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	<title>Arquivos Christopher Walken - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Christopher Walken - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Duna &#8211; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 12:56:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma responsabilidade &#8211; ou ao menos deveria existir &#8211; quando o assunto é um trabalho de adaptação. Ao falar de obras literárias de ficção (fantástica ou científica), onde a construção de universo é uma árdua missão, a realização desse processo adaptativo se torna ainda mais difícil. Denis Villeneuve já havia provado em Blade Runner 2049 (2017) que ele sabia como dar continuidade num universo sci-fi. A renovação trazida por ele é repleta de qualidades e por isso seu trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Existe uma responsabilidade &#8211; ou ao menos deveria existir &#8211; quando o assunto é um trabalho de adaptação. Ao falar de obras literárias de ficção (fantástica ou científica), onde a construção de universo é uma árdua missão, a realização desse processo adaptativo se torna ainda mais difícil. Denis Villeneuve já havia provado em </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-blade-runner-2049/"><i><span style="font-weight: 400">Blade Runner 2049 (2017)</span></i></a><span style="font-weight: 400"> que ele sabia como dar continuidade num universo </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400">. A renovação trazida por ele é repleta de qualidades e por isso seu trabalho em </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-duna/"><i><span style="font-weight: 400">Duna (2021)</span></i></a><span style="font-weight: 400"> foi admirável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A ideia de continuar uma história do escopo da adaptação de <strong><em>Duna</em></strong>, ainda sobre o primeiro livro, impressionou o público, mas Villeneuve não decepciona. O trabalho do diretor e roteirista canadense em </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> é ainda mais louvável. A sequência </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400"> chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) com a promessa de ser o primeiro </span><i><span style="font-weight: 400">blockbuster</span></i><span style="font-weight: 400"> do ano. O novo longa-metragem consegue superar as expectativas (e seu antecessor) e leva o espectador numa odisseia espacial ainda mais estonteante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como já foi visto inúmeras vezes ao decorrer da história do cinema, alcançar expectativas de filmes que se tornam uma espécie de ‘clássico instantâneo’ para o seu respectivo gênero é um desafio gigante. </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">, contudo, vem na contramão disso. O segundo capítulo da saga </span><i><span style="font-weight: 400">sci-fi</span></i><span style="font-weight: 400"> interestelar é maior em escopo, qualidade e sensações. Tanto no que Villeneuve e seu colega de roteiro, Jon Spaihts (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho/"><i><span style="font-weight: 400">Doutor Estranho</span></i></a><span style="font-weight: 400"> e </span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-passageiros/"><i><span style="font-weight: 400">Passageiros</span></i></a><span style="font-weight: 400">, ambos de 2016), fazem ao criar saídas e novas rotas para a adaptação, como no empenho do diretor ao orquestrar essa odisseia espacial, existe uma condução de narrativa invejável no novo longa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Talvez o maior mérito de Denis Villeneuve seja este. Construir imagética e esteticamente um universo diferente de tudo já visto &#8211; e o fazer com qualidade técnica e artística &#8211; ao mesmo tempo que ele entrega um produto acessível e possível de alcançar uma bilheteria astronômica. O cineasta canadense justamente é capaz de unir o que alguns chamam de ‘cinema de arte’ com o popular </span><i><span style="font-weight: 400">blockbuster</span></i><span style="font-weight: 400">. E isso é fascinante sobre </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">. O longa será capaz de abarcar um número imenso de espectadores com suas possibilidades narrativas, artísticas e técnicas.</span></p>
<figure id="attachment_17766" aria-describedby="caption-attachment-17766" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-17766" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-750x500.jpg" alt="Duna: Parte 2 (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/Duna-Parte-2-6.jpg 1053w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-17766" class="wp-caption-text">Timothée Chalamet e Austin Butler em cena de &#8216;Duna: Parte 2&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400">Ainda sobre essa colisão de mundos gerada pela produção, </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> também se torna um evento por envolver um tipo de projeto que há muito não se via &#8211; ao menos não com a dimensão da saga de Villeneuve. Talvez, na ficção, a última vez que o público vislumbrou algo dessa magnitude tenha sido com a saga </span><i><span style="font-weight: 