<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Robert Downey Jr. - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/robert-downey-jr/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/robert-downey-jr/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 May 2025 21:57:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Robert Downey Jr. - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/robert-downey-jr/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Oppenheimer</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2023 17:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Benny Safdie]]></category>
		<category><![CDATA[Casey Affleck]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
		<category><![CDATA[Cillian Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Blunt]]></category>
		<category><![CDATA[Florence Pugh]]></category>
		<category><![CDATA[Hoyte van Hoytema]]></category>
		<category><![CDATA[Jack Quaid]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lame]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Hartnett]]></category>
		<category><![CDATA[Kenneth Branagh]]></category>
		<category><![CDATA[Ludwig Göransson]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Damon]]></category>
		<category><![CDATA[Oppenheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Rami Malek]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Universal Pictures]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=16941</guid>

					<description><![CDATA[<p>O diretor, roteirista e produtor Christopher Nolan é uma das personalidades do cinema mais influentes da atualidade. Com uma carreira de grandes sucessos de público e crítica desde o início dos anos 2000, o cineasta costuma seguir uma mesma linha de produção em seus projetos: grandes histórias, uma equipe técnica potente e um roteiro que é bom, mas não consegue ultrapassar a barreira do sensível. De Amnésia (2000) até Tenet (2020) – passando pelo ‘queridinho’ Interstellar (2014) –, as produções [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/">Crítica: Oppenheimer</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor, roteirista e produtor <strong>Christopher Nolan</strong> é uma das personalidades do cinema mais influentes da atualidade. Com uma carreira de grandes sucessos de público e crítica desde o início dos anos 2000, o cineasta costuma seguir uma mesma linha de produção em seus projetos: grandes histórias, uma equipe técnica potente e um roteiro que é bom, mas não consegue ultrapassar a barreira do sensível. De <em>Amnésia (2000)</em> até <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tenet/"><em>Tenet (2020)</em></a> – passando pelo ‘queridinho’ <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-interestelar/"><em>Interstellar (2014)</em></a> –, as produções encabeçadas por Nolan costumam ter dificuldade em se mostrar mais humanas. Elas lutam para chegar no sensível e ir além da dureza de uma produção industrial – ainda que essa tenha espaço para belas imagens, montagens e sons. No entanto, durante duas décadas, o resultado era o mesmo – qualidade técnica, mas nada de palpável no quesito emocional.</p>
<p>Até antes de assistir o mais novo trabalho do diretor, Nolan nunca havia furado essa bolha. Tudo sempre teve qualidade, uma maestria na execução dos processos, resultados belíssimos e maravilhosamente bem administrados. Mas nunca senti sensibilidade. Até então, tudo parecia uma linda embalagem de presente de Natal onde, dentro dela, não havia nada. A superficialidade das emoções humanas e das sensações mais intrínsecas não tinham sido exploradas até a chegada de <em><strong>Oppenheimer</strong></em>. Esse pode ser o filme que mudará a trajetória da carreira do cineasta.</p>
<p>O longa-metragem, que estreia nesta quinta-feira (20), é um passo além do diretor em sua forma de fazer cinema. Não se enganem, a produção continua sendo bem administrada e rodeada por uma equipe técnica sublime – a prova disso está na montagem, fotografia, edição de som e trilha sonora. Contudo, é finalmente possível sentir algo, ainda que de forma sutil. Mesmo que Nolan tenha muito o que explorar sobre a densidade das emoções humanas daqui para frente, ele enfim furou a bolha com <em><strong>Oppenheimer</strong></em>. O boneco de madeira se tornou um garoto de verdade e entregou o seu mais belo trabalho da carreira.</p>
<p>Na cinebiografia, o público embarca na vida de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), o físico teórico que ficaria conhecido como pai da bomba atômica. A história descreve desde os primeiros anos do cientista e seus contatos com figuras proeminentes do mundo da física até o início do Projeto Manhattan, seu resultado e os dilemas científico/éticos no pós Segunda Guerra. Em meio aos louros, os relacionamentos, a política e a vaidade, Oppenheimer marcou a história da humanidade como o Prometeu moderno, dando ao povo o poder de se destruir com o início da corrida nuclear.</p>
<p>A partir de uma história como essa, o filme poderia ser muitas coisas, inclusive só mais uma cinebiografia que cairia no esquecimento em pouco tempo. A virada de chave, no entanto, está no <em>timing</em> que o projeto é lançado. Ainda que fale de um acontecimento histórico de décadas atrás, a perspectiva de discutir a relação entre avanço da ciência, guerra e ética não poderia ser mais atual. Com dilemas da inteligência artificial e as atrocidades da guerra na Ucrânia acontecendo, <em><strong>Oppenheimer</strong></em> chega aos cinemas pronto para pontuar o que precisa ser discutido no momento sobre esses assuntos – e, desta vez, com camadas e profundidade.</p>
<p>Baseado no livro ‘Prometeu Americano’, de Kai Bird e Martin J. Sherwin, o roteiro consegue tornar central a discussão da vaidade do personagem e o dilema que a sua invenção gerou para a humanidade e para si. Esse pano de fundo, unido com uma montagem brilhante de Jennifer Lame (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-historia-de-um-casamento/"><em>História de um Casamento</em></a>, de 2019, e <em>Pantera Negra: Wakanda Para Sempre</em>, de 2022) e as performances de um elenco potente faz as três horas de duração passarem despercebidas. <em><strong>Oppenheimer</strong></em> é um dos melhores trabalhos de Nolan também como roteirista – o qual, possivelmente, estará como um dos favoritos na corrida pela estatueta no Oscar de 2024.</p>
