<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Blake Lively - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/blake-lively/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/blake-lively/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Aug 2024 20:41:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Blake Lively - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/blake-lively/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: É Assim Que Acaba</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 20:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Neustaedter]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Morton]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Brandon Sklenar]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[É Assim Que Acaba]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hasan Minhaj]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Ferrer]]></category>
		<category><![CDATA[Jenny Slate]]></category>
		<category><![CDATA[Justin Baldoni]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18563</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ser humano tem muitas facetas. E é isso que É Assim Que Acaba nos mostra a cada cena. A super aguardada adaptação cinematográfica do sucesso literário homônimo da autora Colleen Hoover finalmente chega aos cinemas, se tornando rapidamente um fenômeno de bilheteria, levando jovens de todas as idades. E a experiência é válida para quem leu e para quem não leu o livro (como eu mesma, que não tive a experiência literária). Blake Lively (Um Pequeno Favor) incorpora a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/">Crítica: É Assim Que Acaba</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ser humano tem muitas facetas. E é isso que <em><strong>É Assim Que Acaba</strong></em> nos mostra a cada cena. A super aguardada adaptação cinematográfica do sucesso literário homônimo da autora Colleen Hoover finalmente chega aos cinemas, se tornando rapidamente um fenômeno de bilheteria, levando jovens de todas as idades. E a experiência é válida para quem leu e para quem não leu o livro (como eu mesma, que não tive a experiência literária).</p>
<p>Blake Lively (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/"><em>Um Pequeno Favor</em></a>) incorpora a protagonista Lily Bloom, uma jovem que acaba de descobrir o falecimento do pai e não consegue lidar muito bem com o fato, pelo simples motivo de que ela não expressa afeto pelo genitor. O filme vai nos explicar o motivo disso a medida que avança. Em meio ao luto recente, ela conhece Ryle (Justin Baldoni, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-cinco-passos-de-voce/"><em>A Cinco Passos de Você</em></a>), um neurocirurgião muito atraente com quem ela cruzou em um momento de fragilidade emocional.</p>
<p>O filme mescla o presente que a personagem vive com as histórias de seu passado, mostrando um caminhar seguro para os eventos que vão surgir lá na frente. A intenção do enredo é que a gente entenda as motivações das personagens e o que as levam a ser do jeito que são.</p>
<p>Ryle e Lily não vivem um romance logo de cara. Isso só vai acontecer mais na frente, quando ela se torna amiga da irmã dele e acabam se reencontrando. A ternura e a intensidade com que o relacionamento avança envolve o espectador completamente. Logo nos apaixonamos pela dupla, não tendo espaço para mais ninguém. Mas, é claro, que existe um terceiro elemento na história. Atlas (Brandon Sklenar, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/"><em>Vice</em></a>) é alguém do passado de Lily que mudou completamente a sua vida e que ressurge no seu presente.</p>
<p>O amor de Lily e Atlas é antigo. Eles viveram grandes descobertas juntos. Foram amigos, confidentes, apaixonados. Mas isso ficou no passado. Já o amor de Lily e Ryle é palpável, real, presente. Ele é intenso e cheio de possibilidades de futuro. É como um olhar vivido de esperança.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18565" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2.png" alt="É Assim Que Acaba" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em tese, <em><strong>É Assim Que Acaba</strong> </em>parece ser só mais um romance que vai nos apresentar um triângulo amoroso em que a mocinha tem dificuldades de escolher com quem ficar. Mas a história nos leva para muito além disso. Ela vem para nos mostrar as nuances que as pessoas podem ter. Ninguém é só luz, assim como ninguém é somente sombra. Mas ainda assim, não precisamos aceitar a sombra das pessoas, se isso nos fere.</p>
