<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Steve Carell - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/steve-carell/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/steve-carell/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Aug 2023 21:06:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Steve Carell - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/steve-carell/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Asteroid City</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-asteroid-city/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-asteroid-city/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 21:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Adrien Brody]]></category>
		<category><![CDATA[Asteroid City]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan Cranston]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Edward Norton]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hope Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Schwartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Goldblum]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffrey Wright]]></category>
		<category><![CDATA[Liev Schreiber]]></category>
		<category><![CDATA[Margot Robbie]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Dillon]]></category>
		<category><![CDATA[Rupert Friend]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<category><![CDATA[Seu Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Park]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[Tilda Swinton]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hanks]]></category>
		<category><![CDATA[Wes Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Willem Dafoe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16983</guid>

					<description><![CDATA[<p>Asteroid City é o mais novo longa do cineasta Wes Anderson (Ilha dos Cachorros), que cada dia conquista mais fãs com seu estilo bem característico de roteiro e direção. Neste longa, que se passa nos anos 1950, acompanhamos a cidade fictícia de Asteroid City, que recebe pais e alunos para uma convenção, que acaba dando muito errado, levando todos à uma quarentena forçada. Mesclando cenas bem coloridas em tons pastéis agradáveis com o preto e branco da narração, o longo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-asteroid-city/">Crítica: Asteroid City</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Asteroid City</em> </strong>é o mais novo longa do cineasta Wes Anderson (<em>Ilha dos Cachorros</em>), que cada dia conquista mais fãs com seu estilo bem característico de roteiro e direção. Neste longa, que se passa nos anos 1950, acompanhamos a cidade fictícia de Asteroid City, que recebe pais e alunos para uma convenção, que acaba dando muito errado, levando todos à uma quarentena forçada.</p>
<p>Mesclando cenas bem coloridas em tons pastéis agradáveis com o preto e branco da narração, o longo se desenrola como uma peça teatral que é explicada pelo personagem de Bryan Cranston (<em>Breaking Bad</em>). É um modo de construção de enredo bem específico, que pode deixar alguns espectadores incomodados. É cult demais e de nicho (não que ele não possa agradar o grande público). Dito isso, é preciso apreciar o estilo de Wes para seguir na lógico distópica que mistura os dois mundos &#8211; fictício e &#8220;real&#8221;.</p>
<p>Augie (Jason Schwartzman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-atraves-do-aranhaverso/"><em>Homem-Aranha: Através do Aranhaverso</em></a>) é um homem que vive o luto da perda recente da esposa. Ele não havia contado o evento para os quatro filhos e resolve fazer isso quando está à caminho da casa do avô das crianças e seu carro quebra. Justamente em Asteroid City. Logo na sequência, vários grupos vão chegando por conta da convenção, que é um grande mistério para todos.</p>
<p>O longa é agradável e confortável de assistir. Requer atenção do espectador, mas não exige uma dedicação intensa por parte dele. Flui com muita tranquilidade, nos mantendo atentos e interessados a todo momento. E isso se deve tanto ao estilo de gravação e fotografia, quanto à história em si, que é bem interessante.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16986" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319.jpg" alt="Asteroid City" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/08/3624319-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Logo somos apresentados ao personagem de Scarlett Johansson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-viuva-negra/"><em>Viúva Negra</em></a>), uma jovem artista que vive pelo holofote e tem um lado dramático bem acentuado. Com trejeitos de Marylin Monroe, ela começa a flertar com o protagonista, o deixando curioso e incomodado ao mesmo tempo. A atriz conta ainda com a companhia de sua filha, que claramente é fruto de uma gravidez na adolescência e se envolve com o filho mais velho de Augie.</p>
<p>A capacidade que Anderson tem de reunir grandes nomes de Hollywood e ainda gerir todos de maneira equilibrada é impressionante. Temos artistas de peso como Tom Hanks (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-lindo-na-vizinhanca/"><em>Um Lindo Dia na Vizinhança</em></a>), Tilda Swinton (<em>Joias Brutas</em>), Steve Carrell (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-querido-menino/"><em>Querido Menino</em></a>), que fazem suas participações (pequenas ou grandes) sem que ninguém tente roubar o holofote. Afinal, o foco ali é a história mais que curiosa daquela cidade. Temos até uma breve aparição do cantor brasileiro Seu Jorge, que surge para dar a &#8220;carteirada&#8221; da sua voz espetacular e marcante.</p>
<p>É curioso como o diretor e roteirista consegue trabalhar temáticas complicadas dentro de uma escala de &#8220;fofura&#8221;. O luto pela perda da esposa e mãe é pautado em vários momentos e representa apenas um dos diversos dilemas existenciais que são apresentados ao espectador. É uma melancolia constante, especialmente quando percebemos que temos um sorriso no rosto e um lamentar constante. E isso se vale pois ele intercala com coisas mais leves, como o amor na adolescência, a pureza infantil e as trapalhadas do governo.</p>
<p><em><strong>Asteroid City</strong></em> é mais um acerto de Wes Anderson, ainda que não seja sua obra suprema. Tem algumas questões em termos de ritmo, especialmente por conta deste vai e vem que representa a narrativa contada de uma peça teatral. Ainda que eu particularmente goste do modelo, é algo que pode trazer inquietação aos espectadores, mesmo os mais fãs. Ainda assim, é uma grata experiência cinematográfica, que merece a sua atenção.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Wes Anderson</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jason Schwartzman, Scarlett Johansson, Tom Hanks, Jeffrey Wright, Tilda Swinton, Bryan Cranston, Edward Norton, Adrien Brody, Liev Schreiber, Hope Davis, Rupert Friend, Stephen Park, Matt Dillon, Willem Dafoe, Margot Robbie, Steve Carell, Jeff Goldblum, Seu Jorge</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wDuQokhnLM4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-asteroid-city/">Crítica: Asteroid City</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-asteroid-city/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Querido Menino</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-querido-menino/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-querido-menino/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 02:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Felix Van Groeningen]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Querido Menino]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[Timothée Chalamet]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9924</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma das propriedades do cinema é a sua capacidade de moldar um determinado assunto de acordo com a produção. A sétima arte vive uma constante fabricação de realidades infindáveis e distintas. A possibilidade de criar universos contrastantes faz do cinema uma poderosa arma. Filmes podem incentivar e manter guerras – como foi amplamente feito nas décadas de 1930 e 1970, por exemplo –, denunciar problemas sociais, explicar acontecimentos e até mesmo fazer o espectador repensar alguma temática. Esse último exemplo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-querido-menino/">Crítica: Querido Menino</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das propriedades do cinema é a sua capacidade de moldar um determinado assunto de acordo com a produção. A sétima arte vive uma constante fabricação de realidades infindáveis e distintas. A possibilidade de criar universos contrastantes faz do cinema uma poderosa arma. Filmes podem incentivar e manter guerras – como foi amplamente feito nas décadas de 1930 e 1970, por exemplo –, denunciar problemas sociais, explicar acontecimentos e até mesmo fazer o espectador repensar alguma temática. Esse último exemplo é um cinema cujo objetivo pode ser louvável. Preconceitos, conceitos e paradigmas são refutados através de intensas produções, onde tudo vai depender do olhar que o diretor, roteirista, produtor e/ou estúdio querem dar.</p>