<figure id="attachment_16943" aria-describedby="caption-attachment-16943" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-16943" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Oppenheimer-2-750x500.jpg" alt="Oppenheimer (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Oppenheimer-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Oppenheimer-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Oppenheimer-2-610x406.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Oppenheimer-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Oppenheimer-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Oppenheimer-2.jpg 1169w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-16943" class="wp-caption-text">Cillian Murphy em cena de &#8216;Oppenheimer&#8217; (2023)</figcaption></figure>
<p>Outro ponto de destaque na técnica do filme é a fotografia. Como a narrativa se divide em duas tramas – a trajetória de Oppenheimer e a audiência de decisão da entrada de Lewis Strauss como secretário na Casa Branca -, o diretor de fotografia Hoyte van Hoytema (<em>Tenet</em> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-nao-nao-olhe/"><em>Não! Não Olhe!</em></a>, de 2022) teve a oportunidade de brincar com cores, sombras e formas da imagem em <em><strong>Oppenheimer</strong></em>. Sendo uma das frentes narrativas colorida e a outra em preto e preto, Hoyte entrega um espetáculo visual de tirar o fôlego.</p>
<p>E para permitir que o diretor de fotografia gerasse imagens ainda mais espetaculares, o departamento de arte, especificamente a equipe de efeitos práticos, teve que trabalhar muito. As cenas de recriação da explosão da bomba atômica são algumas das mais belas de se assistir ao longo do filme – e, possivelmente, da filmografia de Christopher Nolan. O trabalho da equipe supervisionada por Scott R. Fisher é fundamental para gerar a humanidade que <em><strong>Oppenheimer</strong></em> necessitava – e que Nolan precisava trazer há anos para suas produções.</p>
<p>Além dos destaques e das possíveis indicações pelo roteiro, montagem e edição, fotografia e efeitos visuais, a edição de som, a trilha sonora e o figurino são outros fortes nomes para indicações aos maiores prêmios de cinema do ano. Falando especificamente do som, ele é, ao lado da fotografia, um dos principais aliados para impulsionar a narrativa. Se <em><strong>Oppenheimer</strong></em> é capaz de alcançar voos ainda mais altos é porque o santíssimo quinteto direção-roteiro-fotografia-som-trilha está operando de forma coesa e eficaz. E o trabalho de composição de Ludwig Göransson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/"><em>Pantera Negra</em></a>, de 2018) é impressionante, potente e completa este pentágono criativo.</p>
<p>Por fim, e não menos importante, <em><strong>Oppenheimer</strong></em> alcança o que alcança por mais duas razões, seu elenco estelar e a direção de Christopher Nolan. Desta vez, diferente da maioria de seus trabalhos, o cineasta pareceu sair de sua função de administrador de uma produção e mergulhou de cabeça como criador, se permitindo sentir e se sensibilizar pela história que estava construindo. Essa dedicação diferenciada para o projeto é claramente sentida desde os primeiros minutos do filme. Nolan terá uma dura concorrência na temporada do Oscar – como por exemplo o forte nome da brilhante Greta Gerwig por <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-barbie/"><em>Barbie (2023)</em></a> -, mas, desta vez, o nome do diretor estar entre os indicados é mais do que merecido.</p>
<p>Para encerrar a composição de potência da produção, <em><strong>Oppenheimer</strong></em> conta com um grande elenco. Seja na extensão ou em qualidade, os atores e as atrizes envolvidos nesse processo são um reforço da coesão do projeto e dão razão ao adjetivo. Evidentemente existe um destaque maior para três pessoas: Cillian Murphy, Robert Downey Jr. e Emily Blunt. Os três são as apostas para o Oscar, podendo até, quem sabe, render uma estatueta para o eterno Homem de Ferro, mostrando à Hollywood que ele pode e é mais do que ator de um só personagem.</p>
<p>Regada de dúvidas, delírios e vaidades, a jornada pessoal e ética do físico J. Robert Oppenheimer é, sem sombra de dúvidas, um dos filmes do ano e marcará a temporada de premiações por sua qualidade e poderio técnico. Além de, como pontuado algumas vezes ao longo do texto, ser, quem sabe, uma nova fase para Christopher Nolan. Se <strong><em>Oppenheimer</em></strong> representar o início de uma nova era de produções com mais profundidade e sensibilidade do cineasta britânico, então o futuro do cinema guarda algo inspirador. Caso tenha sido apenas um flerte momentâneo com esse lado mais denso e humano do diretor, pelo menos o mundo terá a oportunidade de vivenciar a experiência cinematográfica que é assistir ao filme.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Christopher Nolan</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Cillian Murphy, Emily Blunt, Matt Damon, Robert Downey Jr., Florence Pugh, Josh Hartnett, Casey Affleck, Rami Malek, Kenneth Branagh, Benny Safdie e Jack Quaid</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/F3OxA9Cz17A?si=t_qYi7N4cEY9hHD9" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/">Crítica: Oppenheimer</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-oppenheimer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Vingadores: Ultimato (SEM SPOILER)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2019 14:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Mackie]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Cumberbatch]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Wong]]></category>
		<category><![CDATA[Brie Larson]]></category>
		<category><![CDATA[Chadwick Boseman]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pratt]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Danai Gurira]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Bautista]]></category>
		<category><![CDATA[Don Cheadle]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Olsen]]></category>
		<category><![CDATA[Evangeline Lilly]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gwyneth Paltrow]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Renner]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Jon Favreau]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Brolin]]></category>
