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	<title>Arquivos Will Smith - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Will Smith - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: King Richard &#8211; Criando Campeãs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 00:16:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade da temporada de premiações, as apostas começam a afunilar. E a pergunta que fica é sobre quais serão os queridinhos do ano. Seguindo os padrões de indicações, em alguma das categorias de destaque &#8211; seja do Oscar, BAFTA ou SAG Awards &#8211; vai ter pelo menos uma cinebiografia que chamou mais atenção da crítica e público. Em 2021, Casa Gucci, apesar de controverso, desponta como um possível concorrente e King Richard: Criando Campeãs chega aos cinemas brasileiros, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proximidade da temporada de premiações, as apostas começam a afunilar. E a pergunta que fica é sobre quais serão os queridinhos do ano. Seguindo os padrões de indicações, em alguma das categorias de destaque &#8211; seja do Oscar, BAFTA ou SAG Awards &#8211; vai ter pelo menos uma cinebiografia que chamou mais atenção da crítica e público. Em 2021, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casa-gucci/"><i>Casa Gucci</i></a>, apesar de controverso, desponta como um possível concorrente e <b><i>King Richard: Criando Campeãs</i></b> chega aos cinemas brasileiros, nesta quinta-feira (2), como uma promessa ainda mais certeira.</p>
<p>A cinebiografia conta a trajetória de Richard Williams (Will Smith) treinando suas filhas, Serena (Demi Singleton) e Venus Williams (Saniyya Sidney), para se tornarem as estrelas do tênis que se conhece na atualidade. Richard, ao lado de sua esposa, Oracene (Aunjanue L. Ellis), investem as horas vagas e a dinâmica familiar para treinar suas filhas, na esperança de torná-las expoentes no esporte. Com uma determinação incansável, Richard fará de tudo para que as duas garotas saiam de Compton para se tornarem referências no mundo.</p>
<p>O principal acerto de <i>King Richard</i> (título original) é o equilíbrio entre os passos da jornada das personagens com a mensagem que se quer ser passada. As passagens de tempo são escolhidas e construídas para mostrar, cena a cena, o objetivo da narrativa. No filme, dedicação, sonhos e objetivos são as palavras de ordem. O espectador pôde conhecer mais de perto as conhecidas controvérsias sobre Richard Williams que foram tão comentadas nos anos 1990. E esse olhar de dentro é esclarecedor.</p>
<p>O pai de Venus e Serena Williams tenta quebrar ciclos através delas. Seja com as futuras estrelas do tênis ou com suas outras três filhas, a rigidez e as atitudes impensadas de Richard são mostradas como fruto de traumas do passado. A narrativa escrita por Zach Baylin, que foi anunciado como o roteirista de <i>Creed III</i>, é um relato sobre superação, coragem e resiliência.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14827" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG.jpeg" alt="King Richard - Criando Campeãs" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/11/rev-1-KGR-05637r_High_Res_JPEG-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Acima da pressão da competição e da idade, Venus e Serena precisaram enfrentar os obstáculos sociais. Nos Estados Unidos, durante os anos 1990, duas crianças negras competindo num esporte que, até o momento, era apenas para pessoas brancas, é por si só uma jornada de superação. A presença do racismo estrutural, somado a segregação social são questões delicadamente tratadas ao longo do filme, com uma sensibilidade absurda.</p>
<p>O longa, dirigido por Reinaldo Marcus Green (<i>Monsters and Men</i>, de 2018, e <i>Joe Bell</i>, de 2021), traz atuações poderosas que encantam o público. Assim como na história dos Williams, a força motriz do projeto é o elenco que interpreta a família. Encabeçado pelo desempenho formidável de Will Smith (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/"><i>Aladdin</i></a>, de 2019, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bad-boys-para-sempre/"><i>Bad Boys para Sempre</i></a>, de 2020),  a condução do longa é feita a partir das dinâmicas cênicas entre os atores.</p>
<p>Smith, consegue entregar uma performance emocionante, mas isso é potencializado por suas colegas de cena. Aunjanue L. Ellis (<i>Olhos que Condenam</i>, de 2019, e <i>Lovecraft Country</i>, de 2020), assim como sua personagem, prepara o terreno para que o ator brilhe ainda mais. Aunjanue, com sua generosidade e potente atuação, é uma aposta promissora para a temporada de prêmios.</p>