<p>Essa é uma história sobre violência contra a mulher. E os caminhos que levam Lily a passar por isso são muito tortuosos e afetivos. Ryle é um cara incrível, amoroso, romântico e dedicado. Ele não tem aquele perfil de agressor padrão que as histórias costumam nos mostrar. Mas ele é, sim, agressivo, e já mostra isso desde o primeiro momento em que entra em cena. Mas, assim como a protagonista, escolhemos ignorar.</p>
<p>Quantas vezes os sinais estão ali e as pessoas escolher olhar para o lado? Ainda que Ryle tenha toda uma história que nos faz entender o motivo de sua agressividade (entender é diferente de aceitar), isso não significa que Lily precisa passar por aquilo. E a necessidade que ela percebe de não repetir o ciclo de sua mãe é um dos momentos de maiores força da personagem.</p>
<p>Preciso tirar aqui o chapéu para a escolha de elenco deste longa. Fui informada que no livro os personagens são jovens, com 20 e poucos anos. Mas isso não faz nenhum sentido na trama, especialmente quando vemos o tipo de vida que as pessoas levam. Além de consertarem esse erro grotesco da autora, tiveram o cuidado de escolher atores que são muito parecidos para representar as diferenças de idades e até mesmo aqueles que são família. E isso fez toda a diferença no resultado final.</p>
<p><em><strong>É Assim Que Acaba</strong></em> é sobre o choque de realidade de entender que as pessoas não são apenas boas ou ruins. É compreender que podemos amar alguém, ser amados, e ainda assim não querer estar com a pessoa. É sobre a pluralidade do amor e todas as formas que ele se apresenta. É um filme forte, intenso, mas também afetuoso. Nos leva às lágrimas, ainda que nos abrace também. Vale muito a pena conferir no fim de semana!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Justin Baldoni</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Blake Lively, Justin Baldoni, Brandon Sklenar, Jenny Slate, Hasan Minhaj, Amy Morton, Isabela Ferrer, Alex Neustaedter</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/XmRaA82dciU?si=wQV-tr3Yd2FRGgHz" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/">Crítica: É Assim Que Acaba</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Ritmo da Vingança (Google Play)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ritmo-da-vinganca-google-play/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ritmo-da-vinganca-google-play/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 23:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Mays]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Geoff Bell]]></category>
		<category><![CDATA[Google Play]]></category>
		<category><![CDATA[Ivana Basic]]></category>
		<category><![CDATA[Jade Anouka]]></category>
		<category><![CDATA[Jude Law]]></category>
		<category><![CDATA[O Ritmo da Vingança]]></category>
		<category><![CDATA[Raza Jaffrey]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Brake]]></category>
		<category><![CDATA[Sterling K. Brown]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12819</guid>

					<description><![CDATA[<p>A história de O Ritmo da Vingança está longe de ser inédita no cinema. O longa acompanha uma jovem prostituta recrutada por um ex-agente do MI-6 para concretizar os planos da sua vingança contra os homens que foram responsáveis pela morte da sua família. Estando longe de alicerçar o seu êxito à originalidade da sua premissa, o longa teria pela frente o desafio de criar boas cenas de ação mirando naquilo que deu certo em tantos outros títulos protagonizados por [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ritmo-da-vinganca-google-play/">Crítica: O Ritmo da Vingança (Google Play)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história de<em><strong> O Ritmo da Vingança</strong></em> está longe de ser inédita no cinema. O longa acompanha uma jovem prostituta recrutada por um ex-agente do MI-6 para concretizar os planos da sua vingança contra os homens que foram responsáveis pela morte da sua família. Estando longe de alicerçar o seu êxito à originalidade da sua premissa, o longa teria pela frente o desafio de criar boas cenas de ação mirando naquilo que deu certo em tantos outros títulos protagonizados por justiceiras como <em>Nikita: Criada para Matar</em> de Luc Besson ou <em>Salt</em> de Phillip Noyce. No entanto, o resultado do projeto é um entretenimento completamente morno do início ao fim.</p>