<p>Tabus sociais são discutidos nas telonas a partir de obras sensíveis. Uma nova perspectiva é posta em pauta quando um produto cinematográfico consegue atingir o público em larga escala. O cinema pode dar voz aos calados, força aos esquecidos e compaixão aos marginalizados. A partir desse pensamento, a Amazon Studios decidiu comprar a ideia do projeto cujo tinha como base o livro de memórias de David Sheff e o artigo de Nic Sheff. Assim nasceu um dos projetos mais sinceros e sensíveis sobre dependentes químicos. Assim nasceu <em>Beautiful Boy</em> (título original).</p>
<p><em><strong>Querido Menino</strong></em> é uma das estreias da semana nos cinemas brasileiros. O longa-metragem traz um olhar cuidadoso sobre uma das temáticas mais tabus da atualidade: drogas. A discussão levantada pelo filme e o olhar da produção sobre o assunto fazem a diferença nessa película. A perfeição do elenco em cena é emocionante e envolvente. A direção de Felix van Groeningen é cuidadosa e só amplia a mensagem de sua nova película. O roteiro mescla momentos de dor e alegria com o objetivo de mostrar uma perspectiva que abraça o dependente e verdadeiramente tenta ajuda-lo. A partir desta quinta-feira (14), o público do Brasil tem a chance de abrir a mente e o coração para entender e ser tocado por essa história real extremamente forte.</p>
<p>O conhecido escritor e jornalista, David Scheff (Steve Carell), se vê perdido ao descobrir que seu filho mais velho, Nic (Timothée Chalamet), é viciado em metanfetamina. Com o conhecimento da situação, a família entra em crise. David passa a refletir sobre a infância do filho enquanto estuda a fundo sobre drogas e as questões da dependência. Já Nic enfrenta os diversos ciclos vividos por dependentes químicos – a abstinência, as reações biológicas pela falta da droga, a recaída, a tentativa de melhora etc. Em meio a esse turbilhão de idas e vindas entre pai e filho, eles dois e todo o restante da família precisarão achar uma forma de lutar com os seus demônios para conseguirem viver as suas vidas.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9954" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/2615179.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Querido Menino" width="610" height="348" /></p>
<p>Felix van Groeningen (<em>Alabama Monroe</em>, de 2012) retorna as telonas com uma jornada biográfica sensível. A sua primeira produção americana se destaca pela sutileza e atenção ao discurso sobre a dependência de drogas. <em><strong>Querido Menino</strong> </em>é uma narrativa acolhedora na qual o espectador vislumbra as dores de cada um dos envolvidos sem discriminar e excluir qualquer pessoa, principalmente o dependente. O trabalho do diretor amplifica esse olhar cuidadoso a partir de cenas cheias de emoção e beleza. As cenas são filmadas de tal forma que o público cria uma identificação imediata a partir dessa aproximação entre imagem, narrativa e realidade. Felix elaborou um diálogo perfeito entre os acontecimentos da trama e a ideia central dela, dando a película a força necessária para fazer com que o espectador reflita sobre a maneira como a sociedade maltrata o dependente e o quanto isso interfere negativamente ao processo de melhora dessa pessoa.</p>
<p>Ao lado de Luke Davies, Felix também assina o roteiro dessa peça delicada sobre afeto. Uma narrativa criada a partir de um olhar sem preconceitos e/ou julgamentos. A adaptação foi feita com base nos relatos das personagens principais da trama, o que ajudou na veracidade do texto. A escolha dos momentos emotivos é perfeita e conduz o espectador para fora da caixa predisposta socialmente sobre a temática. O público sai do lugar comum e e aproxima do sofrimento do outro. É admirável a inteligência do roteiro ao abraçar uma causa e fazer dela verdade para todos os que estão assistindo a essa narrativa. A vida dos Sheff foi cuidadosamente reconstruída para vencer o preconceito.</p>
<p>Toda a força do roteiro é transmitida pelo elenco em cena. Steve Carell está excepcional. O medo, a dor e a incerteza de sua personagem são constantes em suas cenas. A sua presença cênica engrandece a verdade da película e dá força na transmissão de sua mensagem. Timothée Chalamet mostra seu talento em sua melhor performance da carreira. Depois de <em>Call Me By Your Name</em> (2017), o jovem ator ainda consegue surpreender a crítica e o público com a sua desenvoltura como Nic Sheff. Além da mudança física para a personagem, Chalamet impressiona pela maturidade em cena que acompanha Carell. Além dos dois, a produção ainda conta com Maura Tierney e Amy Ryan as quais ajudam a compor essa família desestruturada que luta pela vida de um filho. Um conjunto de artistas perfeitamente escolhido para viver cada um desses papeis.</p>
<p><em><strong>Beautiful Boy</strong></em> encanta a todos desde a sua estreia no Festival de Toronto. A direção, o roteiro e o elenco trabalham lado a lado para compor uma atmosfera dura e sofrida que, ao mesmo tempo, consegue ser extremamente delicada e atenciosa ao assunto. A descoberta da dependência, os embates entre a família, as recaídas de Nic e todos os outros problemas da trama reforçam a sua verdade. A produção tem o máximo de cuidado em honrar a sua luta contra o preconceito e as memórias das figuras reais que estão sendo retratadas. Todos esses esforços são positivos e alcançam o seu objetivo porque, ao final da sessão, o espectador estará refletindo sobre conceitos como família, afeto e dependência química. Apesar da qualidade do filme e de suas nomeações em algumas premiações, <em><strong>Querido Menino</strong></em> ficou de fora na corrida pelo Oscar.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GGIJJENXQlQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-querido-menino/">Crítica: Querido Menino</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-querido-menino/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Vice</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2019 20:14:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam McKay]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Rockwell]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Tyler Perry]]></category>
		<category><![CDATA[Vice]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9853</guid>

					<description><![CDATA[<p>Momentos históricos e figuras conhecidas são foco de narrativas desde o início do cinema. A partir da década de 1950, a quantidade de produções voltadas para a vida de personalidades ou acontecimentos marcantes só cresceu. Graças aos excepcionais produtos biográficos de 2018, as maiores premiações do cinema tiveram cinebiografias nas categorias de maior destaque. Cerca de oito longas-metragens comandaram essas cerimônias e, dentre eles, três estão concorrendo ao Oscar de “Melhor Filme”. O diretor, produtor e roteirista Adam McKay, depois [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/">Crítica: Vice</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Momentos históricos e figuras conhecidas são foco de narrativas desde o início do cinema. A partir da década de 1950, a quantidade de produções voltadas para a vida de personalidades ou acontecimentos marcantes só cresceu. Graças aos excepcionais produtos biográficos de 2018, as maiores premiações do cinema tiveram cinebiografias nas categorias de maior destaque. Cerca de oito longas-metragens comandaram essas cerimônias e, dentre eles, três estão concorrendo ao Oscar de “Melhor Filme”.</p>
<p>O diretor, produtor e roteirista Adam McKay, depois do sucesso de <em>A Grande Aposta</em> (2015), embarcou numa nova aventura no gênero dos filmes biográficos. Após explicar para o mundo, com toda a sua desenvoltura, simplicidade e sarcasmo, o problema da crise econômica de 2008, agora McKay traz a jornada do político americano Dick Cheney para as telonas. O longa-metragem intitulado <em><strong>Vice</strong> </em>é um retrato sobre os principais momentos da vida e carreira dessa figura política tão controversa da história estadunidense.</p>
