Azul é a Cor Mais Quente tem Blu-Ray negado por conta de sexo explícito

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Para os fãs de blu-ray, uma má notícia: o filme “Azul é a Cor Mais Quente” teve sua divulgação proibida na mídia mais atual. O longa francês foi vencedor da Palma de Ouro em Cannes 2013 e recebeu ótimas críticas de veículos especializados. O público que assistiu a película no circuito de arte também conferiu e aprovou. Mas nada disso foi suficiente para a única produtora de blu-rays do Brasil aprovar o conteúdo.

A Sonopress, empresa vinculada ao Polo Industrial de Manaus, afirmou que o conteúdo do filme é inapropriado por conta das várias cenas de sexo explícito, alegando que estariam violando cláusulas de contrato que a impossibilita de publicar conteúdo sexual. A distribuidora do filme, Imovision, lamentou a decisão e revelou ainda que o título foi negado por outras empresas. “Fico preocupado não como fornecedor, mas sim como consumidor. Não é um filme pornô. Na França o filme recebeu classificação indicativa de 12 anos, aqui foi 18. Até aí tudo bem, mas agora o blu-ray ser proibido? Porque isso é um tipo de censura. Qual o critério?”, questiona Jean Thomas Bernardini, presidente da distribuidora.

Por hora, “Azul é a Cor Mais Quente” terá que se contentar com a replicação em DVD, já que existem outras empresas fora do Polo Industrial de Manaus que fazem a produção da mídia. O longa conta a história de Adele, uma jovem que se apaixona por uma mulher mais velha, Emma, e inicia uma intensa relação que a ajuda a descobrir seus próprios desejos e a amadurecer.

 

Marcela Gelinski332 Posts

Jornalista, cinéfila, amante de vampiros, apaixonada por pipoca, fã de livros, viciada em Friends e crente em conto de fadas.

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