Crítica: Jack Reacher – Sem Retorno

Em mais um filme de ação, Tom Cruise retorna no papel de Jack Reacher, um ex-militar que retorna à base onde serviu com o único intuito de convidar uma major para sair, uma vez que passaram um bom tempo em contato apenas por telefone. No entanto, ao chegar lá ele descobre que ela foi presa por espionagem e resolve investigar o caso por conta própria.

A história vai se desenvolvendo de forma gradual e bem elaborada. Diferente da maioria dos filmes de ação, este não tem como intuito principal confundir o espectador por possuir um roteiro raso. O enredo faz sentido, tem nexo, portanto a atenção do espectador é mais do que bem-vinda. E o diretor consegue fixar muito bem este olhar.

Com relação às cenas de ação, eles realmente são muito boas e a dinâmica do casal principal, protagonizado por Tom Cruise e Cobie Smulders, com os vilões é particularmente interessante. A escolha de elenco é equilibrada, embora Cruise roube a cena com seu carisma e jovialidade. Aliás, por mais incrível que pareça, ele está mais jovem a cada filme que passa. Tem algo errado nesta conta.

O filme peca, no entanto, no quesito inovação. É mais do mesmo, tudo é muito previsível. Desde as falas até as reações dos personagens, desfechos das ações, conclusões das lutas, etc. Nada inovador, nada diferente, e isso cansa o espectador, que consegue antecipar tudo que vai acontecer. Um tanto frustrante, devo confessar.

Ainda assim, não deixa de ser um bom entretenimento, um filme coerente e razoável para conferir no fim de semana, principalmente para aqueles, como eu, que gostam da categoria de longas com um toque de mentiras inocentes.

Assista ao trailer!

 

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