<p>Um bom elenco dá às caras no projeto. Blake Lively (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Um Pequeno Favor</em></a>) é sempre ótima em cena e aqui dá sinais de grande comprometimento com sua personagem, como acontece na maior parte dos filmes que protagoniza. Ao mesmo tempo, a jovem estrela de ação tem bons coadjuvantes, cada qual com seu estilo de atuação, interpretando personagens que prometem estabelecer ao longo da trama um contrapeso ao temperamento arredio da protagonista, o mentor durão vivido por Jude Law (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-animais-fantasticos-os-crimes-de-grindelwald/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald</em></a>) e o misterioso agente da CIA interpretado por Sterling K. Brown (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-hotel-artemis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Hotel Artemis</em></a>).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12820" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2384774.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Ritmo da Vingança" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2384774.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2384774.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/2384774.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Acontece que <em><strong>O Ritmo da Vingança</strong></em> conta com uma direção pouco inspirada de Reed Morano (da série <em>The Handmaid&#8217;s Tale</em>), que, além de conduzir cenas de ação com pouca energia, não consegue ser muito claro com o espectador a respeito daquilo que acontece em cada uma delas. Além disso, a trama do filme se apropria de questões geopolíticas para construir a sua trama central, mas jamais as tira da superfície, evidenciando que o uso das mesmas foi puro pretexto para os seus realizadores.</p>
<p>O subgênero de<em><strong> O Ritmo da Vingança</strong> </em>é capaz de oferecer exemplares divertidos e que cumprem a função de trazer boas referências femininas em um terreno ainda bastante machista, o cinema de ação. Era de se esperar um maior comprometimento com a direção e com a resposta física do seu elenco, especialmente Lively, algo próximo daquilo que têm feito o pessoal responsável pela franquia <em>John Wick</em> e filmes como Atômica ou então o recente <em>Resgate</em> com Chris Hemsworth que está no catálogo da <em>Netflix</em>, mas não é isso que está na tela.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Reed Morano<br />
<strong>Elenco:</strong> Blake Lively, Jude Law, Sterling K. Brown, Richard Brake, Raza Jaffrey, Daniel Mays, Jade Anouka, Ivana Basic, Geoff Bell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GYReFds6pzM" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ritmo-da-vinganca-google-play/">Crítica: O Ritmo da Vingança (Google Play)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ritmo-da-vinganca-google-play/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Um Pequeno Favor</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 17:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Um Pequeno Favor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9366</guid>

					<description><![CDATA[<p>O mercado cinematográfico tem um excedente de longas-metragens de comédia desde o final da década de 1990. Tendo tido por anos dois subgêneros básicos – comédia romântica e a comédia escrachada – o gênero acabou caindo num buraco sem fim de repetições de trabalhos que já haviam perdido a graça há muito tempo. E, por conta disso, os estúdios perceberam que era de extrema importância um processo de renovação dentro de suas produções para manter o interesse do público. Tal [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/">Crítica: Um Pequeno Favor</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado cinematográfico tem um excedente de longas-metragens de comédia desde o final da década de 1990. Tendo tido por anos dois subgêneros básicos – comédia romântica e a comédia escrachada – o gênero acabou caindo num buraco sem fim de repetições de trabalhos que já haviam perdido a graça há muito tempo. E, por conta disso, os estúdios perceberam que era de extrema importância um processo de renovação dentro de suas produções para manter o interesse do público. Tal mudança culminou no que hoje é conhecido como “<em>blending</em>” (mistura) de gêneros, permitindo que as comédias evoluíssem para algo muito mais elaborado do que o quadragésimo <em>American Pie</em> (1999 &#8211; 2012) ou mais tentativa malfeita de copiar o sucesso de <em>10 Coisas que Eu Odeio em Você</em> (1999).</p>
