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	<title>Arquivos Pantera Negra - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Pantera Negra - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Os protagonistas mais &#8220;badass&#8221; do cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 16:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os filmes de ação podem conseguir causar uma sensação eletrizante na plateia. O coração dispara e os olhos nem piscam! Obviamente que um protagonista bacana ajuda a contar a história e criar empatia com o espectador, fazendo com que este realmente se importe com o rumo da trama. Seguindo este e alguns outros elementos possíveis do gênero, Um dia para Viver já está em cartaz nos cinemas de Salvador (confira a nossa crítica). Nele o público vai encontrar muita explosão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os filmes de ação podem conseguir causar uma sensação eletrizante na plateia. O coração dispara e os olhos nem piscam! Obviamente que um protagonista bacana ajuda a contar a história e criar empatia com o espectador, fazendo com que este realmente se importe com o rumo da trama. Seguindo este e alguns outros elementos possíveis do gênero,<em> Um dia para Viver</em> já está em cartaz nos cinemas de Salvador (<a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-um-dia-para-viver/">confira a nossa crítica</a>). Nele o público vai encontrar muita explosão, correria, sangue, tiros e um <em>plot</em> cativante.</p>
<p>Um ex-matador de aluguel é contratado para fazer um serviço, mesmo depois de aposentado. O rapaz morre na missão, mas é ressuscitado através de um experimento que uma empresa biolionária e desonesta vem realizando. Contudo, ele tem apenas 24 horas de vida. A premissa do filme é louca e instigante, porém <em>Um dia para viver</em> tem alguns problemas como: o enredo com soluções óbvias, interpretações exageradas e falta de química do elenco. Além disso, os <em>flashbacks</em> não acrescentam em nada, porque o desfecho da trama já é bastante esperado. Logo, a tentativa de tecer idas e vindas temporais para que a conclusão do que aconteceu no passado seja descoberta no encerramento do filme é inútil.</p>
<p>No entanto, o protagonista, interpretado por Ethan Hawke, tem carisma e uma atuação na medida. Enquanto acontecem várias situações inverossímeis – até mesmo para este longa – Hawke mantém a fé cênica e cria variações corporais e energéticas nas distintas fases de sua personagem. O ator parece ter pensado em detalhes como a leve embriaguez quando ele aceita a proposta de matar pela última vez ou quando tem os apagões causados por sua quase morte. Pensando nisso, o <em>Coisa de Cinéfilo</em> reuniu uma lista com as personagens mais <em>badass</em> do cinema de ação! Confiram!</p>
<p><strong>LISTA:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9041" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/051070.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>5 – JOHN MCCLANE (<em>Duro de Matar</em>, 1991):</strong> McClane (Bruce Willis) é um policial de Nova Iorque. Ele vai para a festa de Natal da firma de sua esposa, Holly Gennero. No meio da celebração, uma gangue russa invade e tranca o prédio &#8211; o Nakatomi Plaza -, deixando todos em pânico. Menos, claro, John McClane, que decide combater os bandidos e salvar os funcionários da empresa, incluindo Gennero (Bonnie Bedelia). Entre tiros, alturas e explosões, o protagonista continua vivo e elimina qualquer perigo que venha em sua direção. Ele é, de fato, difícil de ser aniquilado e, por isso, ocupa seu lugar na lista.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9042" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/black-panther.jpeg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>4 – OKOYE (Pantera Negra, 2018):</strong> Poderosa guerreira de Wakanda, Okoye surgiu nas HQs de <em>Pantera Negra</em>, na década de 1980. Pertencente ao universo Marvel, em 2018, ela ganhou vida nos cinemas através da atriz Danai Gurira. Forte, determinada e leal, não existe soldado que consiga exterminar Okoye. Com o seu bastão, ela é precisa e rápida.  Derrota inúmeros adversários, protege líder de seu reino e salva o dia!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9043" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/371841.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>3 – DIANA PRINCE (Mulher-Maravilha, 2017):</strong> Princesa das Amazonas, Diana tem vida longas nas HQS. Nos cinemas, ela já foi vista em algumas séries e filmes. Nesta lista, a escolha foi pela Diana do filme mais recente, a primeira parte da saga da heroína, Mulher-Maravilha. Destemida, corajosa e honrada, Prince defende os humanos com muita garra, mas também cheia de carinho e coração puro. Sua vontade de salvar o dia, mesclado ao seu talento para realizar tal desejo, fazem dela uma personagem super badass, que poderia facilmente ocupar a primeira colocação. O que a afastou do topo do pódio é o fato dela ser uma semideusa!! Logo, nada justo compará-la com os mortais que conseguem destruir tudo que veem pela frente sem nenhum poder a mais.