		<category><![CDATA[Karen Gillan]]></category>
		<category><![CDATA[Letitia Wright]]></category>
		<category><![CDATA[Linda Cardellini]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Ruffalo]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Douglas]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Pfeiffer]]></category>
		<category><![CDATA[Natalie Portman]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Rudd]]></category>
		<category><![CDATA[Rene Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel L. Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastian San]]></category>
		<category><![CDATA[Stan Lee]]></category>
		<category><![CDATA[Tessa Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[Tilda Swinton]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hiddleston]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Holland]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Vingadores]]></category>
		<category><![CDATA[Vingadores: Ultimato]]></category>
		<category><![CDATA[Zoe Saldana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10447</guid>

					<description><![CDATA[<p>A jornada do herói tem seu fim. Vingadores: Ultimato chega aos cinemas com o objetivo de impressionar os fãs do Universo Estendido da Marvel (MCU) a partir de uma narrativa cheia de surpresas e emoção. A grandiosidade do longa-metragem se apresenta desde a sua duração até as pomposas cenas de batalha. A produção tenta seguir a mesma linha de Guerra Infinita (2018) e trabalha a visualidade e a dinâmica dos acontecimentos de tal forma a prender o público desde seus [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/">Crítica: Vingadores: Ultimato (SEM SPOILER)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornada do herói tem seu fim. <strong><em>Vingadores: Ultimato</em></strong> chega aos cinemas com o objetivo de impressionar os fãs do Universo Estendido da Marvel (MCU) a partir de uma narrativa cheia de surpresas e emoção. A grandiosidade do longa-metragem se apresenta desde a sua duração até as pomposas cenas de batalha. A produção tenta seguir a mesma linha de <em>Guerra Infinita</em> (2018) e trabalha a visualidade e a dinâmica dos acontecimentos de tal forma a prender o público desde seus primeiros minutos de tela.</p>
<p>A construção do MCU pode ser analisada através do conceito de Joseph Campbell de monomito – também conhecido como jornada do herói. O ciclo de Campbell é visto em cada uma das três fases do MCU – representando os três atos do caminho a ser trilhado pela figura heroica. A Fase Três da Marvel – iniciada em <em>Guerra Civil</em> (2016) – estabelece as mudanças significativas que desencadeariam os acontecimentos começados em <em>Infinity War</em> cuja conclusão só ocorre em <strong><em>Endgame</em></strong> (título original). O contraponto, a mudança e o confronto final são os focos desse último ato elaborado pela Marvel Studios. Todos os elementos criados até então foram pensados para que os Vingadores vivessem essa última tarefa.</p>
<p>Após Thanos (Josh Brolin) devastar metade da população do universo, os Vingadores encontram-se desmantelados. Os membros da equipe de super heróis que viveram ao estalo estão devastados com a perda da batalha. Mesmo com todo esse sentimento de culpa e dor e sem o Tony Stark (Robert Downey Jr.) – cujo está perdido no espaço com a Nebulosa (Karen Gillan) –, Capitão América (Chris Evans) e Viúva Negra (Scarlett Johansson) continuam a buscar pelo Titã louco para detê-lo e reverter o estrago feito pelas Joias do Infinito. Em meio a isso, a enigmática volta do Homem-Formiga (Paul Rudd) parece trazer uma nova solução para o problema e faz com que os Vingadores remanescentes se reúnam para uma tentativa final de consertar o erro.</p>
<p>No novo longa, o desenvolver do episódio final é dividido em dois momentos: a primeira parte é dinâmica, explicativa e chocante enquanto a segunda é lenta, emocional e cheia de reviravoltas. A narrativa se estabelece a partir da ideia de resolução das questões em aberto. Os primeiros 20 minutos de tela causam uma sensação de desnorteamento pela quantidade de incidentes ocorridos. Apesar do impacto positivo causado nessa espécie de prólogo, existem algumas saídas escolhidas para a história que são mal trabalhadas. O Homem-Formiga saindo do reino quântico e a salvação de Tony Stark e Nebulosa do espaço são exemplos de situações malfeitas. Os <em>plots twists</em>, contudo, conseguem superar esses defeitos da primeira parte do longa e podem acabar passando despercebidos para alguns.</p>
<p>Em seu segundo momento, a produção remonta a força de grandiosidade existente em <em>Guerra Infinita</em> e executa todas as soluções apresentadas pelas personagens. Com todos os percalços óbvios de uma jornada heroica, os Vingadores confrontam sua própria realidade. Existe uma preocupação do filme em amarrar e retomar todos os pontos subentendidos, mal resolvidos e esquecidos dos seus antecessores. A segunda parte do longa, portanto, se atenta com o esclarecimento dessas questões e com o tão esperado confronto final entre os heróis e seu maior inimigo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10453" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Vingadores: Ultimato" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely (<em>Guerra Civil</em> e <em>Guerra Infinita</em>) peca em alguns momentos. Diferente do capítulo anterior, nem todas as personagens são bem aproveitadas. Mais uma vez a Marvel insiste na mudança de estilo de Thor – a qual foi sucesso entre alguns fãs em <em>Ragnarok</em> (2017) –, da mesma forma o estúdio, novamente, subaproveitou a Capitã Marvel. Apesar da super heroína ter sido vendida como a solução para os problemas do outro filme, ela foi pessimamente explorada durante a produção. Além disso, existem dúvidas quanto a alguns acontecimentos pontuais dessa produção que ficam sem explicação. Independente dos 181 minutos de duração, a obra conseguiu deixar o público confuso com algumas de suas saídas mal explicadas.</p>