<p>Com essa nova era, o espectador tem a chance de assistir algo novo (ou, no mínimo, inusitado), fazendo com que as esperanças e expectativas para com o gênero aumentem. Esse “<em>blending</em>” do cômico/satírico com alguma outra vertente cinematográfica tem se fortalecido ainda mais nos últimos anos. <em>Terror nos Bastidores</em> (2015), <em>A Noite do Jogo</em> (2018) e <em>Te Peguei</em> (2018) são alguns dos mais recentes e brilhantes exemplos dessa mistura que transformou a comédia em algo maior. O primeiro filme mescla o terror adolescente <em>slasher</em> com uma hilariante sátira do próprio universo do horror e todas as suas falhas e repetições; o segundo vai trabalhar com um suspense muito elaborado cuja veia cômica é o seu guia, dando ao público momentos de adrenalina e graça; e, por fim, o terceiro longa faz uma narrativa inspirada em fatos reais para recriar o que havia de bom na comédia purista, onde a graça era feita com o único objetivo de fazer o espectador gargalhar.</p>
<p>Após essas interessantes produções, eis que a Lionsgate lança mundialmente o inteligentíssimo <em>Um Pequeno Favor</em>. Tendo a sua estreia nos cinemas brasileiros nessa quinta-feira (27), a nova produção – baseada no livro de mesmo nome da autora Darcey Bell – é um belo e leve suspense. A narrativa dirigida por Paul Feig (<em>Missão Madrinha de Casamento</em>, de 2011, e <em>As Bem Armadas</em>, de 2013) traz esse mistério perfeitamente encabeçado por Anna Kendrick e Blake Lively que permeia pela tensão e comédia de maneira única. A verdadeira versão hilária de <em>Garota Exemplar</em> (2014).</p>
<p>Por conta do seu filho, a jovem mãe Stephanie (Anna Kendrick) conhece, ocasionalmente, a misteriosa Emily (Blake Lively). Ao se aproximarem e criarem uma rápida amizade, Stephanie vai percebendo que há algo de estranho na vida tão reservada de sua nova melhor amiga. Quando Emily desaparece, a sua amiga decide ir atrás de respostas. Ao embarcar numa jornada para desvendar a verdade por trás desse repentino sumiço, Stephanie descobrirá que há muito que ninguém imagina sobre sua amiga Emily.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9376" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/0229574.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="crítica um pequeno favor" width="610" height="348" /></p>
<p>Como em alguns de seus filmes anteriores, o diretor Paul Feig conseguiu mesclar os gêneros sem perda alguma da essência de ambos – tendo nesse trabalho a mistura de suspense com comédia. A fluidez da narrativa é encantadora e o espectador fica na ponta da poltrona (rindo ou roendo as unhas) aguardando para ver o que acontecerá em seguida nessa série de eventos inesperados. De alguma maneira, a origem de Feig fez com que esse ar leve fosse incorporado tão facilmente em cada uma das cenas.</p>
<p>Para compor essa atmosfera nova, a roteirista Jessica Sharzer (<em>Nerve</em>, de 2016) teve a difícil missão de estabelecer um paralelo entre esses universos do cinema que parecem essencialmente tão distantes. Baseando-se na obra de Bell, Sharzer constrói uma inteligente e fascinante narrativa que prende o público desde o primeiro minuto. O longa é uma sucessão de acontecimentos bem escritos e dirigidos que forjam um trabalho digno de elogios o qual marcará ainda mais essa nova onda de filmes “<em>blending</em>”.</p>
<p>Além de uma parte técnica absurdamente interessante, o elenco foi escolhido a dedo. As atrizes Anna Kendrick e Blake Lively comandam o espetáculo visual e artístico com uma maestria indiscutível. A jovem Kendrick já se provou, além de uma ótima comediante, uma profissional muito versátil, capaz de enfrentar qualquer papel que lhe é dado. Já Lively está num crescente em suas personagens, fazendo o mundo prestar cada vez mais atenção em sua carreira. Juntas elas criam um show irônico, hilário e mortal o qual é certeiro em seu objetivo como obra cinematográfica.</p>
