiro longa da franquia e também trará o retorno de Colin Firth como Mark Darcy. Hugh Grant, no entanto, não encarnará Daniel. No seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/030797.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3741 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/030797-267x400.jpg" alt="030797" width="499" height="748" /></a></p>
<p>Tem vezes que uma única foto é o suficiente para fazer bater um coração cinéfilo. Nesta sexta-feira (02) foi divulgada a primeira imagem oficial (acima) de <em>O Bebê de Bridget Jones</em>, filme que marca o retorno de Renée Zellweger ao icônico personagem que a lançou ao estrelado em <em>O Diário de Bridget Jones </em>de 2001.</p>
<p>O filme é o terceiro longa da franquia e também trará o retorno de Colin Firth como Mark Darcy. Hugh Grant, no entanto, não encarnará Daniel. No seu lugar entra o ator Patrick Dempsey, que fará um novo rival de Darcy na disputa pelo coração de Bridget Jones.</p>
<p>No longa, Bridget enfrenta mudanças em sua vida decorrentes da sua primeira gravidez. A direção de <em>O Bebê de Bridget Jones </em>será de Sharon Maguire, que conduziu o primeiro filme da série. O filme estreia em 2016 e as filmagens já começaram.</p>
<p>O filme também marca o retorno de Zellweger ao cinema após um intervalo de cinco anos do seu último filme. A vencedora do Oscar poderá ser vista ainda em <em>The Whole Truth</em>, ao lado de Keanu Reeves, e <em>Same Kind os Different as me</em>, com Greg Kinnear e Jon Voight.</p>
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