<p>O ritmo da narrativa, contudo, faz do filme uma experiência prazerosa. Apesar das falhas e questões mal trabalhadas no roteiro, o longa-metragem imprime uma qualidade que segue a linha das outras produções. O capítulo final não deixa de cumprir sua função para o universo e tampouco decepcionará os fãs – seja dos filmes ou quadrinhos. Os co-roteiristas souberam usar muito bem os momentos de embate e os <em>plots</em> para criar esse apego a trama. A emoção é constante e bem executada, as personagens que eles se propõem a trabalhar de verdade são bem desenvolvidas e o momento ápice da história carrega a essência dos últimos 11 anos de trabalhos da Marvel Studios.</p>
<p>Mais uma vez os irmãos Russo emplacam o que será, provavelmente, seu maior sucesso. <em><strong>Endgame</strong></em> abrange ideias e caminhos surpreendentes. A condução dessa narrativa é bem regida por Anthony e Joe e proporciona aos fãs um último vislumbre ao que eles conhecem. Os diretores souberam criar uma boa despedida. Existe um clima nostálgico e saudosista do início ao fim da película. A sensibilidade reina durante as três horas de filme – seja pelo teor das cenas, seja pela representatividade que a produção tem para o MCU – e ela conduz o espectador. O público é pego pelo coração pela forma como os irmãos elaboram as cenas, o desencadeamento das ações e a própria emoção.</p>
<p>Apesar das falhas com figuras como Capitã Marvel e Thor, <strong><em>Ultimato</em></strong> tem uma presença de personas maior que seu antecessor. Mesmo com esse desafio, os irmãos Russo e os co-roteiristas Markus e McFeely decidem por criar mininarrativas dentro do conflito maior. É como se dentro da jornada do herói existisse um embate particular que cada um deles precisa resolver. Gavião Arqueiro, Viúva Negra, Homem de Ferro e Capitão América são algumas das personagens destaque da narrativa cujo aproveitamento foi correto. Cada uma de suas ações e vivências durante o conflito final são extremamente representativas para o universo e para o futuro do MCU e das personagens.</p>
<p>Em meio a toda essa batalha dentro e fora das telonas, a produção acerta com outro trabalho que terá uma vida longa nos multiplex e arrecadará montanhas de dólares. É inevitável pontuar e impossível de não perceber os erros cometidos quando se pensa sob uma perspectiva do que seria uma criação cinematográfica completa. <strong><em>Vingadores: Ultimato</em></strong> finaliza a jornada do herói com alguns tropeços, mas, ainda assim, marcará o gênero. O longa é, entretanto, tecnicamente inferior a <em>Guerra Infinita</em> por comportar uma mesma grandiosidade de tempo, personagens e narrativas paralelas, porém o fazendo com alguma – mesmo que pequena – dificuldade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joe Russo, Anthony Russo<br />
<strong>Elenco:</strong> Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Brie Larson, Paul Rudd, Don Cheadle, Karen Gillan, Josh Brolin, Gwyneth Paltrow, Jon Favreau, Chris Pratt, Elizabeth Olsen, Danai Gurira, Benedict Wong, Tessa Thompson, Anthony Mackie, Sebastian San, Chadwick Boseman, Dave Bautista, Evangeline Lilly, Tom Holland, Michelle Pfeiffer, Tilda Swinton, Letitia Wright, Linda Cardellini, Natalie Portman, Rene Russo, Zoe Saldana, Tom Hiddleston, Michael Douglas, Samuel L. Jackson, Stan Lee, Benedict Cumberbatch</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4QRdB4RAQMs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/">Crítica: Vingadores: Ultimato (SEM SPOILER)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Homem-Aranha &#8211; De Volta ao Lar</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 00:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Aranha]]></category>
		<category><![CDATA[Homem-Aranha: De Volta ao Lar]]></category>
		<category><![CDATA[Marisa Tomei]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Holland]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7886</guid>

					<description><![CDATA[<p>O subtítulo &#8220;De Volta ao Lar&#8221; de Homem-Aranha: De Volta ao Lar tem um significado específico na trajetória do personagem-título nos cinemas. Após um acordo com a Sony, detentora dos direitos de adaptação do herói para as telonas desde o primeiro filme dirigido por Sam Raimi e estrelado por Tobey Maguire nas telonas em 2002, a Marvel Studios traz para o seu panteão de personagens do projeto Vingadores uma de suas mais icônicas propriedades. Nesse sentido, o Homem-Aranha que verá nas telonas é bem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/">Crítica: Homem-Aranha &#8211; De Volta ao Lar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O subtítulo &#8220;De Volta ao Lar&#8221; de <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>tem um significado específico na trajetória do personagem-título nos cinemas. Após um acordo com a Sony, detentora dos direitos de adaptação do herói para as telonas desde o primeiro filme dirigido por Sam Raimi e estrelado por Tobey Maguire nas telonas em 2002, a Marvel Studios traz para o seu panteão de personagens do projeto <i>Vingadores</i> uma de suas mais icônicas propriedades. Nesse sentido, o Homem-Aranha que verá nas telonas é bem diferente daquele dos anos 2000, ele faz parte de todo um projeto de narrativa seriada cinematográfica calcado em marcas específicas. Os tempos são outros e, queira ou não queira, é imperativo para essa gigante do cinema inseri-lo em seu universo cinematográfico repleto de conexões entre seus diversos núcleos de personagem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Esse Homem-Aranha de 2017 tem Tony Stark, o Homem de Ferro, como seu mentor e ídolo, gravitando em um mundo fortemente marcado pelo impacto cultural produzido pelos Vingadores, a ponto do Capitão América ser mostrado reiteradamente no colégio de Peter Parker em um vídeo institucional-educativo. Assim, olhando <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>por esses termos, o filme cumpre ao que veio, mostrando-se como mais uma ramificação coerente desse universo cinematográfico ao mesmo tempo em que procura estabelecer a personalidade desse novo Peter Parker nesse contexto. No entanto, por atender ao modelo narrativo da empresa Marvel Studios, bem-sucedido nas bilheterias e aceito pela crítica, o longa acaba sacrificando ocasionalmente momentos de genuína emoção que conectam o espectador ao protagonista, que, por sinal, eram feitos de maneira magistral por Sam Raimi em <i>Homem-Aranha </i>e <i>Homem-Aranha 2</i>. Portanto, visto como subproduto <i>Vingadores</i>, <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>cumpre sua função sem comprometer as marcas de um modelo de cinema que parece agradar ao espectador com a produção de uma narrativa leve, marcada pelo humor e que atenua qualquer gravidade no destino dos seus personagens com suas piadas autorreferenciais, porém, em um quadro comparativo, <i>De Volta ao Lar </i>não tem o impacto histórico e emocional das produções protagonizadas pelo personagem no início dos anos 2000. Falta um pouquinho de coração, ainda que se anuncie esse filme como o exemplar mais genuíno e fiel ao personagem das HQs que verá.