<p><em>Um Pequeno Favor</em> é uma produção diferenciada que reforça a capacidade de evolução do cinema e mostra que os limites de gêneros são algo quase inexistentes nessa nova era da sétima arte. Com o sucesso já estabelecido desde a sua estreia nos Estados Unidos, o longa se tornará uma referência ainda maior quando se pensar nesse tipo de mistura. A qualidade dessa produção eleva o patamar das facetas que uma película pode assumir no fazer filmes moderno.</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/trailer/">trailer</a>!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kui4PiIx5GQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/">Crítica: Um Pequeno Favor</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-pequeno-favor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Por Trás dos Seus Olhos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-por-tras-dos-seus-olhos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-por-tras-dos-seus-olhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 14:50:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Por Trás dos Seus Olhos]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8807</guid>

					<description><![CDATA[<p>No drama de suspense Por Trás de Seus Olhos, a ansiedade do expectador é colocada a prova nas quase duas horas de duração do longa. Todo esse ideal é quebrado a medida que absolutamente nada acontece durante a exibição e o que era ansiedade dá lugar à completa frustração. Gina é uma mulher que fico cega após um acidente sofrido quando ainda era criança e resultou na morte de seus pais. Ela aprendeu a lidar com essa adversidade da vida [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-por-tras-dos-seus-olhos/">Crítica: Por Trás dos Seus Olhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No drama de suspense <em>Por Trás de Seus Olhos</em>, a ansiedade do expectador é colocada a prova nas quase duas horas de duração do longa. Todo esse ideal é quebrado a medida que absolutamente nada acontece durante a exibição e o que era ansiedade dá lugar à completa frustração.</p>
<p>Gina é uma mulher que fico cega após um acidente sofrido quando ainda era criança e resultou na morte de seus pais. Ela aprendeu a lidar com essa adversidade da vida e conta com o apoio do amoroso marido, James, que a ajuda em tudo. Eles estão morando na Tailândia por conta do trabalho dele, quando surge uma possibilidade dela voltar a enxergar de um olho, através de uma cirurgia. Animada com essa nova esperança, ela se joga na chance. Afinal, além de tudo, ela está tentando engravidar há algum tempo.</p>
<p>As coisas vão acontecendo de forma gradativa e sem pressa. O que, confesso, é bom no início. Vai dando contexto aos personagens, você cria empatia, além de deixar um estado de tensão constante no espectador, que sabe que algo vai acontecer, só não sabe quando.</p>
<p>A primeira frustração começa quando você olha no relógio e percebe que se passou uma hora sem que absolutamente nada tivesse acontecido. Um bolsão de &#8220;sem quê&#8221; e &#8220;nem pra quê&#8221; que entedia, apesar de uma fotografia bem escolhida e estilo de filmagem bem feito. O diretor coloca o espectador dentro da noção da cegueira dela, assim como trás para si também os momentos em que ela começa a enxergar. É realmente muito interessante e um tanto claustrofóbico.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8809" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/359208.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O &#8220;ápice&#8221;, por assim dizer, de <em>Por Trás de Seus Olhos</em> se dá nos últimos 30 minutos de filme e não poderia ser pior conduzido. É como uma marola que quebra na areia da praia, sem a menor importância e sem chamar a atenção. É duplamente frustrante porque a premissa da história é ótima! Um casal que sofre as consequências da mulher voltar a enxergar porque o casamento se deu completamente no escuro (ela nunca tinha visto ele pois ficou cega antes mesmo de o conhecer). Quando ela começa a despertar para o mundo, isso causa um incômodo no marido, assim como na relação. Como se ele gostasse da dependência que ela tinha dele.</p>
