Crítica: A Lei da Noite

Ben Affleck retorna ao cinema com mais uma produção dele como produtor, diretor e ator. Desta vez a proposta é adentrar no mundo do século 20, quando a lei seca imperava nos EUA e o contrabando corria solto nos bastidores.

O longa é baseado em um livro que é muito mais complexo do que o roteiro do filme propõe. As coisas acontecem em uma velocidade muito frenética, deixando muito fio solto. Os personagens são apáticos, especialmente o protagonista vivido por Affleck. Ele vem de uma carreira de altos e baixos, e este longa não representa a primeira opção.

Os personagens coadjuvantes à trama são até interessantes e protagonizados por excelentes artistas. Mas a história também não ajuda, sendo excessivamente lenta e sem atrativos.

A sensação que o espectador tem é que o trailer prometeu muito além do que o filme apresentou. A fotografia é interessante, mas não passa muito disso. Os saltos de tempo que a trama dá, definitivamente prejudica o resultado final. Ben, que vem de bons filmes como diretor, não acertou muito nesse.

Além disso, não há empatia com o casal protagonizado por Affleck e Zoe Saldana. É forçar um pouco a barra acreditar naquele amor que não evolui de forma natural.

Por fim, A Lei da Noite é um filme que tinha tudo para dar certo, mas caiu no erro de adaptar uma história longa, em pouco mais de duas horas. Muito se perde e isso faz toda a diferença.

Assista ao trailer!

 

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