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7888" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/07/spider-man_michael_keaton_batman_0.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>é ambientado após os eventos de <i>Capitão América: Guerra Civil</i>. No filme, Peter Parker aguarda um retorno de Happy, fiel funcionário das empresas Stark, para uma próxima missão, caso o Homem de Ferro necessite dos seus serviços. Diante de meses de silêncio, Parker resolve sair por Nova York por conta própria como o Homem-Aranha e acaba descobrindo uma gangue liderada pelo Abutre que há tempos especializou-se em caçar armamentos e equipamentos deixados por aí pelos Vingadores e seus inimigos para vendê-los em um mercado paralelo. Assumindo a vida dupla como Peter Parker, lidando com os problemas mundanos de um adolescente no colegial, e como Homem-Aranha, enfrentando o Abutre e sua gangue, o personagem, ao longo do filme percorre uma trajetória na qual tem que aprender a lidar com suas limitações, escolhas e a responsabilidade que passa a assumir no momento em que veste o uniforme do herói.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>certamente fará sucesso com o público e com quem já costuma dar certificado de aprovação aos filmes da Marvel. Está longe de apresentar um resultado ruim como <i>Homem de Ferro 3 </i>ou morno como <i>Thor </i>e <i>Thor: O Mundo Sombrio</i>, se igualando a resultados corretos como <i>Vingadores </i>e <i>Homem de Ferro, </i>mas não acima da média como <i>Capitão América: Soldado Invernal</i>.<i> </i> Não tem uma vírgula no roteiro desse filme que já não tenha sido testada com êxito em tantos outros exemplares da Marvel de grande aceitação pelo seu público. <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>ainda tem o mérito de ter um vilão bem construído em suas motivações, o Abutre vivido por Michael Keaton, algo que a Marvel sempre foi acusada de não conseguir desenvolver satisfatoriamente à exceção de Loki, mas isso nem chega a ser difícil já que a galeria de vilões do Homem-Aranha sempre foi conhecida como uma das melhores da empresa.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Os melhores momentos de <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</i>, no entanto,<i> </i>não são àqueles em que ele adere irrestritamente à fórmula Marvel, ou seja, não estão nos <i>insights </i>cômicos que se apropriaram das referências à cultura adolescente ( trilha sonora <i>pop</i>, uso de filmagens &#8220;caseiras&#8221;, referências a <i>Star Wars</i>) ou ao próprio universo das adaptações em quadrinhos para o cinema (há um momento em que claramente é feita uma menção ao Batman de Christopher Nolan), mas quando o longa investe seu tempo no amadurecimento emocional e nos conflitos psicológicos do seu protagonista, um adolescente imaturo, de bom coração e cheio de inseguranças, algo que, por sinal, nos faz lembrar das razões que fizeram <i>Homem-Aranha </i>e <i>Homem-Aranha 2 </i>se conectarem com tantas pessoas por tanto tempo, Sam Raimi conseguia conduzir tais momentos como nenhum outro realizador. Uma cena específica do longa é, possivelmente, uma das mais fortes em termos de investimento emocional da Marvel Studios e infelizmente não se repete por mais vezes no filme:  Peter é soterrado por destroços e demonstra vulnerabilidade e medo por não conseguir se desvencilhar de uma situação que coloca em risco sua própria vida. Talvez <i>De Volta ao Lar </i>precisasse de mais momentos como esse para ser &#8220;aquele&#8221; filme da Marvel que fugisse de um esquema criativo tão burocrático como o que exibe em tantos outros exemplares a cada ano.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Agradando aos fãs do filme do estúdio com a oferta de um modelo de narrativa que dosa humor com <i>fan service</i>, <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>usa esta fórmula consagrada à serviço de um personagem que parece se adequar a tais moldes. Ainda que os momentos de genuína humanidade e emoção da história se percam em meio à urgência de se produzir doses cavalares de comicidade, algo que demonstra um certo desgaste nas produções desse nicho, <i>Homem-Aranha: De Volta ao Lar </i>é um longa de entretenimento coerente e bem feito. É impossível não sair com uma mínima dose de satisfação ao final da sessão, especialmente os fãs do personagem que amargaram filmes tão decepcionantes quanto os  <i>reboots</i> <i>O Espetacular Homem-Aranha</i>, com Andrew Garfield como o personagem-título. Como fã do personagem somente em sua encarnação nos cinemas (as HQs do herói nunca fizeram parte da minha vida), <i>Homem-Aranha </i>e <i>Homem-Aranha 2 </i>de Sam Raimi ainda têm lugar cativo justamente pelo investimento emocional que faziam na trajetória e conflitos desse personagem, algo que, infelizmente, parece ser dissolvido nesse cinema de super-heróis que se faz hoje em dia. Mas, como sublinhei linhas atrás, para o bem e para o mal, são outros tempos.</p>