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9044" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/img01.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>2 – JOHN WICK (De volta ao jogo/John Wick: Um novo dia para matar; 2014/2017):</strong> Este é o cara que ninguém quer brincar! Após anos longe da vida do crime, sua casa é invadida, assaltada e seu cachorrinho é assassinado. Detalhe: esta é a última recordação que ele tem da falecida esposa! A partir daí é só porrada, explosão, tiro e situações inimagináveis. Wick (Keanu Reeves) não apenas sobrevive a situações surreais, como mata os inimigos com muita criatividade e energia. Apesar de sua motivação não ser salvar a humanidade, ele consegue eliminar uma quantidade gigantesca de mafiosos nos dois longas exibidos no cinema nos últimos anos. Em 2019, o público terá a oportunidade de ver a personagem em cena novamente com John Wick: Capítulo 3.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9045" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/06/MazMax_Furiosa.jpeg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>1 – FURIOSA: (Mad Max: Estrada da Fúria, 2015):</strong> A Imperatriz Furiosa faz parte da elite do antagonista Immortan Joe. Obviamente, no meio do serviço que ela prestava para o vilão, a guerreira muda de ideia e decide fazer o que acreditar ser o correto. O mais eletrizante, no entanto, é o como ela faz. Furiosa destrói tudo e todos que ficam em seu caminho. O fato da moça ser deficiente não traz nenhum empecilho, pois ela é habilidosa com qualquer tipo de arma e munição, além de ser boa de porrada. Com o rosto pintado para a guerra, a pontaria perfeita e muita perseverança, Furiosa é personagem mais badass do cinema e ocupa a primeira colocação desta lista!</p>
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		<title>Crítica: Vingadores &#8211; Guerra Infinita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2018 15:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, Vingadores: Guerra Infinita não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de fandom. Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre filmes da Marvel ou da DC Comics virou uma tarefa um pouco ingrata nos últimos tempos. Cada vez mais os fãs ficam partidários e ai de você que faça qualquer tipo de crítica negativa ao longa do momento. Por felicidade de todos, <em>Vingadores: Guerra Infinita</em> não é o caso e vai agradar a população geral de cinéfilos, sem qualquer tipo de distinção de <em>fandom</em>.</p>
<p>Os Vingadores estão separados depois do último conflito e procuram viver suas vidas independentes e da maneira mais normal possível. Eis que surge o vilão Thanos para ameaçar o universo. Ele está em busca das 6 Joias do Infinito, que vão lhe conferir o poder absoluto sobre tudo e todos. Desesperado por ter presenciado um cena chocante, Bruce Banner, nosso querido Hulk, vai em busca de ajuda para reunir os heróis novamente.</p>
<p>Os diretores Joe e Anthony Russo recebem um desafio e tanto ao ter que colocar tantos super-heróis em cenas e dar a eles oportunidade de se exibir. Não é à toa que o filme possui mais de 2h30 de duração, já que precisa mostrar, mesmo que um pouco, de todos. Aliás, eles fazem isso de uma maneira incrível. O espectador é contemplado a todo momento e o equilíbrio de importância que eles conferem a cada personagem é realmente cuidadoso. Eles já vinham mostrando um pouco disso nos últimos dois filmes de Capitão América. Mas neste, elevam a outro nível.</p>
<p>O desafio de colocar tantos heróis em cena tem outro problema: a disputa de egos de personagens e atores. Sim, é muita personalidade dominante junto e isso poderia ser um grande problema. Mas o que se percebe é uma parceria grande, um clima agradável de filmagem e uma intenção extremamente positiva de fazer aquilo dar certo. E como deu certo!</p>
<p>O roteiro precisa efetivamente ser observado. A história é profunda e coerente. Todos os fios são conectados e não é apenas aquele grande compilado de cenas de luta e pessoas morrendo. Embora o ritmo seja bem intenso, o filme vai além disso e mostra a parte sentimental dos personagens, a humanidade deles. Até o próprio vilão tem seu momento, mesmo ele sendo realmente assustador. Aliás, essa é uma característica que acaba sendo reforçada pelo lado &#8220;humano&#8221; dele.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8897" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/04/4577944.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>O filme é dos Vingadores, mas a história é de Thanos. O vilão é o centro e o foco do longa e faz todo sentido que seja. Ele é forte, poderoso e determinado, passando por cima de tudo e todos com seu objetivo. Nada mais justo que a importância maior fosse dada a ele mesmo. O que se vê é uma série de heróis se dividindo e se unindo com o objetivo de destruir o vilão, que segue forte na sua empreitada. Por tudo isso, esse não será um vilão esquecido, posso afirmar com certeza.</p>
<p>A equipe visual e de som fizeram um trabalho notável, associando ainda mais qualidade ao roteiro. As cenas são bem construídas e distintas, fugindo daquele padrão que costumamos ver de emaranhado de explosões que o espectador nem entende quem é quem.</p>