<p>E o elenco infantil não fica atrás. As filhas do casal Williams também demonstram sua capacidade como atrizes durante o filme, em especial Saniyya Sidney e Demi Singleton que fazem as duas futuras tenistas. Assim como os Williams, Jon Bernthal (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-em-ritmo-de-fuga/"><i>Em Ritmo de Fuga</i></a>, de 2017, e <i>O Falcão Manteiga de Amendoim</i>, de 2019), como Rick Macci, é um outro ponto positivo ao longo da produção. É essa fluidez e qualidade do elenco que consegue fazer de <strong><i>King Richard: Criando Campeãs</i></strong> uma obra de destaque que pode conseguir alguns prêmios em breve.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Reinaldo Marcus Green</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Will Smith, Saniyya Sidney, Jon Bernthal, Aunjanue Ellis, Liev Schreiber, Tony Goldwyn, Dylan McDermott, Susie Abromeit</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9MRLMEMhNb0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Bad Boys Para Sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 14:46:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bad Boys Para Sempre chega aos cinemas nesta quinta-feira, 30 de janeiro, com a continuação dos dois primeiros filmes protagonizados por Will Smith (Aladdin) e Martin Lawrence (Vovó&#8230; Zona). Neste, a dupla de policiais está discutido se deve continuar ou não na corporação, já que a possibilidade de aposentadoria é real. Enquanto Mike Lowrey (Smith) está super animado para continuar nas ruas, Marcus Burnett (Lawrence) está mais preocupado em curtir a família e o neto que acabou de nascer. Sinceramente, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Bad Boys Para Sempre</strong></em> chega aos cinemas nesta quinta-feira, 30 de janeiro, com a continuação dos dois primeiros filmes protagonizados por Will Smith (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Aladdin</em></a>) e Martin Lawrence (<em>Vovó&#8230; Zona</em>). Neste, a dupla de policiais está discutido se deve continuar ou não na corporação, já que a possibilidade de aposentadoria é real. Enquanto Mike Lowrey (Smith) está super animado para continuar nas ruas, Marcus Burnett (Lawrence) está mais preocupado em curtir a família e o neto que acabou de nascer.</p>
<p>Sinceramente, é cansativo o esforço de certas franquias em tentar dar continuidade a algo que não tem mais para onde ir. Pior ainda quando a falta de inovação e criatividade reina no roteiro, deixando a experiência do espectador completamente prejudicada. É justamente isso que acontece com <em><strong>Bad Boys Para Sempre</strong></em>. Como uma colcha de retalhos, o filme vai se desenvolvendo da pior forma possível, se levando a sério demais. Seria muito mais simples e acertado assumir sua veia besteirol.</p>
<p>Enquanto a dupla principal se esforça para fazer graça em momentos de drama, uma violência desnecessária é salpicada na tela. Sim, para um filme que tem uma proposta engraçada e divertida, este longa tem muitas cenas sangrentas e expositivas. O espectador é constantemente impactado com muito sangue e mortes trágicas, quando deveria estar dando gargalhadas. Gargalhadas essas que não vêm, a maior parte do tempo, porque o filme ainda quer inserir um drama desalocado para criar empatia pelos personagens.</p>
<p>Caminhando de maneira cansativa, fazendo o público ter a sensação que estar num filme de 3h de duração, <em><strong>Bad Boys Para Sempre</strong></em> anda em círculos até definir qual o destino de seus personagens. Temos ainda um <em>plot twist</em> aleatório e apelativo, que só nos faz ter certeza de que o roteiro foi pensado apenas para criar mais um longa de ação que renda boa bilheteria.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12325" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/3797534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Bad Boys Para Sempre" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/3797534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/3797534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/3797534.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O elenco tem até carisma e entrosamento. Vanessa Hudgens (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-passado-de-presente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Um Passado de Presente</em></a>) surge meio que do nada em um papel bem coadjuvante, mas interessante e diferente do que ela costuma se propor. Paola Núñez também está bem como a tensão amorosa de Lowrey e chefia do esquadrão. Nada disso consegue salvar, no entanto, a queda do penhasco do roteiro.</p>
<p>O pior, no entanto, é a vilã. Completamente estereotipada como uma mulher sensual, mexicana, que mexe com bruxaria (sim, ela é chamada de La Bruja), velas acesas e vários santos no altar. É completamente ridículo o surgimento dela, assim como a relação com o restante da estética do longa. Um preconceito escancarado, não apenas com os latinos, como com a mulher em si. Em dado momento, nos perguntamos se estamos assistindo a uma novela mexicana da época de Maria do Bairro.</p>