<p>Obs.: Há duas cenas pós-créditos ao final do filme. Portanto, só saia da sala quando o filme realmente tiver terminado (e a segunda cena pós-créditos vale muito a pena).</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/x5Q0AzHr3FM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/">Crítica: Homem-Aranha &#8211; De Volta ao Lar</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Capitão América &#8211; Guerra Civil</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-america-guerra-civil/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-america-guerra-civil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 15:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América - Guerra Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América 2 - O Soldado Invernal]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Rudd]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=5941</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em um momento crucial de Capitão América &#8211; Guerra Civil, sendo mais específico, o duelo final entre os dois personagens centrais desse filme (o Capitão América e o Homem de Ferro) parte da essência da clássica e cultuada série de HQs Guerra Civil da Marvel é transposta em um filme que não faz questão alguma de prestar obediência (e nem deveria ou teria a obrigação de fazer isso) aos quadrinhos. Existem dois modelos de condutas bem claros que são postos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-america-guerra-civil/">Crítica: Capitão América &#8211; Guerra Civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em um momento crucial de <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil</i>, sendo mais específico, o duelo final entre os dois personagens centrais desse filme (o Capitão América e o Homem de Ferro) parte da essência da clássica e cultuada série de HQs <i>Guerra Civil </i>da Marvel é transposta em um filme que não faz questão alguma de prestar obediência (e nem deveria ou teria a obrigação de fazer isso) aos quadrinhos. Existem dois modelos de condutas bem claros que são postos em conflito e, nesse ponto do texto, inevitavelmente, recorrerei a <b><u>SPOILERS</u></b>, portanto, <b>SE NÃO ASSISTIU AO FILME, NÃO CHEGUE AO FINAL <u>DESSE PARÁGRAFO INTRODUTÓRIO</u></b>. O Homem de Ferro questiona o <i>status </i>de herói do Capitão América, atribuindo a sua fama a uma simbólica indumentária e ao seu poderoso escudo, que, por sinal, fora feito com o dinheiro e a tecnologia do seu pai, afirma Stark. Imediatamente, Steve Rogers abandona o seu escudo e posteriormente, em uma carta, os próprios Vingadores (mesmo que momentaneamente, é verdade), deixando claro que o que o torna um herói não é o escudo, a roupa ou mesmo o reconhecimento público conferido pela simbologia em torno do Capitão América ou do <i>status </i>legal de líder dos Vingadores, mas sim a sua conduta ética. Esse talvez seja o ponto máximo em que <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil </i>consegue levar a Marvel Studios a um patamar um pouco acima do perfil burocrático que os seus filmes seguiram até então, permitindo discussões tão interessantes quanto aquelas que foram provocadas por <i>Guerra Civil </i>nas HQs.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><b>O FILME <u>SEM SPOILERS </u>AGORA</b>. E <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil </i>segue esse tom. O filme está longe de seguir a urgência das HQs <i>Guerra Civil</i>, que trazia discussões sobre a conduta dos EUA pós-11 de setembro em sua atuação contra o terrorismo numa oposição entre segurança (defendida pelo Homem de Ferro) e liberdade (Capitão América) &#8211; e desculpem as comparações, mas é inevitável, o próprio filme se submete a esse risco quando se intitula <i>Guerra Civil</i>. Essa corajosa discussão política, contudo, é diluída no longa, que não toma decisões tão enérgicas assim sobre o futuro dos seus personagens quanto seu vínculo prometera. No filme dos irmãos Russo, existe um conflito ideológico em &#8220;carne viva&#8221;, mas as motivações são muito mais de ordem pessoal, sobretudo pelo ponto de vista do Tony Stark.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>E antes que alguns comecem a virar o nariz para o que escrevo sobre o filme, problematizar esse aspecto da obra, que, na verdade, acaba externando um &#8220;calcanhar de Aquiles&#8221; de toda a produção da Marvel Studios nesse projeto <i>Vingadores </i>desde o longa <i>Homem de Ferro </i>em 2008, não implica que este que vos escreve não reconhece as qualidades desse longa em especial e de tudo a Marvel e seus produtores fizeram até aqui. Acontece que, o resultado de <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil</i>, ainda que consiga ser mais corajoso, maduro e com personalidade do que outros trabalhos da Marvel Studios, é obstacularizado pelo receio que os envolvidos sempre têm de produzir uma obra que desagrade um nicho do público. Os filmes são homogêneos e não tem muita coragem para tomar decisões extremas que, de fato, possam elevar o tom de urgência de seus temas e modificar drasticamente o curso dos seus personagens, levando-os a mudanças mais radicais. Mesmo em <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil</i>, talvez o longa que assuma as decisões mais enérgicas do estúdio com relação às dinâmicas dos seus personagens, qualquer movimento além do esperado para um filme Marvel Studios é inibido por alguma piada ou mesmo um <i>happy end</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> Manter esse tom é errado? Não necessariamente, e talvez essa reflexão particular que faço em formato de crítica seja uma questão de &#8220;paladar&#8221; cinematográfico do autor desse texto. Acontece que quando temos uma linha ascendente de longas que demonstraram desejar ir além do &#8220;feijão com arroz&#8221; da Marvel Studios (um &#8220;feijão com arroz&#8221; bom, mas que não deixa de ser um &#8220;feijão com arroz&#8221;) como <i>Capitão América 2 &#8211; Soldado Invernal </i>e, até mesmo, <i>Guardiões da Galáxia</i>, <i>Homem-Formiga </i>e <i>Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador</i>, longas que permitiram, em diferentes tons, aos seus diretores irem além do manual Marvel de fazer filmes e imprimiram uma certa personalidade aos projetos, cria-se uma expectativa grande para um longa com a dimensão prometida em <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil</i>, que não deixa de esgarçar as possibilidades dramáticas do universo, mas que também é muito tímido em determinados momentos nos quais visivelmente poderia colocar a produção do estúdio em outro patamar. Acredito que essa problematização/ reflexão seja importante para que a gente possa sair dessa polarização pobre que costuma dominar a discussão sobre o cinema nos últimos tempos, simplificando as coisas entre o &#8220;gosto&#8221; ou &#8220;não gosto&#8221;, entre aqueles que odeiam e amam sem concessões os filmes. Esse tipo de exercício reflexivo, acredito, é interessante e bem-vindo, enriquece o debate e nossa percepção não apenas sobre a obra em si, mas sobre o que ela representa e traz do seu próprio modelo de produção.