<p>Após decidir que daria um novo rumo em sua vida, o jovem Dick Cheney (Christian Bale) se afilia ao Partido Republicano ao perceber que o mundo da política poderia lhe proporcionar grandes oportunidades. O pontapé inicial para seu crescimento acontece assim que ele se torna assessor de Donald Rumsfeld (Steve Carell). Com o passar dos anos, independente das reviravoltas do cenário político dos Estados Unidos, Dick assegurou seu lugar como uma figura de destaque e influência. Mais de 30 anos após o início de sua carreira, Cheney estava trabalhando no setor privado até que George W. Bush (Sam Rockwell) – o qual planejava se lançar como candidato à presidência – o convida para ser o vice-presidente da chapa. Dick Cheney aceita a proposta com a condição de deter diversos poderes que estão além da real condição de um vice-presidente.</p>
<p>Antes de assistir <strong><em>Vice</em> </strong>é importante que se entenda a perspectiva do filme. Não existe nenhum tipo de oportunidade para visualizar Dick Cheney. O longa é construído para que o público perceba o que há de pior nessa persona. É sob esse olhar que toda a história se desenvolve. Adam McKay dirigiu e roteirizou essa narrativa com um humor ácido fenomenal. As suas vivências anteriores escrevendo e dirigindo longas de comédia o ajudam desde <em>A Grande Aposta</em> e agora não seria diferente.</p>
<p>A crítica imbuída a cada cena e acontecimento cria um ritmo interessante para a película. McKay aposta mais uma vez em sua abordagem satírica e metalinguística de explicar o seu filme dentro do próprio filme. Ao contrário do seu último trabalho onde diversos artistas explicavam termos técnicos da economia, em <strong><em>Vice</em></strong>, o espectador se depara com um narrador-personagem, o qual serve como guia da história de Cheney. A partir dessa linha histórica criada por Kurt (o narrador), o público passa a presenciar alguns dos momentos mais tensos, escandalosos e conturbados da política americana.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9869" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Vice-Movie-Cast-Real-People.jpg" alt="Vice" width="610" height="348" /></p>
<p>Por conta dessa abordagem estabelecida em 2015 com sua outra cinebiografia, Adam McKay desenvolveu uma construção narrativa peculiar – a qual sempre chamou a atenção do público e crítica. Além dos artifícios metalinguísticos e dos diálogos e cenas carregados de humor ácido criados nas duas últimas películas, Mckay ainda conta com uma montagem única. Hank Corwin se tornou o nome responsável pela interpretação e materialização das composições visuais nada ortodoxas de McKay. As edições de<em> The Big Short</em> e <em><strong>Vice</strong> </em>(títulos originais) foram resultado do trabalho de Corwin e lhe renderam indicações em premiações – incluindo o Oscar.</p>
<p>Uma outra fonte de destaque dos trabalhos de McKay é o seu elenco. Sempre muito bem escolhido, o conjunto de atores personifica e traduz as ideias do diretor em cada uma das cenas. Especificamente nesse longa, o elenco teve o enorme desafio de não se tornar uma mera caricatura de figuras conhecidas do cenário político norte americano. A notabilidade do filme está atrelada, principalmente, a estrela da película. Christian Bale encarnou a “persona non grata” que era Dick Cheney e fez uma de suas melhores performances da carreira. Bale preenche as cenas com o sorriso maquiavélico e o olhar pomposo de Cheney e faz o público delirar com a sua endiabrada personalidade. Ele é um show à parte.</p>
<p>Ao seu lado de Bale, Amy Adams e Sam Rockwell também fizeram interpretações de destaque. Rockwell está extraordinário com o olhar perdido e infantil de George W. Bush e Adams está simplesmente genial como Lynne Cheney. Tyler Perry completa as figuras de importância da época como o general Colin Powell, enquanto o ator Jesse Plemons mostra o seu talento como o narrador da trama política. Um dos deslizes do longa, contudo, está na interpretação de Steve Carell. Ao viver o papel do Secretário de Defesa do governo Bush, Donald Rumsfeld, o ator não consegue se afastar muito da realidade e acaba se assemelhando mais a uma caricatura do Secretário do que a uma personificação da figura como fez Bale.</p>
<p>Até o momento, o longa-metragem de Adam McKay recebeu 92 indicações e foi vitorioso em 17 delas. A maior parte dessas vitórias está atrelada ao elenco (em especial, Bale). A força dessa produção nessa temporada de premiações reside verdadeiramente em seus atores que entregaram performances excepcionais. Apesar do BAFTA ainda estar por vir, a premiação mais aguardada é o Academy Awards, onde a película foi indicada em oito categorias. As apostas para o Oscar estão justamente nos seus dois pontos fortes: a atuação memorável de Christian Bale e a maquiagem incrível que ajudou a fazer o trabalho do elenco ainda mais realista. <em><strong>Vice</strong> </em>é a quarta nomeação de Bale por uma atuação – com apenas uma vitória por <em>O Vencedor</em> (2011). O ator ganhou a maioria das principais premiações e segue como o favorito para o Oscar de “Melhor Ator”, resta esperar para saber se a Academia irá ou não anunciar o nome dele no dia 24 de fevereiro.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/aui34BeH4FM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/">Crítica: Vice</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Café Society</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 19:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Café Society]]></category>
		<category><![CDATA[Jesse Eisenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Allen]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=6625</guid>

					<description><![CDATA[<p>Café Society é um filme sobre a melancólica lembrança daquilo que não foi vivido, mas também uma história sobre o fim da inocência e sobre o amadurecimento através da desilusão. O protagonista do mais recente filme do cineasta Woody Allen a chegar aos cinemas é Bobby, papel de Jesse Eisenberg, um rapaz que chega a Los Angeles cheio de sonhos e imaginando que um dia possa vir a trabalhar em Hollywood, sobretudo por ter parentesco com um conhecido produtor de cinema, Phil Stern, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/">Crítica: Café Society</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Café Society </i>é um filme sobre a melancólica lembrança daquilo que não foi vivido, mas também uma história sobre o fim da inocência e sobre o amadurecimento através da desilusão. O protagonista do mais recente filme do cineasta Woody Allen a chegar aos cinemas é Bobby, papel de Jesse Eisenberg, um rapaz que chega a Los Angeles cheio de sonhos e imaginando que um dia possa vir a trabalhar em Hollywood, sobretudo por ter parentesco com um conhecido produtor de cinema, Phil Stern, interpretado por Steve Carell. Bobby se apaixona pela secretária Vonnie, vivida por Kristen Stewart, mas o ingênuo rapaz é sabotado pelo jogo social que comanda a alta sociedade local e que faz desmoronar rapidamente o seu castelo repleto de idealizações pessoais e profissionais.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como um bom exemplar da carreira de Woody Allen, <i>Café Society </i>traz em si o olhar clínico e cético do cineasta para as instituições, pessoas e relacionamentos. Como <i>Café Society </i>trata justamente da perda da ingenuidade do personagem de Jesse Eisenberg, ou seja, de como ele passa a perceber nas pessoas o oportunismo e a superficialidade que estavam ofuscados pelo sonho hollywoodiano, o filme acaba sendo um prato cheio para o realizador.  O longa também traz um certo esnobismo do cineasta para personagens que não compartilham a mesma bagagem intelectual que a sua ou mesmo para com os seus pares, o que é algo que, particularmente, incomoda no trabalho do realizador, já que por trás disso não existe apenas uma crítica, mas um desdém do cineasta com certas figuras mesmo. Há interessantes desempenhos de Jesse Eisenberg, que faz a lição de casa ao dar vida a um alter ego do próprio Allen, e Corey Stoll, que, assim como fizera em <i>Meia-Noite em Paris</i>, rouba a cena como o criminoso Ben Dorfman. Contudo, o destaque vai para Kristen Stewart, absolutamente magnética como Vonnie, modulando bem a insegurança da &#8220;mocinha&#8221; do filme e tornando-a mais do que uma simples musa alleniana.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6627" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Cafe-Society-kristen-stewart-woody-allen-ksbr11-0.jpg" alt="Cafe-Society-kristen-stewart-woody-allen-ksbr11-0" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Café Society</i>, há uma reverência clara do diretor e roteirista Woody Allen ao clássico <i>Casablanca</i>, que tem como um dos seus mais importantes temas o fantasma do amor não vivido pelos personagens de Humphrey Bogart e Ingrid Bergman. No filme de Allen, Eisenberg vive uma versão do icônico Rick Blaine e torna-se gerente de um importante café de Nova York frequentado pela alta sociedade americana. Através de Vonnie, Stewart vive uma Isla Lund, claro que envolta de outras circunstâncias, mas que retorna para a vida do protagonista e reacende toda uma memória do que fora vivido por ambos em Los Angeles, quando o personagem de Eisenberg  fora intoxicado pela paixão. Assim como <i>Casablanca </i>(apesar de não ser tão forte quanto o clássico de 1942), <i>Café Society </i>traz essa história de amor que não se realiza, mas que fica no âmbito das conjecturas, das memórias e dos  arrependimentos dos seus protagonistas. É um filme que encontra sua beleza dentro da melancolia que existe por trás dessa ideia.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/e1ThJ2Y09xs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/">Crítica: Café Society</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-cafe-society/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Amor por Direito</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-por-direito/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-por-direito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 15:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amor por Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Page]]></category>