<p>Para além disso, é como se<em><strong> Bad Boys Para Sempre</strong></em> mirasse em <em>Velozes e Furiosos</em> e acertasse num filme de baixa qualidade criado por um estúdio sem orçamento. Ao invés de se dedicar a arte das cenas mentirosas, comédia clara e objetiva, ele tenta fazer do filme algo épico, que simplesmente não acontece. É uma experiência angustiante que deve ser evitada.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Adil El Arbi, Bilall Fallah<br />
<strong>Elenco:</strong> Will Smith, Martin Lawrence, Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Paola Núñez, Kate Del Castillo, Nicky Jam</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ddzymN0IW5c" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Aladdin</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:37:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este é o ano das produções da Disney, principalmente no quesito live-action. Temos a grande expectativa por O Rei Leão, que estreia em 18 de julho, e agora é a vez de Aladdin. A animação de 1992 foi o maior sucesso e rendeu milhões em bilheteria. Sendo assim, as crianças daquela época que agora são adultos, tendem a correr para os cinemas para conferir o resultado. A promessa me pareceu animadora desde o começo. Aladdin é um dos longas mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o ano das produções da Disney, principalmente no quesito <em>live-actio</em>n. Temos a grande expectativa por <em>O Rei Leão</em>, que estreia em 18 de julho, e agora é a vez de <em><strong>Aladdin</strong></em>. A animação de 1992 foi o maior sucesso e rendeu milhões em bilheteria. Sendo assim, as crianças daquela época que agora são adultos, tendem a correr para os cinemas para conferir o resultado.</p>
<p>A promessa me pareceu animadora desde o começo. <strong><em>Aladdin</em> </strong>é um dos longas mais simpáticos da Disney, não só pelos personagens carismáticos, como pela história envolvente dos protagonistas e a representatividade deles. Temos amizade, romance, ação, comédia, tudo isso em um único filme. Então, por que não se empolgar pelo <em>live-actio</em>n, não é mesmo?</p>
<p>Para a minha grata surpresa, o resultado é bastante positivo. A começar pela escolha de elenco que foi bem acertada. Mena Massoud (<em>Jack Rya</em>n) interpreta Aladdin e era uma de minhas maiores preocupações. No desenho, o personagem tem aquela pinta de malandro do bem, meio sedutor e gentil ao mesmo tempo. É um tom difícil de alcançar, mas que Massoud conseguiu com maestria. O mesmo podemos dizer de Naomi Scott (<em>Power Rangers</em>), no papel de Jasmine. Ela passeia pela personagem com muita suavidade e naturalidade.</p>
<p>Aliás, todo o elenco está incorporado. A maioria dos atores tem alguma estrada na carreira, mas com papéis secundários e pouco conhecidos. Então é praticamente uma surpresa atrás da outa quando vemos os momentos de cada um. Tudo isso guiado muito bem por Will Smith (<em>Eu Sou a Lenda</em>), que faz o melhor Gênio que poderíamos imaginar. Ele literalmente colocou no bolso toda a polêmica em torno da sua escolha para o personagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10610" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além deste ponto alto do filme com relação ao elenco, temos o universo criado, em cada detalhe. São cores e mais cores, tecidos, decoração, texturas. Tudo pensado para criar o ambiente real de Agrabah, seja no meio do povo ou no palácio. Uma das cenas mais bonitas e divertidas de se ver é a que o Gênio apresenta o Príncipe Ali ao Sultão, dançando e cantando no meio do povo, fazendo uma performance digna de escola de samba.</p>
<p>E sim, temos muita música. Não tinha como ser diferente e era isso que queríamos. O longa original é completamente cantado e com lindas canções originais. Eles mantiveram todo este encanto no filme e ainda acrescentaram algumas poucas músicas para dar um clima mais atual. A cena da música &#8220;O Mundo Ideal&#8221;, em que o casal principal se apaixona cantando no tapete mágico, é primorosa e emocionante.</p>
<p><em><strong>Aladdin</strong> </em>poderia ter mais elementos atuais e que o diferenciassem mais da animação. Até para que ele tivesse uma personalidade própria e não dependesse tanto do primeiro. No entanto, o resultado é tão bom que serve como um acalento ao coração daqueles que curtiam o filme na infância. Sim, é positivo que ele respeite a história do original e seja praticamente igual.</p>