<p>Sim, é realmente uma boa história, mas muito mal conduzida. Não há ápice, o antagonista não convence como tal e não é criado um clima de tensão digno da história. O espectador fica esperando o tempo inteiro algo emocionante acontecer, o que simplesmente não é realizado.</p>
<p><em>Por Trás de Seus Olhos</em> é um filme com ótimo potencial, mas que virou um compilado de vários nadas que culmina em mais um nada. Extremamente frustrante.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fXCR8FovC2g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-por-tras-dos-seus-olhos/">Crítica: Por Trás dos Seus Olhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-por-tras-dos-seus-olhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Café Society</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 19:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Café Society]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Allen]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6625</guid>

					<description><![CDATA[<p>Café Society é um filme sobre a melancólica lembrança daquilo que não foi vivido, mas também uma história sobre o fim da inocência e sobre o amadurecimento através da desilusão. O protagonista do mais recente filme do cineasta Woody Allen a chegar aos cinemas é Bobby, papel de Jesse Eisenberg, um rapaz que chega a Los Angeles cheio de sonhos e imaginando que um dia possa vir a trabalhar em Hollywood, sobretudo por ter parentesco com um conhecido produtor de cinema, Phil Stern, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/">Crítica: Café Society</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Café Society </i>é um filme sobre a melancólica lembrança daquilo que não foi vivido, mas também uma história sobre o fim da inocência e sobre o amadurecimento através da desilusão. O protagonista do mais recente filme do cineasta Woody Allen a chegar aos cinemas é Bobby, papel de Jesse Eisenberg, um rapaz que chega a Los Angeles cheio de sonhos e imaginando que um dia possa vir a trabalhar em Hollywood, sobretudo por ter parentesco com um conhecido produtor de cinema, Phil Stern, interpretado por Steve Carell. Bobby se apaixona pela secretária Vonnie, vivida por Kristen Stewart, mas o ingênuo rapaz é sabotado pelo jogo social que comanda a alta sociedade local e que faz desmoronar rapidamente o seu castelo repleto de idealizações pessoais e profissionais.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como um bom exemplar da carreira de Woody Allen, <i>Café Society </i>traz em si o olhar clínico e cético do cineasta para as instituições, pessoas e relacionamentos. Como <i>Café Society </i>trata justamente da perda da ingenuidade do personagem de Jesse Eisenberg, ou seja, de como ele passa a perceber nas pessoas o oportunismo e a superficialidade que estavam ofuscados pelo sonho hollywoodiano, o filme acaba sendo um prato cheio para o realizador.  O longa também traz um certo esnobismo do cineasta para personagens que não compartilham a mesma bagagem intelectual que a sua ou mesmo para com os seus pares, o que é algo que, particularmente, incomoda no trabalho do realizador, já que por trás disso não existe apenas uma crítica, mas um desdém do cineasta com certas figuras mesmo. Há interessantes desempenhos de Jesse Eisenberg, que faz a lição de casa ao dar vida a um alter ego do próprio Allen, e Corey Stoll, que, assim como fizera em <i>Meia-Noite em Paris</i>, rouba a cena como o criminoso Ben Dorfman. Contudo, o destaque vai para Kristen Stewart, absolutamente magnética como Vonnie, modulando bem a insegurança da &#8220;mocinha&#8221; do filme e tornando-a mais do que uma simples musa alleniana.