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-5952" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/04/13059445_10206665833941343_1172456252_n.jpg" alt="13059445_10206665833941343_1172456252_n" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Sobre o filme em si, <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil </i>é uma experiência bem divertida e é interessante notar como os irmãos Joe e Anthony Russo conseguem costurar a trama do longa e desenvolver as demandas requeridas pelo seu grupo numeroso de personagens sem deixar a desejar no tratamento de nenhum deles, mesmo aqueles que estão no filme como alívio cômico somente, como é o caso do Homem-Formiga de Paul Rudd. Claro que há um realce no tratamento que os realizadores dão ao Capitão América e ao Homem de Ferro (sobre esse último, talvez a contribuição seja muito benéfica, tendo em vista o estado automático que o personagem andava de uns tempos para cá), mas há um tratamento interessante para a Viúva Negra, o Soldado Invernal, o Falcão e até para os novatos Pantera Negra e Homem-Aranha, introduzido nesse quadro de personagens de maneira resumidamente brilhante. Os diretores, assim como fizeram em <i>Soldado Invernal</i>, também conduzem muito bem as sequências de ação do filme, fazendo o espectador compreender o movimento dos seus personagens em cenas dinâmicas e marcadas por uma forte interação entre eles, além de usarem com eficiência os recursos tecnológicos à disposição de um filme desse porte.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em suma, <i>Capitão América &#8211; Guerra Civil </i>é um filme que valeu a pena esperar. É certo que chega aos cinemas coberto de expectativas e com um boca-a-boca exagerado que o anuncia como &#8220;o melhor filme de super-heróis já feito&#8221;, &#8220;o melhor filme da Marvel Studios&#8221;, &#8220;o melhor filme do ano&#8221; etc. Particularmente, e em um primeiro contato (nenhuma palavra sobre obra alguma pode ser definitiva e está sempre sujeita a revisões), não vejo o filme se enquadrar em nenhum desses títulos. É um longa marcado pelos momentos mais dramáticos e pelas decisões mais extremas do estúdio com relação aos seus personagens, muito eficiente técnica e narrativamente, mas que também sofre por ser uma história que tem o potencial de ir além do que realmente foi e que não avança mais em prol de todo um manual de produção cinematográfica que é muito cômodo aos envolvidos. Tem infinitas qualidades, mas também é um filme cujos falhas são reflexo de uma política diplomática da Marvel Studios de atender a várias demandas ao mesmo tempo (às do público nerd, dos cinéfilos, do espectador esporádico de cinema etc.) que, curiosamente, é responsável pelos seus méritos. Entrega uma narrativa &#8220;basicona&#8221; que vai um pouco além do que a gente está acostumado a ver eles realizarem, mas que também não é marcada por tanta coragem assim quanto se esperava, sobretudo depois de um filme tão interessante quanto <i>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal. </i></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-america-guerra-civil/">Crítica: Capitão América &#8211; Guerra Civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-capitao-america-guerra-civil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assista ao primeiro trailer de Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 12:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América 3 - A Guerra Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Os Vingadores]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=4005</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dos filmes mais aguardados de 2016, Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil tem enfim o seu primeiro trailer divulgado pela Marvel. O filme é baseado em uma das tramas mais cultuadas das HQs da editora e traz um conflito interno na equipe dos Vingadores que faz com que os heróis de dividam em duas equipes, uma liderada pelo Capitão América e a outra pelo Homem de Ferro, com visões diferentes sobre as ações do grupo de super-heróis na Terra. O [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/">Assista ao primeiro trailer de Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Captain-America-3-Civil-War-Fan-Art-Battling-Iron-Man.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4006" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Captain-America-3-Civil-War-Fan-Art-Battling-Iron-Man-620x310.jpg" alt="Captain-America-3-Civil-War-Fan-Art-Battling-Iron-Man" width="620" height="310" /></a></p>
<p>Um dos filmes mais aguardados de 2016, <em><strong>Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil</strong> </em>tem enfim o seu primeiro trailer divulgado pela Marvel. O filme é baseado em uma das tramas mais cultuadas das HQs da editora e traz um conflito interno na equipe dos Vingadores que faz com que os heróis de dividam em duas equipes, uma liderada pelo Capitão América e a outra pelo Homem de Ferro, com visões diferentes sobre as ações do grupo de super-heróis na Terra.</p>
<p>O longa é dirigido por Anthony e Joe Russo, de <em>Capitão América 2 &#8211; Soldado Invernal </em>e traz Chris Evans e Robert Downey Jr. encabeçando um elenco formado por Scarlett Johansson (Viúva Negra), Elizabeth Olsen (a Feiticeira Escarlate), Paul Rudd (Homem-Formiga), Anthony Mackie (Falcão), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Paul Bettany (Visão), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Emily VanCamp (Sharon Carter) e Don Cheadle (Máquina de Guerra). O vilão do filme será interpretado por Daniel Brühl e o filme ainda trará as estreias de Chadwick Boseman e Tom Holland no universo Marvel, ambos intérpretes do Pantera Negra e do Homem-Aranha, que terão seus filmes solos após <em>Capitão América 3. </em></p>
<p><em>A Guerra Civil </em>trará reflexos nos próximos filmes da Marvel, incluindo <em>Thor 3</em>, que será protagonizado não apenas por Thor, mas também pelo Hulk, que não aparecem em <em>Capitão América 3</em>, e nos próximos filmes dos Vingadores. <em>Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil </em>estreia dia 28 de abril de 2016.</p>
<p>Assista ao trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uVdV-lxRPFo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira também os cartazes oficiais do filme:</p>
<p>&nbsp;</p>