<p>O diretor Guy Ritchie não possuía muita experiência neste tipo de produção, sendo mais voltado para ação. No entanto, ele se livrou de qualquer premissa que tivesse e nos apresentou um trabalho incrível, divertido e simpático. Tudo aquilo que <strong><em>Aladdin</em> </strong>era na animação e continua sendo neste <em>live-action</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Guy Ritchie<br />
<strong>Elenco:</strong> Will Smith, Mena Massoud, Naomi Scott, Marwan Kenzari, Numan Acar, Nasim Pedrad, Navid Negahban</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vPmSpAz1ZIA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Beleza Oculta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 01:39:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine um roteiro em que o protagonista dialoga diretamente com seu alter ego personificado por pessoas reais e interage com essas dimensões de forma realista e sincera? Essa é justamente a ideia que o trailer do filme Beleza Oculta deixa passar para o espectador que assiste. E seria maravilhoso, se fosse verdade. No entanto, para frustração geral, o resultado é completamente contrário e oferece ao público uma película pobre e óbvia, sem conteúdo plausível ou atraente. Quando um bem-sucedido executivo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine um roteiro em que o protagonista dialoga diretamente com seu alter ego personificado por pessoas reais e interage com essas dimensões de forma realista e sincera? Essa é justamente a ideia que o trailer do filme <em>Beleza Oculta</em> deixa passar para o espectador que assiste. E seria maravilhoso, se fosse verdade. No entanto, para frustração geral, o resultado é completamente contrário e oferece ao público uma película pobre e óbvia, sem conteúdo plausível ou atraente.</p>
<p>Quando um bem-sucedido executivo da publicidade de Nova York sofre uma grande tragédia, ele resolve se isolar de tudo e de todos. Enquanto seus preocupados amigos tentam desesperadamente se reconectar com ele, o executivo procura respostas do universo escrevendo cartas para o Amor, Tempo e Morte. Na tentativa desesperada de resolver o problema da empresa, o grupo de colegas em questão resolve contratar atores para representar esses papéis e dar as respostas ao amigo.</p>
<p>Sim, tudo aquilo que vemos no trailer não se passa de atuação, à princípio. E é complicado porque isso fica explícito logo no início do filme e de forma meio óbvia. O roteiro não apresenta nada de novo ou inusitado. Ele é tão previsível que até o inesperado que acontece no desfecho do longa se torna um tanto óbvio a medida que o espectador analisa o andamento da carruagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7252" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Will-Smith-et-Keira-Knightley-Collateral-Beauty.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>É surreal ver o esforço que o elenco faz para tornar o roteiro raso em algo razoável. Somos obrigados a assistir um time fantástico como Helen Mirren, Kate Winslet, Edward Norton, Will Smith, Keira Knightley e Michael Peña suando para transformar diálogos terríveis e dinâmicas cruéis em algo minimamente impressionante. Ainda assim, nada parece autêntico. Não consigo compreender em que planeta um diretor julgou prudente colocar Winslet, Norton e Peña com um trio de amigos coadjuvantes, daqueles que fazem intervenções divertidas e se reúnem na entoca. Uma das primeiras cenas em que os três aparecem juntos chega a ser deprimente e patética.</p>
<p>O mesmo podemos falar de Mirren, Knightley e o jovem Jacob Latimore (muito bom, por sinal), que funcionam muito bem na dinâmica do trio sentimental de Morte, Amor e Tempo, respectivamente, mas são limitados pelo roteiro.</p>
<p>Pior de tudo são as motivações que levam os &#8220;amigos&#8221; a contratar três atores para representar a Morte, o Amor e o Tempo. Eles querem provar que o amigo e chefe está louco para afastá-lo do trabalho e conseguir conduzir a empresa da forma que julga melhor. No mínimo questionável.</p>
<p>O diretor David Frankel não parece ser o mesmo que nos apresentou trabalhos íntegros como <em>O Diabo Veste Prada</em> e <em>Um Divã Para Dois</em>, ambos com Meryl Streep. Ele parece perdido na necessidade de dar uma lição de moral no espectador, com falas clichês demais, diálogos maçantes e desnecessários, desfechos que teimam em desacreditar a inteligência de quem está assistindo.</p>
<p>Excessivamente dramático, apelativo e manipulador, <em>Beleza Oculta</em> consegue ser um filme extremamente superficial e desnecessário. Conseguiu reunir um elenco de peso e desperdiçar todo esse potencial com um roteiro pobre e uma direção pior ainda. Lamentável, especialmente ao ter um trailer tão empolgante para o espectador desavisado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jUjaCSAqNE8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Esquadrão Suicida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2016 21:26:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[David Ayer]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Leto]]></category>