		<category><![CDATA[Julianne Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=5919</guid>

					<description><![CDATA[<p>A questão de igualdade de gêneros é sempre debatida no cinema, mas talvez não sob o viés que esse longa traz. Trabalhando sob outra perspectiva, Amor por Direito integra uma história forte e verdadeira de uma mulher que batalhou pelo amor e pela possibilidade de deixar um legado para sua família e para o mundo. A história é centrada em Julianne Moore, que interpreta Laurel, uma policial extremamente competente que é respeitada pela corporação. Por trás disso, ela é homossexual, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-por-direito/">Crítica: Amor por Direito</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A questão de igualdade de gêneros é sempre debatida no cinema, mas talvez não sob o viés que esse longa traz. Trabalhando sob outra perspectiva, <em>Amor por Direito</em> integra uma história forte e verdadeira de uma mulher que batalhou pelo amor e pela possibilidade de deixar um legado para sua família e para o mundo.</p>
<p>A história é centrada em Julianne Moore, que interpreta Laurel, uma policial extremamente competente que é respeitada pela corporação. Por trás disso, ela é homossexual, mas prefere não expor sua vida amorosa com medo de enfrentar preconceitos e represália por parte de seus colegas de trabalho. Um dia ela conhece Stacie, vivida por Ellen Page, uma mulher bem mais jovem do que ela que se interessa de cara. As duas começam então um relacionamento amoroso profundo e duradouro. Em dado momento, Laurel descobre que está com câncer terminal nos pulmões. A primeira preocupação dela, por incrível que pareça, é a pensão que Stacie poderá receber para manter a casa que elas compraram. Ela envia o pedido para a corte, que nega, alegando que elas não representam uma família.</p>
<p>Diante de um cenário extremamente preconceituoso do interior dos Estados Unidos, as duas travam duas batalhas importantes. Enquanto elas lutam pelo tratamento de Laurel, correm ainda atrás do direito de Stacie de receber a pensão pós morte. No meio do caminho, além de encontrar muitas dificuldades, elas topam com pessoas que estão dispostas à ajudá-las.</p>
<p>Uma das coisas mais interessantes é forma como o relacionamento das duas é construído. É tudo feito de uma forma muito natural, romântica e fofa. O espectador realmente se derrete pelas duas e torce para que um milagres surja do nada e salve Laurel da morte. Fica muito claro todo o tempo que a luta das duas é pelo amor e pela possibilidade de perpetuar esse sentimento. Elas querem manter a memória do relacionamento viva, mesmo depois do fim trágico que as aguarda.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5921" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/214728.jpg" alt="214728" width="610" height="348" /></p>
<p>Além disso, outro fator bem trabalhado é o preconceito que surge de diversa formas ao longo da narrativa. Tem aquele tipo mais óbvio e violento, mas tem aquele preconceito silencioso e despercebido, aquele olhar de lado que quem dá normalmente nem percebe. O diretor Peter Sollett conseguiu dosar isso de forma incrível.</p>
<p>Claro que precisamos falar do elenco, que é nada menos do que fantástico. A parceria entre Julianne Moore e Ellen Page é simplesmente maravilhosa e rendeu uma química surreal. Vale ressaltar que Page é assumidamente homossexual e é perceptível a importância da narrativa para ela. Além da dupla principal, temos Steve Carell, um pouco caricato, mas ainda assim apresentando um trabalho certeiro, Michael Shannon, nosso General Zod de <em>Superman</em> sendo a representação da dualidade, assim como Josh Charles, que pode ser lembrado na série <em>The Good Wife</em>.</p>
<p>Mesmo com algumas tomadas mais sonolentas e talvez um pouco monótonas, o filme consegue entreter o espectador, que torce o tempo todo pelo final razoavelmente feliz que é esperado. Além disso, gera uma discussão dentro de quem assiste, mostrando a dificuldade que os casais do mesmo sexo enfrentam para ter uma relação mais justa e igual aos demais.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-por-direito/">Crítica: Amor por Direito</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-amor-por-direito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Grande Aposta</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2016 18:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Aposta]]></category>
		<category><![CDATA[Adam McKay]]></category>
		<category><![CDATA[Brad Pitt]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
		<category><![CDATA[Finn Wittrock]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Gosling]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=4336</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; A loucura do mercado financeiro é tema recorrente do cinema norte-americano. De Wall Street &#8211; Poder e Cobiça, de Oliver Stone, a O Lobo de Wall Street, de Martin Scorsese, Hollywood já explorou com as mais diferentes abordagens o fascínio de engravatados especuladores financeiros pelo dinheiro e por tudo aquilo que ele pode trazer. A Grande Aposta é um dos títulos recentes a explorar esse universo, especificando sua localização ao expor para o público os meandros da bolha imobiliária que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/">Crítica: A Grande Aposta</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4337" aria-describedby="caption-attachment-4337" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4337 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/The-Big-Short-5-620x317.jpg" alt="The-Big-Short-5" width="620" height="317" /><figcaption id="caption-attachment-4337" class="wp-caption-text">Ironia: Filme é marcado pelo ritmo do humor, mas não é condescendente com o comportamento de alguns dos seus personagens</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A loucura do mercado financeiro é tema recorrente do cinema norte-americano. De <i>Wall Street &#8211; Poder e Cobiça</i>, de Oliver Stone, a <i>O Lobo de Wall Street</i>, de Martin Scorsese, Hollywood já explorou com as mais diferentes abordagens o fascínio de engravatados especuladores financeiros pelo dinheiro e por tudo aquilo que ele pode trazer. <i>A Grande Aposta</i> é um dos títulos recentes a explorar esse universo, especificando sua localização ao expor para o público os meandros da bolha imobiliária que levou não apenas os EUA como o mundo a uma preocupante crise financeira na segunda metade dos anos 2000. O filme é uma adaptação um livro de Michael Lewis, autor das obras literárias que deram origem aos longas <i>Um Sonho Possível </i>e <i>O Homem que Mudou o Jogo</i>, e, não por acaso, é baseado também em eventos e personagens reais.</p>
<figure id="attachment_4338" aria-describedby="caption-attachment-4338" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4338 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/The-Big-Short-23-620x355.jpg" alt="The-Big-Short-23" width="620" height="355" /><figcaption id="caption-attachment-4338" class="wp-caption-text">Outsider: Christian Bale consegue oferecer uma grande interpretação ao público na pele de um especulador financeiro com dificuldades de socialização.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>A Grande Aposta </i>inicia sua narrativa nos apresentando a Michael Burry, vivido por Christian Bale, o dono de uma empresa pequena que acompanha ações do mercado ao coordenar um fundo de investimento. Burry decide apostar todas as suas fichas na quebra do mercado imobiliário norte-americano. O diagnóstico de Burry leva o mercado financeiro ao frenesi já que outros profissionais do setor começam a sugerir aos seus clientes que sigam a tendência vislumbrada pelo excêntrico especulador financeiro. Acabam entrando na aposta perigosa um corretor que passa por problemas emocionais após o suicídio do seu irmão, interpretado por Steve Carell, e dois inexperientes na Bolsa de Valores que são guiados por um guru de Wall Street, interpretado por Brad Pitt, que há anos vive bem longe da agitação e do estresse do mercado financeiro.</p>