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6627" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Cafe-Society-kristen-stewart-woody-allen-ksbr11-0.jpg" alt="Cafe-Society-kristen-stewart-woody-allen-ksbr11-0" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Café Society</i>, há uma reverência clara do diretor e roteirista Woody Allen ao clássico <i>Casablanca</i>, que tem como um dos seus mais importantes temas o fantasma do amor não vivido pelos personagens de Humphrey Bogart e Ingrid Bergman. No filme de Allen, Eisenberg vive uma versão do icônico Rick Blaine e torna-se gerente de um importante café de Nova York frequentado pela alta sociedade americana. Através de Vonnie, Stewart vive uma Isla Lund, claro que envolta de outras circunstâncias, mas que retorna para a vida do protagonista e reacende toda uma memória do que fora vivido por ambos em Los Angeles, quando o personagem de Eisenberg  fora intoxicado pela paixão. Assim como <i>Casablanca </i>(apesar de não ser tão forte quanto o clássico de 1942), <i>Café Society </i>traz essa história de amor que não se realiza, mas que fica no âmbito das conjecturas, das memórias e dos  arrependimentos dos seus protagonistas. É um filme que encontra sua beleza dentro da melancolia que existe por trás dessa ideia.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/e1ThJ2Y09xs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/">Crítica: Café Society</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Águas Rasas</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2016 00:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Águas Rasas]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6584</guid>

					<description><![CDATA[<p>O legal de pensar uma crítica muito tempo depois que assistiu ao filme é que dá tempo de refletir sobre todas as sensações deixadas (ou não) pela obra. Só o fato de ele ser memorável ou não, já é informação para ser levada em conta. Águas Rasas, felizmente, ficou em minha mente por muito tempo. A história é simples. Uma jovem viaja em busca de uma praia paradisíaca onde sua mãe tirou foto quando estava grávida dela. Ela surfa e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/">Crítica: Águas Rasas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O legal de pensar uma crítica muito tempo depois que assistiu ao filme é que dá tempo de refletir sobre todas as sensações deixadas (ou não) pela obra. Só o fato de ele ser memorável ou não, já é informação para ser levada em conta. <em>Águas Rasas</em>, felizmente, ficou em minha mente por muito tempo.</p>
<p>A história é simples. Uma jovem viaja em busca de uma praia paradisíaca onde sua mãe tirou foto quando estava grávida dela. Ela surfa e o objetivo é curtir o cenário, viver emoções que a mãe, já falecida, passou, etc. No meio de todo este deleite, ela é surpreendida por um tubarão, que consegue deixá-la encurralada apenas 200 metros da praia.</p>
<p>Embora simplória, a narrativa consegue manter o espectador tenso e vidrado na telona, pensando no próxima cena. Com uma ideia do clássico <em>Tubarão</em> e pinceladas de <em>O Náufrago</em>, este longa consegue passear com certa tranquilidade entre a tensão e o desespero de não ter nenhum apoio para a protagonista. Blake Lively carrega a responsabilidade praticamente toda, uma vez que o filme tem pouquíssimos personagens secundários, focando mesmo na mocinha em perigo. Ela não tem nada de coitada, no entanto. Consegue driblar situações muito difíceis e de desespero, lutando pela própria vida.</p>
<p>As cenas conseguem levar o espectador à um medo real de tudo que está acontecendo, nos fazendo refletir sobre como estamos expostos em diversas situações e nem imaginamos. Além disso, explora muito o senso de mistério do mar, que esconde criaturas traiçoeiras, como o próprio tubarão. Algumas tomadas em que a câmera flutua na onda, ora mostrando a superfície e ora mostrando o mundo aquático, realmente intensificam ainda mais a sensação de thriller. Tudo isso tem o apoio da trilha sonora, que é muito coerente. O que torna tudo mais interessante, no entanto, é que não se trata de um filme apenas sobre tubarões que atacam. Tem todo um enredo por trás, uma questão de descoberta da protagonista e como ela vai ter que se reinventar e recorrer a coisas que tinha deixado para trás para conseguir se salvar.</p>
<p>A direção de fotografia também é muito acertada, criando um ambiente belíssimo e assustador ao mesmo tempo. O espectador vai acompanhando o aumento da maré, que invariavelmente cria um perigo ainda maior para a personagem. O filme funciona bem como um todo e pequenos deslizes acabam sendo esquecidos pelo todo. Vale a pena conferir!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/L1Z4grGwblw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/">Crítica: Águas Rasas</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aguas-rasas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