		<category><![CDATA[Margot Robbie]]></category>
		<category><![CDATA[Will Smith]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">No final das contas, parte dos fatores que mais afetaram a recepção de <i>Esquadrão Suicida</i> são externos ao próprio filme. Um dos maiores percalços do longa foi sua campanha de divulgação, dali pouca coisa corresponde a realidade e talvez os problemas do filme em si tenham relação com esse anseio de fazer jus aos apelos que estavam sendo criados. . O marketing agressivo e criativo, todo o hype gerado  como se o trabalho de David Ayer (de <i>Corações de Ferro </i>e <i>Marcados para Morrer</i>) representasse a grande salvação da lavoura no projeto da Warner com o Universo DC e as notícias de bastidores que davam conta de um grande feito cinematográfico não dão a dimensão do filme que ele é e nem nos dá pistas dos seus maiores defeitos. <i>Esquadrão Suicida </i> ocupa o lugar exato que as histórias desse grupo de heróis ao avesso costumam ocupar nas HQs. Trata-se de um parênteses, uma trama menor, sem os traços definitivos e enérgicos dos grandes eventos protagonizados pelos integrantes da Liga da Justiça, mas que funciona dentro dos seus próprios termos. É certo que se desenvolve de maneira caótica, sobretudo a apresentação da sua premissa e o desenvolvimento da sua trama principal (suspeito que isso tenha relação com as refilmagens pós-recepção negativa de <i>Batman vs. Superman</i>) , mas, em contrapartida, na maior parte da sua projeção, o filme é despojado e divertido como comédia de ação, sobretudo porque tem um elenco que segura muito bem as suas pontas.</span></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"><i>Esquadrão Suicida </i>tem seus eventos ambientados após os acontecimentos de <i>Batman vs. Superman</i> e traz a oficial Amanda Waller, interpretada por Viola Davis (da série <i>How to get away with murder</i>), recrutando um grupo de vilões para dar conta de ameaças ainda maiores. Para convencê-los, Waller conta com a ajuda do soldado Ricky Flag e com um dispositivo injetado no interior dos seus recrutados que ameaça pô-los aos ares caso abortem a missão por algum motivo. Assim, Waller consegue reunir o Pistoleiro, Arlequina, Crocodilo, Capitão Bumerangue e outros perigosos inimigos dos principais heróis do universo DC. </span></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">O longa, como já antecipado, tem uma estrutura problemática, que, se por um lado, mostra uma disposição para sacudir a maneira &#8220;quadradona&#8221; com que esse tipo de longa costuma ser apresentado e desenvolvido, por outro, acaba confundindo o espectador que, por vezes, não consegue se localizar na trama ou entender os passos dos seus personagens e suas ações. Contudo, essa dispersão na estrutura do filme de Ayer, aliada a um anseio em tornar o longa <i>pop </i>com a inserção de uma trilha sonora extremamente sedutora e algumas <i>gags</i>, não chega a oferecer ao público um resultado próximo dos problemas apresentados em <i>Batman vs. Superman</i>, por exemplo, nada é muito afetado. <i>Esquadrão Suicida </i>consegue ser muito mais bem resolvido e claro, mesmo diante de todo esse caos, do que o filme de Snyder. </span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6513" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/sui.jpg" alt="sui" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">David Ayer é preciso com seus personagens e suas motivações e conta com um elenco empenhado em torná-los figuras carismáticas e consistentes. Aliás, um dos pontos fortes do filme são os seus personagens e, consequentemente, o que seus atores tem a oferecer com eles. Margot Robbie (mais conhecida por <i>O Lobo de Wall Street</i> e, recentemente, por <i>A Lenda de Tarzan</i>), em especial, rouba a cena como a Arlequina, mas não só porque a personagem mostra-se como o alívio cômico do filme ou, como podem pensar os machistas de plantão, porque a atriz aparece em roupas minúsculas, mas devido a maneira como ela compõe a psiquiatra transformada em criminosa por ação do Coringa. Robbie consegue encontrar uma melancolia na paixão de Arlequina pelo vilão que torna a personagem complexa e frágil e o cuidado que a atriz tem ao trafegar por essa linha é admirável, um respeito e uma atenção com a tragédia pessoal da moça e sua psicologia afetada por uma relação doentia que poucas HQs, por exemplo, tiveram a delicadeza de desenhar. Há o temor de que muita gente não consiga acessar isso porque Robbie o faz (acertadamente) de maneira econômica, mas isso já não é um problema do filme. Outros personagens interessantes em <i>Esquadrão Suicida </i>bem executados por seus atores<i> </i>e que valem a pena a menção são a Amanda Waller de Viola Davis, o Pistoleiro de Will Smith, o Rick Flag de Joel Kinnaman e a Magia de Cara Delevingne, aliás, a relação dos dois últimos é um dos pontos altos do longa e serve para dar coesão a trama quando ela ocasionalmente encontra-se perdida em meio a tantos personagens. </span></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">O tão alardeado Coringa de Jared Leto, que não faz parte do Esquadrão Suicida e, coerentemente, está no filme apenas para ajudar-nos a entender a Arlequina, aparece pouco. Ele não é tão marcante quanto outras encarnações do personagem, o que não significa que, posteriormente ele não possa ser explorado com mais força. Isso nos faz chegar ao ponto nevrálgico de uma reação tão negativa (e desproporcional) a <i>Esquadrão Suicida</i>. Talvez o resultado que vejamos na tela não corresponda às expectativas que foram criadas em cima dele, mas o filme atende bem aos seus anseios de ser um produto menor e mais despojado dentro desse projeto DC da Warner. Talvez também o longa frustre um pouco, </span>assim como <i>Batman vs. Superman,</i><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"> por se mostrar</span><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"> como uma &#8220;preparação de terreno&#8221; para algo maior, o que, é bem verdade, cansa. Afinal, quando nos será ofertado esse prato principal da Warner/DC? O que </span><i data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">Esquadrão Suicida </i><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;">cumpre bem</span><span style="font-family: inherit;" data-blogger-escaped-style="font-family: inherit;"> é seu compromisso com o entretenimento. Ainda que tenha seus problemas aqui e ali, podemos dizer que são horas bem gastas dentro da sala de cinema (sem o 3D, que, por sinal, inexiste), mas não esperem por uma redenção de projeto cinematográfico algum porque não é isso que ele tem a oferecer. </span></p>
<p><strong>Assista ao trailer abaixo:</strong></p>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8pYp4T8TdP4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Assista ao trailer de Esquadrão Suicida!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 22:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[DC Comics]]></category>
		<category><![CDATA[Esquadrão Suicida]]></category>
		<category><![CDATA[Jared Leto]]></category>
		<category><![CDATA[Margo Robbie]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O aguardado trailer de Esquadrão Suicida exibido na Comic-Con finalmente foi disponibilizado na rede em alta resolução. Ou seja, os fãs de todo o mundo podem matar a curiosidade sobre o Coringa de Jared Leto e todos os vilões que se juntam a ele nessa adaptação da DC/Warner que chega aos cinemas brasileiros em agosto de 2016. Além do Coringa, o trailer dedica atenção especial a Arlequina, que finalmente receberá sua primeira encarnação nos cinemas pela atriz Margo Robbie (O Lobo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/21b46467_nat.xxxlarge1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter  wp-image-3147" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/21b46467_nat.xxxlarge1.jpg" alt="21b46467_nat.xxxlarge" width="685" height="363" /></a></p>
<p>O aguardado trailer de<strong> </strong><em><strong>Esquadrão Suicida</strong> </em>exibido na Comic-Con finalmente foi disponibilizado na rede em alta resolução. Ou seja, os fãs de todo o mundo podem matar a curiosidade sobre o Coringa de Jared Leto e todos os vilões que se juntam a ele nessa adaptação da DC/Warner que chega aos cinemas brasileiros em agosto de 2016. Além do Coringa, o trailer dedica atenção especial a Arlequina, que finalmente receberá sua primeira encarnação nos cinemas pela atriz Margo Robbie (<em>O Lobo de Wall Street</em>), e exibe a sequência que traz uma participação do Batman de Ben Affleck.</p>
<p>Para quem ainda desconhece a trama, <em>Esquadrão Suicida </em>fará parte desse novo arco de histórias que a DC pretende lançar com a Warner preparando terreno para uma série de filmes sobre a <em>Liga da Justiça. </em>No longa, acompanharemos um grupo de vilões recrutados por uma agente do governo norte-americano (a indicada ao Oscar Viola Davis) para solucionar um crime em troca de diminuições em suas respectivas penas. O grupo de vilões é formado por Coringa (Jared Leto), sua fiel e apaixonada parceira Arlequina (Margo Robbie), o Pistoleiro (Will Smith), o Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Enchantress (Cara Delevigne), Rick Flagg (Joel Kinnaman) e Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PLLQK9la6Go" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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