400">Harry Potter (2001-2012)</span></i><span style="font-weight: 400"> ou </span><i><span style="font-weight: 400">Star Wars (1977-2019)</span></i><span style="font-weight: 400">. Em ambos os projetos, no entanto, nunca houve um processo autoral tão claro como em </span><b><i>Duna</i></b><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Continuando o olhar sob os aspectos técnicos de </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> que se destacam, é possível imaginar um futuro repleto de indicações em diversas categorias. O departamento de arte, fotografia, som e efeitos especiais são os principais motivadores desse resultado de tirar o fôlego. Hans Zimmer (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-007-sem-tempo-para-morrer/"><i><span style="font-weight: 400">007 &#8211; Sem Tempo para Morrer</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2021) media o filme com sua trilha sonora epopeica. Para elevar o trabalho do compositor alemão, o restante do departamento de som constrói camadas sensoriais dessa jornada prometida de Paul Atreides. É inevitável não se arrepiar ao ver o personagem de Timothée Chalamet sendo aclamado pelos seus seguidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Da mesma forma que o som, a composição visual encabeçada pela tríade fotografia, efeitos visuais e arte cria imagens surpreendentes. Seja no quesito construção de universo ou no fator de vislumbre, as três equipes formam imagens inesquecíveis sobre esse universo espacial ficcional idealizado por Frank Herbert. </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> é um presente aos olhos. Quanto maior a tela e melhor o som, a experiência se intensifica. Para a surpresa do público, a sequência <em>sci-fi</em> consegue entregar um trabalho técnico ainda mais impressionante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Não menos importante do que o texto, a técnica ou a direção, o elenco que compõe </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> completa essa ópera espacial perfeitamente conduzida. Os conhecidos nomes do primeiro filme, como Chalamet (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-wonka/"><i><span style="font-weight: 400">Wonka</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023), Zendaya (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-sem-volta-para-casa-sem-spoilers/"><i><span style="font-weight: 400">Homem-Aranha: Sem Volta para Casa</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2021), Rebecca Ferguson (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-acerto-de-contas-parte-1/"><i><span style="font-weight: 400">Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023) e Javier Bardem (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-pequena-sereia/"><i><span style="font-weight: 400">A Pequena Sereia</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2023), e as novas adições, como Austin Butler (</span><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-elvis/"><i><span style="font-weight: 400">Elvis</span></i></a><span style="font-weight: 400">, de 2022), Florence Pugh (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-se-preocupe-querida/"><em>Não Se Preocupe, Querida</em></a>, de 2022) e Christopher Walken, formam um elenco estelar. Essa reunião de talentos, assim como feita no longa anterior, eleva o projeto a um outro patamar com performances meticulosas e poderosas, como Butler interpretando Feyd-Rautha, o violento e cruel sobrinho do Barão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Essa união de fatores faz de </span><b><i>Duna: Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400"> um filme fora da curva. Há muito que não se via uma construção de universo tão detalhada e rica como nesse projeto. Para além de conseguir transpor o mundo interestelar criado por Herbert, um dos maiores méritos de </span><b><i>Duna</i></b><span style="font-weight: 400"> é continuar se levando a sério e, por conta disso, manter a missão de sempre evoluir. A sequência é a prova desse compromisso orquestrado por Denis Villeneuve. O cineasta parece ter tido como meta criar uma odisseia espacial ainda maior, mais bela e impactante. E, com a </span><b><i>Parte 2</i></b><span style="font-weight: 400">, ele foi capaz de realizar isso da forma mais impressionante possível.</span></p>
<p><strong>Direção:</strong> Denis Villeneuve</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Timothée Chalamet, Zendaya, Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Austin Butler, Florence Pugh, Dave Bautista, Christopher Walken, Léa Seydoux, Stellan Skarsgård, Charlotte Rampling e Javier Bardem</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/QqmbrvluQRA?si=OfC4g2nhRANkAzG9" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>DVD/Blu-Ray: Desafiando a Arte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2016 11:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Walken]]></category>