<a href='https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/captain-america-v-iron-man-civil-war-46186/'><img decoding="async" width="600" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Captain-America-v-Iron-Man-Civil-War-46186-600x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/civil-war-poster-04c38/'><img decoding="async" width="656" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Civil-War-Poster-04c38-656x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/civil-war-poster-iron-man-c492b/'><img decoding="async" width="599" height="343" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/Civil-War-Poster-Iron-Man-c492b-599x343.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>

<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/">Assista ao primeiro trailer de Capitão América 3 &#8211; A Guerra Civil</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/assista-ao-primeiro-trailer-de-capitao-america-3-a-guerra-civil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Juiz</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juiz/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juiz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2014 15:38:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Billy Bob Thornton]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Leighton Meester]]></category>
		<category><![CDATA[O Juiz]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Duvall]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Farmiga]]></category>
		<category><![CDATA[Vincent D'Onofrio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2209</guid>

					<description><![CDATA[<p>O filme O Juiz passou uma impressão bem diferente para quem inicialmente viu o cartaz nos cinemas e depois viu o trailer. A primeira impressão era que seria um filme de suspense, intriga e disputa de poder, quando na verdade não passa de um drama. Talvez isso tenha causado uma certa frustração nas pessoas e não podemos julgá-las por isso. A história é um pouco batida, bem verdade. Trata-se de um advogado bem sucedido que costuma defender pessoas que são [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juiz/">Crítica: O Juiz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/O-Juiz-1024x682.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2211 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/O-Juiz-1024x682.jpg" alt="O-Juiz-1024x682" width="610" height="348" /></a></p>
<p>O filme <em>O Juiz</em> passou uma impressão bem diferente para quem inicialmente viu o cartaz nos cinemas e depois viu o trailer. A primeira impressão era que seria um filme de suspense, intriga e disputa de poder, quando na verdade não passa de um drama. Talvez isso tenha causado uma certa frustração nas pessoas e não podemos julgá-las por isso.</p>
<p>A história é um pouco batida, bem verdade. Trata-se de um advogado bem sucedido que costuma defender pessoas que são culpadas e ganhar bolos de dinheiro com isso. Ele recebe uma ligação inesperada avisando que sua mãe faleceu. Hank Palmer tem que ir então para sua cidade natal no interior dos Estados Unidos e reviver suas feridas. Ele tem uma péssima relação com o pai, que é um juiz da cidade e extremamente autoritário. Palmer acaba tendo que lidar com essas questões enquanto sofre com a perda da mãe.</p>
<p>O interessante do filme é poder ver Robert Downey Jr. fazendo um papel mais sério e menos pretensioso, embora ele continue com o ar de galã. É incrível a capacidade que ele tem de parecer mais jovem e neste filme isso é ainda mais perceptível. Gostei também de poder vê-lo atuando sem tantas máscaras, mostrando de verdade seu potencial. E acredito que ele é sim um bom ator, apenas têm feito papéis muito caracterizados. Embora ainda consigamos ver os vestígios de Tony Stark neste aí.</p>
<p>O pai é interpretado por Robert Duvall, conhecido por <em>O Poderoso Chefão</em>, e representa um dos pontos altos do filme. Ele consegue contrastar a rigidez do personagem com a debilidade que a idade propõe perfeitamente. A escolha do ator foi acertada e a química que rola entre ele e Downey Jr. é muito boa.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/o-juiz-estreia-dia-16-um-filme-destacado-pelas-excelentes-atuacoes-do-elenco-formado-por-robert-downey-jr-robert-duvall-e-vera-farmiga-o-longa-acompanha-um-advogado-bem-sucedido-que-volta-a-141272.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2212 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/o-juiz-estreia-dia-16-um-filme-destacado-pelas-excelentes-atuacoes-do-elenco-formado-por-robert-downey-jr-robert-duvall-e-vera-farmiga-o-longa-acompanha-um-advogado-bem-sucedido-que-volta-a-141272.jpg" alt="o-juiz-estreia-dia-16---um-filme-destacado-pelas-excelentes-atuacoes-do-elenco-formado-por-robert-downey-jr-robert-duvall-e-vera-farmiga-o-longa-acompanha-um-advogado-bem-sucedido-que-volta-a-141272" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Na verdade, a escolha de atores como um todo é muito boa. A dupla principal contracena ainda com Billy Bob Thornton, Vincent D&#8217;Onofrio, Vera Farmiga e Leighton Meester. Todos têm características específicas e conseguem ressaltar isso em cada cena. Eles auxiliam e muito na construção do enredo.</p>
<p>Estranho e talvez o que justifica muitas questões do filme é a presença do diretor David Dobkin, que é mais conhecido por filmes de comédia. É possível ver isso ao longo de <em>O Juiz</em>, que tem pinceladas de humor em algumas cenas. Não chega a ser forçado, no entanto, pois ajuda a ponderar o drama do longa. Mas ainda assim fica aquele questionamento sobre a escolha do diretor.</p>
<p>A história evolui com tranquilidade, pontuada por questões mais tensas que dão emoção e seguram o espectador nas mais de duas horas de duração. O cenário de cidade do interior ajuda muito na construção do drama como um todo, pois passa a monotonia que a história exige em muitos momentos e a beleza que inspira os personagens.</p>
<p><em>O Juiz</em> é um filme bom efetivamente, embora possua muitas questões que poderiam ser melhor trabalhas. Talvez o roteiro sem grandes surpresas, o final previsível. É possível enxergar um potencial perdido. Tudo isso é ponderado pelas boas atuações, é claro, o que faz com que o longa não se torne maçante. Vale a pena conferir, sabendo é claro, que o cartaz nada tem a ver com o estilo do filme.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juiz/">Crítica: O Juiz</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-juiz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