<p>Ao apostar no humor, o diretor Adam McKay acerta na condução de um roteiro ritmado e cheio de energia e frescor escrito por ele e por Charles Randolph. McKay dimensiona para o espectador o universo neurótico e de ética questionável da especulação econômica através do sarcasmo de um roteiro que é acompanhado pelo olhar irônico e inventivo do realizador. Em <i>A Grande Aposta</i>, Adam McKay joga todas as suas fichas em múltiplas formas de tornar uma trama repleta de termos e jogadas marcadas pelo &#8220;ecomiquês&#8221; em algo, no mínimo, &#8220;palatável&#8221; e compreensível para a plateia: existe a quebra da quarta parede por alguns personagens, interrupções da narrativa com sequências nas quais  algumas celebridades surgem para explicar determinados movimentos da trama&#8230; E McKay faz isso não porque não confia na capacidade de leitura e assimilação de conteúdos do seu público, mas porque são interferências necessárias para a fluidez da trama e acabam sendo formas inventivas de costurar o seu filme que estão à serviço do próprio tom encontrado pelo realizador para a sua narrativa.</p>
<figure id="attachment_4340" aria-describedby="caption-attachment-4340" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4340 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/150922153357-the-big-short-brad-780x439-1-620x317.jpg" alt="150922153357-the-big-short-brad-780x439" width="620" height="317" /><figcaption id="caption-attachment-4340" class="wp-caption-text">Midas: Produtor do filme, Brad Pitt também está no elenco da produção e acerta em cheio ao apostar em Adam McKay</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do elenco, Christian Bale detém o personagem mais complicado da trama, ou pelo menos aquele que requer um exercício de composição mais rígido. Na pele do antissocial Michael Burry, Bale oferece uma interpretação cheia de detalhes, tornando-se, talvez, um dos pontos emotivos mais fortes de um filme que, acertadamente, sai gradualmente do humor e da ironia e acaba assumindo um tom mais grave em seu desfecho. Nesse sentido, Steve Carell também ganha destaque ao dar vida a um personagem que, se inicialmente parece ser um típico neurótico do mercado financeiro, aos poucos vai revelando uma crise de consciência e sua fragilidade emocional. Certamente, Bale e Carell são os atores com as performances mais interessantes do filme, talvez porque detenham os personagens cujos arcos dramáticos sejam mais intensos ao longo da trama, porém os demais colegas dos atores, entre eles, Brad Pitt e Ryan Gosling, também estão excelentes em momentos pontuais da história. Em suma, o elenco está imbatível e é um dos pontos fortes do longa.</p>
<p>Encontrando a medida certa entre a ironia e o humor que o universo que aborda merece ser tratado, sem cair no equívoco de abordar com desrespeito todas as consequências das ações questionáveis da maioria dos seus personagens ao longo da projeção, já que o filme consegue dar a dimensão da gravidade dos seus atos ao final da narrativa, <i>A Grande Aposta </i>é um êxito. Trata-se de um filme corrosivo e sério sobre o capitalismo, sem transformar-se em um filme sisudo ou pesado que força o espectador a aderir a uma determinada bandeira política ou ideológica. <i>A Grande Aposta </i>é um filme certeiro em seus propósitos. Adam McKay consegue tornar sua trama complicada e cheia de meandros &#8220;espinhosos&#8221; para olhares leigos em um longa cuja condução é marcada pelo frescor, sem perder o compromisso e a responsabilidade crítica que inevitavelmente atrai para si ao falar sobre o capitalismo e seus ciclos destrutivos e excludentes.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/">Crítica: A Grande Aposta</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-grande-aposta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brad Pitt, Ryan Gosling, Christian Bale e Steve Carell dividem a cena no primeiro trailer de A Grande Aposta</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/brad-pitt-ryan-gosling-christian-bale-e-steve-carell-dividem-a-cena-no-primeiro-trailer-de-the-big-short/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/brad-pitt-ryan-gosling-christian-bale-e-steve-carell-dividem-a-cena-no-primeiro-trailer-de-the-big-short/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2015 22:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Aposta]]></category>
		<category><![CDATA[Adam McKay]]></category>
		<category><![CDATA[Brad Pitt]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Bale]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Gosling]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[The Big Short]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3656</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Mais um filme junta-se a lista de potenciais oscarizáveis de 2016: A Grande Aposta, que chama logo a atenção pelo seu elenco repleto de estrelas que incluem Brad Pitt, Ryan Gosling, Christian Bale e Steve Carell. O filme ganhou data de estreia para o dia 25 de dezembro de 2015 nos EUA e deve encerrar as atividades do disputado AFI Film Festival, que traz outros destaques ainda não vistos na temporada cinematográfica do segundo semestre, como By the Sea, longa de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/brad-pitt-ryan-gosling-christian-bale-e-steve-carell-dividem-a-cena-no-primeiro-trailer-de-the-big-short/">Brad Pitt, Ryan Gosling, Christian Bale e Steve Carell dividem a cena no primeiro trailer de A Grande Aposta</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3658" aria-describedby="caption-attachment-3658" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/bigshottrailer.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3658 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/bigshottrailer-600x400.jpg" alt="bigshottrailer" width="600" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-3658" class="wp-caption-text">Elencaço: Steve Carell e Ryan Gosling em cena de A Grande Aposta</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais um filme junta-se a lista de potenciais oscarizáveis de 2016: <b>A Grande Aposta</b><em>, </em>que chama logo a atenção pelo seu elenco repleto de estrelas que incluem Brad Pitt, Ryan Gosling, Christian Bale e Steve Carell. O filme ganhou data de estreia para o dia 25 de dezembro de 2015 nos EUA e deve encerrar as atividades do disputado AFI Film Festival, que traz outros destaques ainda não vistos na temporada cinematográfica do segundo semestre, como <em>By the Sea</em>, longa de Angelina Jolie que abre o festival.</p>
<p><i>A Grande Aposta</i> teve o seu primeiro trailer divulgada e ele<em> </em>é &#8220;vendido&#8221; pela Paramount como uma dramédia. A sinopse mais detalhada do filme ainda não foi divulgada, mas sabe-se que o filme vai centrar sua narrativa em um grupo que faz fortuna durante os anos 2000.</p>
<p>A direção do filme é de Adam McKay, o mesmo de comédias como <em>Tudo por um Furo </em>e <em>Os Outros Caras</em>. Além do quarteto central, o filme traz Selena Gomez, Marisa Tomei, Melissa Leo, Finn Wittrock e Karen Gillian no elenco. McKay também assina o roteiro da produção.</p>
<p>A estreia no Brasil está prevista para 4 de fevereiro de 2016.</p>
<p>Assista ao trailer abaixo</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vgqG3ITMv1Q" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/brad-pitt-ryan-gosling-christian-bale-e-steve-carell-dividem-a-cena-no-primeiro-trailer-de-the-big-short/">Brad Pitt, Ryan Gosling, Christian Bale e Steve Carell dividem a cena no primeiro trailer de A Grande Aposta</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/brad-pitt-ryan-gosling-christian-bale-e-steve-carell-dividem-a-cena-no-primeiro-trailer-de-the-big-short/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trailer de Freeheld mostra relação entre personagens de Julianne Moore e Ellen Page</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/trailer-de-freeheld-mostra-relacao-entre-personagens-de-julianne-moore-e-ellen-page/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/trailer-de-freeheld-mostra-relacao-entre-personagens-de-julianne-moore-e-ellen-page/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 23:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Page]]></category>