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		<category><![CDATA[Jason Bateman]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>É uma pena que <i>Desafiando a Arte </i>seja um desses filmes que teve como destino o limbo cinéfilo. Em tempos de extinção das videolocadoras e da ascensão dos serviços de <i>streaming</i> como o Netflix, o segundo longa-metragem de Jason Bateman (que havia dirigido e protagonizado <i>Palavrões</i>, já no catálogo Netflix) é lançado diretamente em DVD no Brasil, o que não significa muito. Ou seja, se ele fora lançado nos cinemas norte-americanos timidamente, encaixando-se no ingrato circuito de exibição do mês de abril, por aqui, pouca gente terá ciência da sua existência. O filme merece descoberto pois não só é melhor que o longa anterior de Bateman como diretor, como também um dos mais interessantes títulos norte-americanos lançados em 2016.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No longa, Bateman e Nicole Kidman (<i>Terra Estranha</i>) interpretam os irmãos Baxter e Annie Fang, um escritor e uma atriz que convivem com a sombra de seus pais Caleb e Camille (Christopher Walken e Maryann Plunkett), dois famosos artistas performáticos. Baxter e Annie faziam parte das intervenções e performances artísticas de rua dos seus pais quando crianças e agora têm que confrontar uma severa crise profissional já adultos. Tudo se agrava quando os progenitores são dados como desaparecidos e os irmãos têm que encontrar uma maneira de expurgar os seus próprios problemas.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Baseado no romance <i>Caninos em Família </i>do escritor Kevin Wilson, lançado no Brasil pela Companhia das Letras, <i>Desafiando a Arte </i>é um filme que tem como um dos seus temas centrais a busca por uma integridade artística. Entendendo a arte como agente transformador e vivo no mundo e a partir de ações e não de objetos estáticos e imutáveis, <i>Desafiando a Arte </i>traz como questão palpitante, despertada no acerto de contas entre Annie, Baxter e seus pais, o encontro da identidade pessoal e profissional dos seus protagonistas. Annie está em conflito com seu reconhecido trabalho como atriz do circuito <i>indie </i>de cinema, já Baxter vive os louros do seu livro &#8220;autobiográfico&#8221; com pouquíssima empolgação. Ambos estão inquietos com algo, mas não sabem exatamente com o que. Em meio às recordações das performances que faziam quando crianças sob as orientações dos pais passam a viver à sombra dos artistas que foram por influência dos mesmos, ao mesmo tempo em que não desejam retornar àquele lugar da infância. O conflito está instaurado na casa dos Fang.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6988" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/11/desafiandoaarte3.jpg" alt="desafiandoaarte3" width="610" height="348" /></p>
<p>Marcados por uma interseção muito forte entre a família e o próprio ofício desde pequenos, Annie e Baxter são peças fundamentais da maior obra-prima dos seus pais Caleb e Camille que, a partir do seu trabalho, conseguem exorcizar os filhos dos seus grandes conflitos, ainda que tudo isso seja às custas de muita dor. Em linhas gerais, <i>Desafiando a Arte </i>também<i> </i>trata da difícil tarefa de ser pai e mãe e a inegável influência que o repertório familiar tem em nossas vidas. Para Annie e Baxter, a convivência com artistas de vanguarda como Caleb e Camille ao mesmo tempo que foi definidora dos adultos que são, levando-os, inclusive, às suas escolhas profissionais, tornou-se um fardo pelo peso da responsabilidade de superá-los e de não repetir aquilo que consideraram como seus erros.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Conseguindo conduzir suas emoções de maneira orgânica e com nenhuma estridência, Jason Bateman traz o seu elenco em grandes momentos, sobretudo Nicole Kidman e Christopher Walken (<i>Sete Psicopatas e um Shih Tzu</i>). O roteiro de David Lindsay-Abaire (o mesmo que fora responsável por <i>Reencontrando a Felicidade</i>, que, assim como esse, era produção de Kidman) apresenta um equilíbrio pertinente entre sensibilidade, inteligência e humor. A estrutura do filme também é um ponto forte da obra lidando com elementos difíceis como o <i>flashback </i>e depoimentos dos personagens para um documentário de forma orgânica e auxiliado por uma composição primorosa de Carter Burwell, que faz da trilha do filme um recurso de potente carga emotiva, evocando a presença de Caleb e Camille na vida dos filhos e na própria obra, mesmo quando esses personagens não estão em cena.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Desafiando a Arte </i>é um filme que leva ao pé da letra a máxima de que a arte é transformadora, questionadora, quebra paradigmas, transforma pela inquietação e por subverter a ordem das coisas, mas também um longa sobre a conciliação com nossos pais na vida adulta. Annie e Baxter tiveram que passar por maus bocados até entenderem que tudo o que Caleb e Camille queriam, muitas vezes de maneira contraditória e questionável para os filhos, era que seus descendentes se tornassem adultos preparados para a vida que queriam assumir. É tocante perceber, ao final do filme, como Caleb e Camille fizeram isso através da sua criação artística mais poderosa, que, na verdade, nem vem a ser a performance final do casal mas a própria criação dos filhos. Vida e arte são uma só.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uUms5EMr-Bs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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