<p>O longo tempo de exibição parece curto para o filme. Tudo passa tão rápido e envolve tanto o espectador, que nem percebemos quando acaba. É intenso e fluido ao mesmo tempo. Os tons de risada e graça que são conferidos em muitas cenas fazem com que a leveza se estabeleça também, permitindo que o espectador respire um pouco. Mas sem beirar o exagero e sem correr o risco de pesar na profundidade da trama.</p>
<p>A união de tantos universos diferentes num mesmo filme é um mérito que precisa ser notado. Cada personagem tem seu estilo, sua forma de surgir. E tudo isso é respeitado em cena, sem parecer uma colcha de retalhos. A combinação funciona tão bem que parece muito natural o surgimento de cada herói na trama. Mais um ponto de parabéns para os irmãos Russo.</p>
<p>O final é obscuro, pesado e incrível. Deixa o espectador sem fôlego e extremamente ansioso para os próximos filmes que virão e quais as consequências que essa Guerra Infinita vai trazer. Definitivamente esse é um dos melhores filmes de super-herói dos últimos tempo, quem sabe até da história.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4jGRyEa2jhE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Pantera Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2018 20:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pantera Negra é um dos melhores filmes da Marvel, definitivamente. E isso se apresenta muito cedo, de maneira bem clara. Elenco, roteiro, trilha sonora. Tudo isso funciona como uma orquestra bem ensaiada. Sendo assim, qualquer clichê que possa, porventura, surgir, é rapidamente esquecido, já que o produto final é excelente. Diferente dos últimos filmes da Marvel, este é mais maduro e bem construído. O enredo é muito interessante e atrai o espectador, indo muito além de tiros e explosões. Existe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pantera Negra</em> é um dos melhores filmes da Marvel, definitivamente. E isso se apresenta muito cedo, de maneira bem clara. Elenco, roteiro, trilha sonora. Tudo isso funciona como uma orquestra bem ensaiada. Sendo assim, qualquer clichê que possa, porventura, surgir, é rapidamente esquecido, já que o produto final é excelente.</p>
<p>Diferente dos últimos filmes da Marvel, este é mais maduro e bem construído. O enredo é muito interessante e atrai o espectador, indo muito além de tiros e explosões. Existe uma construção de narrativa coesa, que dá ao protagonista a força que ele precisa na história. Além disso, os coadjuvantes são muito bem explorados, tornando o todo ainda melhor.</p>
<p>O elenco é um ponto muito forte do longa. No protagonista temos Chadwick Boseman que traz muita força ao personagem e sua história. É como se ele tivesse nascido para esse papel. Mas maravilhoso mesmo é o elenco feminino agregado que se destaca mais que o principal em diversos momentos. Lupita Nyong&#8217;o está excelente no papel, mas quem rouba a cena é Danai Gurira com uma personagem forte, marcante e cheia de representatividade feminina. Ela brilha em todas as cenas e o espectador fica torcendo para que ela apareça cada vez mais. Destaque importante também para Letitia Wright que faz a irmã do protagonista e é de uma naturalidade tão grande e divertida, que se torna apaixonante.</p>
<p>Temos ainda os veteranos Angela Basset e Forest Whitaker que funcionam como uma base de apoio para o elenco principal e mais composto por novatos. Eles aparecem em poucos momentos, mas em cenas importantes para compor a história e dar ainda mais força ao filme.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8690" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/298494.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Especialmente por isso, <em>Pantera Negra</em> tem uma representatividade muito forte. Mais de 90% do elenco e produção é composto por negros, além de um discurso de personificação cultural marcante. É preciso ter espaço para todos no cinema, em papéis importantes e não apenas secundários. É fundamental ter negros fazendo papéis de heróis e não apenas de escravos. É como disse Viola Davis certa feita: &#8220;é preciso ter papéis escritos para negros para que nós possamos nos destacar&#8221;. E esse filme é a tradução desta necessidade e o resultado não poderia ser mais maravilhoso.</p>
<p>O roteiro é muito bem escrito e conduzido. Tem alguns clichês, é bem verdade, mas como disse inicialmente, esse detalhe é esquecido. As construções narrativas são bem feitas e compostas de maneira a levar o espectador para a próxima cena. Tudo muito bem conectado, sem deixar nenhum fio solto. Além disso, o vilão é interessante e bem trabalhado. Ele não é apenas mau. Ele tem todo um histórico por trás que &#8220;justifica&#8221; suas ações e tentativas de frustrar o sucesso do mocinho.</p>
<p>As músicas da trilha sonora, por parte do artista Kendrick Lamar, também complementam muito bem o contexto do enredo, tornando o produto final ainda mais empolgante. Aliás, esse é um adjetivo que cabe muito bem ao longa. Empolgante!</p>
