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	<title>Arquivos Sete Homens e um Destino - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Sete Homens e um Destino - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Sete Homens e Um Destino é o grande destaque da estreias desta semana (22/09). Confira o que entra em cartaz no circuito!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 05:03:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cegonhas - A História Que Não Te Contaram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor Antoine Fuqua traz a sua versão moderna do clássico da Metro-Goldwyn-Mayer Pictures e Columbia Pictures Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven). Na dormente cidade de Rose Creek, sob o controle mortal de Bartholomew Bogue (Peter Sarsgaard), os cidadãos desesperados, liderados por Emma Cullen (Haley Bennett), contratam sete foras-da-lei, para protegê-los: Sam Chisolm (Denzel Washington), Josh Farraday (Chris Pratt), Goodnight Robicheaux (Ethan Hawke), Jack Horne (Vincent D’Onofrio), Billy Rocks (Byung-Hun Lee), Vasquez (Manuel Garcia-Rulfo) e Red Harvest [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/sete-homens-e-um-destino-e-o-grande-destaque-da-estreias-desta-semana-2209-confira-o-que-entra-em-cartaz-no-circuito/">Sete Homens e Um Destino é o grande destaque da estreias desta semana (22/09). Confira o que entra em cartaz no circuito!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor Antoine Fuqua traz a sua versão moderna do clássico da Metro-Goldwyn-Mayer Pictures e Columbia Pictures <em><strong>Sete Homens e Um Destino</strong></em> (The Magnificent Seven). Na dormente cidade de Rose Creek, sob o controle mortal de Bartholomew Bogue (Peter Sarsgaard), os cidadãos desesperados, liderados por Emma Cullen (Haley Bennett), contratam sete foras-da-lei, para protegê-los: Sam Chisolm (Denzel Washington), Josh Farraday (Chris Pratt), Goodnight Robicheaux (Ethan Hawke), Jack Horne (Vincent D’Onofrio), Billy Rocks (Byung-Hun Lee), Vasquez (Manuel Garcia-Rulfo) e Red Harvest (Martin Sensmeier). Enquanto eles preparam a cidade para o combate violento, esses sete mercenários descobrem que estão lutando por mais do que apenas dinheiro. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-sete-homens-e-um-destino/" target="_blank"><strong><em>clicando aqui</em></strong></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vLWGnIsXX8M" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6719" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/cegonhas-o-filme-1.jpg" alt="cegonhas-o-filme-1" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Cegonhas &#8211; A História Que Não Te Contaram</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Nicholas Stoller, Doug Sweetland<br />
<strong>Elenco:</strong> Klebber Toledo, Tess Amorim, Marco Luque</p>
<p>Cegonhas entregam bebês&#8230; ou pelo menos costumavam. Agora elas entregam encomendas para a gigante global da internet Cornerstore.com. Júnior, um dos principais entregadores da companhia, está prestes a ser promovido quando acidentalmente ativa a máquina que faz bebês, produzindo uma adorável e totalmente não autorizada bebê. Desesperado para entregar esse presentinho antes que o chefe descubra, Junior e sua amiga Tulipa, o único humano na Montanha das Cegonhas, correm para fazer sua primeira entrega de bebês em uma viagem selvagem e reveladora. Isso poderá fazer mais do que apenas iniciar uma família, mas também restaurar a verdadeira missão das cegonhas no mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/z54KMekWgZ0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6720" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/samantha-schmutz-to-ryca-destaque.jpg" alt="samantha-schmutz-to-ryca-destaque" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tô Ryca</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Pedro Antonio<br />
<strong>Elenco:</strong> Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro, Marcelo Adnet</p>
<p>Selminha vive a rotina pesada comum a milhares de brasileiros, até que tem a chance de deixar pra trás seus dias na pobreza. Para isso, ela precisa cumprir o desafio lançado por seu tio: gastar 30 milhões reais em 30 dias, sem acumular nada e nem contar para ninguém. Se conseguir, fica com a herança de 300 milhões de reais. O trailer mostra que a tarefa não será fácil, e também algumas ideias mirabolantes de Selminha para torrar todo o dinheiro, como gastar em um cassino e até se candidatar.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xSsjX0wBs8k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6721" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/20160824-04-amor-eterno-papo-de-cinema.jpg" alt="20160824-04-amor-eterno-papo-de-cinema" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lembranças de Um Amor Eterno</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Giuseppe Tornatore<br />
<strong>Elenco:</strong> Olga Kurylenko, Jeremy Irons, Shauna Macdonald</p>
<p>A estudante universitária Amy (Olga Kurylenko) leva uma vida de excessos. Trabalhando como dublê, ela faz acrobacias cheias de suspense e perigo, durante cenas de ação. A jovem passa seu tempo livre trocando mensagens com seu namorado, o professor de astrofísica Edward (Jeremy Irons), pelo computador. Após ele negar se encontrar com Amy, ela irá escobrir um triste segredo de seu amado. Com informações do Adoro Cinema. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-lembrancas-de-um-amor-eterno/" target="_blank"><strong><em>clicando aqui</em></strong></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ggw1YEqLNJU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6722" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/yunTtweAPGJSPb7Nr8kEW0oIkaQ.jpg" alt="yunttweapgjspb7nr8kew0oikaq" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Homem Que Viu o Infinito</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Matt Brown<br />