		<category><![CDATA[Freeheld]]></category>
		<category><![CDATA[Julianne Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Shannon]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3191</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mal ganhou o seu primeiro Oscar de melhor atriz e Julianne Moore surge como forte candidata da mesma categoria em 2016. Ao menos é o que os blogueiros e especuladores dos EUA estão sugerindo, sobretudo após ter sido divulgado o primeiro trailer de Freeheld, drama protagonizado por Moore e Ellen Page (Juno), previsto para estrear em outubro desse ano por lá. No filme, Julianne Moore vive uma policial que se apaixona por uma mecânica (Page) e tem um relacionamento estável com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/trailer-de-freeheld-mostra-relacao-entre-personagens-de-julianne-moore-e-ellen-page/">Trailer de Freeheld mostra relação entre personagens de Julianne Moore e Ellen Page</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Freeheld-657x360.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3192" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Freeheld-657x360-620x340.jpg" alt="Freeheld-657x360" width="620" height="340" /></a></p>
<p>Mal ganhou o seu primeiro Oscar de melhor atriz e <strong>Julianne Moore</strong> surge como forte candidata da mesma categoria em 2016. Ao menos é o que os blogueiros e especuladores dos EUA estão sugerindo, sobretudo após ter sido divulgado o primeiro trailer de <em>Freeheld</em>, drama protagonizado por Moore e Ellen Page (<em>Juno</em>), previsto para estrear em outubro desse ano por lá.</p>
<p>No filme, Julianne Moore vive uma policial que se apaixona por uma mecânica (Page) e tem um relacionamento estável com ela. A personagem vê seu mundo desabar quando descobre que tem uma doença em estágio avançado. Ciente de que é bem possível que venha a falecer, ela entra em uma batalha judicial para que a sua companheira receba os benefícios da sua pensão após a morte. O problema é que todas as autoridades procuradas pelas duas se recusam a reconhecer o relacionamento.</p>
<p><em>Freeheld </em>é dirigido por Peter Sollett (de <em>Uma Noite de Amor e Música</em>) e tem o roteiro de Ron Nyswaner (indicado ao Oscar por <em>Filadélfia</em>). Além de Moore e Page, o elenco do filme traz Steve Carell (<em>Foxcatcher</em>), Michael Shannon (<em>O Homem de Aço</em>) e Josh Charles (da série <em>The Good Wife</em>).</p>
<p>Caso seja indicada e vença o Oscar por <em>Freeheld</em>, Moore seria a primeira atriz a ter no currículo a façanha de vencer a estatueta por duas vezes consecutivas na categoria principal. Somente Tom Hanks foi capaz desse feito com <em>Filadélfia </em>e <em>Forest Gump</em>. O &#8220;porém&#8221; é que a atriz vai encarar  outras candidatas em potencial no próximo ano, entre elas, Carey Mulligan (<em>Suffragette</em>), Cate Blanchett (<em>Carol</em>), Saoirse Ronan (<em>Brooklyn</em>), Emily Blunt (<em>Sicario</em>), Lily Tomlin (<em>Grandma</em>), Meryl Streep (<em>Ricki and the Flash</em>), Jennifer Lawrence (<em>Joy</em>) e Kate Winslet (<em>The Dressmaker</em>).</p>
<p>Não há previsão de estreia para <em>Freeheld </em>no Brasil.</p>
<p>Confira o trailer:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FX9KLZlE344" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/trailer-de-freeheld-mostra-relacao-entre-personagens-de-julianne-moore-e-ellen-page/">Trailer de Freeheld mostra relação entre personagens de Julianne Moore e Ellen Page</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/trailer-de-freeheld-mostra-relacao-entre-personagens-de-julianne-moore-e-ellen-page/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Foxcatcher &#8211; Uma História que chocou o Mundo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-foxcatcher-uma-historia-que-chocou-o-mundo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-foxcatcher-uma-historia-que-chocou-o-mundo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2015 19:27:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bennett Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Channing Tatum]]></category>
		<category><![CDATA[Foxcatcher]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Ruffalo]]></category>
		<category><![CDATA[Sienna Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[Vanessa Redgrave]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2654</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Os acontecimentos de Foxcatcher &#8211; Uma História que chocou o Mundo têm como força condutora a insegurança do seu protagonista, o lutador Mark Schultz (Channing Tatum). O fio condutor desse filme sombrio de Bennett Miller é a carência desse personagem, suprida em níveis diferentes pelo seu irmão mais velho David Schultz (Mark Ruffalo) e pelo seu pretenso treinador, o milionário John du Pont (Steve Carell). Bennett Miller constroi toda a atmosfera necessária para fazer de Foxcatcher um filme denso [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-foxcatcher-uma-historia-que-chocou-o-mundo/">Crítica: Foxcatcher &#8211; Uma História que chocou o Mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Os acontecimentos de <i>Foxcatcher &#8211; Uma História que chocou o Mundo </i>têm como força condutora a insegurança do seu protagonista, o lutador Mark Schultz (Channing Tatum). O fio condutor desse filme sombrio de Bennett Miller é a carência desse personagem, suprida em níveis diferentes pelo seu irmão mais velho David Schultz (Mark Ruffalo) e pelo seu pretenso treinador, o milionário John du Pont (Steve Carell). Bennett Miller constroi toda a atmosfera necessária para fazer de <i>Foxcatcher </i>um filme denso psicologicamente, além de intrincado e coerente como narrativa. As sensações criadas no espectador são fluidas, nada é antecipado, os personagens e suas relações são críveis e a condução é ritmada. Enfim, o melhor trabalho da carreira do diretor de <i>Capote </i>e <i>O Homem que mudou o Jogo</i>, até então.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><i>Foxcatcher </i>tem início quando o jovem lutador de luta greco-romana Mark Schultz recebe um convite do milionário John du Pont. Ele deseja patrocinar o treino e a ida do atleta para as Olimpíadas de Seul em 1988. Schultz passa a morar na casa de du Pont e começa a criar uma certa veneração pela filosofia de sucesso do seu patrocinador e técnico de fachada. Em determinado momento da trama, du Pont começa a fazer pouco caso de Mark e decide trazer para a equipe o irmão do rapaz, David Schultz. A presença de David perturba a relação entre du Pont e Mark, fazendo com que tudo saia de controle.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/foxcatcher02.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2656" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/foxcatcher02-620x323.jpg" alt="foxcatcher02" width="620" height="323" /></a></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Tudo em <i>Foxcatcher </i>sugere que Mark e John du Pont, de certa maneira, se complementam. Ambos são governados pelo sentimento de inferioridade, pela necessidade de corresponder e superar às próprias expectativas ou àquelas que pensam que terceiros tenham sobre eles. Isso os torna figuras destrutivas, uma característica potencializada pelo encontro dos dois na trama. Isso faz com que Miller e seu diretor de fotografia Greg Fraser optem por tonalidades mais acinzentadas, que os cortes sejam mínimos e que os movimentos de câmera sejam mais lentos, contrastando com a inquietação psíquica e física de Mark e com o silêncio imprevisível de John du Pont, tudo é muito perturbador de ser acompanhado por tanto tempo. Em contrapartida, a presença de David Schultz (Ruffalo) é um alento afetivo para a história, ironicamente, o personagem que acaba saindo lesado de toda a relação doentia entre Mark e John.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Na pele de John du Pont, Steve Carell provoca no espectador um misto de asco e pena. Carell compõe um tipo absolutamente imprevisível, uma bomba relógio ambulante, a partir de um olhar lânguido, pouquíssimos gestos, todos acompanhados com bastante atenção pela câmera de Miller. Já Channing Tatum tem aqui o melhor desempenho da sua carreira, sua interpretação é repleta de nuances e consegue equilibrar a sensibilidade, imaturidade e agressividade de Mark Schultz. Mark Ruffalo completa o elenco como o personagem mais admirável dos três, um sujeito comum e afetuoso, pai de família, irmão dedicado, profissional exemplar, enfim, tudo o que du Pont e Mark mais almejaram ser na vida.  David é uma espécie de fantasma dos protagonistas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/AR-141127414.jpgMaxW650.