<p><em>Pantera Negra</em> é um filme muito bom e necessário, que veio para marcar uma fase importante de representatividade no cinema e no mundo. Com certeza ficará na história e isso é fundamental. É um presente para o espectador e fã dos longas da Marvel.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wL4a4MafSjQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Pantera Negra é o destaque nas estreias desta semana (15/02). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 14:52:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Três Anúncios Para Um crime]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após a morte do rei T&#8217;Chaka (John Kani), o príncipe T&#8217;Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T&#8217;Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong&#8217;o), a grande paixão do atual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a morte do rei T&#8217;Chaka (John Kani), o príncipe T&#8217;Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T&#8217;Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong&#8217;o), a grande paixão do atual Pantera Negra, que não quer se tornar rainha. Juntos, eles estão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda um punhado de vibranium, alguns anos atrás. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wL4a4MafSjQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8670" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Lady-Bird.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Lady Bird &#8211; A Hora de Voar</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Greta Gerwig<br />
<strong>Elenco:</strong> Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts</p>
<p>Christine “Lady Bird” McPherson (Saoirse Ronan) luta contra, mas é exatamente como sua mãe (Tracy Letts): descontrolavelmente amável, profundamente teimosa e obstinada, uma enfermeira que trabalha incansavelmente para manter sua família depois que o pai (Laurie Metcalf) perde o emprego. Situada em Sacramento, California, em 2002, em meio a um cenário economicamente americano, “Lady Bird – A Hora de Voar” é um olhar sob as relações que nos moldam, as crenças que nos definem e a beleza ímpar de uma lugar chamado lar. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-lady-bird-a-hora-de-voar/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/o3e_xuroFFk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8677" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/242299.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Três Anúncios Para Um Crime</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Martin McDonagh<br />
<strong>Elenco:</strong> Frances McDormand, Woody Harrelson, Sam Rockwell</p>
<p>Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-tres-anuncios-para-um-crime/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
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<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8682" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/234385.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Mudbound &#8211; Lágrimas Sobre o Mississipi</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Dee Rees<br />
<strong>Elenco:</strong> Garrett Hedlund, Jason Mitchell, Carey Mulligan</p>
<p>A história acontece no sul dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, onde a história de duas famílias &#8211; uma negra e uma branca – que dividem terras no delta do Rio Mississipi, se entrelaçam. A trama mostra a família McAllan, vinda da tranquila Memphis, mas despreparada para as exigências da vida no campo. Apesar dos grandiosos sonhos de Henry (Jason Clarke), sua esposa Laura (Carey Mulligan) luta para manter a fé nas empreitadas de seu marido. Enquanto isso, Hap e Florence Jackson (papéis de Rob Morgan e Mary J. Blige), que trabalham há gerações em fazendas, lutam bravamente para construir um pequeno sonho, apesar das barreiras sociais que enfrentam. Os planos de cada família são afetados pela guerra e pelo retorno de seus entes queridos, Jamie McAllan (Garrett Hedlund) e Ronsel Jackson (Jason Mitchell), que desafiam a realidade de onde vivem ao formar uma amizade. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-mudbound-lagrimas-sobre-o-mississipi/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
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<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8687" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/2854741.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Eu, Tonya</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Craig Gillespie<br />
<strong>Elenco:</strong> Margot Robbie, Allison Janney, Sebastian Stan</p>
<p>Tonya Harding dominava o gelo com perícia sem rivais. Ela dominou as manchetes por algo totalmente diferente. “Eu, Tonya” é uma visão, às vezes, absurda, trágica e hilária de uma mulher no centro do maior escândalo na história do esporte nos Estados Unidos.</p>
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<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/pantera-negra-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-15-02-confira-o-que-entra-em-cartaz-nos-cinemas/">Pantera Negra é o destaque nas estreias desta semana (15/02). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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