<strong>Elenco:</strong> Dev Patel, Jeremy Irons, Toby Jones</p>
<p>Inspirado em uma história real, O Homem Que Conheceu o Infinito conta a emocionante história da genialidade de Srinivāsa Aiyangār Rāmānujan, matemático indiano que, mesmo sem formação acadêmica, contribuiu definitivamente em diferentes áreas da Matemática. Com roteiro e direção de Matt Brown, o longa é ambientado na Inglaterra, durante a Primeira Guerra Mundial. Após uma infância humilde, vivida em Mandra, na Índia, Rāmānujan (Dev Patel) é admitido na Universidade de Cambridge e, com a ajuda de seu professor , G. H. Hardy (Jeremy Irons), consegue provar como conseguiu ver o infinito.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/mfyAyfGrA4A" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6723" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/O-vale-do-amor.jpg" alt="o-vale-do-amor" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Vale do Amor</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Guillaume Nicloux<br />
<strong>Elenco:</strong> Isabelle Huppert, Gérard Depardieu, Dan Warner</p>
<p>Isabelle e Gerard perderam seu filho seis meses atrás. Antes de morrer, ele deixa uma carta aos pais pedindo que vão ao seu encontro no “Vale da Morte”, na Califórnia. Apesar do absurdo da situação, eles decidem cumprir o último desejo do filho.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/OmrLmP_MV4I" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6724" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/O-SILENCIO-DO-CEU-19Julho2016-3.jpg" alt="o-silencio-do-ceu-19julho2016-3" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Silêncio do Céu</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Marco Dutra<br />
<strong>Elenco:</strong> Leonardo Sbaraglia, Carolina Dieckmann, Chino Darín</p>
<p>Após ser vítima de um estupro dentro de sua própria casa, Diana (Carolina Dieckmann) escolhe manter o trauma em segredo. Mario (Leonardo Sbaraglia), seu marido, também tem algo a esconder. O silêncio que toma conta do casal ao longo dos dias se transforma, aos poucos, em uma peculiar forma de violência.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/frY3iDxzNlE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6725" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/PequenoSegredo-5.jpg" alt="pequenosegredo-5" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pequeno Segredo</strong><br />
<strong> Direção:</strong> David Schürmann<br />
<strong>Elenco:</strong> Júlia Lemmertz, Marcello Antony, Maria Flor</p>
<p>Dirigido por David Schurmann, Pequeno Segredo, longa-metragem de ficção, baseado na história real de Kat Schurmann e que também inspirou o best-seller homônimo de Heloísa Schurmann, revela a força do amor no destino de duas famílias. Ao adotar Kat, o casal Schurmann convive com a delicada escolha de manter ou não um segredo que vai além da adoção.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/X_qAIqyZK8g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6726" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/001356.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="001356-jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxx" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Meu Rei</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Maïwenn<br />
<strong>Elenco:</strong> Vincent Cassel, Emmanuelle Bercot, Louis Garrel</p>
<p>Depois de um grave ferimento no joelho, Marie Antoinette Jézéquel, conhecida como Tony, se muda para o sudoeste da França para realizar um longo tratamento capaz de ajudá-la a caminhar normalmente. Mas esta não é a sua maior dor: ela ainda amarga um relacionamento infeliz com Georgio Milevski, um homem violento e possessivo com quem tem um filho. Aos poucos Tony consegue se recompor e aprende a se defender de seu marido. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-meu-rei/"><strong><em>clicando aqui</em></strong></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AuLfb_fpgrg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Sete Homens e um Destino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 03:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Antoine Fuqua]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pratt]]></category>
		<category><![CDATA[Denzel Washington]]></category>
		<category><![CDATA[Ethan Hawke]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Sarsgaard]]></category>