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2657" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/AR-141127414.jpgMaxW650-620x338.jpg" alt="AR-141127414.jpg&amp;MaxW=650" width="620" height="338" /></a></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Representando a maturidade da carreira de Bennett Miller, <i>Foxcatcher </i>é um filme de personagens e relações complicadas, algumas delas sombrias demais para quem não deseja ou tem medo de adentrar no que existe de pior nos recôncavos da nossa complicada psique. O filme é sólido dramaticamente, coerente como narrativa, utiliza ao máximo todos os recursos cinematográficos à sua disposição, oferecendo uma trama sobre ambição, relações familiares e homens complicados, ou seja, se inspira no que de melhor a cinematografia norte-americana já fez.No final das contas, <i>Foxcatcher </i>trata como tantos outros grandes filmes norte-americanos de um traço peculiar e doentio da cultura dos EUA, a obsessão pelo sucesso e pela figura do sujeito bem-sucedido, uma categoria que não necessariamente está associada à acumulação financeira, mas com o reconhecimento de uma trajetória por terceiros, sua publicização e a construção de um mito. No caso, o longa deixa bem claro que há dois caminhos, cada um deles optados por um dos personagens em questão: a completa escuridão ou a libertação desse ideal de felicidade e reconhecimento pleno, uma doença contemporânea.</p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-foxcatcher-uma-historia-que-chocou-o-mundo/">Crítica: Foxcatcher &#8211; Uma História que chocou o Mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-foxcatcher-uma-historia-que-chocou-o-mundo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Para o bem ou para o mal, os destaques do 67º Festival de Cannes</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/para-o-bem-ou-para-o-mal-os-destaques-do-67o-festival-de-cannes/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/para-o-bem-ou-para-o-mal-os-destaques-do-67o-festival-de-cannes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2014 13:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Premiações]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cannes]]></category>
		<category><![CDATA[Grace de Monaco]]></category>
		<category><![CDATA[Jean-Luc Godard]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[Julianne Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Leigh]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Gosling]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Carell]]></category>
		<category><![CDATA[Wim Wenders]]></category>
		<category><![CDATA[Xavier Dolan]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=1019</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o anúncio dos vencedores, o Festival de Cannes encerrou  suas atividades no último domingo (25). O saldo das inúmeras sessões, coletivas e burburinhos de bastidores podem ser resumidos na seleção de destaques do evento que o nosso site fez. Entre filmes, interpretações e possíveis concorrentes em algumas das premiações do próximo ano (entre elas, o Oscar), há também os projetos mais conturbados e que tiveram uma recepção não tão amistosa assim no festival. Confira abaixo o que foi dito [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/para-o-bem-ou-para-o-mal-os-destaques-do-67o-festival-de-cannes/">Para o bem ou para o mal, os destaques do 67º Festival de Cannes</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o anúncio dos vencedores, o Festival de Cannes encerrou  suas atividades no último domingo (25). O saldo das inúmeras sessões, coletivas e burburinhos de bastidores podem ser resumidos na seleção de destaques do evento que o nosso site fez. Entre filmes, interpretações e possíveis concorrentes em algumas das premiações do próximo ano (entre elas, o Oscar), há também os projetos mais conturbados e que tiveram uma recepção não tão amistosa assim no festival. Confira abaixo o que foi dito sobre o que e sobre quem em Cannes esse ano:</p>
<figure id="attachment_1020" aria-describedby="caption-attachment-1020" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/wintersleep.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1020 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/wintersleep-620x349.jpg" alt="wintersleep" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-1020" class="wp-caption-text">Drama turco: Longa do diretor de &#8220;3 Macacos&#8221; leva a Palma de Ouro ao contar história sobre relacionamentos despedaçados.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O vencedor da Palma de Ouro,<em> Winter Sleep</em></strong></p>
<p>O longa turco de Nuri Bilge Ceylan (<em>3 Macacos</em>) foi o vencedor da Palma de Ouro. O filme traz a história de um ator aposentado que administra um hotel junto com sua esposa e sua irmã. Subitamente, ele decide que deixará tudo e todos para trás. Antes do anúncio de sua vitória como melhor filme pela presidente do júri do festival, a diretora Jane Campion (<em>O Piano</em>), a produção ainda recebeu o prêmio da Federação Internacional de Críticos que, em comunicado oficial, disse que o longa &#8220;surpreende e encanta com sua profunda busca pela alma humana&#8221;.</p>
<figure id="attachment_1021" aria-describedby="caption-attachment-1021" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/mommy-xavier-dolan-cannes-2014_980x571.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1021 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/mommy-xavier-dolan-cannes-2014_980x571-620x361.jpg" alt="mommy-xavier-dolan-cannes-2014_980x571" width="620" height="361" /></a><figcaption id="caption-attachment-1021" class="wp-caption-text">&#8220;Enfant terrible&#8221;: Canadense Xavier Dolan causou incomodo ao se anunciar como favorito a Palma de Ouro por &#8220;Mommy&#8221;.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Mommy </em>e o ego de Xavier Dolan</strong></p>
<p>Algumas bolsas de apostas davam como certa a vitória de <em>Mommy</em>, do canadense Xavier Dolan (<em>Eu matei a minha mãe</em>), no festival. O filme traz a história de uma mãe solteira e viúva que cria sozinha o seu filho, um garoto muito violento, e acaba conhecendo um vizinho misterioso que muda o rumo das suas vidas. O longa não saiu com a Palma de Ouro, mas venceu o Grande Prêmio do Júri ao lado do filme de Godard. Como sempre, o que acabou chamando a atenção dos veículos que cobriram o festival e trouxeram destaque a <em>Mommy </em>foi o comportamento do seu realizador. Xavier Dolan afirmou para alguns jornais que acreditava que receberia a Palma de Ouro por esse filme, o que foi interpretado como arrogância por muitos críticos.</p>
<figure id="attachment_1022" aria-describedby="caption-attachment-1022" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/528f55f4addcc1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1022 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/528f55f4addcc1-620x321.jpg" alt="528f55f4addcc" width="620" height="321" /></a><figcaption id="caption-attachment-1022" class="wp-caption-text">Potenciais candidatas ao Oscar? Julianne Moore, Marion Cotillard e Hilary Swank têm interpretações elogiadas no festival.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> O ano das mulheres</strong></p>
<p>Com poucas diretoras em competição pela Palma de Ouro, os espectadores  e críticos do festival foram surpreendidos com uma enxurrada de longas protagonizados por mulheres. A competição pelo prêmio de melhor atriz foi acirrada e os trabalhos de Marion Cotillard em <em>Deux jours, une nuit </em>, dos irmãos Dardenne, e de Hilary Swank em <em>The Homesman</em>, de Tommy Lee Jones, só para citar alguns, foram muito elogiados. No final das contas, a vitória foi de Julianne Moore em <em>Maps to the Stars</em>, de David Cronenberg. Provavelmente, ainda ouviremos falar muito desses desempenhos até a próxima temporada do Oscar.</p>
<figure id="attachment_1029" aria-describedby="caption-attachment-1029" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/grace-of-monaco-festival-cannes-2014-950x500.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1029 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/grace-of-monaco-festival-cannes-2014-950x500-620x326.jpg" alt="grace-of-monaco-festival-cannes-2014-950x500" width="620" height="326" /></a><figcaption id="caption-attachment-1029" class="wp-caption-text">Chumbo para todo lado: Nicole Kidman teve que lidar com a péssima repercussão da sua Grace Kelly.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nicole Kidman exposta com<em> Grace de Monaco</em></strong></p>
<p>Uma das piores aberturas de Cannes. Uma ofensa a família Grimaldi que repudiou o projeto desde o início.  Tudo isso foi dito de <em>Grace de Monaco</em>, longa que acompanha alguns meses na vida de Grace Kelly na época em que ela abandonou Hollywood e se casou com o príncipe Rainier de Monaco. A crítica foi impiedosa com o filme do francês Olivier Dahan (<em>Piaf &#8211; Um Hino ao Amor</em>), contestando a veracidade de determinados fatos narrados e ironizando o tom de conto de fadas da trama. Nicole Kidman esteve no fogo cruzado e saiu elegante dele. A australiana está mais do que acostumada com esse tipo de reação, afinal estar exposta a críticas com projetos arriscados é uma constante em sua carreira. Em alguns casos, ela se sai bem. Em outros, como esse, não. Fica para a próxima, Nic.</p>
<figure id="attachment_1031" aria-describedby="caption-attachment-1031" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Adieu-Au-Langage-Screens-2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1031 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Adieu-Au-Langage-Screens-2-620x355.jpg" alt="Adieu-Au-Langage-Screens-2" width="620" height="355" /></a><figcaption id="caption-attachment-1031" class="wp-caption-text">Selo de qualidade: Drama simples de Godard cativou seu público habitual.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais uma vez Godard<em><br />
</em></strong></p>
<p>Novo filme do veterano da <em>Nouvelle Vague</em>, Jean-Luc-Godard, <em>Adieu au Langage </em>foi recebido com emoção pelas plateias que conferiram as sessões marcadas para a obra. No entanto, como se trata de um trabalho de Godard, fica difícil saber se o longa corresponde à exaltação ou se ela é fruto da própria trajetória do cineasta, um dos mais reverenciados em seu nicho. Em todo caso, o longa recebeu o prêmio do Júri. E Godard, que não estava presente na divulgação do projeto no festival, enviou uma mensagem a todos por vídeo anunciando o filme como &#8220;o melhor da sua carreira&#8221;. O longa conta a história de uma mulher casada que começa a se relacionar com um outro homem e vive em meio a encontros e desencontros com esse amante.</p>
<figure id="attachment_1024" aria-describedby="caption-attachment-1024" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/foxcatcher.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1024 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/foxcatcher-620x327.jpg" alt="FOXCATCHER" width="620" height="327" /></a><figcaption id="caption-attachment-1024" class="wp-caption-text">Drama esportivo: Bennett Miller consegue boa repercussão em seu terceiro filme consecutivo. Interpretação de Steve Carell é o carro-chefe de &#8220;Foxcatcher&#8221;.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bennett Miller e <em>Foxcatcher</em></strong></p>
<p>Tido pela imprensa como o primeiro sério candidato ao próximo Oscar, <em>Foxcatcher </em>rendeu ao seu diretor Bennett Miller (<em>Capote </em>e <em>O Homem que Mudou o Jogo</em>) o prêmio de melhor diretor no festival e uma série de elogios a performance de seu trio de atores Chaning Tatum, Mark Ruffalo e Steve Carell, esse último (irreconhecível com uma prótese no nariz), pode ser favorito a ator coadjuvante em algumas premiações. O filme conta o relacionamento do atleta de luta greco romana Mark Schultz (Chaning Tatum) com seu treinador John Du Pont (Carell) e seu irmão David Schultz (Ruffalo).</p>
<figure id="attachment_1025" aria-describedby="caption-attachment-1025" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/lost_river_hendricks-sm.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1025 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/lost_river_hendricks-sm-620x328.jpg" alt="lost_river_hendricks-sm" width="620" height="328" /></a><figcaption id="caption-attachment-1025" class="wp-caption-text">Mundo estranho: &#8220;Lost River&#8221; de Ryan Gosling gerou as tradicionais vaias do festival.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As reações mistas a <em>Lost River</em>, de Ryan Gosling</strong></p>
<p>O <em>debut </em>do ator Ryan Gosling como diretor deixou impressões dúbias em Cannes. Algumas pessoas gostaram, mas houve até quem vaiasse o primeiro filme dirigido e roteirizado pelo ator, o bizarro <em>Lost River</em>. Tanto que a Warner, distribuidora que comprou os direitos do longa nos EUA antes mesmo dele ficar pronto, já teme pela sua carreira nos cinemas norte-americanos. Foi recomendado a Gosling fazer alguns cortes e o novato acatou. O filme acompanha a história de uma <em>stripper </em>(a atriz Christina Hendricks) que vai atrás do seu filho em um mundo paralelo ao que conhecemos.</p>
<figure id="attachment_1027" aria-describedby="caption-attachment-1027" style="width: 585px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/DIYS2.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-1027 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/DIYS2.jpeg" alt="DIYS2" width="585" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-1027" class="wp-caption-text">Mais uma vez, Jessica: Romance protagonizado por Jessica Chastain coloca a atriz na linha de frente da estratégia de Harvey Weinstein para o próximo Oscar.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A comédia romântica por Jessica Chastain e James McAvoy</strong></p>
<p>Dividido em duas partes, <em>The Disappearance of Eleanor Rigby </em>traz a história da separação de um casal pela perspectiva dele (filme um) e dela (filme dois). O longa de Ned Benson esteve no último Festival de Toronto e arrancou aplausos, no Festival de Cannes então conquistou o aval definitivo da crítica para a empreitada. Tanto que, o &#8220;Midas&#8221; da temporada de premiações, Harvey Weinstein já está preparando suas armas para divulgar o projeto entre os membros da Academia de Hollywood, sobretudo pelo carro chefe da produção, a interpretação de Jessica Chastain, cada vez mais onipresente na produção cinematográfica atual. O longa foi considerado um frescor para um gênero extremamente banalizado pela indústria e subestimado pelo público, a comédia romântica.</p>
<figure id="attachment_1026" aria-describedby="caption-attachment-1026" style="width: 597px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/O-cineasta-Wim-Wenders-e-o-fotografo-Sebastiao-Salgado-em-cena-do-documentario-O-Sal-da-Terra-size-598.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1026 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/O-cineasta-Wim-Wenders-e-o-fotografo-Sebastiao-Salgado-em-cena-do-documentario-O-Sal-da-Terra-size-598.jpg" alt="O-cineasta-Wim-Wenders-e-o-fotografo-Sebastiao-Salgado-em-cena-do-documentario-O-Sal-da-Terra--size-598" width="597" height="336" /></a><figcaption id="caption-attachment-1026" class="wp-caption-text">O legado de Sebastião Salgado: Documentário co-dirigido por Wim Wenders foi um dos filmes mais comentados da mostra paralela &#8220;Un Certain Regard&#8221;.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um brasileiro pela perspectiva de Wim Wenders</strong></p>
<p>O olhar do diretor alemão para o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado em <em>The Salt of the Earth</em> (ou <em>O Sal da Terra</em>) foi consagrado na mostra <em>Un Certain Regard</em>. Com  co-direção do filho de Salgado, Juliano Ribeiro Salgado, o documentário foi um dos destaques da seleção em meio a muitas ficções. A produção conseguiu ótimas críticas e deve fazer uma belíssima carreira em muitas praças de exibição mundo afora, incluindo o Brasil.</p>
<figure id="attachment_1023" aria-describedby="caption-attachment-1023" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-1023 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Timothy-Spall-in-Mr-Turne-010-620x348.jpg" alt="Timothy Spall in Mr Turner" width="620" height="348" /><figcaption id="caption-attachment-1023" class="wp-caption-text">Biografia inglesa: &#8220;Mr. Turner&#8221; de Mike Leigh rendeu o prêmio de melhor ator a Timothy Spall.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A tradição inglesa de Mike Leigh</strong></p>
<p>Quando Mike Leigh (<em>O Segredo de Vera Drake</em>) chega em Cannes, sempre é apontado como um dos potenciais pontos altos do festival. Seu novo trabalho, a biografia <em>Mr. Turner</em>, narra a trajetória do excêntrico pintor inglês J.M.W. Turner, vivido por Timothy Spall, que, não por acaso, levou o título de melhor interpretação masculina dessa edição do evento. Além do roteiro (uma qualidade constante nos filmes de Leigh), o longa foi enaltecido por seu primor técnico. Pode fazer uma bela carreira nos EUA.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/para-o-bem-ou-para-o-mal-os-destaques-do-67o-festival-de-cannes/">Para o bem ou para o mal, os destaques do 67º Festival de Cannes</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/para-o-bem-ou-para-o-mal-os-destaques-do-67o-festival-de-cannes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