		<category><![CDATA[Sete Homens e um Destino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hollywood já captou as demandas da sua atual geração de consumidores. Já não dá mais para se apoiar em antigos modelos de narrativa e construção de personagens que relegam ao plano secundário determinados grupos que antes eram tratados tropegamente por suas produções. Ainda que estejamos longe de desconstruir determinados estragos simbólicos que certas construções fizeram na formação de gerações passadas e alguns estratos sociais ainda sejam tabus (os transgêneros, por exemplo), grandes produções como Mad Max: Estrada da Fúria, Star [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hollywood já captou as demandas da sua atual geração de consumidores. Já não dá mais para se apoiar em antigos modelos de narrativa e construção de personagens que relegam ao plano secundário determinados grupos que antes eram tratados tropegamente por suas produções. Ainda que estejamos longe de desconstruir determinados estragos simbólicos que certas construções fizeram na formação de gerações passadas e alguns estratos sociais ainda sejam tabus (os transgêneros, por exemplo), grandes produções como <i>Mad Max: Estrada da Fúria</i>, <i>Star Wars: O Despertar da Força</i>, <i>Caça-Fantasmas </i>e, futuramente, <i>Mulher-Maravilha</i>, conforme sublinha o seu primeiro trailer, são títulos que contemplam como protagonistas personagens que há um tempo atrás não teriam tanto tempo na tela, fazendo com que suas presenças na trama sejam uma pertinente crítica a modelos de representação da antiga Hollywood.</p>
<p>Claro que esta nova perspectiva tem relação com as atuais demandas do mercado vinculadas às palavras de ordem do momento, o &#8220;empoderamento&#8221; e a &#8220;representatividade&#8221;,  não sejamos inocentes. Claro também que parte desse ímpeto não é novo e, em outras ocasiões, minorias foram contempladas (o próprio <i>Sete Homens e um Destino </i>de 1960 é prova disso), mas não com o protagonismo simbólico que elas vêm assumindo nessas fitas que outrora eram representantes do machismo, xenofobia e toda sorte de preconceito dos seus próprios consumidores médios. Fora isso, não interessa se partidariamente você é de direita ou esquerda, representatividade importa e é positivo que as grandes produções, aquelas que são consumidas por muitas pessoas, estejam atentas e alertas sobre tais questões, afinal, elas serão referências para as futuras gerações</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O <i>remake </i>de <i>Sete Homens e um Destino</i>, que, vale sempre frisar, já era um <i>remake </i>de <i>Os Sete Samurais </i>de Akira Kurosawa,<i> </i>surge nessa leva. No seu grupo de justiceiros temos um negro (Denzel Washington, excelente), um irlandês, um índio, um mexicano, um oriental e, por tabela, uma mulher. Todos representantes de estratos que passaram por maus bocados nas mãos do homem branco endinheirado. O grupo chega aqui para cumprir a meta de fazer o seu algoz pagar por anos de humilhação sofridos na construção da América.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6705" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/themag.jpg" alt="themag" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No final das contas, o novo <i>Sete Homens e um Destino </i>trata de fazer uma reparação histórica. Pela via da representatividade que o filme consegue se destacar e passar longe do estigma de que os <i>remakes </i>são sempre peças vazias de originalidade, propósito e atualização da sua própria história, ou seja, mera reprodução ou simplesmente uma grande mancha no legado e no espírito do seu original. <i>Sete Homens e um Destino </i>consegue ter respeito com os filmes de John Sturges e Akira Kurosawa, mas também encontra seu próprio caminho e não é excessivamente subserviente com o material de origem, realizando as alterações que entende serem necessárias e firmando com muito respeito ao público e aos fãs dos antecessores os seus próprios termos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A premissa do filme se mantém. Um grupo de pistoleiros se reúne para defender um povoado que anda sendo vítima da exploração e dos mandos e desmandos de homens violentos, aqui, comandados por um frio usurpador de terras, interpretado pelo sempre interessante Peter Sarsgaard (de filmes como <i>A orfã </i>e <i>Educação</i>). Diferente do americano de 1960, a versão do diretor Antoine Fuqua (de <i>Dia de Treinamento </i>e <i>Nocaute</i>) não tem como vítima um vilarejo de mexicanos, mas uma comunidade qualquer americana que tem como principal empreendedora da busca por justiça a obstinada viúva Emma Cullen (Haley Bennett). A composição do grupo dos sete justiceiros também é alterada e novos personagens são apresentados nessa versão, o que é bem positivo, por sinal.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como <i>western</i>, <i>Sete Homens e um Destino </i>mostra-se formalmente aplicado. Fuqua preserva as convenções do gênero com as angulações dos seus planos, a lógica e a composição dos planos e contra planos,  os seus jogos de luzes, a sua decupagem e a encenação das suas cenas de ação. Contudo, como já sinalizado linhas atrás, o grande achado da nova versão desta história é toda a sua construção simbólica no entorno desse intuito de reparação, que fica ainda mais claro no destino do vilão do longa.</p>
<p>Mesmo que Quentin Tarantino já tenha realizado isso em um <i>western</i> com <i>Django Livre</i>, por exemplo, continua sendo Tarantino, ele é pop, mas não é do &#8220;paladar&#8221; de todo o público médio que vai ao cinema. Além disso, cá para nós, o filme de 2012 do cultuado diretor tinha um prolongamento desnecessário da sua trama. <i>Sete Homens e um Destino </i>realiza os mesmos propósitos  de maneira igualmente enfática, porém mais simples, acessível a outras plateias e sem as fortes tintas da marca do diretor-autor. É a reparação histórica à serviço do cinema comercial, do <i>blockbuster </i>médio hollywoodiano, envolto pela embalagem de um delicioso entretenimento. Isso é bastante poderoso.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PmpOv2G1WZA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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